Fernanda de Freitas Gonçalves

possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (2004). Atualmente é integrante do Centro de Estudos Rurais da Universidade Estadual de Campinas. É também pesquisadora do Grupo Cinco Marias. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Antropologia Rural, atuando principalmente nos seguintes temas: memória, educação, brincadeiras, cultura popular e formação de professores.

Informações coletadas do Lattes em 06/04/2019

Acadêmico

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Formação acadêmica

Mestrado em andamento em Educação

2008 - Atual

Universidade Estadual de Campinas
Título: Quilombo da Capela: Jovens, negros e quilombolas na cidade de Vinhedo,Orientador: Neusa Maria Mendes de Gusmão
Palavras-chave: tradição; quilombos; etnicidade; identidade; samba de bumbo.Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia. Grande Área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Antropologia Rural.

Graduação em Ciências Sociais

2000 - 2004

Universidade Estadual de Campinas

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Formação complementar

2004 - 2004

A Arte do Brincante para Educadores. (Carga horária: 160h). , Teatro-Escola Brincante.

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Idiomas

Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Pouco.

Espanhol

Compreende RazoavelmenteLê Bem.

Francês

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.

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Áreas de atuação

    Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Antropologia Rural.

    Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Tópicos Específicos de Educação/Especialidade: Formação de Professores.

    Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Tópicos Específicos de Educação/Especialidade: ARTE-EDUCAÇÃO.

    Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia.

    Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Antropologia das Populações Afro-Brasileiras.

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Participação em eventos

Seminário de Memória - Memória e Contemporaneidade.Eu nem sabia que gostava de brincar disso - uma experiência de formação de professores da rede municipal de Campinas. 2005. (Seminário).

Perspectivas dos Estudos Rurais no século XXI.coordenação do GT IV: "Novas identidades em construção (como falar sobre seringueiros, pescadores, assentados e quilombolas, dentre outras categorias do mundo rural)".. 2005. (Seminário).

Congresso de Folclore. ouvinte. 2004. (Congresso).

II Encontro de Pesquisa em Humanidades.coordenação da mesa "Cultura Popular". 2003. (Encontro).

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Foi orientado por

Emilia Pietrafesa de Godoi

Figureiras de Taubaté: ofício, devoção e mercado; 2004; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Sociais) - Universidade Estadual de Campinas, Serviço de Apoio ao Estudante/Unicamp; Orientador: Emilia Pietrafesa de Godoi;

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Produções bibliográficas

  • GONÇALVES, F. F. ; LEWINHSON, A. C. ; BRASIL, E. C. P. ; GUERRERO, P. ; CENCIG, P. V. ; HERMINIO, P. C. ; ARANHA, S. S. . Eu nem sabia que gostava de brincar disso - uma experiência de formação de professores da rede municipal de Campinas. In: IV Seminário de Memória - Memória e Contemporaneidade, 2005, Campinas. Caderno de Resumos, 2005.

  • GONÇALVES, F. F. ; CHAGURI, M. M. ; SILVA, M. A. M. ; CAVALCANTE, S. . II Encontro de Pesquisa em Ciências Humanas 2003 (organização).

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Outras produções

GONÇALVES, F. F. ; Encontro de Pesquisa em Ciências Humanas. 2004.

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Projetos de pesquisa

  • 2008 - Atual

    Quilombo da Capela: Jovens, negros e quilombolas na cidade de Vinhedo, Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fernanda de Freitas Gonçalves - Coordenador.

  • 2003 - Atual

    Figureiras de Taubaté: arte, ofício, devoção e mercado, Descrição: A cidade de Taubaté, assim como a maioria das cidades da região do Vale do Paraíba, desenvolveu manifestações populares próprias que compõem o que podemos chamar de cultura do interior paulista . Dentre elas, destacam-se as figureiras , artesãs que modelam presépios em barro há pelo menos trezentos anos, segundo a tradição. Um artesanato que a princípio era feito para presentear os amigos ou vender no Mercado Municipal na época do Natal, é hoje confeccionado durante todo o ano e comercializado não só no Brasil, como também no exterior. O que se pretende com esta pesquisa é compreender qual o impacto da modernização sobre as relações sociais, a transmissão da arte e do ofício, e a devoção. Que valores estes artesãos e artesãs atribuem à sua produção; qual a relação que tecem com os mercados local e as redes de relações mais amplas que as figureiras e sua produção estabeleceram; como significam e re-significam as motivações desta prática, que inicialmente encontravam-se na religiosidade. . , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Fernanda de Freitas Gonçalves - Integrante / Emília Pietrafesa de Godoi - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa / Universidade Estadual de Campinas - Bolsa.

Histórico profissional

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Experiência profissional