Beatriz Ferreira Lopes Vieira

Atualmente é bolsista de iniciação científica da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e estagiária do Serviço de Psicoologia Aplicada (SPA) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro nas áreas de Neuropsicologia e Terapia Cognitivo Comportamental

Informações coletadas do Lattes em 04/02/2020

Acadêmico

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Formação acadêmica

Graduação em andamento em Psicologia

2012 - Atual

Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Ensino Médio (2º grau)

2006 - 2008

Colégio Pentágono

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Formação complementar

2014 - 2014

Extensão universitária em Introdução a Neuropsicologia Clínica. (Carga horária: 120h). , Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

2014 - 2014

Uso de escala e entrevista estruturadas em avaliaç. (Carga horária: 4h). , Sociedade Brasileira de Neuropsicologia.

2014 - 2014

Relação terapêutica com pacientes difíceis. (Carga horária: 2h). , Associação de Terapias Cognitivas do Estado do Rio de Janeiro.

2013 - 2014

Aperfeiçoamento em Autismo - Teoria e Prática. (Carga horária: 200h). , Núcleo de Psicopedagogia Especializada.

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Idiomas

Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

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Áreas de atuação

    Grande área: Outros.

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Participação em eventos

X Congresso Brasileiro de Terapias Cognitivas. AVALIAÇÃO DOS ESTILOS DE APEGO EM INDIVÍDUOS COM TRANSTORNO DE PERSONALIDADE. 2015. (Congresso).

World Congress on Brain, Behavior and Emotions 2015. 2015. (Congresso).

V Congresso Internacional de Dislexia. 2015. (Congresso).

XIII Congresso Brasileiro da Sociedade Brasileira de Neuropsicologia. 2014. (Congresso).

II Simpósio da Psicoclínica Cognitiva do Rio de Janeiro. 2014. (Simpósio).

III Mostra Carioca de Neuropsicologia Clínica. 2014. (Outra).

I Manhã de TCC. 2014. (Outra).

XII Mostra de Terapia Cognitivo Comportamental.Avaliação dos Estilos de Apego em Indivíduos com Transtorno de Personalidade. 2014. (Outra).

Atualidades em Terapia Cognitivo-Comportamental. 2013. (Simpósio).

II Mostra Carioca de Neuropsicologia Clínica. 2013. (Outra).

XI Mostra de Terapia Cognitivo Comportamental. 2013. (Outra).

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Foi orientado por

José Augusto Evangelho Hernandez

OS EFEITOS AGUDOS DA CORRIDA SOBRE OS ESTADOS DE HUMOR; 2013; Iniciação Científica; (Graduando em Psicologia) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro; Orientador: José Augusto Evangelho Hernandez;

Eliane Mary de Oliveira Falcone

Empatia, estilos de apego e raiva em indivíduos com transtorno de personalidade; Início: 2014; Iniciação científica (Graduando em Psicologia) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Universidade do Estado do Rio de Janeiro; (Orientador);

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Produções bibliográficas

  • FALCONE, E. M. O. ; OLIVEIRA, E. R. ; KRIEGER, S. ; VIEIRA, B. F. L. ; FERREIRA, M. C. ; PLACIDO, M. G. ; DAUGUSTIN, J. F. ; PINHO, V. D. ; ELECTRO, L. C. T. . AVALIAÇÃO DOS ESTILOS DE APEGO EM INDIVÍDUOS COM TRANSTORNO DE PERSONALIDADE. 2015. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

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Projetos de pesquisa

  • 2014 - Atual

    Construção e evidências de validade para a Escala Cognitiva de Crenças de Ansiedade, Descrição: A ansiedade clínica e seus sintomas atingem milhões de pessoas em todo o mundo, gerando uma carga econômica, social e de tratamento significativa. Nesse sentido, avaliar e tratar a ansiedade tem constituído um desafio para as áreas de pesquisa, prevenção e intervenção. Embora exista uma variedade significativa de medidas de ansiedade, não foi encontrado na literatura algum instrumento psicológico que avaliasse as crenças, baseadas na perspectiva cognitiva, relacionadas à ansiedade, independentemente do transtorno. O objetivo principal da pesquisa é construir e averiguar evidências de validade da Escala Cognitiva de Crenças de Ansiedade em adultos. Os itens serão construídos com base na literatura e posteriormente avaliados por cinco especialistas em teoria cognitiva e avaliação psicológica. A escala piloto será constituída dos itens que obtiveram 80% de concordância entre os juízes. A retirada de itens e os ajustes semânticos serão obtidos após aplicação da escala em 30 participantes, de ambos os sexos, com graus variados de escolaridade. Finalmente, a escala será aplicada em 500 indivíduos com idades entre 18 e 60 anos, de ambos os sexos, com escolaridade a partir do fundamental completo, provenientes de diferentes locais, tais como unidades de ensino, pacientes de clínicas especializadas em ansiedade e/ou particulares, Unidades de Saúde Básica, dentre outros. Será realizada uma análise fatorial exploratória dos resultados obtidos. A extração dos fatores será realizada por meio do modelo de Unweighted Least Squares que está relacionado com a explicação da estrutura de covariância por meio de combinações lineares dos itens originais, com rotação Promax.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Beatriz Ferreira Lopes Vieira - Integrante / Eliane Mary de Oliveira Falcone - Coordenador / Stèphanie Krieger - Integrante / Evlyn Rodrigues Oliveira - Integrante / Juliana Falcone - Integrante / Makilim Nunes Baptista - Integrante / Monique Gomes Plácido - Integrante.

  • 2014 - Atual

    As relações entre a empatia e os cinco grandes traços de personalidade, Descrição: O objetivo deste projeto é avaliar as relações entre os componentes emocionais e cognitivos da empatia e os traços de personalidade, a partir da teoria dos Cinco Grandes Fatores. A empatia tem sido considerada como uma habilidade cada vez mais requerida para prover vínculos afetivos seguros, satisfação pessoal e interpessoal. Deficiências nesta habilidade estão relacionadas a conflitos, violência, divórcio, isolamento social e transtornos mentais. Assim, a empatia tem sido um tema amplamente pesquisado em diferentes áreas de estudo. A experiência da empatia envolve componentes cognitivos, afetivos e comportamentais que se articulam para prover a sua manifestação. O componente cognitivo, referido como tomada de perspectiva, envolve inferir acuradamente pensamentos e sentimentos de alguém em determinada situação; o componente afetivo reflete o compartilhamento de sentimentos e o comportamental é identificado pela expressão verbal ou não verbal de entendimento da experiência interna do outro. Dependendo do contexto e de características individuais, a empatia pode ser ativada de forma automática, a partir do reconhecimento dos sentimentos e pensamentos de outra pessoa em experiência de dor física ou emocional. Outra forma mais complexa de ativação da empatia ocorre de forma consciente e intencional. Tal manifestação envolve maior esforço mental e se refere a uma habilidade sociocognitiva mais ampla, com o objetivo de atribuir estados mentais nas outras pessoas. Na interação empática consciente, o indivíduo está envolvido em abrir mão da própria perspectiva para compreender a perspectiva e os sentimentos de alguém, assim como de compartilhar esses sentimentos. As habilidades cognitivas envolvidas na identificação intencional dos pensamentos e sentimentos dos outros reduzem mal entendidos, resolvem conflitos e agressões, aumentam a cooperação e outras respostas pró-sociais. Um aspecto central envolvendo a experiência da empatia se refere ao papel da tomada de perspectiva na regulação das emoções. Quando a empatia é ativada de forma automática, a tomada de perspectiva regula o contágio emocional ou espelhamento envolvido na identificação do sofrimento de alguém, a partir de processos cognitivos que levam a separação mental (distinção entre o eu e o outro ), moderando a experiência emocional a um nível que permite a ação pró-social. A empatia ativada de forma intencional, por sua vez, envolve uma tentativa de inibir a própria perspectiva e o egocentrismo. A partir do esforço consciente para compreender a situação de alguém (tomada de perspectiva), sentimentos de consideração e de compaixão pelo estado do outro serão ativados, inibindo (em situações de conflito) emoções negativas previamente relacionadas à própria perspectiva. Vários estudos têm sugerido que a empatia se correlaciona com maior propensão ao perdão, redução da raiva e da agressividade, além de aumentar o vínculo, tornando as relações mais gratificantes. Indivíduos com transtorno de personalidade apresentam dificuldades em tomar a perspectiva dos outros ou a experimentar compaixão, o que contribui para as suas dificuldades em controlar a raiva, ou para maior frequência de experiências de conflito interpessoal. Uma vez que a empatia se encontra na base da formação do pensamento moral e seu desenvolvimento depende de relações seguras de apego, esta pode exercer grande influência na formação da personalidade. Com base nestas evidências, serão avaliadas as relações entre os componentes da empatia (a partir do Inventário de Empatia - IE e da Escala Multidimensional de Reatividade Interpessoal EMRI) e os cinco traços de personalidade (a partir da Bateria Fatorial de Personalidade BFP), em uma amostra de 500 participantes com nível de escolaridade a partir do 3º grau incompleto. Espera-se que o estudo possa contribuir para futuras intervenções visando à promoção da empatia.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Beatriz Ferreira Lopes Vieira - Integrante / Eliane Mary de Oliveira Falcone - Coordenador / Stèphanie Krieger - Integrante / Maria Cristina Ferreira - Integrante / Evlyn Rodrigues Oliveira - Integrante / Monique Gomes Plácido - Integrante.

  • 2013 - Atual

    Empatia, estilos de apego e raiva em indivíduos com transtorno de personalidade., Descrição: Esse projeto pretende avaliar os níveis de empatia, de estilos de apego e de raiva, através de instrumentos de autorelato, em 100 indivíduos que preenchem critérios para transtorno de personalidade, de acordo com o DSM-IV, e 100 indivíduos de população não clínica. Os escores serão comparados, através de estatísticas descritivas e inferenciais (Teste T e ANOVA). Será também realizada a correlação de Pearson e a Análise de Regressão Multivariada, para avaliar a relação entre as variáveis estudadas. Espera-se que os dados dessa pesquisa possam ser úteis no desenvolvimento de intervenções que visem melhorar a qualidade dos relacionamentos de pessoas perturbadas emocionalmente, através do desenvolvimento de habilidades sócio-cognitivas específicas, bem como do manejo adaptativo da raiva.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Beatriz Ferreira Lopes Vieira - Integrante / Eliane Mary de Oliveira Falcone - Coordenador / Stèphanie Krieger - Integrante / Maria Cristina Ferreira - Integrante / Evlyn Rodrigues Oliveira - Integrante / Monique Gomes Plácido - Integrante.

Histórico profissional

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Experiência profissional

  • 2014 - Atual

    Universidade do Estado do Rio de Janeiro

    Vínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 30

    Outras informações:
    Estagiária em neuropsicologia no Serviço de Psicologia Aplicada da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (SPA-UERJ). Estágio coordenado pela Professora Nayara Mota.

  • 2014 - Atual

    Universidade do Estado do Rio de Janeiro

    Vínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 30

    Outras informações:
    Estagiária em Terapia Cognitivo-Comportamental com adultos no Serviço de Psicologia Aplicada da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (SPA-UERJ). Estágio coordenado pela Professora Eliane Falcone.

  • 2013 - Atual

    Universidade do Estado do Rio de Janeiro

    Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica, Carga horária: 20