Gabriela Piovesan Zanin

Graduanda do curso de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Santa Catarina - Campus Curitibanos na qual estagiou no Laboratório de Patologia Veterinária.Participou da Iniciação Científica Voluntário com o projeto na área de Patologia aviária e Entomologia Forense, além de participar de projeto de extensão na área de Patologia Animal, sob orientação da prof Dr. Francielli Cordeiro Zimermman e prof. Dr Adriano Tony Ramos. Área de atuação: Patologia Veterinária Geral e Patologia Aviária. Atualmente participa de projeto de extensão voltado a saúde pública, com orientação da prof Dr. Ewelyn Winter da Silva.

Informações coletadas do Lattes em 09/04/2019

Acadêmico

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Formação acadêmica

Graduação em Medicina Veterinária

2013 - 2017

Universidade Federal de Santa Catarina

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Idiomas

Inglês

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

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Organização de eventos

PEREIRA, M. L. ; ZANIN, G. P. ; SERENA, G. C. ; BITENCOURT, J. H. . Simposio catarinense de anestesiologia, clinica e cirugia veterinária - SIMCAPEQ. 2017. (Congresso).

ZANIN, G. P. ; GOMES, C. ; SERENA, G. C. . Curso teorico-pratico emergência veterinária. 2016. (Congresso).

ZANIN, G. P. ; PEREIRA, M. L. ; GOMES, C. ; SERENA, G. C. . Curso intersivo de Ortopedia Veterinária. 2016. (Congresso).

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Participação em eventos

SEMINÁRIO DE ÉTICA PROFISSIONAL E HABILITAÇÃO EM RESPONSABILIDADE TÉCNICA Módulo: MÓDULO AVANÇADO - PARTICIPANTE. 2017. (Seminário).

SEMINÁRIO DE ÉTICA PROFISSIONAL E HABILITAÇÃO EM RESPONSABILIDADE TÉCNICA Módulo: MÓDULO BÁSICO - PARTICIPANTE. 2017. (Seminário).

1° SALÃO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UFSC CURITIBANOS (Sepex, SNCT e UFSC de portas abertas).1° SALÃO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UFSC CURITIBANOS (Sepex, SNCT e UFSC de portas abertas). 2016. (Seminário).

Curso de estatística experimental aplicada. 2016. (Outra).

Curso Teórico-Prático em Emergência de Pequenos Animais. 2016. (Congresso).

CONVEL- Congresso Internacional de Medicina Veterinária Legal. 2015. (Congresso).

Curso de Manejo em Animais de Pesquisa. 2015. (Seminário).

III SAVUSFC -Semana Acadêmica de Medicina Veterinária da UFSC. 2015. (Simpósio).

MedVep -Congresso de Especialidades Veterinárias. 2015. (Congresso).

24º Seminário de Iniciação Científica (SIC).Analise da fauna Entomologica em Cadáver de Suíno no Planalto Catarinense. 2014. (Seminário).

Visão geral sobre anatomia das aves, inflamação e patologia aviária. 2014. (Seminário).

I SAVUSFC -Semana Acadêmica de Medicina Veterinária da UFSC. 2013. (Outra).

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Comissão julgadora das bancas

ROGÉRIO MANOEL LEMES DE CAMPOS

CAMPOS, R. M. L.; MARCO, C. B. S.; DIAS, C. S.. Infecção por Seneca vírus em suínos de terminação. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Catarina.

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Foi orientado por

ROGÉRIO MANOEL LEMES DE CAMPOS

Fraturas lombo-sacras em suínos: Inspeção e Condenação; 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Rogério Manoel Lemes de Campos;

Conrado de Oliveira Gamba

Monitoria da disciplina de Patologia Veterinária Geral 2016-1; 2016; Orientação de outra natureza; (Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Conrado de Oliveira Gamba;

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Produções bibliográficas

  • ZANIN, G. P. ; SERENA, G. C. ; MONDINI, C. P. ; BITENCOURT, J. H. ; SEULA, M. de L. ; SERIGHELLI, T. ; MARCHIORRO, C. . Avaliação de espécie de larvas em cadáver de suíno. In: 4a Semana Acadêmica de Medicina Veterinária - UFSC, 2017, Curitibanos. Avaliação de espécie de larvas em cadáver de suíno, 2017.

  • ZANIN, G. P. ; SERENA, G. C. ; SANTOS, E. C. ; CALIARI, C. D. ; RAMOS, A. T. ; ZIMERMMAN, F. C. ; JONCK, F. . Prevalence of neoplasms associated with Pteridium aquilinum intake in cattle submitted to examinations in the pathology department of UDESC, Lages, Brazil.. In: 3rd World Veterinary Cancer Congress (WVCC), 2016, Foz do IGUAÇU. 3rd World Veterinary Cancer Congress (WVCC) - 2016, 2016.

  • SANTOS, E. C. ; ZANIN, G. P. ; SERENA, G. C. ; ZIMERMMAN, F. C. ; TAVELA, A. ; RAMOS, A. T. ; CALIARI, C. D. . DIOCTOPHYMA RENALE PARASITIZING A DOG IN MUNICIPALITY OF CURITIBANOS, SANTA CATARINA: FIRST REPORT.. In: XIX Congresso Brasileiro de Parasitologia Veterinária, 2016, Belém. DIOCTOPHYMA RENALE PARASITIZING A DOG IN MUNICIPALITY OF CURITIBANOS, SANTA CATARINA: FIRST REPORT., 2016.

  • SERENA, G. C. ; SANTOS, E. C. ; ZANIN, G. P. ; CALIARI, C. D. ; ZIMERMMAN, F. C. ; RAMOS, A. T. . Prevalence of neoplasia in small animals submitted to necropsy in UFSC-Campus Curitibanos - SC.. In: 3rd World Veterinary Cancer Congress (WVCC) - 2016- V Encontro da ABROVET 2016, 2016, Foz do IGUAÇU. Prevalence of neoplasia in small animals submitted to necropsy in UFSC-Campus Curitibanos - SC, 2016.

  • ZANIN, G. P. . Seneca vírus em suínos de terminação; relato de caso. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • ZANIN, G. P. . Tristeza Parasitária. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • ZANIN, G. P. . Doença de Marek. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • ZANIN, G. P. ; SERENA, G. C. ; SEULA, M. de L. ; SERIGHELLI, T. ; MONDINI, C. P. ; BITENCOURT, J. H. ; TAVELA, A. ; RAMOS, A. T. ; MARCHIORRO, C. . Analise de decomposição cadavérica de suíno na região do Planalto Catarinense. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

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Projetos de pesquisa

  • 2016 - 2017

    Estudo da morfologia das glândulas nasais de perus, Descrição: A glândulas nasais ou de sal têm a propriedade de concentrar cloreto de sódio, cumprindo um papel vital na osmorregulação do pássaro. Esta função é mais importante em marinhos e do deserto pássaros, sujeitos a altas carga de sal em suas dietas. (King & McLelland, 1981). Diferentemente de outras espécies, a glândula nasal nos perus, não tem uma localização supra-orbital, e é principalmente coberta por ossos do crânio (ossos principalmente nasais), porém pouco sabe-se sobre ela. Muitos casos têm mostrado como a glândula nasal pode ser facilmente envolvido em muitas doenças (Riddell & Roepke, 1991; Klopfleisch et al 2005;. Shivaprasad et ai 2015). Em 1991 inchaço proeminente acima dos olhos foi relatado em perus e não específica adenite de glândula nasal foi descrita histologicamente (Riddell & Roepke, 1991). Recentemente, a glândula nasal foi o exclusivamente órgão afetado em um surto causado por Chlamydophila psittaci em um rebanho de peru orgânico na Califórnia (Shivaprasad et al. 2015). Para identificar a localização, a irrigação sanguínea e a morfologia da glândula nasal de peru é de grande importância recolher uma quantia considerável de amostras, afim de realizar-se uma análise e um diagnóstico histopatológico mais fidedigno. Este experimento tem o intuito de fornecer uma análise aprofundada da irrigação sanguínea da glândula nasal em perus, o que pode ser útil para entender e reconsiderar o papel desta glândula na fisiopatologia de algumas doenças em perus. O experimento será realizado com 8 cabeças de perus abatidos em frigorifico, sendo 4 fêmeas e 4 machos, provenientes da cidade de Caxias do Sul -RS. Estas serão dissecadas, e a partir de um vaso de grande calibre, será injetado água destilada levemente aquecida e em seguida tinta Nanquim, esta por sua vez, irá realizar o percurso dos vasos sanguíneos, assim demarcando a irrigação da glândula e possibilitando sua visualização microscopicamente. Após este procedimento, será analisado o comprimento da glândula em centímetros, observando seu diâmetro máximo e mínimo, distância da ápice rostral da glândula nasal com a face caudal do orifício nasal em centímetros e posteriormente a pesagem em uma balança analítica. A glândula nasal será recolhida inteira e ficada em solução de formalina a 10% neutra tamponada rotineiramente processada, embebidas em parafina, seccionadas a 4 uM espessura e coradas com hematoxilina e eosina para exame histopatológico.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Gabriela Piovesan Zanin - Integrante / Francielli Cordeiro Zimermman - Coordenador.

  • 2014 - 2017

    Analise de decomposição cadavérica de suíno na região do Planalto Catarinense, Descrição: A entomologia forense utiliza dados biológicos e ecológicos de insetos necrófagos com o objetivo de auxiliar nas investigações criminais, através do intervalo pós mortem (IPM), que pode ser analisado de acordo com a chegada de determinadas espécies necrófagas no cadáver, ou até mesmo conferindo a causa da morte destes animais em questão. Com o auxilio de fotografias, as quais foram obtidas diariamente durante o momento em que eram realizadas as coletas pelos alunos colaboradores do projeto, realizado em Curitibanos ? Santa Catarina, juntamente com câmeras que foram instaladas em cada gaiola (uma na sombra e outra no sol) contendo um suíno em decomposição (mortos por causas naturais), conseguiu-se observar mais claramente os processos de decomposição cadavérica, como por exemplo, o estagio de decomposição inicial ou fresco, que compreende o período entre a morte do animal até o momento em que ele começa autolisar. No segundo estágio, de putrefação ou enfisematoso, o cadáver apresenta um inchaço abdominal devido ao metabolismo das bactérias. Este estágio varia geralmente de 24 a 48 horas. O próximo estágio, de putrefação escura, é devido ao processo chamado de pseudomelanose, onde pode haver ruptura do corpo do cadáver, como também serem visualizados grande número de larvas de dípteros. Após uma ou duas semanas, esse período varia devido a temperatura ambiente, inicia-se o estagio de putrefação butírica, onde o odor exalado pelo cadáver é muito forte, no qual a pele esta totalmente decomposta e só podem ser visualizadas larvas de dípteros com desenvolvimento incompleto, pela de falta de substrato, iniciando a dispersão larval realizado pelas larvas em estágio pós-alimentar, e por fim, estágio seco ou esqueletização, que é caracterizado pela presença de ossos e algumas cartilagens mais duras que não foram decompostas e o couro ressecado pela ação do sol. Nesses períodos quando mapeados permitem determinar o IPM auxiliando os criminalistas em suas investigações.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Gabriela Piovesan Zanin - Integrante / Guilherme Carvalho Serena - Integrante / Joyce Helena Bitencourt - Integrante / Morgana de Liz Seula - Integrante / Carolina Penteado Mondini - Integrante / Cesar Marchiorro - Integrante / Juliano Gil Nunes Wendt - Integrante / Adriano Tony Ramos - Coordenador / Taciane Serighelli - Integrante.

  • 2014 - 2017

    Analise da fauna Entomologica em Cadáver de Suíno no Planalto Catarinense, Descrição: A Entomologia Forense é uma área da ciência que determina como variáveis ambientais, fatores abióticos e bióticos, alteram evidencias em uma investigação criminal. Os fatores bióticos, como os insetos, são fundamentais para a determinação do estágio de decomposição do cadáver encontrado. Os insetos foram coletados, de carcaças de suínos dispostos tanto no sol como na sombra, no período, 8:00 às 10:00 e levados ao laboratório para compor o insetário. As larvas retiradas das carcaças foram cultivadas em meio de cultura, composto por caseína, levedo de cerveja, ágar, leite em pó e água, para completarem seu ciclo de vida, e assim tornar possível sua classificação. A partir do dia um (22/03) a carcaça ao sol teve seus primeiros indícios de insetos (dípteras) este período perdurou até o dia 31 (21/04), com a quantidade total 144 insetos. No dia 18 (08/04) os primeiros coleópteros iniciaram a colonização até o dia 22 (12/04), com quantidade total três insetos. Por último, chegaram às lepidópteras no dia 16 (06/04), sendo registrado um exemplar. A carcaça disposta à sombra teve sua colonização iniciada por dípteras no dia um (22/03) até o dia 30 (20/04) com 138 dípteras. Os coleópteros foram registrados no dia 14 (04/04) até 26 (16/04) em um total de quatro exemplares. Ao final foram registradas, as lepidópteras do dia 6 (27/03) até 16 (06/04) em total de cinco exemplares. Cada inseto esta sendo classificado de acordo com sua espécie, através de chaves dicotômicas para obterem-se dados precisos, pois essas informações referentes às espécies encontradas nos cadáveres variam de região para região, sendo importante em investigações criminais.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Gabriela Piovesan Zanin - Integrante / Guilherme Carvalho Serena - Integrante / Joyce Helena Bitencourt - Integrante / Morgana de Liz Seula - Integrante / Carolina Penteado Mondini - Integrante / Cesar Marchiorro - Integrante / Juliano Gil Nunes Wendt - Integrante / Adriano Tony Ramos - Coordenador / Taciane Serighelli - Integrante.

Histórico profissional

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Experiência profissional