Configuração aplicada em processo para clareamento de madeira

  • Número do pedido da patente:
  • PI 0605724-1 A2
  • Data do depósito:
  • 08/08/2006
  • Data da publicação:
  • 18/03/2008
Inventores:
  • Classificação:
  • B27K 5/02
    Colora??o ou tintura da madeira; Branqueamento da madeira; Tratamento da madeira n?o inclu?do nos grupos ou ; / Colora??o ou tintura da madeira; Branqueamento de madeira;
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CONFIGURAÇÃO APLICADA EM PROCESSO PARA CLAREAMENTO DE MADEIRA se refere a um sistema onde se tem um banho em solução saturada de cloro, e posterior secagem por meio de fluxo de ar quente, utilizando sistema de coleta e neutralização de cloro. A configuração aplicada em processo para clareamento de madeira, assim concebida é formada a partir da solução de tratamento químico sendo preparada por diluição do hipoclorito de sódio no reservatório (1) As peças a serem clareadas são dispostas em um sistema de gaiola e dispostas no interior do reator (2) com a ajuda de uma talha (3). Uma bomba centrífuga (4) faz a solução circular continuamente pelo reator, passando em circuito fechado pelo trocador de calor (5). Desta forma a solução é aquecida até a temperatura desejada e durante o processo de clareamento a solução é injetada no reator continuamente, mantendo um gradiente de concentração de hipoclorito de sódio na superfície da madeira a ser tratada. Após um dado intervalo de tempo, a solução de tratamento é drenada ao reservatório (1) utilizando a bomba centrífuga (4) e um sistema de válvulas. Na seqüência, o soprador de ar (6) é ligado, sendo que o ar passa por um conjunto de resistências elétricas (7) sendo aquecido até a temperatura desejada. O ar quente entra pela parte inferior do reator (2). Este fluxo de ar permanece até que a madeira esteja seca, e na umidade pré-determinada. O ar é coletado na parte superior do reator, passando por uma coluna de adsorção (8). Nesta coluna de absorção o ar quente é borbulhado em contrafluxo por meio de uma bomba centrífuga (9) em uma solução de hidróxido de sódio, disposta no reservatório (10). O cloro livre é então regenerado a hipoclorito de sódio, sendo esta solução transferida para o reservatório (1) sempre que atingir a concentração necessária para o clareamento. Ao final do processo a talha (3) é empregada para retirar as peças tratadas do interior do reator (2).

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Documento

“CONFIGURAÇÃO APLICADA EM PROCESSO PARA CLAREAMENTO DE MADEIRA”

O presente relatório se refere a uma invenção constituída por uma configuração aplicada em processo para clareamento de madeira, constituído por banho 5 em solução de cloro, com posterior secagem por meio de fluxo de ar quente, ambos em circuito fechado, em processo por batelada, utilizando sistema de coleta e neutralização de cloçó, para aplicação em itens diversos de madeira.

Atualmente, os processos de clareamento de madeira denotam o emprego de muitas substancias químicas, onde também se envolvem inúmeros 10 procedimentos e etapas. Os processos atualmente disponíveis possuem ainda a característica de mudar significativamente o aspecto natural da madeira durante o clareamento. À configuração proposta a partir da utilização de banho em solução de cloro possui a vantagem de realizar o clareamento através de um ataque químico a superfície da madeira, sem alterar os aspectos naturais da madeira. O tempo gasto durante o processo de clareamento se

15 reverterá no custo do produto final, que exige qualidade e garantia, fatores estes que ficam

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prejudicados através dos atuais processos de clareamento de madeira.

Com a intenção de solucionar tais deficiências, desenvolveu-se a presenté invenção, através de uma configuração aplicada em processo para clareamento de madeira, através de um sistema que envolve técnicas inovadoras bem como eficazes, 20 assegurando assim que se tenha um clareamento perfeitamente ajustável âs necessidades de uso.

O que define a sofisticação da presente invenção é, essencialmente, o fato deste processo para clareamento de madeira empregar solução de hipoclorito de sódio, em uma solução que é aquecida e deixada entrar em contato, sob 25 agitação, com a peça de madeira durante um determinado intervalo de tempo. Após o

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período de contato da solução com as peças de madeira, as mesmas são secas sob fluxo de ar quente. Este ar quente passa por uma solução aquosa de hidróxido de sódio, onde o cloro livre é regenerado a hipoclorito de sódio, sendo esta solução reaproveitada para o clareamento, todo o equipamento é construído em material resistente ao ataque quimico da 5 solução utilizada no clareamento. Destaca-se que, devido ao poder oxidante desta solução, a construção de todos os itens do equipamento utilizado para o clareamento da madeira utiliza materiais resistentes a oxidação.

A configuração aplicada em processo para clareamento de madeira supre de todas as formas os sistemas atuais ora conhecidos, onde por suas vantagens 10 permite se ter um sistema de clareamento mais eficiente, rápido e prático sendo desta maneira o objeto da presente invenção será mais bem descrito com base no desenho esquemático abaixo listado, mas não pretendendo o mesmo de gerar um caráter limitativo de proteção da patente.

FIGURA 1: Representa um desenho esquemático do fluxograma 15 do processo de clareamento na unidade industrial.

A configuração aplicada em processo para clareamento de madeira, assim concebida é formada a partir da solução de tratamento químico sendo preparada por diluição do hipoclorito de sódio no reservatório (1). As peças a serem clareadas são dispostas em um sistema de gaiola e dispostas no interior do reator (2) com a 20 ajuda de uma talha (3). Uma bomba centrifuga (4) faz a solução circular continuamente pelo reator, passando em circuito fechado pelo trocador de calor (5). Desta forma a solução é aquecida até a temperatura desejada e durante o processo de clareamento a solução é injetada no reator continuamente, mantendo um gradiente de concentração de hipoclorito de sódio na superfície da madeira a ser tratada. Após um dado intervalo de tempo, a solução de 25 tratamento é drenada ao reservatório (1) utilizando a bomba centrífuga (4) e um sistema de

válvulas. Na seqüência, o soprador de ar (6) é ligado, sendo que o ar passa por um conjunto de resistências elétricas (7) sendo aquecido até a temperatura desejada. O ar quente entra pela parte inferior do reator (2). Este fluxo de ar permanece até que a madeira esteja seca, e na umidade pré-determinada. O ar é coletado na parte superior do reator, passando por uma 5 coluna de adsorção (8). Nesta coluna de absorção o ar quente é borbulhado em contrafluxo por meio de uma bomba centrifuga (9) em uma solução de hidróxido de sódio, disposta no reservatório (10). O cloro livre é então regenerado a hipoclorito de sódio, sendo esta solução transferida para o reservatório (1) sempre que atingir a concentração necessária para o clareamento. Ao final do processo a talha (3) é empregada para retirar as peças tratadas do 10 interior do reator (2).

A configuração aplicada em processo para clareamento de madeira, assim desenvolvida possui uma utilidade funcional, que através da configuração proposta, evidencia um novo conceito ao setor a que se destina, propondo desta maneira que quando confrontado com os sistemas de clareamento de madeira em uso, seja facilmente 15 caracterizado as vantagens descritas, assumindo o privilégio do registro de patente de invenção, pois elegeu novidade para aprimorar determinada operação.

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REIVINDICAÇÕES

Io) “CONFIGURAÇÃO APLICADA EM PROCESSO PARA CLAREAMENTO DE MADEIRA”, caracterizada por ser formada partir da solução de tratamento químico sendo preparada por diluição do hipoclorito de sódio 5 no reservatório (1). As peças a serem clareadas são dispostas em um sistema de gaiola e dispostas no interior do reator (2) com a ajuda de uma talha (3). Uma bomba centrifuga (4) faz a solução circular continuamente pelo reator, passando em circuito fechado pelo trocador de calor (5). Desta forma a solução é aquecida até a temperatura desejada e durante o processo de clareamento a solução é injetada no reator continuamente, mantendo um 10 gradiente de concentração de hipoclorito de sódio na superfície da madeira a ser tratada. Após um dado intervalo de tempo, a solução de tratamento é drenada ao reservatório (1) utilizando a bomba centrífuga (4) e um sistema de válvulas. Na seqüência, o soprador de ar (6) é ligado, sendo que o ar passa por um conjunto de resistências elétricas (7) sendo aquecido até a temperatura desejada. O ar quente entra pela parte inferior do reator (2). Este 15 fluxo de ar permanece até que a madeira esteja seca, e na umidade pré-determinada. O ar é coletado na parte superior do reator, passando por uma coluna de adsorção (8). Nesta coluna de absorção o ar quente é borbulhado em contrafluxo por meio de uma bomba centrifuga (9) em uma solução de hidróxido de sódio, disposta no reservatório (10). O cloro livre é então regenerado a hipoclorito de sódio, sendo esta solução transferida para o reservatório (1) 20 sempre que atingir a concentração necessária para o clareamento. Ao final do processo a talha (3) é empregada para retirar as peças tratadas do interior do reator (2).

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RESUMO

“CONFIGURAÇÃO APLICADA EM

PROCESSO PARA CLAREAMENTO DE MADEIRA” se refere a um sistema onde se tem um banho em solução saturada de cloro, e posterior secagem por meio de fluxo de ar quente, 5 utilizando sistema de coleta e neutralização de cloro.

A configuração aplicada em processo para clareamento de madeira, assim concebida é formada a partir da solução de tratamento químico sendo preparada por diluição do hipoclorito de sódio no reservatório (1). As peças a serem clareadas são dispostas em um sistema de gaiola e dispostas no interior do reator (2) 10 com a ajuda de uma talha (3). Uma bomba centrifuga (4) faz a solução circular continuamente pelo reator, passando em circuito fechado pelo trocador de calor (5). Desta forma a solução é aquecida até a temperatura desejada e durante o processo de clareamento a solução é injetada no reator continuamente, mantendo um gradiente de concentração de hipoclorito de sódio na superfície da madeira a ser tratada. Após um dado intervalo de 15 tempo, a solução de tratamento é drenada ao reservatório (1) utilizando a bomba centrífuga (4) e um sistema de válvulas. Na seqüência, o soprador de ar (6) é ligado, sendo que o ar passa por um conjunto de resistências elétricas (7) sendo aquecido até a temperatura desejada. O ar quente entra pela parte inferior do reator (2). Este fluxo de ar permanece até que a madeira esteja seca, e na umidade pré-determinada. O ar é coletado na parte superior 20 do reator, passando por uma coluna de adsorção (8). Nesta coluna de absorção o ar quente é borbulhado em contrafluxo por meio de uma bomba centrifuga (9) em uma solução de hidróxido dé sódio, disposta no reservatório (10). O cloro livre é então regenerado a hipoclorito de sódio, sendo esta solução transferida para o reservatório (1) sempre que atingir • a concentração necessária para o clareamento. Ao final do processo a talha (3) é empregada 25 para retirar as peças tratadas do interior do reator (2).