Lara Brasil de Souza

Graduanda em Ciências Biológicas (licenciatura) na Universidade Federal do Rio Grande do Sul- UFRGS.

Informações coletadas do Lattes em 04/04/2019

Acadêmico

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Formação acadêmica

Graduação em andamento em Ciências Biológicas

2016 - Atual

Universidade Federal do Rio Grande do Sul

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Formação complementar

2017 - 2017

Extensão universitária em Virologia Molecular. (Carga horária: 35h). , Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

2017 - 2017

Mini Curso de Direito Ambiental. (Carga horária: 6h). , Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

2017 - 2017

O impacto dos resíduos sólidos nos processos ecológicos - PETBIO/CECLIMAR. (Carga horária: 14h). , Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

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Idiomas

Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

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Áreas de atuação

    Grande área: Ciências Biológicas / Área: Biologia Geral.

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Participação em eventos

I ENCONTRO SOBRE LIXO MARINHO DO ATLÂNTICO SUL. 2017. (Encontro).

Trote Consciente 2017/1-Gestão Ambiental na Mata Atlântica. 2017. (Outra).

Trote Consciente 2017/2. 2017. (Outra).

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Foi orientado por

Sandra Maria Hartz

Efeitos da ocupação humana das margens de lagoas costeiras sobre comunidades de peixes; 2017; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, CNPq; Orientador: Sandra Maria Hartz;

FERNANDO GERTUM BECKER

Efeitos da ocupação humana das margens de lagoas costeiras sobre comunidades de peixes; 2017; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Fernando Gertum Becker;

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Projetos de pesquisa

  • 2017 - 2018

    Efeitos da ocupação humana das margens de lagoas costeiras sobre comunidades de peixes, Descrição: Lagoas costeiras abrigam peixes de água doce, diádromas e estuarinas, contendo uma grande diversidade. No entanto, por estarem em regiões litorâneas, que tendem a ter uma densidade populacional humana elevada, acabam sofrendo forte pressão por causa de atividades antrópicas. As atividades antrópicas podem afetar a comunidade de peixes reduzindo a diversidade taxonômica, alterando a estrutura trófica da comunidade e reduzindo o tamanho médio da comunidade. Assim sendo faz-se necessário começar a compreender o tipo de impacto que estas atividades têm nestes ecossistemas. Este trabalho possui como objetivo investigar os efeitos da ocupação humana nas margens lagoas costeiras sobre o tamanho de peixes. Foram analisadas 134 lagoas costeiras da costa atlântica da América do Sul, distribuídas entre as latitudes 0° e 50° S. Compilaram-se informações de presença de espécies de peixes por meio de consultas a publicações, coleções científicas e coletas realizadas pelo laboratório de Ecologia de Populações e Comunidades da UFRGS. O nível de antropização foi observado com quatro variáveis: luz noturna (utilizada como proxy de urbanização), obtida por meio de SIG num buffer 10km ao redor de cada lagoa; presença do uso recreativo da lagoa (decks, marinas e praias) e de rodovias nas margens, de imagens do GoogleEarth; e, presença de espécies exóticas obtidas junto com os registros de espécies nativas. O tamanho dos peixes foi obtido na plataforma FishBase ou artigos científicos. O tamanho das espécies foi avaliado pelo coeficiente de variação do tamanho (CVT) dos peixes presentes em cada lagoa, considerando todas as espécies nativas e quantificado separadamente para as espécies marinhas/diádromas e para as de água doce. Optou-se pelo CVT para minimizar o efeito que o pool de espécies regionais pode exercer sobre o tamanho médio da comunidade. As influências das variáveis antrópicas sobre o coeficiente de variação do tamanho dos peixes foram verificadas por meio de correlações e regressões simples. Identificaram-se 164 espécies de peixes de água doce e 123 marinhas. O CVT variou entre 0,167 e 1,96 para as espécies de água doce, entre 0,12 e 1,17 para as marinhas e entre 0,17 e 1,96 quando considerada toda a comunidade de peixes das lagoas. Em 75 lagoas tem observa-se a presença de espécies exóticas, em 62 há rodovias próximas à margem da lagoa e em 75 lagoas há evidências de alteração da estrutura de margem para uso de atividades recreativas. A intensidade de luz noturna média variou entre 0,22 e 41,81. Até o presente momento, o CVT dos peixes não apresentou relação com as variáveis antrópicas. Influências antrópicas sobre a heterogeneidade de margens são difíceis de mensurar pois seus efeitos são cumulativos e muitas vezes não detectáveis visualmente. Análises químicas/físicas da qualidade da água são tradicionalmente medidas para avaliar a grau de antropização de um corpo d?água. No entanto, estas variáveis estão disponíveis para um número restrito de lagoas consideradas neste estudo e, para a maioria destas, são medidas em diferentes períodos e diferentes locais da coleta da ictiofauna. Apesar de utilizar o CVT, algumas regiões possuem padrões diferentes de variação do CVT e isso pode estar mascarando a relação com a as variáveis de antropização. As 134 lagoas estão distribuídas em uma ampla escala geográfica, apresentando uma comunidade de peixes diversificada. Os próximos passos do trabalho será avaliar a relação entre CVT e fatores de pressão numa escala mais regional considerando as ecorregiões aquáticas de água de doce (FEOW). Entender como fatores antrópicos influenciam sobre a diversidade de tamanhos da comunidade é importante para detectar a vulnerabilidade da comunidade frente às mudanças ambientais, e assim, possibilitar práticas de manejo que visem restaurar o balanço trófico das comunidades.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Lara Brasil de Souza - Coordenador / Sandra Maria Hartz - Integrante.

Histórico profissional

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Endereço profissional

  • Universidade Federal do Rio Grande do Sul. , UFRGS - Campus do Vale, Agronomia, 91509900 - Porto Alegre, RS - Brasil, Telefone: (51) 33087674

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Experiência profissional