Paulo Roberto Megna Francisco

Pós Doutor em Ciência do Solo pela Universidade Federal da Paraíba - UFPB - CCA/Areia. Atuou como Pesquisador de Desenvolvimento Científico Regional de Interiorização na Universidade Federal da Paraíba - UFPB - CCA/Areia. Graduando em Engenharia Sanitária e Ambiental pela UEPB. Possui Doutorado em Engenharia Agrícola (Concentração em Irrigação e Drenagem) pela Universidade Federal de Campina Grande - UFCG (2013), Mestrado em Agronomia - Manejo de Solo e Água (Concentração - Agricultura Sustentável e Planejamento Ambiental) pela Universidade Federal da Paraíba - UFPB - Areia (2010) e Graduação em Tecnologia Agrícola - Mecanização pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP - Bauru (1990). Tem experiência na Docência na área de Agronomia, com ênfase em Mecanização Agrícola, Máquinas e Implementos Agrícolas e Máquinas Agrozootécnicas. Atuando atualmente como pesquisador e colaborador em projetos junto à UFPB Campus de Areia e Campus de João Pessoa, UFCG - Campus de Campina Grande e Campus de Sumé em pesquisa da vegetação do semiárido, em projetos do IFPB Campus de Campina Grande e de Picuí. Tem experiencia em classificação técnica e mapeamento de solos, aptidão agrícola, capacidade de uso do solo, geoprocessamento, cartografia, sensoriamento remoto, geoestatística, geração de balanço hídrico e índices climáticos.

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Acadêmico

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Formação acadêmica

Doutorado em Pós-graduação em Engenharia Agrícola

2010 - 2013

Universidade Federal de Campina Grande
Título: MODELO DE MAPEAMENTO DA DETERIORAÇÃO DO BIOMA CAATINGA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO TAPEROÁ, PB
Lúcia Helena Garófalo Chaves. Coorientador: Iêde de Brito Chaves. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: geoprocessamento; processamento de imagens; sensoriamento remoto; geoestatística; desertificação.Grande área: Ciências AgráriasGrande Área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Geofísica / Especialidade: Sensoriamento Remoto. Grande Área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Sensoriamento Remoto e Fotointerpretação / Especialidade: geoprocessamento.

Mestrado em Manejo de Solo e Água

2008 - 2010

Universidade Federal da Paraíba
Título: Classificação e mapeamento das terras para mecanização agricola do estado da Paraiba utilizando sistema de informação geografica,Ano de Obtenção: 2010
Iêde de Brito Chaves.Coorientador: Eduardo Rodrigues Viana de Lima. Bolsista do(a): Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado da Paraíba, FAPESQ, Brasil. Palavras-chave: capacidade de uso; SPRING; geoprocessamento; impedimentos a mecanização; aptidão agricola.Grande área: Ciências AgráriasGrande Área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Sensoriamento Remoto e Fotointerpretação. Grande Área: Ciências Agrárias / Área: Engenharia Agrícola / Subárea: Máquinas e Implementos Agrícolas. Setores de atividade: Agricultura, Pecuária e Serviços Relacionados.

Graduação em andamento em Engenharia Agrícola

2015 - Atual

Universidade Federal de Campina Grande

Graduação em Tecnólogo Agrícola

1987 - 1990

Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho

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Pós-doutorado

2015 - 2017

Pós-Doutorado. , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil. , Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. , Grande área: Ciências Agrárias, Grande Área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Meteorologia / Especialidade: Climatologia. , Grande Área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Sensoriamento Remoto e Fotointerpretação / Especialidade: geoprocessamento.

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Formação complementar

2014 - 2014

Metodologia da Formação Profissional e Social. (Carga horária: 40h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, SENAR, Brasil.

2013 - 2013

Zoneamento Agroecológico. (Carga horária: 8h). , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.

2012 - 2012

Introdução ao Arcgis. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal de Campina Grande, UFCG, Brasil.

2012 - 2012

GNSS para GIS. (Carga horária: 8h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.

2012 - 2012

Curso Básico de Geoestatística Utilizando o VESPER. (Carga horária: 40h). , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.

2012 - 2012

Introdução a Geoestatística. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal de Pernambuco, UFPE, Brasil.

2011 - 2011

Pedologia. (Carga horária: 40h). , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.

2010 - 2010

Sensoriamento Remoto Aplicado a Recursos Hidrico. (Carga horária: 60h). , Universidade Federal de Campina Grande, UFCG, Brasil.

2009 - 2010

Ingles Intermediário. (Carga horária: 160h). , Cultura Inglesa - PB, CI, Brasil.

2009 - 2009

Aspectos Técnicos e Legais para a Sustentabilidade. (Carga horária: 20h). , Ministério Público do Estado da Paraíba, PGJ, Brasil.

2008 - 2008

Técnicas de Sensoriamento Remoto-Geoprocessamento. (Carga horária: 90h). , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.

2006 - 2006

Fundamentos de Lubrificação. (Carga horária: 10h). , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.

2003 - 2003

ESPANHOL BASICO PARA TURISMO. (Carga horária: 60h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial - PB (PB), SENAC/PB, Brasil.

2003 - 2003

Manutenção de Computadores. (Carga horária: 120h). , Kenwood informática, KENWOOD, Brasil.

2001 - 2001

COREL DRAW e PAGEMAKER. (Carga horária: 60h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial - PB (PB), SENAC/PB, Brasil.

2000 - 2000

Curso Básico aplicado ao Direito Eleitoral. (Carga horária: 15h). , Instituto Federal de Alagoas - Matriz, IFAL, Brasil.

1992 - 1992

São Paulo vai a Campo. (Carga horária: 40h). , Governo do Estado de São Paulo, GOVERNO/SP, Brasil.

1989 - 1989

Fundamentos de Lubrificação. (Carga horária: 8h). , TEXACO, TEXACO, Brasil.

1989 - 1989

Operação e Manutenção de Tratores. (Carga horária: 40h). , Massey Fergunson, MF, Brasil.

1987 - 1987

Relação Solo-Máquina-Subsoladores. (Carga horária: 8h). , Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil.

1987 - 1987

Tecnologia de Aplicação de Defensivos Agrícolas. (Carga horária: 8h). , Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil.

1987 - 1987

Relação Solo-Máquina-Enxadas Rotativas. (Carga horária: 8h). , Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil.

1987 - 1987

Implementos Operações Agrícolas. (Carga horária: 8h). , Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil.

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Idiomas

Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Espanhol

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

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Áreas de atuação

    Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia.

    Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Sensoriamento Remoto e Fotointerpretação/Especialidade: geoprocessamento.

    Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Sensoriamento Remoto e Fotointerpretação.

    Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Ciência do Solo/Especialidade: Gênese, Morfologia e Classificação dos Solos.

    Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Ciência do Solo/Especialidade: Manejo e Conservação do Solo.

    Grande área: Ciências Agrárias / Área: Engenharia Agrícola / Subárea: Máquinas e Implementos Agrícolas.

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Organização de eventos

ROCHA, J. B. ; FRANCISCO, P. R. M. . Congresso Técnico Cientifico da Engenharia e da Agronomia. 2019. (Congresso).

BARACUHY, J. G. V. ; FURTADO, D. A. ; FRANCISCO, P. R. M. . Congresso Técnico Cientifico da Engenharia e da Agronomia. 2018. (Congresso).

FRANCISCO, P. R. M. . Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia. 2017. (Congresso).

CIRNE, L. E. M. R. ; FARIAS, S. A. R. ; FURTADO, D. A. ; FRANCISCO, P. R. M. . 8°Simpósio Internacional sobre Gerenciamento de Resíduos em Universidades. 2017. (Congresso).

MARCONDES, D. A. S. ; SUL, L. A. I. ; BARACUHY, J. G. V. ; FURTADO, D. A. ; FRANCISCO, P. R. M. ; FERREIRA, A. C. ; ARAUJO, M. M. ; TOZZI, M. J. ; OLIVEIRA, R. R. ; DESCHAMPS, A. C. F. . Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia. 2016. (Congresso).

SANTOS, C. A. C. ; SILVA, V. M. A. ; FRANCISCO, P. R. M. . II WORKSHOP DE RECURSOS NATURAIS DO SEMIÁRIDO. 2016. (Congresso).

BARACUHY, J. G. V. ; FURTADO, D. A. ; FRANCISCO, P. R. M. ; FERREIRA, A. C. . Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia. 2015. (Congresso).

BARACUHY, J. G. V. ; FURTADO, D. A. ; FRANCISCO, P. R. M. . Lançamento do Livro Unidade de Tecnologias Integradas para Conservação de Recursos Hidricos. 2015. (Outro).

FURTADO, D. A. ; BARACUHY, J. G. V. ; FRANCISCO, P. R. M. . Lançamento do Livro Difusão de Tecnologias Apropriadas para o Desenvolvimento Sustentável do Semiárido Brasileiro. 2014. (Outro).

BARACUHY, J. G. V. ; FURTADO, D. A. ; FRANCISCO, P. R. M. ; FERREIRA, A. C. . Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia. 2014. (Congresso).

FURTADO, D. A. ; BARACUHY, J. G. V. ; FRANCISCO, P. R. M. . Lançamento do Livro Tecnologias Adaptadas para o Desenvolvimento Sustentável do Semiárido. 2014. (Outro).

JULIATTI, F. C. ; SANTOS, D. ; FRANCISCO, P. R. M. . 9º Congresso Brasileiro de Educação Agrícola Superior, 54ª Reunião Anual da ABEAS, 8º Fórum de Educação Agrícola Superior. 2014. (Congresso).

FRANCISCO, P. R. M. . IV Semana de Ciencia e Tecnologia da Pós-Graduação. 2010. (Outro).

FRANCISCO, P. R. M. . III Semana de Ciencia e Tecnologia da Pós-Graduação. 2009. (Outro).

FRANCISCO, P. R. M. . II Semana de Ciencia e Tecnologia da Pós-Graduação. 2008. (Outro).

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Participação em eventos

8° Fórum Mundial da Água. 2018. (Outra).

Agronomia do Século XXI e A formação Profissional na Realidade Brasileira: Impactos da Indústria 4.0 na Agricultura e no Meio Ambiente - O Caso Brasileiro. 2018. (Outra).

Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia. CLASSIFICAÇÃO CLIMÁTICA DE KÖPPEN E THORNTHWAITE PARA O ESTADO DA PARAÍBA. 2018. (Congresso).

Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia. ANÁLISE DE PEDIDOS PATENTÁRIOS SOBRE A MAMONA. 2018. (Congresso).

Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia. ANÁLISE DOS DADOS DO CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA E SUA CONTRIBUIÇÃO À PESQUISA BRASILEIRA. 2018. (Congresso).

Seminário da Confederação Nacional de Agricultura. 2018. (Seminário).

8°Simpósio Internacional sobre Gerenciamento de Resíduos em Universidades. 2017. (Simpósio).

Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia. POTENCIAL PEDOLÓGICO DO ESTADO DA PARAÍBA PARA O CULTIVO DO ALGODÃO HERBÁCEO (Gossypium hirsutum). 2017. (Congresso).

Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia. POTENCIAL PEDOLÓGICO DO ESTADO DA PARAÍBA PARA O CULTIVO DA MAMONA (Ricinus communis L.). 2017. (Congresso).

Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia. MAPEAMENTO DO POTENCIAL PEDOLÓGICO DO ESTADO DA PARAÍBA PARA O CULTIVO DE CANA DE AÇÚCAR (Saccharum spp). 2017. (Congresso).

Preparatório da Engenharia e da Agronomia para o Fórum Mundial da Água. 2017. (Outra).

Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia. A CULTURA DO FEIJÃO CAUPI (Vigna unguiculata (L.) Walp.) NO ESTADO DA PARAÍBA E SUA APTIDÃO CLIMÁTICA. 2016. (Congresso).

Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia. POTENCIAL PEDOLÓGICO DAS TERRAS PARA O CULTIVO DO FEIJÃO CAUPI (Vigna unguiculata (L.) Walp.) NO MANEJO C - ESTADO DA PARAÍBA. 2016. (Congresso).

Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia. APTIDÃO CLIMÁTICA DO ESTADO DA PARAÍBA PARA O SORGO (Sorghum bicolor). 2016. (Congresso).

Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia. CAPACIDADE DE BIOSSORÇÃO DO METAL NÍQUEL EM TRÊS BIOSSORVENTES ORGÂNICOS. 2016. (Congresso).

Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia. GEOESPACIALIZAÇÃO DE CENÁRIOS PLUVIOMÉTRICOS ATRAVÉS DE KRIGAGEM UTILIZANDO DISTRIBUIÇÃO GAMA INCOMPLETA E TESTE KOLMOGOROV-SMIRNOV. 2016. (Congresso).

Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia. APTIDÃO CLIMÁTICA DO ESTADO DA PARAÍBA PARA A MAMONA (Ricinus communis L.). 2016. (Congresso).

II WORKSHOP INTERNACIONAL SOBRE A ÁGUA NO SEMIÁRIDO BRASILEIRO.POTENCIAL PEDOLÓGICO DOS SOLOS PARA O CULTIVO DO MILHO (Zea mays L.) NO ESTADO DA PARAÍBA. 2016. (Oficina).

Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia. ANÁLISE E MAPEAMENTO DOS ÍNDICES DE UMIDADE, HÍDRICO E ARIDEZ DO ESTADO DA PARAÍBA. 2015. (Congresso).

Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia. VARIABILIDADE DA TEMPERATURA MÉDIA DO AR NO ESTADO DA PARAÍBA. 2015. (Congresso).

Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia. EVAPOTRANSPIRAÇÃO DE REFERÊNCIA MENSAL E ANUAL PELO MÉTODO DE THORNTHWAITE PARA O ESTADO DA PARAÍBA. 2015. (Congresso).

III Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável. 2015. (Encontro).

9º Congresso Brasileiro de Educação Agrícola Superior, 54ª Reunião Anual da ABEAS, 8º Fórum de Educação Agrícola Superior. ESTUDO DA EVAPOTRASPIRAÇÃO DE REFERENCIA MENSAL E ANUAL DA BACIA HIDROGRAFICA DO RIO URUÇUÍ PRETO?PI. 2014. (Congresso).

9º Congresso Brasileiro de Educação Agrícola Superior, 54ª Reunião Anual da ABEAS, 8º Fórum de Educação Agrícola Superior. ESTUDO DA EROSIVIDADE DA CHUVA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO URUÇUÍ PRETO-PI. 2014. (Congresso).

9º Congresso Brasileiro de Educação Agrícola Superior, 54ª Reunião Anual da ABEAS, 8º Fórum de Educação Agrícola Superior. ESTUDO DA EVAPOTRASPIRAÇÃO DE REFERENCIA MENSAL E ANUAL DA BACIA HIDROGRAFICA DO RIO URUÇUÍ PRETO?PI. 2014. (Congresso).

CONGRESSO TECNICO CIENTIFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONMIA. VARIAÇÃO CLIMÁTICA DO MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DO CARIRI-PB EM DESEMPENHO AO ARMAZENAMENTO DE ÁGUA NO SOLO. 2014. (Congresso).

CONGRESSO TECNICO CIENTIFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONMIA. ESTUDO DA DIREÇÃO PREDOMINANTE DO VENTO SOBRE A BACIA HIDROGRAFICA DO RIO URUÇUÍ PRETO?PI. 2014. (Congresso).

CONGRESSO TECNICO CIENTIFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONMIA. ANÁLISE TEMPORAL DA VEGETAÇÃO DE CAATINGA UTILIZANDO NDVI. 2014. (Congresso).

CONGRESSO TECNICO CIENTIFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONMIA. TECNOLOGIA DA GEOINFORMAÇÃO APLICADA NO MAPEAMENTO DAS TERRAS À MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA. 2014. (Congresso).

CONGRESSO TECNICO CIENTIFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONMIA. VARIABILIDADE PLUVIOMÉTRICA EM SÃO JOÃO DO CARIRI?PB. 2014. (Congresso).

CONGRESSO TECNICO CIENTIFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONMIA. VARIAÇÃO CLIMÁTICA DO MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DO CARIRI-PB EM DESEMPENHO AO ARMAZENAMENTO DE ÁGUA NO SOLO. 2014. (Congresso).

CONGRESSO TECNICO CIENTIFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONMIA. ESTUDO DA PRECIPITAÇÃO PLUVIAL NO MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DO CARIRI-PB. 2014. (Congresso).

CONGRESSO TECNICO CIENTIFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONMIA. CARACTERIZAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO CLIMÁTICA DA CIDADE DE CAMPINA GRANDE?PB. 2014. (Congresso).

CONGRESSO TECNICO CIENTIFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONMIA. EXPANSÃO IMOBILIÁRIA E SUAS CONSEQUÊNCIAS EM UNIDADE DE CONSERVAÇÃO AMBIENTAL. 2014. (Congresso).

CONGRESSO TECNICO CIENTIFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONMIA. ÍNDICE DE BIOMASSA DE VEGETAÇÃO LENHOSA UTILIZADA NA ANÁLISE TEMPORAL DA VEGETAÇÃO DE REGIÃO SEMIÁRIDA. 2014. (Congresso).

Prêmio Celso Furtado de Desenvolvimento Regional ? Edição 2014.METODOLOGIA PARA QUALIFICAÇÃO DAS DECISÕES PRODUTIVAS EM REFORMA AGRÁRIA DE ASSENTAMENTO. 2014. (Outra).

Treinamento de Metodologia da Formação Profissional e Promoção Social do SENAR.Metodologia de Instrução para Manutenção de Tratores. 2014. (Outra).

Aplicaciones tecnologicas con imagenes satelitales de ultima generation. 2013. (Outra).

Congresso Norte Nordeste de Pesquisa e Inovação da Rede Federal de Educação Profissional, Cientifica e Tecnologica. ANÁLISE DA DEGRADAÇÃO DE ÁREAS DO NÚCLEO DE DESERTIFICAÇÃO SERIDÓ UTILIZANDO MODELAGEM EM SIG. 2013. (Congresso).

Descomplique datum e projeção cartográfica no ambiente Gis. 2013. (Seminário).

Explorando o Autodesk InfraWorks 2014: BIM+GIS para Projetos de Infraestrutura. 2013. (Seminário).

GISDay. 2013. (Outra).

I Colóquio de Tecnologia Ambiental e Biodiversidade e III Encontro de Pós-graduação do ITEP.ANÁLISE MULTIVARIADA DO PADRÃO ESPACIAL DA TEMPERATURA DO AR NA AMAZONIA OCIDENTAL. 2013. (Encontro).

I Colóquio de Tecnologia Ambiental e Biodiversidade e III Encontro de Pós-graduação do ITEP.ESTIMATIVA DO BALANÇO HÍDRICO CLIMATOLÓGICO EM RECIFE-PE. 2013. (Encontro).

I Colóquio de Tecnologia Ambiental e Biodiversidade e III Encontro de Pós-graduação do ITEP.Zoneamento Agrícola de Risco Climático do Município de São João do Cariri-PB Utilizando Geotecnologias. 2013. (Encontro).

I Colóquio de Tecnologia Ambiental e Biodiversidade e III Encontro de Pós-graduação do ITEP.Análise de Diferentes Tipos de Uso do Solo da Região Semiárida Utilizando Geotecnologias. 2013. (Encontro).

I Reunião Nordestina de Ciência do Solo. Desenvolvimento de Base de Dados para Mapeamento Digital de Assentamento Rural. 2013. (Congresso).

I SEMINÁRIO EDUCAÇÃO, DESENVOLVIMENTO E SUSTENTABILIDADE NO SEMIÁRIDO.ANÁLISE DA DISTRIBUIÇÃO DA VEGETAÇÃO DE CAATINGA UTILIZANDO GEOPROCESSAMENTO. 2013. (Seminário).

I SEMINÁRIO EDUCAÇÃO, DESENVOLVIMENTO E SUSTENTABILIDADE NO SEMIÁRIDO.MAPEAMENTO DA APTIDÃO PEDOLÓGICA DA CULTURA DO ALGODÃO PARA O ESTADO DA PARAÍBA. 2013. (Seminário).

Normas del consorcio geoespacial abierto y computacion en nube. 2013. (Seminário).

VI SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE GEOGRAFIA AGRÁRIA - VII SIMPÓSIO NACIONAL DE GEOGRAFIA AGRÁRIA 1a. JORNADA DE GEOGRAFIA DAS ÁGUAS.USO DE GEOTECNOLOGIAS E DE TÉCNICAS DE DESCRIÇÃO E LEVANTAMENTO EM CAMPO NO MAPEAMENTO DAS TIPOLOGIAS DE CAATINGA DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO TAPEROÁ, PB. 2013. (Simpósio).

VI SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE GEOGRAFIA AGRÁRIA - VII SIMPÓSIO NACIONAL DE GEOGRAFIA AGRÁRIA 1a. JORNADA DE GEOGRAFIA DAS ÁGUAS.CARACTERIZAÇÃO GEOGRÁFICA E MAPEAMENTO DA COBERTURA DO SOLO DO ASSENTAMENTO RURAL PATATIVA DO ASSARÉ. 2013. (Simpósio).

V Workshop de Mudanças Climáticas e Recursos Hídricos do Estado de Pernambuco e o II Workshop Internacional Sobre Mudanças Climáticas e Biodiversidade. DETECÇÃO DE MUDANÇA DE VEGETAÇÃO DE CAATINGA ATRAVÉS DE GEOTECNOLOGIAS. 2013. (Congresso).

V Workshop de Mudanças Climáticas e Recursos Hídricos do Estado de Pernambuco e o II Workshop Internacional Sobre Mudanças Climáticas e Biodiversidade. ESTIMATIVA DA DETERIORAÇÃO DAS TERRAS SEMIÁRIDAS DO MUNICÍPIO DE PICUÍ UTILIZANDO ÍNDICE DE DETERIORAÇÃO DAS TERRAS SEMIÁRIDAS. 2013. (Congresso).

XLII Congresso Brasileiro de Engenharia Agrícola - CONBEA 2013. MODELO DE MAPEAMENTO DA DETERIORAÇÃO DAS TERRAS SEMIÁRIDAS. 2013. (Congresso).

XLII Congresso Brasileiro de Engenharia Agrícola - CONBEA 2013. ANÁLISE DA DEGRADAÇÃO AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE CABACEIRAS-PB. 2013. (Congresso).

XLII Congresso Brasileiro de Engenharia Agrícola - CONBEA 2013. IDENTIFICAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS NA REGIÃO SEMIÁRIDA UTILIZANDO IMAGENS MULTIESPECTRAL E NDVI. 2013. (Congresso).

Detecção de mudança eficaz utilizando solução ERDAS Imagine e imagens RapidEye. 2012. (Seminário).

Ferramentas Básicas de Sistemas de Informações Geográficas Aplicadas ao Licenciamento Ambienrtal. 2012. (Seminário).

Ferramentas Básicas de Sistemas Geográficas Aplicadas ao Licenciamento Ambiental. 2012. (Oficina).

Galileo para Aplicações de Gestão de Terras: Resultados e Perspectivas do Projeto ENCORE. 2012. (Seminário).

Geocatálogo; Gestão de imagens e ortofotos atraves de uma forma rápida, segura e eficiente com ERDAS APOLLO. 2012. (Seminário).

Geomatica 2012: Alto desempenho no processamento de grande volume de imagens. 2012. (Seminário).

Geotecnologias na Gestão Pública 2012. 2012. (Encontro).

GIS DAY: Conectados ao futuro através da Geocolaboração. 2012. (Seminário).

GNSS para GIS (Posicionamento por Satélite GPS). 2012. (Simpósio).

III Jornada Brasileira de gvSIG. 2012. (Seminário).

II Workshop EUROCLIMA DLDD. 2012. (Oficina).

Inovação no Escaneamento a Laser 3D. 2012. (Seminário).

IV SIMGEO - Simpósio Brasileiro de Ciências Geodésicas e Tecnologias da Geoinformação.SPRING como ferramenta para Mapeamento da Aptidão Pedológica da cultura da Mamona no estado da Paraíba. 2012. (Seminário).

IV SIMGEO - Simpósio Brasileiro de Ciências Geodésicas e Tecnologias da Geoinformação.Mapeamento da Aptidão Edáfica para Fruticultura segundo o Zoneamento Agropecuário do Estado da Paraíba utilizando o SPRING. 2012. (Simpósio).

IV SIMGEO - Simpósio Brasileiro de Ciências Geodésicas e Tecnologias da Geoinformação.Zoneamento de Risco Climático e Aptidão de Cultivo para o Município de Picuí ? PB utilizando Sistema de Informação Geográfica. 2012. (Simpósio).

IV Workshop de Mudanças Climáticas e Recursos Hídricos do Estado de Pernambuco e o I Workshop Internacional Sobre Mudanças Climáticas e Biodiversidade na Região Nordeste do Brasil.MAPEAMENTO DA CAATINGA COM USO DE GEOTECNOLOGIA E ANÁLISE DA UMIDADE ANTECEDENTE EM BACIA HIDROGRÁFICA. 2012. (Oficina).

I Workshop de Máquinas Agroindustriais para o Semiárido Brasileiro. 2012. (Oficina).

Laser escaner móvel terrestre. 2012. (Seminário).

La Teledeteccion Promoviendo el Desarrolo en el Pais. 2012. (Outra).

OnMaps-Inteligencia Geográfica Aplicada. 2012. (Seminário).

Pleiades, o novo satélite de altíssima resolução da Astrium e. 2012. (Seminário).

Prêmio Celso Furtado de Desenvolvimento Regional.CLASSIFICAÇÃO E MAPEAMENTO DAS TERRAS PARA MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA DO ESTADO DA PARAÍBA UTILIZANDO SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS. 2012. (Outra).

Premio Celso Furtado de Desenvolvimento Regional - Edição 2012.Classificação e Mapeamento das Terras para Mecanização Agrícola do Estado da Paraíba utilizando Sistema de informação Geográfica. 2012. (Outra).

Radar aerotransportado da BASE. 2012. (Seminário).

RTK em rede o novo método de levantamento. 2012. (Seminário).

Seminário Nacional da Agroindústria - V Jornada Nacional da Agroindústria.USO DE GEOTECNOLOGIA E APTIDÃO AGRÍCOLA NA GESTÃO DO ASSENTAMENTO MARGARIDA MARIA ALVES. 2012. (Seminário).

Sepa todo acerca de gvSIG Desktop. 2012. (Outra).

Sistema ArcGIS 10.1: Disenemos el Futuro Hoy. 2012. (Seminário).

Sistema ArcGis 10.1 Conectados ao mundo pela geografia. 2012. (Seminário).

Sistema online para visualização de dados geospaciais. 2012. (Seminário).

SuperGeo: Tecnologias GIS ao seu alcance para tomada de decisão. 2012. (Seminário).

Uso de receptores GNSS RTK para georreferenciamento de imóveis rurais. 2012. (Outra).

VI GEONORDESTE - Simposio Regional de Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto.IDENTIFICAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS UTILIZANDO GEOTECNOLOGIAS NO MUNICÍPIO DE SOLEDADE-PB. 2012. (Simpósio).

VI GEONORDESTE - Simposio Regional de Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto.USO DA GEOTECNOLOGIA COMO FERRAMENTA PARA A CARACTERIZAÇÃO DE ASSENTAMENTOS RURAIS. 2012. (Simpósio).

VI GEONORDESTE - Simposio Regional de Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto.IDENTIFICAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS UTILIZANDO GEOTECNOLOGIAS NO MUNICÍPIO DE SOLEDADE-PB. 2012. (Simpósio).

VI GEONORDESTE - Simposio Regional de Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto.ANÁLISE ESPECTRAL E AVALIAÇÃO DE ÍNDICES DE VEGETAÇÃO PARA O MAPEAMENTO DA CAATINGA. 2012. (Simpósio).

VI GEONORDESTE - Simposio Regional de Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto.IDENTIFICAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS UTILIZANDO GEOTECNOLOGIAS NO MUNICÍPIO DE SOLEDADE-PB. 2012. (Simpósio).

Workshop de Lançamento TerraMA2. 2012. (Seminário).

Workshop sobre a palma forrageira - uso e perspectiva no semiárido.Avaliação do peso úmido e seco da palma forrageira Opuntia ficus indica (L.) Mill em áreas degradadas do Seridó Paraibano. 2012. (Simpósio).

Aplicações de imagens de satélite para o meio ambiente. 2011. (Seminário).

Geodireito e Meio Ambiente: o Georreferenciamento no Direito Ambiental. 2011. (Seminário).

Irrigação automatizada para jardins e gramados esportivos 'Rain Bird'. 2011. (Outra).

Sistemas ambientais com geotecnologia CAR. 2011. (Seminário).

Utilizando bases geodésicas para o georreferencimaento. 2011. (Seminário).

III SIMPOSIO BRASILEIRO DE CIENCIAS GEODESICAS E TECNOLOGIA DA GEOINFORMAÇÃO.Sistema de informação geografica para gestão ambiental de bacias hidrográficas. 2010. (Simpósio).

Reunião Preparatória do I Encontro Nacional de Enfrentamento da Desertificação-ENED. 2010. (Outra).

Seminário Nacional sobre Educação Contextualizada para a convivencia com o Semiárido. 2010. (Seminário).

XVIII REUNIÃO BRASILEIRA DE MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO E DA ÁGUA. Mapeamento das terras para mecanização agrícola do estado da Paraíba. 2010. (Congresso).

XVIII REUNIÃO BRASILEIRA DE MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO E DA ÁGUA. Utilização da tecnologia SIG e imagem SRTM no mapeamento das terras para mecanização agrícola no Estado da Paraíba. 2010. (Congresso).

49a Reunião Anual da Associação Brasileira de Engenharia Agricola -ABEAS. 2009. (Congresso).

I Encontro sobre Meio Ambiente - Aspectos Técnicos e Legais para a Sustentabilidade do Semiárido. 2009. (Encontro).

II Simposio sobre Mudanças Climáticas e Desertificação no Semiárido Brasileiro. 2009. (Simpósio).

I Seminário de Pós-Graduação em Ciencias Agrárias. 2009. (Seminário).

Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto.Integração do sensoriamento remoto e sistema de informações geográficas (SIG) para identificação, mapeamento e classificação do uso da terra e cobertura vegetal numa parte do Agreste Paraibano no Brasil. 2009. (Simpósio).

XVII Encontro Nacional de Iniciação Cientifica - III Seminário de Pós-Graduação.Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento. 2009. (Seminário).

XVI Encontro Nacional de Iniciação Cientifica - II Semana Nacional de Ciencia e Tecnologia da Pós-graduação.Sensoriamento Remoto e suas aplicações. 2008. (Encontro).

XVII Reunião Brasileira de Manejo e Conservação do Solo e da Água. Chave Interpretativa para Levantamento Simplificado de Terras e Estimativa da Capacidade de uso, Projeto Vaca Brava, Areia-PB. 2008. (Congresso).

São Paulo vai a campo. 1992. (Oficina).

Semana da Universidade de Bauru-UNESP. 1989. (Outra).

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Participação em bancas

Aluno: Josévaldo Ribeiro Silva

OLIVEIRA, F. P.SANTOS, D.MARTINS, J. C. R.FRANCISCO, P. R. M.. Variabilidade espacial da resistência a penetração em solo cultivado com cana-de-açúcar sob colheita mecanizada com tráfego controlado. 2018. Dissertação (Mestrado em Pós-graduação em Ciência do Solo) - Universidade Federal da Paraíba.

Aluno: RODOLPHO JOSÉ DE ALMEIDA NASCIMENTO

OLIVEIRA, F. P.SANTOS, D.BEIRIGO, R. M.FRANCISCO, P. R. M.; PEQUENO, P. L. L.. Erodibilidade em entressulcos, escoamento superficial e formação de crostas em solos representativos no estado da Paraiba. 2019. Tese (Doutorado em Programa de Pós-graduação em Ciência do Solo) - Universidade Federal da Paraíba.

Aluno: Danilo Duarte Costa e Silva

FRANCISCO, P. R. M.CHAVES, H. M. L.; SOUZA, J. L.. Aplicação do índice de sustentabilidade de bacias hidrográficas Piranhas-Açú a partir de métodos multicritérios e multidecisor. 2017. Tese (Doutorado em Recursos Naturais) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: George do Nascimento Ribeiro

MORAES NETO, J. M. deFRANCISCO, P. R. M.Duarte, S. M. A.Lucena, D. B.BARBOSA, M. P.. USO DE GEOTECNOLOGIAS NO ESTUDO DA DEGRADAÇÃO AMBIENTAL NO MUNICÍPIO DE SUMÉ-PB. 2014. Tese (Doutorado em Pós-graduação em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: George do Nascimento Ribeiro

MORAES NETO, J. M. deBARBOSA, M. P.Lucena, D. B.Duarte, S. M. A.FRANCISCO, P. R. M.. Estudo da degradação ambiental no municipio de Sumé-PB através do Sensoriamento Remoto e Processamento Digital. 2013. Exame de qualificação (Doutorando em Pós-graduação em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Geraldo Moura Baracuhy Neto

LIMA, V. L. A.GONCALVES, J. L. G.FRANCISCO, P. R. M.. Gestão ambiental como instrumento de responsabilidade socioambiental em empresas do setor sucroalcoleiro. 2010 - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Layane Carmem Arruda da Rocha

FRANCISCO, P. R. M.RIBEIRO, G.N.MEDEIROS, P. da C.BRASILEIRO, I. M. N.. Aplicação de transformada de Wavelet continua em dados de vazão diária. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Biossistemas) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: José Felipe Silva de Sales

FRANCISCO, P. R. M.SANTOS, DJAILOLIVEIRA, F. P.. Estimativa de perda de solo por erosão em propriedades rurais registradas no cadastro ambiental rural no município de Alagoa Nova-PB. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.

Aluno: Santana Livia de Lima

RIBEIRO, G.N.MEDEIROS, P. da C.BRASILEIRO, I. M. N.ALCANTARA, H. M.FRANCISCO, P. R. M.. Uso de geotecnologias aplicadas a parâmetros físico-químicos em águas de poços públicos na zona urbana de Triunfo/PB. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Biotecnologia e Bioprocessos) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Austro José Faustino Tavares

TAVARES, A. J. F.FARIAS, S. A. R.TOMIYOSHI, C. M.FRANCISCO, P. R. M.FARIAS, D. S. C. R.. Planejamento para práticas agrícolas em propriedade rural no município de Cabaceiras-PB. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Polyanna Bárbara de Medeiros Oliveira

MEDEIROS, P. da C.RIBEIRO, G.N.FRANCISCO, P. R. M.. Delimitação dos Domínios de Escoamento - Região do Baixo Curso do Rio Paraíba/PB. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Biossistemas) - Universidade Federal de Campina Grande.

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Comissão julgadora das bancas

Vitória Ediclécia Borges

Pereira, J. P. G.;BORGES, V. E.. Ferramentas e Implementos Agrícolas. 2016.

Iede de Brito Chaves

CHAVES, Lucia Helena GarófaloCHAVES, I.B.; DANTAS NETO, J.; BARACUY, J. G. V.; Brandão, Z. N.;SILVA, B. B.. MODELO DE MAPEAMENTO DA DETERIORAÇÃO DO BIOMA CAATINGA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO TAPEROÁ-PB. 2013. Tese (Doutorado em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal de Campina Grande.

José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy

CHAVES, L. H. G.; CHAVES, I. B.;DANTAS NETO, J.; BRANDAO, Z. N.; SILVA, B. B.;BARACUHY, J. G. V.. ANÁLISE DE ÍNDICES E MAPEAMENTO DA DEGRADAÇÃO NA CAATINGA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO TAPEROÁ. 2013.

José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy

BARACUHY, J. G. V.; CHAVES, L. H. G.; DANTAS NETO, José; CHAVES, I. B.; SILVA, B. B.. Modelo de mapeamento da deterioração do bioma caatinga na bacia hidrográfica do Rio Taperoá, PB.. 2013. Tese (Doutorado em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal de Campina Grande.

Eduardo Rodrigues Viana de Lima

CHAVES, Iêde de BritoLima, Eduardo Rodrigues Viana de; Santos, Roseilton Fernandes dos; Leon, Mauricio Javier; RUFINO, Iana Alexandra Alves. Classificação e Mapeamento das Terras para Mecanização Agrícola do Estado da Paraíba utilizando Sistema de Informações Geográficas. 2010. Dissertação (Mestrado em Manejo de Solo e Água) - Universidade Federal da Paraíba.

Eduardo Rodrigues Viana de Lima

Lima, Eduardo Rodrigues Viana deCHAVES, Iêde de BritoDANTAS NETO, José; Silvino, Guttemberg da Silva;Chaves, Lúcia Helena Garófalo. Diagnóstico e mapeamento da caatinga utilizando geoprocessamento na Bacia Hidrográfica do Rio Taperoá - Estado da Paraíba. 2012. Exame de qualificação (Doutorando em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal de Campina Grande.

Iana Alexandra Alves Rufino

Lima, E. R. V.; Santos, R. F.;RUFINO, I. A. A.. Classificação do mapeamento das terras para mecanização do Estado da Paraíba utiliando Sistemas de Informação Geográfica. 2010. Dissertação (Mestrado em Manejo de Solo e Água) - Universidade Federal da Paraíba.

José Dantas Neto

CHAVES, L. H. G.; CHAVES, Iede de Brito;BARACUHY, Jose Geraldo de VasconcelosDantas Neto, José; BRANDAO, Z. N.;SILVA, Bernardo Barbosa da. Modelo de mapeamento da deterioração do bioma caatinga na bacia hidrográfica do Rio Taperoá, PB.. 2013. Tese (Doutorado em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal de Campina Grande.

Lucia Helena Garófalo Chaves

CHAVES, L. H. G.CHAVES, Iede de Brito; BARACUHY, J. G. V.;DANTAS NETO, JoseBRANDAO, Z. N.SILVA, B. B.. Modelo de mapeamento da deterioração do bioma caatinga na bacia hidrográfica do Rio Taperoá, PB. 2013. Tese (Doutorado em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal de Campina Grande.

Lucia Helena Garófalo Chaves

CHAVES, L. H. G.CHAVES, Iede de BritoDANTAS NETO, JoseLIMA, E. R. V.; SILVINO, G. S.. Diagnóstico e mapeamento da caatinga utilizando geoprocessamento na bacia hidrografica do Rio Taperoá- Estado da Paraiba. 2012. Exame de qualificação (Doutorando em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal de Campina Grande.

Ziany Neiva Brandão

CHAVES, L. H. G.; CHAVES, I. B.;BRANDÃO, Ziany Neiva; SILVA, Bernardo B; DANTAS NETO, J.; BARACUHY, J. G. V.. Modelo de mapeamento da degradação da caatinga na bacia hidrográfica do rio Taperoá. 2013. Tese (Doutorado em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal de Campina Grande.

Guttemberg da Silva Silvino

SILVINO, G. S.. Diagnóstico e Mapeamento da Caatinga Utilizando Geoprocessamento na bacia hidrográfica do rio Taperoá - Estado da Paraíba. 2012. Tese (Doutorado em Engenharia Agrícola) - UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE.

Roseilton Fernandes dos Santos

CHAVES, I. B.;SANTOS, R. F.; RUFINO, I. A. A.; LIMA, E. R. V.. Classificação do Mapeamento das Terras para Mecanização do Estado da Paraíba Utilizando Sistema de Informações Geográficas. 2010. Dissertação (Mestrado em Manejo de Solo e Água) - Universidade Federal da Paraíba.

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Foi orientado por

Iede de Brito Chaves

Classificação e mapeamento das terras para mecanização agrícola do Estado da Paraíba utilizando sistema de informações geográficas; 2010; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-Graduação em Manejo de Solo e Água) - Centro de Ciências Agrária da Universidade Federal da Paraíba, Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado da Paraíba; Orientador: Iêde de Brito Chaves;

Iede de Brito Chaves

Modelo de Mapeamento da Deterioração do Bioma Caatinga na Bacia Hidrográfica do Rio Taperoá, PB; 2013; Tese (Doutorado em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal de Campina Grande, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Iêde de Brito Chaves;

Eduardo Rodrigues Viana de Lima

Classificação e Mapeamento das Terras para Mecanização Agrícola do Estado da Paraíba utilizando Sistema de Informações Geográficas; 2010; Dissertação (Mestrado em Manejo de Solo e Água) - Universidade Federal da Paraíba, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Eduardo Rodrigues Viana de Lima;

Lucia Helena Garófalo Chaves

Modelo de mapeamento da deterioração do bioma caatinga na bacia hidrográfica do Rio Taperoá, PB; 2013; Tese (Doutorado em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal de Campina Grande, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Lucia Helena Garófalo Chaves;

Djail Santos

Aptidão Pedoclimática do Estado da Paraíba para as Principais Culturas Agrícolas de Interesse Econômico: Primeira Aproximação; 2017; Universidade Federal da Paraíba, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Djail Santos;

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Produções bibliográficas

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  • FRANCISCO, P. R. M. ; RIBEIRO, G.N. ; SANTOS, D. ; LIMA, E. R . V. ; BARBOSA, R. R. . USO DE GEOTECNLOGIAS NO MAPEAMENTO POTENCIAL DOS SOLOS DO ESTADO DA PARAÍBA PARA O CULTIVO DO FEIJÃO COMUM (Phaseolus vulgaris). 2016. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • FRANCISCO, P. R. M. ; SANTOS, D. ; GUIMARAES, C. L. ; CABRAL, D. E. C. ; ARAUJO, S. R. D. . APTIDÃO CLIMÁTICA DO ESTADO DA PARAÍBA PARA A MAMONA (Ricinus communis L.). 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FRANCISCO, P. R. M. ; SANTOS, D. ; BANDEIRA, M. M. ; GUIMARAES, C. L. ; CABRAL, D. E. C. . APTIDÃO CLIMÁTICA DO ESTADO DA PARAÍBA PARA O SORGO (Sorghum bicolor). 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

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  • FRANCISCO, P. R. M. ; LIMA, E. R. V. ; CHAVES, I. B. ; BEIRIGO, R. M. . MAPEAMENTO DO POTENCIAL PEDOLÓGICO DO ESTADO DA PARAÍBA PARA O CULTIVO DA MANDIOCA (Manioth esculenta Crantz). 2016. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • FRANCISCO, P. R. M. ; LIMA, E. R. V. ; SANTOS, D. ; CHAVES, I. B. ; OLIVEIRA, F. P. . POTENCIAL PEDOLÓGICO DO ESTADO DA PARAÍBA PARA O CULTIVO DO FEIJÃO CAUPI (Vigna unguiculata L. Walp) E DO FEIJÃO COMUM (Phaseolus vulgaris). 2016. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • FRANCISCO, P. R. M. ; BANDEIRA, M. M. ; GUIMARAES, C. L. ; MACEDO, F. L. ; SANTOS, D. . A CULTURA DO FEIJÃO CAUPI (Vigna unguiculata (L.) Walp.) NO ESTADO DA PARAÍBA E SUA APTIDÃO CLIMÁTICA. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FRANCISCO, P. R. M. ; LIMA, E. R. V. ; SANTOS, D. ; SANTOS, F. N. ; MACEDO, F. L. . POTENCIAL PEDOLÓGICO DAS TERRAS PARA O CULTIVO DO FEIJÃO CAUPI (Vigna unguiculata (L.) Walp.) NO MANEJO C - ESTADO DA PARAÍBA. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FRANCISCO, P. R. M. ; MELO, V. S. ; BANDEIRA, M. M. ; MACEDO, F. L. ; SANTOS, D. . GEOESPACIALIZAÇÃO DE CENÁRIOS PLUVIOMÉTRICOS ATRAVÉS DE KRIGAGEM UTILIZANDO DISTRIBUIÇÃO GAMA INCOMPLETA E TESTE KOLMOGOROV-SMIRNOV. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FRANCISCO, P. R. M. ; SANTOS, D. ; LIMA, E. R . V. . POTENCIAL PEDOLÓGICO DOS SOLOS PARA O CULTIVO DO MILHO (Zea mays L.) NO ESTADO DA PARAÍBA. 2016. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • FRANCISCO, P. R. M. ; LIMA, E. R. V. ; SANTOS, D. ; CHAVES, I. B. ; BRANDÃO, Z. N. . USO DE GEOTECNOLOGIAS NO MAPEAMENTO DO POTENCIAL PEDOLÓGICO PARA O CULTIVO DO SORGO (Sorghum bicolor) NO ESTADO DA PARAÍBA. 2016. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • FRANCISCO, P. R. M. ; MEDEIROS, R. M. ; SANTOS, D. ; BANDEIRA, M. M. ; SILVA, L. L. . VARIABILIDADE DA TEMPERATURA MÉDIA DO AR NO ESTADO DA PARAÍBA. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FRANCISCO, P. R. M. ; MEDEIROS, R. M. ; MATOS, R. M. ; BANDEIRA, M. M. ; SANTOS, D. . ANÁLISE E MAPEAMENTO DOS ÍNDICES DE UMIDADE, HÍDRICO E ARIDEZ DO ESTADO DA PARAÍBA. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FRANCISCO, P. R. M. ; MEDEIROS, R. M. ; SANTOS, D. ; SILVA, D. R. R. ; ARAUJO, L. E. . EVAPOTRANSPIRAÇÃO DE REFERÊNCIA MENSAL E ANUAL PELO MÉTODO DE THORNTHWAITE PARA O ESTADO DA PARAÍBA. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FRANCISCO, P. R. M. . USO DA TECNOLOGIA DA GEOINFORMAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA AGRICULTURA NO NORDESTE. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • SILVEIRA, T. A. ; VITAL, S. R. O. ; SANTOS, R. F. ; ROSENDO, E. E. Q. ; FRANCISCO, P. R. M. ; PEREIRA, F. C. . ANÁLISE CLIMATOLÓGICA DAS TENDÊNCIAS DE PRECIPITAÇÃO PLUVIAL DOS MUNICÍPIOS DE PICUÍ E CUITÉ, PARAÍBA ? PB. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • RIBEIRO, G.N. ; FRANCISCO, P. R. M. ; MORAES NETO, J. M. de ; Aragão, K. P. . ANÁLISE TEMPORAL DA VEGETAÇÃO DE CAATINGA UTILIZANDO NDVI. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MEDEIROS, R. M. ; FRANCISCO, P. R. M. ; BORGES, C. K. ; GOMES FILHO, M. F. . ESTUDO DA DIREÇÃO PREDOMINANTE DO VENTO SOBRE A BACIA HIDROGRAFICA DO RIO URUÇUÍ PRETO?PI. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MEDEIROS, R. M. ; FRANCISCO, P. R. M. ; BORGES, C. K. ; GOMES FILHO, M. F. . CARACTERIZAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO CLIMÁTICA DA CIDADE DE CAMPINA GRANDE?PB. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • SOUZA, A. S. ; FRANCISCO, P. R. M. ; MELO, J. A. B. . EXPANSÃO IMOBILIÁRIA E SUAS CONSEQUÊNCIAS EM UNIDADE DE CONSERVAÇÃO AMBIENTAL. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • GONCALVES, J. L. G. ; FRANCISCO, P. R. M. ; MORAES NETO, J. M. de ; Aragão, K. P. . ÍNDICE DE BIOMASSA DE VEGETAÇÃO LENHOSA UTILIZADA NA ANÁLISE TEMPORAL DA VEGETAÇÃO DE REGIÃO SEMIÁRIDA. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MEDEIROS, R. M. ; BORGES, C. K. ; FRANCISCO, P. R. M. ; GOMES FILHO, M. F. . VARIABILIDADE PLUVIOMÉTRICA EM SÃO JOÃO DO CARIRI?PB. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FRANCISCO, P. R. M. ; CHAVES, I. B. ; LIMA, E. R . V. ; SANTOS, D. . TECNOLOGIA DA GEOINFORMAÇÃO APLICADA NO MAPEAMENTO DAS TERRAS À MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • RIBEIRO, G.N. ; FRANCISCO, P. R. M. ; MORAES NETO, J. M. de . Mapeamento de Degradação Ambiental Utilizando Modelagem e Geoprocessamento. 2014. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • FRANCISCO, P. R. M. ; CHAVES, I. B. ; CHAVES, L. H. G. ; LIMA, E. R. V. ; SILVA B.B. DA . MODELO DE MAPEAMENTO DA DETERIORAÇÃO DAS TERRAS SEMIÁRIDAS. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • GONCALVES, J. L. G. ; FRANCISCO, P. R. M. ; MORAES NETO, J. M. de . IDENTIFICAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS NA REGIÃO SEMIÁRIDA UTILIZANDO IMAGENS MULTIESPECTRAL E NDVI. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • PATRICIO, M. C. M. ; FRANCISCO, P. R. M. ; DANTAS, R. T. . ANÁLISE DA DEGRADAÇÃO AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE CABACEIRAS-PB. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FRANCISCO, P. R. M. ; SILVA, J. V. N. ; SILVA, J. V. N. . CARACTERIZAÇÃO GEOGRÁFICA E MAPEAMENTO DA COBERTURA DO SOLO DO ASSENTAMENTO RURAL PATATIVA DO ASSARÉ. 2013. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • FRANCISCO, P. R. M. ; LIMA, E. R. V. ; CHAVES, I. B. ; CHAVES, L. H. G. . USO DE GEOTECNOLOGIAS E DE TÉCNICAS DE DESCRIÇÃO E LEVANTAMENTO EM CAMPO NO MAPEAMENTO DAS TIPOLOGIAS DE CAATINGA DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO TAPEROÁ, PB. 2013. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • FRANCISCO, P. R. M. ; GONCALVES, J. L. G. ; MORAES NETO, J. M. de . ANÁLISE DA DISTRIBUIÇÃO DA VEGETAÇÃO DE CAATINGA UTILIZANDO GEOPROCESSAMENTO. 2013. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • FRANCISCO, P. R. M. ; SANTOS, D. . MAPEAMENTO DA APTIDÃO PEDOLÓGICA DA CULTURA DO ALGODÃO PARA O ESTADO DA PARAÍBA. 2013. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • RIBEIRO, G.N. ; FRANCISCO, P. R. M. ; MORAES NETO, J. M. de . Mapeamento de Degradação Ambiental Utilizando Modelagem e Geoprocessamento. 2013. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • RIBEIRO, G.N. ; FRANCISCO, P. R. M. ; MORAES NETO, J. M. de . Uso do Geoprocessamento na Detecção de Mudança de Cobertura Vegetal de Região Semiárida. 2013. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • FRANCISCO, P. R. M. ; SILVA, J. V. N. ; SILVA, J. V. N. . Desenvolvimento de Base de Dados para Mapeamento Digital de Assentamento Rural. 2013. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • FRANCISCO, P. R. M. ; SILVA, J. V. N. ; SILVA, J. V. N. . Mapeamento Digital e Caracterização Física na Formulação de Plano de Desenvolvimento de Assentamento. 2013. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • FRANCISCO, P. R. M. ; PEREIRA, F. C. ; SILVEIRA, T. A. ; Silva, A. L. da ; Azevedo, E. T. de . ESTIMATIVADADEGRADAÇÃODOMUNICIPIODEPICUÍUTILIZANDOÍNDICEDEDETERIORAÇÃODASTERRASSEMIÁRIDAS,. 2013. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • RIBEIRO, G.N. ; FRANCISCO, P. R. M. ; MORAES NETO, J. M. de ; Ramos, Y. S. . DETECÇÃO DE MUDANÇA DE VEGETAÇÃO DE CAATINGA ATRAVÉS DE GEOTECNOLOGIAS. 2013. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • FRANCISCO, P. R. M. . Zonemeamento Agrícola de Risco Climático do Município de São João do Cariri-PB Utilizando Geotecnologias. 2013. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • FRANCISCO, P. R. M. ; CHAVES, I. B. ; CHAVES, L. H. G. ; LIMA, E. R . V. ; BRANDÃO, Z. N. ; SILVA B.B. DA . Análise de Diferentes Tipos de Uso do Solo da Região Semiárida Utilizando Geotecnologias. 2013. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • FRANCISCO, P. R. M. ; PEREIRA, F. C. ; SILVEIRA, T. A. ; LIMA, A. K. V. O. ; DANTAS, M. R. ; SANTOS, J. J. A. . ANÁLISE DA DEGRADAÇÃO DE ÁREAS DO NÚCLEO DE DESERTIFICAÇÃO SERIDÓ UTILIZANDO MODELAGEM EM SIG. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FRANCISCO, P. R. M. ; PEREIRA, F. C. ; BANDEIRA, M. M. ; MEDEIROS, R. M. ; SILVA, J. M. ; SILVA, J. V. N. . SPRING como ferramenta para Mapeamento da Aptidão Pedológica da cultura da Mamona no estado da Paraíba. 2012. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • FRANCISCO, P. R. M. ; PEREIRA, F. C. ; MEDEIROS, R. M. ; SA, T. F. F. ; SILVA, J. V. N. . Zoneamento de Risco Climático e Aptidão de Cultivo para o Município de Picuí ? PB utilizando Sistema de Informação Geográfica. 2012. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • FRANCISCO, P. R. M. ; COSTA FILHO, J. F. ; PEREIRA, F. C. ; MEDEIROS, R. M. ; SILVA, J. V. N. . Mapeamento da Aptidão Edáfica para Fruticultura segundo o Zoneamento Agropecuário do Estado da Paraíba utilizando o SPRING. 2012. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • FRANCISCO, P. R. M. ; CHAVES, I. B. ; LIMA, E. R . V. ; BANDEIRA, M. M. ; SILVA B.B. DA . MAPEAMENTO DA CAATINGA COM USO DE GEOTECNOLOGIA E ANÁLISE DA UMIDADE ANTECEDENTE EM BACIA HIDROGRÁFICA. 2012. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • GONCALVES, J. L. G. ; FRANCISCO, P. R. M. ; MORAES NETO, J. M. de . IDENTIFICAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS UTILIZANDO GEOTECNOLOGIAS NO MUNICÍPIO DE SOLEDADE-PB. 2012. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • FRANCISCO, P. R. M. ; CHAVES, I. B. ; CHAVES, L. H. G. ; LIMA, E. R . V. ; BRANDÃO, Z. N. ; SILVA B.B. DA . ANÁLISE ESPECTRAL E AVALIAÇÃO DE ÍNDICES DE VEGETAÇÃO PARA O MAPEAMENTO DA CAATINGA. 2012. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • FRANCISCO, P. R. M. ; SILVA, J. V. N. ; SILVA, J. V. N. ; LIMA JUNIOR, R. M. ; QUEIROZ, E. L. B. . USO DE GEOTECNOLOGIA E APTIDÃO AGRÍCOLA NA GESTÃO DO ASSENTAMENTO MARGARIDA MARIA ALVES. 2012. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • FRANCISCO, P. R. M. ; CHAVES, I. B. ; LIMA, E. R . V. . Mapeamento das terras para mecanização agrícola do estado da Paraíba. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FRANCISCO, P. R. M. ; LIMA, E. R . V. ; CHAVES, I. B. . Utilização da tecnologia SIG e imagem SRTM no mapeamento das terras para mecanização agrícola no Estado da Paraíba. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • CHAVES, I. B. ; FARIAS, L. C. ; LIMA, E. R . V. ; FRANCISCO, P. R. M. . Chave interpretativa para levantamento simplificado de terras e estimativa da capacidade de uso, projeto Vaca Brava, Areia-PB. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • COSTA FILHO, J. F. ; FRANCISCO, P. R. M. ; ANDRADE, M. V. ; SILVA, L. ; DANTAS, R. L. . Estimativa do indice de vegetação da diferença normalizada(NDVI) na microrregião de Sousa-PB utilizando imagens do CBERS-2. 2007. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • COSTA FILHO, J. F. ; SILVA B.B. DA ; AZEVEDO, P. V. ; FRANCISCO, P. R. M. ; SA, T. F. F. . COMPONENTES DO BALANÇO DE ENERGIA ESTIMADOS PELO SEBAL E MEDIDOS EM CAMPO. 2007. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • FRANCISCO, P. R. M. . apostila de mecanização agricola 2006 (apostila).

  • FRANCISCO, P. R. M. . apostila de maquinas e motores agricolas 2006 (apostila).

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SILVA, R. B. ; FRANCISCO, P. R. M. . Plano de Desenvolvimento de Assentamentos do Estado da Paraíba. 2013.

FRANCISCO, P. R. M. ; BEZERRA, A. G. C. ; CARDOSO, A. ; SILVA, R. B. . Planos de Aptidões Agrícolas dos Projetos de Assentamentos. 2012.

FRANCISCO, P. R. M. ; BEZERRA, A. G. C. ; CARDOSO, A. ; SILVA, R. B. . Plano de Desenvolvimento de Assentamentos do estado da Paraíba. 2011.

FRANCISCO, P. R. M. . Relatório Técnico Diagnóstico de Solos do Projeto de Assentamento Santa Lucia. 2013.

FRANCISCO, P. R. M. . Relatório Técnico Diagnóstico de Solos do Projeto de Assentamento Tiradentes. 2013.

FRANCISCO, P. R. M. . Relatório Técnico Diagnóstico de Solos do Projeto de Assentamento Nossa Senhora das Graças. 2013.

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FRANCISCO, P. R. M. ; BEZERRA, A. G. C. ; CARDOSO, A. ; SILVA, R. B. . Plano de Aptidão Agrícola do Projeto de Assentamento Pau-Brasil. 2012.

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FRANCISCO, P. R. M. ; BEZERRA, A. G. C. ; CARDOSO, A. ; SILVA, R. B. . Plano de Aptidão Agrícola do Projeto de Assentamento Margarida Maria Alves. 2012.

FRANCISCO, P. R. M. ; BEZERRA, A. G. C. ; CARDOSO, A. ; SILVA, R. B. . Plano de Aptidão Agrícola do Projeto de Assentamento Maria Bonita. 2012.

FRANCISCO, P. R. M. ; BEZERRA, A. G. C. ; CARDOSO, A. ; SILVA, R. B. . Plano de Aptidão Agrícola do Projeto de Assentamento Celso Furtado. 2012.

FRANCISCO, P. R. M. ; BEZERRA, A. G. C. ; CARDOSO, A. ; SILVA, R. B. . Plano de Aptidão Agrícola do Projeto de Assentamento Irmã Dorothy Stang. 2012.

FRANCISCO, P. R. M. ; BEZERRA, A. G. C. ; CARDOSO, A. ; SILVA, R. B. . Plano de Aptidão Agrícola do Projeto de Assentamento Primeiro de Maio I. 2012.

FRANCISCO, P. R. M. ; BEZERRA, A. G. C. ; CARDOSO, A. ; SILVA, R. B. . Plano de Aptidão Agrícola do Projeto de Assentamento Queimadas. 2012.

FRANCISCO, P. R. M. ; BEZERRA, A. G. C. ; CARDOSO, A. ; SILVA, R. B. . Plano de Aptidão Agrícola do Projeto de Assentamento Osiel Alves. 2012.

FRANCISCO, P. R. M. ; BEZERRA, A. G. C. ; CARDOSO, A. ; SILVA, R. B. . Plano de Aptidão Agrícola do Projeto de Assentamento Trincheira do Carnoió. 2012.

FRANCISCO, P. R. M. ; BEZERRA, A. G. C. ; CARDOSO, A. ; SILVA, R. B. . Plano de Aptidão Agrícola do Projeto de Assentamento Vazante. 2012.

FRANCISCO, P. R. M. ; BEZERRA, A. G. C. ; CARDOSO, A. ; SILVA, R. B. . Plano de Aptidão Agrícola do Projeto de Assentamento Patativa do Assaré. 2012.

FRANCISCO, P. R. M. ; BEZERRA, A. G. C. ; CARDOSO, A. ; SILVA, R. B. . Plano de Aptidão Agrícola do Projeto de Assentamento Nova Vida I. 2012.

FRANCISCO, P. R. M. ; BEZERRA, A. G. C. ; CARDOSO, A. ; SILVA, R. B. . Plano de Aptidão Agrícola do Projeto de Assentamento Mãe Rainha II. 2012.

FRANCISCO, P. R. M. . DIAGNÓSTICO DE SOLOS DO PROJETO DE ASSENTAMENTO DA PARAÍBA. 2010.

REMIGIO, O. D. ; PEREIRA, F. C. ; FRANCISCO, P. R. M. . ELABORAÇÃO DO PAMCD - PROGRAMA DE AÇÃO MUNICIPAL DE COMBATE À DESERTIFICAÇÃO. 2015. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

FRANCISCO, P. R. M. . CONTECC. 2014; Tema: CONGRESSO TECNICO CIENTIFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA. (Rede social).

BARACUHY, J. G. V. ; FURTADO, D. A. ; FRANCISCO, P. R. M. . TECNOLOGIAS DE CONVIVÊNCIA COM O SEMIÁRIDO BRASILEIRO. 2017. (Editoração/Livro).

SILVA, J. T. ; GUIMARAES, P. R. Q. ; MORAIS, M. G. N. O. ; FRANCISCO, P. R. M. . Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia: Contribuição à Ciência, Tecnologia, Inovação e Empreendedorismo. 2017. (Editoração/Livro).

BARACUHY, J. G. V. ; FURTADO, D. A. ; FRANCISCO, P. R. M. . UNIDADE DE TECNOLOGIAS INTEGRADAS PARA CONSERVAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS. 2015. (Editoração/Livro).

FURTADO, D. A. ; BARACUHY, J. G. V. ; FRANCISCO, P. R. M. ; FERNANDES NETO, S. ; SOUSA, V. A. . Tecnologias Adaptadas para o Desenvolvimento Sustentável do Seminário Brasileiro: volume 1. 2014. (Editoração/Livro).

FURTADO, D. A. ; BARACUHY, J. G. V. ; FRANCISCO, P. R. M. ; FERNANDES NETO, S. ; SOUSA, V. A. . Tecnologias Adaptadas para o Desenvolvimento Sustentável do Semiárido Brasileiro: volume 2. 2014. (Editoração/Livro).

BARACUHY, J. G. V. ; FURTADO, D. A. ; FRANCISCO, P. R. M. ; LIMA, J. L. S. ; PEREIRA, J. P. G. . Plantas Medicinais de uso comum no Nordeste do Brasil. 2014. (Editoração/Livro).

FRANCISCO, P. R. M. . Sistema de Informação Geográfica e Classificações Técnicas. 2013. .

FRANCISCO, P. R. M. . Geotecnologias aplicada na Análise da Degradação Ambiental. 2013. .

FRANCISCO, P. R. M. . Uso do Sistema de Informação Geográfica em Projetos de Recuperação Áreas Degradadas. 2013. .

FRANCISCO, P. R. M. . Noções Básicas do SPRING. 2013. .

FURTADO, D. A. ; BARACUHY, J. G. V. ; PAULO R. M. FRANCISCO . Difusão de Tecnologias Apropriadas para o Desenvolvimento Sustentável do Semiárido Brasileiro. 2013. (Editoração/Livro).

FRANCISCO, P. R. M. . Mapa de solos de Assentamentos do estado da Paraíba. 2011. (Cartas, mapas ou similares/Mapa).

FRANCISCO, P. R. M. . Máquinas e implementos agrícolas no cotidiano da agricultura familiar. 2011. .

FRANCISCO, P. R. M. . Classificações Técnicas e sua aplicação para o estado da Paraíba. 2011. .

FRANCISCO, P. R. M. . Mapa de solos de Assentamentos da Paraíba. 2010. (Cartas, mapas ou similares/Mapa).

FRANCISCO, P. R. M. . Apostila de mecanização agricola. 2006. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Apostila).

FRANCISCO, P. R. M. . Apostila de mecanização agricola. 2006. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Apostila).

FRANCISCO, P. R. M. . Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia - CONTECC. 2014. Diversas.

FRANCISCO, P. R. M. . III Semana de Ciencia e Tecnologia da Pós-graduação. 2009. Programação Visual.

FRANCISCO, P. R. M. . II Semana Nacional de Tecnologia da Pós-Graduação. 2008. Programação Visual.

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Projetos de pesquisa

  • 2015 - 2017

    Aptidão Pedoclimática do Estado da Paraíba para as Principais Culturas Agrícolas de Interesse Econômico - Primeira Aproximação, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Djail Santos em 19/01/2015., Descrição: O presente trabalho de avaliação da aptidão pedoclimática para as principais culturas agrícolas de interesse econômico tem o objetivo de realizar um estudo das necessidades edáficas e climáticas de 21 culturas anuais de sequeiro e irrigado, através de uma avaliação das características de textura dos solos, e das necessidades hídricas de cada cultura, utilizando dados climáticos dos últimos 30 anos e elaborando três cenários pluviométricos. Pretende ainda validar os dados em uma modelagem de crescimento de culturas, e além de indicar áreas propícias com potencialidades para culturas, elaborar e disponibilizar os dados.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Especialização: (1) Doutorado: (2) . , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / George do Nascimento Ribeiro - Integrante / Maria Marle Bandeira - Integrante / Raimundo Mainar de Medeiros - Integrante / Frederico Campos Pereira - Integrante / João Miguel de Moraes Neto - Integrante / Jorge Luís de Góis Gonçalves - Integrante / José Vanildo do Nascimento Silva - Integrante / Ziany Neiva Brandão - Integrante / Eduardo Rodrigues Viana de Lima - Integrante / Djail Santos - Coordenador / Flávio Pereira de Oliveira - Integrante / Roseilton Fernandes dos Santos - Integrante / Luciano Marcelo Fallé Saboya - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

  • 2013 - 2013

    CLASSIFICAÇÃO DOS SOLOS E ÍNDICE DE VEGETAÇÃO DO MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE, ATRAVÉS DE TÉCNICAS DE GEOPROCESSAMENTO, Descrição: Da utilização criteriosa dos recursos naturais e de seu conhecimento dependem a segurança e o bem-estar das gerações presentes e futuras. Tal critério e conhecimento resultam da realização de estudos os quais, se bem conduzidos, são capazes de demonstrar a real capacidade dos mesmos, bem como apontar as potencialidades de cada um, além de buscar uma política sustentável adequada. Existem diversos métodos para levantamento e classificação de recursos naturais. Os métodos convencionais são mais onerosos e demandam grandes períodos de tempo para sua realização, diferente dos métodos modernos, a exemplo as imagens de satélite, que proporcionam reduções significativas de tempo e economia de custo. Em se tratando de áreas de extensões relativamente grandes, a aplicação da técnica de Geoprocessamento, através da interpretação de imagens de satélite, torna-se imprescindível, para uma análise sustentável dos recursos naturais, dentro de uma visão ambiental. Por se tratar de uma área problemática em relação ao manejo e conservação dos solos, os municípios da mesorregião geográfica do agreste paraibano, na qual Campina Grande encontra-se inserida, necessita de estudos que venham a proporcionar um melhor conhecimento da paisagem e dos fatores que nela atuam, subsidiando soluções para vários problemas de falta de planejamento existentes. Assim, torna-se imprescindível o inventário e monitoramento dos recursos naturais e da influência do clima sobre eles, de tal forma que se possa ter uma visão de planejamento no uso da terra. Classificação dos solos e Índice de Vegetação no município de Campina Grande ? Agreste Paraibano através da análise espaço-temporal das imagens de satélite usando técnicas de Geoprocessamento.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Jorge Luís de Góis Gonçalves - Coordenador / Erykles Natanael de Lima Vieira - Integrante.

  • 2011 - 2017

    ESTUDOS ECOLÓGICOS E SOCIAIS DO SEMIÁRIDO, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (4) . , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Anny Kelly Vasconcelos de Oliveira Lima - Integrante / Frederico Campos Pereira - Coordenador / Claudio Augusto Uyeda - Integrante / Camila Campos Gómez Famá - Integrante / Ivanildo Surini de Souza - Integrante / Jandeilson Alves de Arruda - Integrante / José Márcio da Silva Vieira - Integrante / Luciano Pacelli Medeiros de Macedo - Integrante / Marcia Viana da Silva - Integrante / Maria das Graças Negreiros de Medeiros - Integrante / Thyago de Almeida Silveira - Integrante., Número de produções C, T & A: 1

  • 2011 - 2015

    Percepção sócio-ambiental relacionada aos resíduos sólidos urbanos no municipio de Puxinanã-PB em busca de um desenvolvimento sustentável, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) George do Nascimento Ribeiro em 20/07/2013., Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / George do Nascimento Ribeiro - Coordenador.

  • 2011 - 2013

    REABILITAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS PELA MINERAÇÃO ATRAVÉS DO PLANTIO DE LEGUMINOSAS NO MUNICÍPIO DE SOLEDADE, PB, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Jorge Luís de Góis Gonçalves em 03/12/2012., Descrição: A utilização de árvores para usos múltiplos, em sistemas puros ou agroflorestais, representa grande passo na utilização de recursos florestais por pequenos e médios proprietários rurais, possibilitando a diversificação da atividade agropecuária e a agregação de valores, além do aproveitamento de áreas consideradas de baixa produtividade ou de difícil acesso nas propriedades. Pode-se mencionar, também, que o uso de leguminosas como fonte de proteínas e nutrientes durante a estação seca tem resultado em aumentos de produção animal, estimulando sua utilização, principalmente as espécies perenes e nativas, que são ainda excelentes opções para recuperação de áreas degradadas devido a sua ampla capacidade de adaptação e introdução de nitrogênio no solo. Duas espécies promissoras para a implantação de florestas de uso múltiplo são o sabiá (Mimosa caesalpiniifolia Benth) constituindo-se em uma das principais espécies lenhosas que compõem a vegetação nativa da caatinga e o feijão guandu (Cajanus cajan), como catalisador da restauração ecológica, nos sistemas de recuperação traz benefícios ecológicos, como controle de ervas daninhas, competidoras e formigas cortadeiras, alem de benefícios econômicos, com a vendas das sementes, e a redução de gastos com adubação. A revegetação com leguminosas arbóreas e herbáceas associadas a bactérias fixadoras de nitrogênio atmosférico e fungos micorrízicos tem-se mostrado uma técnica viável para reabilitação de solos degradados (FRANCO et al., 1995; FRANCO & FARIA, 1997; citados por COSTA, 2004). Este projeto terá como público alvo os pequenos produtores de caulim no município de Soledade que trabalham de forma artesanal e degradam o bioma local da caatinga hiperxerófila, tendo como objetivo principal a reabilitação das áreas degradadas pela atividade extrativista mineral, utilizando como recursos para o cumprimento do mesmo: palestras sobre as problemáticas geradas pelo quadro atual, técnicas de reabilitação das áreas afetadas através de. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / João Miguel de Moraes Neto - Integrante / Vera Lúcia Antunes de Lima - Integrante / Suenildo Jósemo Costa Oliveira - Integrante / Jorge Luís de Góis Gonçalves - Coordenador.

  • 2011 - 2013

    SENSIBILIZAÇÃO AMBIENTAL POR MEIO DA PRODUÇÃO DE MUDAS DE ESSÊNCIAS FLORESTAIS NATIVAS EM INSTITUIÇÕES DE ENSINO DE CAMPINA GRANDE, Descrição: Devido à necessidade emergente de ações voltadas para sensibilização ambiental com distribuição de mudas e disseminação de técnicas básicas para este fim e da falta de integração do conhecimento gerado através de pesquisas nas instituições públicas de ensino com a comunidade externa, criou-se este projeto que visa desenvolver atividades voltadas à sensibilização ambiental em instituições de ensino público e privado por meio de momentos de reflexão (palestra) e ensino e produção de mudas. É pretendido ainda que a produção de mudas em ambiente protegido (viveiros) seja distribuída a comunidade circunvizinha e interna do campus Campina Grande do IFPB em ocasiões como: levantamento de grau de sensibilização ambiental através da aplicação de questionários e eventos promovidos pelo próprio campus (Semana do Meio ambiente). Com os conteúdos ambientais permeando todas as disciplinas do currículo e contextualizados com a realidade da comunidade, a escola ajudará o aluno a perceber a correlação dos fatos e a ter uma visão holística, ou seja, integral do mundo em que vive. Para isso a Educação Ambiental deve ser abordada de forma sistemática e transversal, em todos os níveis de ensino, assegurando a presença da dimensão ambiental de forma interdisciplinar nos currículos das diversas disciplinas e das atividades escolares responsáveis. A Educação Ambiental, como componente essencial no processo de formação e educação permanente, com uma abordagem direcionada para a resolução de problemas, contribui para o envolvimento ativo do público, torna o sistema educativo mais relevante e mais realista e estabelece uma maior interdependência entre estes sistemas e o ambiente natural e social, com o objetivo de um crescente bem estar das comunidades humanas. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (10) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / João Miguel de Moraes Neto - Integrante / Vera Lúcia Antunes de Lima - Integrante / Suenildo Jósemo Costa Oliveira - Integrante / Jorge Luís de Góis Gonçalves - Coordenador.

  • 2011 - 2013

    Monitoramento de ambientes semiáridos por meio de sensores orbitais na região do Cariri Paraibano, Descrição: Aprimorar o conhecimento sobre as respostas espectrais de alvos registrados em imagens de média resolução espacial (CCD-CBERS e TM ? Landsat 5) e baixa resolução espacial (MODIS ? Terra/Aqua) em área de ocorrência da caatinga visando identificar, quantificar e monitorar os processos antrópicos e naturais de ocupação e uso da terra (degradação da biomassa, do solo e da água), tendo como área de estudo a mesorregião do Cariri da Paraíba.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Bernardo Barbosa da Silva - Coordenador / Iede de Brito Chaves - Integrante / Eduardo Rodrigues Viana de Lima - Integrante / Iana Alexandra Alves Rufino - Integrante / Bartolomeu Israel de Sousa - Integrante / Josandra Araújo Barreto de Melo - Integrante / Zelma Glebya Maciel Quirino - Integrante / Ricardo da Cunha Correia Lima - Integrante / John Elton de Brito Leite Cunha - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 7

  • 2007 - 2014

    Análise e Planejamento Ambiental com apoio de Geotecnologias, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Eduardo Rodrigues Viana de Lima em 11/12/2016., Descrição: Pesquisar aspectos ecológicos e sócio-econômicos relacionados a bacias hidrográficas em zonas urbanas e rurais, como subsídio para o planejamento e a gestão ambiental.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (5) . , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Iede de Brito Chaves - Integrante / Eduardo Rodrigues Viana de Lima - Coordenador / Bartolomeu Israel de Sousa - Integrante / Josandra Araújo Barreto de Melo - Integrante / Joel Silva dos Santos - Integrante / Lucimary Albuquerque da Silva - Integrante / Max Furrier - Integrante / Richarde Marques da Silva - Integrante.

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Projetos de desenvolvimento

  • 2014 - Atual

    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy em 02/12/2014., Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação. . , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Vera Lúcia Antunes de Lima - Integrante / Dermeval Araújo Furtado - Integrante / José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / Aline Costa Ferreira - Integrante / Calebe Paiva Gomes de Souza - Integrante / Ismeraldo Pereira de Oliveira - Integrante / Luis Gustavo Mota Sousa - Integrante / Ronald do Monte Santos - Integrante / José Agnelo Soares - Integrante / Ana Paula Trindade Rocha - Integrante / Marcondes Moreira De Araújo - Integrante.

  • 2012 - 2014

    Difusão de Tecnologias Apropriadas para o Desenvolvimento Sustentável do Semiárido Brasileiro, Descrição: Resgatar e disseminar tecnologias multidisciplinares, existentes ou já devidamente testada, que sejam sustentáveis e de baixo custo, com ênfase na preservação e utilização racional dos recursos naturais, preservação ambiental e outras tecnologias que possam ser facilmente adotadas e facilitar e melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores rurais do semiárido brasileiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Dermeval Araújo Furtado - Coordenador / José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Outra., Número de produções C, T & A: 7

  • 2014 - Atual

    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy em 02/12/2014., Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades ? próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% ? percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver ?crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia? esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Vera Lúcia Antunes de Lima - Integrante / Dermeval Araújo Furtado - Integrante / José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / Aline Costa Ferreira - Integrante / Calebe Paiva Gomes de Souza - Integrante / Ismeraldo Pereira de Oliveira - Integrante / Luis Gustavo Mota Sousa - Integrante / Ronald do Monte Santos - Integrante / José Agnelo Soares - Integrante / Ana Paula Trindade Rocha - Integrante / Marcondes Moreira De Araújo - Integrante.

  • 2012 - 2014

    Difusão de Tecnologias Apropriadas para o Desenvolvimento Sustentável do Semiárido Brasileiro, Descrição: Resgatar e disseminar tecnologias multidisciplinares, existentes ou já devidamente testada, que sejam sustentáveis e de baixo custo, com ênfase na preservação e utilização racional dos recursos naturais, preservação ambiental e outras tecnologias que possam ser facilmente adotadas e facilitar e melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores rurais do semiárido brasileiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Dermeval Araújo Furtado - Coordenador / José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Outra., Número de produções C, T & A: 7

  • 2014 - Atual

    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy em 02/12/2014., Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades ? próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% ? percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver ?crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia? esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Vera Lúcia Antunes de Lima - Integrante / Dermeval Araújo Furtado - Integrante / José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / Aline Costa Ferreira - Integrante / Calebe Paiva Gomes de Souza - Integrante / Ismeraldo Pereira de Oliveira - Integrante / Luis Gustavo Mota Sousa - Integrante / Ronald do Monte Santos - Integrante / José Agnelo Soares - Integrante / Ana Paula Trindade Rocha - Integrante / Marcondes Moreira De Araújo - Integrante.

  • 2012 - 2014

    Difusão de Tecnologias Apropriadas para o Desenvolvimento Sustentável do Semiárido Brasileiro, Descrição: Resgatar e disseminar tecnologias multidisciplinares, existentes ou já devidamente testada, que sejam sustentáveis e de baixo custo, com ênfase na preservação e utilização racional dos recursos naturais, preservação ambiental e outras tecnologias que possam ser facilmente adotadas e facilitar e melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores rurais do semiárido brasileiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Dermeval Araújo Furtado - Coordenador / José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Outra., Número de produções C, T & A: 7

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    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy em 02/12/2014., Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades ? próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% ? percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver ?crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia? esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Vera Lúcia Antunes de Lima - Integrante / Dermeval Araújo Furtado - Integrante / José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / Aline Costa Ferreira - Integrante / Calebe Paiva Gomes de Souza - Integrante / Ismeraldo Pereira de Oliveira - Integrante / Luis Gustavo Mota Sousa - Integrante / Ronald do Monte Santos - Integrante / José Agnelo Soares - Integrante / Ana Paula Trindade Rocha - Integrante / Marcondes Moreira De Araújo - Integrante.

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    Difusão de Tecnologias Apropriadas para o Desenvolvimento Sustentável do Semiárido Brasileiro, Descrição: Resgatar e disseminar tecnologias multidisciplinares, existentes ou já devidamente testada, que sejam sustentáveis e de baixo custo, com ênfase na preservação e utilização racional dos recursos naturais, preservação ambiental e outras tecnologias que possam ser facilmente adotadas e facilitar e melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores rurais do semiárido brasileiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Dermeval Araújo Furtado - Coordenador / José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Outra., Número de produções C, T & A: 7

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    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy em 02/12/2014., Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades ? próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% ? percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver ?crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia? esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Vera Lúcia Antunes de Lima - Integrante / Dermeval Araújo Furtado - Integrante / José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / Aline Costa Ferreira - Integrante / Calebe Paiva Gomes de Souza - Integrante / Ismeraldo Pereira de Oliveira - Integrante / Luis Gustavo Mota Sousa - Integrante / Ronald do Monte Santos - Integrante / José Agnelo Soares - Integrante / Ana Paula Trindade Rocha - Integrante / Marcondes Moreira De Araújo - Integrante.

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    Difusão de Tecnologias Apropriadas para o Desenvolvimento Sustentável do Semiárido Brasileiro, Descrição: Resgatar e disseminar tecnologias multidisciplinares, existentes ou já devidamente testada, que sejam sustentáveis e de baixo custo, com ênfase na preservação e utilização racional dos recursos naturais, preservação ambiental e outras tecnologias que possam ser facilmente adotadas e facilitar e melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores rurais do semiárido brasileiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Dermeval Araújo Furtado - Coordenador / José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Outra., Número de produções C, T & A: 7

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    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy em 02/12/2014., Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades ? próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% ? percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver ?crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia? esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Vera Lúcia Antunes de Lima - Integrante / Dermeval Araújo Furtado - Integrante / José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / Aline Costa Ferreira - Integrante / Calebe Paiva Gomes de Souza - Integrante / Ismeraldo Pereira de Oliveira - Integrante / Luis Gustavo Mota Sousa - Integrante / Ronald do Monte Santos - Integrante / José Agnelo Soares - Integrante / Ana Paula Trindade Rocha - Integrante / Marcondes Moreira De Araújo - Integrante.

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    Difusão de Tecnologias Apropriadas para o Desenvolvimento Sustentável do Semiárido Brasileiro, Descrição: Resgatar e disseminar tecnologias multidisciplinares, existentes ou já devidamente testada, que sejam sustentáveis e de baixo custo, com ênfase na preservação e utilização racional dos recursos naturais, preservação ambiental e outras tecnologias que possam ser facilmente adotadas e facilitar e melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores rurais do semiárido brasileiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Dermeval Araújo Furtado - Coordenador / José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Outra., Número de produções C, T & A: 7

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    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy em 02/12/2014., Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades ? próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% ? percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver ?crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia? esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Vera Lúcia Antunes de Lima - Integrante / Dermeval Araújo Furtado - Integrante / José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / Aline Costa Ferreira - Integrante / Calebe Paiva Gomes de Souza - Integrante / Ismeraldo Pereira de Oliveira - Integrante / Luis Gustavo Mota Sousa - Integrante / Ronald do Monte Santos - Integrante / José Agnelo Soares - Integrante / Ana Paula Trindade Rocha - Integrante / Marcondes Moreira De Araújo - Integrante.

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    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy em 02/12/2014., Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades ? próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% ? percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver ?crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia? esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Vera Lúcia Antunes de Lima - Integrante / Dermeval Araújo Furtado - Integrante / José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / Aline Costa Ferreira - Integrante / Calebe Paiva Gomes de Souza - Integrante / Ismeraldo Pereira de Oliveira - Integrante / Luis Gustavo Mota Sousa - Integrante / Ronald do Monte Santos - Integrante / José Agnelo Soares - Integrante / Ana Paula Trindade Rocha - Integrante / Marcondes Moreira De Araújo - Integrante.

  • 2012 - 2014

    Difusão de Tecnologias Apropriadas para o Desenvolvimento Sustentável do Semiárido Brasileiro, Descrição: Resgatar e disseminar tecnologias multidisciplinares, existentes ou já devidamente testada, que sejam sustentáveis e de baixo custo, com ênfase na preservação e utilização racional dos recursos naturais, preservação ambiental e outras tecnologias que possam ser facilmente adotadas e facilitar e melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores rurais do semiárido brasileiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Dermeval Araújo Furtado - Coordenador / José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Outra., Número de produções C, T & A: 7

  • 2014 - Atual

    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy em 02/12/2014., Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades ? próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% ? percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver ?crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia? esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Vera Lúcia Antunes de Lima - Integrante / Dermeval Araújo Furtado - Integrante / José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / Aline Costa Ferreira - Integrante / Calebe Paiva Gomes de Souza - Integrante / Ismeraldo Pereira de Oliveira - Integrante / Luis Gustavo Mota Sousa - Integrante / Ronald do Monte Santos - Integrante / José Agnelo Soares - Integrante / Ana Paula Trindade Rocha - Integrante / Marcondes Moreira De Araújo - Integrante.

  • 2012 - 2014

    Difusão de Tecnologias Apropriadas para o Desenvolvimento Sustentável do Semiárido Brasileiro, Descrição: Resgatar e disseminar tecnologias multidisciplinares, existentes ou já devidamente testada, que sejam sustentáveis e de baixo custo, com ênfase na preservação e utilização racional dos recursos naturais, preservação ambiental e outras tecnologias que possam ser facilmente adotadas e facilitar e melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores rurais do semiárido brasileiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Dermeval Araújo Furtado - Coordenador / José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Outra., Número de produções C, T & A: 7

  • 2014 - 2016

    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy em 02/12/2014., Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades ? próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% ? percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver ?crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia? esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Vera Lúcia Antunes de Lima - Integrante / Dermeval Araújo Furtado - Integrante / José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / Aline Costa Ferreira - Integrante / Calebe Paiva Gomes de Souza - Integrante / Ismeraldo Pereira de Oliveira - Integrante / Luis Gustavo Mota Sousa - Integrante / Ronald do Monte Santos - Integrante / José Agnelo Soares - Integrante / Ana Paula Trindade Rocha - Integrante / Marcondes Moreira De Araújo - Integrante.

  • 2012 - 2014

    Difusão de Tecnologias Apropriadas para o Desenvolvimento Sustentável do Semiárido Brasileiro, Descrição: Resgatar e disseminar tecnologias multidisciplinares, existentes ou já devidamente testada, que sejam sustentáveis e de baixo custo, com ênfase na preservação e utilização racional dos recursos naturais, preservação ambiental e outras tecnologias que possam ser facilmente adotadas e facilitar e melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores rurais do semiárido brasileiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Dermeval Araújo Furtado - Coordenador / José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Outra., Número de produções C, T & A: 7

  • 2014 - 2016

    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy em 02/12/2014., Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades ? próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% ? percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver ?crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia? esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Vera Lúcia Antunes de Lima - Integrante / Dermeval Araújo Furtado - Integrante / José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / Aline Costa Ferreira - Integrante / Calebe Paiva Gomes de Souza - Integrante / Ismeraldo Pereira de Oliveira - Integrante / Luis Gustavo Mota Sousa - Integrante / Ronald do Monte Santos - Integrante / José Agnelo Soares - Integrante / Ana Paula Trindade Rocha - Integrante / Marcondes Moreira De Araújo - Integrante.

  • 2012 - 2014

    Difusão de Tecnologias Apropriadas para o Desenvolvimento Sustentável do Semiárido Brasileiro, Descrição: Resgatar e disseminar tecnologias multidisciplinares, existentes ou já devidamente testada, que sejam sustentáveis e de baixo custo, com ênfase na preservação e utilização racional dos recursos naturais, preservação ambiental e outras tecnologias que possam ser facilmente adotadas e facilitar e melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores rurais do semiárido brasileiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Dermeval Araújo Furtado - Coordenador / José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Outra., Número de produções C, T & A: 7

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    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy em 02/12/2014., Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades ? próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% ? percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver ?crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia? esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Vera Lúcia Antunes de Lima - Integrante / Dermeval Araújo Furtado - Integrante / José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / Aline Costa Ferreira - Integrante / Calebe Paiva Gomes de Souza - Integrante / Ismeraldo Pereira de Oliveira - Integrante / Luis Gustavo Mota Sousa - Integrante / Ronald do Monte Santos - Integrante / José Agnelo Soares - Integrante / Ana Paula Trindade Rocha - Integrante / Marcondes Moreira De Araújo - Integrante.

  • 2012 - 2014

    Difusão de Tecnologias Apropriadas para o Desenvolvimento Sustentável do Semiárido Brasileiro, Descrição: Resgatar e disseminar tecnologias multidisciplinares, existentes ou já devidamente testada, que sejam sustentáveis e de baixo custo, com ênfase na preservação e utilização racional dos recursos naturais, preservação ambiental e outras tecnologias que possam ser facilmente adotadas e facilitar e melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores rurais do semiárido brasileiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Dermeval Araújo Furtado - Coordenador / José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Outra., Número de produções C, T & A: 7

  • 2014 - 2016

    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy em 02/12/2014., Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades ? próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% ? percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver ?crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia? esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Vera Lúcia Antunes de Lima - Integrante / Dermeval Araújo Furtado - Integrante / José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / Aline Costa Ferreira - Integrante / Calebe Paiva Gomes de Souza - Integrante / Ismeraldo Pereira de Oliveira - Integrante / Luis Gustavo Mota Sousa - Integrante / Ronald do Monte Santos - Integrante / José Agnelo Soares - Integrante / Ana Paula Trindade Rocha - Integrante / Marcondes Moreira De Araújo - Integrante.

  • 2012 - 2014

    Difusão de Tecnologias Apropriadas para o Desenvolvimento Sustentável do Semiárido Brasileiro, Descrição: Resgatar e disseminar tecnologias multidisciplinares, existentes ou já devidamente testada, que sejam sustentáveis e de baixo custo, com ênfase na preservação e utilização racional dos recursos naturais, preservação ambiental e outras tecnologias que possam ser facilmente adotadas e facilitar e melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores rurais do semiárido brasileiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Dermeval Araújo Furtado - Coordenador / José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Outra., Número de produções C, T & A: 7

  • 2014 - 2016

    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy em 02/12/2014., Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades ? próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% ? percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver ?crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia? esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Vera Lúcia Antunes de Lima - Integrante / Dermeval Araújo Furtado - Integrante / José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / Aline Costa Ferreira - Integrante / Calebe Paiva Gomes de Souza - Integrante / Ismeraldo Pereira de Oliveira - Integrante / Luis Gustavo Mota Sousa - Integrante / Ronald do Monte Santos - Integrante / José Agnelo Soares - Integrante / Ana Paula Trindade Rocha - Integrante / Marcondes Moreira De Araújo - Integrante.

  • 2012 - 2014

    Difusão de Tecnologias Apropriadas para o Desenvolvimento Sustentável do Semiárido Brasileiro, Descrição: Resgatar e disseminar tecnologias multidisciplinares, existentes ou já devidamente testada, que sejam sustentáveis e de baixo custo, com ênfase na preservação e utilização racional dos recursos naturais, preservação ambiental e outras tecnologias que possam ser facilmente adotadas e facilitar e melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores rurais do semiárido brasileiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Dermeval Araújo Furtado - Coordenador / José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Outra., Número de produções C, T & A: 7

  • 2014 - 2016

    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy em 02/12/2014., Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades ? próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% ? percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver ?crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia? esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Vera Lúcia Antunes de Lima - Integrante / Dermeval Araújo Furtado - Integrante / José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / Aline Costa Ferreira - Integrante / Calebe Paiva Gomes de Souza - Integrante / Ismeraldo Pereira de Oliveira - Integrante / Luis Gustavo Mota Sousa - Integrante / Ronald do Monte Santos - Integrante / José Agnelo Soares - Integrante / Ana Paula Trindade Rocha - Integrante / Marcondes Moreira De Araújo - Integrante.

  • 2012 - 2014

    Difusão de Tecnologias Apropriadas para o Desenvolvimento Sustentável do Semiárido Brasileiro, Descrição: Resgatar e disseminar tecnologias multidisciplinares, existentes ou já devidamente testada, que sejam sustentáveis e de baixo custo, com ênfase na preservação e utilização racional dos recursos naturais, preservação ambiental e outras tecnologias que possam ser facilmente adotadas e facilitar e melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores rurais do semiárido brasileiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Dermeval Araújo Furtado - Coordenador / José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Outra., Número de produções C, T & A: 7

  • 2014 - 2016

    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy em 02/12/2014., Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades ? próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% ? percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver ?crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia? esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento.

  • 2012 - 2014

    Difusão de Tecnologias Apropriadas para o Desenvolvimento Sustentável do Semiárido Brasileiro, Descrição: Resgatar e disseminar tecnologias multidisciplinares, existentes ou já devidamente testada, que sejam sustentáveis e de baixo custo, com ênfase na preservação e utilização racional dos recursos naturais, preservação ambiental e outras tecnologias que possam ser facilmente adotadas e facilitar e melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores rurais do semiárido brasileiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento.

  • 2014 - 2016

    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy em 02/12/2014., Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades ? próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% ? percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver ?crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia? esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Vera Lúcia Antunes de Lima - Integrante / Dermeval Araújo Furtado - Integrante / José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / Aline Costa Ferreira - Integrante / Calebe Paiva Gomes de Souza - Integrante / Ismeraldo Pereira de Oliveira - Integrante / Luis Gustavo Mota Sousa - Integrante / Ronald do Monte Santos - Integrante / José Agnelo Soares - Integrante / Ana Paula Trindade Rocha - Integrante / Marcondes Moreira De Araújo - Integrante.

  • 2012 - 2014

    Difusão de Tecnologias Apropriadas para o Desenvolvimento Sustentável do Semiárido Brasileiro, Descrição: Resgatar e disseminar tecnologias multidisciplinares, existentes ou já devidamente testada, que sejam sustentáveis e de baixo custo, com ênfase na preservação e utilização racional dos recursos naturais, preservação ambiental e outras tecnologias que possam ser facilmente adotadas e facilitar e melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores rurais do semiárido brasileiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Dermeval Araújo Furtado - Coordenador / José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Outra., Número de produções C, T & A: 7

  • 2014 - 2016

    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy em 02/12/2014., Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades ? próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% ? percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver ?crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia? esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Vera Lúcia Antunes de Lima - Integrante / Dermeval Araújo Furtado - Integrante / José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / Aline Costa Ferreira - Integrante / Calebe Paiva Gomes de Souza - Integrante / Ismeraldo Pereira de Oliveira - Integrante / Luis Gustavo Mota Sousa - Integrante / Ronald do Monte Santos - Integrante / José Agnelo Soares - Integrante / Ana Paula Trindade Rocha - Integrante / Marcondes Moreira De Araújo - Integrante.

  • 2012 - 2014

    Difusão de Tecnologias Apropriadas para o Desenvolvimento Sustentável do Semiárido Brasileiro, Descrição: Resgatar e disseminar tecnologias multidisciplinares, existentes ou já devidamente testada, que sejam sustentáveis e de baixo custo, com ênfase na preservação e utilização racional dos recursos naturais, preservação ambiental e outras tecnologias que possam ser facilmente adotadas e facilitar e melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores rurais do semiárido brasileiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo Roberto Megna Francisco - Integrante / Dermeval Araújo Furtado - Coordenador / José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Outra., Número de produções C, T & A: 7

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Prêmios

2016

21 Melhores do CONTECC'2016, Conselho Federal de Engenharia e Agronomia.

2012

Honra ao Mérito de melhor trabalho apresentado na área de Gestão de Agronegócio, V JORNADA NACIONAL DA AGROINDÚSTRIA - UFPB - CCHSA.

2012

Premio de melhor trabalho na área de estudante de Pós-graduação apresentado oralmente no VI Geonordeste, RESGEO-SERGIPE.

2012

Premio de melhores trabalhos apresentado na sessão poster no VI Geonordeste, RESGEO-SERGIPE.

1986

Menção Honrosa, Ministério do Exército - Tiro de Guerra 02-060 SP.

Histórico profissional

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Experiência profissional

  • 2016 - 2017

    Conselho Federal de Engenharia e Agronomia

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Membro de Comissão Temática - CONTECC

    Outras informações:
    O Plenário do Confea, reunido em Brasília no período de 18 a 20 de novembro de 2015, apreciando a Deliberação nº 582/2015CEAP, e considerando que trata o presente processo de instituição de Comissão Temática referente ao Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia Contecc; considerando que o Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia (Contecc) tem como seus objetivos a divulgação dos trabalhos técnicos científicos desenvolvidos nas mais diversas instituições brasileiras, os quais são publicados nos anais do evento, como também em revistas cientificas; considerando que a programação do evento é preparada com a intenção de desenvolver sessões com trabalhos técnicocientíficos, conferências e palestras de especialistas, reuniões sobre temas importantes, polêmicos e atuais, representando rara oportunidade para a efetiva troca de experiências entre pesquisadores, professores, estudantes e profissionais; considerando que o Contecc ocorreu, de forma inovadora no Sistema Confea/Crea, na 71ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia SOEA, em TeresinaPI, em 2014, bem como na 72ª SOEA, em FortalezaCE, em 2015; considerando que nesses dois primeiros anos a organização do evento ocorreu por meio de um grupo de trabalho instituído pelo Plenário do Confea; considerando, entretanto, que após dois anos, o grupo não pode ser mais prorrogado, conforme dispõe o Regimento do Confea; considerando que o processo referente à organização do Contecc ainda não está suficientemente internalizado na estrutura administrativa do Confea e que é necessária uma estrutura dedicada exclusivamente ao evento; considerando a necessidade de reconhecimento pela comunidade da relevância dos trabalhos apresentados na Soea por meio do Contecc; considerando, portanto, a necessidade de se instituir uma Comissão Temática com o objetivo de organizar o Contecc para as próximas edições da SOEA e propor regulamentação pr

  • 2014 - 2015

    Conselho Federal de Engenharia e Agronomia

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Membro de Grupo de Trabalho do CONTECC

  • 2011 - Atual

    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Pesquisador

  • 2010 - 2013

    Universidade Federal de Campina Grande

    Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Aluno de Doutorado, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

  • 2012 - 2013

    COOPERATIVA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS TÉCNICOS DA REFORMA AGRÁRIA DA PARAÍBA

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Consultor Técnico

  • 2010 - 2012

    Instituto Penha e Margarida

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Consultor Técnico

  • 2012 - Atual

    Universidade Federal da Paraíba

    Vínculo: Pesquisador, Enquadramento Funcional: Grupo de Pesquisa

  • 2015 - 2017

    Universidade Federal da Paraíba

    Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisador, Regime: Dedicação exclusiva.

  • 2008 - 2010

    Universidade Federal da Paraíba

    Vínculo: bolsista, Enquadramento Funcional: aluno de mestrado, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

  • 2005 - 2007

    Universidade Federal da Paraíba

    Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: professor auxiliar substituto, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

    Atividades

    • 07/2005 - 12/2007

      Ensino, agronomia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, maquinas e motores agricolas, maquinas e motores agrozootecnicos, mecanização agricola

  • 2004 - 2004

    Prefeitura Municipal de Campina Grande

    Vínculo: Assessor Político, Enquadramento Funcional: Cargo comissionado, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

  • 2018 - 2018

    Caixa de Assistencia dos Profissionais do Crea - Mutua

    Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Consultor Adhoc, Carga horária: 4