Yuwan Takeo Hasegawa

Graduando de Educação Física Pela Universidade Federal do Vale do São Francisco - Univasf/Petrolina/PE/BRASIL. Membro do Grupo de Estudos e Pesquisa em Genética e Exercício - GEPEGENE e do Laboratório de Exercício Clínico (LABEC - UNIVASF)

Informações coletadas do Lattes em 20/06/2020

Acadêmico

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Formação acadêmica

Graduação em andamento em Educação Física

2014 - Atual

Universidade Federal do Vale do São Francisco

Ensino Médio (2º grau)

2011 - 2013

Escola Marechal Antônio Alves Filho

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Formação complementar

2015 - 2015

NR 20 - Segurança e saúde no trabalho. (Carga horária: 8h). , Serviço Social do Transporte Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte, SEST SENAT, Brasil.

2015 - 2015

Frentista abastecedor. (Carga horária: 40h). , Serviço Social do Transporte Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte, SEST SENAT, Brasil.

2007 - 2007

Computação gráfica. (Carga horária: 72h). , Nacional.com, NACIONAL.COM, Brasil.

2006 - 2006

Profissionalizante de informática. (Carga horária: 78h). , Meg@info, MEG@INFO, Brasil.

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Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

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Áreas de atuação

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Educação Física / Subárea: Treinamento de força.

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Educação Física / Subárea: Envelhecimento.

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Educação Física / Subárea: Aptidão física.

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Participação em eventos

V cefivasf. 2014. (Congresso).

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Comissão julgadora das bancas

Ferdinando Oliveira Carvalho

CARVALHO, F.O.MORAES, J. F. V. N.; SOUZA, M. F.. Impacto dos fatores sociodemográficos no nível de atividade física em escolares pernambucanos. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Educação Física) - Universidade Federal do Vale do São Francisco.

Mariana Ferreira de Souza

MORAES, J. F. V. N.; CARVALHO, F. O.;SOUZA, M. F.. Fatores sociodemográficos no e nível de atividade física em escolares pernambucanos. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Educação Física) - Universidade Federal do Vale do São Francisco.

José Fernando Vila Nova de Moraes

CARVALHO, F. O.; SOUZA, M. F.;MORAES, J.F.V.N.. Impacto dos fatores sociodemográficos do nível de atividade física em escolares pernambucanos. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Educação Física) - Universidade Federal do Vale do São Francisco.

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Foi orientado por

Ferdinando Oliveira Carvalho

Impacto dos fatores sociodemográficos no nível de atividade física em escolares pernambucanos; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educação Física) - Universidade Federal do Vale do São Francisco; Orientador: Ferdinando Oliveira Carvalho;

Ferdinando Oliveira Carvalho

Impacto dos fatores sociodemográficos no nível de atividade física em escolares pernambucanos; 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educação Física) - Universidade Federal do Vale do São Francisco; Orientador: Ferdinando Oliveira Carvalho;

Mariana Ferreira de Souza

Efeito do treinamento de força na função cognitiva e incidência de quedas em idosos; 2017; Iniciação Científica; (Graduando em Educação Física) - Universidade Federal do Vale do São Francisco, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Mariana Ferreira de Souza;

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Projetos de pesquisa

  • 2016 - Atual

    Avaliação da capacidade funcional e nível de atividade física em pacientes portadores de hanseníase, Descrição: A Hanseníase (HANS) é uma doença infectocontagiosa crônica, que pode causar lesões dermatológicas e nervosas no indivíduo, as lesões nervosas são a causa mais importante de incapacidade. O quadro clínico de seu portador pode se agravar trazendo prejuízos como incapacidades físicas que podem levar a uma a redução da força muscular no(s) membro(s) acometido(s) e até mesmo a paralisia dos membros em casos mais severos, no entanto poucos estudos investigaram o quanto o grau de incapacidade causado pela doença pode afetar os níveis de atividade física e capacidade funcional dos portadores de HANS. Nesse sentido, esse estudo tem por objetivo comparar o nível de atividade física e de capacidade funcional de pacientes com e sem HANS. Este estudo será transversal de cunho quantitativo composto por sujeitos portadores e não portadores de HANS que fazem tratamento na Rede de Atenção Primária de Petrolina. Serão avaliados a antropometria, grau de incapacidade física proposto pela OMS, o nível de atividade física pelo questionário IPAQ, a capacidade funcional através do teste de caminhada de seis minutos, do teste de ir e vir (Time Up & Go), da Short Physical Performance Battery (SPPB), bem como a contração voluntária máxima de preensão manual utilizando-se um dinamômetro hidráulico. Será realizada uma análise descritiva dos dados, que serão expressos em média e desvio-padrão. A normalidade dos dados será testada por meio do teste de Shapiro-Wilk. Para a comparação das variáveis dependentes entre os grupos, será realizado o teste t de student para amostras independentes. Para comparação das variáveis dependentes de acordo com o grau de incapacidade será realizada uma Análise de Variância (ANOVA one way). O nível de significância adotado será P ≤ 0,05 e o software utilizado para efetuar as análises será o Statistical Package for the Social Sciences (SPSS), versão 22.0 para Windows®. Nesse sentido espera-se que com os resultados desenvolvidos dentro desse projeto possibilite caracterizar o nível de atividade física e capacidade funcional dos pacientes com HANS, o que fornece informações que podem direcionar a orientação da prática de atividade física pelos profissionais da saúde que atendem esses pacientes, levando em consideração características específicas dessa população.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Yuwan Takeo Hasegawa - Integrante / Mariana Ferreira de Souza - Coordenador / Indira dos Santos Silva - Integrante.

  • 2016 - Atual

    Treinamento de força como estratégia na prevenção de quedas em idosos: um ensaio clínico randomizado, Descrição: A queda é o acidente mais comum entre idosos e pode resultar em fraturas que necessitam de cuidados médicos ou internamentos, podendo ter como consequência prejuízos na funcionalidade e autonomia de idosos. A elaboração de intervenções que atuem sobre os fatores de risco modificáveis para quedas são uma valiosa estratégia de prevenção. Entre os fatores intrínsecos estão a fraqueza muscular, déficit de equilíbrio e instabilidades da marcha, os quais podem ser modificados pela adoção de intervenções com o exercício físico. Neste sentido, a prática regular de programas de treinamento de força (TF) tem sido amplamente recomendada para idosos pois pode promover benefícios nos aspectos físicos e cognitivos relacionados a quedas. No entanto, estudos que investigaram o TF isolado na prevenção de quedas ainda são escassos e controversos. Nesse sentido o objetivo do presente estudo será verificar o efeito de um programa de treinamento força como estratégia de prevenção de quedas em idosos. Um total de 68 indivíduos serão aleatorizados em dois grupos: TF e Controle. Serão feitas avaliações antropométricas, de composição corporal (DEXA), força muscular dinâmica (1 repetição máxima), equilíbrio na plataforma de força, análise de marcha, testes de caminhada de seis minutos, teste de ir e vir, bateria de testes funcionais (Short Physical Performance Battery - SPPB), questionário para avaliação da função cognitiva global (MoCA), avaliação da função executiva (teste de cores de Stroop), atenção e memória de trabalho será realizada por meio do teste dígitos (Digit Span), o domínio da linguagem será avaliado através do teste de fluência verbal semântica e fonológica, a avaliação da memória (Wechsler Memory Scale 3ª Edition - WMS-III), questionário para avaliação do medo de cair (FES-I-Brasil), histórico de quedas e um diário para anotação da ocorrência de quedas. As avaliações serão feitas no início do estudo, no final de 12 semanas de intervenção e um follow up, 12 semanas após o término da intervenção. O grupo TF realizará um protocolo de treinamento 3 vezes por semana, composto por 9 exercícios com 3 séries de 10-15 repetições para cada exercício, com intervalos de recuperação de 1-2 minutos entre as séries. Para análise de dados serão empregados testes para verificação da normalidade, ANOVA mista para medidas repetidas, para comparação dos grupos nos diferentes momentos de avaliação e regressão logística múltipla para identificar a possível contribuição das modificações das variáveis independentes nas dependentes. Os resultados esperados são que a intervenção com TF poderá se uma estratégia efetiva na prevenção de quedas, além de promover uma melhora significativa na capacidade funcional e função cognitiva dos idosos... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) . , Integrantes: Yuwan Takeo Hasegawa - Integrante / Mariana Ferreira de Souza - Coordenador / Ferdinando Oliveira Carvalho - Integrante / Indira dos Santos Silva - Integrante / Fernando de Aguiar Lemos - Integrante / José Roberto Andrade Nascimento Junior - Integrante / Marcos Duarte Guimarães - Integrante / Anderson da Costa Armstrong - Integrante / Lucas Gabriel Magalhães Gonçalves - Integrante / Igor Rafael Andrade Campos - Integrante / Andreya Karolyne Santos Vieira - Integrante / Rodrigo Gustavo da Silva Carvalho - Integrante / Paulo Ricardo Pereira dos Santos - Integrante.Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa / Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco - Bolsa.