ALICE SANTOS DE OLIVEIRA

Assistente Social Residente do Programa de Atenção à Saúde da Criança - HUOL/UFRN. Graduada em Serviço Social pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Membro do Grupo de Estudos e Pesquisas em Questão Social, Política Social e Serviço Social (DESSO/UFRN). Participa e desenvolve estudos na área de Serviço Social, Trabalho Profissional, Questão Social, Políticas Sociais e Direitos Humanos.

Informações coletadas do Lattes em 25/04/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em andamento em Serviço Social

2017 - Atual

Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Ensino Médio (2º grau)

2014 - 2016

Escola Estadual Sebastião Fernandes de Oliveira

Formação complementar

2022 - 2022

Caderneta da Criança: Instrumento intersetorial para promoção da Atenção I. (Carga horária: 30h). , Universidade Federal do Maranhão, UFMA, Brasil.

2021 - 2021

A dimensão técnico-operativa do Serviço Social. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Serviço Social.

Organização de eventos

OLIVEIRA, A. S. . XI MOSTRA DE PROFISSÕES DA UFRN. 2019. (Exposição).

Participação em eventos

Colóquio sobre Impactos do Ajuste Fiscal na Política de Saúde no Brasil e no RN. 2022. (Outra).

Colóquio sobre Impactos do Ajuste Fiscal nas Políticas voltadas para a Reforma Agrária e Desenvolvimento Rural. 2022. (Outra).

XVI Fórum de Supervisão de Estágio: um diálogo sobre os desafios técnicos e ético-políticos vivenciados nos campos de estágio e estratégias de enfrentamento.Estágio Supervisionado em Serviço Social na Maternidade Escola Januário Cicco. 2022. (Outra).

Colóquio sobre Impactos do Ajuste Fiscal na Política de Assistência Social no Brasil. 2021. (Outra).

XV Fórum de Supervisão de Estágio: os desafios do estágio e do processo de supervisão no contexto do ensino remoto e da pandemia da COVID-19. 2021. (Outra).

XXXII CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA DA UFRN - eCICT 2021. O Ajuste Fiscal e as Politicas Sociais no Brasil: as expressões de um projeto conservador. 2021. (Congresso).

Seminário Expropriação de Direitos e Lutas Sociais no Brasil. 2019. (Seminário).

XIV Fórum de Supervisão de Estágio em Serviço Social: construindo espaços político-formativos em defesa de uma formação crítica, pública, laica, democrática e de qualidade. 2019. (Outra).

III Seminário Marx hoje: luta de classes na América Latina. 2018. (Seminário).

I Seminário Nacional Educação, Pobreza e Desigualdade Social. 2017. (Seminário).

Produções bibliográficas

  • OLIVEIRA, A. S. ; SILVA, A. P. S. ; SILVA, E. A. ; SILVA, M. S. S. . A defesa do trabalho do Assistente Social frente ao ajuste fiscal e à nova morfologia do trabalho: um mapeamento das ações do conjunto CFESS/CRESS no Rio Grande do Norte 2017-2020. In: XVII Congresso Brasileiro de Assistentes Sociais, 2022, Brasília. Anais do XVII Congresso Brasileiro de Assistentes Sociais, 2022.

  • OLIVEIRA, A. S. ; SILVA, E. A. . O ajuste fiscal e o embate hegemônico: as novas faces do conservadorismo à brasileira. In: XXXIII Congresso de Iniciação Científica e Tecnológica da UFRN - eCICT 2022, 2022, Natal. Anais do XXXIII Congresso de Iniciação Científica e Tecnológica da UFRN - eCICT 2022, 2022.

  • OLIVEIRA, A. S. ; SILVA, E. A. . O Ajuste Fiscal e as Politicas Sociais no Brasil: as expressões de um projeto conservador. In: XXXII Congresso de Iniciação Científica e Tecnológica da UFRN - eCICT 2021, 2021, Natal. XXXII CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA DA UFRN - eCICT 2021, 2021. p. 7-946.

  • OLIVEIRA, A. S. ; XAVIER, K. T. A. . Notas sobre a atuação profissional do serviço social no programa de residência multiprofissional em atenção à saúde da criança de um hospital universitário. In: SIMECSAÚDE-2023: 2º Simpósio Internacional Multidisciplinar de Estudos Científicos em Saúde, 2023, São Paulo. 2023: ANAIS DO SIMECSAÚDE-2023: 2º SIMPÓSIO INTERNACIONAL MULTIDISCIPLINAR DE ESTUDOS CIENTÍFICOS EM SAÚDE, 2023.

  • OLIVEIRA, A. S. ; XAVIER, K. T. A. . NOTAS SOBRE A ATUAÇÃO PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL EM ATENÇÃO À SAÚDE DA CRIANÇA DE UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO. 2023. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • OLIVEIRA, A. S. ; XAVIER, K. T. A. . SERVIÇO SOCIAL E SAÚDE DA CRIANÇA: desafios e potencialidades para a garantia do direito à saúde da criança. 2023. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • OLIVEIRA, A. S. ; SILVA, C. J. . A SOBRECARGA DAS MULHERES NO PROCESSO DE HOSPITALIZAÇÃO: UMA INTERFACE DAS RELAÇÕES PATRIARCAIS DE GÊNERO. 2023. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • OLIVEIRA, A. S. ; XAVIER, K. T. A. . RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE: entre a formação qualificada, ajuste fiscal e trabalho precarizado. 2023. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • OLIVEIRA, A. S. ; XAVIER, K. T. A. . IMPACTOS DO AJUSTE FISCAL NA POLÍTICA DE ATENÇÃO À SAÚDE DA CRIANÇA. 2023. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • OLIVEIRA, A. S. . O ajuste fiscal e o embate hegemônico: as novas faces do conservadorismo à brasileira. 2022. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • SILVA, E. A. ; SILVA, A. P. S. ; SILVA, M. S. S. ; OLIVEIRA, A. S. . A defesa do trabalho do Assistente Social frente ao ajuste fiscal e à nova morfologia do trabalho: um mapeamento das ações do conjunto CFESS/CRESS no Rio Grande do Norte 2017-2020. 2022. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • OLIVEIRA, A. S. ; SILVA, A. P. S. ; SILVA, E. A. . AS NOVAS FACES DO CONSERVADORISMO À BRASILEIRA: o ajuste fiscal e o embate hegemônico. 2022. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • OLIVEIRA, A. S. ; LIMA, A. L. B. ; OLIVEIRA, I. N. L. M. . Considerações sobre o Serviço Social na rede de serviços de saúde de Caicó/RN e Mossoró/RN: os impactos para a concretização do SUS. 2022. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • OLIVEIRA, A. S. . O ajuste fiscal e as politicas sociais no Brasil: as expressões de um projeto conservador. 2021. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • OLIVEIRA, A. S. . O estágio sob fogo cruzado: contribuições ao debate do 'estágio híbrido' em Serviço Social no cenário da pandemia de COVID-19 2022 (Trabalho de Conclusão de Curso).

Outras produções

OLIVEIRA, A. S. . Resumos simples avaliados para o IV Congresso Brasileiro SciSaúde - Planejamento e Gestão da Saúde Pública. 2023.

OLIVEIRA, A. S. . O ajuste fiscal e o embate hegemônico: as novas faces do conservadorismo à brasileira. 2022. (Relatório de pesquisa).

OLIVEIRA, A. S. . O Ajuste Fiscal e as Politicas Sociais no Brasil: as expressões de um projeto conservador. 2021. (Relatório de pesquisa).

Projetos de pesquisa

  • 2022 - Atual

    As tendências das políticas de Agricultura Familiar nos PPA 2016-2019 e 2020-2022: as evidências do ajuste fiscal, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Eliana Andrade da Silva em 15/01/2025., Descrição: Este plano de trabalho possui como objeto de estudo O ajuste fiscal e as novas faces do conservadorismo à brasileira: dimensões econômicas e ideopoliticas. A análise do objeto de estudo ora proposto requer a compreensão dos determinantes sócio históricos da crise estrutural pela qual passa a sociedade capitalista, explicitando as contradições imanentes do atual processo de financeirização. Conforme Magalhães (2017) o mundo experimenta um processo da mundialização orientado pela hegemonia do capital financeiro. Em meio a este processo os setores dominantes apostam na estratégia de impor ao Estado o papel de resolutividade das crises econômicas gestadas no e pelo mercado, resultando em uma drenagem de recursos públicos para o setor privado. A contraface desse projeto é a diminuição das funções sociais e econômicas do Estado no enfrentamento da Questão Social, o que gera impactos negativos nas condições de vida das classes subalternas, as quais são atingidas pela crise econômica experimentando índices mais altos de desemprego e de pobreza em um cenário de acentuada desigualdade social e econômica. Em nossa realidade este processo de ajuste fiscal tem início ainda nos anos de 1980 e vem se consolidando nos anos de 1990 e se acirra nos anos 2000, tendo como metas o avanço do processo de privatização de empresas e serviços públicos, os incentivos ao capital estrangeiro e o estabelecimento metas de superávit que, associados, geraram um estrangulamento fiscal e orçamentário do setor público brasileiro. São exemplos das medidas de ajuste fiscal no Brasil os Reforma da Previdência, Reforma Trabalhista, PEC do Teto de Gastos. Estas medidas são resultantes da implementação de uma programática ultraliberal- conservadora que incide fortemente no Estado e na sociedade civil, aguçando as contradições sociais e econômicas, bem como aprofundando os conflitos políticos entre diferentes grupos sociais. Nesse sentido, as medidas de ajuste fiscal se configuram em um tipo de conservadorismo econômico apoiado em um conservadorismo ideológico, recuperando a noção de Estado mínimo como solução para equilíbrio fiscal do Estado. Sob as medidas de ajuste fiscal o Brasil tem vivenciado uma ofensiva ultraliberal conservadora expressa através de uma narrativa liberalizante e ortodoxa que objetiva gerar oposições tais como: equilíbrio fiscal versus garantia de direitos sociais. Segundo Lacerda (2019) observa-se um movimento denominado ?novo conservadorismo brasileiro, o qual seria uma reelaboração do neoconservadorismo americano, tendo a ?nova direita? como protagonista deste processo. A partir da última década esse novo ator político (nova direita) inicia um movimento global de organização que pretende alterar os rumos da economia e da cultura, se expressando através das redes sociais, de partidos políticos conservadores, no parlamento (através de grupos como ?bancadas da bala, da bíblia e do boi?). No Brasil este movimento se expressa a partir de 2013 nas manifestações de junho com crescente impacto ideológico e cultural, quando os setores econômicos conservadores encontram um ambiente ideopolitico para avançar seu projeto econômico de ajuste fiscal e de redução das funções do Estado, com especial atenção em dois eixos: o rebaixamento dos custos da força de trabalho (através da desvalorização salarial e da terceirização de força de trabalho) e a desintegração dos sistemas de proteção social (através da reforma da previdência). Dessa forma, este plano de trabalho é orientado pelas seguintes questões norteadoras: a) Em que medida o conservadorismo econômico e ideológico se expressa nas propostas de ajuste fiscal implementadas no Brasil ? b) quais as concepções de Estado e sociedade civil presentes no arcabouço do ajuste fiscal no Brasil? c) Em que medida essas concepções podem ser consideradas como uma modalidade de conservadorismo à brasileira?. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Alice Santos de Oliveira - Integrante / Eliana Andrade da Silva - Coordenador.

  • 2021 - 2022

    A Contrarreforma do Estado, o ajuste fiscal no Brasil e os impactos para o trabalho do Assistente Social na contemporaneidade, Descrição: Este plano de trabalho pretende dar continuidade aos estudos e atividades de investigação que estamos realizando na referida pesquisa. Possui como objeto de estudo O ajuste fiscal e o embate hegemônico: as novas faces do conservadorismo à brasileira. A análise do objeto de estudo ora proposto requer a compreensão dos determinantes sócio históricos da crise estrutural pela qual passa a sociedade capitalista, explicitando as contradições imanentes do atual processo de financeirização. as elites econômicas operam uma ofensiva alterando a política fiscal dos países defendendo a hipótese (não comprovada) de déficit orçamentário do Estado, em virtude de um pretenso agigantamento das funções da máquina governamental. A contraface desse projeto é a diminuição das funções sociais e econômicas do Estado no enfrentamento da Questão Social, o que gera impactos negativos nas condições de vida das classes subalternas, as quais são atingidas pela crise econômica experimentando índices mais altos de desemprego e de pobreza em um cenário de acentuada desigualdade social e econômica. Em nossa realidade este processo de ajuste fiscal tem início ainda nos anos de 1980 e vem se consolidando nos anos de 1990 e se acirra nos anos 2000, tendo como metas o avanço do processo de privatização de empresas e serviços públicos, os incentivos ao capital estrangeiro e o estabelecimento metas de superávit que, associados, geraram um estrangulamento fiscal e orçamentário do setor público brasileira. São exemplos das medidas de ajuste fiscal no Brasil os Reforma da Previdência, Reforma Trabalhista, PEC do Teto de Gastos. Estas medidas são resultantes da implementação de uma programática ultraliberal- conservadora que incide fortemente no Estado e na sociedade civil, aguçando as contradições sociais e econômicas, bem como aprofundando os conflitos políticos entre diferentes grupos sociais. Tais medidas fazem parte de um projeto conservador marcado por regressão nos direitos sociais, nas garantias trabalhistas e na fragilização da proteção social. Nesse sentido, partimos do pressuposto que o ajuste fiscal se constitui como um fenômeno multifacetado constituinte de um projeto civilizatório conservador que expressa em uma dimensão econômica, uma dimensão política, uma dimensão ideológica e cultural. Embora as medidas citadas sejam de ordem econômica é válido ressaltar que o juste fiscal como projeto conservador requer a construção de uma ?opinião pública? favorável a estas ações. Assim, a dimensão ideo cultural do ajuste fiscal vem à tona. Segundo Lacerda (2019) observa-se um movimento denominado ?novo conservadorismo brasileiro, o qual seria uma reelaboração do neoconservadorismo americano, tendo a ?nova direita? como protagonista deste processo. A partir da última década esse novo ator politico (nova direita) inicia um movimento global de organização que pretende alterar os rumos da economia e da cultura, se expressando através das redes sociais, de partidos políticos conservadores, no parlamento (através de grupos como ?bancadas da bala, da bíblia e do boi?). No Brasil este movimento se expressa a partir de 2013 nas manifestações de junho com crescente impacto ideológico e cultural, quando os setores econômicos conservadores encontram um ambiente ideopolitico para avançar seu projeto econômico de ajuste fiscal e de redução das funções do Estado, com especial atenção em dois eixos: o rebaixamento dos custos da força de trabalho (através da desvalorização salarial e da terceirização de força de trabalho) e a desintegração dos sistemas de proteção social (através da reforma da previdência). Dessa forma, este plano de trabalho objetiva mapear os elementos econômicos e ideológicos do ajuste fiscal enquanto um projeto conservador, e as particularidades do novo conservadorismo à brasileira.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Alice Santos de Oliveira - Integrante / Eliana Andrade da Silva - Coordenador.

  • 2020 - 2021

    A Contrarreforma do Estado, o ajuste fiscal no Brasil e os impactos para o trabalho do Assistente Social na contemporaneidade, Descrição: Este plano de trabalho pretende dar continuidade aos estudos e atividades de investigação que estamos realizando na referida pesquisa. Possui como objeto de estudo O ajuste fiscal e as politicas sociais no Brasil: as expressões de um projeto conservador. A análise do objeto de estudo ora proposto requer a compreensão dos determinantes sócio históricos da crise estrutural pela qual passa a sociedade capitalista, explicitando as contradições imanentes do atual processo de financeirização. A contraface desse projeto é a diminuição das funções sociais e econômicas do Estado no enfrentamento da Questão Social, o que gera impactos negativos nas condições de vida das classes subalternas, as quais são atingidas pela crise econômica experimentando índices mais altos de desemprego e de pobreza em um cenário de acentuada desigualdade social e econômica. No cenário atual a experiência brasileira demonstra a exacerbação das medidas de ajuste fiscal, as quais vem sendo implementadas a todo vapor no âmbito do Estado. As medidas de ajuste fiscal se configuram em um tipo de conservadorismo econômico apoiado em um conservadorismo ideológico, recuperando a noção de Estado mínimo como solução para equilíbrio fiscal do Estado. É esta concepção de Estado (mínimo) que cria situações de ameaça às condições de sobrevivência das classes subalternas, através da corrosão dos mecanismos de proteção social. Sob as medidas de ajuste fiscal o Brasil tem vivenciado uma ofensiva ultraliberal conservadora expressa através de uma narrativa liberalizante e ortodoxa que objetiva gerar oposições tais como: equilíbrio fiscal versus garantia de direitos sociais. Neste sentido, entra em evidência a dimensão ideológica do ajuste fiscal e seu caráter conservador, à medida em que tenta elaborar um discurso social, objetivando obter consenso em torno das medidas de austeridade, buscando obter base social para legitimação das mesmas. Dessa forma, este plano de trabalho objetiva mapear os elementos econômicos e ideológicos do ajuste fiscal enquanto um projeto conservador, travando um debate crítico com a perspectiva conservadora.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Alice Santos de Oliveira - Integrante / Eliana Andrade da Silva - Coordenador.

  • 2019 - Atual

    AS IMPLICAÇÕES DO AJUSTE FISCAL NA EFETIVAÇÃO DAS POLÍTICAS SOCIAIS, NO AGRAVAMENTO DA POBREZA E NA DESIGUALDADE SOCIAL, Descrição: O atual período é marcado pela hegemonia do capital financeiro e dos setores a ele ligados, os quais mobilizam estratégias econômicas e políticas para implementar contrarreformas que atendam as necessidades de reprodução do capital. No Brasil, o ajuste fiscal é uma das estratégias utilizadas pelo grande capital em período de crises. Este processo tem início ainda nos anos de 1980 e vem se consolidando nos anos de 1990 e 2000. Uma das implicações do ajuste fiscal é o agravamento da questão social, expressa através da exclusão de amplos setores do mercado formal de trabalho, da frágil cobertura assistencial aos direitos sociais e trabalhistas, do desemprego de caráter estrutural, da falta de acesso à saúde e demais políticas sociais públicas, dentre outros fatores presentes, principalmente na vida da classe trabalhadora. Considerando que a maioria da população que integra as classes populares é usuária das políticas sociais públicas, sofre diretamente os rebatimentos das políticas de ajuste, expressas nos serviços que acessa. Em face do exposto, o presente estudo pretende investigar em que medida as políticas de ajuste fiscal incidem na efetivação das políticas sociais, no agravamento da pobreza, da desigualdade social. Tem como lócus de estudo os estados do Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, considerando para tanto o período de 2014 a 2018. Do ponto de vista metodológico exige fazer algumas aproximações acerca do fenômeno da pobreza considerada como resultante da desigualdade social. Requer também estabelecer as mediações necessárias entre o ajuste fiscal e suas implicações no âmbito das políticas sociais públicas eleitas para o presente estudo: saúde, educação, assistência social, reforma agrária, trabalho e renda. Pobreza e desigualdade social são partes integrantes de um contexto mais amplo e que compõe a totalidade social, por essa razão é necessário estabelecer as relações das partes com esse todo, que mutuamente se influenciam e compõem o mesmo processo. Trata-se de um estudo que faz opção pelo enfoque misto, pois relaciona qualidade e quantidade na perspectiva de complementariedade, pela articulação de dados quanti-qualitativos. Será desenvolvido através de coleta dados secundários, disponíveis em portais administrativos, em sítios de institutos de pesquisa que disponibilizam bancos de dados e documentos como planos estaduais das políticas, relatórios de gestão, planos plurianuais, dentre outros. O crescimento do mercado de trabalho do(a) assistente social no âmbito de tais políticas sociais exige da universidade a produção de conhecimento crítico sobre esta questão a fim de apreendê-la do ponto de vista histórico e teórico, com informações que qualifiquem o ensino de graduação e de pós-graduação. A pesquisa tem relevância visto que pode contribuir com subsídios para aperfeiçoamento nos processos de formulação, avaliação e gestão de políticas sociais públicas. Além de obter informações que qualifiquem o ensino de graduação e de pós-graduação no serviço social e áreas afins.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Alice Santos de Oliveira - Integrante / Eliana Andrade da Silva - Integrante / Edla Hoffmann - Coordenador / ILENA FELIPE BARROS - Integrante / ROBERTO MARINHO ALVES DA SILVA - Integrante / LARISSE DE OLIVEIRA RODRIGUES - Integrante / ROSANGELA ALVES DE OLIVEIRA - Integrante / DALINE MARIA DE SOUZA - Integrante / Vivian Lúcia Rodrigues de Oliveira - Integrante / Rute Peixoto do Nascimento Montenegro - Integrante / Camila da Silva Rocha - Integrante / Milena da Silva Santos - Integrante / Maria Augusta Bezerra da Rocha - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

Histórico profissional

Experiência profissional

2022 - 2022

Rede Unida

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2022 - Atual

Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de Iniciação Científica, Carga horária: 20

2021 - 2022

Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de Iniciação Científica, Carga horária: 20

2020 - 2021

Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de Iniciação Científica, Carga horária: 20

Atividades

  • 08/2020

    Pesquisa e desenvolvimento, Centro de Ciências Sociais Aplicadas.,Linhas de pesquisa

2023 - Atual

Hospital Universitário Onofre Lopes/Ebserh, Huol-UFRN/Ebserh

Vínculo: Residente, Enquadramento Funcional: Assistente Social Residente, Carga horária: 60, Regime: Dedicação exclusiva.