Camila Lima Gervásio Mendes

Graduanda em Fisioterapia pela Universidade Federal de Minas Gerais. Atualmente é aluna de iniciação científica bolsista sob orientação da Prof Christina Danielli Coelho de Morais Faria na área de Reabilitação Neurológica do Adulto.

Informações coletadas do Lattes em 19/10/2019

Acadêmico

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Formação acadêmica

Graduação em andamento em Fisioterapia

2013 - Atual

Universidade Federal de Minas Gerais

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Formação complementar

2017 - 2017

Curso de Suporte a Vida. (Carga horária: 10h). , Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, Brasil.

2017 - 2017

Pilates Completo. (Carga horária: 154h). , Studio Rafa Garcia, RAFA GARCIA, Brasil.

2016 - 2016

Capacitação Empreendedora do Fisioterapeuta. (Carga horária: 16h). , Fisioconsult, FISIOCONSULTE, Brasil.

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Idiomas

Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

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Áreas de atuação

    Grande área: Ciências da Saúde / Área: Fisioterapia e Terapia Ocupacional.

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Participação em eventos

XXVI SEMANA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA DE INDIVÍDUOS SAUDÁVEIS E PÓS ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL CONSIDERANDO TRÊS DIMENSÕES DA ATIVIDADE. 2017. (Exposição).

: XXV SEMANA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA.SAÚDE, FUNCIONALIDADE E INCAPACIDADE DE INDIVÍDUOS ACOMETIDOS PELO ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL USUÁRIOS DE DUAS UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE DA CIDADE DE BELO HORIZONTE/MG. 2016. (Outra).

XXVII Congresso Brasileiro de Neurologia. FUNCIONALIDADE, INCAPACIDADE E SAÚDE DE INDIVÍDUOS ACOMETIDOS PELO ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL USUÁRIOS DA ATENÇÃO PRIMÁRIA DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE. 2016. (Congresso).

XXVII Congresso Brasileiro de Neurologia. FUNCIONALIDADE, INCAPACIDADE E SAÚDE DE INDIVÍDUOS ACOMETIDOS PELO ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL USUÁRIOS DA ATENÇÃO PRIMÁRIA DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE. 2016. (Congresso).

II Jornada Acadêmica de Fisioterapia.Avaliação da Força Muscular com dinamômetro portátil em indivíduos com Acidente Vascular Encefálico: quantas repetições necessárias?. 2015. (Outra).

XXIV Semana de Inicuação Científica/PRPq.Avaliação da Força Muscular com dinamômetro portátil em indivíduos com Acidente Vascular Encefálico: quantas repetições necessárias?. 2015. (Outra).

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Foi orientado por

Christina Danielli Coelho de Morais Faria

Nível de atividade física de indivíduos pós acidente vascular cerebral e saudáveis usuários do sistema único de saúde; 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Federal de Minas Gerais, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Christina Danielli Coelho de Morais Faria;

Christina Danielli Coelho de Morais Faria

Perfil de funcionalidade, incapacidade e saúde de indivíduos acometidos pelo acidente vascular cerebral e usuários de unidades básicas de saúde dacida de de Belo Horizonte; 2017; Iniciação Científica; (Graduando em Fisioterapia) - Universidade Federal de Minas Gerais, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Christina Danielli Coelho de Morais Faria;

Júlia Caetano Martins

Nível de atividade física de indivíduos saudáveis e pós acidente vascular cerebral nas três dimensões da atividade; 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Federal de Minas Gerais; Orientador: Júlia Caetano Martins;

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Produções bibliográficas

  • MENDES, C. L. G. ; MARTINS, J. C. ; AGUIAR, L.T ; BENFICA, P. A. ; PINTO, B. P. B. C. ; ARAUJO, D. C. ; FARIA, C. D. C. M. . ASSISTÊNCIA DO FISIOTERAPEUTA DA ATENÇÃO PRIMÁRIA A INDIVÍDUOS PÓS-ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL. In: Congresso Brasileiro de Neurologia, 2016, Belo Horizonte. Arquivos de neuro-psiquiatria. São Paulo, 2016. v. 74.

  • MENDES, C. L. G. ; MARTINS, J. C. ; AGUIAR, L.T ; BENFICA, P. A. ; PINTO, B. P. B. C. ; ARAUJO, D. C. ; FARIA, C. D. C. M. . FUNCIONALIDADE, INCAPACIDADE E SAÚDE DE INDIVÍDUOS ACOMETIDOS PELO ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL USUÁRIOS DA ATENÇÃO PRIMÁRIA DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE. In: Congresso Brasileiro de Neurologia, 2016, Belo Horizonte. Arquivos de Neuro-psiquiatria. São Paulo, 2016. v. 74.

  • MARTINS, J. C. ; MOREIRA, L. C. ; MENDES, C. L. G. ; ALBUQUERQUE, J. A. ; AGUIAR, L.T ; FARIA, C. D. C. M. . Prática de exercício físico por usuários da atenção primária à saúde pós-Acidente Vascular Cerebral. In: 4º Congresso Brasileiro de Fisioterapia Neurofuncional (4º COBRAFIN), 2016, Recife. Anais do 4º Congresso de Brasileiro de Fisioterapia Neurofuncional. Recife: Associação Brasileira de Fisioterapia Neurofuncional, 2016., 2016.

  • MARTINS, J. C. ; MOREIRA, L. C. ; MENDES, C. L. G. ; ALBUQUERQUE, J. A. ; AGUIAR, L.T ; FARIA, C. D. C. M. . Mobilidade de indivíduos pós-Acidente Vascular Cerebral usuários da atenção primária à saúde. In: 4º Congresso Brasileiro de Fisioterapia Neurofuncional (4º COBRAFIN), 2016, Recife. Anais do 4º Congresso de Brasileiro de Fisioterapia Neurofuncional. Recife: Associação Brasileira de Fisioterapia Neurofuncional, 2016.

  • SOUZA, D. R. ; FARIA, C. D. C. M. ; MARTINS, J. C. ; AGUIAR, L.T ; MOREIRA, L. C. ; MENDES, C. L. G. ; ALBUQUERQUE, J. A. . PERFIL DE ATIVIDADE DE INDIVÍDUOS PÓS ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL USUÁRIOS DA ATENÇÃO BÁSICA DA CIDADE DE BELO HORIZONTE/MG.. In: XXV SEMANA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 2016, Belo Horizonte. Anais da XXV SEMANA DE INICIAÇÃO CIENTÍFIC, 2016.

  • FARIA, C. D. C. M. ; MARTINS, J. C. ; AGUIAR, L.T ; MENDES, C. L. G. ; MOREIRA, L. C. ; ALBUQUERQUE, J. A. ; ARAUJO, D. C. . Atendimento fisioterápico na atenção primária a indivíduos acometidos pelo acidente vascular cerebral. In: 4º Congresso de Brasileiro de Fisioterapia Neurofuncional., 2016, Recife. Anais do 4º Congresso de Brasileiro de Fisioterapia Neurofuncional., 2016. p. p. 559..

  • FARIA, C. D. C. M. ; MENDES, C. L. G. ; MOREIRA, L. C. ; ALBUQUERQUE, J. A. ; ARAUJO, D. C. ; AGUIAR, L.T ; MARTINS, J. C. . Funcionalidade e saúde de indivíduos da atenção primária pós acidente vascular cerebral. In: 4º Congresso de Brasileiro de Fisioterapia Neurofuncional., 2016, Recife. 4º Congresso Brasileiro de Fisioterapia Neurofuncional (4º COBRAFIN), 2016. p. 560.

  • MENDES, C. L. G. ; MARTINS, J. C. ; AGUIAR, L.T ; MOREIRA, L. C. ; ALBUQUERQUE, J. A. ; FARIA, C. D. C. M. . SAÚDE, FUNCIONALIDADE E INCAPACIDADE DE INDIVÍDUOS ACOMETIDOS PELO ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL USUÁRIOS DE DUAS UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE DA CIDADE DE BELO HORIZONTE/MG. In: XXV SEMANA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 2016, Belo Horizonte. Anais da XXV SEMANA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 2016.

  • MENDES, C. L. G. ; MARTINS, J. C. ; AGUIAR, L.T ; FARIA, C. D. C. M. ; SALMELA, L.F.T . Avaliação da Força Muscular com dinamômetro portátil em indivíduos com Acidente Vascular Encefálico: quantas repetições necessárias?. In: II Jornada Acadêmica de Fisioterapia, 2015, Belo Horizonte. Avaliação da Força Muscular com dinamômetro portátil em indivíduos com Acidente Vascular Encefálico: quantas repetições necessárias?, 2015.

  • MENDES, C. L. G. ; MARTINS, J. C. ; AGUIAR, L.T ; FARIA, C. D. C. M. ; SALMELA, L.F.T . Avaliação da Força Muscular com dinamômetro portátil em indivíduos com Acidente Vascular Encefálico: quantas repetições necessárias?. In: XXIV Semana de Inicuação Científica/PRPq, 2015, Belo Horizonte. Avaliação da Força Muscular com dinamômetro portátil em indivíduos com Acidente Vascular Encefálico: quantas repetições necessárias?, 2015.

  • MENDES, C. L. G. ; FARIA, C. D. C. M. . NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA DE INDIVÍDUOS SAUDÁVEIS E PÓS ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL CONSIDERANDO TRÊS DIMENSÕES DA ATIVIDADE. 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • SOUZA, D. R. ; FARIA, C. D. C. M. ; MENDES, C. L. G. ; FERREIRA, D. S. ; MARTINS, J. C. ; AGUIAR, L.T . 'CARACTERIZAÇÃO DAS TRÊS DIMENSÕES DO NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA DE INDIVÍDUOS PÓS ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL USUÁRIOS DA ATENÇÃO PRIMÁRIA DA CIDADE DE BELO HORIZONTE/MG. 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • FERREIRA, D. S. ; FARIA, C. D. C. M. ; MENDES, C. L. G. ; SOUZA, D. R. ; MARTINS, J. C. ; AGUIAR, L.T ; Scianni A, A ; SALMELA, L.F.T ; NADEAU, S. . VIABILIDADE DE UM ENSAIO CLÍNICO ALEATORIZADO CONDUZIDO COM INDIVÍDUOS PÓS ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL USUÁRIOS DA ATENÇÃO PRIMÁRIA DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE DA CIDADE DE BELO HORIZONTE/MG. 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • MENDES, C. L. G. ; MARTINS, J. C. ; AGUIAR, L.T ; BENFICA, P. A. ; PINTO, B. P. B. C. ; ARAUJO, D. C. ; FARIA, C. D. C. M. . FUNCIONALIDADE, INCAPACIDADE E SAÚDE DE INDIVÍDUOS ACOMETIDOS PELO ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL USUÁRIOS DA ATENÇÃO PRIMÁRIA DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MENDES, C. L. G. ; MARTINS, J. C. ; AGUIAR, L.T ; BENFICA, P. A. ; PINTO, B. P. B. C. ; ARAUJO, D. C. ; FARIA, C. D. C. M. . ASSISTÊNCIA DO FISIOTERAPEUTA DA ATENÇÃO PRIMÁRIA A INDIVÍDUOS PÓS-ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MARTINS, J. C. ; MOREIRA, L. C. ; MENDES, C. L. G. ; ALBUQUERQUE, J. A. ; AGUIAR, L.T ; FARIA, C. D. C. M. . Prática de exercício físico por usuários da atenção primária à saúde pós-Acidente Vascular Cerebral. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MARTINS, J. C. ; MOREIRA, L. C. ; MENDES, C. L. G. ; ALBUQUERQUE, J. A. ; AGUIAR, L.T ; FARIA, C. D. C. M. . Mobilidade de indivíduos pós-Acidente Vascular Cerebral usuários da atenção primária à saúde.. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MENDES, C. L. G. ; MARTINS, J. C. ; AGUIAR, L.T ; FARIA, C. D. C. M. ; SALMELA, L.F.T . Avaliação da Força Muscular com dinamômetro portátil em indivíduos com Acidente Vascular Encefálico: quantas repetições são necessárias?. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • MENDES, C. L. G. ; MARTINS, J. C. ; AGUIAR, L.T ; FARIA, C. D. C. M. ; SALMELA, L.F.T . Avaliação da força muscular com o dinamômetro portátil em indivíduos com AVE: quantas repetições são necessárias?. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

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Projetos de pesquisa

  • 2015 - Atual

    Perfil de funcionalidade, incapacidade e saúde de indivíduos acometidos pelo acidente vascular cerebral e usuários de unidades básicas de saúde da cidadede Belo Horizonte, Descrição: O AVC apresenta elevados índices de incidência e prevalência e é considerado a condição de saúde responsável pela maior parte das incapacidades crônicas em todo o mundo. Os modelos de cuidado integral ao indivíduo acometido pelo AVC preveem a inclusão de diversos pontos de atenção à saúde, incluindo educação popular em saúde, ações da atenção básica, serviços de urgência, Unidades de AVC, cuidados ambulatoriais, reabilitação e reintegração social. Considerando a necessidade de se estruturar as redes de atenção à saúde e de se estabelecer uma Linha de Cuidado para atendimento dos indivíduos com AVC, para melhora no diagnóstico, tratamento e acompanhamento, em 12 de abril de 2012 foi aprova a Linha de Cuidado em AVC no Brasil, pela Portaria nº 665. Esta linha de cuidado foi criada com objetivo de reduzir a morbimortalidade pelo AVC no Brasil, com atendimento integral ao indivíduo, vislumbrando todas as suas demandas de atenção à saúde. Apesar de antes de 2012 já existir o entendimento da importância dessas ações para alcançar melhor tratamento e recuperação dos indivíduos acometidos pelo AVE, devido a sua recente regulamentação, estes indivíduos, atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) anteriormente à data de criação da Linha de Cuidado em AVC, podem não ter recebido o tratamento e seguimento adequado, o que pode ter contribuído para o prejuízo nos cuidados a sua saúde e a sua funcionalidade. Como o AVC é prioridade para a saúde pública nacional, é fundamental a estruturação de cuidados continuados ao paciente, englobando todos os níveis de atenção e atuação multiprofissional, como preconizado pela portaria Portaria nº 665 da Linha de Cuidado em AVC no Brasil. Para isso, o ponto de partida é conhecer o perfil de funcionalidade, incapacidade e saúde dos indivíduos já acometidos pelo AVC e usuários do SUS. Além disso, é fundamental determinar como o indivíduo pós-AVC está sendo acompanhado pela UBS da sua área de abrangência e a organização de cuidados pós-hospitalares, como atendimentos domiciliares e reabilitação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Camila Lima Gervásio Mendes - Integrante / Juliana Abreu Albuquerque - Integrante / Christina Danielli Coelho de Morais Faria - Coordenador.

  • 2015 - Atual

    Eficácia do treino aeróbio no nível de atividade física de indivíduos acometidos pelo acidente vascular encefálico: Um ensaio clínico aleatorizado, Descrição: O Acidente Vascular Encefálico (AVE) apresenta elevada prevalência mundial, e projeções indicam um aumento de mais de 20% na prevalência desta condição de saúde em indivíduos com idade maior ou igual a 18 anos, entre os anos de 2012 e 2030. Esses dados são mais relevantes se considerarmos o processo de envelhecimento populacional que vem ocorrendo rapidamente no Brasil. Com este envelhecimento populacional, é esperado que ocorra um aumento mais expressivo da prevalência de indivíduos pós AVE. Indivíduos pós AVE apresentam uma probabilidade de 62% a 121% maior de receber ajuda com o autocuidado, mobilidade e atividades domésticas do que indivíduos controles pareados pelas características sócio demográficas e co-morbidades, e são 40% mais propensos a ter restrição na participação. Além disso, os indivíduos acometidos pelo AVE apresentam um maior risco de serem acometidos por outras doenças cardiovasculares (DCV), como infarto do miocárdio e AVE recorrente. A atividade física apresenta o potencial de influenciar diversos domínios funcionais e de saúde nos indivíduos após o AVE. Indivíduos pós AVE apresentam baixos níveis de atividade física quando se encontram em ambiente hospitalar e quando se encontram na comunidade. Uma das principais consequências da presença concomitante de outras DCV e das incapacidades comumente observadas na maioria dos indivíduos após o AVE, como fraqueza muscular, redução da aptidão cardiorrespiratória, fadiga, depressão, baixa percepção de qualidade de vida, limitações de mobilidade, e o custo energético elevado do movimento, é o baixo nível de atividade física. Além de poder contribuir para um estilo de vida fisicamente inativo, estas incapacidades também podem ser agravadas pelo baixo nível de atividade física. Assim, todas essas variáveis criam um ciclo vicioso de diminuição da atividade física, problemas de saúde (como maior risco de AVE recorrente ou acometimento por outra DCV) e incapacidades (como fraqueza muscular, redução da aptidão cardiorrespiratória, e aumento da fadiga). O exercício aeróbio, em esteira ou bicicleta ergométrica, pode melhorar vários desfechos de funcionalidade e saúde e um dos objetivos do treinamento aeróbio é aumentar o nível de atividade física dos indivíduos, ampliando assim sua participação na sociedade. Porém, apesar do nível de atividade física ser um importante desfecho após o AVE, capaz de influenciar vários outros desfechos, nenhum estudo investigou os efeitos do treinamento aeróbio isolado sobre o nível de atividade física de indivíduos pós AVE. Adicionalmente, apesar das fortes recomendações para que indivíduos pós AVE realizem exercícios aeróbios regularmente, isto frequentemente não ocorre. Diversas barreiras são citadas para a implementação clínica do treino aeróbio, a falta de recursos, como de equipamentos específicos para treinamento, é uma delas. Para ser mais utilizado na prática clínica, é importante que o treinamento seja viável, dessa forma, o treino aeróbio no solo parece ser uma alternativa prática, além de específica e comumente utilizada, para fornecer o exercício aeróbio. Entretanto, nenhum estudo investigou a eficácia do treinamento aeróbio no solo em indivíduos pós AVE para melhora da aptidão cardiorrespiratória. Portanto, os objetivos primários do presente estudo serão investigar a eficácia de um treinamento aeróbio em esteira e no solo para melhora do nível de atividade física, e a eficácia de um treinamento aeróbio no solo para melhora da aptidão cardiorrespiratória em indivíduos pós AVE. Os objetivos secundários serão investigar a eficácia de um treinamento aeróbio na esteira e de um treinamento aeróbio no solo para melhora da capacidade de exercício, da mobilidade, da qualidade de vida, da participação, e da neuroplasticidade em indivíduos pós-AVE. Trata-se de um Ensaio Clínico Aleatorizado (ECA) com examinador mascarado.... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Camila Lima Gervásio Mendes - Integrante / Christina Danielli Coelho de Morais Faria - Coordenador / Júlia Caetano Martins - Integrante / Larissa Tavares Aguiar - Integrante / Luci Fulcaldi Teixeira Salmela - Integrante / Paula Scalzo - Integrante / Sylvie Nadeau - Integrante / Raquel R Britto - Integrante.

  • 2015 - Atual

    Eficácia do treino específico da tarefa no nível de atividade física de indivíduos acometidos pelo acidente vascular encefálico: Um ensaio clínico aleatorizado, Descrição: Descrição: O objetivo primário deste projeto de pesquisa será investigar a eficácia do treino específico da tarefa na melhora da mobilidade e do nível de atividade física de indivíduos pós Acidente Vascular Encefálico (AVE). O objetivo secundário será investigar o efeito do treino específico da tarefa na melhora da força muscular, capacidade de exercício, qualidade de vida e neuroplasticidade de indivíduos pós-AVE. O AVE é a principal causa de incapacidades em todo o mundo, incluindo o Brasil, onde a suas taxas de incidência e prevalência ainda são elevadas. Indivíduos pós-AVE apresentam importante comprometimento da mobilidade e um baixo nível de atividade física, o que pode levar ao surgimento de novas doenças cardiovasculares e aparecimento de novas incapacidades. Por estes motivos, melhorar a mobilidade e aumentar o nível de atividade física desses indivíduos é um objetivo importante no processo de reabilitação pós-AVE. Programas de intervenção utilizando o treino específico da tarefa já demonstraram eficácia para melhora da mobilidade pós-AVE e apresentam importantes características que favorecem a sua aplicabilidade clínica. Já foi demonstrada clara relação entre níveis de mobilidade e níveis de atividade física. Apesar de ser eficaz na melhora da mobilidade, ainda não está claro o impacto do treino específcio da tarefa no nível de atividade física dessa população. Além disso, a maioria dos estudos enfatiza o treino específico da tarefa de membros inferiores (MMII), incluindo o treino de membros superiores (MMSS) apenas no grupo controle. O treino específico da tarefa enfatizando tanto MMSS quanto MMII no grupo experimental poderia ter um impacto importante na melhora da mobilidade geral e, consequentemente, na melhora do nível de atividade física. Dessa forma, faz-se necessário investigar a eficácia do treino específico da tarefa, com ênfase em MMSS e MMII, na melhora do nível de atividade física de indivíduos pós-AVE. Assim, será desenvolvido um ensaio clínico aleatorizado, controlado, com examinador mascarado. Considerando cálculo amostral, 38 indivíduos, indivíduos da comunidade da área de abrangência de centros de saúde da cidade de Belo Horizonte serão incluídos seguindo os seguintes critérios: idade≥18 anos, histórico de AVE há mais de 6 meses, capacidade de deambular de forma independente mais de 10 metros, sedentário ou insuficientemente ativo e liberação médica para a prática de atividade física. Os critérios de exclusão serão: possível déficit cognitivo ou afasia de compreensão, presença de dor ou outras disfunções neurológicas, cardiorrespiratórias e ortopédicas que comprometa a realização dos testes ou a participação no programa de treinamento. Medidas pré-tratamento serão coletadas por um examinador treinado, auxiliado por um bolsista de iniciação científica, ambos mascarados em relação à sequência da alocação por grupo e quanto à intervenção realizada. Os participantes serão alocados aleatoriamente em um dos dois grupos: 1)grupo controle: programa de intervenção envolvendo alongamentos musculares globais (cabeça e pescoço, tronco e membros), exercícios de estimulação da memória, esclarecimentos sobre o AVE e sobre cuidados com a saúde em geral; 2)grupo experimental: programa de intervenção envolvendo o treino específico da tarefa, realizado em circuito com tarefas distintas divididas em 11 estações, seis envolvendo tarefas realizadas prioritariamente com os MMSS e cinco com os MMII. Medidas de desfechos serão coletadas pelos examinadores envolvidos com a avaliação imediatamente antes de iniciar o programa de intervenção e após 12 semanas de intervenção, e 4, 12 e 24 semanas após o término da intervenção (follow up). Todos os participantes dos dois grupos receberão sessões de intervenção três vezes por semana, por 12 semanas, por fisioterapeuta treinado, auxiliado por outro bolsista de iniciação científica... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Camila Lima Gervásio Mendes - Integrante / Christina Danielli Coelho de Morais Faria - Coordenador / Júlia Caetano Martins - Integrante / Larissa Tavares Aguiar - Integrante / Luci Fulcaldi Teixeira Salmela - Integrante / Paula Scalzo - Integrante / Sylvie Nadeau - Integrante / Aline Alvim Scianni - Integrante.

Histórico profissional

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Experiência profissional

  • 2015 - Atual

    Universidade Federal de Minas Gerais

    Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Aluno de Iniciação Científica Bolsista, Carga horária: 20

    Outras informações:
    Aluna de Iniciação científica bolsista , PIBIC/CNPq, sob orientação de Christina DCM Faria.

  • 2015 - 2015

    Universidade Federal de Minas Gerais

    Vínculo: Iniciação Científica Voluntári, Enquadramento Funcional: Aluna de Iniciação científica voluntária

    Outras informações:
    Aluna de Iniciação científica voluntária, oficialmente cadastrada no sistema da PRPq/UFMG, sob orientação de Christina DCM Faria.