Laura Battaglia Pires Cavalcanti

Doutora em Educação e Linguagem (FE-USP), Mestre em Psicologia Clínica e Psicóloga pelo IP-USP, e Especialista pela Unifesp. Atuou como psicóloga na área de saúde até 2005, em instituições hospitalares públicas (oncologia e pediatria) e privadas (maternidade e UTI neonatal), onde desenvolveu atividades clínicas (gestação de alto risco, gestação na adolescência, psicodiagnóstico, formação de equipes multiprofissionais e multidisciplinares) e pesquisas em estimulação precoce de recém-nascidos de alto risco e psicossomática (IOP/CHSL-1993-2003). Destaque para pesquisas na área da educação, realizando pesquisas em etologia (FEUSP/CNPq-1991-1992), inclusão escolar (IOP/UNIFESP/GESTAE- 2006-2009) e desenvolvimento infantil e alfabetização, disparidade nível/série, dificuldades de aprendizagem, relação ensino/aprendizagem, inclusão de alunos com necessidades especiais, produção de materiais didáticos, formação de rede de pesquisa e estudos (FEUSP/CAPES/INEP - 2010-2013). Entre os anos de 2013 e 2015 coordenou o projeto de pesquisa ?Narrativas e subjetividade: representação e transmissão como condição de leitura e escrita? (UAM), cujo objetivo foi pesquisar como a relação subjetiva dos professores com as narrativas e a sua formação como leitores, atua na alfabetização de alunos. A pesquisa concluiu que professores com maior frequência de leitura e, principalmente, com maior diversidade discursiva entre as narrativas visitadas, obtêm maior efetividade na alfabetização de seus alunos; o projeto resultou em 5 monografias de conclusão de curso (pós-graduação Lato Sensu). Atuou como coordenadora pedagógica, orientadora educacional, formadora de agentes educacionais e orientadora de pesquisas de pré-iniciação científica. Exerce docência de Nível Superior em cursos de graduação (Psicologia da Saúde, Psicodiagnóstico, Terapia Breve Infantil e Medicina) e pós-graduação (Orientação de Pesquisa em Educação Infantil, Psicanálise e Psicopedagogia). Integrante, desde 2015, do grupo de pesquisa Grupo Oralidade, Leitura e Escrita (GOLE/FEUSP), coordenado pelo Professor Doutor Claudemir Belintane, que desenvolve pesquisa e divulgação científica na área da alfabetização, letramento e formação de professores. Tese catalogada disponível na Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48134/tde-22012014-140728/

Informações coletadas do Lattes em 24/06/2020

Acadêmico

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Formação acadêmica

Doutorado em Educação e Linguagem

2009 - 2013

Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo
Título: Das memórias narrativas às representações míticas: arte e desafios na alfabetização
Claudemir Belintane. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: memória; narrativa; alfabetização; oralidade; psicanálise; subjetividade. Grande área: Ciências HumanasGrande Área: Ciências Humanas / Área: Psicologia / Subárea: psicanálise. Grande Área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Lingüística / Subárea: Lingüística Aplicada. Setores de atividade: Educação.

Mestrado em Psicologia Clínica

1997 - 2001

Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo
Título: Algumas particularidades do adoecimento no Homem,Ano de Obtenção: 2001
Orientador: Jussara Falek Brauer
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Palavras-chave: psicanálise; doença; psicossomática; corpo/organismo.Grande área: Ciências HumanasGrande Área: Ciências Humanas / Área: Psicologia / Subárea: Tratamento e Prevenção Psicológica / Especialidade: Distúrbios Psicossomáticos. Grande Área: Ciências Humanas / Área: Psicologia / Subárea: Psicologia Social / Especialidade: Papéis e Estruturas Sociais; Indivíduo.

Especialização em Psicologia e Psicanálise em Oncologia Pediátrica

2000 - 2001

Instituto de Oncologia Pediátrica da Universidade Federal de São Paulo
Título: Algumas particularidades do adoecimento no Homem
Orientador: Antônio Sérgio Petrilli

Aperfeiçoamento em Implantação dos Novos Conselhos de Escola

1991 - 1992

Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo
Título: A vida cotidiana dos funcionários de uma escola pública. Ano de finalização: 1992
Orientador: Belmira Amélia de Barros Oliveira Bueno
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.

Graduação em Psicologia

1986 - 1990

Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo

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Formação complementar

2000 - 2000

Acompanhamento do Desenvolvimento do Recém Nascido. (Carga horária: 16h). , Universidade Federal de São Paulo, UNIFESP, Brasil.

1996 - 1998

Extensão universitária em Grupo Estudos Filosofia. (Carga horária: 150h). , Particular, PART, Brasil.

1997 - 1997

Extensão universitária em Psicanálise e Linguagem: uma outra psicopatologia. (Carga horária: 96h). , Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, Brasil.

1994 - 1997

Extensão universitária em Grupo Estudos Psicanálise Lacaniana. (Carga horária: 200h). , Particular, PART, Brasil.

1992 - 1996

Extensão universitária em Psicanálise e Psicossomática com Crianças. (Carga horária: 800h). , Instituto de Oncologia Pediátrica da Universidade Federal de São Paulo, IOP-UNIFESP, Brasil.

1992 - 1992

Extensão universitária em Bases Psicanalíticas Atendimento de Crianças Insti. (Carga horária: 80h). , Centro de Pesquisa em Psicanálise com Crianças, CPPC, Brasil.

1991 - 1991

Extensão universitária em A Arte da Interpretação II. (Carga horária: 48h). , Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, Brasil.

1991 - 1991

Extensão universitária em A Arte da Interpretação I. (Carga horária: 48h). , Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, Brasil.

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Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Italiano

Compreende Bem, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Francês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

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Áreas de atuação

Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Psicologia.

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva / Subárea: Psicanálise.

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Organização de eventos

BATTAGLIA, L. ; SANTOS, P.B. . Método Canguru. 2003. (Outro).

BATTAGLIA, L. ; SANTOS, P.B. . 1º Encontro de Psicologia do Berçário e Maternidade São Luiz - Intervenção Precoce. 2002. (Outro).

BATTAGLIA, L. ; PINTO, G. C. ; Cenamo, A. C. ; PETRILLI, A. S. ; ROZENBLIT, S. . I Fórum de Psicologia em Onco-Hematologia Pediátrica. 1994. (Outro).

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Participação em eventos

I Encontro aberto do Grupo de Oralidade Leitura e Escrita.A narrativa como estruturadora da leitura e da produção de textos. 2017. (Encontro).

Milset Brasil. Telgel - cicratização pela teia de aranha. 2015. (Feira).

Mostratec. Paralisia cerebral e energia afetiva: uma análise através da musicoterapia. 2015. (Feira).

Colóquio de Pesquisa: Alfabetização e Leitura.Colóquio 3: Experiências em Alfabetização e Leitura. 2014. (Outra).

Mostra Brasileira e Internacional de Ciência e Tecnologia. 2014. (Feira).

XXI Colóquio da Secção Portuguesa da AFIRSE.Alfabetização no Brasil - contribuições das narrativas orais regionais. 2014. (Outra).

XXI Colóquio da Secção Portuguesa da AFIRSE.A formação do professor alfabetizador: uma proposta voltada aos relevos da infância. 2014. (Outra).

Conexão entre pesquisa e ensino na formação de profissionais da educação: diálogo Brasil-Chile.Narrativa na formação de professores. 2012. (Encontro).

Encontro Regional do Projeto O Desafio de Ensinar a Leitura e a Escrita no Contexto de Ensino de 9 Anos e da Inserção do Laptop na Escola Pública Brasileira En. 2012. (Encontro).

II Encontro sobre a linguagem da criança: sentido, corpo e discurso e I Colóquio sobre alfabetização.Sondagem ampliada: subjetividade e heterogeneidade na alfabetização. 2012. (Encontro).

II SISEL - Seminário Interação e Subjetividade no Ensino de Línguas.Memórias do texto: marcas que desafiam a leitura e a escrita. 2011. (Seminário).

X Seminário de Metodologia de Ensino da Língua Portuguesa.Resultados preliminares da pesquisa O Desafio de ensinar a leitura e a escrita no contexto do ensino fundamental de nove anos e da inserção do laptop na escola pública brasileira. 2011. (Seminário).

Encontro sobre a Linguagem da Criança: Sentido, Corpo e Discurso. 2010. (Encontro).

Programa de Formação de Parceiros. 2010. (Oficina).

Diálogos sobre a Clínica das Psicoses. 2005. (Simpósio).

III Congresso Interamericano de Psicologia da Saúde. 2005. (Congresso).

A inclusão na prática e a prática da inclusão. Proposta de Experiência Inclusiva. 2004. (Congresso).

Fórum Mundial de Educação de São paulo. 2004. (Outra).

I Encontro Nacional de Pesquisadores em Filosofia e Psicanálise. 2004. (Encontro).

VI Congresso Nacional de Psicologia Escolar e Educacional. Partilhando a experiência: inclusão escolar. 2003. (Congresso).

VI Congresso Nacional de Psicologia Escolar e Educacional. Projeto Bota-Fora. 2003. (Congresso).

A Arte de Formar. O Feminino, o Infantil e o Epistemológico. 2002. (Seminário).

Era uma vez... a infância. Quer que conte outra vez?. 2002. (Seminário).

I Encontro de Educação Inclusiva. 2002. (Outra).

IV Colóquio do Lepsi. 2002. (Outra).

Palestra Dimensões Intelectuais e Afetivas da Ação Moral. 2002. (Outra).

Congresso Internacional de Psicanálise e Clínica com Bebês. 2001. (Congresso).

I Seminário Regional de Sensibilização do Método Canguru. 2001. (Seminário).

Reunião Científica do Neocor.Como trabalhar o stress no berçário. 2001. (Outra).

A Neurologia que todo Clínico deve saber. 2000. (Encontro).

Semana de Aleitamento Materno. 2000. (Encontro).

51a. Reunião Anual da SBPC. 1999. (Congresso).

Ciclo de Palestras Como Escutar a Criança - Juan-David Nasio. 1999. (Outra).

Congresso Internacional de Psicanálise e suas Conexões. 1999. (Congresso).

Intervenções possíveis desde a Clínica Psicopedagógica. 1999. (Simpósio).

Jornada Brasileira O que há de novo em Psico-Oncologia. 1999. (Encontro).

XVII Jornada de Estudos: Psicopedagogia Intervenções Possíveis. 1999. (Encontro).

VI Congresso Brasileiro de Oncologia Pediátrica. Adolescência: a tentação pelo risco. 1998. (Congresso).

V Semana de Enfermagem.Reflexo do Trabalho do Psicólogo em Terapia Intensiva. 1998. (Encontro).

Congresso Internacional sobre Autismo e Psicoses Infantis. 1997. (Congresso).

I Jornada de Saúde do Hospital Geral de São Paulo.Psicossomática e Adolescência. 1996. (Outra).

I Congresso Paulista de Enfermagem Pediátrica. A equipe multiprofissional no tratamento de adolescentes. 1995. (Congresso).

II Congresso Brasileiro de Psicologia Hospitalar. A escuta psicanalítica em oncologia pediátrica. 1994. (Congresso).

IX Congresso Brasileiro de Medicina Psicossomática. Psicanálise e Psicossomática: os efeitos do inconsciente na determinação de doenças crônicas. 1994. (Congresso).

40a. Reunião Anual da SBPC. 1988. (Congresso).

39a. Reunião Sociedade Brasieleira para o Progresso da Ciência. Recuperação de dependentes de álcool e outras drogas: associações anti-alcoólicas. 1987. (Congresso).

Conferência Jung e a Psicologia Analítica. 1987. (Outra).

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Comissão julgadora das bancas

Thomas Massao Fairchild

BELINTANE, C.;FAIRCHILD, T. M.; KOLTAI, C.; LIMA, S. O.; PEREIRA, A. C.. Das memórias narrativas às representações míticas: arte e desafios na alfabetização. 2013. Tese (Doutorado em Educação) - Universidade de São Paulo.

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Orientou

Lívia Campoy Aruth

A importância da brincadeira no processo de aprendizagem de língua estrangeira na Educação Infantil; 2013; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Educação Infantil e Alfabetização) - Universidade Anhembi Morumbi; Orientador: Laura Battaglia Pires Cavalcanti;

Ana Lívia Santos Gonçalves

A importância da prática das cantigas de roda e do brincar na Educação Infantil; 2013; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Educação Infantil e Alfabetização) - Universidade Anhembi Morumbi; Orientador: Laura Battaglia Pires Cavalcanti;

Joice Gonçalves Sibinel

Desenvolvimento neurológico e aprendizagem; 2013; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Educação Infantil e Alfabetização) - Universidade Anhembi Morumbi; Orientador: Laura Battaglia Pires Cavalcanti;

Priscila Santos Carvalhal

A importância do brincar no desenvolvimento infantil; 2013; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Educação Infantil e Alfabetização) - Universidade Anhembi Morumbi; Orientador: Laura Battaglia Pires Cavalcanti;

SORAIA DOMINGUES DA SILVA

Reflexão sobre arte como conhecimento na Educação Infantil; 2013; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Educação Infantil e Alfabetização) - Universidade Anhembi Morumbi; Orientador: Laura Battaglia Pires Cavalcanti;

Tatiane Teixeira Marques

O lúdico como motivador na aprendizagem na área da matemática e na Educação Infantil; 2013; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Educação Infantil e Alfabetização) - Universidade Anhembi Morumbi; Orientador: Laura Battaglia Pires Cavalcanti;

Zeli Rocha Batista

A importância da Educação Infantil para preparação da criança no processo de alfabetização no Ensino Fundamental; 2013; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Educação Infantil e Alfabetização) - Universidade Anhembi Morumbi; Orientador: Laura Battaglia Pires Cavalcanti;

Daniela Passos Pinto

O desenho na Educação Infantil: a valorização da expressão da criança; 2013; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Educação Infantil e Alfabetização) - Universidade Anhembi Morumbi; Orientador: Laura Battaglia Pires Cavalcanti;

Fabiana Aparecida Rocha

Trovão, um mascote na Educação Infantil: de sequência didática planejada para o período de adaptação a projeto pedagógico; 2013; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Educação Infantil e Alfabetização) - Universidade Anhembi Morumbi; Orientador: Laura Battaglia Pires Cavalcanti;

Fabiana Cardoso Diniz Arruda

Jogos e instrumentos de aprendizagem; 2013; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Educação Infantil e Alfabetização) - Universidade Anhembi Morumbi; Orientador: Laura Battaglia Pires Cavalcanti;

Jokasta Papp

A organização dos ambientes pré-escolares internos: um enfoque na disposição dos materiais e suas contribuições para o desenvolvimento infantil; 2013; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Educação Infantil e Alfabetização) - Universidade Anhembi Morumbi; Orientador: Laura Battaglia Pires Cavalcanti;

Mirella Clerici

Ensinar valores através da literatura: uma abordagem humanística universal; 2013; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Educação Infantil e Alfabetização) - Universidade Anhembi Morumbi; Orientador: Laura Battaglia Pires Cavalcanti;

Valéria Marques da Luz Amorim

A importância das brincadeiras como suporte de aprendizagem e desenvolvimento; 2013; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Educação Infantil e Alfabetização) - Universidade Anhembi Morumbi; Orientador: Laura Battaglia Pires Cavalcanti;

Bruna Luiza Medeiros

Processo de adaptação escolar na Educação Infantil; 2013; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Educação Infantil e Alfabetização) - Universidade Anhembi Morumbi; Orientador: Laura Battaglia Pires Cavalcanti;

Ana Clara O

Rissi e Victoria M; de Oliveira; Violência de gênero como reflexo da objetificação feminina; 2019; Orientação de outra natureza; (Ensino Médio) - Colégio Giordano Bruno; Orientador: Laura Battaglia Pires Cavalcanti;

Gustavo V

Mendes, Júlia A; Vedovate e Manuela T; G; Rocha; Relações tóxicas: a dependência amorosa como reflexo do romance familiar; 2019; Orientação de outra natureza; (Ensino Médio) - Colégio Giordano Bruno; Orientador: Laura Battaglia Pires Cavalcanti;

Maíra do Amaral SIlva

A inserção, participação e a luta das mulheres na política brasileira; 2019; Orientação de outra natureza; (Ensino Médio) - Colégio Giordano Bruno; Orientador: Laura Battaglia Pires Cavalcanti;

Ana Clara G

H; Silva, Maíra do A; Silva, Mônica M; Palhares; África: por que saber?; 2018; Orientação de outra natureza; (Ensino Médio) - Colégio Giordano Bruno; Orientador: Laura Battaglia Pires Cavalcanti;

Jade A

Rodrigues; África, mapas comparativos; 2018; Orientação de outra natureza; (Ensino Médio) - Colégio Giordano Bruno; Orientador: Laura Battaglia Pires Cavalcanti;

Gabriela T

E; Claro, Jacqueline C; Dias e Júlio G; Kiyomoto; Cronologia educacional brasileira: formação do sujeito liberto nas diferentes classes sociais; 2017; Orientação de outra natureza; (Ensino Médio) - Colégio Giordano Bruno; Orientador: Laura Battaglia Pires Cavalcanti;

Flávia M

Brigato, João Antonio C; C; Vasconcellos e Yasmin; ; Carência emicional e aferiva; Como elas se manifestam nas redes sociais; 2017; Orientação de outra natureza; (Ensino Médio) - Colégio Giordano Bruno; Orientador: Laura Battaglia Pires Cavalcanti;

Cleiton Parente, Eloáh Camargo e Rodrigo Tammaro Costa

Drogas: aspectos que facilitam ou inibem o uso; 2016; Orientação de outra natureza; (Ensino Médio) - Colégio Giordano Bruno; Orientador: Laura Battaglia Pires Cavalcanti;

Isabela Alves

Tecer uma criança; 2016; Orientação de outra natureza; (Ensino Médio) - Colégio Giordano Bruno; Orientador: Laura Battaglia Pires Cavalcanti;

Maria Gabriela de Carvalho Leal

Paralisia Cerebral e energia afetiva: uma análise através da musicoterapia; 2015; Orientação de outra natureza; (Feira de Ciências) - Colégio Giordano Bruno; Orientador: Laura Battaglia Pires Cavalcanti;

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Foi orientado por

Claudemir Belintane

Das memórais narrativas às representações míticas: arte e desafios na alfabetização; 2009; Tese (Doutorado em Programa de Pós Graduação da Feusp) - Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Claudemir Belintane;

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Outras produções

BATTAGLIA, L. . Orientação e supervisão em classes hospitalares. 2004.

BATTAGLIA, L. ; NANCI, K. A. ; BELINTANE, Claudemir ; REBELLO, I. ; BORTOLACI, N. ; DALCHECO, P. C. ; CAVALCANTI, M. V. ; VAZ, M. C. ; SARTORI, A. R. ; PASTORELLO, L. M. . Grupo Oralidade Leitura e Escrita. 2016; Tema: Oralidade, leitura e escrita na formação de professores e na alfabetização. (Site).

BATTAGLIA, L. ; SILVA, L. F. ; CORRÊA, D. S. . Revista de Introdução à Escrita de Divulgação Científica. 2019. (Editoração/Outra).

BATTAGLIA, L. . Revista de Introdução à Escrita de Divulgação Científica. 2018. (Editoração/Outra).

BATTAGLIA, L. ; CORRÊA, D. S. ; MANESCO, L. M. A. . Revista de Introdução à Escrita de Divulgação Científica. 2017. (Editoração/Outra).

BATTAGLIA, L. . Caderno de resumos - XIX Feira de Ciências & IV Encontro Científico. 2014. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - MaterialInstitucional).

BATTAGLIA, L. . Dificuldades de Aprendizagem. 2012. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

BATTAGLIA, L. . Memória e Alfabetização: o desafio de traduzir-se ao outro. 2012. (Relatório de pesquisa).

BATTAGLIA, L. . Literatura e Alfabetização. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

BATTAGLIA, L. ; FIGUEIREDO, M.E.E.C.B. . Inclusão escolar de crianças em escolas da rede pública da cidade de São Paulo após o término de tratamento oncológico. 2008. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - MaterialDidático).

GIL, M. ; IUMATI, A. B. T. ; BATTAGLIA, L. . Educação Inclusiva: o que o professor tem a ver com isso?. 2005. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Material Didático).

BATTAGLIA, L. . Labora. 2002. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Material Institucional).

BATTAGLIA, L. ; AZEVEDO, R. . Manual do Adolescente. 1998. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Material Didático).

Cenamo, A. C. ; FURNARI, E. ; BATTAGLIA, L. . Manual da criança. 1998. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Material Didático).

BATTAGLIA, L. ; LEE, M. L. M. . Manual de Leucemia Infantil. 1998. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Material Didático).

BATTAGLIA, L. . Aspectos psicológicos na abordagem da criança oncológica. 1996. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

BATTAGLIA, L. . Psicossomática e a teoria psicanalítica. 1994. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

BATTAGLIA, L. . Atendimento terapeutico com base psicanalítica de crianças com câncer. 1992. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

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Projetos de pesquisa

  • 2019 - Atual

    Narrativas e democracia nas escolas públicas e privadas, Descrição: objetivos metodologia. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Laura Battaglia Pires Cavalcanti - Coordenador.

  • 2013 - 2016

    Narrativas e subjetividade: representação e transmissão como condição de leitura e escrita, Descrição: Trata-se de pesquisar como as narrativas da tradição oral objetivo geral metodologia resultados. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Laura Battaglia Pires Cavalcanti - Coordenador., Número de produções C, T & A: 2 / Número de orientações: 6

  • 2011 - 2014

    O desafio de ensinar a leitura e a escrita no contexto do ensino fundamental de nove anos e da inserção do laptop na escola pública brasileira, Descrição: Pesquisa realizada em rede (São Paulo-SP/USP, Pau dos Ferros-RN/UERN, Belém-PA/UFPA) localizada no eixo temático Educação Básica. Aborda a alfabetização em uma perspectiva interdisciplinar, articulando a oralidade, a leitura, a escrita e as linguagens dos suportes eletrônicos (internet, cinema, televisão). Focaliza dificuldades de transição entre ciclos (Educação Infantil, Ensino Fundamental I e Ensino Fundamental II) e a disparidade nível/série. Áreas de investigação do projeto: (1) Alfabetização, letramento, oralidade, leitura e escrita; (2) Enfrentamento de dificuldades de aprendizagem no campo da linguagem, em situações contextualizadas; (3) Novas possibilidades de diagnósticos preventivos e produção de materiais didáticos; e (4) Fatores determinantes na qualidade do ensino. Conclusões: a pesquisa apontou para efeitos positivos no processo de alfabetização infantil quando se ampliam os fatores diagnósticos que integram o letramento, como a inclusão de elementos da oralidade (não circunscritos somente à fala, mas relacionados aos ludismos da linguagem encontrados em elementos narrativos da tradição e transmissão oral), inclusão de elementos lúdicos próprios da infância (brincadeiras e jogos que envolvem fantasiação), atenção individualizada e acompanhamento sistemático das dificuldades de alfabetização explorando diversos recursos pedagógicos a partir de diferentes suportes, e quando se dá relevo inicial à leitura e não à escrita (ainda que esta não seja de modo algum negligenciada, mas deixa de ser o foco principal da alfabetização). As narrativas de tradição (tanto as universais, como as regionais e locais) são elementos fundamentais para este processo de alfabetização que busca formar leitores fluentes e críticos; igualmente, as atenções permanentes às manifestações da subjetividade são fatores decisivos para que se possa compreender a tempo situações que interferem de modo a impedir ou dificultar o letramento, agindo pontualmente ou em grupo para reversão do quadro. Concluiu-se também que: 1) a necessidade de se pensar permanentemente na passagem de um ano letivo a outro, estabelecendo critérios mínimos a serem atingidos a cada ano, a fim de se pensar em metas e estratégias pedagógicas ao longo de todo o primeiro ciclo escolar básico, como forma de reverter o quadro de índices alarmantes de defasagem de alfabetização encontrados ao final do EFI; 2) em decorrência deste quadro tem se mostrado fundamental que o trabalho de alfabetização que se dá ao longo de todo EFI seja assumido como responsabilidade de todos os professores que compõem o ciclo, discutido e permanentemente revisto por toda equipe e não relegado a cada professor de classe ? as discussões que subsidiam este trabalho têm se revelado forma importante de formação permanente dos docentes. https://www.youtube.com/watch?v=Oa1QkCcQcRU https://www.grupo-oralidade-leitura-escrita.com/relacoes-entre-oralidade. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (12) / Mestrado acadêmico: (4) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Laura Battaglia Pires Cavalcanti - Integrante / Kátia Arila Nanci - Integrante / Claudemir Belintane - Coordenador / Maria da Conceição Costa - Integrante / Natália Bortolaci - Integrante / Isadora Rebello - Integrante / Paulo das Chagas Dalcheco - Integrante., Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 8

  • 2010 - 2010

    Inclusão escolar de crianças da rede pública após término de tratamento oncológico, Descrição: Descrição: Objetivo: Verificar a qualidade do retorno às atividades escolares de crianças que concluíram tratamento oncológico e que se afastaram da escola durante o período de tratamento. Os objetivos parciais foram três: 1) os possíveis prejuízos psicossociais das crianças, 2) os tipos de subsídios recebidos pelas escolas para dar suporte afetivo, social e cognitivos a estes alunos e 3) a postura familiar de proporcionar autonomia e suporte emocional ao retorno de seus filhos ao convívio social e acadêmico. Metodologia: Durante um ano foram acompanhadas 24 crianças com idades entre 9 e 12 anos, que terminaram tratamento oncológico no Graacc/IOP/Unifesp, que retornaram para escolas públicas da Grande São Paulo. A pesquisa compreendeu levantamento de dados e acompanhamento sistemático junto às famílias, às crianças e às escolas, por meio de visitas às casas e às instituições escolares, em que se realizou observações, entrevistas e intervenções junto aos agentes envolvidos. As orientações teórico práticas tiveram como balizas a Psicanálise (freudiana e lacaniana) e dados históricos e atualizados sobre tratamento oncológico pediátrico e seus principais efeitos tardios e sequelas, nos diferentes campos da vida humana ? físico, social, afetivo e cognitivo. Ao longo da pesquisa os dados empíricos demonstraram que: 1) as famílias se queixavam da falta de atenção dos agentes escolares sobre as potencialidades e limitações cognitivas e sociais da criança: as famílias constataram que não havia, no geral, programas especiais de inclusão escolar de suas crianças, que considerassem a especificidade individual de suas necessidades; as famílias tendiam a continuar superprotegendo sua prole, dificultando sua autonomia e independência, permeadas por uma insistente fantasia de morte; 2) os agentes escolares sentiam falta de informações fornecidas pelas famílias e/ou pelos agentes hospitalares sobre a doença, tratamento e sequelas, não lhes fornecendo subsídios para que pudessem atender às possíveis demandas da criança; além disto, havia uma fantasia comum à maioria dos profissionais da educação de que as crianças passadas por tratamento oncológico teriam suas capacidades cognitivas rebaixadas, levando a um grau de exigência menos com relação ao aproveitamento pedagógico; 3) por parte das crianças a maior dificuldade enfrentada foi a reintegração nos grupos de alunos e a possibilidade de estabelecerem relações sócio afetivas: geralmente eram inseridas em classes com crianças mais novas, sem que houvesse um trabalho de apresentação e adaptação neste novo ambiente; ademais estas crianças enfrentavam preconceitos por parte dos outros alunos e às vezes também de adultos com relação sua nova condição física (condição esta que poderia ser permanente por eventuais mutilações, ou passageiras, como a falta de cabelo). A pesquisa concluiu que: 1) é fundamental que as instituições escolares e hospitalares troquem informações sobre o aluno/paciente desde o momento do diagnóstico, até um tempo depois de concluído o tratamento, visando compreender, acompanhar e contribuir com o desenvolvimento global da criança; 2) é fundamental que a criança, à medida de suas condições físicas, não rompa os laços com a escola durante o tratamento oncológico, pois dentre os prejuízos permanentes que sofre com este afastamento, o rompimento com os laços sociais é o mais sério e menos fácil de reverter, quando comparado aos prejuízos cognitivos, que geralmente são os únicos considerados; 3) no geral os familiares precisam ser orientados com frequência pelas equipes médicas e paramédicas a respeito da recuperação integral de seus filhos e da importância do convívio social e do enfrentamento de adversidades, minimizando a tendência de que continuem isolando a criança em nome de protegê-la do risco de morte.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Laura Battaglia Pires Cavalcanti - Integrante / Maria Elisabeth Egydio de Carvalho Burle de Figueiredo - Coordenador., Financiador(es): Instituto HSBC Solidariedade - Cooperação., Número de produções C, T & A: 1

  • 1997 - 2000

    Estimulação precoce de bebês de alto risco internados em unidade de terapia intensiva neonatal, Descrição: Pesquisa ?Estimulação precoce de bebês de alto risco internados em unidade de terapia intensiva neonatal? desenvolvida no berçário e na UTI neonatal do Complexo Hospitalar São Luiz (São Paulo-SP). Esta investigação integrou a pesquisa mais ampla que resultou na Dissertação de Mestrado ?Algumas particularidades do adoecimento no Homem?. Objetivo: Verificar as possibilidades interventivas da psicanálise aplicada nos casos de atendimento a bebês de alto risco e seus familiares. Metodologia: Com bases teóricas e práticas na Psicanálise freudiana e lacaniana, durante dois anos foram acompanhados todos os recém nascidos internados em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal e seus familiares. As patologias orgânicas dos bebês eram variadas (insuficiência respiratória, espinha bífida, cardiopatia, prematuridade estrema, patologias genéticas, meningomielocele, disfunção renal e/ou gástrica, hemorragia intracraniana, decorrências do processo de parto, entre outras) e demandaram períodos de internação variados (de uma semana a um ano e meio). As demandas por acompanhamento psicológico também variaram de família a família e ao longo dos tratamento; no geral se deram de três diferentes formas, expostas aqui em ordem crescente de intensidade e importância: orientações de conduta dirigidas a necessidades pontuais do bebê e/ou dos familiares; acompanhamento dos familiares dentro da UTI neonatal, proporcionando o estabelecimento de vínculo seguro com o bebê; atendimento psicanalítico sistemático aos familiares ? algumas famílias se valeram de mais de uma modalidade de acompanhamento. Por ?estimulação precoce? definiu-se a intervenção a tempo que permitisse aos adultos responsáveis pelo bebê de se apropriarem dos seus cuidados físicos (ainda que fossem dependentes de ações médicas) e, principalmente, que pudessem se apropriar emocional e afetivamente do bebê de modo a identificá-lo como sua prole, ainda que gravemente doente. Muitas famílias, abaladas pela condição física que punha em risco a vida do bebê, tinham dificuldades de se aproximar efetivamente das crianças e, consequentemente, de inseri-las simbolicamente nas relações familiares e de transmitir-lhes os valores que as identificavam àquele grupo social ? ação que deve se iniciar desde o nascimento, para que não se corra o risco de prejuízos psíquicos importantes no futuro. Conclusões: As famílias que acederam a atendimentos mais longos e mais aprofundados sentiram-se mais seguras e mais facilmente se co-responsabilizaram pela recuperação física dos bebês, independentemente do risco de morte a que estavam expostos, uma vez que puderam representar simbolicamente a condição adversa da criança e lidar com ela emocionalmente. De igual modo, os bebês cujas famílias aderiram a estes atendimentos mais profundos mostraram melhoras do ponto de vista orgânico (melhoras permanentes nos casos fisicamente menos complicados e pontuais nos casos de comprometimento físico grave), do que aqueles de famílias que não se dispuseram a se implicar simbolicamente na condição adversa da criança (nestes casos, situações consideradas mais simples como insuficiência respiratória, por exemplo, demoravam mais tempo para serem curadas). Os membros das equipes médicas e paramédicas que participaram de discussões sistemáticas sobre estimulação precoce em bebês também mostraram-se mais seguros para lidar com as manifestações afetivas dos familiares (muitas vezes agressivos com a equipe) e com os eventuais óbitos infantis.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Laura Battaglia Pires Cavalcanti - Coordenador., Número de produções C, T & A: 4

  • 1991 - 1992

    Implantação dos Novos Conselhos de Escola, Descrição: Pesquisa desenvolvida dentro de perspectiva etnográfica, sob o título ?A vida cotidiana dos funcionários de uma escola pública?, inserida em pesquisa mais ampla (?Implantação dos Novos Conselhos de Escola?) coordenada pela Professora Doutora Belmira Amélia de Barros Oliveira Bueno (FE-USP) e financiada pelo CNPq. Objetivo: Investigar a rotina de trabalho e a satisfação e adequação funcional dos profissionais a suas atividades cotidianas como educadores. Metodologia: O trabalho de campo foi realizado em uma escola pública estadual localizada no Município de São Paulo, cuja escolha foi orientada pelo fato de que oferecia classes em todos os graus de escolarização (Primeiro Grau, Segundo Grau e Colegial) e funcionava nos três turnos (matutino, vespertino e noturno), permitindo que em um mesmo espaço pudessem ser observadas diversas realidades do cotidiano escolar. Durante dois anos, nos períodos letivos, foram realizadas três visitas semanais à escola (a maioria no período diurno), em que se acompanhou e registrou suas rotinas. A investigação empírica baseou-se em observações e entrevistas registradas sobre a rotina de trabalho dos diversos agentes educacionais, que foram analisadas posteriormente. Ressaltou-se nas observações e nas entrevistas não só os conteúdos discursivos explícitos, mas também os gestuais, os tons de voz e as ações contextualizadas. As observações foram realizadas dentro de sala de aula, nos pátios, nas quadras esportivas, na sala dos professores, na secretaria e na portaria, nos momentos de entrada e saída dos alunos. Conclusões: De modo geral observou-se que o grupo de funcionários da escola dividia-se em dois com relação à conscientização da própria participação no processo educativo dos alunos, isto é, porteiros, faxineiros e cantineiros não se reconheciam como agentes influentes e corresponsáveis por este processo, embora fossem extremamente observadores e analistas críticos de todos os acontecimentos institucionais; por outro lado professores, secretários, coordenadores, diretor e técnicos assumiam uma postura pedagógica e educativa responsável junto a alunos e familiares, desde que o aproveitamento pedagógico fosse bom ou satisfatório; no caso de alunos com baixo aproveitamento pedagógico estes profissionais responsabilizavam as famílias ou o grupo social a que pertenciam. De todos os agentes educacionais da instituição, chamou a atenção a condição dos professores reformados afastados das salas de aula, mas que continuavam atuando em outros setores da instituição, principalmente na secretaria da escola. Na grande maioria eram pessoas que tinham sido acometidas por diferentes questões físicas de saúde (alergia a giz, ou problemas ortopédicos por longa permanência em posturas inadequadas, etc.), mas que discursivamente sustentavam uma questão comum: o desgaste emocional em relação às atividades docentes e de educação em geral. Esta discursividade apresentava-se cotidianamente em frases que desqualificavam o aproveitamento pedagógico ou o comportamento de muitos alunos, de familiares e grupos sociais, que criticavam a postura didático-pedagógica de professores que estavam na ativa, mas que também expressavam o desejo de implantar soluções radicais permeadas por preconceitos e exclusões, como única forma de se poder exercer o magistério. Explicitou-se a impossibilidade de reconhecimento de individualidades, a falta de reconhecimento do papel do professor nos processos educativos em geral, a acomodação com relação à própria condição de trabalho e a ausência de perspectivas de mudanças daqueles próprios agentes escolares.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Especialização: (1) Doutorado: (2) . , Integrantes: Laura Battaglia Pires Cavalcanti - Coordenador / Belmira Amélia de Barros Oliveira Bueno - Integrante / Denise Trento Rebello de Souza - Integrante / Marilene Proença - Integrante.

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Prêmios

2015

Dia Mundial da Ciência pela Paz e pelo Desenvolvimento - Menção Honrosa, Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

Histórico profissional

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Endereço profissional

  • Particular. , Rua Engenheiro Francisco Azevedo, 284, Vila Anglo-Brasileira, 05030010 - São Paulo, SP - Brasil, Telefone: (11) 988812309

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Experiência profissional

2014 - 2019

Colégio Giordano Bruno

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Coordenadora Pedagógica EFII e EM, Carga horária: 30

1991 - 1992

Universidade de São Paulo

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2011 - 2013

Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisadora, Carga horária: 40

Outras informações:
Linha de Pesquisa 'Linguagem e Educação', localizada no eixo temático ?Educação Básica?; articula-se em torno da alfabetização em uma perspectiva interdisciplinar. Inclui a oralidade, a leitura e a escrita e as linguagens dos suportes eletrônicos e dos meios contemporâneos (internet, cinema, televisão), focalizando, mais especificamente, as dificuldades de transição da Educação Infantil para o Ensino Fundamental I (séries iniciais) e o fluxo escolar do Ensino Fundamental I e II. Tem como preocupação a disparidade nível/série, como a que se verifica nas avaliações do SAEB/PROVA BRASIL, nos quintos anos das escolas brasileiras. São quatro as áreas de investigação do projeto: (1) Alfabetização, letramento, oralidade, leitura e escrita; (2) Enfrentamento de dificuldades de aprendizagem no campo da linguagem, em situações contextualizadas; (3) Novas possibilidades de diagnósticos preventivos e produção de materiais didáticos; e (4) Fatores determinantes na qualidade do ensino. Além das sistemáticas discussões teóricas relacionadas à linguística, à sociologia, à psicanálise e à educação, a pesquisa de campo realiza-se semanalmente dentro das salas de aula das séries iniciais do Ensino Fundamental I, buscando articulação mais ampla para compreender a alfabetização e seus percalços, do que a simples consideração da relação da criança com seu objeto de conhecimento ? a leitura e a escrita ? ou de que suas dificuldades estão circunscritas a elementos fisio-neurológicos com os quais se convencionou diagnosticar os alunos e que desviam o olhar da linguagem como elemento intrinsecamente e particularmente humano.

2010 - 2014

Universidade Anhembi Morumbi

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Docente Nível Superior, Carga horária: 12

Outras informações:
Docente das disciplinas 'Transtornos de Aprendizagem', 'Terapia Psicopedagógica', 'Diagnóstico Psicopedagógico I e II' no curso de Pós-Graduação em Psicopedagogia. Docente da disciplina 'Orientações de Projeto de Pesquisa - Monografia' no curso de Pós-Graduação em Educação Infantil e Alfabetização.

2005 - 2005

Universidade Presbiteriana Mackenzie

Vínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Docente, Carga horária: 25

Outras informações:
Docente da disciplina Psicologia da Saúde e supervisora clínica nas disciplinas "Psicodiagnóstico" e "Terapia Breve Infantil"

2010 - 2010

Instituto de Pesquisa, Ensino e Ação em Saúde Mental

Vínculo: Pesquisador, Enquadramento Funcional: autônomo, Carga horária: 20

Outras informações:
Pesquisa desenvolvida em Educação com crianças que passaram por tratamento oncológico no IOP/GRAACC - UNIFESP, em parceria com o Instituto Solidário HSBC e com o Espaço Psicanálise. Tratou-se do acompanhamento dos alunos/pacientes nas suas instituições escolares de origem, visando a avaliação da aprendizagem e o relacionamento afetivo após longo período de tratamento e afastamento da educação formal e do convívio social.

2004 - 2004

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Vínculo: Professor vistante, Enquadramento Funcional: Autônoma, Carga horária: 32

2000 - 2003

Colégio Santo Américo

Vínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Orientadora Educacional, Carga horária: 25

1997 - 2003

Complexo Hospitalar São Luiz

Vínculo: Prestadora de Serviço, Enquadramento Funcional: Coordenadora Psicologia Berário e Maternidade, Carga horária: 20

1993 - 1997

Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina - Hospital São Paulo

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Psicóloga Depto. Oncologia Pediátrica, Carga horária: 20

2005 - 2009

Duetto Editorial

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Redatora, Carga horária: 10

Outras informações:
Redatora de artigos independentes para as revistas Mente & Cérebro e Entrelivros. Redatora da coluna mensal "Associação Livre" (Mente & Cérebro) nos anos de 2008 e 2009.

1989 - 1990

Ambulatório São Paulo da Cruz

Vínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Monitora, Carga horária: 20

1993 - 1993

TRILHA Unidade de Integração e Desenvolvimento

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Autônoma, Carga horária: 20

1997 - 1997

Cooperativa Educacional de Cotia

Vínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Orientador Educacional, Carga horária: 20

1993 - 1994

Travessia Unidade Terapêurica Integrada

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Autônoma, Carga horária: 12