Felipe Augusto de Alencar Goyanna

Possui graduação em Engenharia de Pesca pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e mestrado em Ciências Marinhas e Tropicais pelo Instituto de Ciências do Mar (LABOMAR/UFC). Ocupa o cargo efetivo de Engenheiro na Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca - SEAP/SG/PR, lotado no Ceará. Atuou como colaborador do Laboratório de Biogeoquímica Costeira do LABOMAR/UFC, verificando a presença de metais pesados em grandes peixes pelágicos, avaliando o risco de intoxicação humana quando consumidos. Trabalhou no Instituto de Ciências do Mar (LABOMAR) da Universidade Federal do Ceará (UFC) participando de projetos de pesquisa e extensão sobre manejo, cultivo e reprodução de peixes marinhos tropicais. No grupo de extensão Mangue Vivo-UFC atuou como educador ambiental, visando a preservação e correto manejo de ecossistemas manguezais. Foi membro do grupo de Estudos e Pesquisas em Peixes Ornamentais- GEPPO/UFC.

Informações coletadas do Lattes em 19/12/2018

Acadêmico

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Formação acadêmica

Mestrado em Ciências Marinhas Tropicais

2014 - 2016

Universidade Federal do Ceará
Título: DISTRIBUIÇÃO DE MERCÚRIO EM ATUNS (Thunnus obesus e Thunnus albacares) CAPTURADOS NO OCEANO ATLÂNTICO OESTE EQUATORIAL.,Ano de Obtenção: 2016
Luiz Drude de Lacerda.Palavras-chave: Bigeye tuna, Albacora bandolim (Tunnus obesus); Yellow tuna, Albacora laje (Tunnus albacares).Grande área: Ciências Agrárias

Graduação em Engenharia de Pesca

2005 - 2010

Universidade Federal do Ceará
Título: EFEITO DE DIFERENTES SALINIDADES SOBRE O CULTIVO DE JUVENIS DE CIOBA, Lutajanus analis.
Orientador: José Renato de Oliveira César
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.

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Formação complementar

2012 - 2012

Treinamento sobre Crédito e Plano Safra da P&A. (Carga horária: 30h). , Ministério da Pesca e Aquicultura, MPA, Brasil.

2012 - 2012

Capacitação em Técnicas de Produção de Pirarucu. (Carga horária: 24h). , SEBRAE, SEBRAE, Brasil.

2012 - 2012

Formação de Agentes de Apoio à Fiscalização. (Carga horária: 40h). , Ministério da Pesca e Aquicultura, MPA, Brasil.

2011 - 2011

Marine Ornamental Species Aquaculture. (Carga horária: 8h). , World Aquaculture Society, WAS, Estados Unidos.

2011 - 2011

Curso de Formação de Fiscais da Pesca e Aquicultur. (Carga horária: 20h). , Ministério da Pesca e Aquicultura, MPA, Brasil.

2010 - 2010

Curso de Piscicultura. (Carga horária: 6h). , Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência- SBPC, SBPC, Brasil.

2010 - 2010

Construindo Artes de Pesca. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal do Ceará, UFC, Brasil.

2010 - 2010

Capacitação para Gestão de Empreendimentos. (Carga horária: 24h). , Ministério da Pesca e Aquicultura, MPA, Brasil.

2010 - 2010

Curso de Ambientação dos Novos Servidores. , Ministério da Pesca e Aquicultura, MPA, Brasil.

2009 - 2009

Curso Especial para Tripulação de Embarcações de E. , Marinha do Brasil, MB, Brasil.

2009 - 2009

Curso Teórico e Prático sobre Aquicultura Continen. (Carga horária: 40h). , Departamento Nacional de Obras Contra as Secas- DNOCS, DNOCS, Brasil.

2008 - 2008

Semana Mangue vivo- preservação, educação e estudo. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal do Ceará, UFC, Brasil.

2006 - 2006

Biodiversidade de Elasmobrânquios do Ceará. , Universidade Federal do Ceará, UFC, Brasil.

2006 - 2006

Biologia de Tubarões. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal do Ceará, UFC, Brasil.

2000 - 2004

Curso de Inglês Intermediário. (Carga horária: 4617h). , Centro de Cultura Anglo Americana, CCAA, Brasil.

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Idiomas

Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

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Áreas de atuação

    Grande área: Ciências Agrárias / Área: Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca / Subárea: Aqüicultura/Especialidade: Maricultura.

    Grande área: Ciências Agrárias / Área: Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca / Subárea: Aqüicultura/Especialidade: Piscicultura.

    Grande área: Ciências Agrárias / Área: Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca.

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Organização de eventos

GOYANNA, F. A. A. . CURSO TEÓRICO DE CAPACITAÇÃO EM PISCICULTURA CONTINENTAL. 2010. (Outro).

GOYANNA, F. A. A. . X FEIRA DAS PROFISSÕES. 2010. (Exposição).

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Participação em eventos

V Congresso da Sociedade Brasileira de Aquicultura e Biologia Aquática. 2012. (Congresso).

Feira Nacional do Camarão (Fenacam 2011).Effects of different salinities on the cultivation of mutton snapper Lutjanus analis juveniles. 2011. (Outra).

VIII Simpósio internacional de aquicultura.Fluctuability and eclosion rates of lane snapper, Lutjanus synagris, eggs under different salinities.. 2011. (Simpósio).

World Aquaculture Society. Survival and deformity rates of lane snapper, Lutjanus synagris, larvae cultured under different salinities.. 2011. (Congresso).

Curso de Capacitação para Gestão de Empreendimentos- Ministério da Pesca e Aquicultura. 2010. (Outra).

Reunião Regional da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). 2010. (Seminário).

CIDADES COSTEIRAS SUSTENTÁVEIS- FORTALEZA, Portos, Turismo e Atividades Econômicas de Base Comunitária.Cidades Costeiras Sustentáveis. 2009. (Seminário).

CURSO ESPECIAL PARA TRIPULAÇÃO DE EMBARCAÇÕES DE ESTADO NO SERVIÇO PÚBLICO.arrais amador. 2009. (Outra).

XII SEMINÁRIO NORDESTINO DE PECUÁRIA- PECNORDESTE 2009.participante. 2009. (Seminário).

XVI Congresso Brasileiro de Engenharia de Pesca. RESULTADOS PRELIMINARES DO CULTIVO DE JUVENIS DE CIOBA, Lutjanus analis. 2009. (Congresso).

3° Congresso Brasileiro de Oceanografia. 2008. (Congresso).

6ª reunião da SBELL (sociedade brasileira para o estudo dos elasmobrânquios). Monitor da feira de educaçao ambiental da SBELL. 2008. (Congresso).

Semana Mangue Vivo- Preservação, educação e estudo científico. 2008. (Oficina).

BIODIVERSIDADE DE ELASMOBRÂNQUIOS DO CEARÁ. 2006. (Oficina).

BIOLOGIA DE TUBARÕES. 2006. (Outra).

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Comissão julgadora das bancas

Roberto Kiyoshi Kobayashi

CÉSAR, José Renato de Oliveira; FARIA, V. V.;KOBAYASHI, R. K.. EFEITO DE DIFERENTES SALINIDADES SOBRE O CULTIVO DE JUVENIS DE CIOBA, Lutajanus analis. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Pesca) - Universidade Federal do Ceará.

Guelson Batista da Silva

LACERDA, L. D.;FONTELES FILHO, A. A.SILVA, G. B.. Distribuição de mercúrio em atuns (Thunnus obesus e Thunnus albacares) capturados no Atlântico Oeste Equatorial. 2016. Dissertação (Mestrado em Ciências Marinhas Tropicais) - Universidade Federal do Ceará.

Vicente Vieira Faria

CESAR, J. R. O.; KOBAYASHI, R. K.;FARIA, V. V.. Efeito de diferentes salinidades sobre o cultivo de juvenis de cioba Lutjanus analis (Cuvier, 1828). 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Pesca) - Universidade Federal do Ceará.

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Foi orientado por

José Renato de Oliveira César

Efeitos de diferentes salinidades sobre o cultivo de juvenis de Cioba, Lutjanus analis (Cuvier, 1828); 2010; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Pesca) - Universidade Federal do Ceará, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: José Renato de Oliveira César;

José Renato de Oliveira César

Efeito de diferentes salinidades sobre o cultivo de juvenis de cioba Lutjanus analis; 2009; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Pesca) - Universidade Federal do Ceará, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: José Renato de Oliveira César;

Luiz Drude de Lacerda

Distribuião de Hg em atuns (Thunnus obesus e Thunnus albacares) capturados no Oceano Atlântico Oeste Equatorial; 2016; Dissertação (Mestrado em Ciências Marinhas Tropicais) - Universidade Federal do Ceará,; Orientador: Luiz Drude de Lacerda;

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Produções bibliográficas

  • LACERDA, L. D. ; GOYANNA, F. ; BEZERRA, M. F. ; SILVA, G. B. . Mercury Concentrations in Tuna (Thunnus albacares and Thunnus obesus) from the Brazilian Equatorial Atlantic Ocean. Bulletin of Environmental Contamination and Toxicology , v. 98, p. 149-155, 2016.

  • LACERDA, L. D. ; BEZERRA, M. F. ; COSTA, B. G. B. ; BRAGA, T. M. ; GOYANNA, F. A. A. . Mercury distribution in fish commercialized at the Mucuripe market, Fortaleza, Ceará State, Brazil. Arquivos de Ciências do Mar , v. 49, p. 50-54, 2016.

  • NUNES, A. J. P. ; GOYANNA, F. A. A. ; FAÇANHA, F. N. ; FACUNDO, G. M. ; NOGUEIRA, L. F. F. ; COE, C. M. ; SILVA, R. N. G. ; SILVA, J. W. A. ; MAIA, L. P. . Benefícios do cultivo de camarão por pequenos produtores através do associativismo. Revista da Associação Brasileira dos Criadores de Camarões (ABCC), Natal/RN, p. 68 - 74, 01 jul. 2014.

  • GOYANNA, F. A. A. ; KOBAYASHI, R. K. ; César ; LIMA, F. D. H. . RESULTADOS PRELIMINARES DO CULTIVO DE JUVENIS DE CIOBA lutjanus analis EM DIFERENTES SALINIDADES. In: XVI Congresso Brasileiro de Engenharia de Pesca., 2009, Natal-RN. XVI Congresso Brasileiro de Engenharia de Pesca., 2009.

  • GOYANNA, F. A. A. ; Passos-neto ; LAGES, U. H. ; SOUZA, R. L. M. ; Furtado Neto, M. A. A. ; César . SURVIVAL AND DEFORMITY RATES OF LANE SNAPPER, Lutjanus synagris, LARVAE CULTURED UNDER DIFFERENT SALINITIES.. In: World Aquaculture Society 2011, Feira Nacional do Camarão 2011 e VIII Simpósio Internacional de Aquicultura, 2011, Natal. Abstracts from Anual International World Aquaculture Conference, 2011.

  • César ; GOYANNA, F. A. A. ; KOBAYASHI, R. K. ; SOUZA, R. L. M. ; Furtado Neto, M. A. A. . EFFECTS OF DIFFERENT SALINITIES ON THE CULTIVATION OF MUTTON SNAPPER Lutjanus analis JUVENILES. In: World Aquaculture Society 2011, Feira Nacional do Camarão 2011 e VIII Simpósio Internacional de Aquicultura, 2011, Natal. Abstracts form the Anual International World Aquaculture Conference, 2011.

  • GOYANNA, F. A. A. ; Passos-neto ; LAGES, U. H. ; SOUZA, R. L. M. ; Furtado Neto, M. A. A. ; César . FLUCTUABILITY AND ECLOSION RATES OF LANE SNAPPER, Lutjanus synagris, EGGS UNDER DIFFERENT SALINITIES.. In: World Aquaculture Society 2011, Feira Nacional do Camarão 2011 e VIII Simpósio Internacional de Aquicultura, 2011, Natal. Abstracts form the Anual International World Aquaculture Conference, 2011.

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Projetos de pesquisa

  • 2009 - 2009

    EFEITO DE DIFERENTES SALINIDADES NA SOBREVIVÊNCIA E NO CRESCIMENTO DE JUVENIS DE CIOBA, Lutjanus analis, Descrição: O presente projeto foi realizado com o objetivo de determinar as taxas de crescimento e sobrevivência de juvenis de Lutjanus analis cultivados em diferentes salinidades (15, 25 e 35ppt) em condições de laboratório (tanques de polipropileno de 1000L). Cada tratamento teve três repetições com seis indivíduos por tanque. Os indivíduos apresentaram inicialmente comprimento total médio de 16.28±0.85cm e peso total médio de 60.49±4.89g. Foram alimentados ad libitum uma vez ao dia, com ração peletizada semi-úmida. A sobrevivência foi de 100% e não houve diferenças significativas nos ganhos de peso e de comprimento entre os tratamentos. Estes resultados demonstraram o potencial para o cultivo de L. analis em ambientes com diferentes salinidades, e sugerem que estudos mais aprofundados sejam realizados.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Felipe Augusto de Alencar Goyanna - Integrante / José Renato de Oliveira César - Coordenador / Roberto Kiyoshi Kobayashi - Integrante.

  • 2009 - 2009

    EFEITO DE DIFERENTES SALINIDADES SOBRE LARVAS DO ARIACÓ, Lutjanus synagris, Descrição: Este trabalho teve como objetivo estudar os efeitos da salinidade sobre a qualidade larval e sobrevivência 36h após a eclosão das larvas lane snapper Lutjanus synagris. As larvas foram obtidas por indução hormonal de reprodutores em cativeiro utilizando gonadotrofina coriônica humana. Os machos receberam uma dose única, enquanto fêmeas receberam duas doses, 24 horas de intervalo. Ovos de incubação iniciados após 17 horas e as larvas foram colocadas em recipientes de 10L polietilen com uma densidade populacional de 100 por unidade experimental, resultando em 5 de tratamentos, ou seja, 20, 25, 30, 32 e 35ppt, com 4 repetições cada. Água e as temperaturas do ar foram de 27 ± 1oC durante o experimento. Larvas com deformidades na coluna vertebral foram observados em todos os tratamentos. A maior taxa de deformidade foi obtida em 20ppt (7,25%), seguido por 25ppt (6,33%). Taxas ligeiramente mais lenta foram observados em 30ppt (6,25%) e 32ppt (5,08%). A taxa mais baixa foi obtida em 35ppt (5%), embora nenhuma diferença estatística foi observada entre de tratamentos (p = 0,05). As taxas de sobrevivência após 36h variou de 11,6% (em 32ppt) para 20,1% (em 20ppt), sem diferença estatística entre os tratamentos. Taxas de deformidade e de sobrevivência são resumidos, respectivamente, nas figuras 1 e 2. Estes resultados expressa a necessidade de estudos mais abrangentes focado em elucidar os efeitos da salinidade da água na sobrevivência de larvas de pargo lane. Talvez testes envolvendo fatores como temperatura ater, oxigênio dissolvido, correntes de água na sobrevivência das larvas devem ser realizadas no futuro próximo.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.

  • 2009 - 2009

    EFEITO DE DIFERENTES SALINIDADES SOBRE OVOS DO ARIACÓ, Lutjanus synagris., Descrição: O presente trabalho avaliou o efeito das salinidades 20, 25, 30, 32 e 35ppt sobre a flutuabilidade e eclosão dos ovos. As unidades experimentais foram baldes de polietileno com volume útil de 10L. Após a desova. Os ovos e larvas foram obtidos de um plantel de reprodutores do LAQUIMAR , machos e fêmeas foram induzidos com a aplicação da gonadotrofina coriônica humana (hCG). Após a desova A temperatura média ficou entre 26-27°C. No momento da separação e contagem, foi observado que os ovos desciam até o fundo do recipiente nas salinidades mais baixas (20 e 25). Em 30 flutuavam pouco abaixo da superfície (entre 3 cm e 4 cm). Em 32 e 35 flutuavam na superfície. Os ovos começaram a eclodir cerca de 17 horas após a desova em todas as salinidades. As taxas de eclosão estão representadas na Figura 1. Não foram verificadas diferenças significativas entre os tratamentos. Sendo a maior taxa (63.33%) obtida na salinidade 20, seguida das salinidades 35 (60.58%) e 30 (57.67%). As menores taxas foram obtidas na salinidades 32 (57.17%) e 25 (56.17%). Os dados da taxa de eclosão não apresentaram uma relação evidente com o aumento da salinidade, pois a 20 o valor foi equivalente a 35. A flutuação dos ovos é dependente da salinidade, uma vez que deve-se considerar o efeito da salinidade sobre a permeabilidade da membrana plasmática, que diminui quando o meio é hiperosmótico. Nessa situação a densidade do ovo é menor e ele flutua. Conforme a salinidade diminui, a tendência dos ovos é afundar, pois a permeabilidade da membrana plasmática tende a aumentar (Alderdice,1988). Nos resultados gerados observou-se que na salinidade 20 tivemos a maior taxa de eclosão, no entanto, neste tratamento os ovos se depositavam no fundo, ou seja, provavelmente não teriam chances de sobreviver em águas mais profundas devido às baixas temperaturas e à diminuição do oxigênio dissolvido. Além disso, ao eclodirem junto ao plâncton, as larvas têm maiores chances de alimentarem-se e de sobreviverem. Isso ocor. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.

  • 2008 - 2010

    DESENVOLVIMENTO DE PROCESSOS BIOTECNOLÓGICOS APLICADOS À REPRODUÇÃO DE ESPÉCIES NATIVAS DE PEIXES MARINHOS COM POTENCIAL AQUÍCOLA., Descrição: O presente projeto teve como objetivo principal desenvolver processos biotecnológicos aplicados à reprodução de espécies nativas de peixes marinhos com potencial aquícola. Mesmo considerando as condições ambientais propícias e os avanços tecnológicos, a piscicultura marinha ainda não está consolidada no Brasil, havendo a premente necessidade de projetos a curto prazo que possibilitem despertar o interesse de investidores, em função do seu potencial socioeconômico. Dentre as espécies marinhas nativas presentes nessa região com maior aptidão para cultivo figuram os pargos ou vermelhos (lutjanídeos), como a cioba (Lutjanus analis), o ariacó (L. synagris), a guaiúba (L. chrysurus), o dentão (L. jocu) e a carapitanga (L. apodus). Contudo, ainda são necessários estudos acerca do manejo alimentar e reprodutivo dessas espécies, que venham a subsidiar o estabelecimento de protocolos de produção confiáveis. O objetivo do presente projeto é a geração de conhecimento que possibilite o desenvolvimento de tecnologias aplicáveis ao cultivo intensivo de lutjanídeos. Exemplares juvenis e adultos de lutjanídeos foram capturados em regiões estuarinas e no mar, ao largo da costa do Estado do Ceará, visando uma gradual adaptação ao ambiente de cultivo. Foram desenvolvidas dietas experimentais e implementados regimes de controle de fatores ambientais, visando o monitoramento do desempenho zootécnico e reprodutivo dos exemplares confinados. As espécies cioba (L. analis) e dentão (L. jocu) apresentaram características bastante favoráveis ao ambiente de cultivo, sobretudo pelo crescimento e resistência o manejo apresentados durante as atividades de cultivo. Já o ariacó (L. synagris) teve o maior número de exemplares adultos capturados, possibilitando um maior conhecimento do comportamento reprodutivo dessa espécie em cativeiro. Espera-se que os resultados do presente estudo possam ajudar no desenvolvimento de técnicas de cultivo de lutjanídeos de grande acessibilidade para o setor produtiv. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.

Histórico profissional

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Endereço profissional

  • Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Superintendência Federal da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. , Avenida dos Expedicionários, 3442, Fátima, 60411136 - Fortaleza, CE - Brasil, Telefone: (85) 34559215, URL da Homepage:

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Experiência profissional

  • 2010 - 2015

    Ministério da Pesca e Aquicultura

    Vínculo: , Enquadramento Funcional: Engenheiro, Carga horária: 40

  • 2009 - 2010

    Instituto de Ciências do Mar

    Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.

  • 2011 - 2013

    Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Colaborador eventual

    Outras informações:
    Auxílio técnico no planejamento, implantação, operacionalização e pesquisas voltadas para a área de aquicultura.

  • 2012 - 2013

    Serviço Nacional de Aprendizagem Rural

    Vínculo: Instrutor, Enquadramento Funcional: Instrutor

    Outras informações:
    Ministra cursos nas áreas de pesca e cultivos aquáticos continentais.

  • 2007 - 2010

    Mangue Vivo- Preservação e Estudo Científico

    Vínculo: Membro, Enquadramento Funcional: Educador Ambiental, Carga horária: 16

    Outras informações:
    Membro, na qualidade de Educador Ambiental, do Grupo de Extensão Pesqueira Mangue Vivo Preservação e Estudo Científico do DEP/UFC. É um Grupo de Extensão da Universidade Federal do Ceará que busca promover a Educação Ambiental em regiões marinhas e costeiras. Este grupo desenvolve trabalhos de Educação Ambiental com o objetivo de conhecer o ecossistema manguezal em diferentes áreas, promovendo a preservação do meio ambiente, com ações de conscientização ambiental, sempre com o objetivo de melhorar a qualidade de vida da população dos entornos.

  • 2008 - 2010

    Universidade Federal do Ceará

    Vínculo: Outro (Bolsista), Enquadramento Funcional: Bolsista, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.

    Outras informações:
    Trabalhou como pesquisador no Centro de Estudos em Aquicultura Costeria- CEAC do Instituto de Ciências do Mar- LABOMAR/UFC. Foi Bolsista ITI A no período de 2008-2010, no projeto 573358/2008-7- Desenvolvimento de processos biotecnológicos aplicados à reprodução de espécies nativas de peixes marinhos com potencial aquícola.

  • 2017 - 2017

    Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

    Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Engenheiro Efetivo, nomeado Chefe de Divisão, Carga horária: 40

  • 2017 - 2017

    Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior

    Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Engenheiro Efetivo, nomeado Chefe de Divisão, Carga horária: 40

  • 2018 - Atual

    Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca

    Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Engenheiro Efetivo, Carga horária: 40