Jade Santoro Cavalli

Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Sociologia (PPGS) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) com o projeto: "O Estalar do martelo: uma análise das sentaças de crimes patrimoniais na cidade de São Carlos". Bacharel em Ciências Sociais pela mesma instituição É integrante pesquisadora do Grupo de Estudos sobre Violência e Administração de Conflitos (GEVAC) e pesquisadora so INCT - Instituto de Estudos Comparados em Administração Institucional de Conflitos (INCT - InEAC). Tem experiência na área de Sociologia, com ênfase em estudos sobre violência e administração de conflitos, especificamente nos temas: seletividade penal, reconhecimento do suspeito, justiça criminal, controle do crime e acesso à justiça.

Informações coletadas do Lattes em 23/10/2019

Acadêmico

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Formação acadêmica

Mestrado em andamento em Sociologia

2017 - Atual

Universidade Federal de São Carlos
Título: O estalar do martelo: uma análise das sentenças de crimes patrimoniais na cidade de são carlos,Orientador:
Jacqueline Sinhoretto.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Violência; Seletividade Penal; Controle do Crime; Justiça Criminal.

Graduação em Ciências Sociais

2011 - 2016

Universidade Federal de São Carlos
Título: O RECONHECIMENTO DO CRIMINOSO POR PARTE DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Uma pesquisa exploratória.
Orientador: Jacqueline Sinhoretto

Ensino Médio (2º grau)

2008 - 2010

Collegium Sapiens

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Idiomas

Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Espanhol

Compreende Bem, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

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Áreas de atuação

    Grande área: Ciências Humanas / Área: Sociologia.

    Grande área: Ciências Humanas / Área: Sociologia / Subárea: Outras Sociologias Específicas.

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Participação em eventos

42º Encontro Anual ANPOCS. O Estalar do Martelo: uma análise das sentenças de crimes patrimoniais na cidade de São Carlos. 2018. (Congresso).

VI Seminário Internacional INCT-INEAC..Apenas por amor ao direito: um estudo de caso sobre a sentença absolutória de um roubo majorado. 2018. (Seminário).

18º Congresso Brasileiro de Sociologia. O reconhecimento do criminoso por parte da Polícia Militar do Estado de São Paulo. 2017. (Congresso).

Palestra:"Drogas, crimes e politicas de controle no Rio de Janeiro. 2014. (Outra).

28º Reunião Brasileira de Antropologia. 2012. (Congresso).

X Semana de Ciênciais Sociais. 2012. (Encontro).

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Comissão julgadora das bancas

GIANE SILVESTRE

SILVESTRE, GIANESINHORETTO, J.; RIBEIRO, L. M. L.. O Estalar do Martelo: uma análise das sentenças de crimes patrimoniais.. 2018. Exame de qualificação (Mestrando em Sociologia) - Universidade Federal de São Carlos.

GIANE SILVESTRE

SILVESTRE, GIANE; SINHORETTO, JACQUELINE. O reconhecimento do criminoso por parte da Polícia Militar do Estado de São Paulo. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Sociais) - Universidade Federal de São Carlos.

Jacqueline Sinhoretto

SINHORETTO, J.SILVESTRE, GIANE; RIBEIRO, L. M. L.. O Estalar do Martelo: uma análise das sentenças de crimes patrimoniais. 2018. Exame de qualificação (Mestrando em Sociologia) - Universidade Federal de São Carlos.

Jacqueline Sinhoretto

SINHORETTO, J.SILVESTRE, G.. O reconhecimento do criminoso por parte da Polícia Militar do Estado de São Paulo: uma perspectiva exploratória. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Sociais) - Universidade Federal de São Carlos.

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Foi orientado por

Jacqueline Sinhoretto

O Estalar do Martelo: análise sobre as sentenças de crimes patrimoniais na cidade de São Carlos; Início: 2017; Dissertação (Mestrado em Sociologia) - Universidade Federal de São Carlos, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Orientador);

Jacqueline Sinhoretto

O reconhecimento do criminoso por parte da Polícia Militar do Estado de São Paulo; 2016; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Sociais) - Universidade Federal de São Carlos; Orientador: Jacqueline Sinhoretto;

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Produções bibliográficas

  • CAVALLI, J. . O Estalar do Martelo: uma análise das sentenças de crimes patrimoniais na cidade de São Carlos. In: 42ª Encontro Anual ANPOCS, 2018, Caxambu. 42º Encontro, 2018.

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Projetos de pesquisa

  • 2017 - Atual

    Estratégias de controle do crime e administração de conflitos, Descrição: Este subprojeto enfoca a administração institucional de conflitos a partir do estudo de diferentes estratégias contemporâneas de controle do crime. Procura interpretar, no mesmo quadro de compreensão, formas diferentes de administrar os conflitos relacionados à emergência de novos modos de organização do crime no Sudeste ? em especial em São Paulo, mas não apenas ? e os controles desenvolvidos e acionados por agentes estatais. Os estudos prévios realizados sobre a temática, incluindo o subprojeto ?A nova organização do mundo do crime e as instituições estatais de controle social e prevenção? desenvolvido no âmbito do InEAC (2012-2015), apontaram para a definição de ao menos quatro estratégias de controle do crime, que orientam as pesquisas empíricas do presente grupo. Em torno destas estratégias são mobilizados recursos, saberes, práticas e redes profissionais que articulam e tencionam grupos de agentes estatais nas corporações policiais, da justiça e nos programas de prevenção. Para o período atual, pretende-se refinar o conhecimento de como são constituídas e operadas as estratégias, buscando reconhecer os grupos de agentes que as mobilizam, as disputas e composições entre atores, a construção e mobilização de saberes específicos que orientam a ação no campo do controle do crime. Entre quatro as estratégias previamente reconhecidas, delineia-se o chamado combate militarizado, protagonizado por agentes da Polícia Militar. Nesta estratégia de controle do crime, os acusados são associados a ?inimigos? a serem combatidos, produzindo altas taxas de letalidade na ação policial, vitimando um perfil definido, constituídos por jovens do sexo masculino e predominantemente de cor negra. Ao lado desta estratégia, identificam-se os contornos contemporâneos das formas clássicas de controle do crime por meio da utilização do aparato penal, que tem produzido taxas muito elevados de encarceramento, também concentradas sobre jovens que cometem crimes patrimoniais e tráfico de drogas que envolvem pequenos valores. A administração penal dos conflitos do crime produz também larga impunidade para os crimes contra a vida e para a violência policial. Estas estratégias sofrem uma aparente concorrência de novas formas de administração de conflitos, introduzidas no Brasil a partir da importação de saberes e de mudanças legislativas que instituíram procedimentos alternativos de administração de conflitos no interior do sistema de justiça e programas de prevenção de delitos no campo da segurança. Até o momento, a pesquisa avançou no sentido da proposição da hipótese de que as justiças alternativas e os programas de prevenção inserem-se num quadro de seletividade de conflitos a serem tratados por formas mais duras de intervenção (como letalidade e prisão) e formas mais doces de justiça, destinadas a tipos de conflitos e tipos de acusados considerados menos ofensivos ou perigosos. Nestas estratégias, outros saberes profissionais disputam espaço com os saberes policiais e judiciais, em busca de tratamento e profilaxia de possíveis desvios, especialmente destinados a adolescentes, usuários de drogas e moradores de rua. Buscam instituir formas de administração de conflitos que sejam alternativas ao modelo penal. Contudo, a hipótese construída a partir da experiência prévia de pesquisa indica que possíveis colonizações do tratamento penal dos conflitos ocorrem nestas formas de administração de conflitos. É do interesse desta pesquisa reconhecer as formas concretas de funcionamento de programas de justiça e policiamento alternativos e sua capacidade de disputar a hegemonia do tratamento criminal dos conflitos e a definição dos desviantes como inimigos a serem neutralizados... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (4) / Doutorado: (9) . , Integrantes: Jade Santoro Cavalli - Coordenador / Jacqueline Sinhoretto - Integrante / Liana de Paula - Integrante / Juliana Tonche - Integrante / Giane Silvestre - Integrante / David Esmael Marques da Silva - Integrante / Henrique de Linica dos Santros Macedo - Integrante / André Sales dos Santos Cedro - Integrante / Felipe Athayde Lins Melos - Integrante / Raphael Almeida Silva - Integrante / Paula Paschoal Rodrigues garcia - Integrante / Maria Carolina de Camargo Schlittler - Integrante / Henrique Cesar Souza de Oliveira - Integrante.

  • 2017 - Atual

    O Estalar do Martelo: uma análise das sentenças de crimes patrimoniais na cidade de São Carlos, Descrição: O objetivo do presente trabalho foi estudar a distribuição das sentenças judiciais para crimes patrimoniais, em especial furto e roubo, cometidos por negros e brancos em uma cidade de São Carlos que foram proferidas no ano de 2017. Para tal, foi feito a análise do perfil do réu, utilizando categorias como gênero, raça, classe social, escolaridade e idade, além de características do processo criminal, onde encontram-se o resultado da sentença e o exercício de garantias de defesa e outras particularidades jurídicas de cada caso. A hipótese levantada e comprovada é que os juízes condenam de maneira diferencial indivíduos negros e brancos dando a primeira categoria penas mais severas. A metodologia utilizada se baseia na análise documental dos processos, tanto para sua análise quantitativa como qualitativa.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Jade Santoro Cavalli - Coordenador.

  • 2017 - Atual

    Estratégias de controle do crime e administração de conflitos, Descrição: Este subprojeto enfoca a administração institucional de conflitos a partir do estudo de diferentes estratégias contemporâneas de controle do crime. Procura interpretar, no mesmo quadro de compreensão, formas diferentes de administrar os conflitos relacionados à emergência de novos modos de organização do crime no Sudeste ? em especial em São Paulo, mas não apenas ? e os controles desenvolvidos e acionados por agentes estatais. Os estudos prévios realizados sobre a temática, incluindo o subprojeto ?A nova organização do mundo do crime e as instituições estatais de controle social e prevenção? desenvolvido no âmbito do InEAC (2012-2015), apontaram para a definição de ao menos quatro estratégias de controle do crime, que orientam as pesquisas empíricas do presente grupo. Em torno destas estratégias são mobilizados recursos, saberes, práticas e redes profissionais que articulam e tencionam grupos de agentes estatais nas corporações policiais, da justiça e nos programas de prevenção. Para o período atual, pretende-se refinar o conhecimento de como são constituídas e operadas as estratégias, buscando reconhecer os grupos de agentes que as mobilizam, as disputas e composições entre atores, a construção e mobilização de saberes específicos que orientam a ação no campo do controle do crime. Entre quatro as estratégias previamente reconhecidas, delineia-se o chamado combate militarizado, protagonizado por agentes da Polícia Militar. Nesta estratégia de controle do crime, os acusados são associados a ?inimigos? a serem combatidos, produzindo altas taxas de letalidade na ação policial, vitimando um perfil definido, constituídos por jovens do sexo masculino e predominantemente de cor negra. Ao lado desta estratégia, identificam-se os contornos contemporâneos das formas clássicas de controle do crime por meio da utilização do aparato penal, que tem produzido taxas muito elevados de encarceramento, também concentradas sobre jovens que cometem crimes patrimoniais e tráfico de drogas que envolvem pequenos valores. A administração penal dos conflitos do crime produz também larga impunidade para os crimes contra a vida e para a violência policial. Estas estratégias sofrem uma aparente concorrência de novas formas de administração de conflitos, introduzidas no Brasil a partir da importação de saberes e de mudanças legislativas que instituíram procedimentos alternativos de administração de conflitos no interior do sistema de justiça e programas de prevenção de delitos no campo da segurança. Até o momento, a pesquisa avançou no sentido da proposição da hipótese de que as justiças alternativas e os programas de prevenção inserem-se num quadro de seletividade de conflitos a serem tratados por formas mais duras de intervenção (como letalidade e prisão) e formas mais doces de justiça, destinadas a tipos de conflitos e tipos de acusados considerados menos ofensivos ou perigosos. Nestas estratégias, outros saberes profissionais disputam espaço com os saberes policiais e judiciais, em busca de tratamento e profilaxia de possíveis desvios, especialmente destinados a adolescentes, usuários de drogas e moradores de rua. Buscam instituir formas de administração de conflitos que sejam alternativas ao modelo penal. Contudo, a hipótese construída a partir da experiência prévia de pesquisa indica que possíveis colonizações do tratamento penal dos conflitos ocorrem nestas formas de administração de conflitos. É do interesse desta pesquisa reconhecer as formas concretas de funcionamento de programas de justiça e policiamento alternativos e sua capacidade de disputar a hegemonia do tratamento criminal dos conflitos e a definição dos desviantes como inimigos a serem neutralizados... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (4) / Mestrado profissional: (9) . , Integrantes: Jade Santoro Cavalli - Integrante / Jacqueline Sinhoretto - Coordenador / Liana de Paula - Integrante / Juliana Tonche - Integrante / Giane Silvestre - Integrante / David Esmael Marques da Silva - Integrante / Henrique de Linica dos Santros Macedo - Integrante / André Sales dos Santos Cedro - Integrante / Felipe Athayde Lins Melos - Integrante / Raphael Almeida Silva - Integrante / Paula Paschoal Rodrigues garcia - Integrante / Maria Carolina de Camargo Schlittler - Integrante / Henrique Cesar Souza de Oliveira - Integrante.

Histórico profissional

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Experiência profissional

  • 2018 - Atual

    Universidade Federal Fluminense

    Vínculo: Pesquisadora, Enquadramento Funcional: Pesquisadora

  • 2017 - Atual

    Universidade Federal de São Carlos

    Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Mestranda

  • 2016 - 2017

    Prefeitura Municipal de São Carlos - SP

    Vínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 30

    Outras informações:
    Estagiária no Cadastro Único da Prefeitura Municipal de São Carlos, órgão responsável por cadastrar e identificar potenciais beneficiários de programas sociais como o Bolsa Família, a Tarifa Social, o Minha Casa, Minha Vida, entre outros.