Guilherme Luis Lira Barbosa

Tem experiência na área de Microbiologia, com ênfase em Biologia e Fisiologia dos Microorganismos.

Informações coletadas do Lattes em 02/07/2020

Acadêmico

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Formação acadêmica

Graduação em andamento em Farmácia-bioqímica

2007 - Atual

Universidade Federal de São Paulo

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Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

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Áreas de atuação

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Microbiologia / Subárea: Biologia e Fisiologia dos Microorganismos/Especialidade: Micologia.

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Imunologia.

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Foi orientado por

Karen Spadari Ferreira

Obtenção, purificação e caracterização da proteína de 30 kDa de Fonsecaea pedrosoi; 2011; Iniciação Científica; (Graduando em Farmácia e Bioquímica) - Universidade Federal de São Paulo, Campus Diadema, Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica; Orientador: Karen Spadari Ferreira;

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Projetos de pesquisa

  • 2010 - 2011

    Obtenção da proteína de 30 kDa de Fonsecaea pedrosoi para análise do seu papel na imunomodulação na cromoblastomicose experimental, Descrição: Fonsecaea pedrosoi é o principal agente causador da cromoblastomicose no Brasil (SILVA, et al., 1999 e MARQUES, et al., 2006). Caracteriza-se por ser uma micose crônica, supurativa e granulomatosa que afeta o tecido subcutâneo. No entanto, poucos são os estudos imunológicos devido à falta de caracterização de proteínas relevantes na virulência dos agentes etiológicos dessa infecção fúngica. Esterre e colaboradores (2000) estudando a resposta imune humoral de pacientes de Madasgacar com cromoblastomicose mostraram elevada prevalência de anticorpos contra componentes de 18.5 kDa específicos para Fonsecaea pedrosoi e dois componentes de 23.5 e 33 kDa específicos para Cladosporium carrioni. Em 2004, Vidal e colaboradores identificaram uma fração antigênica imunodominante de 54 kDa de Fonsecaea pedrosoi que apresentou alta sensibilidade e especificidade em testes utilizando-se anticorpos de pacientes com a doença. Dados do nosso laboratório (não publicados) mostraram que dentre todas as proteínas produzidas em exoantígeno de diferentes isolados de Fonsecaea pedrosoi, a proteína de 30 kDa foi a única que reagiu em testes de Western Blot com soros de pacientes com cromoblastomicose, não mostrando reatividade com soro de indivíduos controle (não infectados) e também não foi observada reação cruzada com outras doenças fúngicas como histoplasmose, aspergilose, esporotricose e paracoccidioidomicose. Por se tratar de uma doença crônica e de difícil tratamento, a obtenção, bem como a caracterização desta proteína é de suma importância para ensaios futuros de imunoterapia em modelo animal, bem como o seu uso no diagnóstico laboratorial sorológico da doença. . , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Guilherme Luis Lira Barbosa - Integrante / Karen Spadari Ferreira - Coordenador.

Histórico profissional

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Experiência profissional

2010 - 2011

Universidade Federal de São Paulo

Vínculo: Iniciação Científica, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica, Carga horária: 8