Kamila Regina Machado

Graduanda em Psicologia pela Universidade Federal de Minas Gerais, com ênfase em formação voltada para a atuação clínica. Com experiência em clínica no contexto hospitalar, política pública e saúde mental. Trajetória ainda em interface com a área da educação e educação inclusiva.

Informações coletadas do Lattes em 19/06/2019

Acadêmico

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Formação acadêmica

Graduação em andamento em Psicologia

2013 - Atual

Universidade Federal de Minas Gerais

Ensino Médio (2º grau)

2009 - 2011

Escola Estadual Professor William Rodrigues Rebuá

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Idiomas

Inglês

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

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Áreas de atuação

    Grande área: Ciências Humanas / Área: Psicologia.

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Foi orientado por

Rosilene Siray Bicalho

Projeto de Ensino Médio para Jovens e Adultos da UFMG; Início: 2018; Orientação de outra natureza; Universidade Federal de Minas Gerais; Pro reitoria de Extensão; (Orientador);

Edson Massayuki Huziwara

Ensino de relações auditivo-visuais a indivíduos com implante coclear; 2014; Iniciação Científica; (Graduando em Psicologia) - Universidade Federal de Minas Gerais, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Edson Massayuki Huziwara;

Adriana Maria Valladão Novais Van Petten

PROGRAMA DE APOIO A INCLUSÃO E PROMOÇÃO À ACESSIBILIDADE; 2015; Orientação de outra natureza; (Psicologia) - Universidade Federal de Minas Gerais, Pró Reitoria de Graduação; Orientador: Adriana Maria Valladão Novais Van Petten;

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Projetos de pesquisa

  • 2013 - 2015

    Ensino de relações auditivo-visuais a partir dos procedimentos de exclusão e modelagem do controle de estímulos, Descrição: Descrição: Este projeto objetiva investigar processos envolvidos no desenvolvimento da linguagem oral a partir da aprendizagem de relações condicionais auditivo-visuais, ou seja, relações estabelecidas entre som da palavra (auditivo) e figuras (visuais). Esse é o processo básico para a aquisição da linguagem. Para isso, dois procedimentos de ensino serão testados e comparados. São eles: procedimento de exclusão e procedimento de modelagem do controle de estímulos associado à exclusão. Devido à privação de som anterior ao uso do Implante Coclear, indivíduos em (re)habilitação auditiva apresentam dificuldades em desenvolver essas relações, ou seja, a linguagem. Por isso, estudar os procedimentos que sejam mais efetivos e com menor custo auxiliam não só aos usuários desse tipo de serviço, mas também ao conhecimento em geral sobre o desenvolvimento da linguagem. Seis crianças de idade variando entre seis e nove anos, usuárias do dispositivo Implante Coclear e em nível de desenvolvimento da linguagem semelhantes serão submetidas ao procedimento de ensino. Crianças nessas condições estão desenvolvendo as habilidades auditivas e por isso nos permitem investigar a aquisição da linguagem no momento em que esta ocorre. O repertório verbal será caracterizado a partir da aplicação do Peabody Picture Vocabulary Test ? Revised, que consiste em apresentar figuras em um caderno e pedir que a criança aponte para a palavra que será pronunciada pelo avaliador correspondente à uma das quatro figuras do caderno. Isso permite verificar a compreensão auditiva da criança, ou seja, se ela já faz algumas relações auditivo-visuais. Serão apresentadas para as crianças tarefas em um computador que consiste em apresentar um estímulo modelo auditivo para que a criança realize a escolha de alguma das figuras de comparação apresentadas na tela. Duas configurações (exclusão e modelagem do controle de estímulos) serão apresentadas, sendo que metade do grupo realizará uma ordem e a outra metade, a ordem inversa. O procedimento como um todo possui o objetivo de ensinar seis relações auditivo-visuais (pseudo palavras e figuras arbitrárias) representadas por letras do alfabeto e números - A1B1, A2B2, A3B3, C1D1, C2D2, C3D3 ? em que A e C são estímulos auditivos; B e D são visuais; e cada número indica a relação a ser estabelecida. No procedimento de exclusão, ensina-se a relação A1B1, em que na apresentação do estímulo auditivo A1, a criança deverá escolher o estímulo comparação B1 em detrimento dos estímulos B2 ou B3, por exemplo. Depois -de estabelecido, apresenta-se um estímulo auditivo novo A2 e os estímulos B1 e B2 de comparação. A criança deverá excluir o estímulo conhecido A1 e escolher o novo. Se, ao final do procedimento, diante do estímulo modelo novo A2 ou A3 e com estímulos de comparação também novos B2 e B3, a criança fizer a escolha correta, ela terá aprendido as relações A2B2 e A3B3 a partir do procedimento de exclusão. Já no procedimento de modelagem do controle de estímulos, a princípio, o estímulo modelo terá um componente auditivo, mas também visual. A configuração será semelhante ao procedimento de exclusão, exceto que nesse caso, a criança poderá fazer a escolha a partir da audição ou pela identidade, já que o componente visual será fisicamente idêntico ao estímulo visual de comparação. Gradualmente, o componente visual será apagado, até restar somente o componente auditivo. Os desempenhos dos participante serão comparados a partir da ocorrência de erros. O objetivo é verificar se o procedimento de modelagem do controle de estímulos, devido ao seu caráter transicional (da escolha por identidade à escolha pelo estímulo auditivo) oferece vantagens no aprendizado de relações auditivo-visuais... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Kamila Regina Machado - Coordenador / Eduardo Cunha Vilela - Integrante / Edson Massayuki Huziwara - Integrante / Izabela Bandeira Oliveira de Melo - Integrante / Matheus de Araújo Torres - Integrante.

Histórico profissional

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Experiência profissional