José Eduardo Hanauer

Engenheiro Florestal formado pela Universidade Federal de Santa Maria, campus Frederico Westphalen/RS, Pós-graduando em Engenharia de Segurança do Trabalho, pela Universidade Franciscana e mestrando em Engenharia florestal na Universidade Federal de Santa Maria, na área de Manejo Florestal. Possui experiência na área de Recursos Florestais e Engenharia Florestal, com ênfase em Energia de Biomassa Florestal, Biometria florestal, Mecanização Florestal, Entomologia, Genética e Agronegócio.

Informações coletadas do Lattes em 28/06/2020

Acadêmico

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Formação acadêmica

Mestrado em andamento em Engenharia Florestal

2019 - Atual

Universidade Federal de Santa Maria
Orientador: Jorge Antonio de Farias;Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Grande área: Ciências AgráriasGrande Área: Ciências Agrárias / Área: Recursos Florestais e Engenharia Florestal / Subárea: ECONOMIA E POLÍTICA FLORESTAL.

Especialização em andamento em Engenharia de Segurança do trabalho

2018 - Atual

Universidade Franciscana

Graduação em Engenharia Florestal

2011 - 2016

Universidade Federal de Santa Maria
Título: ANÁLISE DE TRONCO E SELEÇÃO DE MODELOS MATEMÁTICOS PARA AVALIAÇÃO DO CRESCIMENTO DE Pinus taeda L. NA REGIÃO OESTE DE SANTA CATARINA
Orientador: Magda Lea Bolzan Zanon,

Ensino Médio (2º grau)

2011 - 2013

Universidade Federal de Santa Maria

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Formação complementar

2018 - 2018

Inserção da Árvore na Propriedade Rural do Bioma Mata Atlântica. (Carga horária: 40h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - DF, SENAR - DF, Brasil.

2018 - 2018

Procedimentos de Segurança na Pista. (Carga horária: 25h). , Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte, SENAT, Brasil.

2018 - 2018

Controle e Manejo de Pragas. (Carga horária: 8h). , Instituto de Apoio aos Profissionais da Ciência, IAPC, Brasil.

2018 - 2018

Agricultura de Precisão na Distribuição de Corretivos e Fertilizantes. (Carga horária: 17h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - DF, SENAR - DF, Brasil.

2018 - 2018

Saúde e Segurança no Ambiente de Trabalho. (Carga horária: 25h). , Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte, SENAT, Brasil.

2017 - 2017

Comunicação Interpessoal e Atendimento ao Cliente. (Carga horária: 30h). , Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte, SENAT, Brasil.

2017 - 2017

Custos Operacionais do Transporte de Cargas. (Carga horária: 50h). , Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte, SENAT, Brasil.

2017 - 2017

Componentes Socioeconômico e Ambiental em Sistemas ILPF. (Carga horária: 10h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - DF, SENAR - DF, Brasil.

2017 - 2017

Administração da Frota. (Carga horária: 10h). , Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte, SENAT, Brasil.

2017 - 2017

Normas para a Movimentação e Armazenagem de Cargas. (Carga horária: 10h). , Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte, SENAT, Brasil.

2017 - 2017

Certificação Florestal. (Carga horária: 60h). , Portal Educação de Campo Grande, PE, Brasil.

2017 - 2017

Balanced Scorecard. (Carga horária: 5h). , Fundação Getúlio Vargas, FGV, Brasil.

2017 - 2017

Legislação do Transporte Rodoviário de Cargas. (Carga horária: 20h). , Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte, SENAT, Brasil.

2017 - 2017

Movimentação de Cargas Perigosas. (Carga horária: 22h). , Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte, SENAT, Brasil.

2017 - 2017

Administração de Terminais Portuários. (Carga horária: 20h). , Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte, SENAT, Brasil.

2017 - 2017

Desenvolvimento de Lideranças. (Carga horária: 30h). , Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte, SENAT, Brasil.

2016 - 2016

Produção de Mudas e Manejo Produtivo na Silvicultura. (Carga horária: 30h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - DF, SENAR - DF, Brasil.

2016 - 2016

Sistemas de Cultivo na Silvicultura e Projetos Florestais. (Carga horária: 20h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - DF, SENAR - DF, Brasil.

2016 - 2016

Planejamento e Análise de Experimentos Aplicados à Engenharia Florestal. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.

2015 - 2015

Inglês Instrumental Aplicado às Ciências Agrárias. (Carga horária: 90h). , Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.

2015 - 2015

ASSISTAT - Comandos básicos de estatístic e experimentação florestal. (Carga horária: 8h). , Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.

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Áreas de atuação

    Grande área: Ciências Agrárias / Área: Recursos Florestais e Engenharia Florestal / Subárea: Energia de Biomassa Florestal.

    Grande área: Ciências Agrárias / Área: Recursos Florestais e Engenharia Florestal / Subárea: Técnicas e Operações Florestais/Especialidade: Mecanização Florestal.

    Grande área: Ciências Agrárias / Área: Recursos Florestais e Engenharia Florestal / Subárea: Silvicultura/Especialidade: Florestamento e Reflorestamento.

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Participação em eventos

IV Encontro Brasileiro de Mensuração Florestal. 2018. (Encontro).

SEMINÁRIO INTERNACIONAL - AMÉRICA DO SUL NA ERA NUCLEAR: RISCOS, DESAFIOS E PERSPECTIVAS. 2018. (Seminário).

XIII Congresso Florestal Estadual do Rio Grande do Sul.III Seminário Mercosul da Cadeia Madeira.1º Congresso Florestal Júnior.. CRESCIMENTO EM DIÂMETRO E ALTURA DE PINUS TAEDA L. EM FUNÇÃO DA IDADE. 2018. (Congresso).

1º Forum Sulbrasileiro de Engenharia Florestal.. 2016. (Outra).

Dia de campo "Serraria Móveis e Estufas para Secagem de Madeira. 2016. (Oficina).

Floresta Online - O Primeiro Congresso Florestal Online no Brasil. 2016. (Congresso).

Palestra de " Silvicultura de Precisão". 2016. (Outra).

WorkGEO 2014-2016. 2016. (Outra).

XI Reunião Sul Brasileira de Ciência do Solo. 2016. (Encontro).

12º Congresso Florestal Estadual do Rio Grande do Sul. 2015. (Congresso).

Silvicultura de Precisão e Zoneamento de UPF'S - Unidade de Produção Florstal. 2014. (Outra).

Desvendando a Amazônia. 2013. (Outra).

IV Semana Acadêmica de Engenharia Florestal. 2011. (Outra).

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Comissão julgadora das bancas

Jéssica Thalheimer de Aguiar

BAUMHARDT, E.;AGUIAR, J. T.; RIETH, G.. ATIVIDADES REALIZADAS NA EMPRESA AGROSS S & R LTDA-ME. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Florestal) - Universidade Federal de Santa Maria.

Gerry Rieth

BAUMHARDT, E.;RIETH, G.; AGUIAR, J. T.. Atividades Realizadas na Empresa AGROSS S & R LTDA-ME.. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Florestal) - Universidade Federal de Santa Maria.

Rodrigo Fernando dos Santos Salazar

SANTOS, M. R. S.; SILVA, F. S.;SALAZAR, R.F.S.. Perspectivas e Dificuldades de Implantação do e-Social. 2020. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho) - Universidade Franciscana.

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Foi orientado por

Magda Lea Bolzan Zanon

ANÁLISE DE TRONCO E SELEÇÃO DE MODELOS MATEMÁTICOS PARA AVALIAÇÃO DO CRESCIMENTO DE Pinus taeda L; NA REGIÃO OESTE DE SANTA CATARINA; ; 2016; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia Florestal) - Universidade Federal de Santa Maria; Orientador: Magda Lea Bolzan Zanon;

Edner Baumhardt

Estágio Supervisionado em Engenharia Florestal; 2016; Orientação de outra natureza; (Engenharia Florestal) - Universidade Federal de Santa Maria; Orientador: Edner Baumhardt;

Rodrigo Fernando dos Santos Salazar

Perspectivas e Dificuldades de Implantação do e-Social; 2019; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho) - Universidade Franciscana; Orientador: Rodrigo Fernando dos Santos Salazar;

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Produções bibliográficas

  • HANAUER, J. E. ; WERNER, V. ; BRANDELERO , C. ; HILGERT, M. A. ; OTTONELLI, J. . Rodando Bem. Revista Cultivar Máquinas, p. 20 - 23.

  • Andrzejewski, C. ; HANAUER, J. E. ; SANTOS, F. D. ; ZANON, M. L. B. . Estimativa volumétrica para Pinus taeda L. por meio da Anatro. In: X Simpósio Brasileiro de Pós - graduação em Ciências Florestais, 2018, Natal. X Simpósio Brasileiro de Pós - graduação em Ciências Florestais, 2018.

  • HANAUER, J. E. ; ZANON, M. L. B. ; SANTOS, F. D. ; SCHORR, L. P. B. . CRESCIMENTO EM DIÂMETRO E ALTURA DE PINUS TAEDA L. EM FUNÇÃO DA IDADE. In: XIII CONGRESSO FLORESTAL ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL E III SEMINÁRIO MERCOSUL DA CADEIA DA MADEIRA, 2018, Nova Prata - RS. XIII CONGRESSO FLORESTAL ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL, 2018.

  • ZANON, M. L. B. ; TREVISOL, L. C. ; SCHORR, L. P. B. ; MARTINS NETO, R. P. ; HANAUER, J. E. . Fator de Forma Para Povoamentos de Eucalyptus grandis W. Hill Ex Maiden na Região Noroeste do RS. In: III MENSUFLOR - III Encontro Brasileiro de Mensuração Florestal, 2016, Piracicaba. Anais do III Encontro Brasileiro de Mensuração Florestal, 2016.

  • ZANON, M. L. B. ; TREVISOL, L. C. ; SCHORR, L. P. B. ; MARTINS NETO, R. P. ; HANAUER, J. E. . Avaliação de Modelos Volumétricos para Povoamentos de Eucalyptus grandis W. Hill Ex Maiden na Região Noroeste do RS. In: III MENSUFLOR - III Encontro Brasileiro de Mensuração Florestal, 2016, Piracicaba. Anais do III MENSUFLOR - III Encontro Brasileiro de Mensuração Florestal, 2016.

  • CORREA, J. P. C. ; CANTARELLI, E. B. ; HANAUER, J. E. ; SOUZA, H. C. ; QUADROS, W. C. ; MEDEIROS, A. M. . Germinação de eriobotrya japonica lindl. sob diferentes métodos de quebra de dormência. In: 32ª Jornada acadêmica integrada, realizada na Universidade Federal de Santa Maria, 2017, Santa Maria. 32ª Jornada acadêmica integrada, realizada na Universidade Federal de Santa Maria, 2017.

  • SANTOS FILHO, L. P. R. ; CANTARELLI, E. B. ; SOUZA, H. C. ; HANAUER, J. E. ; HUMMES, G. ; CORREA, J. P. C. ; QUADROS, W. C. . Germinação de peltophorum dubium (spreng.) sob diferentes meios de quebra de dormência. In: 32ª Jornada acadêmica integrada, realizada na Universidade Federal de Santa Maria, 2017, Santa Maria. 32ª Jornada acadêmica integrada, 2017.

  • HANAUER, J. E. ; VALCORTE, G. ; SOUZA, H. C. . Caracterização de Bacias Hidrográficas nos Limites das Cidades de Santa Maria e Silveira Martins com utilização do Software Qgis. 2018. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

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Projetos de pesquisa

  • 2017 - Atual

    ESTUDOS DA CADEIA PRODUTIVA DE BASE FLORESTAL E A RELAÇÃO COM A LEGISLAÇÃO FLORESTAL, POLÍTICAS PÚBLICAS E NOVOS MERCADOS VOLTADOS PARA ECONOMIA DE BAIXO CARBONO, Descrição: O projeto visa realizar estudos da cadeia produtiva de base florestal no que tange às mudanças na legislação florestal, às políticas públicas e aos produtos e mercados florestais voltados para economia de baixo carbono nos estados de Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A metodologia adotada para a realização da proposta será estabelecida em função das diferentes áreas abrangidas pelos objetivos específicos do projeto e subprojetos dele decorrentes. Os subprojetos a serem desenvolvidos serão voltados à determinação do potencial econômico, social e ambiental e das estratégias políticas para a cadeia produtiva de base florestal do Sul do Brasil, identificando as variáveis que envolvem e limitam o desenvolvimento da atividade e buscando criar estratégias de superação dos gargalos enfrentados pelo setor: avaliação do potencial dos sistemas agroflorestais e do manejo de capoeiras na recuperação de áreas degradadas e como modelos de desenvolvimento sustentável para agregação de valor e renda em pequenas propriedades rurais; à analise da oferta e demanda de madeira para fins energéticos, bem como da viabilidade econômica da produção de biomassa e madeira para usos múltiplos no Sul do Brasil; à analise dos critérios, indicadores e praticas da Certificação, bem como seu impacto nos mercados florestais; e à quantificação e analise do potencial de sequestro de carbono em plantios de florestas de rápido crescimento e remanescentes de florestas nativas; dimensionamento da base florestal das espécies de rápido crescimento não integradas aos processos produtivos das industrias de celulose e painéis; a identificação e quantificação dos gases de efeito estufa decorrentes do processo de combustão de biomassa florestal; análises a cerca das políticas públicas, ou ausência destas, para o fortalecimento e crescimento da cadeia produtiva de base florestal; análise do potencial dos APL de base florestal em diferentes regiões do RS.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: José Eduardo Hanauer - Coordenador / JORGE ANTONIO DE FARIAS - Integrante.

  • 2016 - Atual

    Determinação do estado de conservação de motosserras na região central do Estado do Rio Grande do Sul, Descrição: O corte de árvores é uma operação realizada em escala significativa no meio rural. A utilização da madeira em diferentes fins é uma realidade conhecida. Sabe-se que esta madeira é utilizada para uso doméstico, na construção civil, no aquecimento de aves (aviário), secagem de grãos e fumo. O corte de árvores e o desdobramento da madeira com o passar do tempo evoluiu de manual com o uso do machado para semimecanizado. Segundo Sant'Anna (2014) as motosserras livraram o trabalhador rural de uma atividade rudimentar, sendo o primeiro passo para aplicação gradual de máquinas na colheita de madeira. Mesmo assim, o corte com a motosserra ainda é uma atividade perigosa e de elevada exigência física, merecendo, portanto, estudos para melhorar as condições de segurança, conforto e bem estar do trabalhador. As motosserras são grandes aliadas dos trabalhadores rurais e quando utilizadas corretamente proporcionam inúmeros benefícios, porém o trabalhador deve ter cuidados e realizar a manutenção correta para o funcionamento adequado da motosserra. A necessidade de conscientização dos proprietários rurais sobre o risco de acidentes ocasionados pelo corte de madeira e a importância da utilização de equipamentos de proteção individual, torna-se evidente para a realização do trabalho de maneira segura (CANTO et al., 2007). A melhoria da qualidade do processo de corte de árvores pode ser alcançada com investimento em treinamento dos trabalhadores rurais (JACOVINE et al., 2005). A maioria dos problemas ocasionados pela corrente da motosserra são causados pela afiação errada, falta de lubrificação ou corrente frouxa (HASELGRUBER; GRIEFFENHAGEN, 1989). Segundo o mesmo autor devemos ter os mesmos cuidados com o sabre e outros componentes da motosserra, bem como o risco existente do operador no caso de um rebote, devido à ausência de manutenção na motosserra.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: José Eduardo Hanauer - Coordenador / CATIZE BRANDELERO - Integrante.

  • 2016 - Atual

    Capacidade de produção energética da biomassa florestal no norte do estado do Rio Grande do Sul, Descrição: O consumo mundial de energia vem crescendo de uma forma desenfreada. Ao longo das últimas décadas essa demanda de energia baseia-se, principalmente, em fontes não renováveis, desencadeando uma série de questionamentos em relação ao abastecimento energético e ao equilíbrio ambiental e econômico. Dessa forma, muitos países vêm buscando alternativas que minimizem esses problemas, sobretudo mediante a intensificação do uso de fontes renováveis, incluindo a biomassa florestal. No cenário energético nacional a biomassa ocupa posição importante, tratando-se de um recurso natural renovável, que pode ter sua produção sustentável e não apresentar o caráter poluidor dos combustíveis fósseis. A grande motivação esta agora atrelada a questão ambiental. A possibilidade da reciclagem de CO2, a menor emissão de produtos químicos nocivos ao ambiente e, sobretudo, a sustentabilidade da produção, são elementos básicos que tem despertado interesse adicional no uso da madeira para fins energéticos (Brito, 2013). Atualmente, 8,1% da energia produzida nacionalmente, equivalente a 24,7 Mega toneladas equivalentes de petróleo (Mtep), é originária da lenha e carvão vegetal de acordo com o Ministério das Minas e Energia (MME, 2015). Espera-se que a médio e longo prazo, a exaustão de fontes não-renováveis e as pressões ambientalistas, poderão acarretar em um maior aproveitamento energético da biomassa que, vem sendo cada vez mais utilizada na geração de eletricidade, principalmente em sistemas de suprimento para demandas isoladas da rede elétrica. Dados da Food and Agriculture Organization of the United Nations (FAO, 2012a) apontam a madeira como a mais importante fonte de energia renovável. A utilização se iguala a soma de todas as demais fontes mundiais de energia renovável. Esta mesma publicação, indica que mais de dois bilhões de pessoas dependem da energia contida na madeira, para cocção de alimentos e aquecimento, particularmente, das residências dos países em desenvolvimento, representando em muitos casos a única fonte internamente disponível e acessível de energia. O uso energético domiciliar representa 33% do consumo global de energia renovável, tornando a madeira a mais descentralizada das energias do mundo. Pode-se deduzir este fato o importante caráter social do seu uso como fonte de energia (BRITO, 2013). No Brasil, o consumo de madeira destinado para energia é um dos mais significativos do mundo, situando-se entre 123 a 150 milhões de metros cúbicos segundo a FAO (2012b) e SFB (2010), respectivamente. O consumo de madeira em toras, visando a atendimento da demanda de matéria prima industrial, estaria na casa dos 122 milhões de metros cúbicos. Representando cerca da metade da madeira consumida em nosso país tem destinação energética (BRITO, 2013). Há de se destacar ainda, que a madeira é considerada como reserva estratégica de suprimento energético para qualquer país, independentemente que seu nível socioeconômico, pois pode ser usada, a qualquer momento, quando surgem dificuldades econômicas, desastres naturais, conflitos ou situações de escassez de oferta de energia fóssil (FAO, 2012b). O desenvolvimento deste trabalho na região norte do Rio Grande do Sul (região fisiográfica do Alto Uruguai) surgiu a partir da constatação da carência de informações e estudos ligados ao setor energético direcionado à biomassa florestal, principalmente quando associado ao compartimento madeira, pois nessa região, utiliza-se com muita frequência a biomassa florestal em vários segmentos residenciais, comerciais e industriais. Assim, este trabalho visa obter informações importantes para a região de estudada, referentes às propriedades energéticas de espécies florestais que apresentam potencial de geração de energia e que são cultivadas na região. Além disso, visa investigar o desenvolvimento de povoamentos florestais com vistas à produção de maior volume de made. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: José Eduardo Hanauer - Coordenador / ELDER ELOY - Integrante.

Histórico profissional

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Experiência profissional

  • 2016 - 2016

    ASMS Engenharia Ltda

    Vínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário como engenheiro florestal, Carga horária: 40

    Outras informações:
    Estágio realizado na empresa ASMS Engenharia, com foco na áreas de: Levantamento topográfico e Licenciamentos Ambiental.

  • 2016 - 2016

    AGROSS S &R LTDA-ME.

    Vínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 256

    Outras informações:
    Estágio realizado na Agroos, com foco de atuação na área de aplicação de técnicas de agricultura de precisão, projetos de custeio agrícola, organização de dia de campo e vendas de insumos agrícolas.

  • 2016 - 2017

    Monsanto do Brasil - Matriz

    Vínculo: Contrato temporário, Enquadramento Funcional: Auxiliar Agrícola

    Outras informações:
    Auxiliar Agrícola na Empresa Monsanto, fazendo parte da equipe de "Breeding" da região central do Rio Grande do Sul, onde realizava atividade como Coordenador da equipe de manutenção de máquinas agrícolas, realizando também tratamento de sementes, demarcação, georreferenciamento e estaqueamento de parcelas experimentais, auxílio na colheita mecanizada, montagem de ensaios e contagem de pragas.

  • 2018 - 2018

    Químea Soluções Ambientais

    Vínculo: CLT, Enquadramento Funcional: Assistente Técnico

    Outras informações:
    Na empresa Químea Soluções Ambientais desempenhei a função de Gerenciamento do setor de controle de pragas, coordenador de equipe operacional, administração de estoque, envio de ordens de serviço, manipulação e análise de informações, relacionamento com clientes, participação ativa em auditorias na parte de controle de pragas, responsável por negociações e orçamentos do setor.