Yara Lucia Mendes Furtado de Melo

Professora Adjunta nível 3 da disciplina de Ginecologia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) (posse em 2010) e Professora Adjunta nível 1 da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), tendo tomado posse em 23 de fevereiro de 2015. Coordenadora da Disciplina de Ginecologia da Faculdade de Medicina da UFRJ. Chefe do Ambulatório de Patologia Cervical do Instituto de Ginecologia da UFRJ e dos Ambulatórios de Patologia Cervical e Patologia Vulvar do Hospital Universitário Gaffree e Guinle. Possui doutorado em Ciências Cirúrgicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) (2013) e Mestrado em Cirurgia Geral (área de concentração ginecologia) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) (2007). Compõe o quadro de professores permanentes do mestrado profissionalizante em AIDS da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Comissão de revisão dos projetos de conclusão de curso da UNIRIO. Trabalhos de Conclusão de Curso em andamento na UNIRIO. Presidente da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia (ABPTGIC) capítulo Rio de Janeiro, membro da diretoria (secretária adjunto) da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, membro da Comissão Nacional Especializada do Trato Genital Inferior da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), Membro da Diretoria da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de Janeiro (SGORJ).

Informações coletadas do Lattes em 26/06/2020

Acadêmico

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Formação acadêmica

Doutorado em Ciências Cirúrgicas

2009 - 2013

Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: PRESENÇA DO DNA-HPV E DA METILAÇÃO DO GENE TIMP-2 NAS LESÕES INTRAEPITELIAIS E INVASORAS DO COLO UTERINO
Gutemberg Leão de Almeida Filho. Coorientador: Maria da Gloria da Costa Carvalho e Leandro Miranda Alves. Palavras-chave: metilação; TIMP-2; Infecções pelo Papilomavírus.Grande área: Ciências da SaúdeSetores de atividade: Atividades de atenção à saúde humana.

Mestrado em Medicina

2005 - 2007

Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: "A PRESENÇA DA METHILAÇÃO DO GENE p16INK4a E DO PAPILOMAVÍRUS HUMANO NAS LESÕES INTRA EPITELIAIS ESCAMOSAS CERVICAIS DE ALTO GRAU",Ano de Obtenção: 2007
Gutemberg Leão de Almeida Filho.Palavras-chave: PRESENÇA DA METHYLAÇÃO DO GENE P16.Grande área: Ciências da Saúde

Especialização - Residência médica

1985 - 1988

Instituto Fernandes Figueira
Residência médica em: Toco GinecologiaNúmero do registro: . Palavras-chave: TOCO GINECOLOGIA.Grande área: Ciências da Saúde

Especialização em Título de Especialista em Colposcopia

2004 - 2004

Sociedade Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia
Título: Colposcopia

Especialização em Título de Especialista em Ginecologia Obstetrícia

1992 - 1992

Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia - RJ
Título: Ginecologia e Obstetrícia

Graduação em Medicina

1979 - 1984

Universidade Gama Filho

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Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

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Áreas de atuação

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Medicina / Subárea: Ginecologia.

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Medicina / Subárea: Obstetrícia.

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Medicina / Subárea: Colposcopia.

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Medicina / Subárea: Colposcopia/Especialidade: Patologia do Trato Genital Inferior.

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Organização de eventos

Aidê S ; Val, I. C. ; Gutemberg Leão de Almeida Filho ; FURTADO, Y.L. . Comissão Científica do XXII Congresso Brasileiro de PTGI. 2019. (Congresso).

FURTADO, Y.L. ; Camargo MJ ; CORREA, F. M. . Presidente da Coissão de Temas Livres do XXII Congresso Brasileiro de PTGI. 2019. (Congresso).

FURTADO, Y.L. ; Cytryn A ; Gutemberg Leão de Almeida Filho ; VAL, I. C. C. ; Aidê S . XXII Trocando Ideias. 2018. (Congresso).

FURTADO, Y.L. ; Cytryn A ; Gutemberg Leão de Almeida Filho ; VAL, I. C. C. ; Aidê S . XXII Trocando Ideias. 2018. (Congresso).

FURTADO, Y.L. ; VAL, I. C. C. ; Aidê S ; Cytryn A ; Gutemberg Leão de Almeida Filho . Trocando Ideias. 2017. (Congresso).

FURTADO, Y. L. . Trocando Ideias. 2016. (Congresso).

ALMEIDA, G. ; Val, I. C. ; FURTADO, Y. L. . III Congresso Latinoamericano de Patologia Vulvovaginal. 2016. (Congresso).

FURTADO, Y. L. . Encontro SGORJ com as Ligas de GO do RJ. 2016. (Congresso).

Val, I. C. ; ALMEIDA, G. ; FURTADO, Y. L. . Trocando Idéias. 2015. (Congresso).

VAL, I. C. C. ; FURTADO, Y. L. ; Gutemberg Leão de Almeida Filho ; Maldonado, P. . Trocando Idéias. 2014. (Congresso).

FURTADO, Y.L. ; VAL, I. C. C. ; ALMEIDA, G. . Trocando Ideias. 2014. (Congresso).

VAL, I. C. C. ; FURTADO, Y. L. ; ALMEIDA, L. G. ; Russomano F ; MALDONADO. P. . Trocando Idéias. 2013. (Congresso).

VAL, I. C. C. ; ALMEIDA, L. G. ; FURTADO, Y. L. ; MALDONADO. P. ; Russomano F . Trocando Idéias. 2012. (Congresso).

Neide Aparecida Tosato Boldrini ; SOUZA, C. M. R. O. ; ALMEIDA, L. G. ; VAL, I. C. C. ; MALDONADO. P. ; FURTADO, Y. L. . XIV Simpósio Brasileiro de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia. 2012. (Congresso).

FURTADO, Y. L. . XIV Simpósio Brasileiro de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia. 2012. (Congresso).

MALDONADO. P. ; ALMEIDA, L. G. ; FURTADO, Y. L. ; SILVEIRA ; VAL, I. C. C. . 14th World Congress of Cervical Pathology and Colposcopy - IFCPC. 2011. (Congresso).

FURTADO, Y. L. ; VAL, I. C. C. ; MALDONADO. P. ; ALMEIDA, L. G. ; Russomano F . Trocando Idéias. 2010. (Congresso).

VAL, I. C. C. ; ALMEIDA, L. G. ; FURTADO, Y. L. ; MALDONADO. P. . Trocando Idéias. 2009. (Congresso).

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Participação em eventos

43 Congresso de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de Janeiro. Teste de DNA HPV: qual a aplicação clínica?. 2019. (Congresso).

I Simpósio da LIGA Acadêmica de Ginecologia e Obstetrícia. I Simpósio da LIGA Acadêmica de Ginecologia e Obstetrícia. 2019. (Congresso).

Semana de Integração Acadêmica da UFRJ. A sala de Espera no Ambulatório de Patologia Cervical no Instituto de Ginecologia da UFRJ - proposta de promoção do conhecimento e da saúde da mulher. 2019. (Congresso).

V Encontro das ligas de Ginecologia e Obstetricia do RJ.Laser Vaginal: funciona mesmo?. 2019. (Encontro).

XXII Congresso Brasileiro de Patologia do Trato Genital Inferior e. Citologia em Meio LíquidoxConvencional. 2019. (Congresso).

XXII Congresso Brasileiro de Patologia do Trato Genital Inferior e. Atipias de Células Escamosas. 2019. (Congresso).

XXII Congresso Brasileiro de Patologia do Trato Genital Inferior e. Manejo da HSIL do colo: seguimento pós-tratamento - valor da colposcopia. 2019. (Congresso).

XXII Congresso Brasileiro de Patologia do Trato Genital Inferior e. Carcinoma Microinvasor do Colo Uterino. 2019. (Congresso).

42 Congresso de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de Janeiro. Tratamento do Carcinoma Microinvasor do Colo Uterino. 2018. (Congresso).

44 Congresso Pernambucano de Ginecologia e Obstetrícia. Como Conduzir a Lesão Intraepitelial Escamosa de Baixo Grau. 2018. (Congresso).

44 Congresso Pernambucano de Ginecologia e Obstetrícia. Rastreamento do Cancer do Colo do Útero. 2018. (Congresso).

44 Congresso Pernambucano de Ginecologia e Obstetrícia. Atipias pré-malignas escamosasna vulva: classificação, diagnóstico e tratamento. 2018. (Congresso).

Curso SGORJ na Residência Médica.Patologias do Trato Genital Inferior: como conduzir?. 2018. (Outra).

Encontro Acadêmico de Fisioterapia Pélvica do HUGG.Discussão sobre tratamento de IU e dor vulvar. 2018. (Encontro).

IV Encontro das Ligas de Ginecologia e Obstetrícia do RJ.Conduta nas Doenças Benignas da Vulva. 2018. (Encontro).

LIga de Ginecologia e Obstetrícia da UFRJ.?Rastreio de Câncer de Colo Uterino?. 2018. (Encontro).

Sessão Acadêmica do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina.Rastreamento do Ca de colo uterino nas gestantes fora da idade recomendada pelas diretrizes. 2018. (Seminário).

XXI Congresso Brasileiro de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia. Aumentado a Acurácia da Colposcopia - o número de biopsias melhora a sensibilidade da colposcopia?. 2018. (Congresso).

XXI Congresso Brasileiro de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia. Entendendo a terminologia LAST - como empregar o p16 na prática clínica?. 2018. (Congresso).

XXII Trocando Ideias.Doenças benignas, pré-invasivas e invasivas da vulva. 2018. (Simpósio).

XXII Trocando Ideias.Rastreio Organizado com citologia x teste de HPV - experiência de países da Europa. 2018. (Simpósio).

XXII Trocando Ideias.Microcarcinoma estádio IA1 - Reconizar com margens comprometidas com NIC II/III. 2018. (Simpósio).

XX Congresso Brasileiro de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia. RASTREAMENTO DO CÂNCER DO COLO UTERINO: Papanicolaou e Novas Técnicas de Biologia Molecular. 2017. (Congresso).

XX Congresso Brasileiro de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia. Up to Date em Biologia Molecular e Biomarcadores. 2017. (Congresso).

XX Congresso Brasileiro de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia. Rastreio e Diretrizes do Cancer de Colo: INCA X OMS, quais as diferenças?. 2017. (Congresso).

12ª jORNADA DE Ginecologia.Vacina Nonavalente contra HPV. 2016. (Simpósio).

40ª Congresso de G&O do Rio de Janeiro. Painel colo. 2016. (Congresso).

II Encontro das Ligas Acadêmicas de GO RJ.Preventivo: anual ou a cada 3 anos. 2016. (Encontro).

III Congresso Latinoamericano de Patologia Vulvovaginal. Úlceras Vulvares - úlceras não-DST. 2016. (Congresso).

III Congresso Latinoamericano de Patologia Vulvovaginal. Cirurgia Estética da Vulva. 2016. (Congresso).

TROCANDO IDEIAS.Lesão de Baixo Grau. 2016. (Simpósio).

TROCANDO IDEIAS.ASC-US e ASC-H - Qual o significado clínico?. 2016. (Simpósio).

TROCANDO IDEIAS.Doença Glandular. 2016. (Simpósio).

TROCANDO IDEIAS.RASTREAMENTO COM TESTE DE HPV - CONDUTA NOS CASOS POSITIVOS. 2016. (Simpósio).

TROCANDO IDEIAS.Colposcopia no microcarcinoma - existem achados patognomônicos?. 2016. (Simpósio).

V PARANACOLPO. Vacina contra HPV: COMO O MÉDICO DEVE PRESCREVER NO CONSULTÓRIO, UMA, DUAS OU TRES DOSES?. 2016. (Congresso).

V PARANACOLPO. Vacina contra HPV: o que se sabe sobre a vacina nonavalente. 2016. (Congresso).

V PARANACOLPO. Dúvidas frequentes: qual a aplicabilidade prática da imunohistoquímica?. 2016. (Congresso).

V PARANACOLPO. Qual a melhor conduta na categoria ASC? Biologia molecular ou citologia?. 2016. (Congresso).

XIX Congresso Brasileiro de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia. Vaginite aeróbica. 2016. (Congresso).

XIX Congresso Brasileiro de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia. Imersão em eletrocirurgia. 2016. (Congresso).

XIX Congresso Brasileiro de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia. Métodos alternativos de rastreio. 2016. (Congresso).

Trocando Idéias. Quando a Citologia não está adequada para o rastreio - o que fazer?. 2015. (Congresso).

Trocando Idéias. Lesão de Baixo Grau - abordagem em mulheres até 25 anos. 2015. (Congresso).

V Jornada de Ginecologia e Obstetrícia da UFF.Teste de HPV: quando indicar na prática clínica. 2015. (Simpósio).

XVIII Congresso Brasileiro e Patologia do Trato Genital Inferor e Colposcopia. Estudo comparativo de laudos citopatológicos de gestantes HIV soro positivo e negativo no HUGG. 2015. (Congresso).

XVIII Congresso Brasileiro e Patologia do Trato Genital Inferor e Colposcopia. Biologia Molecular em PTGI: UTILIDADE PRÁTICA: COMO SOLICITAR. 2015. (Congresso).

XVIII Congresso Brasileiro e Patologia do Trato Genital Inferor e Colposcopia. Biologia Molecular em PTGI: UTILIDADE PRÁTICA: QUANDO INDICAR. 2015. (Congresso).

XVIII Congresso Brasileiro e Patologia do Trato Genital Inferor e Colposcopia. Debate Informal: tire dúvidas sobre HPV e vacinas contra HPV. 2015. (Congresso).

1ª Jornada de Doenças Infecciosas em Ginecologia e Obstetricia da LAGO.HPV. 2014. (Seminário).

Curso de Educação Profissional Técnica de Nível Médio - Formação de em Citopatolologigia do INCA.Achados Colposcópicos. 2014. (Outra).

Reunião da Sociedade de Infectologia do Estado do Rio de Janerro.Atualizações sobre infecção e vacina contra HPV. 2014. (Encontro).

Sessão Acadêmica do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina.Patologia do Trato Genital Inferior e Gravidez. 2014. (Outra).

Trocando Idéias. Situações especiais em PC: mulheres sté 25 anos: quando ser conservador?. 2014. (Congresso).

Trocando Idéias. Vacinação contra HPV. 2014. (Congresso).

Trocando Idéias. ASC-US: A FAIXA ETÁRIA MUDA A ABORDAGEM?. 2014. (Congresso).

Trocando Idéias. Nomenclatura colposcópica: ferramenta de abordagem terapêutica. 2014. (Congresso).

XVII Congresso Brasileiro e Patologia do Trato Genital Inferor e Colposcopia. HPV: deixemos as adolescentes em paz. 2014. (Congresso).

XVII Congresso Brasileiro e Patologia do Trato Genital Inferor e Colposcopia. Acompanhar? tRATAR? dESTRUTIVO OU EXCISIONAL. 2014. (Congresso).

XVII Congresso Brasileiro e Patologia do Trato Genital Inferor e Colposcopia. É ético tratar o parceiro?. 2014. (Congresso).

XXXVIII Congresso de Ginecologia e Obstetricia do Estado do RJ. Estado atual da prevenção do câncer ginecológico. 2014. (Congresso).

XXXVIII Congresso de Ginecologia e Obstetricia do Estado do RJ. iDENTIFICANDO E TRATANDO OS CORRIMENTOS NO DIA A DIA. 2014. (Congresso).

1ª Jornada Serrana de Ginecologia e Obstetrícia da SGORJ.HPV. 2013. (Simpósio).

II Paranacolpo - Jornada Paranaense de PTGI.Abordagem Terapêutica da Mulher Antes dos 25 anos. 2013. (Seminário).

II Paranacolpo - Jornada Paranaense de PTGI.Doenças Inflamatórias e Infecciosas: a flora vaginal. 2013. (Simpósio).

II Paranacolpo - Jornada Paranaense de PTGI.Tratamento da Lesão Precursora de Baixo Grau: Seguir ou Tratar. 2013. (Simpósio).

Trocando Idéias.Inquietudes na Aplicação Prática. 2013. (Simpósio).

XIII Curso de Educação Médica Continuada em Ginecologia e Obstetrícia:3 Módulo.Rastreamento do Cancer do Colo Uterino: há lugar para a captura híbrida?. 2013. (Seminário).

2ª Jornada de Ginecologia e Obstetrícia da UFF.Nova Classificação Colposcópica: IFCPC, RJ, 2011. 2012. (Simpósio).

36ª Congresso de G&O do Rio de Janeiro. Rastreio e Prevenção do Câncer do Colo Uterino: quando começar, quando parar e qual o intervalo. 2012. (Congresso).

Centro de Estudos e Aperfeiçoamento do Hospital Federal de Ipanema.Câncer do Colo Uterino. 2012. (Seminário).

Curso de Residência Médica em G&O da GORJ.Doença Inflamatória Pélvica. 2012. (Seminário).

Curso de Residência Médica em G&O da GORJ.Como identificar e tratar condilomas vulvo perineais. 2012. (Encontro).

Infecto Rio 2012. DST onde estamos? HPV na mulher. 2012. (Congresso).

Sessão Acadêmica do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina.Patologia Cervical - Conduta na Gravidez. 2012. (Outra).

Trocando Idéias. Rastreio em situações especiais. 2012. (Congresso).

Trocando Idéias. Microcarcinoma: como seguir com segurança?. 2012. (Congresso).

Trocando Idéias. NIV e câncer de vulva. 2012. (Congresso).

Trocando Idéias. O que mudou nas recomendações das diretrizes brasileiras. 2012. (Congresso).

XII Congresso Brasileiro de Obstetricia e Ginecologia da Infancia e A dolescencia. Infecções Genitais na Adolescência. 2012. (Congresso).

XIV Congresso Brasileiro e Patologia do Trato Genital Inferor e Colposcopia. Conduta nas diretrizes do MS: ASC-US e ASC-H. 2012. (Congresso).

XIV Congresso Brasileiro e Patologia do Trato Genital Inferor e Colposcopia. Testes Diagnósticos e Prognósticos: indicações para teste de HPV. 2012. (Congresso).

XIV Congresso Brasileiro e Patologia do Trato Genital Inferor e Colposcopia. Indicações da eletrocirurgia. 2012. (Congresso).

XVI ECIB - Encontro Científico do Instituto Biomédico da UFF.HPV. 2012. (Encontro).

CERVICOLP 2011.Marcadores Biomoleculares. 2011. (Simpósio).

CERVICOLP2011 - XXII Encontro de Atualização em PTGI e Colposcopia. Marcadores Biomoleculares - RNA E6 e E7 e metilação do DNA. 2011. (Congresso).

Curso de Residência Médica em G&O dsa SGORJ.Condutas na lesões de alto grau. 2011. (Encontro).

Disciplina de Genero, Trabalho e Saúde Reprodutiva do Programa de Pós-Graduação do IESC/UFRJ e da ENSP/FIOCRUZ.Câncer Feminino. 2011. (Outra).

Encontro Paulista de Especialista em HPV.Marcadores biológicos. 2011. (Encontro).

Encontro Paulista de Especialistas em HPV. Métodos de detecção. 2011. (Congresso).

O IV Colpovix e IV Simpósio Estadual de DST.Carcinoma Microinvasor - caso clínico. 2011. (Simpósio).

O IV Colpovix e IV Simpósio Estadual de DST.Proposta para a nova nomenclatura colposcópica Rio de Janeiro 2011. 2011. (Simpósio).

O IV Colpovix e IV Simpósio Estadual de DST.Manejo das citologias anormais (Ministério da Saúde 2011) ASC-US e ASC-H. 2011. (Simpósio).

Programa de Pós-graduação do IESC/UFRJ e da ENSP/FIOCRUZ.Câncer Feminino. 2011. (Outra).

XXXIV Congresso de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de Janeiro. Debate: Higiene íntima da mulher. Discutindo o manual da FEBRASGO. 2011. (Congresso).

XXXIV Congresso de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de Janeiro. Infecções genitais. 2011. (Congresso).

Workshop de HPV.Papilomavírus humano (HPV) epidemiologia e estrutura molecular. 2010. (Simpósio).

XV Congresso Brasileiro de Genitoscopia. Curso de cirurgia de alta frequencia. 2010. (Congresso).

XV Congresso Brasileiro de Genitoscopia. Implicações no tratamento cirúrgico das lesões do colo uterino. 2010. (Congresso).

XV Congresso Brasileiro de Genitoscopia. HPV Biologia viral Carcinogênese Cervical e Fatores relacionados à persistência da infecção. 2010. (Congresso).

Curso de Atualização em Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia.HPV Biologia viral Carcinogênese Cervical e Fatores relacionados à persistência da infecção. 2009. (Outra).

Trocando Idéias XIV. Professora na Discussão Informal AGC - Sem Especificação e AGC - Favorecendo Neolplasia c/ Tema. 2009. (Congresso).

Trocando Idéias XIV na qualidade de Membro da Comissão Científica. Teste de HPV. 2009. (Congresso).

XIII Simpósio Brasileiro de Genitoscopia.Mesa Redonda: Conização do Colo Uterino c/ Tema: "CAF - Histórico, Aparelhagem e Técnica". 2009. (Simpósio).

XIII Simpósio Brasileiro de Genitoscopia.Curso Preparatório p/ o Título de Qualificação em Genitoscopia c/ Tema: "HPV, Biologia Viral, Persistência Viral e Carcinogênese". 2009. (Simpósio).

XIII Simpósio Brasileiro de Genitoscopia.Curso de Condutas nas Lesões HPV Induzidas c/ Tema: "Abordagem no Ciclo Gravídico Puerperal". 2009. (Simpósio).

XXXIII Congresso de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de Janeiro - SGORJ. Debatedora c/ Tema: "Patologia Cervical - Tire Todas as suas Dúvidas. Pergunte o que Quiser". 2009. (Congresso).

II Simpósio de Oncobiologia."The Presence of Methylation of Intraephitelial Lesions". 2008. (Simpósio).

Trocando Idéias XIII. "Debate: Situações Problema em Patologia do Trato Genital Inferior". 2008. (Congresso).

X Congresso Brasileiro de Obstetrícia e Ginecologia da Infância e Adolescência. "Líquen Escleroso Vulvar na Infância - Experiência dos Ambulatórios de Infanto Puberal e Patologia Vulvar". 2008. (Congresso).

Trocando Idéias XII. "Hormônios e HPV". 2007. (Congresso).

XIII Congresso de G & O da Região Sudeste da FEBRASGO. 2007. (Congresso).

XIV Congresso Brasileiro de Genitoscopia - Patologia do Trato Genital Inferior. "Avaliação da Metilação do Gene DAPK e Infecção por HPV e EBV em Células Cervicais de Pacientes com Citologia e Colposcopia Normais". 2007. (Congresso).

XX Semana Científica do HUSF- Dimensões da Interiorização: da Média Complexidade."Carcinogênese do HPV - Neoplasia Intra Epitelial Vulvar x HPV". 2007. (Outra).

XXXI Congresso de G & O do Rio de Janeiro. 2007. (Congresso).

6 International Multidisciplinary Congress - EUROGIN 2006. Follow up after LLETZ. 2006. (Congresso).

Trocando Idéias XI. "Exame Colposcópico, Aparelhagem, Indicações". 2006. (Congresso).

51 Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia. "Lesão Intra Epitelial de Baixo Grau: a Importância do Acompanhamento Colposcópico". 2005. (Congresso).

51 Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia. "Anuscopia em Paciente com HPV". 2005. (Congresso).

XXIX Congresso de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de Janeiro. "Associação de Imagem no Rastreamento de Defeito Aberto do Tubo Neural". 2005. (Congresso).

VIII Congresso Brasileiro de Obstetrícia e Ginecologia da Infância e Adolescência. Polipo em criança de 9 anos. 2004. (Congresso).

XIII Congresso Brasileiro de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia. DOENÇA RESIDUAL EM MARGENS COMPROMETIDAS. 2004. (Congresso).

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Participação em bancas

Aluno: Sara Pereira Leite Lima

Romero M; Aidê S;FURTADO, Y.L.. Prevalência de infecção por Chlamydia Trachomatis e pelo HPV em pacientes portadoras do HIV. 2018. Dissertação (Mestrado em Saude da mulher e da gestante) - Universidade Federal Fluminense.

Aluno: Paula Ngudimbua Lukoki Taty Zau

FURTADO, Y. L.. Morbidade pós-operatória e persistencia de lesões precursoras do câncer do colo uterino: comparação entre 2 técnicas eletrocirúrgicas. 2015. Dissertação (Mestrado em PÓS GRADUAÇÃO EM PESQUISA APLICADA À SAÚDE DA CRIANÇA E DA MULHER) - Instituto Fernades Figueira.

Aluno: MARIA DA CONCEIÇÃO DA SILVA MAIA

FURTADO, Y. L.; FERRY, F.. ACHADOS COLPOCITOLÓGICOS EM MULHERES HIV-POSITIVO DO HUGG. 2015. Dissertação (Mestrado em Mestrado Profissionalizante em AIDS) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.

Aluno: Thaís Messias Mac-Cormick

Furtado Yara L; Pannain VL. A presença do DNA-HPV, do DNA-EBV e da Metilação da Região Promotora dos Genes RB1 e CDH1 na lesões intraepiteliais e invasoras do Colo uterino. 2015. Dissertação (Mestrado em Medicina (Anatomia Patológica)) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Aluno: Luiza Czeresnia Costa

Renato Sá; Carvalho, M. G.; Aidê S;FURTADO, Y. L.; Renato Bravo. Análise da Presença do HPV e da Metilação do Gene P16 Pós-Tratamento da Neoplasia Intraepitelial Cervical de Alto Grau. 2014. Dissertação (Mestrado em Ciências Médicas) - Universidade Federal Fluminense.

Aluno: Alfonso Rosales Lopez

Furtado Yara L; Guerra RL; Almeida R. Análise de Intervenção de uma Ação do Programa de Rastreamento do Câncer de Mama nas Séries de Mortalidade do Brasil e Regiões. 2018. Tese (Doutorado em Programa de Engenharia Biomédica) - COPPE/UFRJ.

Aluno: Natália Pereira da Rocha

Gonçalves JL;FURTADO, Y.L.. Metaloproteinase de matriz e seus moduladores induzidos na infecção pelo HPV in situ e in vitro. 2018. Tese (Doutorado em Saude da mulher) - Instituto Fernandes Figueira.

Aluno: Caroline Alves de Oliveira Nartins

Sa R; Aidê S; ALMEIDA, G.; Carvalho, M. G.; Romero M;FURTADO, Y.L.. Análise da relação entre os fatores de risco para infecção pelo HPV e o desenvolvimento das lesões pré-invasivas e câncer do trato genital inferior em pacientes transplantadas. 2017. Tese (Doutorado em Ciências Médicas) - Universidade Federal Fluminense.

Aluno: Sulafa Yacoub Mohammed Ahmed

FURTADO, Y. L.; Russomano F. DEVELOPMENT OF A DATA WAREHOUSE TO SUPPORT THE EVALUATION OF A CERVICAL CANCER SCREENING PROGRAMA. 2017. Tese (Doutorado em Programa de Engenharia Biomédica) - COPPE/UFRJ.

Aluno: Fernanda Carestiato

VAL, I. C. C.;FURTADO, Y. L.; Silveira, F. A.; Hora R; Nasser R. Carcinogênese na cervice uterina associada ao HPV tipo 16: aspectos relacionados à genética e epigenética. 2016. Tese (Doutorado em Ciências Médicas) - Universidade Federal Fluminense.

Aluno: Amanda Leal Ferreira

FURTADO, Y.L.. Identificação de biomardores prognósticos em pacientes com diagnóstico de NIC II. 2020. Exame de qualificação (Doutorando em Pesquisa Clinica Aplicada à Saúde da Criança e da) - Instituto Fernandes Figueira.

Aluno: Vivian de Oliveira Rodrigues Brum

Leite ICG; Polisseni F;FURTADO, Y.L.. Rastreamento de neoplasias intraepiteliais anais em mulheres imunocompetentes portadoras de neoplasia intraepitelial cervical de alto grau. 2020. Exame de qualificação (Mestrando em Saúde) - Universidade Federal de Juiz de Fora.

Aluno: Hakayna Calegaro Salgado

Leite ICG; Drumond DG; Gonçalves Jr H;FURTADO, Y.L.. Ensaio Clínico Randomizado com Terapia a Laser e Clobetasol no Tratamento do Liquen Escleroso Vulvar. 2020. Exame de qualificação (Mestrando em Saúde) - Universidade Federal de Juiz de Fora.

Aluno: Paula N

FURTADO, Y.L.; Ramos EG; Russomano F. Lukoki Taty Zau. Morbidade pós-operatória e recorrência de lesões precursoras do câncer do colo uterino após conização eletrocirúrgica: comparação entre duas técnicas. 2015. Exame de qualificação (Mestrando em PÓS GRADUAÇÃO EM PESQUISA APLICADA À SAÚDE DA CRIANÇA E DA MULHER) - Instituto Fernades Figueira.

Aluno: Thaís Messias Mac-Cormick

Furtado Yara L; Pannain VL. A presença do DNA-HPV, do DNA-EBV e da Metilação da Região Promotora dos Genes RB1 e CDH1 na lesões intraepiteliais e invasoras do Colo uterino. 2015. Exame de qualificação (Mestrando em Medicina (Anatomia Patológica)) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Aluno: Renata Guimarães Quintiliano da Foseca

FURTADO, Y. L.. Síndrome HELLP. 2006. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em obstetricia) - Universidade Gama Filho.

Aluno: Nasle Domingues Dibe

Lima APC;FURTADO, Y.L.. O impacto da aplicação das recomendações do projeto lower anogenital stromal terminology (LAST) nas biopsias de colo uterino com diagnóstico de NIC II. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.

Aluno: Heitor Guinancio de Souza

FURTADO, Y.L.; Araújo LM. Vivências de Pessoas Transexuais e sua Relação com a Atenção em Saúde. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.

Aluno: Diego cARVALHO Gonçalves de Oliveira

Rubinstein I; Motta RN;FURTADO, Y. L.. Pieloureterite Cística associada a litíase renal: relato de caso. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.

Aluno: Maria Laura Nogueira Campos

Giordano LA; Conte JR;FURTADO, Y. L.. Preservação da fertilidade em mulheres com câncer de endométrio. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.

Aluno: Filipe Teixeira Duarte

FURTADO, Y. L.; VIDAL, A. P. A.. Perfil Epidemiológico das Pacientes com Laudo Citopatológico de Atipias de Células Gladulares (AGC). 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.

Jacir Balen;FURTADO, Y.L.; Mahado JA. Concurso de Provimento do Cargo para Professor Substituto - Setor Ginecologia. 2017. Universidade Federal do Rio de Janeiro.

FURTADO, Y.L.; VAL, I. C. C.; Bonnet G. Professor Assistente na Área de Ginecologia. 2017. Universidade Federal Fluminense.

Ferrari R; Jacir Balen; Gutemberg Leão de Almeida Filho;FURTADO, Y. L.. Concurso de Professor Substituto - setor ginecologia do departamento da FM/UFRJ. 2016. Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Jacir Balen; Gutemberg Leão de Almeida Filho;FURTADO, Y. L.. Concurso para provimento do cargo para professor substituto - setor ginecologia, Departamento de Ginecologia e Obstetricia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). 2013. Instituto de Ginecologia da UFRJ.

Isabel do Val; Sa R; Aidê S; ALMEIDA, G.;CARVALHO, M. G. C.; Romero M; Renato Bravo; Maheus J;FURTADO, Y.L.. Análise da relação entre os fatores de risco para infecção pelo vírus do papiloma humano e o desenvolvimento de lesões pré-invasivas e câncer do trato genital inferior em pacientes transplantados. 2017. Universidade Federal Fluminense.

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Comissão julgadora das bancas

Wagner Baetas da Cruz

Baetas-da-Cruz, W. Presença do DNA-HPV e da metilação do gene TIMP-2 nas lesões intraepiteliais e invasoras do colo uterino. 2013. Tese (Doutorado em Doutorado em Ciências Cirúrgicas) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Christina Maeda Takiya

TAKIYA, C. M.. Presença do DNA-HPV e da metilação do gene TIMP-2 nas lesões intraepiteliais e invasoras do colo uterino. 2013. Tese (Doutorado em Ciências Cirúrgicas) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Alberto Schanaider

SCHANAIDER, A.. Presença da Metilação do Gene P16INK4A e do Papilomavírus Humano nas Lesões Intra-epiteliais Escamosas Cervicais e de Alto Grau. 2007. Dissertação (Mestrado em Medicina (Cirurgia Geral)) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Maria do Carmo Borges de Souza

SCHANAIDER, A.; Derchain, SFM; Cavalcanti, SMB; Manso, JEF;Souza, MCB. Presença da metilação do Gene P16 e do Papilomavírus humano nas lesões intra-epiteliais escamosas cervicais de alto grau. 2007. Dissertação (Mestrado em Cirurgia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Luiz Eurico Nasciutti

Almeida Filho GL;TAKIYA, C. M.; DERCHAIN, S. F. M.; CAVALCANTI, S. M. B.;Nasciutti, L.E.; VARGAS, F. R.. Presença do DNA-HPV e da metilação do gene TIMP-2 nas lesões intraepiteliais e invasoras do colo uterino. 2013. Tese (Doutorado em Ciências Cirúrgicas) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

SILVIA MARIA BAETA CAVALCANTI

CAVALCANTI, S. M. B.. Presença da metilação do gene p16ink4A e do HPV em lesões intraepiteliais cervicais. 2007. Dissertação (Mestrado em Medicina (Cirurgia Geral)) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

SILVIA MARIA BAETA CAVALCANTI

CAVALCANTI, S. M. B.. Presença do DNA-HPV e da metilação do gene TIMP-2 nas lesões intraepiteliais e invasoras do colo uterino. 2013. Tese (Doutorado em Ciências Cirúrgicas) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Gutemberg Leão de Almeida Filho

Gutemberg Leão de Ameida Filho. Presença do DNA-HPV e da Metilação do Gene TIMP-2 nas Lesões Intraepiteliais e Invasoras do Colo Uterino. 2013. Tese (Doutorado em Ciências Cirúrgicas) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Gutemberg Leão de Almeida Filho

Gutemberg Leão de Ameida Filho. Presença do DNA-HPV e da Metilação do Gene TIMP-2 nas Lesões Intraepiteliais e Invasoras do Colo Uterino.. 2013. Exame de qualificação (Doutorando em Ciências Cirúrgicas) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

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Orientou

Juliana de Moura Cabral

Expressão das proteínas CD44v6, E-caderina e Beta Catenina como biomarcadores de invasão do espaço linfovascular no carcinoma microinvasor do colo uterino; Início: 2016; Dissertação (Mestrado em Ciências Cirúrgicas) - Universidade Federal do Rio de Janeiro; (Coorientador);

Marina Fernandes Pedro

Frequência de vaginite aeróbica em gestantes HIV positivas em um Hospital Universitário; Início: 2017; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro; (Orientador);

Marcela de Barros Flex Cunha

RASTREIO ORGANIZADO DO CÂNCER DO COLO DO ÚTERO: POSSÍVEL ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA NO RIO DE JANEIRO?; Início: 2017; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro; (Orientador);

Carolina Brandi Anzanello

Prevalência de Neisseria gonorrhoeae em mulheres gestantes HIV positivas no ambulatório de pré natal do HUGG; Início: 2017; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro; (Orientador);

Marina Fernandes Pedro

Prevalência de Infecção por Chlamydia nas gestantes HIV positivas no pré-natal do HUGG; Início: 2016; Iniciação científica (Graduando em Medicina) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ; (Orientador);

Debora Ramos Rosa

Detecção e Genotipagem do HPV em mulheres com citologia de células escamosas atípicas de significado indeterminado no município do Rio de Janeiro; 2017; Dissertação (Mestrado em Ciências Cirúrgicas) - Universidade Federal do Rio de Janeiro,; Coorientador: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo;

DANIEL CANENA MANHÃES DE CARVALHO

Identificação de Lesões Intraepiteliais Escamosas por Microscopia de Força Atômica: uma Nova Abordagem em Citopatologia Cervical; 2017; Dissertação (Mestrado em Ciências Biológicas (Biofísica)) - Universidade Federal do Rio de Janeiro,; Coorientador: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo;

Maria da Conceição Silva Maia

Achados colpocitológicos em mulheres HIV positivas do Hospital Universitário Gafrée e Guinle; ; 2016; Dissertação (Mestrado em Mestrado Profissionalizante em AIDS) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro,; Orientador: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo;

Nina de Siqueira Kuperman

Doença pré-invasiva e invasiva em mulheres com diagnóstico citopatológico de lesão de alto grau e de lesão de alto grau não podendo excluir microinvasão; 2013; Dissertação (Mestrado em Pesquisa Clinica Aplicada à Saúde da Criança e da) - Instituto Fernandes Figueira,; Coorientador: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo;

Mayara Caroline Feitosa

Associação entre alteração colpocitológica e comportamento sexual em mulheres HIV-positivo do HUGG; 2017; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Medicina) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro; Orientador: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo;

Wellington Rodrigues Rigon

Associação entre alteração colpocitológica e fatores de risco em mulheres HIV-positivo do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle (HUGG); 2017; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Medicina) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro; Orientador: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo;

Fernanda Neves Baroni

AVALIAÇÃO DA CIRURGIA CONSERVADORA NO TRATAMENTO DO CARCINOMA MICROINVASOR DO COLO UTERINO; 2017; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Medicina) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro; Orientador: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo;

Rafaela Broglio Vasques

RASTREAMENTO DO CANCER DO COLO UTERINO EM GESTANTES EM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO; 2017; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Medicina) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro; Orientador: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo;

Fernanda Maria Vitória de Castro Araujo Moreira

TRATAMENTO DO LÍQUEN ESCLEROSO VULVAR: REVISÃO DE LITERATURA; 2015; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Medicina) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro; Orientador: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo;

Juliana Almeida Baptista de Souza

ESTUDO COMPARATIVO DE LAUDOS CITOPATOLÓGICOS DE GESTANTES HIV SORO POSITIVO E NEGATIVO DO HUGG; 2014; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Medicina) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro; Orientador: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo;

: Caroline Mählmann Muniz Dantas

ESTUDO COMPARATIVO DE LAUDOS CITOPATOLÓGICOS DE GESTANTES DO HUGG; 2012; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Medicina) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro; Orientador: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo;

Edilaine Rocha de Oliveira Silva

Dermofibrossarcoma Protuberans Vulvar: relato de caso; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Medicina) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro; Orientador: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo;

Caroline Rodrigues Cambeiro Gieler

Líquen Escleroso em Crianças e Adolescentes do Instituto de Ginecologia da UFRJ; 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Medicina) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro; Orientador: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo;

Rafaela Britto Gomes de Oliveira

ESTUDO DA FREQUÊNCIA DE DOENÇA INTRAEPITELIAL CERVICAL OU INVASORA (RESIDUAL OU RECORRENTE) APÓS TRATAMENTO DE HSIL EM MULHERES TRATADAS NO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO GAFFRÉE E GUINLE; 2016; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Medicina) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro; Orientador: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo;

Raíssa Vieira Maluf

Associação entre alteração colpocitológica e fatores de risco em mulheres HIV-positivo do HUGG; 2016; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em medicina) - Hospital Universitário Gaffrèe e Guinle; Orientador: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo;

Mariana de Oliveira Saraça

FREQUÊNCIA DE DOENÇA AUTOIMUNE EM MULHERES COM LÍQUEN ESCLEROSO NO AMBULATÓRIO DE PATOLOGIA VULVAR DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO GAFFRÉE E GUINLE; ; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Medicina) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro; Orientador: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo;

Alessandra Viz Veiga

Avaliação da evolução clínica das mulheres portadoras de líquen escleroso tratadas com propionato de clobetasol no HUGG; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Medicina) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro; Orientador: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo;

Isabella Bacil Lourenço Ferreira

PRESENÇA DO DNA-HPV EM MULHERES ACIMA DE 50 ANOS INFECTADAS PELO HIV E A ASSOCIAÇÃO COM NÍVEIS DE LINFÓCITOS TCD4+ NO HUGG; ; 2013; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Medicina) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro; Orientador: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo;

Kelly Benikes Ferreira

ANÁLISE DA PRESENÇA DO DNA-HPV EM MULHERES COM MAIS DE 50 ANOS INFECTADAS PELO HIV E A RELAÇÃO COM O TEMPO DE USO DO TARV NO HUGG; 2013; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Medicina) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro; Orientador: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo;

Fernando Sousa Fernandes

ESTUDO DA PREVALÊNCIA DO DIAGNÓSTICO CITOPATOLÓGICO DE ASC-US E ASC-H NO SITEC/INCA; ; 2011; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Graduação) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro; Orientador: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo;

Priscilla Rodrigues Moreira

ESTUDO DE PREVALÊNCIA DE LAUDOS CITOLÓGICOS DE ADENOCARCINOMA IN SITU E ADENOCARCINOMA INVASOR NO SITEC NO PERÍODO DE 2007 - 2010; 2011; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Graduação) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro; Orientador: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo;

Carla Silva Salles

Frequência de progressão para lesão precursora ou invasora de Líquen escleroso no Instituto de Ginecologia da UFRJ; 2011; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Graduação) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro; Orientador: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo;

Delisie Lima da Costa Moraes

PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DAS MULHERES COM DIAGNÓSTICO HISTOPATOLÓGICO DE CÂNCER DE MAMA DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO GAFFRÉE E GUINLE; 2011; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Graduação) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro; Orientador: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo;

Gabriela Ferreira Vaz

Prevalência de alterações citopatológicas em gestantes no banco de dados do SITEC-INCA; 2011; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Graduação) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro; Orientador: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo;

Luana Ferreira Valente

FREQUÊNCIA DE DOENÇA EM MULHERES COM LAUDO CITOLÓGICO DE ASC-H NO BANCO DE DADOS DO SITEC/INCA; 2011; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Graduação) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro; Orientador: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo;

Nazia Amin Ahmed

CARACTERÍSTICAS EPIDEMIOLÓGICAS DAS PACIENTES HIV SOROPOSITIVAS ATENDIDAS NO AMBULATÓRIO DE PATOLOGIA CERVICAL DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO GAFFRÉE E GUINLE; 2010; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Graduação) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro; Orientador: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo;

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Foi orientado por

MARIA DA GLORIA DA COSTA CARVALHO

Presença da metilação do gene p16INK4a e do papilomavirus humano nas lesões intra-epiteliais escamosas cervicais e de alto grau; 2005; Dissertação (Mestrado em Pós-graduação em Medicina - sistema reprodutor) - Faculdade de medicina da UFRJ,; Orientador: Maria da Gloria da Costa Carvalho;

MARIA DA GLORIA DA COSTA CARVALHO

Presença do DNA-HPV e da metilação do gene Tipmp-2 nas lesões intraepiteliais e invasoras do colo uterino; 2013; Tese (Doutorado em Pós-Graduação em Medicina ( Cirurgia Geral)) - Faculdade de medicina da UFRJ,; Orientador: Maria da Gloria da Costa Carvalho;

Gutemberg Leão de Almeida Filho

Presença da Metilação do Gene p16INK4A e do Papilomavirus Humano em Lesões Intra-epiteliais Cervicais Escamosas de Alto Grau; 2007; Dissertação (Mestrado em Medicina (Cirurgia Geral)) - Universidade Federal do Rio de Janeiro,; Orientador: Gutemberg Leão de Almeida Filho;

Gutemberg Leão de Almeida Filho

Presença do DNA-HPV e da Metilação do Gene TIMP-2 nas Lesões Intraepiteliais e Invasoras do Colo Uterino; 2013; Tese (Doutorado em Ciências Cirúrgicas) - Universidade Federal do Rio de Janeiro,; Orientador: Gutemberg Leão de Almeida Filho;

Leandro Miranda Alves

Presença do DNA-HPV e da Metilação do Gene TIMP-2 nas Lesões Intrapiteliais e Invasoras do Colo Uterino; 2013; Tese (Doutorado em Medicina (Cirurgia Geral)) - Universidade Federal do Rio de Janeiro,; Orientador: Leandro Miranda Alves;

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Produções bibliográficas

  • VASQUES, RAFAELA B. ; CARRAMENHA, LUIZA L. ; BASÍLIO, IVO ; LEÃO, MARIA EDUARDA B. ; CARVALHO, GABRIELA P.S.L. ; AMARAL, RAQUEL M.C. ; REZENDE-FILHO, JORGE ; GUERRA NETO, NEREU G.M. ; FURTADO, YARA L. . Evaluation of uterine cervical cancer in pregnancy: A cross-sectional study. European Journal of Obstetrics & Gynecology and Reproductive Biology , v. 246, p. 35-39, 2020.

  • Azevedo RT ; FURTADO, Y.L. ; Carvalho FM ; Espinoza LL ; Boaretto M ; Marques B . Reconstrução Perineal com Retalho Fasciocutaneo de coxa e glúteo de cancer de vulva. Revista CBC relatos de caso , v. 5, p. e2145-e2151, 2019.

  • Carvalho, M. G. ; FURTADO, YARA L . Association between Human Papillomavirus and Epstein?Barr Virus Infections and Cancer of the Uterine Cervix. Critical Reviewsâ122 in Oncogenesis , v. 24, p. 381-385, 2019.

  • ZEFERINO, LUIZ ; BASTOS, JOANA ; VALE, DIAMA ; ZANINE, RITA ; MELO, YARA ; PRIMO, WALQUÍRIA ; CORRÊA, FLÁVIA ; VAL, ISABEL ; RUSSOMANO, FÁBIO . Guidelines for HPV-DNA Testing for Cervical Cancer Screening in Brazil. REVISTA BRASILEIRA DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA (IMPRESSO) , v. 1, p. 20-29, 2018.

  • Keller G ; Almada P ; Legora DC ; ALMEIDA, G. ; FURTADO, YARA L . VULVAR HYPERTROPHIC HERPES SIMPLEX IN AN AIDS PATIENT: CASE REPORT AND LITERATURE REVIEW. Revista Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior , v. 4, p. 17-20, 2018.

  • FURTADO, Y. L. ; ALMEIDA, L. G. . INDICAÇÕES DA BIOLOGIA MOLECULAR PARA DETECÇÃO DO DNA-HPV EM ANORMALIDADES CITOLÓGICAS.. Revista Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior , v. 3, p. 11-13, 2016.

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  • FURTADO, YARA ; ALMEIDA, GUTEMBERG ; SILVEIRA, FILOMENA ASTE ; SILVA, KÁTIA S. ; MALDONADO, PAULA ; DO VAL, ISABEL CRISTINA ; CAVALCANTI, SILVIA ; LEANDRO, MIRANDA ALVES ; DA COSTA CARVALHO, MARIA DA GLORIA . TIMP-2 gene methylation in cervical precursor and invasive lesions. Experimental and Molecular Pathology (Print) , v. 98, p. 119-123, 2015.

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  • Isabel do Val ; SAMPAIO, L. ; FONSECA, F. ; VAL, R. ; VAL, C. ; FURTADO, Y. L. ; Aidê S . Corticoterapia tópica em doenças vulvares. Revista Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior , v. 2, p. 138-141, 2012.

  • ALMEIDA, G. ; FURTADO, Y. L. ; Carvalho AC ; VAL, I. C. C. . Conduta no Líquen Escleroso, líquen simples crônico e líquen plano da vulva. Revista Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior , v. 2, p. 142-145, 2012.

  • FRANCO, DIOGO ; ALMEIDA, GUTEMBERG ; ARNAUT JR, MARCIO ; ARBEX, GUILHERME ; FURTADO, YARA ; FRANCO, TALITA . Análise do emprego de retalhos fasciocutâneos para reconstrução vulvar imediata. Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões (Impresso) , v. 39, p. 54-59, 2012.

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  • FURTADO, Y. L. ; ALMEIDA, G. ; LATTARIO, F. ; Silva, K. S. ; Maldonado, P. ; Silveira, F. A. ; Fonseca, R. ; Val, I. C. ; Carvalho, M. G. . The Presence of Methylation of the p16INK4A Gene and Human Papillomavirus in High-grade Cervical Squamous Intraepithelial Lesions. Diagnostic Molecular Pathology (Print) , v. 19, p. 15-19, 2010.

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  • LATTARIO, F. ; FURTADO, Y. L. ; SILVEIRA ; VAL, I. C. C. ; ALMEIDA, L. G. ; CARVALHO, M. G. C. . 'Evaluation of DAPK Gene Methyalation and HPV and EBV Infection in Cervical Cells from Patients with Normal Cytology and Colposcopy'. Archives of Gynecology and Obstetrics (Print) , v. 277, p. 505-509, 2007.

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Outras produções

FURTADO, Y.L. ; Zeferino LC ; Zanine RM ; Primo W ; CORREA, F. M. ; VAL, I. C. C. ; Katz L ; Campaner AB ; Russomano F ; Camargo MJ . Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Cancer do colo uterino. 2016.

Zeferino LC Bastos JFB Marques JA Cardial M Tacla M Speck NG Zanine RM Gonçalves AK Bittencourt DD Eleutério JJ FURTADO, Y. L. ALMEIDA, L. G. VAL, I. C. C. Mesquita J Camargo MJ Primo W Ferro A Trindade E Naud PS SILVEIRA Mostoza G MALDONADO. P. Fedrizzi EN Correa FM Fonseca I , et al. Borges SC Carvalho NS Campaner AB Focchi J Gonçalves MAG Alves RRF Russomano F ; Diretrizes Brasileiras para o rastreamento Do CânCer Do Colo Do Útero. 2011.

FURTADO, Y. L. ; Chebabo A . HPV. 2014. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

FURTADO, Y.L. ; ALMEIDA, L. G. . Curso de colposcopia. 2017. .

Furtado Yara L . Curso de extensão em Colposcopia. 2015. .

Russomano F ; MALDONADO. P. ; Bento I ; FURTADO, Y. L. ; ALMEIDA, L. G. ; VAL, I. C. C. . Diretrizes Brasileiras de Rastreio do Cancer do Colo Uterino. 2011. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Divulgação de Condutas).

Russomano F ; Correa FM ; MALDONADO. P. ; Almeida OF ; Ramalho A ; Bento I ; FURTADO, Y. L. . Comitê de Avaliação. 2010. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Rede colaborativa para a prevenção do câncer do colo do útero).

FURTADO, Y. L. . Curso de Residência Médica em G & O da SGORJ. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

FURTADO, Y. L. . Curso de Residência Médica em G & O da SGORJ. 2009. .

FURTADO, Y. L. . Curso de Residência Médica em G & O da SGORJ. 2008. .

FURTADO, Y. L. . Curso Interinstitucional de Capacitação em Patologia Cervical. 2008. .

FURTADO, Y. L. . Curso Teórico Prático de Colposcopia no Ambulatório de Patologia Cervical. 2003. .

FURTADO, Y. L. . Atualização em Contracepção Hormonal - Risco de Câncer de Colo. 2011 (XXXV Congresso de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de Janeiro) .

FURTADO, Y. L. . Palestrante com Tema: "Colposcopia Insatisfatória e Miscelânea". 2009 (Curso de Atualização em Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia) .

FURTADO, Y. L. . Palestrante com Tema: "HPV - Biologia Viral, Persistência Viral e Carcinogênese". 2009 (Curso de Atualização em Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia) .

FURTADO, Y. L. . Palestrante com Tema: "Classificação Colposcópica: Aspectos Colposcópicos Normais". 2009 (Curso de Atualização em Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia) .

FURTADO, Y. L. . Palestrante na Mesa Redonda Conização do Colo Uterino com Tema: "CAF- Histórico, Aparelhagem e Técnica". 2009 (XIII Simpósio Brasileiro de Genitoscopia) .

FURTADO, Y. L. . Palestrante no Curso Preparatório p/ o Título de Qualificação em Genitoscopia com Tema: "HPV, Biologia Viral, Persistência Viral e Carcinogênese". 2009 (XIII Simpósio Brasileiro de Genitoscopia) .

FURTADO, Y. L. . Palestrante no Curso Condutas nas Lesões HPV Induzidas com Tema: "Abordagem no Ciclo Gravídico Puerperal". 2009 (XIII Simpósio Brasileiro de Genitoscopia) .

FURTADO, Y. L. . Palestrante na Mesa Redonda Como Conduzir Neoplasias no Ciclo Grávido Puerperal com Tema: "Lesões Pré Malignas e Câncer no Colo Uterino". 2008 (XXXI Congresso de Ginecologia e Obstetrícia) .

FURTADO, Y. L. . Palestrante no Painel HPV com Tema: "Fatores Relacionados à Persistência da Infecção (ACO, Fumo, DSTs)". 2008 (Trocando Idéias XIII) .

FURTADO, Y. L. . Palestrante no Painel Microcarcinoma com Tema: "Valor da Colposcopia". 2008 (Trocando Idéias XIII) .

FURTADO, Y. L. . Palestrante com Tema: "Colo Uterino". 2008 (Curso de Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia da SGORJ) .

FURTADO, Y. L. . Palestrante na Mesa Redonda "HPV: Estado da Arte". 2008 (Mesa Redonda HPV) .

FURTADO, Y. L. . Palestrante no Curso Pré Congresso com Tema: "Exame Colposcópico, Aparelhagem, Indicações". 2007 (Trocando Idéias XII) .

FURTADO, Y. L. . Palestrante no Curso Pré Congresso com Tema: "Exame Colposcópico, Aparelhagem, Indicações". 2006 (Trocando Idéias XI) .

FURTADO, Y. L. . Palestrante com Tema: "Menopausa". 1994 (Curso do Centro de Estudos do Hospital Central da Marinha) .

FURTADO, Y. L. . Palestrante com Tema: "Atividade Física para Gestante". 1988 (Curso Graduação de Educação Física) .

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Projetos de pesquisa

  • 2018 - Atual

    Empoderando as mulheres do Complexo de Favelas do Alemão quanto ao rastreio de câncer do colo uterino, Descrição: O projeto Empoderando as mulheres do Complexo de Favelas do Alemão quanto ao rastreio de câncer do colo uterino envolve o curso de Medicina e constitui parceria com o município do Rio de Janeiro. O projeto visa desenvolver visitas domiciliares para diagnóstico precoce de lesões precursoras de câncer de colo uterino, bem como ações educativas em escolas e unidades de saúde. Após a coleta de dados realizada no sistema Prime da Unidade Básica de Saúde Zilda Arns, analisamos o perfil de mulheres pertencentes a esse território, identificando a parcela da população não rastreada e obtendo um panorama do perfil de mulheres que pretendemos acessar.O objetivo central do projeto é identificar as mulheres não rastreadas para lesões precursoras de câncer de colo uterino, conscientiza-las sobre o processo da doença, desconstruir os estigmas acerca da infecção pelo vírus HPV e propiciar entendimento sobre o papel do exame de rastreio citopatologico.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) . , Integrantes: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo - Coordenador / VILSON CARDOSO DE OLIVEIRA JUNIOR - Integrante / Humberto Sauro Victorino Machado - Integrante / Maria Kátia Gomes - Integrante.

  • 2017 - Atual

    AVALIAÇÃO DO RASTREAMENTO DO CÂNCER DO COLO UTERINO, Descrição: Avaliar alterações citológicas em gestantes com idade abaixo da recomendada pelas Diretrizes Brasileiras de Rastreio de Câncer de Colo Uterino na Maternidade Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (3) . , Integrantes: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo - Coordenador / Daniele Filippo - Integrante / Renato Ferrari - Integrante / Maria Eduarda Bellotti - Integrante / Ivo Basílio da Costa Junior - Integrante / Rafaela Vasques - Integrante.

  • 2017 - Atual

    Frequência de vaginite aeróbica em gestantes HIV positivas no HUGG, Descrição: Avaliação da frequencia de vaginite aeróbica e grávidas HIV+ no HUGG e o desfecho para evolução da gestação. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) . , Integrantes: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo - Coordenador / Regina Rocco - Integrante / Pedro Baptista - Integrante.

  • 2016 - Atual

    Prevalência de Infecção por Chlamydia nas gestantes HIV positivas no pré-natal do HUGG, Descrição: Avaliar a prevalência de Chlamydia trachomatis nas gestantes HIV soropositivas acompanhadas no ambulatório de pré-natal do HUGG. Associar a infecção de Chlamydia trachomatis nas gestantes HIV soropositivas do ambulatório do pré-natal do HUGG com níveis de TCD4 e carga viral da mesma época de detecção da infecção.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo - Coordenador / Regina Rocco - Integrante / Fernando Ferry - Integrante / Marina Fernandes Pedro - Integrante.

  • 2016 - Atual

    Prevalência de infecção por HPV nas gestantes HIV positivas no pré-natal do HUGG, Descrição: Avaliar a prevalência de HPV nas gestantes soropositivas acompanhadas no ambulatório de pré-natal do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle (HUGG). Determinar o tipo do HPV de alto risco nas gestantes soropositivas acompanhadas no ambulatório de pré-natal do HUGG.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo - Coordenador / Regina Rocco - Integrante / Fernando Ferry - Integrante / Isabella Polola Guimarães - Integrante.

  • 2015 - Atual

    Estudos Epidemiológicos em HIV/AIDS, Descrição: Estudos epidemiológicos desenvolvidos em pessoas infectadas pelo HIV. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo - Integrante / Regina Rocco - Integrante / Dario José Hart Pontes Signorini - Coordenador.

  • 2011 - Atual

    Estudo epidemiológico e molecular das pacientes infectadas pelo HIV no Ambulatório de Patologia Cervical do Hospital Universitário Gaffrèe e Guinle, Descrição: Avaliação do perfil epidemiológico das pacientes HIV soro positiva do Hospital Universitário Gaffrèe e Guinle que desenvolveram patologia cervical; Detecção e tipagem do DNA HPV no grupo estudado.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo - Coordenador / Nazia Amin Ahmed - Integrante / Dulce Abreu Bastos - Integrante / Carlos Baptista - Integrante / Nazareth Ritto - Integrante / Ieda Bravo - Integrante / Fernando Sousa Fernandes - Integrante.

  • 2011 - Atual

    Grupo de Pesquisa Clínica para a Saúde da Mulher, Descrição: Linhas: 1. Infecção pelo HPV e doenças relacionadas em mulheres infectadas pelo HIV 2. Prevenção do câncer cérvico-uterino. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo - Integrante / Isabel Cristina Chulvis Do Val - Integrante / Paula Maldonado - Integrante / Katia Silveira Silva - Integrante / Fabio Russomano - Coordenador / Fernando Sousa Fernandes - Integrante.

  • 2009 - Atual

    Expressão da MMP-2 e do TIMP-2 e metilação do gene TIMP-2 no carcinoma escamoso microinvasor do colo uterino, Descrição: Projeto de doutorado em biologia molecular e imunohistoquímica para avaliação do prognóstico de lesão minimamente invasora do colo uterino (carcinoma microinvasor) comparado a lesões francamente invasoras e precursora do câncer cervical.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo - Integrante / Gutemberg Leão de Almeida - Coordenador / Maria da Glória Costa Carvalho - Integrante.

  • 2007 - Atual

    Estudo da Relação entre a Oncoproteína E6 do HPV, o Supressor Tumoral p53 e a Enzima DNMT1 no Desenvolvimento e Progressão do Câncer de Colo Uterino, Descrição: Participa da equipe de pesquisa com o título "Estudo das Alterações Moleculares em Lesões Precursoras de Câncer de Colo de útero". O objetivo é estudar a expressão diferencial de proteínas e metilação da região promotora de genes da p16, MGMT, DAPK e sua associação com a presença de HPV e vírus da família herpesviridae em carcinoma e lesões precursoras de câncer de colo de útero. Associar aos resultados moleculares com os dados clínicos dos pacientes. Responsável pela pesquisa Maria da Glória da Costa Carvalho.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo - Integrante / Gutemberg Leão de Almeida - Integrante / Maria da Glória Costa Carvalho - Coordenador / Isabel do Val - Integrante.

  • 2007 - Atual

    Presença de Metilação do Gene DAPK e EBV das lesões intraepiteliaia de alto grau, Descrição: Participa da equipe de pesquisa com o título "Presença da Metilação dos Genes DAPK e do EBV em Lesões Intra Epiteliais Escamosas Cervicais de Alto Grau". O trabalho está relacionado à tese de doutorado de Fernanda Lattario Ribeiro, tendo como Responsável Maria da Glória da Costa Carvalho.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo - Integrante / Gutemberg Leão de Almeida - Integrante / Maria da Glória Costa Carvalho - Coordenador.

  • 2007 - Atual

    Estudo epidemiológico de HPV nas Lesões Precursoras e Cancer da Vagina e Vulva, Descrição: O OBJETIVO deste estudo é divulgar os dados das pesquisas que incluem casos de lesões precursoras (VIN II/III) e Câncer de Vulva, assim como de lesões precursoras de Câncer de Vagina (VAIN II/III). o OBJETIVO GERAL avaliar a prevalência de DNA-HPV encontrado em Câncer Primário de Vulva e de suas Lesões Precursoras (VIN II/III), como também em Lesões precursoras de Vagina (VAIN II/III). o OBJETIVO ESPECÍFICO é definir o tipo de HPV presente nas Lesões precursoras e no Câncer Primário de Vulva e em Lesões precursoras de Vagina. Responsáveis pelo Projeto: Paula Maldonado; Gutemberg Leão; Roberto Lima; Isabel do Val; Renata Fonseca.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo - Integrante / Isabel Cristina Chulvis Do Val - Integrante / Roberto Lima - Integrante / Gutemberg Almeida - Integrante / Paula Maldonado - Coordenador.

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Projetos de desenvolvimento

  • 2011 - Atual

    Detecção de exossomo de plasma de pacientes com lesões de alto grau e câncer de colo uterino para análise proteômica e genômica., Descrição: O grande interesse no estudo de exossomo, também chamadas de nano vesículas ou microvesículas, nos últimos anos, deve-se principalmente ao seu potencial para diagnóstico e terapias individualizadas. Exossomos são vesículas de origem endocítica (50-100nm) liberadas para o meio extracelular, como sangue, urina, líquido cefalo raquideo, através da fusão de corpos multivesiculares com a membrana plasmática1. Diferentes tipos celulares têm a capacidade de liberar exossomos, como células dendriticas, células B, células epiteliais, células de câncer, etc2-5. A função do exossomo ainda não está bem compreendida, tendo sido descrita sua participação na sinalização celular contribuindo para apresentação de antígenos de células T (3), comunicação celular e, recentemente, possível modificação de células não tumorais tornando-as mais susceptíveis ao crescimento6. Essas microvesículas são liberadas para o meio extracelular tanto em pessoas saudáveis como com câncer, porem são excretadas em maiores quantidades por algumas células cancerígenas. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo - Integrante / Isabel Cristina Chulvis Do Val - Integrante / Gutemberg Leão de Almeida - Integrante / Fernanda Lattario - Integrante / Maria da Glória Costa Carvalho - Coordenador / Roberto Lima - Integrante / Paulo Costa Carvalho - Integrante / Nathalie Henriques Silva Canedo - Integrante / Juliana de Saldanha da Gama Fischer - Integrante / Raphael Silveira Vidal - Integrante.

  • 2011 - Atual

    Detecção de exossomo de plasma de pacientes com lesões de alto grau e câncer de colo uterino para análise proteômica e genômica., Descrição: O grande interesse no estudo de exossomo, também chamadas de nano vesículas ou microvesículas, nos últimos anos, deve-se principalmente ao seu potencial para diagnóstico e terapias individualizadas. Exossomos são vesículas de origem endocítica (50-100nm) liberadas para o meio extracelular, como sangue, urina, líquido cefalo raquideo, através da fusão de corpos multivesiculares com a membrana plasmática1. Diferentes tipos celulares têm a capacidade de liberar exossomos, como células dendriticas, células B, células epiteliais, células de câncer, etc2-5. A função do exossomo ainda não está bem compreendida, tendo sido descrita sua participação na sinalização celular contribuindo para apresentação de antígenos de células T (3), comunicação celular e, recentemente, possível modificação de células não tumorais tornando-as mais susceptíveis ao crescimento6. Essas microvesículas são liberadas para o meio extracelular tanto em pessoas saudáveis como com câncer, porem são excretadas em maiores quantidades por algumas células cancerígenas. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo - Integrante / Isabel Cristina Chulvis Do Val - Integrante / Gutemberg Leão de Almeida - Integrante / Fernanda Lattario - Integrante / Maria da Glória Costa Carvalho - Coordenador / Roberto Lima - Integrante / Paulo Costa Carvalho - Integrante / Nathalie Henriques Silva Canedo - Integrante / Juliana de Saldanha da Gama Fischer - Integrante / Raphael Silveira Vidal - Integrante.

  • 2011 - Atual

    Detecção de exossomo de plasma de pacientes com lesões de alto grau e câncer de colo uterino para análise proteômica e genômica., Descrição: O grande interesse no estudo de exossomo, também chamadas de nano vesículas ou microvesículas, nos últimos anos, deve-se principalmente ao seu potencial para diagnóstico e terapias individualizadas. Exossomos são vesículas de origem endocítica (50-100nm) liberadas para o meio extracelular, como sangue, urina, líquido cefalo raquideo, através da fusão de corpos multivesiculares com a membrana plasmática1. Diferentes tipos celulares têm a capacidade de liberar exossomos, como células dendriticas, células B, células epiteliais, células de câncer, etc2-5. A função do exossomo ainda não está bem compreendida, tendo sido descrita sua participação na sinalização celular contribuindo para apresentação de antígenos de células T (3), comunicação celular e, recentemente, possível modificação de células não tumorais tornando-as mais susceptíveis ao crescimento6. Essas microvesículas são liberadas para o meio extracelular tanto em pessoas saudáveis como com câncer, porem são excretadas em maiores quantidades por algumas células cancerígenas. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo - Integrante / Isabel Cristina Chulvis Do Val - Integrante / Gutemberg Leão de Almeida - Integrante / Fernanda Lattario - Integrante / Maria da Glória Costa Carvalho - Coordenador / Roberto Lima - Integrante / Paulo Costa Carvalho - Integrante / Nathalie Henriques Silva Canedo - Integrante / Juliana de Saldanha da Gama Fischer - Integrante / Raphael Silveira Vidal - Integrante.

  • 2011 - Atual

    Detecção de exossomo de plasma de pacientes com lesões de alto grau e câncer de colo uterino para análise proteômica e genômica., Descrição: O grande interesse no estudo de exossomo, também chamadas de nano vesículas ou microvesículas, nos últimos anos, deve-se principalmente ao seu potencial para diagnóstico e terapias individualizadas. Exossomos são vesículas de origem endocítica (50-100nm) liberadas para o meio extracelular, como sangue, urina, líquido cefalo raquideo, através da fusão de corpos multivesiculares com a membrana plasmática1. Diferentes tipos celulares têm a capacidade de liberar exossomos, como células dendriticas, células B, células epiteliais, células de câncer, etc2-5. A função do exossomo ainda não está bem compreendida, tendo sido descrita sua participação na sinalização celular contribuindo para apresentação de antígenos de células T (3), comunicação celular e, recentemente, possível modificação de células não tumorais tornando-as mais susceptíveis ao crescimento6. Essas microvesículas são liberadas para o meio extracelular tanto em pessoas saudáveis como com câncer, porem são excretadas em maiores quantidades por algumas células cancerígenas. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo - Integrante / Isabel Cristina Chulvis Do Val - Integrante / Gutemberg Leão de Almeida - Integrante / Fernanda Lattario - Integrante / Maria da Glória Costa Carvalho - Coordenador / Roberto Lima - Integrante / Paulo Costa Carvalho - Integrante / Nathalie Henriques Silva Canedo - Integrante / Juliana de Saldanha da Gama Fischer - Integrante / Raphael Silveira Vidal - Integrante.

  • 2011 - Atual

    Detecção de exossomo de plasma de pacientes com lesões de alto grau e câncer de colo uterino para análise proteômica e genômica., Descrição: O grande interesse no estudo de exossomo, também chamadas de nano vesículas ou microvesículas, nos últimos anos, deve-se principalmente ao seu potencial para diagnóstico e terapias individualizadas. Exossomos são vesículas de origem endocítica (50-100nm) liberadas para o meio extracelular, como sangue, urina, líquido cefalo raquideo, através da fusão de corpos multivesiculares com a membrana plasmática1. Diferentes tipos celulares têm a capacidade de liberar exossomos, como células dendriticas, células B, células epiteliais, células de câncer, etc2-5. A função do exossomo ainda não está bem compreendida, tendo sido descrita sua participação na sinalização celular contribuindo para apresentação de antígenos de células T (3), comunicação celular e, recentemente, possível modificação de células não tumorais tornando-as mais susceptíveis ao crescimento6. Essas microvesículas são liberadas para o meio extracelular tanto em pessoas saudáveis como com câncer, porem são excretadas em maiores quantidades por algumas células cancerígenas. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo - Integrante / Isabel Cristina Chulvis Do Val - Integrante / Gutemberg Leão de Almeida - Integrante / Fernanda Lattario - Integrante / Maria da Glória Costa Carvalho - Coordenador / Roberto Lima - Integrante / Paulo Costa Carvalho - Integrante / Nathalie Henriques Silva Canedo - Integrante / Juliana de Saldanha da Gama Fischer - Integrante / Raphael Silveira Vidal - Integrante.

  • 2011 - Atual

    Detecção de exossomo de plasma de pacientes com lesões de alto grau e câncer de colo uterino para análise proteômica e genômica., Descrição: O grande interesse no estudo de exossomo, também chamadas de nano vesículas ou microvesículas, nos últimos anos, deve-se principalmente ao seu potencial para diagnóstico e terapias individualizadas. Exossomos são vesículas de origem endocítica (50-100nm) liberadas para o meio extracelular, como sangue, urina, líquido cefalo raquideo, através da fusão de corpos multivesiculares com a membrana plasmática1. Diferentes tipos celulares têm a capacidade de liberar exossomos, como células dendriticas, células B, células epiteliais, células de câncer, etc2-5. A função do exossomo ainda não está bem compreendida, tendo sido descrita sua participação na sinalização celular contribuindo para apresentação de antígenos de células T (3), comunicação celular e, recentemente, possível modificação de células não tumorais tornando-as mais susceptíveis ao crescimento6. Essas microvesículas são liberadas para o meio extracelular tanto em pessoas saudáveis como com câncer, porem são excretadas em maiores quantidades por algumas células cancerígenas. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo - Integrante / Isabel Cristina Chulvis Do Val - Integrante / Gutemberg Leão de Almeida - Integrante / Fernanda Lattario - Integrante / Maria da Glória Costa Carvalho - Coordenador / Roberto Lima - Integrante / Paulo Costa Carvalho - Integrante / Nathalie Henriques Silva Canedo - Integrante / Juliana de Saldanha da Gama Fischer - Integrante / Raphael Silveira Vidal - Integrante.

  • 2011 - Atual

    Detecção de exossomo de plasma de pacientes com lesões de alto grau e câncer de colo uterino para análise proteômica e genômica., Descrição: O grande interesse no estudo de exossomo, também chamadas de nano vesículas ou microvesículas, nos últimos anos, deve-se principalmente ao seu potencial para diagnóstico e terapias individualizadas. Exossomos são vesículas de origem endocítica (50-100nm) liberadas para o meio extracelular, como sangue, urina, líquido cefalo raquideo, através da fusão de corpos multivesiculares com a membrana plasmática1. Diferentes tipos celulares têm a capacidade de liberar exossomos, como células dendriticas, células B, células epiteliais, células de câncer, etc2-5. A função do exossomo ainda não está bem compreendida, tendo sido descrita sua participação na sinalização celular contribuindo para apresentação de antígenos de células T (3), comunicação celular e, recentemente, possível modificação de células não tumorais tornando-as mais susceptíveis ao crescimento6. Essas microvesículas são liberadas para o meio extracelular tanto em pessoas saudáveis como com câncer, porem são excretadas em maiores quantidades por algumas células cancerígenas. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo - Integrante / Isabel Cristina Chulvis Do Val - Integrante / Gutemberg Leão de Almeida - Integrante / Fernanda Lattario - Integrante / Maria da Glória Costa Carvalho - Coordenador / Roberto Lima - Integrante / Paulo Costa Carvalho - Integrante / Nathalie Henriques Silva Canedo - Integrante / Juliana de Saldanha da Gama Fischer - Integrante / Raphael Silveira Vidal - Integrante.

  • 2011 - Atual

    Detecção de exossomo de plasma de pacientes com lesões de alto grau e câncer de colo uterino para análise proteômica e genômica., Descrição: O grande interesse no estudo de exossomo, também chamadas de nano vesículas ou microvesículas, nos últimos anos, deve-se principalmente ao seu potencial para diagnóstico e terapias individualizadas. Exossomos são vesículas de origem endocítica (50-100nm) liberadas para o meio extracelular, como sangue, urina, líquido cefalo raquideo, através da fusão de corpos multivesiculares com a membrana plasmática1. Diferentes tipos celulares têm a capacidade de liberar exossomos, como células dendriticas, células B, células epiteliais, células de câncer, etc2-5. A função do exossomo ainda não está bem compreendida, tendo sido descrita sua participação na sinalização celular contribuindo para apresentação de antígenos de células T (3), comunicação celular e, recentemente, possível modificação de células não tumorais tornando-as mais susceptíveis ao crescimento6. Essas microvesículas são liberadas para o meio extracelular tanto em pessoas saudáveis como com câncer, porem são excretadas em maiores quantidades por algumas células cancerígenas. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo - Integrante / Isabel Cristina Chulvis Do Val - Integrante / Gutemberg Leão de Almeida - Integrante / Fernanda Lattario - Integrante / Maria da Glória Costa Carvalho - Coordenador / Roberto Lima - Integrante / Paulo Costa Carvalho - Integrante / Nathalie Henriques Silva Canedo - Integrante / Juliana de Saldanha da Gama Fischer - Integrante / Raphael Silveira Vidal - Integrante.

  • 2011 - Atual

    Detecção de exossomo de plasma de pacientes com lesões de alto grau e câncer de colo uterino para análise proteômica e genômica., Descrição: O grande interesse no estudo de exossomo, também chamadas de nano vesículas ou microvesículas, nos últimos anos, deve-se principalmente ao seu potencial para diagnóstico e terapias individualizadas. Exossomos são vesículas de origem endocítica (50-100nm) liberadas para o meio extracelular, como sangue, urina, líquido cefalo raquideo, através da fusão de corpos multivesiculares com a membrana plasmática1. Diferentes tipos celulares têm a capacidade de liberar exossomos, como células dendriticas, células B, células epiteliais, células de câncer, etc2-5. A função do exossomo ainda não está bem compreendida, tendo sido descrita sua participação na sinalização celular contribuindo para apresentação de antígenos de células T (3), comunicação celular e, recentemente, possível modificação de células não tumorais tornando-as mais susceptíveis ao crescimento6. Essas microvesículas são liberadas para o meio extracelular tanto em pessoas saudáveis como com câncer, porem são excretadas em maiores quantidades por algumas células cancerígenas. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo - Integrante / Isabel Cristina Chulvis Do Val - Integrante / Gutemberg Leão de Almeida - Integrante / Fernanda Lattario - Integrante / Maria da Glória Costa Carvalho - Coordenador / Roberto Lima - Integrante / Paulo Costa Carvalho - Integrante / Nathalie Henriques Silva Canedo - Integrante / Juliana de Saldanha da Gama Fischer - Integrante / Raphael Silveira Vidal - Integrante.

  • 2011 - Atual

    Detecção de exossomo de plasma de pacientes com lesões de alto grau e câncer de colo uterino para análise proteômica e genômica., Descrição: O grande interesse no estudo de exossomo, também chamadas de nano vesículas ou microvesículas, nos últimos anos, deve-se principalmente ao seu potencial para diagnóstico e terapias individualizadas. Exossomos são vesículas de origem endocítica (50-100nm) liberadas para o meio extracelular, como sangue, urina, líquido cefalo raquideo, através da fusão de corpos multivesiculares com a membrana plasmática1. Diferentes tipos celulares têm a capacidade de liberar exossomos, como células dendriticas, células B, células epiteliais, células de câncer, etc2-5. A função do exossomo ainda não está bem compreendida, tendo sido descrita sua participação na sinalização celular contribuindo para apresentação de antígenos de células T (3), comunicação celular e, recentemente, possível modificação de células não tumorais tornando-as mais susceptíveis ao crescimento6. Essas microvesículas são liberadas para o meio extracelular tanto em pessoas saudáveis como com câncer, porem são excretadas em maiores quantidades por algumas células cancerígenas. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo - Integrante / Isabel Cristina Chulvis Do Val - Integrante / Gutemberg Leão de Almeida - Integrante / Fernanda Lattario - Integrante / Maria da Glória Costa Carvalho - Coordenador / Roberto Lima - Integrante / Paulo Costa Carvalho - Integrante / Nathalie Henriques Silva Canedo - Integrante / Juliana de Saldanha da Gama Fischer - Integrante / Raphael Silveira Vidal - Integrante.

  • 2011 - Atual

    Detecção de exossomo de plasma de pacientes com lesões de alto grau e câncer de colo uterino para análise proteômica e genômica., Descrição: O grande interesse no estudo de exossomo, também chamadas de nano vesículas ou microvesículas, nos últimos anos, deve-se principalmente ao seu potencial para diagnóstico e terapias individualizadas. Exossomos são vesículas de origem endocítica (50-100nm) liberadas para o meio extracelular, como sangue, urina, líquido cefalo raquideo, através da fusão de corpos multivesiculares com a membrana plasmática1. Diferentes tipos celulares têm a capacidade de liberar exossomos, como células dendriticas, células B, células epiteliais, células de câncer, etc2-5. A função do exossomo ainda não está bem compreendida, tendo sido descrita sua participação na sinalização celular contribuindo para apresentação de antígenos de células T (3), comunicação celular e, recentemente, possível modificação de células não tumorais tornando-as mais susceptíveis ao crescimento6. Essas microvesículas são liberadas para o meio extracelular tanto em pessoas saudáveis como com câncer, porem são excretadas em maiores quantidades por algumas células cancerígenas. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo - Integrante / Isabel Cristina Chulvis Do Val - Integrante / Gutemberg Leão de Almeida - Integrante / Fernanda Lattario - Integrante / Maria da Glória Costa Carvalho - Coordenador / Roberto Lima - Integrante / Paulo Costa Carvalho - Integrante / Nathalie Henriques Silva Canedo - Integrante / Juliana de Saldanha da Gama Fischer - Integrante / Raphael Silveira Vidal - Integrante.

  • 2011 - Atual

    Detecção de exossomo de plasma de pacientes com lesões de alto grau e câncer de colo uterino para análise proteômica e genômica., Descrição: O grande interesse no estudo de exossomo, também chamadas de nano vesículas ou microvesículas, nos últimos anos, deve-se principalmente ao seu potencial para diagnóstico e terapias individualizadas. Exossomos são vesículas de origem endocítica (50-100nm) liberadas para o meio extracelular, como sangue, urina, líquido cefalo raquideo, através da fusão de corpos multivesiculares com a membrana plasmática1. Diferentes tipos celulares têm a capacidade de liberar exossomos, como células dendriticas, células B, células epiteliais, células de câncer, etc2-5. A função do exossomo ainda não está bem compreendida, tendo sido descrita sua participação na sinalização celular contribuindo para apresentação de antígenos de células T (3), comunicação celular e, recentemente, possível modificação de células não tumorais tornando-as mais susceptíveis ao crescimento6. Essas microvesículas são liberadas para o meio extracelular tanto em pessoas saudáveis como com câncer, porem são excretadas em maiores quantidades por algumas células cancerígenas. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo - Integrante / Isabel Cristina Chulvis Do Val - Integrante / Gutemberg Leão de Almeida - Integrante / Fernanda Lattario - Integrante / Maria da Glória Costa Carvalho - Coordenador / Roberto Lima - Integrante / Paulo Costa Carvalho - Integrante / Nathalie Henriques Silva Canedo - Integrante / Juliana de Saldanha da Gama Fischer - Integrante / Raphael Silveira Vidal - Integrante.

  • 2011 - Atual

    Detecção de exossomo de plasma de pacientes com lesões de alto grau e câncer de colo uterino para análise proteômica e genômica., Descrição: O grande interesse no estudo de exossomo, também chamadas de nano vesículas ou microvesículas, nos últimos anos, deve-se principalmente ao seu potencial para diagnóstico e terapias individualizadas. Exossomos são vesículas de origem endocítica (50-100nm) liberadas para o meio extracelular, como sangue, urina, líquido cefalo raquideo, através da fusão de corpos multivesiculares com a membrana plasmática1. Diferentes tipos celulares têm a capacidade de liberar exossomos, como células dendriticas, células B, células epiteliais, células de câncer, etc2-5. A função do exossomo ainda não está bem compreendida, tendo sido descrita sua participação na sinalização celular contribuindo para apresentação de antígenos de células T (3), comunicação celular e, recentemente, possível modificação de células não tumorais tornando-as mais susceptíveis ao crescimento6. Essas microvesículas são liberadas para o meio extracelular tanto em pessoas saudáveis como com câncer, porem são excretadas em maiores quantidades por algumas células cancerígenas. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo - Integrante / Isabel Cristina Chulvis Do Val - Integrante / Gutemberg Leão de Almeida - Integrante / Fernanda Lattario - Integrante / Maria da Glória Costa Carvalho - Coordenador / Roberto Lima - Integrante / Paulo Costa Carvalho - Integrante / Nathalie Henriques Silva Canedo - Integrante / Juliana de Saldanha da Gama Fischer - Integrante / Raphael Silveira Vidal - Integrante.

  • 2011 - Atual

    Detecção de exossomo de plasma de pacientes com lesões de alto grau e câncer de colo uterino para análise proteômica e genômica., Descrição: O grande interesse no estudo de exossomo, também chamadas de nano vesículas ou microvesículas, nos últimos anos, deve-se principalmente ao seu potencial para diagnóstico e terapias individualizadas. Exossomos são vesículas de origem endocítica (50-100nm) liberadas para o meio extracelular, como sangue, urina, líquido cefalo raquideo, através da fusão de corpos multivesiculares com a membrana plasmática1. Diferentes tipos celulares têm a capacidade de liberar exossomos, como células dendriticas, células B, células epiteliais, células de câncer, etc2-5. A função do exossomo ainda não está bem compreendida, tendo sido descrita sua participação na sinalização celular contribuindo para apresentação de antígenos de células T (3), comunicação celular e, recentemente, possível modificação de células não tumorais tornando-as mais susceptíveis ao crescimento6. Essas microvesículas são liberadas para o meio extracelular tanto em pessoas saudáveis como com câncer, porem são excretadas em maiores quantidades por algumas células cancerígenas. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento.

  • 2011 - Atual

    Detecção de exossomo de plasma de pacientes com lesões de alto grau e câncer de colo uterino para análise proteômica e genômica., Descrição: O grande interesse no estudo de exossomo, também chamadas de nano vesículas ou microvesículas, nos últimos anos, deve-se principalmente ao seu potencial para diagnóstico e terapias individualizadas. Exossomos são vesículas de origem endocítica (50-100nm) liberadas para o meio extracelular, como sangue, urina, líquido cefalo raquideo, através da fusão de corpos multivesiculares com a membrana plasmática1. Diferentes tipos celulares têm a capacidade de liberar exossomos, como células dendriticas, células B, células epiteliais, células de câncer, etc2-5. A função do exossomo ainda não está bem compreendida, tendo sido descrita sua participação na sinalização celular contribuindo para apresentação de antígenos de células T (3), comunicação celular e, recentemente, possível modificação de células não tumorais tornando-as mais susceptíveis ao crescimento6. Essas microvesículas são liberadas para o meio extracelular tanto em pessoas saudáveis como com câncer, porem são excretadas em maiores quantidades por algumas células cancerígenas. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo - Integrante / Isabel Cristina Chulvis Do Val - Integrante / Gutemberg Leão de Almeida - Integrante / Fernanda Lattario - Integrante / Maria da Glória Costa Carvalho - Coordenador / Roberto Lima - Integrante / Paulo Costa Carvalho - Integrante / Nathalie Henriques Silva Canedo - Integrante / Juliana de Saldanha da Gama Fischer - Integrante / Raphael Silveira Vidal - Integrante.

  • 2011 - Atual

    Detecção de exossomo de plasma de pacientes com lesões de alto grau e câncer de colo uterino para análise proteômica e genômica., Descrição: O grande interesse no estudo de exossomo, também chamadas de nano vesículas ou microvesículas, nos últimos anos, deve-se principalmente ao seu potencial para diagnóstico e terapias individualizadas. Exossomos são vesículas de origem endocítica (50-100nm) liberadas para o meio extracelular, como sangue, urina, líquido cefalo raquideo, através da fusão de corpos multivesiculares com a membrana plasmática1. Diferentes tipos celulares têm a capacidade de liberar exossomos, como células dendriticas, células B, células epiteliais, células de câncer, etc2-5. A função do exossomo ainda não está bem compreendida, tendo sido descrita sua participação na sinalização celular contribuindo para apresentação de antígenos de células T (3), comunicação celular e, recentemente, possível modificação de células não tumorais tornando-as mais susceptíveis ao crescimento6. Essas microvesículas são liberadas para o meio extracelular tanto em pessoas saudáveis como com câncer, porem são excretadas em maiores quantidades por algumas células cancerígenas. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo - Integrante / Isabel Cristina Chulvis Do Val - Integrante / Gutemberg Leão de Almeida - Integrante / Fernanda Lattario - Integrante / Maria da Glória Costa Carvalho - Coordenador / Roberto Lima - Integrante / Paulo Costa Carvalho - Integrante / Nathalie Henriques Silva Canedo - Integrante / Juliana de Saldanha da Gama Fischer - Integrante / Raphael Silveira Vidal - Integrante.

  • 2011 - Atual

    Detecção de exossomo de plasma de pacientes com lesões de alto grau e câncer de colo uterino para análise proteômica e genômica., Descrição: O grande interesse no estudo de exossomo, também chamadas de nano vesículas ou microvesículas, nos últimos anos, deve-se principalmente ao seu potencial para diagnóstico e terapias individualizadas. Exossomos são vesículas de origem endocítica (50-100nm) liberadas para o meio extracelular, como sangue, urina, líquido cefalo raquideo, através da fusão de corpos multivesiculares com a membrana plasmática1. Diferentes tipos celulares têm a capacidade de liberar exossomos, como células dendriticas, células B, células epiteliais, células de câncer, etc2-5. A função do exossomo ainda não está bem compreendida, tendo sido descrita sua participação na sinalização celular contribuindo para apresentação de antígenos de células T (3), comunicação celular e, recentemente, possível modificação de células não tumorais tornando-as mais susceptíveis ao crescimento6. Essas microvesículas são liberadas para o meio extracelular tanto em pessoas saudáveis como com câncer, porem são excretadas em maiores quantidades por algumas células cancerígenas. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo - Integrante / Isabel Cristina Chulvis Do Val - Integrante / Gutemberg Leão de Almeida - Integrante / Fernanda Lattario - Integrante / Maria da Glória Costa Carvalho - Coordenador / Roberto Lima - Integrante / Paulo Costa Carvalho - Integrante / Nathalie Henriques Silva Canedo - Integrante / Juliana de Saldanha da Gama Fischer - Integrante / Raphael Silveira Vidal - Integrante.

  • 2011 - Atual

    Detecção de exossomo de plasma de pacientes com lesões de alto grau e câncer de colo uterino para análise proteômica e genômica., Descrição: O grande interesse no estudo de exossomo, também chamadas de nano vesículas ou microvesículas, nos últimos anos, deve-se principalmente ao seu potencial para diagnóstico e terapias individualizadas. Exossomos são vesículas de origem endocítica (50-100nm) liberadas para o meio extracelular, como sangue, urina, líquido cefalo raquideo, através da fusão de corpos multivesiculares com a membrana plasmática1. Diferentes tipos celulares têm a capacidade de liberar exossomos, como células dendriticas, células B, células epiteliais, células de câncer, etc2-5. A função do exossomo ainda não está bem compreendida, tendo sido descrita sua participação na sinalização celular contribuindo para apresentação de antígenos de células T (3), comunicação celular e, recentemente, possível modificação de células não tumorais tornando-as mais susceptíveis ao crescimento6. Essas microvesículas são liberadas para o meio extracelular tanto em pessoas saudáveis como com câncer, porem são excretadas em maiores quantidades por algumas células cancerígenas. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Yara Lucia Mendes Furtado de Melo - Integrante / Isabel Cristina Chulvis Do Val - Integrante / Gutemberg Leão de Almeida - Integrante / Fernanda Lattario - Integrante / Maria da Glória Costa Carvalho - Coordenador / Roberto Lima - Integrante / Paulo Costa Carvalho - Integrante / Nathalie Henriques Silva Canedo - Integrante / Juliana de Saldanha da Gama Fischer - Integrante / Raphael Silveira Vidal - Integrante.

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Prêmios

2019

Menção Honrosa ao trabalho MONITORAMENTO EXTERNO DE QUALIDADE DE CITOPATOLOGIA CERVICAL NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO: A PARTICIPAÇÃO DO INSTITUTO DE GINECOLOGIA DA UFRJ, UFRJ.

2019

Menção Honrosa ao trabalho Empoderando as mulheres do Complexo de Favelas do Alemão quanto ao rastreio do Cancer de Colo Uterino, UFRJ.

2018

Secretário Adjunto da Associação Brasileira de Patologia do Trato Inferior e Colposcopia, Associação Brasileira de Patologia do Trato Inferior e Colposcopia.

2018

Menção Honrosa pela Apresentação do Trabalho, II Simpósio de Virologia da UFRJ.

2018

Membro da da Diretoria da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia (ABPTGIC) - Secretária Adjunta, Associação Brasileira de Patologia do Trato Inferior e Colposcopia.

2017

Melhor trabalho de ginecologia na categoria oral - PREVALÊNCIA DE LAUDOS CITOLÓGICOS DE ADENOCARCINOMA IN SITU E INVASOR NO PERÍODO DE 2007 ? 2010 NO SITEC-INCA, Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Estado do Rio de Janeiro - SGORJ.

2017

Membro da Comissão Nacional Especializada do Trato Genital Inferior, Federação Brasileira das Associações de Obstetrícia e Ginecologia (FEBRASGO).

2016

Membro da da Diretoria da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de Janeiro - SGORJ, Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de Janeiro (SGORJ).

2016

2 lugar na apresentação de Pôster, sogia.

2015

Premio João Paulo Rieper do XVIII Congresso Brasileiro de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia, Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia.

2015

Presidente da Comissão de Trabalhos Científicos, Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia.

2015

Presidente da Associação Brasileira de Patologia do Trato Inferior e Colposcopia - capítulo Rio de Janeiro, Associação Brasileira de Patologia do Trato Inferior e Colposcopia.

2015

Secretário Adjunto da Associação Brasileira de Patologia do Trato Inferior e Colposcopia, Associação Brasileira de Patologia do Trato Inferior e Colposcopia.

2015

Membro da da Diretoria da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia (ABPTGIC) - sECRETÁRIA aDJUNTA, Associação Brasileira de Patologia do Trato Inferior e Colposcopia.

2015

o Prêmio Monique Pelis, XVlll Congresso Brasileiro de Patologia doÌrato Genital ìnferior e Colposco.

2013

Presidente da Comissão de Eventos, Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de Janeiro.

2012

Comissão Revisora do Trabalho de Conclusão de Curso, UNIRIO.

2012

Secretaria da Comissão Especializada Profissional de Doenças Infecto Contagiosas em Ginecologia e Obstetricia, FEBRASGO.

2011

Comissão de Prova de Título em Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia, Associação Brasileira do Trato Genital Inferior e Colposcopia.

2011

Secretário Geral da Diretoria da ABPTGIC-RJ, Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia.

2011

Premio de Orientação de melhor trabalho de conclusão de curso, UNIRIO.

2009

PREMIO MARIANO DE ANDRADE, COLEGIO BRASILEIRO DE CIRURGIÕES.

Histórico profissional

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Endereço profissional

  • Universidade Federal do Rio de Janeiro, Instituto de Ginecologia. , Rua Moncorvo Filho, Centro, 20211340 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil, Telefone: (21) 22341730

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Experiência profissional

2016 - 2016

Universidade Federal do Paraná

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2015 - Atual

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor adjunto, Carga horária: 40

2003 - 2014

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Médica Colaboradora, Carga horária: 20

Outras informações:
Atua nos Ambulatórios de Patologia Cervical e Vulvar do Instituto de Ginecologia.

2013 - Atual

Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Vínculo: , Enquadramento Funcional: Professor do quadro de docentes do mestrado, Carga horária: 20

2013 - Atual

Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Adjunto, Carga horária: 20

2010 - Atual

Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Assistente Nível 2, Carga horária: 20

Atividades

  • 12/2013

    Ensino, Mestrado Profissionalizante em AIDS, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, trabalho de tese

2015 - Atual

Instituto de Ginecologia da Ufrj

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: DIRETORA DA DIVISÃO MÉDICO-CIRÚRGICA DO IG-UF, Carga horária: 40

2011 - Atual

Instituto Fernandes Figueira

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: técnico em pesquisa