Brenda Albuquerque Adriano da Silva

Possui graduação em Psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2015). Residência em saúde materno-infantil pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2017). Mestre pelo programa de pós- graduação em psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2019).

Informações coletadas do Lattes em 27/06/2020

Acadêmico

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Formação acadêmica

Mestrado em Psicologia

2018 - 2019

Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Título: Apoio social e necessidades de mães de neonatos hospitalizados na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal,Ano de Obtenção: 2020
Eulália Maria Chaves Maia.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.

Especialização em Residência multiprofissional em saúde

2016 - 2017

Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Título: Fatores promotores do vínculo mãe-bebê no puerpério imediato hospitalar: uma revisão integrativa
Orientador: Liliane Pereira Braga
Bolsista do(a): Ministério da Educação, MEC, Brasil.

Graduação em Psicologia

2011 - 2015

Universidade Federal do Rio Grande do Norte

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Formação complementar

2015 - 2016

Curso de inglês. , Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial, SENAC, Brasil.

2015 - 2015

Estágio extracurricular. , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.

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Idiomas

Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

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Participação em eventos

Psicoterapia infantil na prática. 2020. (Outra).

A atuação da Psicologia na interface com a saúde. 2019. (Encontro).

Curso introdutório de Terapia Cognitivo- Comportamental. 2019. (Encontro).

Filmes e livros como recursos psicoterapêuticos. 2019. (Outra).

Luz, câmera e ação. 2019. (Encontro).

Morte e luto na infância. 2019. (Encontro).

O olhar da equipe sobre o setembro amarelo. 2019. (Encontro).

Recursos lúdicos na TCC na infância. 2019. (Oficina).

I Seminário Temático do HUAB: Métodos de Alívio da Dor no Trabalho de Parto. Repercussões e Desafios para Saúde Materno Infantil.. 2017. (Seminário).

I Simpósio Cientifico do Hospital Universitário Ana Bezerra. 2017. (Simpósio).

I Semana Cientifica do HUAB/ I SEC-HUAB. 2016. (Encontro).

IV ENPSI - Encontro de Psicologia da UFRN - Formação, atualidades e prática de estágio em Psicologia. 2014. (Encontro).

Cuidar do cuidado em saúde mental. 2013. (Encontro).

Encontro norteriograndense de neuropsicologia. 2013. (Encontro).

I SEMINÁRIO SOBRE CONDIÇÕES DE VIDA E SAÚDE MENTAL EM ASSENTAMENTOS RURAIS NO NORDESTE BRASILEIRO: DIAGNÓSTICO, ESTRATÉGIAS DE CUIDADO E SUPORTE NA REDE DE ATENÇÃO PRIMÁRIA E PSICOSSOCIAL.Assentamentos do Rio Grande do Norte. 2013. (Seminário).

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Comissão julgadora das bancas

Maria Aurelina Machado de Oliveira

MAIA, E. M. C.OLIVEIRA, M. A. M.. MÃES DE NEONATOS SOB CUIDADOS PALIATIVOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA NEONATAL: NECESSIDADES E APOIO SOCIAL. 2018. Exame de qualificação (Mestrando em Psicologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

EULALIA MARIA CHAVES MAIA

MAIA, Eulália Maria ChavesSILVA, Neuciane Gomes daOLIVEIRA, Luciana Carla Barbosa de. Apoio Social e Necessidades de Mães de Neonatos Hospitalizados na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. 2020. Dissertação (Mestrado em Programa de pós-graduação em Psicologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Priscila Pereira Machado Guimarães

GUIMARÃES, P. P. M.. Fatores promotores do vínculo mãe-bebê no Hospital: Uma revisão integrativa". 2017. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Residência Integrada Multiprofissional em Saúde do Hospital Universitário) - Hospital Universitário Ana Bezerra.

Lays Pinheiro de Medeiros

BRAGA, L. P.; ALVES, D. S.;MEDEIROS, Lays Pinheiro; GUIMARAES, P. P. M.. Fatores promotores do vínculo mãe-bebê no hospital: uma revisão integrativa. 2017. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Residência Integrada Multiprofissional em Saúde do HUAB) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

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Foi orientado por

EULALIA MARIA CHAVES MAIA

Mães de neonatos sob cuidados paliativos na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal: necessidades e apoio social; 2020; Dissertação (Mestrado em Psicologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte,; Orientador: Eulália Maria Chaves Maia;

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Produções bibliográficas

  • SILVA, B. A. A. ; BRAGA, L. P. . Fatores promotores do vínculo mãe-bebê no puerpério imediato hospitalar: uma revisão integrativa. REVISTA DA SBPH (BELO HORIZONTE. IMPRESSO) , v. 22, p. 258, 2019.

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Projetos de pesquisa

  • 2012 - 2014

    Condições de vida e saúde mental em assentamentos rurais: diagnóstico, estratégias de cuidado e suporte na rede de atenção primária e psicossocial, Descrição: A Atenção Primária à Saúde (APS), por sua ênfase na prevenção e promoção em saúde e em ações de base comunitária, vem sendo apontada como uma das estratégias mais importantes na atenção às pessoas com problemas relacionados ao uso de álcool. Em termos de transtornos psiquiátricos a situação não é diferente. O cuidado em saúde mental vinculado à atenção primária tem se configurado como um dos aspectos centrais para a mudança da assistência psiquiátrica de cunho hospitalocêntrico. Organizar a atenção à saúde mental em rede é uma diretriz mundial e prioridade no sentido de se produzir cuidado integral, contínuo e de qualidade ao portador de transtorno mental. A identificação e o acompanhamento dessas situações, incorporados às atividades que as equipes de atenção primária desenvolvem podem subsidiar ações de intervenção precoce, o uso racional de medicamentos, a continuidade dos cuidados, prevenção das admissões impróprias em hospitais psiquiátricos e o estabelecimento e manutenção de sistemas de apoio comunitário. No intuito de produzir interferências na lógica assistencial que nos impede dispor de uma rede de atenção primária com ampla cobertura e com eficácia adequada em termos de saúde mental, o Ministério da Saúde vem desenvolvendo um conjunto de ações e atividades no qual se insere o Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ) (Brasil, 2012), como uma das principais estratégias indutoras de qualidade, que vem a ser o principal desafio do SUS. Diante disso, objetivamos desenvolver uma investigação que busca elaborar, de forma preliminar, um diagnóstico da capacidade de resposta e suporte institucional da rede de atenção primária em termos de saúde mental, especificamente, em relação a transtornos psiquiátricos e uso de álcool em áreas de assentamento rural.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Brenda Albuquerque Adriano da Silva - Integrante / Jader Ferreira Leite - Integrante / Magda Diniz Bezerra Dimenstein - Coordenador.

  • 2012 - 2012

    Rede de atenção integral à crise e estratégias de acolhimento com classificação de risco em saúde mental, Descrição: A desinstitucionalização e a efetiva reintegração das pessoas com transtornos mentais graves e persistentes na comunidade compõem uma realidade que já pode ser reconhecida em âmbito nacional e que hoje permite afirmar que o SUS vem encampando preocupações relativas à saúde mental. Apesar da ampliação de uma rede de cuidados em saúde mental, há que se enfrentar os inúmeros impasses que este mesmo avanço tem, paradoxalmente, produzido. O problema do atendimento à crise do paciente psiquiátrico emerge como um dos principais entraves ao avanço do processo de aprofundamento da Reforma Psiquiátrica em curso. A Política Nacional de Saúde Mental vem trabalhando nos últimos anos com o conceito de leitos de atenção integral em saúde mental (hospitais gerais, CAPS III, emergências, leitos dos Serviços Hospitalares de Referência para Álcool e Drogas), que se associam aos leitos de hospitais de pequeno porte, onde estes existirem. Estes leitos devem ofertar o acolhimento integral ao paciente em crise articulados e em diálogo com outros dispositivos de referência para o paciente. Além do estigma e preconceitos associados ao portador de transtornos mentais e dos problemas relacionados aos processos de trabalho em saúde, especificamente em termos do cuidado a essa clientela, outros obstáculos se impõem à reestruturação da rede de cuidados em saúde mental, em especial à integração da rede hospitalar geral à rede de atenção psicossocial e a completa substituição do aparato manicomial. Essa pesquisa objetiva investigar os fatores associados às barreiras em termos de implementação e ampliação da rede de atenção à crise que envolve CAPS III, SAMU, Pronto-Atendimentos, Leitos de atenção integral em saúde mental em hospitais gerais e de emergência na capital potiguar, bem como implementar estratégias de acolhimento com classificação de risco em saúde mental nesses serviços. Para tanto, tem como proposta metodológica a perspectiva qualitativa da pesquisa-intervenção que, além de traçar um. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Brenda Albuquerque Adriano da Silva - Integrante / Jader Ferreira Leite - Integrante / Ana Kalliny de Sousa Severo - Integrante / Ana Karenina de Melo Arraes Amorim - Integrante / Magda Diniz Bezerra Dimenstein - Coordenador / Mariana Tavares Cavalcanti Liberato - Integrante / João Paulo Sales Macedo - Integrante.

  • 2011 - 2012

    Conceito de Maternidade e Paternidade em Adolescentes, Descrição: O acontecimento da maternidade na adolescência é entendido como um evento frustrador da vida juvenil, marcada por entretenimentos, passeios, estudo, trabalho, entre outras atividades. O nascimento de um filho traz consigo a interrupção desse ritmo de vida, e, muitas vezes, essas mudanças não são aceitas pela mãe adolescente, que continua vivenciando experiências próprias da fase do desenvolvimento em que se encontra. Assim, pode-se afirmar que esta falta de adaptação às novas circunstâncias recai sobre o bebê e sobre os vínculos afetivos entre mãe e filho. Deve-se considerar também como evento potencialmente estressor a ocorrência da paternidade na adolescência. Os pesquisadores que se dedicaram a conhecer os sentimentos envolvidos na paternidade adolescente revelam que a paternidade é uma experiência que provoca nos homens as mesmas alterações de papéis porque passam as mães, já que eles também revelam sentir o peso da responsabilidade de deixar de ser filho e passar a ser pai, além de lidar com as transformações e incertezas que acompanham a aquisição de novos papéis. É preciso, também, considerar que alguns pais adolescentes envolvem-se física e psicologicamente nessa experiência. No entanto, eles são, na maioria dos casos, vulneráveis economicamente, e têm dificuldade para conseguir emprego em função da sua pouca formação escolar. É justamente essa deficiência educacional e econômica que lhe causa ansiedade frente à responsabilidade de se constituir como provedor material para a criança, de acordo com a literatura científica. No presente estudo partimos do princípio ? de acordo com o teórico Jean Piaget (1980) ? que na adolescência o indivíduo ingressa no mais alto estágio de desenvolvimento cognitivo, chamado operações formais, quando deixa de pensar no aqui e agora e passam pensar em possibilidades, imaginar hipóteses e testar teorias. Dessa forma, torna-se possível conhecer a percepção que os jovens têm à respeito do conceito de maternidade e de paternidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Brenda Albuquerque Adriano da Silva - Integrante / Liliane Pereira Braga - Coordenador.

Histórico profissional

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Experiência profissional

  • 2016 - 2017

    Hospital Universitário Ana Bezerra

    Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Residente multiprofissional, Carga horária: 60

  • 2019 - 2019

    Universidade Federal do Rio Grande do Norte

    Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Docência assistida, Carga horária: 6

    Outras informações:
    Docência Assistida na disciplina optativa teórica e prática "Psicologia Hospitalar I", com carga horária de 60 horas/aula, no semestre letivo de 2019.1, no curso de Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Ministrando aulas referentes às seguintes temáticas: Psicologia Hospitalar e suas peculiaridades, além de SUS e parto humanizado.

  • 2013 - 2014

    Universidade Federal do Rio Grande do Norte

    Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica, Carga horária: 20

    Outras informações:
    Projeto de pesquisa: Capacidade de resposta e suporte institucional da rede de Atenção Primária frente às demandas de saúde mental de assentados rurais.

  • 2012 - 2012

    Universidade Federal do Rio Grande do Norte

    Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Apoio Técnico a pesquisa, Carga horária: 20

    Outras informações:
    Projeto de Pesquisa:Rede de Atenção Integral à Crise e Estratégias de Acolhimento com Classificação de Risco em Saúde Mental

  • 2019 - Atual

    Prefeitura Municipal de Parnamirim

    Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Psicóloga, Carga horária: 40