Valdisson Sebastião Bastos

Graduando em Fisioterapia pela Universidade Federal de Minas Gerais. Possui graduação em Técnico em Enfermagem pela Escola Técnica da Saúde e Tecnologia (2010). Tem experiência na área de Enfermagem, com ênfase em urgência/emergência e clínica neurológica. Atualmente é técnico em enfermagem na Prefeitura Municipal de Belo Horizonte e aluno de Iniciação Científica Voluntária sob orientação da Prof. Christina Danielli Coelho de Morais Faria na área de Reabilitação Neurológica do Adulto, na UFMG.

Informações coletadas do Lattes em 19/10/2019

Acadêmico

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Formação acadêmica

Graduação em andamento em Fisioterapia

2015 - Atual

Universidade Federal de Minas Gerais

Graduação em Técnico em Enfermagem

2008 - 2010

Escola Técnica da Saúde e Tecnologia
Orientador: Regina Maria de Avelar Teixeira
Bolsista do(a): .

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Idiomas

Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.

Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

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Áreas de atuação

    Grande área: Ciências da Saúde / Área: Enfermagem.

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Foi orientado por

Christina Danielli Coelho de Morais Faria

Eficácia do treino específico da tarefa no nível de atividade física de indivíduos acometidos pelo acidente vascular encefálico: Um ensaio clínico aleatorizado; Início: 2017; Iniciação científica (Graduando em Fisioterapia) - Universidade Federal de Minas Gerais; (Orientador);

Christina Danielli Coelho de Morais Faria

Assistência Fisioterápica a Indivíduos Acometidos pelo Acidente Vascular Cerebral Usuários da Atenção Primária do Sistema Único de Saúde (SUS) da Cidade de Belo Horizonte; Início: 2019; Orientação de outra natureza; Universidade Federal de Minas Gerais; Pró-reitoria de extensão da UFMG; (Orientador);

Júlia Caetano Martins

Preferência de exercícios de indivíduos da atenção básica de saúde da cidade de Belo Horizonte acometidos pelo acidente vascular encefálico; Início: 2018; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Federal de Minas Gerais; (Orientador);

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Produções bibliográficas

  • BASTOS, V. S. ; MARTINS, J. C. ; AGUIAR, L. T. ; FARIA, C. D. C. M. ; NADEAU, S. ; SCIANNI, A. A. ; SALMELA, L. F. T. . Propriedades de medida dos instrumentos de avaliação do nível de atividade de indivíduos pós-AVE:revisão sistemática. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • BASTOS, V. S. ; FARIA, C. D. C. M. ; MARTINS, J. C. ; AGUIAR, L. T. ; NADEAU, S. ; SCIANNI, A. A. ; SALMELA, L. F. T. . PROPRIEDADES DE MEDIDA DOS INSTRUMENTOS DE AUTO-RELATO PARA A AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA DE INDIVÍDUOS ACOMETIDOS PELO ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA.. 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).

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Projetos de pesquisa

  • 2017 - Atual

    Eficácia do treino específico da tarefa no nível de atividade física de indivíduos acometidos pelo acidente vascular encefálico: Um ensaio clínico aleatorizado, Descrição: O objetivo primário deste projeto de pesquisa será investigar a eficácia do treino específico da tarefa na melhora da mobilidade e do nível de atividade física de indivíduos pós Acidente Vascular Encefálico (AVE). O objetivo secundário será investigar o efeito do treino específico da tarefa na melhora da força muscular, capacidade de exercício, qualidade de vida e neuroplasticidade de indivíduos pós-AVE. O AVE é a principal causa de incapacidades em todo o mundo, incluindo o Brasil, onde a suas taxas de incidência e prevalência ainda são elevadas. Indivíduos pós-AVE apresentam importante comprometimento da mobilidade e um baixo nível de atividade física, o que pode levar ao surgimento de novas doenças cardiovasculares e aparecimento de novas incapacidades. Por estes motivos, melhorar a mobilidade e aumentar o nível de atividade física desses indivíduos é um objetivo importante no processo de reabilitação pós-AVE. Programas de intervenção utilizando o treino específico da tarefa já demonstraram eficácia para melhora da mobilidade pós-AVE e apresentam importantes características que favorecem a sua aplicabilidade clínica. Já foi demonstrada clara relação entre níveis de mobilidade e níveis de atividade física. Apesar de ser eficaz na melhora da mobilidade, ainda não está claro o impacto do treino específcio da tarefa no nível de atividade física dessa população. Além disso, a maioria dos estudos enfatiza o treino específico da tarefa de membros inferiores (MMII), incluindo o treino de membros superiores (MMSS) apenas no grupo controle. O treino específico da tarefa enfatizando tanto MMSS quanto MMII no grupo experimental poderia ter um impacto importante na melhora da mobilidade geral e, consequentemente, na melhora do nível de atividade física. Dessa forma, faz-se necessário investigar a eficácia do treino específico da tarefa, com ênfase em MMSS e MMII, na melhora do nível de atividade física de indivíduos pós-AVE. Assim, será desenvolvido um ensaio clínico aleatorizado, controlado, com examinador mascarado. Considerando cálculo amostral, 38 indivíduos, indivíduos da comunidade da área de abrangência de centros de saúde da cidade de Belo Horizonte serão incluídos seguindo os seguintes critérios: idade≥18 anos, histórico de AVE há mais de 6 meses, capacidade de deambular de forma independente mais de 10 metros, sedentário ou insuficientemente ativo e liberação médica para a prática de atividade física. Os critérios de exclusão serão: possível déficit cognitivo ou afasia de compreensão, presença de dor ou outras disfunções neurológicas, cardiorrespiratórias e ortopédicas que comprometa a realização dos testes ou a participação no programa de treinamento. Medidas pré-tratamento serão coletadas por um examinador treinado, auxiliado por um bolsista de iniciação científica, ambos mascarados em relação à sequência da alocação por grupo e quanto à intervenção realizada. Os participantes serão alocados aleatoriamente em um dos dois grupos: 1)grupo controle: programa de intervenção envolvendo alongamentos musculares globais (cabeça e pescoço, tronco e membros), exercícios de estimulação da memória, esclarecimentos sobre o AVE e sobre cuidados com a saúde em geral; 2)grupo experimental: programa de intervenção envolvendo o treino específico da tarefa, realizado em circuito com tarefas distintas divididas em 11 estações, seis envolvendo tarefas realizadas prioritariamente com os MMSS e cinco com os MMII. Medidas de desfechos serão coletadas pelos examinadores envolvidos com a avaliação imediatamente antes de iniciar o programa de intervenção e após 12 semanas de intervenção, e 4, 12 e 24 semanas após o término da intervenção (follow up). Todos os participantes dos dois grupos receberão sessões de intervenção três vezes por semana, por 12 semanas, por fisioterapeuta treinado, auxiliado por outro bolsista de iniciação científica... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Valdisson Sebastião Bastos - Integrante / Christina Danielli Coelho de Morais Faria - Coordenador / Julia Caetano Martins - Integrante / Larissa Tavares Aguiar - Integrante / Luci Fuscaldi Teixeira Salmela - Integrante / Paula Luciana Scalzo - Integrante / Sylvie Nadeau - Integrante / Aline Alvim Scianni - Integrante.

Histórico profissional

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Experiência profissional