Wallace Corrêa Pantoja Junior

Formado em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda pela UFPA, atualmente trabalha como redator, diretor, roteirista e social media do Departamento de Comunicação na Prefeitura de Cametá. Durante a graduação, atuou na área da pesquisa como bolsista do Projeto de "Mídia e violência: percepções e representações na Amazônia" da Universidade Federal do Pará. Também integrou outros projetos como "Narrativas Contemporâneas na Amazônia Paraense" (NARRAMAZÔNIA) e "Consumo, Identidade e Amazônia: relações de sociabilidade e interação através da comunicação" (CONSIA), ambos também da UFPA, participando de reuniões, rodas de conversa, submissões de trabalhos para congressos e revistas. Experiência em produção de eventos (como Muvuca Na Cumbuca - 2016, Semana do Calouro da FACOM- UFPA -2017, e a I edição do Ciclo de Saberes do Narrramazônia -2018).

Informações coletadas do Lattes em 25/02/2022

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em andamento em Comunicação Social

2015 - Atual

Universidade Federal do Pará

Ensino Médio (2º grau)

2012 - 2014

Colegio Ideal

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Comunicação.

Organização de eventos

COSTA, A. C. S. ; CORREA, D. C. S. ; COSTA, V. M. T. ; PANTOJA JUNIOR, W. C. ; FERREIRA JUNIOR, S. E. S. . I Ciclo de Saberes do Narramazônia. 2018. (Congresso).

PANTOJA JUNIOR, W. C. ; GALVAO, S. M. ; FRANCO, R. H. . Câmbios 2017- Comunicação e novas tecnologias.. 2017. (Congresso).

PANTOJA JUNIOR, W. C. . Semana do Calouro de Comunicação 2017: Muitas histórias, novas memórias.. 2017. (Concurso).

PANTOJA JUNIOR, W. C. . Muvuca Na Cumbuca. 2016. (Outro).

Participação em eventos

Pró-Pesq PP ? Encontro Nacional de Pesquisadores em Publicidade e Propaganda. 2017. (Encontro).

Pró-Pesq PP ? Encontro Nacional de Pesquisadores em Publicidade e Propaganda.Brandsense e Capital Social: a resistência do Bar do Horto em Belém do Pará. 2017. (Encontro).

Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. 2016. (Congresso).

Muvuca Na Cumbuca. 2015. (Congresso).

Foi orientado por

ALDA CRISTINA SILVA DA COSTA

Mídia e violência; Início: 2016; Orientação de outra natureza; Universidade Federal do Pará; (Orientador);

ALDA CRISTINA SILVA DA COSTA

?O Youtube E O Estatuto Da Visibilidade Policial: Sociabilidades E A Construção De Si No Canal Projeto Policial; ?; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Comunicação Social) - Universidade Federal do Pará; Orientador: Alda Cristina Silva da Costa;

Produções bibliográficas

  • PANTOJA JUNIOR, W. C. ; COSTA, A. C. S. . Os programas policiais como marcas publicitárias: um estudo de caso com o Programa Balanço Geral de Belém-Pará. In: XL Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 2017, Curitiba. 40 CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO, 2017.

  • JARDIM, M. ; PANTOJA JUNIOR, W. C. . Ambientação digital de espaços de política e turismo: o caso do espaço São José Liberto. In: Seminário Internacional da América Latina (SIALAT): Políticas e Conflitos Contemporâneos, 2017, Belém. II Seminário Internacional América Latina: Políticas e confl itos contemporâneos. Belém, 2017.

  • FRANCO, R. H. ; GALVAO, S. M. ; PANTOJA JUNIOR, W. C. ; VIEIRA, M.C. . Brandsense e Capital Social: a resistência do Bar do Horto em Belém do Pará. In: Pró-Pesq PP ? Encontro Nacional de Pesquisadores em Publicidade e Propaganda, 2017, Recife. Categoria Poster, 2017.

  • PANTOJA JUNIOR, W. C. ; COSTA, A. C. S. . Os Programas Policiais Como Marcas Publicitárias: Um Estudo De Caso Com O Programa Balanço Geral De Belém-Pará. Anais do ... Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação , 2017.

Projetos de pesquisa

  • 2016 - Atual

    Consumo, Identidade e Amazônia: relações de sociabilidade e interação através da comunicação., Descrição: O projeto se relaciona com o levantamento e estudo de análise crítica das formas de comunicação visual, gráfica e multimídia existentes na região Norte, sobretudo na área que compreende a Amazônia paraense. Desta forma, busca-se compreender e avaliar até que ponto o conteúdo veiculado nas mídias publicitárias são responsáveis por influenciar no construto social da identidade e das relações de sociabilidade. Ainda se procura refletir se o conteúdo destas mensagens realmente reflete a forma como estes sujeitos se reconhecem. A intencionalidade de se trabalhar o aspecto da construção e do reconhecimento da identidade através das práticas de comunicação e de publicidade justifica-se, pois estas consistem em poderosas formas de linguagem para expressar os desejos, necessidades, conteúdos e mesmo as aspirações dos cidadãos. Considerando as características naturais da região Norte, e que influenciam na cultura e nas políticas locais, parte-se de que a interação, ainda que muito conflituosa, entre homem e natureza, necessita ser compreendida dentro das peculiaridades, tanto culturais, quanto geográficas e social. O ecologista Armando Mendes ressalta ainda: Trata-se de aprender a natureza, além de aprender com a natureza, o que este projeto interpreta tanto quanto as questões naturais da paisagem, quanto da própria interação destas com o espaço no qual habitam ou estão em contato (MENDES, 1996, p.59). Ainda assim, o interesse no estudo das influências da comunicação e da publicidade da propaganda na Amazônia é polêmico, pois conforme ressaltam os estudos de comunicação e consumo de Lívia Barbosa e Colin Campbell, ?Às oposições entre dádiva e mercadoria, entre troca e mercado, entre fetichismo e utilidade e entre generosidade e interesse, levantadas por Mauss (1967) e Marx (1987) respectivamente, juntaram-se ao debate entre formalistas e substantivistas, reforçando a oposição dualística entre nós (sociedade de consumidores) e os ?outros? (...)? (BARBOSA; CAMPBELL, 2006, p.30). Entretanto, não se pode olvidar que o poder e a significância da escolha do que se comunica e do que se consome são salientados pelo sociólogo Jean Baudrillard quando afirma que ?(...) não temos mesmo mais a possibilidade de não escolher e simplesmente comprar um objeto em função do uso ? nenhum objeto hoje se propõe assim no ?grau zero? da compra(...) Escolher tal carro de preferência a outro talvez personalize você, mas é sobretudo o fato de escolher que o insere no conjunto da ordem econômica? (BAUDRILLARD, 1973, p.149). Desta forma, o paradigma das representações e das realidades da modernidade alavanca a necessidade do indivíduo de se perceber e perceber seu entorno, manifestando sua identificação ou negação com as coisas do mundo através se suas expressões verbais e orais, as quais constituem representações que, conforme analisa o crítico e teórico social Frederic Jameson ?(...) deve ser apresentada aqui e ter demonstrados os seus talentos: suas partes combinadas carregam consigo o significado da colocação de algo diante de nós, do posicionamento do suposto objeto de uma tal forma que ele se reorganize ao redor do fato a ser percebido? (JAMESON, 2005, p.59-60). , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Wallace Correa Pantoja Junior - Integrante / Rodrigo Herenio Franco - Integrante / Sarah Melo Galvão - Integrante / Manuela do Corral Vieira - Coordenador.

  • 2016 - Atual

    Mídia e Violência: percepções e representações na Amazônia, Descrição: O projeto Mídia e Violência: as narrativas midiáticas na Amazônia paraense integra um conjunto de ações que tem por finalidade combater a violência pela violência nas matérias e imagens sobre esse problema social. A relação entre mídia e violência se constitui há muito num recorte de pesquisa de sociólogos, antropólogos, filósofos, psicólogos, comunicólogos entre outros, que veem com preocupação as inúmeras narrativas visuais, textuais ou orais construídas nos meios de comunicação, que quase sempre apelam ao uso excessivo de imagens ou expressões negativas, assim como uma superficialização, generalização e banalização desse problema social. A violência passa a ser explicada como um desfecho possível para as mais distintas situações e tensões, as quais vão desde formas mais simples e diretas ? e eventualmente ?irracionais? ou menos conscientes ? de manifestação de desejos até os grandes conflitos como compreensão da contemporaneidade. O problema ganha nos espaços impressos, televisivos ou nas mídias sociais na Internet tratamento de espetáculo midiático. Ou seja, passa a gravitar o ?mundo do espetáculo?, ou a ?espetacularização do mundo?, atenuando ou até eliminando as fronteiras entre os gêneros ?jornalismo?, ?entretenimento? e ?publicidade? na construção das narrativas midiáticas. Se, por um lado, há uma pluralidade de sentidos de violência, quando se objetiva determinar a origem ou o debate sobre o problema, por outro, ou, ao mesmo tempo, há uma homogeneização no uso do termo na contemporaneidade, com a mídia recorrendo a expressões que se valem de estigmas, estereótipos ou sensacionalismos para explicar a questão, negando uma relação ética no tratamento da questão. As primeiras pesquisas, por volta da década de 1970, procuraram investigar a influência de uma programação violenta sobre o comportamento de crianças e jovens, com a finalidade de compreender se havia uma relação direta entre agressividade infantil e televisão. Hoje, as pesquisas têm procurado entender de que forma a mídia tem construído o sentido dessa violência, assim como os indivíduos recebem essas mensagens no seu cotidiano. Percebe-se uma certa cristalização da cultura do medo ou da violência pela mídia, que passa a ser apresentada como chamariz da atenção e da experiência. Experiência esta que apela, sobretudo, para as sensações e um jornalismo que faz dessas sensações a chave para a sua narrativa. Portanto, parte-se da argumentação de que na relação complexa entre mídia e violência, ainda são identificados os seguintes problemas: conteúdos vazios das narrativas midiáticas difundidas nos diversos meios de comunicação, exposição demasiada de um discurso imagético negativo, com apelo ao sangue, esgarçamento da ética na elaboração, cristalização de uma cultura do medo ou da violência e uma relação de tensão entre sujeitos e instituições. Numa primeira fase do projeto, foram analisadas as narrativas impressas e televisivas com a finalidade de observar a relação entre o problema social violência e a construção midiática sobre a questão. .. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Wallace Correa Pantoja Junior - Coordenador / Raisa Cristine Rodrigues de Araújo - Integrante / Nathan Nguangu Kabuenge - Integrante / Sérgio do Espirito Santo Ferreira Junior - Integrante / Denise Cristina Salomão Côrrea - Integrante / Alda Cristina Silva da Costa - Integrante.

  • 2016 - Atual

    Narrativas Contemporâneas na Amazônia Paraense - Narramazônia, Descrição: O Grupo de Pesquisa Narrativas Contemporâneas na Amazônia Paraense (Narramazônia) é um espaço de discussões e pesquisas multi e transdisciplinar sobre a constituição e circulação de narrativas na sociedade. Através do ato de narrar é possível compreender as interações humanas: a relação do eu com o outro, bem como a constituição dos contextos históricos, culturais e sociais em que estão inseridos. Na região amazônica, as narrativas são produtoras de sentidos e dos modos de interação dos sujeitos em sociedade, abarcando conceituações e caracterizações das narrativas, como narrativas da literatura: mito e ficção, narrativas midiáticas: fato e acontecimento, diversas linguagens observadas como narrativas: da escrita ao virtual, narrativas produzidas sobre a Amazônia na contemporaneidade. Os objetivos do Narramazônia, assim, são: construir um panorama histórico sobre as narrativas nos últimos 100 anos; conceituar narrativas, dos clássicos aos contemporâneos; compreender as narrativas como construção das relações sociais; refletir sobre as narrativas como atos de fala (discurso) na relação entre autor, personagens e leitor; analisar as narrativas da literatura e a produção de sentidos no mito e na ficção; analisar as narrativas midiáticas (livro, jornal, rádio, cinema, televisão, mídia sociais na internet, entre outras); analisar as narrativas como história e memória.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Wallace Correa Pantoja Junior - Coordenador / Raisa Cristine Rodrigues de Araújo - Integrante / Nathan Nguangu Kabuenge - Integrante / Sérgio do Espirito Santo Ferreira Junior - Integrante / Denise Cristina Salomão Côrrea - Integrante / Alda Cristina Silva da Costa - Integrante / Vânia Maria Torres Costa - Integrante.

Histórico profissional

Experiência profissional

2016 - Atual

Universidade Federal do Pará

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de Pesquisa