Maria Beatriz Santos Lima

Graduanda em Direito na Universidade Tiradentes, bolsista no Programa de Iniciação Científica (Probic/Unit) com o projeto: IGUALDADE DE GÊNERO: a concretização do ODS 5 por meio de editais que incentivam meninas e mulheres, coordenado pela Profª. Dra. Verônica Marques, além de integrante do Grupo de Estudos Decoloniais e Grupo de Estudos em Gênero, Família e Violência, associado ao Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos da Universidade Tiradentes. Possui interesse nas áreas de Gênero, Sexualidade e Territorialidade.

Informações coletadas do Lattes em 20/06/2020

Acadêmico

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Formação acadêmica

Graduação em andamento em Direito

2017 - Atual

Universidade Tiradentes

Ensino Médio (2º grau)

2016 - 2016

Secretaria de Educação do Estado da Bahia

Ensino Médio (2º grau) interrompido em 2016

2013 - Atual

Instituto Federal da Bahia
Ano de interrupção: 2016

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Formação complementar

2018 - 2018

Extensão universitária em IV SEMANA ACADÊMICO-CULTURAL (IV SEMAC) CONTROVÉRSIAS JURÍDICAS V. (Carga horária: 16h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.

2018 - 2018

Extensão universitária em o II JORNADA DE PSICOLOGIA JURÍDICA: JUDICIALIZAÇÃO DO COTIDIANO. (Carga horária: 14h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.

2018 - 2018

Conceitos e Princípios Fundamentais do Direito Tributário. (Carga horária: 5h). , Fundação Getúlio Vargas, FGV, Brasil.

2017 - 2017

Extensão universitária em O Regressismo Tributário no Mercado de Consumo Brasileiro e o IVA. (Carga horária: 4h). , Universidade Tiradentes, UNIT, Brasil.

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Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

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Áreas de atuação

Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Pesquisa e Desenvolvimento.

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Organização de eventos

LIMA, M. B. S. . Oficina: "É só uma fase.."- Estudo de gênero, sexualidade e violências no processo de autoafirmação.. 2015. (Outro).

LIMA, M. B. S. . Oficina: Não calem Evelyn Boyd - Influência da mulher na ciência. 2015. (Outro).

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Participação em eventos

1 ST Internacional Research Groups Meeting on Human Rights and Legal Anthropology ? InterDH&A 2019. 2019. (Simpósio).

Cine Debate em Atenção ao dia Internacional da Mulher - Filme: Chega de Fiu Fiu. 2019. (Outra).

III Encontro Nacional das Mulheres nas Ciências Criminais.?Não põe a mão em mim que eu sou mulher?: crítica à abordagem policial lesbofóbica e descaso institucional no caso Luana Barbosa. 2019. (Encontro).

II JORNADA DE PSICOLOGIA JURÍDICA: JUDICIALIZAÇÃO DO COTIDIANO. 2018. (Outra).

IV SEMANA ACADÊMICO-CULTURAL (IV SEMAC) CONTROVÉRSIAS JURÍDICAS V. 2018. (Outra).

Primeiro Seminário do Promob "Doutrinas, práticas e saberes locais". 2018. (Seminário).

Congresso de Gestão e Políticas Públicas. 2017. (Congresso).

II Seminário "Tecendo a rede: Construindo Caminhos para o Enfrentamento da Violência contra a a Mulher". 2017. (Seminário).

Simpósio Temático: Enfrentamento à Violência Doméstica: Metodologia de Ação. 2017. (Simpósio).

XVI Congresso Nacional de Direito da UNIT - CONADI 2017 "Defesa do Estado Democrático de Direito: Tendências e Cenários Contemporâneos.". 2017. (Congresso).

II Semana Indígena do IFBA/Campus Seabra- "Esta Terra Tem Dono!". 2016. (Seminário).

III Semana de Ciência e Tecnologia do IFBA-Campus Seabra. 2015. (Encontro).

III Semana Preta do IFBA/Campus Seabra - "Vixe! Encrespou!". 2015. (Encontro).

II Semana Preta do IFBA/Seabra- "Seu Júlio Cupertino". 2014. (Seminário).

Festival Latinoamericano de Instalação de Software Livre (FLISOL). 2013. (Encontro).

Semana Indígena e do Meio Ambiente do IFBA/Campus Seabra. 2013. (Seminário).

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Foi orientado por

Ilzver de Matos Oliveira

Elites e recursos naturais nas comunidades originarias (indígenas e campesinos) (Edital n 1/2017 - PIBIC/PIBITI-CNPq e PROBIC/PROBITI-Unit); 2017; Iniciação Científica; (Graduando em Direito) - Universidade Tiradentes, Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe; Orientador: Ilzver de Matos Oliveira;

Gabriela Maia Rebouças

MULHERES NA REFORMA AGRÁRIA, UMA ANÁLISE DA RELAÇÃO DE GÊNERO NA PERSPECTIVA DO DIREITO AO DESENVOLVIMENTO; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em Direito) - UNIVERSIDADE TIRADENTES, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Gabriela Maia Rebouças;

Verônica Teixeira Marques

IGUALDADE DE GÊNERO: a concretização do ODS 5 por meio de editais que incentivem meninas e mulheres; Início: 2019; Iniciação científica (Graduando em Direito) - Universidade Tiradentes, PROBIC-UNIT; (Orientador);

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Projetos de pesquisa

  • 2019 - Atual

    IGUALDADE DE GÊNERO: a concretização do ODS 5 por meio de editais que incentivam meninas e mulheres, Descrição: O presente projeto visa analisar um dos mecanismos utilizados por organizações nacionais, internacionais e pelo próprio Estado Brasileiro para alcançar a finalidade do Objetivo do Desenvolvimento Sustentável 5, que é alcançar a igualdade de gênero e emancipar todas as mulheres. Para tanto, será feito o mapeamento dos editais lançados desde o estabelecimento da Agenda 2030, em 2015, verificando seu objeto, alcance e resultados, enquanto meio de consecução do objetivo supracitado. Objetiva-se ainda discutir as principais perspectivas e desafios para o acompanhamento dos indicadores globais no Brasil. No plano metodológico, será feita uma investigação na bibliografia especializada, além de levantamento documental no site da Organização das Nações Unidas e do Governo Federal, informações secundárias em bancos de dados e relatórios oficiais. A forma de abordagem ao problema ocorrerá por meio da pesquisa qualitativa e exploratória.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Maria Beatriz Santos Lima - Coordenador / Veronica Marques de Souza - Integrante / Letícia Rocha - Integrante / Jéssica Caroline Gomes Silva - Integrante., Financiador(es): Universidade Tiradentes - Bolsa.

  • 2018 - 2019

    MULHERES NO CAMPO: UMA ANÁLISE DAS RELAÇÕES DE GÊNERO E PERCEPÇÕES DE DIREITOS DE ASSENTADAS EM ESTÂNCIA/SE, Descrição: Apesar do progresso social do século XXI, a violência de gênero ainda existe como uma problemática emergente atual. Contudo, deve-se notar, quanto mais específicas forem as demandas das pessoas sujeitas nas relações, como questões de raça; posição social; território/moradia, mais fortemente as variáveis de opressão social se sustentam através das violências que vulnerabilizam os agentes (DAVIS, 2016). Nessa perspectiva, haja vista a falta de atenção do Estado à realidade no meio rural, o presente trabalho propõe uma análise acerca da temática sobre patriarcado, gênero, territorialidade e trabalho, no qual, instaurou-se como objeto de estudo as relações existentes numa comunidade de assentadas no município de Estância no Estado de Sergipe. Como objetivos específicos foram elencados: a) levantar a partir de estudo histórico e social sobre a desigualdade de gênero; b)estabelecer em face da evolução dos direitos humanos e o direito ao desenvolvimento a interface com a discussão sobre gênero e suas contribuições efetivas à extinção da desigualdade; c)pesquisar a condição fundiária nacional e a repercussão dessa nas relações e conflitos no campo; d) identificar e catalogar, através de entrevistas, os principais problemas suportados pelas trabalhadoras rurais assentadas no município de Estância/SE; e)sugerir alternativas de superação das situações que interdeferem. Destarte, foi escolhida a metodologia bibliográfica, documental com pesquisa de campo, através da abordagem mista quanti-qualitativa. Foi feita a fundamentação teórica com autoras que delineiam o universo temático da pesquisa como Angela Davis e Heleieth Saffioti, além da análise documental no INCRA e pesquisa de campo realizada com aplicação de questionários semifechados. Foi possível compreender que embora a terra seja objetivo comum entre aqueles homens e mulheres, a organização do trabalho ainda é fator preponderante na materialização da desigualdade de gênero. Pois, quase unanimamente as entrevistadas reconheceram a existência da sobrecarga de trabalho para a mulher, o que confirma a problemática global da dupla/tripla jornada de trabalho da mulher e a desigualdade entre elas e os seus companheiros. Demonstrando o sexismo desenvolvido socialmente que dita os afazeres para as mulheres como as atividades domésticas, filhos, e no caso específico das entrevistadas, o trabalho do campo (seja administrativo, prático do plantio, organizacional etc). No entanto, apesar desse reconhecimento, elas possuem resistências e dificuldades de compreender o trabalho que efetivamente realizam no espaço doméstico e exploração do lote como trabalho produtivo. Além disso, notou-se que as políticas públicas não estão sendo aplicadas integralmente e ainda quanto às que estão sendo aplicadas, há mais formalidade do que disposição para desestruturar o modelo patriarcal e papeis de gênero. Concluiu-se diante do trabalho desenvolvido, que a realidade no campo em relação à desigualdade de gênero possui muitos meandros a serem distendidos, afim de que a divisão de trabalho no campo agrário não sopese pela condição sexual e que o fato de ser mulher, não as coloque de forma irreflexiva nos ditames opressivos que o patriarcado estabeleceu.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Maria Beatriz Santos Lima - Coordenador / Gabriela Maia Rebouças - Integrante / Gilda Diniz dos Santos - Integrante / Carolina SIlva Porto - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

  • 2017 - 2018

    Elites e Recursos Naturais nas comunidades originárias (campesinas e indígenas), Descrição: As origens da exclusão dos povos indígenas latino-americanos têm um fundo histórico. Essa raiz é encontrada na dominação e exclusão coloniais e também nas pretensões de homogeneidade do Estado nos séculos XIX e XX, o que tem contribuído com a reprodução das estruturas sociais, políticas, econômicas e culturais. Na atualidade, na América Latina é recorrente encontrarmos alianças entre algumas elites empresariais, proprietários das terras e elites políticas locais interessadas na apropriação e exploração dos recursos naturais que geralmente se encontram em territórios habitados por populações indígenas e campesinas. Nas últimas décadas, existe uma crescente sensibilidade no âmbito internacional sobre a questão indígena. Da mesma forma, existe preocupação pela degradação do meio ambiente, pela deterioração da biodiversidade e pelo impacto da homogeneização cultural que está ocorrendo através da globalização. É nesse contexto que emerge essa proposta esse projeto de iniciação científica para investigar a relação que existe entre as elites e os conflitos sociais nas comunidades originárias do Estado de Sergipe.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Maria Beatriz Santos Lima - Integrante / Ilzver de Matos Oliveira - Coordenador / Fran Espinoza - Integrante.

Histórico profissional

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Endereço profissional

  • Universidade Tiradentes. , Avenida Murilo Dantas, Farolândia, 49032490 - Aracaju, SE - Brasil, Telefone: (79) 32182100

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Experiência profissional

2017 - Atual

Universidade Tiradentes

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2015 - 2016

Instituto Federal da Bahia

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estudante