Humberto Giancristofaro Carvalho

Humberto Giancristofaro é mestre em Filosofia no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ, formado em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, completou seus estudos em Filosofia da Arte na Universidade Paris VIII. Atua na área de pesquisa das teorias francesas de Estética contemporânea. Foi sócio-colaborador da Questão de Crítica revista de críticas e estudos teatrais de 2008 à 2013, Foi pesquisador e roteirista do cartunista Ziraldo, já idealizou e escreveu diversas cartilhas e almanaques da Turma do Menino Maluquinho e do Sítio do Pica-Pau Amarelo para o Governo Federal em parceria com a Unesco de 2007 até 2013. Escreveu e lançou o livro de filosofia Corpo sem Órgão em 2011 e o livro de ficção Persona non grata em 2008. Atualmente é roteirista e diretor de televisão e cinema, tendo realizado diversos filmes e séries, entre eles o longametragem de ficção Aquilo que sobra e o programa do History Channel O Infiltrado, indicado ao Emmy Awards em 2014.

Informações coletadas do Lattes em 20/12/2018

Acadêmico

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Formação acadêmica

Mestrado em Filosofia

2011 - 2012

Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: Teatro filosófico de Gilles Deleuze,Ano de Obtenção: 2013
Orientador: Adriany Mendonça
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.

Graduação em Filosofia

2006 - 2010

Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: Corpo sem Órgão, arte e filosofia em Deleuze
Orientador: Roberto Cabral de Mello Machado
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.

Graduação em Programa de Intercâmbio Artes Estética e Filosofia

2008 - 2009

Université Paris 8 - Vincennes-Saint-Denis

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Formação complementar

1999 - 2000

Extensão universitária em Yoga - Filosofia Indiana. (Carga horária: 200h). , Universidade Estácio de Sá.

1999 - 1999

Yoga and Indian Culture. (Carga horária: 125h). , Sivananda Yoga University - Rishikesh.

1998 - 1999

Extensão universitária em Historia do Pensamento Oriental/ India. (Carga horária: 200h). , Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.

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Idiomas

Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Espanhol

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Italiano

Compreende Bem, Fala Pouco, Lê Razoavelmente.

Francês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Sanscrito

Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

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Áreas de atuação

    Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia.

    Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Estética.

    Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Artes / Subárea: Fundamentos e Crítica das Artes.

    Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Artes / Subárea: Teatro.

    Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Artes / Subárea: Cinema.

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Participação em eventos

I Colóquio Internacional Desconstrução, Linguagem e Alteridade: Heranças de Jacques Derrida. A amizade entre espectros e estratos. 2011. (Congresso).

Colóquio Deleuze e Gattari. A dupla Prudência em Deleuze. 2011. (Congresso).

I Seminário Muito Mais do que as Mil e Umas Noites..7 Véus: árabes no Brasil. 2011. (Seminário).

XIX Seminário dos Estudantes do PPGF-UFRJ.Mesa-Redonda _ Mercado de Trabalho. 2011. (Seminário).

IV Encontro de Discentes de Filosofia da Universidade Gama Filho.Estética da Crueldade: Corpo sem órgãos em Deleuze. 2011. (Seminário).

Cinema Indiano Contemporâneo.A manutenção dramaturgica do cinema contemporâneo indiano. 2010. (Encontro).

26a Reunião brasileira da associação de antropologia. 7Véus - identidade/alteridade árabe. 2008. (Congresso).

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Comissão julgadora das bancas

Adriany Ferreira de Mendonça

MENDONÇA, A. F.CEPPAS, F.. Teatro Filosófico de Gilles Deleuze. 2012. Exame de qualificação (Mestrando em Filosofia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Filipe Ceppas de Carvalho e Faria

MENDONCA, A.;CEPPAS, Filipe. O teatro filosófico de Gilles Delezue. 2013. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UFRJ) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Rafael Haddock Lobo

MACHADO, R.; MARTINS, A.;HADDOCK-LOBO, R.. Corpo sem órgãos, arte e filosofia em Deleuze. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Graduação em Filosofia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

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Foi orientado por

Adriany Ferreira de Mendonça

Filosofia, Arte e Teatro em Deleuze; 2013; Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro,; Orientador: Adriany Ferreira de Mendonça;

Roberto Cabral de Melo Machado

O corpo sem órgãos em Deleuze; 2010; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Filosofia) - Instituto de Filosofia e Ciências Sociais; Orientador: Roberto Cabral de Melo Machado;

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Produções bibliográficas

  • CARVALHO, H. G. ; Espectros de Mozart. Questão de Crítica , v. 01, p. 01, 2011.

  • CARVALHO, H. G. ; Ato de variação. Questão de Crítica , v. 01, p. 01-03, 2011.

  • CARVALHO, H. G. ; Dramaturgia da alteridade. Questão de Crítica , v. 1, p. 1-6, 2011.

  • CARVALHO, H. G. ; Incertezas. Questão de Crítica , v. 1, p. 1-3, 2011.

  • CARVALHO, H. G. ; No silêncio, a voz muda. Questão de Crítica , v. 1, p. 1-3, 2011.

  • CARVALHO, H. G. ; Sonhos de um palhaço. Questão de Crítica , v. 1, p. 1-2, 2011.

  • CARVALHO, H. G. ; Expressões que traduzem impressões. Questão de Crítica , v. 1, p. 1-3, 2011.

  • CARVALHO, H. G. ; Estética da impotência. Questão de Crítica , v. 1, p. 1-2, 2011.

  • CARVALHO, H. G. ; A arte é o nosso negócio. Questão de Crítica , v. 1, p. 1-5, 2011.

  • CARVALHO, H. G. ; A noção de corpo-sem-órgãos em Artaud e no Teatro da Crueldade. Questão de Crítica , v. 03/10, p. 01-14, 2010.

  • CARVALHO, H. G. ; A sobrevivência do tempo. Questão de Crítica , v. 02/10, p. 01-03, 2010.

  • CARVALHO, H. G. ; Todo mundo morre no final.... Questão de Crítica , v. 01/10, p. 01-03, 2010.

  • CARVALHO, H. G. ; Janela Barroca. Questão de Crítica , v. 01, p. 01, 2010.

  • CARVALHO, H. G. ; Memória sem sujeito. Questão de Crítica , v. 01, p. 01, 2010.

  • CARVALHO, H. G. ; Niilismo cômico. Questão de Crítica , v. 06/08, p. 01-03, 2008.

  • CARVALHO, H. G. ; Elogio à alteridade. Questão de Crítica , v. 06/08, p. 01-03, 2008.

  • CARVALHO, H. G. ; Memória como tradição. Questão de Crítica , v. 06/08, p. 01-03, 2008.

  • CARVALHO, H. G. ; Adultério. Questão de Crítica , v. 05/08, p. 01-03, 2008.

  • CARVALHO, H. G. ; Identidade ou diversidade. Questão de Crítica , v. 05/08, p. 01-03, 2008.

  • CARVALHO, H. G. ; Corpo sem órgãos: a estética da crueldade em Deleuze. 1. ed. Rio de Janeiro: Multifoco - Selo Questão de Crítica, 2011. v. 1. 92p .

  • CARVALHO, H. G. ; Persona non grata. 1. ed. Rio de Janeiro: Editora Multifoco, 2011. v. 1. 80p .

  • CARVALHO, H. G. ; A amizade entre espectros e estratos. Ítaca (UFRJ) , 2011.

  • CARVALHO, H. G. ; A reprise (resposta ao pós-dramático). Bélgica: Centre d'études thêâtrales Faculté de Philosophie et Lettres Université Catholique de Louvain, 2010. (Tradução/Artigo).

  • CARVALHO, H. G. ; Sobre Saxo, Hamlet e a performance. Holstebro, Dinamarca: Odin Teatret, 2010. (Tradução/Artigo).

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Outras produções

CARVALHO, H. G. ; Cartilha de Direitos Humanos do Menino Maluquinho. 2010. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Cartilha).

CARVALHO, H. G. ; Há nela qualquer coisa de triste. 2011. Teatral.

CARVALHO, H. G. ; O Infiltrado. 2013. Vídeo.

CARVALHO, H. G. ; Parto Pelo Mundo. 2013. Vídeo.

CARVALHO, H. G. ; Hei de Vencer. 2012. Filme.

CARVALHO, H. G. ; Bom de Briga. 2012. Vídeo.

CARVALHO, H. G. ; CARVALHO, M. L. M. . Murmure. 2009. Vídeo.

CARVALHO, H. G. ; CARVALHO, M. L. M. . L'air de Martin. 2009. Vídeo.

CARVALHO, H. G. ; CARVALHO, M. L. M. . 7Véus - identidade/alteridade árabe. 2008. Vídeo.

CARVALHO, H. G. ; CARVALHO, M. L. M. . Les olives noires. 2008. Vídeo.

CARVALHO, H. G. ; CD Bháva - mantras da india antiga. 2006.

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Projetos de pesquisa

  • 2011 - Atual

    Teatro filosófico de Gilles Delueze, Descrição: Com este trabalho pretendemos analisar o tema do teatro em Deleuze. O fazer teatral, visto pela filosofia da diferença de Deleuze, nos ajudará a pensar as atuais questões sobre a formação da identidade em relação às constantes mudanças do mundo contemporâneo. Em nossos tempos, o mote preeminente da afirmação da diferença, refletido nos direitos humanos particulares, na ética e na política, aparece sob a égide do conflito entre as diversas maneiras da formação de uma identidade de uma nação, de um povo, de um indivíduo, de um corpo, de um objeto ou de uma peça teatral. Deleuze assume diferentes formas de pensar, uma delas é por intermédio da arte. O saber artístico, para ele, não está aquém de nenhum outro, a arte é mais uma forma de enxergar questões que estão para além dela. O teatro aparece pontualmente em sua obra como uma possibilidade de forçar o pensamento a ver o novo e o diferente. Para Deleuze existe um modo de fazer teatro que põe em crise a hegemonia de uma identidade, que abandona a dramatização do caráter dominante do juízo em prol do fluxo das nuances que fazem existir um personagem e, consequentemente, do modo como os espectadores participam de uma peça. Minha hipótese é de que Deleuze encontra uma relação particular entre os gêneros de conhecimento de Espinosa. Uma formulação que desloca a identidade de um ponto fixo para a relação em si. Assim, o ser deixa de estar subjugado a qualquer identidade para viver livre (caracterizar-se livremente). Idéia, a partir da qual, poderemos conceber as propriedades do pensamento estético e seus desdobramentos no fazer teatral. A partir daí, pesquisaremos como é intrínseco na filosofia de Deleuze a criação de personagens conceituais e suas interrelações, tudo posto em cena por ele, fundando seu teatro filosófico. Este procedimento estabelece uma diferença formal no fazer filosófico que quebra as alianças da identidade com a repetição. Depois de estabelecidas as bases e conceitos chaves de nossa pesquisa co. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Humberto Giancristofaro Carvalho - Coordenador., Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Bolsa.

  • 2009 - 2010

    Corpo-sem-órgãos, arte e filosofia em Deleuze, Descrição: Trata-se de estudar a noção de corpo sem órgãos , criada por Artaud e apropriada por Deleuze como conceito para afirmar a potência da diferença. Partindo da idéia de que só livre de um organismo o corpo pode existir plenamente e alcançar a inocência do devir, pretendemos verificar duas hipóteses a respeito desse conceito deleuziano: que existe um tipo de arte que afirma-se como modo de resistência e criação de corpos sem órgãos; que o espectador aprende como construir em si um corpo sem órgãos , ativando uma nova visão do mundo e um desejo de viver. Faremos isso explicitando como Deleuze articula a noção de Artaud com a filosofia de Espinosa e Nietzsche e a arte de Welles, Kafka e Bacon.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Humberto Giancristofaro Carvalho - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

  • 2008 - 2009

    Verdade e falsidade em Deleuze e no Cinema, Descrição: Com esta pesquisa refletimos sobre a questão da verdade no cinema, a partir da filosofia de Deleuze. Pesquisamos o estatuto da verdade no cinema moderno comparando com o cinema clássico. Para tanto, analisamos o cinema clássico e o cinema moderno, procurando compreender o modo como cada um vê e lida com a verdade. O texto de apoio para nosso objetivo foi o capítulo seis do livro A Imagem Tempo, intitulado As Potências do Falso do filósofo Gilles Deleuze, onde Deleuze utiliza-se do conceito de Nietzsche vontade de potência relacionando-o com a mudança de status da imagem-ação para imagem-tempo, que começa com Orson Welles. A partir desta relação vimos que a verdade no cinema clássico é tomada como modelo a ser seguido condicionando a estrutura dos filmes a esse conceito. Com a revolução do cinema moderno há uma metamorfose e o cinema passa a valer por si mesmo, porque não segue mais a doutrina do julgamento e dá lugar à manifestação das potências do falso. Apesar destas diferenças um tipo de cinema não exclui a possibilidade da existência do outro, eles coexistem. Para Deleuze imagem-tempo e imagem-movimento são forças com igual potência de existir. . , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Humberto Giancristofaro Carvalho - Integrante / Maria Laura Magalhães de Carvalho - Coordenador.

Histórico profissional

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Experiência profissional

  • 2011 - 2011

    Universidade Federal do Rio de Janeiro

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Professor convidado, Carga horária: 4

    Outras informações:
    Professor convidado pela Pós Graduação em Filosofia para ministrar a disciplina Arte e Conhecimento II com o título: Ressonâncias entre Nietzsche, Deleuze e Oswald de Andrade

  • 2009 - 2010

    Universidade Federal do Rio de Janeiro

    Vínculo: Outro (especifique), Enquadramento Funcional: bolsista CNPQ, Carga horária: 20