Associação farmacêutica fitoterápica, composição farmacêutica fitoterápica, processo de preparação de composição farmacêutica fitoterápica e seus usos veterinários

  • Número do pedido da patente:
  • PI 1005541-0 A2
  • Data do depósito:
  • 27/12/2010
  • Data da publicação:
  • 20/03/2012
Inventores:
  • Classificação:
  • A61P 31/00
    Antiinfecciosos, i.e. antibi?ticos, antiss?pticos, quimioterap?uticos;
    ;
    A61K 36/85
    Prepara??es medicinais contendo materiais de constitui??o indeterminadas derivados de algas, l?quens, fungos ou plantas, ou derivados dos mesmos, p. ex. medicamentos tradicionais ? base de ervas; / Magnoliophyta (angiospermas); / Magnoliopsida (dicotiled?neas); / Verbenaceae (fam?lia da "Verbena");
    ;

ASSOCIAÇÃO FARMACÊUTICA FITOTERÁPICA, COMPOSIÇÃO FARMACÊUTICA FITOTERÁPICA, PROCESSO DE PREPARAÇÃO DE COMPOSIÇÃO FARMACÊUTICA FITOTERÁPICA E SEUS USOS VETERINÁRIOS. A presente invenção trata de formas farmacêuticas fitoterápicas com atividade antimicrobiana, as quais compreendem uma mistura de óleo essencial de Lippia salvifolia e Lippia sidoides, adequada para o tratamento de mastite, notadamente mastite bovina. A presente invenção também trata do processo de preparação de tais composições e seus usos veterinários.

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Documento

PI100554

“ASSOCIAÇÃO FARMACÊUTICA FITOTERÁPICA, COMPOSIÇÃO FARMACÊUTICA FITOTERÁPICA, PROCESSO DE PREPARAÇÃO DE COMPOSIÇÃO FARMACÊUTICA FITOTERÁPICA E SEUS USOS

VETERINÁRIOS”

5    Campo da Invenção

A presente invenção trata de tormas farmacêuticas fitoterápicas com atividade antimicrobiana, as quais compreendem uma mistura de óleo essencial de Lippia salvifolia e Lippia sidoides. Dita composição é especialmente adequada para o tratamento de mastite, 10 notadamente mastite bovina. A presente invenção também trata do processo de preparação de tais composições e seus usos veterinários.

De um modo particular, a composição farmacêutica veterinária objeto da presente invenção compreende como ingrediente ativo uma mistura de óleo essencial de Lippia salvifolia e 15 Lippia sidoides em proporções balanceadas em termos do teor médio de timol e carvacrol na referida mistura.

Histórico da Invenção

A mastite bovina é considerada a doença que acarreta os maiores prejuízos econômicos à produção leiteira pela redução da 20 quantidade e pelo comprometimento da qualidade do leite produzido, ou até mesmo pela perda total da capacidade secretora da glândula mamária. A mastite é uma inflamação da glândula mamária, geralmente de caráter infeccioso, podendo ser classificada como clínica ou subclínica. A mastite clínica apresenta sinais evidentes, tais 25 como, edema, aumento de temperatura, endurecimento, dor na glândula mamária, grumos, pus ou qualquer alteração das características do leite. Na forma subclínica da mastite, não se observam alterações macroscópicas e sim alterações ha composição do leite, ou seja, não se têm sinais visíveis de inflamação do úbere.

30    No Brasil, a mastite subclínica tem alta incidência, com

índices variando de cerca de 45-97,00% do rebanho bovino e a redução da produção de leite situa-se em cerca de 25-43,0%. Esse número é expressivo e preocupante para a indústria leiteira no país.

A etiologia da mastite é complexa e multivariada, sendo 35 que entre os agentes etiológicos há predominância de bactérias dos

gêneros Staphylococcus e Strepfococcus. A mastite pode ser classificada em contagiosa ou ambiental, sendo a primeira causada particularmente por Staphylococcus aureus, S. epidermidis, Strepfococcus agalactiae, S. dysgalactiae, Corynebacterium bovis e Actinomyces pyogenes, que são responsáveis por cerca de 80% dos casos de mastite. Na mastite ambiental, os principais agentes incluem Escherichia coli, Klesbsiella pneumoniae, Enterobacter aerogenes, Strepfococcus faecium, Nocardia spp e Pseudomortas aeruginosa.

Além de ser o maior problema sanitário relacionado à pecuária leiteira, a mastite, como acima observado, também é responsável por grandes prejuízos econômicos decorrentes da diminuição da qualidade e quantidade de leite, dos gastos com medicamentos, assistência veterinária e reposição de animais.

Nos últimos anos, as plantas têm se destacado cada vez mais como os principais alvos de estudo científicos, com uma grande diversidade de estruturas, propriedades química e de substâncias biologicamente ativas. Muitas espécies vegetais têm contribuído significativamente para o desenvolvimento e síntese de novos fármacos. O Brasil é considerado até o presente momento, o país que abriga a maior diversidade genética do mundo, com cerca de 55.000 espécies catalogadas de um total estimado entre 350.000 e 550.000 espécies. Devido a esse fato, as pesquisas científicas nas áreas de botânica, agronomia, fitoquímica, genética e farmacologia têm aumentado na tentativa de buscar e validar compostos bioativos para fins terapêuticos.

A resistência dos microrganismos e os efeitos colaterais causados pelo uso contínuo de medicamentos sintéticos estão levando a população em busca de produtos naturais, além disso, nos fitoterápicos há um sinergismo entre os componentes presentes na planta com o seu mecanismo de ação, que por conter um grande número de substâncias agem em diferentes alvos moleculares causando menor efeito colateral. Além disso, pelo fato dos custos de pesquisa e desenvolvimento de medicamentos fitoterápicos serem muito inferior aos relacionados com os medicamentos sintéticos,

tornando-os mais acessível, se verifica atualmente um grande crescimento do número de fitoterápicos no mercado.

Um outro aspecto a ser considerado, é o aumento da resistência dos microorganismos a antibióticos de uso clínico, que está 5 exigindo o desenvolvimento de novas drogas. Por essa razão, atualmente os estudos sobre plantas medicinais aromáticas com potencial terapêutico têm aumentado, principalmente devido à comprovada ação antimicrobiana dos compostos monoterpenos presentes nos óleos essenciais.

10    O gênero Lippia é intensamente estudado do ponto de

vista etnobotânico, químico e farmacológico. O resultado desses estudos tem confirmado atividades farmacológicas antiinflamatória, larvicida, hipotensora, sedativa, analgésica, carminativa, antimicrobiana, citotóxica, antioxidante, entre outras.

15    Entre as espécies de Lippia que ocorrem no Brasil,

destacam-se: a Lippia alba cujo óleo essencial contém cerca de 40% de carvona e apresenta atividade bactericida contra bactérias gram positivas; a Lippia javanica rica em micernona (36-62%), carvona (61-73%), piperitenona (32-48%), ipsenona (42-61%) e linalol {>65%), 20 dependendo do ambiente de cultivo, eficiente contra o crescimento dos microrganismos Crypfococcus neoformans, Bacillus cereus, Escheríchia coli e Staphylococcus aureus e que apresenta efeito bacteriostático contra a Klebsiella pneumoniae e Píasmodium falparium em concentrações micromolares; a Lippia multiflora que apresenta 25 atividade antioxidante e antimicrobiana contra Pseudomonas aeruginosa e Candida albicans, ação atribuída ao carvacrol, um dos componentes majoritários do óleo essencial dessa espécie; a Lippia dulcis cujo estudo realizado in vivo com suínos mostrou que o óleo essencial na concentração de 100 pg/ml apresenta atividades anti-30 histaminérgico e anticolinérgico.

Os estudos acima citados relativos às atividades antimicrobianas têm enfatizando o timol e carvacrol presentes no gênero Lippia, destacando-se a Lippia sidoides com elevada produção de óleo essencial.

Mais especificamente, tais estudos farmacológicos têm comprovado o potencial terapêutico de Lippia sidoides incluindo: atividade citotóxica confirmada frente a três tipos de células cancerígenas, quais sejam, HL60 (leucemia), SW1573 (carcinoma de pulmão) e CEM (leucemia linfoblástica); atividade antiinflamatória do óleo de L sidoides em experimento com ratos; inibição de atividade da enzima acetilcolinasterase indicando uso potencial no tratamento de Alzheimer; atividade antioxidante do timol e carvacrol presentes em seu óleo; eficácia na redução do índice da placa dentária, de gengivite e da hemorragia da gengiva; atividade antimicrobiana contra S. aureus, C. albicans e E. coli; atividade antifúngica contra Candida olbiconsCondida tropicalis e Microsporum canis; atividade antimicrobiana contra bactérias gram-positivas e gram-negativas; atividade bacteriostática contra diversas cepas de S. aureas isolados de material clínico, resistentes a antibióticos; atividade antihelmintica, além de apresentar atividade larvicida no combate ao mosquito A. aegypti.

Para viabilizar um medicamento produzido a partir de plantas que sintetizam óleos essenciais é preciso conduzir investigações agronômicas preliminares, que forneçam dados de produtividade em função de determinadas condições edáficas e de sazonalidade. O conteúdo do óleo essencial em uma planta pode variar em função da época do ano, do seu estádio de desenvolvimento, de fatores geográficos ecológicos, assim como da variabilidade genética. Plantas botanicamente idêntica podem diferir quimicamente umas das outras e quando isto ocorre são denominadas de quimiotipos ou raças químicas. A variação química é caracterizada pelo predomínio de determinados compostos no óleo essencial, os quais são chamados de componentes majoritários.

Estudos realizados por vários pesquisadores têm mostrado que L. sidoides apresenta plasticidade quanto ao teor e qualidade do óleo dependendo do local de origem, esses dados estão sumarizados na Tabela 1 a seguir.

Tabela 1 - Composição do óleo essencial em diferentes quimiotipos de

L. sidoides

Componente

Quimiotipos (teor %)

a

b

c

d

e

f

9

h

Timol

56.67

66,67

59,65

59,65

43,5

80,8

66,67

48,32

Carvacrol

16,73

1,81

4,3

6,90

p-Cymeno

7,13

7,13

8,6

7,13

Timol metil éter

5,06

1,15

1,79

1,15

1,34

Aromadendr eno

2,79

0,53

1,81

1,8-Cineol

2,39

1,39

1,3

1,39

8,62

Y-Elemeno

2,28

1,81

y-Terpineno

1,42

1,13

3,83

3,83

1,6

4,06

0,58

a- Terpineno

1,12

1,43

1,43

1,13

0,12

(3-Mirceno

0,86

1,76

5,43

5,43

6,5

0,9

1,76

0,32

a-Tujona

0,78

0,73

1,48

1,48

0,73

Octen-3-ol

0,51

0,81

0,81

0,37

p-Cimeno

7,13

9,08

9,08

8,6

1,38

E-Cariofileno

11,73

10,60

Limoneno

1,01

1,01

Dihidroaromadendreno

0,91

Óxido de Cariofileno

0,72

1,88

a-Copaeno

0,66

0,26

a-Humuleno

0,56

0,65

a-Pineno

0,51

0,51

0,17

a-Muuroleno

0,45

ó-Cadineno

0,35

0,59

Linalool

0,28

0,28

|3-Ocimeno

0,27

0,27

0,50

Umbellulona

0,46

0,22

Metil timileter

1,79

(5-Cariofileno

9,7

11,73

a-felandrendo

22,4

Trans-Cariofil eno

5,1

13,77

Trans-miroxido

1,32

4-Terpineol

1,34

a-Terpineol

2,27

Eugenol

0,49

y-Muuroleno

0,26

a-Selineno

1,72

Além do óleo essencial, vários outros compostos têm sido isolados de L. sidoides, tais como o ácido 3-O-acetiloleanolico, dihidroxibenzoato de mentol 3.4, lapachonol, tecomaquinona, tectol, 5 acetilato tectol, tectoquinona, quercetina, luteolina, glucoluteolina,

taxifolina, isolariciresinol, nafitoquinona prenilada, lippsidoquinona, isocatalpanol e tecomaquinona.

Não existem informações na literatura sobre estudos e experimentos semelhantes realizados com a espécie L/pp/a salvifolia.

5    Descrição da Invenção

A presente invenção trata, portanto, da viabilização de uma associação farmacêutica fitoterápica dos óleos essenciais das espécies vegetais L/pp/a salvifolia e L/pp/a sidoides, para a produção de um medicamento veterinário para o combate a microorganismos, 10 notadamente, Escherichia coli, Staphylococcus aureus, Pseudomonas aeruginosa, Staphylococcus epidermidis e Candida albicans.

De uma forma particular, a presente invenção trata de uma composição farmacêutica fitoterápica, cujo ingrediente ativo é um óleo essencial obtido a partir das espécies vegetais L/pp/a salvifolia e 15 L/pp/a s/do/des, para a produção de um medicamento veterinário para o combate a microorganismos, notadamente, Escherichia coli, Staphylococcus aureus, Pseudomonas aeruginosa, Staphylococcus epidermidis e Candida albicans, ou suas misturas,

A presente invenção trata ainda de um processo para a 20 produção da referida composição e aos seus usos veterinários no tratamento da mastite, com efetiva ação antimicrobiana.

Nesse sentido, e de acordo com a presente invenção, vários estudos e experimentos foram realizados com os óleos essenciais de L/pp/a salvifolia e Lippia sidoides para dimensionar quantitativamente 25 dita associação de modo a se obter um rendimento máximo em termos de concentração dos componentes timol e carvacrol no óleo resultante.

De acordo com a presente invenção, tais estudos e experimentos foram efetivados com uma forma farmacêutica 30 elaborada com diferentes concentrações de ativos, sendo que através de estudos pré-clínicos, in vitro e in vivo, verificou-se que a concentração de maior eficácia no controle de agentes de mastite compreende pelo menos 50% de timol e 5% de carvacrol no óleo essencial resultante da associação de óleos essenciais de L/pp/a 35 salvifolia e Lippia sidoides.

Geralmente, mas não de uma forma limitante, se obtém as proporções mínimas de 50 % de timol e 5% de carvacrol em misturas de óleos essenciais de Lippia salvifolio e Lippia sidoides variando na relação proporcional de 9:1 a 1:9. Essa relação é dependente do local de 5 cultivo das espécies Lippia salvifolia e Lippia sidoides.

A Tabela 2 a seguir mostra a relação proporcional dos componentes químicos majoritários timol e carvacrol em um exemplo não limitativo ou restritivo de espécies cultivadas de Lippia salvifolia e Lippia sidoides, conforme referidos estudos e experimentos.

10

Tabela 2 - Teor de timol e carvacrol das espécies de Lippia salvifolia e L

sidoides

Componentes majoritários

Espécie

L. salvifolia

L. sidoides

L. salvifolia

X

L. sidoides (9:1)

Timol (%)

81,91

2,10

54,47

Carvacrol (%)

1,82

57,38

6,21

A Tabela 3, a seguir, ilustra os valores da Concentração 15 Inibitória Mínima (CIM), expressa em (jg/mL, de antibióticos de óleo essencial em um exemplo não limitativo ou restritivo de espécies cultivadas de Lippia salvifolia e Lippia sidoides e suas misturas em proporção de 9:1, frente às cepas de Escherichia Coli e Sfaphylococcus aureus, Pseudomonas aeruginosa, Sfaphylococcus epidermidis e 20 Candida albicans.

Tabela 3 - Valores de CIM

Microorganismo

L. salvifolia

L. sidoides

Mistura (9:1)

Antibiótico

Escherichia Coli

0,63

1,25

0,37

75 (a)

Sfaphylococcus

0,37

0,63

0,37

75 (a)

aureus

Pseudomonas

0,37

0,37

0,37

37 (a)

aeruginosa

Staphylococcus

epidermidis

0,63

0,63

0,37

150 (a)

Candida . albicans

2,50

2,50

1,25

3,15 (b)

(a)    = Gentamicina

(b)    = Anfotericina B

A composição fitoterápica objeto da presente invenção 5 compreende como ingrediente ativo uma quantidade total de óleo essencial de L/pp/a sidoides e Lippio solvifolio variando de 0,1 a 10,0% em peso, preferencialmente variando de 0,5-2,0% em peso, e veículos e excipientes farmaceuticamente aceitáveis.

Essa faixa de ingrediente ativo de óleo essencial de L/pp/a 10 sidoides e L/pp/a salvifolia proporciona o fornecimento de pelo menos 50% de timol e pelo menos 5% de carvacrol, garantindo uma efetiva ação microbiana.

A composição farmacêutica fitoterápica segundo a presente invenção compreende ainda ingredientes e veículos 15 farmaceuticamente aceitáveis, passíveis de serem dosados clínica e farmacologicamente, sendo assim particularmente útil para o tratamento da mastite bovina que reduz a quantidade e a qualidade do leite produzido pela glândula mamária do animal.

A presente invenção também trata do processo de 20 preparação da composição farmacêutica fitoterápica, assim como sua aplicação no tratamento da mastite bovina.

O processo de acordo com a presente invenção compreende as etapas básicas:

a)    secagem do material vegetal das espécies L/pp/a sidoides e Lippia 25 solvifolio em estufa de ar circulante à cerca de 43°C;

b)    hidrodestilação do material por um período de 90 minutos;

c)    separação do composto hidrolato por decantação;

d)    quantificação da relação timol/carvacrol; e

e)    associação dos demais veículos e excipientes farmacêuticos.

5


10


15


20


25


A quantificação da relação timol/carvacrol no óleo essencial de Lippia sidoides e Lippia salvifolia, segundo o processo da presente invenção, pode ser realizada através de método analítico de Cromatografia Gasosa acoplada a Espectrometria de Massas. As condições de análise geralmente incluindo uma Coluna capilar DB-5 (30m x 0,25mm x 0,25|jm), um injetor a 240 °C; Detector: 230 °C, impacto de elétrons de 70 eV, gás de arraste He, fluxo de 1,0 mL/min, split de 1/20, programa de temperatura variando de 60°C - 240°C, 3°C/minuto, volume de Injeção 1 pL de solução (1 pL óleo essencial/1 mL Hexano).

Ainda, segundo o processo da presente invenção, a identificação das substâncias do óleo essencial de Lippia sidoides e Lippia salvifolia pode ser realizada através da comparação dos seus espectros de massas com o banco de dados do sistema Cromatografia Gasosa acoplada a Espectromefria de Massas (Nisf 62 lib.) e índice de retenção de kovats.

De uma forma não limitafiva e não exclusiva, as composições farmacêuticas fitoterápicas de acordo com a presente invenção compreendem, em porcentagem peso, 0-99,89% em peso de emolientes/solventes, 0,01-10,0% de antioxidantes, 0,10-80% de espessantes, 0,10-50,0% de tensoativos, 0-10,0% de preservantes/antimicrobiano, 0-70% de umectante, e 0,01-10% de agente corretor de pH.

A composição farmacêutica fitoterápica segundo a presente invenção pode ser preparada na forma de pomada, solução, emulsão, géis, sprays, cremes e qualquer outra forma que possa ser aplicada através do canal do teto do animal.

Preferencialmente, a composição farmacêutica fitoterápica segundo a presente invenção poderá ser preparada em uma das formas abaixo especificadas: