Tarcísio Dunga Pinheiro

Doutorando e Mestre em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte - PPGCS/UFRN. Graduado em Ciências Sociais (Licenciatura) pela Universidade Estadual de Santa Cruz-UESC. Membro do Núcleo Interdisciplinar de Estudos em Diversidade Sexual, Gênero e Direitos Humanos-Tirésias/UFRN, na linha de pesquisa de Identidades, Performances e Subjetividades; membro da Divisão de Estudos Sobre a Política e Seus Espelhos-DESPE/UESC, na linha de pesquisa de Gênero, Sexualidades, Homofobia e Cidadania LGBT. Foi pesquisador-bolsista na Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia-FAPESB e bolsista no Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID/CAPES/Sociologia

Informações coletadas do Lattes em 04/06/2019

Acadêmico

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Formação acadêmica

Doutorado em andamento em Ciências Sociais

2016 - Atual

Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Título: Entre dados e dúvidas: Uma análise do transfeminicídio no Brasil,
Berenice Alves de Melo Bento. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Transfeminicídio; Travestilidades; Transexualidades.Grande área: Ciências HumanasGrande Área: Ciências Humanas / Área: Sociologia / Subárea: Teoria queer.

Mestrado em Ciências Sociais

2014 - 2016

Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Título: Entre elas: políticas públicas e cidadania de travestis e mulheres transexuais de uma ONG em Natal/RN,Ano de Obtenção: 2016
Berenice Bento.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Cidadania; Teoria Queer; Políticas Públicas; Natal/RN.Grande área: Ciências Humanas

Graduação em Ciências Sociais

2010 - 2013

Universidade Estadual de Santa Cruz
Título: Para além das esquinas: Tessituras inerentes à travestilidade enquanto categoria de gênero.
Orientador: Elias Lins Guimarães
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.

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Formação complementar

2016 - 2016

Proficiência em língua inglesa. , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.

2015 - 2015

Curso de Iniciação à Docência. (Carga horária: 45h). , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.

2014 - 2014

Proficiência em língua espanhola. , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.

2011 - 2013

Extensão universitária em Capacitação em Direitos Humanos. (Carga horária: 480h). , Universidade Estadual de Santa Cruz, UESC, Brasil.

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Idiomas

Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

Espanhol

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

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Áreas de atuação

    Grande área: Ciências Humanas / Área: Sociologia.

    Grande área: Ciências Humanas / Área: Ciência Política.

    Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Antropologia.

    Grande área: Ciências Humanas / Área: Sociologia / Subárea: Gênero, Poder e Sexualidades.

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Organização de eventos

LOPES, P. V. L. ; LIMA, R. L. ; PINHEIRO, T. D. ; MARIANO, Marcos. ; SILVA, M. G. ; SILVA, M. G. ; MOREIRA, A. D. ; AMERICO, F. G. ; CARVALHO, L. M. . Cura gay?: reflexões em torno da judicialização das sexuallidades. 2017. (Outro).

LOPES, P. V. L. ; LIMA, R. L. ; PINHEIRO, T. D. ; MARIANO, Marcos. ; SILVA, M. G. ; SILVA, M. G. ; MOREIRA, A. D. ; AMERICO, F. G. ; CARVALHO, L. M. . Cine Tirésias. 2017. (Outro).

LOPES, P. V. L. ; LIMA, R. L. ; PINHEIRO, T. D. ; MARIANO, Marcos. ; SILVA, M. G. ; SILVA, M. G. ; MOREIRA, A. D. ; AMERICO, F. G. ; CARVALHO, L. M. ; SOUZA, T. D. . Cine Tirésias: LGTB e sistema penitenciário. 2017. (Outro).

LOPES, P. V. L. ; LIMA, R. L. ; PINHEIRO, T. D. ; MARIANO, Marcos. ; SILVA, M. G. ; SILVA, M. G. ; MOREIRA, A. D. ; AMERICO, F. G. ; CARVALHO, L. M. ; SOUZA, T. D. . Cine Tirésias: negritudes, diversidade sexual e de gênero. 2017. (Outro).

PINHEIRO, T. D. . Para além do dia 8 de março: a violência contra o gênero feminino. 2016. (Outro).

PINHEIRO, T. D. ; NASCIMENTO, L. S. L. ; SANTOS, C. R. . Mostra Cultural "Bem Vindo a Modernidade".. 2013. (Outro).

PINHEIRO, T. D. ; MAGNO, I. D. . III Encontro Regional de Estudantes de Ciências Sociais / ERECS-NE. 2012. (Outro).

PINHEIRO, T. D. . Seminário Educação, Políticas Públicas e Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais.. 2012. (Outro).

BLOS, W. ; BILA, F. P. ; PINHEIRO, T. D. . IV Seminário Anual de Ciências Sociais. 2011. (Outro).

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Participação em eventos

IX Simpósio Brasileiro de Psicologia Política. 2016. (Simpósio).

VIII Congresso Internacional de Estudos Sobre a Diversidade Sexual e de Gênero da Associação Brasileira de Estudos da Homocultura (ABEH). 2016. (Seminário).

XIV Semana de Antropologia da UFRN. 2016. (Seminário).

XXI Semana de Humanidade do CCHLA/UFRN: Democracia e ação afirmativa. 2016. (Seminário).

Cine Tirérias: "O aborto dos outros". 2015. (Outra).

II Seminário Internacional Desfazendo Gênero. 2015. (Seminário).

IV Seminário Enlaçando Sexualidades. 2015. (Seminário).

IV Seminário Internacional "A educação medicalizada: desver o mundo, perturbar os sentidos". 2015. (Seminário).

Mesa Redonda "Lugar de mulher é na... figuras do feminino". 2015. (Outra).

XIII Semana de Antropologia da UFRN. 2015. (Seminário).

Cine Tirésias UFRN (Exibição do filme "Tudo o que Deus criou"). 2014. (Outra).

II Encontro Gênero e Diversidade na Escola. 2014. (Encontro).

II Seminário Internacional Corpo, Gênero e Sexualidade. 2014. (Seminário).

Palestra "Artes, Relações de Gênero, Poder e Ações Libertadoras". 2014. (Outra).

Palestra "Casos de Transfobia e as Reivindicações do Movimento Trans* no RN". 2014. (Outra).

Palestra "Os Desafios do Movimento Trans no Brasil". 2014. (Outra).

Palestra "Panorama Sobre as Políticas Públicas Voltadas para a População Trans* no Brasil. O que Realmente Funciona? O que Precisa ser Mudado?". 2014. (Outra).

Palestra "Relações de Gênero no Palco". 2014. (Outra).

Por um Mundo Livre de Homofobia: Discutindo Sexualidade. 2014. (Outra).

Seminário Internacional Max Weber 150 Anos. 2014. (Seminário).

VI CESO - Ciclo de Estudos em Ciências Sociais. 2014. (Outra).

VII Colóquio Internacional de Ciências Sociais. 2014. (Outra).

VI Seminário Corpo, Gênero e Sexualidade. 2014. (Seminário).

Colóquio Nacional de Estudos de Gênero e História. 2013. (Outra).

Fanzine: Um Recurso Didático Para o Ensino de Sociologia. 2013. (Oficina).

III Encontro de Ciências Sociais do Colégio da Polícia Militar de Ilhéus-Ba. 2013. (Encontro).

III Seminário Internacional Enlaçando Sexualidades. 2013. (Seminário).

Minicurso - Ao sul da teoria: queer nos trópicos. 2013. (Outra).

Nossa Senhora do Mictório: Discutindo Corpo, Gênero, Sexualidade e Performance. 2013. (Encontro).

Seminário Internacional Desfazendo Gênero. 2013. (Seminário).

VI Seminário de Ciências Sociais da UESC: "As Ciências Sociais e o Brsl como Problema. 2013. (Seminário).

VI Simposio Estadual de Formaçao de Professores de Sociologia e VI Seminario de Estagio de Sociologia da UEL. 2013. (Simpósio).

XI Congreso Español de Sociología - Crisis y Cambio: Propuestas Desde La Sociologia. 2013. (Congresso).

XI Encontro Nacional Universitário de Diversidade Sexual - ENUDS. 2013. (Encontro).

XXVIII Encontro Nacional de Estudantes de Ciências Sociais - ENECS. 2013. (Encontro).

18º Seminário de Iniciação Científica da UESC - Internacionalização de Ciência. 2012. (Seminário).

Gênero e Poder. 2012. (Encontro).

III Encontro Regional de Estudantes de Ciências Sociais - NE. 2012. (Encontro).

Seminário Educação, Políticas Públicas e Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais. 2012. (Seminário).

V Seminário Anual de Ciências Sociais - Minicurso Políticas Sociais e Desigualdades. 2012. (Seminário).

V Seminário Anual de Ciências Sociais - O Pensar e o Fazer nas Ciências Sociais: Perspectivas Contemporâneas na America Latina.. 2012. (Seminário).

X ENUDS - Práticas de Enfrentamento e Resistência: Corpo, Política, Discurso e Poder.. 2012. (Encontro).

As Ciências Sociais Frente aos Desafios Ecológicos. 2011. (Outra).

II Conferência Territorial Sul. 2011. (Outra).

IV Seminário Anual de Ciências Sociais. 2011. (Seminário).

IV Seminário Anual de Ciências Sociais (Monitor).Monitor de Minicurso. 2011. (Seminário).

Processos Culturais e Pedagógicos de Produção, Manutenção e Modificação das Masculinidades na Contemporaneidade: Questões Centrais. 2011. (Seminário).

XXII Ciclo de Estudos Históricos. 2011. (Seminário).

III Seminário Anual de Ciências Sociais. 2010. (Seminário).

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Participação em bancas

Aluno: Andreza Raphaela Moura

PINHEIRO, T. D.; MARIANO, Marcos.. A importância da aula de campo: uma intervenção socioescolar na Escola Municipal José Euzébio Fernandes Bezerra, em São Tomé/RN. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Graduação em Pedagogia (0994/1998)) - Universidade Estadual do Vale do Acaraú.

Aluno: Ana Karine de Andrade

PINHEIRO, T. D.; MARIANO, Marcos.. As dificuldades da leitura e escrita n aprendizagem na Escola Estadual Amaro Cavalcanti, em São Tomé/RN. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Graduação em Pedagogia (0994/1998)) - Universidade Estadual do Vale do Acaraú.

Aluno: Cleide Cristine da Silva

PINHEIRO, T. D.; MARIANO, Marcos.. A contação de histórias e a formação de leitores no 2º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Amaro Cavalcanti, em São Tomé/RN. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Graduação em Pedagogia (0994/1998)) - Universidade Estadual do Vale do Acaraú.

Aluno: Conceição Maria da Silva

PINHEIRO, T. D.; MARIANO, Marcos.. O lúdico e suas contribuições para o desenvolvimento e aprendizagem das crianças do primeiro ano do ensino funadamental. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Graduação em Pedagogia (0994/1998)) - Universidade Estadual do Vale do Acaraú.

Aluno: Dianah Deborah Firme de Souza

PINHEIRO, T. D.; MARIANO, Marcos.. Inclusão: os desafios e atuações do professor diante de um aluno com necessidades especiais - uma experiência socioescolar em Barcelona/RN. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Graduação em Pedagogia (0994/1998)) - Universidade Estadual do Vale do Acaraú.

Aluno: Edilene Maria Ferreira da Silva

PINHEIRO, T. D.; MARIANO, Marcos.. Matemática nas séries iniciciais: reflexões sobre um intervenção pedagógica. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Graduação em Pedagogia (0994/1998)) - Universidade Estadual do Vale do Acaraú.

Aluno: Edinete Pereira da Fonseca Oliveira

PINHEIRO, T. D.; MARIANO, Marcos.. O lúdico nas primeiras séries do ensino fundamental: uma experiencia socioescolar. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Graduação em Pedagogia (0994/1998)) - Universidade Estadual do Vale do Acaraú.

Aluno: Francisca Eliane Dias Araujo

PINHEIRO, T. D.; MARIANO, Marcos.. A importância da literatura infantil nos anos iniciais na Escola Municipal José Euzébio Bezerra, em São Tomé/RN. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Graduação em Pedagogia (0994/1998)) - Universidade Estadual do Vale do Acaraú.

Aluno: Josefa Ananilia de Souza

PINHEIRO, T. D.; MARIANO, Marcos.. A importância do conhecimento prévio do aluno: reflexões sobre uma intervenção pedagógica. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Graduação em Pedagogia (0994/1998)) - Universidade Estadual do Vale do Acaraú.

Aluno: Leidjane de Menezes Dias

PINHEIRO, T. D.; MARIANO, Marcos.. A aprendizagem lúdica e o desenvolvimento no 1º ano do ensino fundamental. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Graduação em Pedagogia (0994/1998)) - Universidade Estadual do Vale do Acaraú.

Aluno: Maria Francinete da Costa

PINHEIRO, T. D.; MARIANO, Marcos.. Aprender a ler e a escrever no 5º ano do ensino fundamental: uma intervenção socioescolar em São Tomé/RN. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Graduação em Pedagogia (0994/1998)) - Universidade Estadual do Vale do Acaraú.

Aluno: MARIA SÔNIA DA SILVA

PINHEIRO, T. D.; MARIANO, Marcos.. Educação de Jovens e adultos: perfil dos discentes e dificuldades do ensino da matemática no CEJA, em São Tomé/RN. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Graduação em Pedagogia (0994/1998)) - Universidade Estadual do Vale do Acaraú.

Aluno: Marta Kalene Pereira

PINHEIRO, T. D.; MARIANO, Marcos.. O lúdico no ensino da matemática: refletindo a partir de uma intervenção socioescolar em São Tomé/RN. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Graduação em Pedagogia (0994/1998)) - Universidade Estadual do Vale do Acaraú.

Aluno: Francinaldo Geraldo da Silva

PINHEIRO, T. D.; SILVA, M. G.. Educação do campo: a formação de jovens e adultos- as possibilidades do ensino técnico. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Graduação em Pedagogia (0994/1998)) - Universidade Estadual do Vale do Acaraú.

Aluno: Janiele Pereira da Costa

PINHEIRO, T. D.; SALES, R. V.. As novas tecnologias como instrumentos para facilitar e inserir jovens e adultos na era digital escolar: uma experiência socioescolar. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Graduação em Pedagogia (0994/1998)) - Universidade Estadual do Vale do Acaraú.

Aluno: Maria de Paula Cruz Araujo

PINHEIRO, T. D.; SALES, R. V.. Evasão escolar na educação de jovens e adultos - Causas e consequência: uma experiência socioescolar. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Graduação em Pedagogia (0994/1998)) - Universidade Estadual do Vale do Acaraú.

Aluno: Joana Dárc Xavier da Silva

PINHEIRO, T. D.. O lúdico e o brinquedo como facilitadores da aprendizagem. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Graduação em Pedagogia (0994/1998)) - Universidade Estadual do Vale do Acaraú.

Aluno: Núbia Maria Ferreira Bezerra

PINHEIRO, T. D.. Gestão escolar democrática - os desafios de uma gestão participativa: uma experiência socioescolar. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Graduação em Pedagogia (0994/1998)) - Universidade Estadual do Vale do Acaraú.

Aluno: Francisca de Assis de França Araújo

PINHEIRO, T. D.. A construção da afetividade entre professores e alunos da educação infantil: uma experiência socioescolar.. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Graduação em Pedagogia (0994/1998)) - Universidade Estadual do Vale do Acaraú.

Aluno: Ana Maria de Souza

PINHEIRO, T. D.. O processo de alfabetização e letramento na EJA da Escola Municipal Cônego Antônio Antas. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Graduação em Pedagogia (0994/1998)) - Universidade Estadual do Vale do Acaraú.

PINHEIRO, T. D.; BASTOS, M. L. A.; DANTAS, A. G. A.. Membro da comissão de bolsas de demanda social do PPGCS/UFRN, edital nº 001/2017. 2017.

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Comissão julgadora das bancas

Adolfo Neves de Oliveira Júnior

GUIMARAES, E. L.; LOPES, A. R.;de Oliveira, A. N.. 'Eu Existo para Além das Esquinas!' Tessituras Inerentes à Travestilidade enquanto Categoria de Gênero. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Sociais) - Universidade Estadual de Santa Cruz.

Rozeli Maria Porto

BENTO, B.;PORTO, R. M.; Lopes, P.V.L.; LOPES, E.. Entre dados e dúvidas: Uma análise do Transfeminicídio no Brasil. 2018.

Carla Giovana Cabral

BENTO, B.;CABRAL, C.; FÉLIX-SILVA, A. V. F.. ENTRE ELAS: políticas públicas e cidadania de travestis e mulheres transexuais de uma ONG em Natal/RN. 2016. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Antonio Vladimir Félix da Silva

BENTO, B.; CABRAL, C. G.;FÉLIX-SILVA, A. V.. Entre Elas: políticas públicas e cidadania de travestis e mulheres transexuais de uma ONG em Natal/RN. 2016. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Antonio Vladimir Félix da Silva

BENTO, B.; DANTAS, A. G. A.;FÉLIX-SILVA, A. V.. "Eu tenho direito a te4r direitos!": subversões e subterfúgios paras efetivação d (trans)cidadanias em Natal - RN. 2015. Exame de qualificação (Mestrando em Ciências Sociais) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Paulo Victor Leite Lopes

BENTO, B.;LOPES, Paulo Victor Leite; LOPES JUNIOR, E.. Entre dados e dúvidas: Uma análise do transfeminicídio no Brasil. 2018. Exame de qualificação (Doutorando em Ciências Sociais) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Berenice Bento

BENTO, Berenice.. Entre elas: políticas públicas e cidadania de travestis e mulheres transexuais de uma ONG em Natal/RN. 2016. Dissertação (Mestrado em Mestrado) - Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais/UFRN.

Berenice Bento

BENTO, BERENICE. Entre dados e dúvidas: uma análise do transfeminicídio no Brasil. 2018. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Pós Graduação em Ciências Sociais) - UFRN.

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Foi orientado por

Paulo Victor Leite Lopes

Estágio docência de estudante do doutorado em Ciências Sociais na disciplina "Antropologia de Gênero e das Sexualidades" para a Licenciatura em Ciências Sociais; 2018; Orientação de outra natureza; (Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Paulo Victor Leite Lopes;

Berenice Bento

Entre dados e dúvidas: uma análise do transfeminicídio no Brasil; ; Início: 2016; Tese (Doutorado em Ciências SOciais) - Programa de Pós Graduação em Ciências SOciais, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Orientador);

Fábio Pessanha Bila

Em busa da cidadania LGBT: As estratégias de luta política do movimento gays nas cidades de Ilhéus e Itabuna; ; 2011; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Sociais) - Universidade Estadual de Santa Cruz, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia; Orientador: Fabio Pessanha Bila;

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Produções bibliográficas

  • PINHEIRO, T. D. . O conjunto das exclusões: intersecções entre vivência(s) trans* e ambiente escolar na cidade de Natal/RN. REVISTA CAFÉ COM SOCIOLOGIA , v. 6, p. 124-137, 2017.

  • PINHEIRO, T. D. ; ARAUJO, K. S. S. . Mortes que precedem a morte: trilhas e particularidades para compreensão do transfeminicídio. Inter-legere (UFRN) , v. 21, p. 43-62, 2017.

  • PINHEIRO, T. D. . Perspectivas contemporâneas de gênero(s) e sexualidade(s): Apresentação. Inter-legere (UFRN) , v. 21, p. 1-4, 2017.

  • PINHEIRO, T. D. ; BENTO, Berenice. . Pioneirismos, ativismos e (re)invenções: Entrevista com Berenice Bento. REVISTA EQUATORIAL - REVISTA DOS ALUNOS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA SOCIAL , v. 4, p. 126-141, 2017.

  • PINHEIRO, T. D. ; MAIA, I. F. ; FERREIRA, M. S. . Diálogos (im)possíveis?: intersecções entre sexo, corpo, sexualidade e ciência. Inter-legere (UFRN) , v. 1, p. 110-121, 2016.

  • PINHEIRO, T. D. . Humilhação social: origens e resistências. MUNDO JOVEM (PUCRS) , v. 8, p. 18-28, 2016.

  • PINHEIRO, T. D. . BRICS e as disputas econômicas no cenário mundial. MUNDO JOVEM (PUCRS) , v. 8, p. 16-27, 2016.

  • PINHEIRO, T. D. ; SILVA, W, F. . Pierre Bourdieu e as contradições do capitalismo. MUNDO JOVEM (PUCRS) , v. 7, p. 6, 2015.

  • PINHEIRO, T. D. . Jovens são inertes e acomodados?. MUNDO JOVEM (PUCRS) , v. 7, p. 25, 2015.

  • PINHEIRO, T. D. ; MARIANO, Marcos. . Saberes insurgentes, desobediência epistêmica e descolonialidade do poder/saber: o exemplo da teoria queer. Inter-Legere (UFRN) , v. 16, p. 243-255, 2015.

  • PINHEIRO, T. D. ; SILVA, L. A. (Org.) . Dossiê: Perspectivas contemporâneas de gênero(s) e sexualidade(s). 1. ed. Natal: Revista Inter-Legere, 2017. v. 21. 192p .

  • PINHEIRO, T. D. . Quantos assassinatos existem em apenas um?: trilhas iniciais para o entendimento do transfeminicídio no Brasil. In: Anderson Ferrari; Roney Polato de Castro. (Org.). ABEH e a construção de um campo de pesquisa e conhecimento: desafios e potencialidades de nos re-inventarmos. 1ed.Campina Grande: Realize, 2017, v. 1, p. 894-901.

  • SILVA, M. G. ; PINHEIRO, T. D. . Feminino: o gênero da violência. In: Anderson Ferrari; Roney Polato de Castro. (Org.). ABEH e a construção de um campo de pesquisa e conhecimento: desafios e potencialidades de nos re-inventarmos. 1ed.Campina Grande: Realize, 2017, v. 1, p. 1160-1167.

  • PINHEIRO, T. D. . Da Obscuridade ao Colorido do Arco-íris: os percalços e a luta política do movimento homossexual. In: Wladimir Blos; Fabio Pessanha Bila. (Org.). Diversidades e Desigualdades na Contemporaneidade. 1ed.Salvador: Edufba, 2013, v. 1, p. 43-62.

  • PINHEIRO, T. D. . Queer para quem?: Sobre as possibilidades de descolonização e antropofogização da teoria queer. In: IV Seminário Enlaçando Sexualidades, 2015, Salvador. Anais do Seminário Enlaçando Sexualidades. Salvador: Editora da Universidade do Estado da Bahia, 2015.

  • PINHEIRO, T. D. . 'Não é Apenas a Esquina que me Representa!': uma análise das intersecções entre educação e a(s) (trans)cidadania(s). In: II Seminário Internacional Corpo, Gênero e Sexualidade; VI Seminário Corpo, Gênero e Sexualidade; II Encontro Gênero e Diversidade na Escola, 2014, Juiz de Fora. Anais [do] VISeminário Corpo, Gênero e Sexualidade; II Seminário Internacional Corpo, Gênero e Sexualidade; II Encontro Gênero e Diversidade na Escola. Lavras: Center Gráfica e Editora, 2014.

  • PINHEIRO, T. D. ; MARIANO, Marcos. . Saberes Insurgentes, Desobediência Epistêmica e (Des)Colonialidade do Poder/Saber: O Exemplo da Teoria Queer. In: Seminário Internacional Max Weber 150 anos, 2014, Natal. Anais/ Seminário Internacional Max Weber 150 Anos, VII Colóquio Internacional de Ciências Sociais, VI Ciclo de Ciências Sociais (CESO). Natal: RN/UF/BCZM, 2014. v. 1. p. 1-869.

  • PINHEIRO, T. D. . Para Além das Esquinas: Sobre o processo de construção de subjetividades das travestis brasileiras. In: III Congresso Internacional Interdisciplinar em Sociais e Humanidades, 2014, Salvador. Anais do III Coninter, 2014.

  • PINHEIRO, T. D. ; BATISTA, P. M. M. . Cidadania, Sociabilidade e Políticas Públicas: Uma Análise da Travestilidade no Sul da Bahia. In: III Seminário Internacional Enlaçando Sexualidades, 2013, Salvador. Anais do III Seminário Internacional Enlaçando Sexualidades. Salvador: Editora da Universidade do Estado da Bahia-EDUNEB, 2013.

  • PINHEIRO, T. D. . Da Transição dos Corpos à Sociabilização Estática: Uma Análise da Travestilidade no Sul da Bahia. In: Colóquio Nacional de Estudos de Gênero e HIstória, 2013, Guarapuava. Anais do Colóquio Nacional de Estudos de Gênero e História ? LHAG/UNICENTRO, 2013. p. 223-229.

  • BATISTA, P. M. M. ; PINHEIRO, T. D. . A Medicina e a Transexualidade: Uma Análise Sobre a Legitimidade Social Desse Discurso Sobre a Pessoa Trans. In: III Congresso Nacional Diversidade, Ética e Direitos Humanos da UESB / XVI Semana Jurídica da UESC, 2013, Ilhéus. Anais do III Congresso Nacional Diversidade, Ética e Direitos Humanos da UESB e XVI Semana Jurídica da UESC, 2013.

  • PINHEIRO, T. D. . Corpos em Trânsito, Cidadania Estagnada: Uma Análise da Travestilidade no Sul da Bahia/Brasil. In: XI Congreso Español de Sociología - Crisis y Cambio: Propuestas Desde La Sociologia, 2013, Madrid. Actas del XI Congreso Español de Sociología. Madrid: Santi Liébana (ADD Communication/ Design), 2013. v. III. p. 661-664.

  • BILA, F. P. ; PINHEIRO, T. D. . O Arco-íris no Rio de Janeiro: Uma Análise do Paradoxo da Cidadania Gay Sob as Águas de Ipanema. In: XI Congreso Español de Sociología - Crisis y Cambio: Propuestas Desde La Sociologia, 2013, Madrid. Actas del XI Congreso Español de Sociología. Madrid: Santi Liébana (ADD Communication/ Design), 2013. v. I. p. 1345-1354.

  • PINHEIRO, T. D. . Para Além das Esquinas: Subversões e Subterfúgios Para Ratificação da Cidadania Travesti no Sul da Bahia. In: Encontro Nacional de Pesquisa e Extensão em Direitos Humanos e Fundamentais da Uesc, 2013, Ilheus. Anais do IV ENPEX, 2013.

  • PINHEIRO, T. D. . Entre Elas: (trans)cidadanias e políticas públicas em uma ONG de Natal/RN. In: II Seminário Internacional Desfazendo Gênero, 2015, Salvador. Anais do II Seminário Internacional Desfazendo Gênero, 2015.

  • SILVA, M. G. ; PINHEIRO, T. D. ; SILVA, M. G. ; MARIANO, Marcos. . Cabra macho sim senhor: ou a (re)produção da violência de como se fazer homem no 'sertão'. In: VI Colóquio Internacional de Estudos Sobre Homens e Masculinidades, 2017, Recife. Livro de Resumos do VI Colóquio Internacional de Estudos Sobre Homens e Masculinidades. Recife: Editora UFPE, 2017.

  • MARIANO, Marcos. ; SILVA, M. G. ; PINHEIRO, T. D. ; SILVA, M. G. . Masculinidades fora da norma: uma análise sobre os relatos dos companheiros das travestis em Natal/RN. In: VI Colóquio Internacional de Estudos Sobre Homens e Masculinidades, 2017, Recife. Livro de Resumos do VI Colóquio Internacional de Estudos Sobre Homens e Masculinidades, 2017.

  • SILVA, M. G. ; SILVA, M. G. ; MARIANO, Marcos. ; PINHEIRO, T. D. . Os 'caça-gringas' e os outros: gênero, raça e etnicidade nos jogos de prazeres. In: VI Colóquio Internacional de Estudos Sobre Homens e Masculinidades, 2017, Recife. Livro de Resumos do VI Colóquio Internacional de Estudos Sobre Homens e Masculinidades. Recife: Editora da UFPE, 2017.

  • PINHEIRO, T. D. . Queer para quem?: sobre as possibilidades de descolonização e antropofogização da teoria queer. In: IV Seminário Enlaçando Sexualidades, 2015, Salvador. Anais do IV Seminário Enlaçando Sexualidades, 2015.

  • BILA, F. P. ; PINHEIRO, T. D. . Nas Cores do Arco-íris: Homossexualidade, Relações Raciais e Cidadania no Rio de Janeiro. In: III Seminário Enlaçando Sexualidades: Direito, Educação, Gênero, Religião e Direitos Humanos, 2013, Salvador. Caderno de resumos do III Seminário Enlaçando Sexualidades. Salvador - Bahia: Editora da Universidade do Estado da Bahia - EDUNEB, 2013. p. 122.

  • PINHEIRO, T. D. ; BATISTA, P. M. M. . Cidadania, Sociabilidade e Políticas Públicas: Uma Análise da Travestilidade no Sul da Bahia. In: III Seminário Enlaçando Sexualidades: Direito, Educação, Gênero, Religião e Direitos Humanos, 2013, Salvador. Caderno de resumos do III Seminário Enlaçando Sexualidades. Salvador - Bahia: Editora da Universidade do Estado da Bahia - EDUNEB, 2013. p. 133.

  • PINHEIRO, T. D. . Homossexualidade, Raça e Homofobia. In: Colóquio Nacional de Estudos de Gênero e História, 2013, Guarapuava. Caderno de Resumos do Colóquio de Estudos de Gênero e História. Guarapuava - Paraná, 2013. p. 32.

  • PINHEIRO, T. D. . Da Transição dos Corpos à Sociabilização Estática: Uma Análise da Travestilidade no Sul da Bahia. In: Colóquio Nacional de Estudos de Gênero e História, 2013, Guarapuava. Caderno de Resumos do Colóquio de Estudos de Gênero e História. Guarapuava - Paraná, 2013. p. 35.

  • BILA, F. P. ; PINHEIRO, T. D. . Análise Étnico-Racial dos Crimes de Morte no Estado da Bahia: intolerância, preconceito e homofobia. In: V ECAS - European Conference on African Studies African: dynamics in a multipolar world, 2013, Lisboa. Papers book of the V ECAS, 2013.

  • PINHEIRO, T. D. . Aprendendo sociologia através do cinema. In: VI Simpósio Estadual de Formação de Professores de Sociologia/ VI Seminário de Estágio de Sociologia da UEL, 2013, Londrina. Anais do VI Simpósio Estadual de Formação de Professores de Sociologia/ VI Seminário de Estágio de Sociologia da UEL, 2013.

  • PINHEIRO, T. D. . Em Busca da Cidadania LGBT: As Estratégias de Luta Política do Movimento Gay em Ilhéus e Itabuna, Bahia/Brasil. In: VII Congresso Português de Sociologia: Sociedade, Crises e Reconfigurações., 2012, Porto. Atas - VII Congresso 2012. Lisboa: Plug & Play, 2012.

  • PINHEIRO, T. D. ; BILA, F. P. . Em Busa da Cidadania LGBT: As Estratégias de Luta Política do Movimento Gay em Ilhéus e Itabuna. In: 18º Seminário de Iniciação Científica - Internacionalização da Ciência, 2012, Ilheus. Acervo de Anais dos Seminários de Iniciação Científica da UESC. Ilheus: Anais UESC, 2012.

  • SILVA, M. G. ; SILVA, M. G. ; MARIANO, Marcos. ; PINHEIRO, T. D. . O Caça-Gringas e os 'outros': gênero, raça e etnicidade nos jogos de prazeres. 2017. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PINHEIRO, T. D. . Matar para fazer viver: vulnerabilidade, precariedade e reconhecimento nos casos de transfeminicídio no Brasil. 2017. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PINHEIRO, T. D. . Mortes que precedem a morte: trilhas e particularidades para compreensão do transfeminicídio. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • PINHEIRO, T. D. . Transcidadania potiguares: políticas públicas e cidadanias de travestis e mulheres transexuais de uma ONG em Natal/RN. 2016. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • SILVA, M. G. ; PINHEIRO, T. D. . Feminino: o gênero da violência. 2016. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PINHEIRO, T. D. ; SILVA, M. G. . Quantos assassinatos existem em apenas um?: trilhas iniciais para o entrendimento do transfeminicídio no Brasil. 2016. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PINHEIRO, T. D. . Do nome social ao acesso ao mercado de trabalho: aspectos e características da cidadania trans* em Natal/RN. 2016. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PINHEIRO, T. D. . Queer para quem?: sobre as possibilidades de descolonização e antropofogização da teoria queer.. 2015. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PINHEIRO, T. D. ; MARIANO, Marcos. ; LEOPOLDINO, K. D. M. . Saberes Insurgentes, Desobediência Epistêmica e (Des)Colonialidade do Poder/Saber: O Exemplo da Teoria Queer. 2014. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PINHEIRO, T. D. . 'Não é Apenas a Esquina que me Representa!' Uma análise das intersecções entre educação e a(s) (trans) cidadania(s) em Natal/RN. 2014. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PINHEIRO, T. D. ; BATISTA, P. M. M. . Cidadania, Sociabilidade e Políticas Públicas: Uma Análise da Travestilidade no Sul da Bahia. 2013. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PINHEIRO, T. D. . Nas Cores do Arco-íris: Homossexualidade, Relações Raciais e Cidadania no Rio de Janeiro. 2013. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PINHEIRO, T. D. . Para Além das Esquinas: Subversões e Subterfúgios Para Ratificação da Cidadania Travesti no Sul da Bahia.. 2013. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PINHEIRO, T. D. . Homossexualidade, Raça e Homofobia. 2013. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PINHEIRO, T. D. . Da Transição dos Corpos à Sociabilização Estática: Uma Análise da Travestilidade no Sul da Bahia. 2013. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PINHEIRO, T. D. . 'Eu Existo Para Além das Esquinas!': Travestis e Seus Mecanismos de Subversão da Dicotomia Corpo-Clientela em Ilhéus e Itabuna. 2013. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PINHEIRO, T. D. . O Arco-íris no Rio de Janeiro: Uma Análise do Paradoxo da Cidadania Gay Sob as Águas de Ipanema. 2013. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PINHEIRO, T. D. . Corpos em Trânsito, Cidadania Estagnada: Uma Análise da Travestilidade no Sul da Bahia/Brasil. 2013. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PINHEIRO, T. D. . 'Tá Pensando que Travesti é Bagunça?!': Travestis e seus Mecanismos de Subversão da Dicotomia Corpo-clientela em Ilhéus e Itabuna. 2013. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PINHEIRO, T. D. . Olhos e Ouvidos no Mercado de Trabalho em Ilhéus. 2013. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PINHEIRO, T. D. . Gênero, Poder e Diversidade Sexual na Contemporaneidade. 2013. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • BATISTA, P. M. M. ; PINHEIRO, T. D. . A Medicina e a Transexualidade: Uma Análise Sobre a Legitimidade Social Desse Discurso Sobre a Pessoa Trans. 2013. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PINHEIRO, T. D. . Aprendendo Sociologia Através do Cinema. 2013. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PINHEIRO, T. D. . Bem Vindo a Modernidade!: Um Olhar Sociologico Sobre as Transformações Ocorridas na Cidade de Ilheus do Século XVI ao XIX. 2013. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PINHEIRO, T. D. . Transitar é Possível?: Uma Análise do Paradoxo Incutido na Cidadania Travesti. 2013. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PINHEIRO, T. D. . Experiências trans e o mercado de trabalho: avanços e retrocessos. 2013. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PINHEIRO, T. D. . Para Além das Esquinas: Subterfúgios Para Ratificação da Cidadania Travesti na Terra da Gabriela. 2012. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PINHEIRO, T. D. ; BILA, F. P. . Em Busa da Cidadania LGBT: As Estratégias de Luta Política do Movimento Gay em Ilhéus e Itabuna. 2012. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PINHEIRO, T. D. . 'Tá Pensando que Travesti é Bagunça?': Mecanismos de Ratificação da Cidadania Travesti no Sul da Bahia. 2012. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PINHEIRO, T. D. . Gênero, Poder e Tradicionalismo na Terra do Cacau. 2012. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PINHEIRO, T. D. . Normatização da Diversidade? Gays de Itabuna/Ba em Busca da (Hetero)Normatividade. 2012. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PINHEIRO, T. D. . Da Obscuridade ao Colorido do Arco-íris: Os Percalços e a Luta Política do Movimento Homossexual. 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

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Outras produções

PINHEIRO, T. D. . Parecer para artigo submetido à Revista Equatorial. 2018.

PINHEIRO, T. D. . Parecer para artigo submetido à Revista Equatorial. 2018.

PINHEIRO, T. D. . Parecer para artigo submetido à Revista Café com Sociologia. 2017.

PINHEIRO, T. D. . Parecer para artigo submetido à Revista Equatorial. 2017.

PINHEIRO, T. D. . Parecer para artigo submetido à Revista Equatorial. 2017.

PINHEIRO, T. D. . Avaliador de trabalhos da XXVII Congresso de Iniciação Científica da UFRN. 2016.

PINHEIRO, T. D. . Parecer para artigo submetido à Revista Foco. 2016.

BENTO, Berenice. ; PINHEIRO, T. D. . Homolesbotransfobia: criminalizar já! (Entrevista concebida ao Departamento de Comunicação da UFRN). 2014. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

SILVA, W, F. ; BATISTA, P. M. M. ; PINHEIRO, T. D. . TED (Tecnologia, Educação e Sociedade). 2013; Tema: Tecnologias Educacionais Aplicadas à Sociologia. (Blog).

PINHEIRO, T. D. . Aglomerados de Letrinhas? Acontecimentos LGBT na Contemporaneidade. 2012. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

PINHEIRO, T. D. . Em Busa da Cidadania LGBT: As Estratégias de Luta Política do Movimento Gay em Ilhéus e Itabuna. 2012. (Relatório de pesquisa).

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Projetos de pesquisa

  • 2016 - Atual

    Entre dados e dúvidas: uma análise do transfeminicídio no Brasil, Descrição: O Brasil é o país recordista em assassinatos de travestis e mulheres transexuais em todo o mundo. De acordo com o Grupo Gay da Bahia (GGB), no ano de 2014 50% (cinquenta por cento) dos crimes dessa natureza ocorreram no país. No cenário nacional, dentro do segmento LGBTTT, as travestis e as mulheres transexuais são as mais vulneráveis face aos crimes letais: contando com uma população estimada em um milhão de pessoas, o risco de uma delas ser assassinada é 9.354% (nove mil, trezentos e cinquenta e quatro por cento) maior do que a soma das demais categorias - gays, lésbicas e bissexuais, que juntas devem representar por volta de 19 milhões de pessoas, ou seja, cerca de 10% da população brasileira. Bento (2014) faz uma incursão teórica com o intuito de potencializar a relação entre os assassinatos de travestis e transexuais tupiniquins com a doxa do gênero, denominando-os conceitualmente de transfeminicídio. Sobre o neologismo, a socióloga infere: ?Ao acrescentar "trans" ao "feminicídio", por um lado, reafirmo que a natureza da violência contra travestis, mulheres trans e mulheres transexuais é da ordem do gênero e, por outro, reconheço que há singularidades nestes crimes.? Atualmente, o principal local de extração desses dados é o Grupo Gay da Bahia (GGB), que fornece anualmente o Relatório de Assassinatos de Homossexuais (LGBT) no Brasil. Além do GGB, existem mais duas fontes em que essas informações são coletadas. Uma delas é a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, a segunda é a Transgender Europe. As poucas produções e análises científicas que se baseiam nas informações dos assassinatos de travestis e mulheres transexuais do/no país utilizam com maior frequência os dados do GGB. Uma das justificativas é a periodicidade em que os relatórios são disponibilizados, visto que desde o ano de 2001 há o levantamento desses crimes pelo órgão. Outra explicação está calcada no fato de o relatório do grupo apresentar, mesmo que de maneira não tão significativa, algumas informações qualitativas dos assassinatos (distribuição geográfica, profissão, faixa etária). Além disso, o grupo em questão é o único que possui uma página eletrônica que atualiza em tempo real todos os assassinatos de pessoas LGBTTT do país, utilizando informações de jornais e noticiários online de todo o território nacionalque culminam na construção do relatório anual. Neste sentido, a proposta do presente projeto é problematizar o transfeminicídio no Brasil através dos dados apresentados pelo Grupo Gay da Bahia (GGB) no triênio 2015/2016/2017, refletindo acerca da proposição que a violência letal direcionada a essa população está incutida na ordem de gênero, caracterizando um questionamento reflexivo à sociologia.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Tarcisio Dunga Pinheiro - Coordenador., Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Bolsa.

  • 2016 - Atual

    Revisão do CID-10 e a luta pela despatologização do gênero, Descrição: Em 2017 a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicará a décima primeira do Código Internacional de Doenças (CID-10). Em 1997 houve o acréscimo do capítulo Transtorno Mentais e Comportamentais do subcapítulo Distorções da Personalidade e do Comportamento Adulto, onde foi incluído o ?Transexualismo?. A partir daí, médicos e especialistas de diversas áreas da saúde passaram a adotar critérios para avaliar a saúde mental dos sujeitos que demandavam intervenções cirúrgicas para ajustar o corpo ao gênero identificado. Nunca antes na história da medicina e de outros saberes e categorias de gênero fora incorporada como critério para avaliar a saúde psíquica dos sujeitos. O anúncio do início da revisão do CID-10 desencadeou uma mobilização internacional de ativistas transexuais que passaram a lutar pela retirada da transexualidade do CID. A campanha passou a ser conhecida como Campanha Mundial pela Despatologização das Identidades Trans e tem como nome oficial Stop Trans Patologization (STP). A mobilização internacional nos revela a força normativa na determinação de procedimentos e construção de protocolos em relação ao processo transexualizador. O protocolo determina que antes da realização das cirurgias, as pessoas transexuais devem se submeter a um conjunto de testes psicológicos, fazer obrigatoriamente terapia por, no mínimo, dois anos. Além disso, a pessoa que deseja realizar a cirurgia de transgenitalização deve usar obrigatoriamente roupas ?apropriadas? para o gênero que afirma pertencer. Ao final de todas as etapas, um psiquiatra emite um parecer sobre a condição de gênero do paciente. O que justifica todas estas imposições é o fato das pessoas transexuais serem consideradas como ?transtornadas de gênero?. Esta pesquisa tentará demonstrar que os termos das disputas entre ativistas e cientistas acontecem em torno dos significados atribuídos à categoria gênero, sendo o fio condutor a dicotomia natureza e cultura. Será, portanto, o objetivo dessa pesquisa analisar os múltiplos discursos produzidos para significar o que é gênero, tanto pelos ativismos trans quanto pelo grupo de trabalho responsável pela revisão da parte referente à transexualidade da OMS. A pesquisa terá como foco privilegiado de observação e análise a relação entre os ativismos organizados em torno da STP e o Grupo de Trabalho da OMS responsáveis pela reformulação dos capítulos Transtornos de Identidade de Gênero e Distorções da Personalidade e do Comportamento Adulto. As questões gerais que orientarão a análise dos documentos produzidos pelas partes envolvidas na disputa serão: O que é gênero? Como se produz a identidade de gênero? Por que diagnosticar o gênero? Se não existe nenhum exame clínico que conduza a produção do diagnóstico, como determinar a ocorrência do transtorno? Qual e como estabelecer os limites discerníveis entre ?os transtornados de gênero? e ?os normais de gênero??. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (3) . , Integrantes: Tarcisio Dunga Pinheiro - Integrante / Marcos Mariano Viana da Silva - Integrante / Berenice Bento - Coordenador / MIKELLY GOMES DA SILVA - Integrante / Igor Fidelis Maia - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

  • 2014 - 2016

    ENTRE ELAS: políticas públicas e cidadania de travestis e mulheres transexuais de uma ONG em Natal/RN, Descrição: O cerne dessa investigação ancora-se na análise da relação entre as experiências e vivências de travestis e mulheres transexuais e a categoria cidadania na cidade de Natal. Para isso, foram analisados, num primeiro momento, os desdobramentos incutidos na pauta de atuação de uma Organização Não Governamental da cidade, a Atransparência. Num segundo, e mais importante, momento, foram acompanhados os reflexos dessas ações no cotidiano de travestis e mulheres transexuais da cidade que pertenciam a ONG. Metodologicamente, o trabalho é caracterizado como sendo uma pesquisa qualitativa, com desdobramento etnográfico, possibilitada através de entrevistas com questionários semiestruturados. A análise dos achados da pesquisa foi possibilitada a partir da análise do discurso (Foucault, 1996), assim como da análise qualitativa de conteúdo (Caregnato e Mutti, 2006). Teoricamente, foi feito o exercício de pensar a teoria queer coadunando-a com a perspectiva da crítica ao eucorêntrismo do poder e do saber, com destaque basilar à relação entre teóricos queers nacionais ? Bento (2014), Miscolci (2014), Pelúcio (2014) e Pereira (2012) -, e autores descolonialistas, tais como Mignolo (2008) e Quijano (2005).. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Tarcisio Dunga Pinheiro - Coordenador., Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Bolsa.

  • 2014 - Atual

    Nome social e identidade de gênero: dilemas para construção da cidadania das identidades trans no Brasil, Descrição: A hipótese principal é que vivemos no Brasil um paradoxo: legislações locais que reconhecem a autodeterminação do gênero e, por outro lado, uma ausência de um marco legal nacional que garanta à população trans o direito a identidade legal de gênero. O desdobramento desta hipótese é que quanto mais próximo o legislador está de uma concepção patologizante (biologizante) das experiências trans, como parece ser o de parlamento nacional, maiores serão as exigências para que se reconheçam os direitos e quanto maior a compreensão de que as identidades trans se inserem no campo da identidade de gênero e dos direitos humanos, menores serão os obstáculos. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (3) . , Integrantes: Tarcisio Dunga Pinheiro - Integrante / Marcos Mariano Viana da Silva - Integrante / Berenice Bento - Coordenador / MIKELLY GOMES DA SILVA - Integrante.

  • 2013 - Atual

    Transfeminicídio: a construção de um conceito, Descrição: Referindo-me ao caso de Verônica Bolina, Berenice Bento pontua: "Sabemos que a vida de um negro vale menos que a de um branco no Brasil. Não é novidade que os ricos não são presos. Mas talvez ainda não se saiba o suficiente sobre a natureza da violência que as pessoas trans sofrem no Brasil." (BENTO, 2015, p. 55) É sobre a natureza dessa violência que esta pesquisa se estrutura. Os assassinatos contra as travestis, as mulheres trans e as mulheres transexuais são considerados no cômputo generalizante de violência contra LGBTs. Sugiro nomear esse tipo de assassinato como ?transfeminicídio?. Ao acrescentar ?trans? ao ?feminicídio?, por um lado, reafirmo que a natureza da violência contra travestis, mulheres trans e mulheres transexuais é da ordem do gênero e, por outro, reconheço que há singularidades nesses crimes. Transfeminicídio é inspirado no conceito de ?feminicídio?, cunhado para tipificar os assassinatos das mulheres não trans que aconteceram (acontecem) na Ciudad Juárez/México. A primeira vez que se utilizou a expressão ?femicídio? foi em 1801 para se referir a um assassinato de uma mulher (RUSSELL E HERMES, 2006:76). Radford e Russell (1992:76) recuperam esse conceito e afirmam que ?o femicídio está no extremo final do contínuum do terror contra as mulheres, o qual inclui uma grande variedade de abusos verbais e físicos.? Tal definição irá encontrar no gênero da vítima a motivação do crime. Marcela Lagarde fará uma tradução cultural de ?femicídio? para ?feminicídio?, para significar o assassinato de centenas de mulheres não trans mexicanas, majoritariamente na Ciudad Juárez. Rita Laura Segato corrobora essa concepção e acrescenta que os casos se relacionam com um Estado paralelo produzido pela debilidade do Estado-nação e pelo neoliberalismo. Dessa forma, os crimes sistemáticos em Ciudad Juárez estão relacionados com o controle do território e a demonstração da soberania por parte de grupos poderosos ligados ao narcotráfico ou aos empresários. Para a antropóloga, a violência física em partes dos corpos, como os seios e a vagina, são um enunciado dirigido a outros grupos para reafirmar o controle territorial, uma forma de comunicar publicamente a outros grupos o poder sobre a vida (2004: s/r). Nesse sentido, o corpo feminino é utilizado como uma arma de guerra. Enríquez (2010:74) avalia que o vocábulo ?feminicídio? obrigou o Estado a reconhecer a despolitização da morte da vítima, uma vez que reduz o crime à dimensão passional. Da mesma forma, Cisneros (2010:83) afirmará que o tratamento da ?exceção?, antes da introdução do conceito ?feminicídio?, era notório porque ocultava as condições sociopolíticas gerais que permitem que a violência se reproduza e, em segundo lugar, distancia os espectadores ou leitores da notícia do problema. O giro conceitual com a introdução do conceito ?feminicídio? provoca uma reinterpretação dos crimes de passionais para um novo status teórico, político e jurídico. Não se tratava exclusivamente de exigir justiça, mas de entender a natureza desse tipo de violência. E ao fazê-lo se instaurou uma disputa nas estruturas culturais e nas configurações discursivas no que se refere ao lugar do feminino nas estruturas de gênero. Uma possível interpretação para a natureza dessa violência está na posição que o feminino ocupa na ordem de gênero. O transfeminicídio, tal qual o feminicídio, se caracteriza como uma política disseminada, intencional e sistemática de eliminação das travestis, mulheres trans e mulheres transexuais, motivada pela negação de humanidade às vítimas. O transfeminicídio seria a expressão mais potente e trágica do caráter político das identidades de gênero. A principal função social do transfeminicídio é a espetacularização exemplar. Os corpos desfigurados importam na medida em que contribuem para a coesão e reprodução da lei de gênero que define.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Tarcisio Dunga Pinheiro - Integrante / Berenice Bento - Coordenador.

  • 2011 - 2012

    Em Busa da Cidadania LGBT: As Estratégias de Luta Política do Movimento Gay em Ilhéus e Itabuna., Descrição: Trata-se de um trabalho que busca analisar as estratégias políticas que o movimento gay (Grupo Eros em Ilhéus e Grupo Humanus em Itabuna) utiliza para efetivar a plena cidadania dos homossexuais, e os caminhos vislumbrados pelos mesmos para neutralizar as agressões que impedem o pleno gozo da cidadania dessa minoria. Pretendemos, também, demonstrar o contexto histórico de surgimento dos referidos grupos. Para isso, realizaremos uma pesquisa documental nos acervos dos bibliográficos dos grupos Eros e Humanus, bem como na mídia escrita regional. Do ponto de vista teórico nos apoiaremos nos textos de Daniel Welzer-Lang, Pierre Bourdieu e Elisabeth Badinter que consideram heterossexualidade como uma construção social imposta aos indivíduos de ambos os sexos. Dessa forma, a sociedade androcêntrica impõe sanções àqueles ou àquelas que transgridem a ?norma? que determina a heterossexualidade e a dominação masculina. A homofobia é definida por Welzer-Lang como a discriminação contra as pessoas que mostram ou a quem se atribui algumas qualidades (ou defeitos) acopladas ao outro gênero. Neste sentido, a homofobia engessa as fronteiras do gênero. Nesse sentido, cabe refletir se as estratégias políticas utilizadas pelos grupos Eros e Humanus contribuem para efetivação da cidadania homossexual em uma sociedade de maioria heterossexual com visíveis práticas homofóbicas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Tarcisio Dunga Pinheiro - Integrante / Fabio Pessanha Bila - Coordenador., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia - Bolsa.

Histórico profissional

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Endereço profissional

  • Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Centro de Ciências Humanas Letras e Artes. , Avenida Salgado Filho, S/N, Prédio do CCHLA, Sala 412, Lagoa Nova, 59078970 - Natal, RN - Brasil, Telefone: (84) 32153556, URL da Homepage:

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Experiência profissional