Elena Cristina Caride

Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Santa Úrsula, mestrado e doutorado em Química Biológica pela UFRJ. Iniciou sua carreira na virologia durante seu doutorado onde estudou a Variabilidade Genética e Resistência aos Antirretrovirais para HIV-1. Em 2002 ingressou como servidora pública da Fiocruz no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos) e desde então vem atuando no desenvolvimento tecnológico de vacinas virais, incialmente como gerente de projeto e desde 2010 gerenciando o Programa de Vacinas Virais da Vice Diretoria de Desenvolvimento Tecnológico, onde coordena os projetos de desenvolvimento e melhorias de processos de vacinas já comercializadas pela Fiocruz. Desde o início da pandemia de COVID-19 vem trabalhando em diferentes frentes de combate ao vírus SARS-CoV-2, na implementação das unidades de testagem por qRT-PCR, na equipe de prospecção para identificação de soluções de curto prazo e incorporação de vacinas para covid-19, e como equipe do Projeto de Transferência de Tecnologia da vacina Oxford/AstraZeneca.

Informações coletadas do Lattes em 17/04/2022

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em Química Biológica

1996 - 2000

Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: O Vírus da Imunodeficiência Humana de Tipo 1 e sua Variabilidade Genética
Orientador: Amilcar Tanuri
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Palavras-chave: HIV-1; subtipos; mutações de resitência; drogas anti-HIV.Grande área: Ciências BiológicasSetores de atividade: Saúde Humana.

Mestrado em Química Biológica

1992 - 1996

Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: Estudo Sobre os Fatores de Transcrição do rDNA em Schistosoma mansoni,Ano de Obtenção: 1996
Orientador: Franklin David Rumjanek
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Schistosoma mansoni; fatores de transcrição; DNA ribossomal.Grande área: Ciências BiológicasSetores de atividade: Saúde Humana.

Graduação em Ciências Biológicas

1985 - 1989

Universidade Santa Úrsula

Pós-doutorado

2001 - 2002

Pós-Doutorado. , Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ, Brasil. , Bolsista do(a): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ, FAPERJ, Brasil. , Grande área: Ciências Biológicas, Grande Área: Ciências Biológicas / Área: Genética / Subárea: Virologia.

Formação complementar

2011 - 2012

MBA em Gerenciamento de Projetos. (Carga Horária: 432h). , Fundação Getúlio Vargas, FGV, Brasil. , Título: .... , Orientador: ....

2010 - 2010

APG Middle Amana-Key. (Carga horária: 50h). , Amana-Key, AMANA-KEY, Brasil.

2010 - 2010

Vaccine Bioprocess Development Commercialisation. (Carga horária: 40h). , University College of London, UCL, Inglaterra.

2008 - 2008

Microsoft Project 2003 Customisado. (Carga horária: 20h). , Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ, Brasil.

2008 - 2008

Desenvolvimento de Liderança: foco em resultados. (Carga horária: 24h). , Fundação Getúlio Vargas, FGV, Brasil.

2007 - 2007

Boas Práticas de Laboratório - Sistema BPL. (Carga horária: 24h). , Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ, Brasil.

2005 - 2005

Princípios de Boas Práticas de Laboratório. (Carga horária: 40h). , Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ, Brasil.

2004 - 2004

Treinamento em PCR Quantitativo em Tempo Real. (Carga horária: 40h). , Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ, Brasil.

2004 - 2004

Gerência de Projetos enfocando desenvol. tecnológ.. (Carga horária: 25h). , Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Francês

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Genética / Subárea: Virologia.

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Bioquímica / Subárea: Biologia Molecular.

Participação em eventos

IV Simpósio Internacional sobre Arbovirus dos Trópicos e Febres Hemorrágica Virais.Inovações Tecnológicas na Vacinação com YF 17D. 2011. (Simpósio).

8a Reunião do Colegiado Interno de Gestores de Bio-Manguinhos/Fiocruz.Discussão do mapa estratégico de Bio-Manguinhos. 2010. (Oficina).

Dengue - Desenvolvimento, Avaliação e Marco Regulatório III Fórum de Ciência e Tecnologia. 2010. (Simpósio).

II Congresso de Infectologia do Estado do Rio de Janeiro. Dengue - Vacina - Estado da Arte. 2010. (Congresso).

Seminário Técnico Científico Brasil Cuba sobre Biotecnologia. 2010. (Seminário).

The Second Pan American, Dengue Research Network Meeting. 2010. (Congresso).

XLVI Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. Estágio Atual das Vacinas contra Dengue: desenvolvimento de vacinas pela Fiocruz, perspectivas atuais. 2010. (Congresso).

7a. Reunião do Colegiado Interno de Gestores de Bio-Manguinhos/Fiocruz. 2009. (Encontro).

II Workshop sobre Dengue, Febre Amarela e outras Arboviroses.Uso do vírus amarílico vacinal 17D visando o desenvolvimento de novas vacinas contra dengue. 2009. (Simpósio).

60a. Reunião Anual da SBPC. Vacina para Dengue: Progressos e Dificuldades. 2008. (Congresso).

II Semana de Pós-Graduação de Bioquímica Médica - UFRJ.O vírus da Dengue e seus mecanismos de infecção: biologia estrutural, interação vírus hospedeiro e possíveis vacinas. 2008. (Simpósio).

Annual General Meeting of the Developing Countries Vaccine Manufacturers Network. 2007. (Encontro).

XVIII Encontro Nacional de Virologia.New methodologies applied to immunobiologicals development. 2007. (Encontro).

Seminário Internacional - Questões Éticas e Regulatórias na Pesquisa com Vacinas Anti-HIV. 2006. (Seminário).

3o. Encontro do Colegiado Interno de Gestão de Bio-Manguinhos. 2005. (Encontro).

2o. Encontro do Colegiado Interno de Gestão de Bio-Manguinhos. 2004. (Encontro).

III Simpósio Internacional sobre Arbovírus dos Trópicos e Febres Hemorrágicas. 2004. (Simpósio).

6o. Encontro Regional de Biomedicina.Diagnóstico molecular de HIV. 2003. (Outra).

IV Simpósio Nacional de Biologia Molecular Aplicada à Medicina.Diagnóstico Molecular do HIV: detecção, quantificação, resistência a drogas e terapêutica. 2003. (Simpósio).

4th International Workshop on HIV Drug Resistance & Treatment Strategies. 4th International Workshop on HIV Drug Resistance & Treatment Strategies. 2000. (Congresso).

7th Conference on Retroviruses and Opportunistic Infections. 7th Conference on Retroviruses and Opportunistic Infections. 2000. (Congresso).

III Simpósio Brasileiro de Pesquisa Básica em HIV/AIDS.III Simpósio Brasileiro de Pesquisa Básica em HIV/AIDS. 1999. (Simpósio).

XXXV Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. XXXV Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. 1999. (Congresso).

International Symposium on Schistosomiasis & Reunião Nacional de Esquistossomose.International Symposium on Schistosomiasis & Reunião Nacional de Esquistossomose. 1997. (Simpósio).

XXV Reunião da Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular.XXV Reunião da Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular. 1996. (Simpósio).

XXIV Reunião da Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular.XXIV Reunião da Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular. 1995. (Simpósio).

International Symposium on Schistosomiasis & Reunião Nacional de Esquistossomose.International Symposium on Schistosomiasis & Reunião Nacional de Esquistossomose. 1993. (Simpósio).

First South-North Human Genome Conference. 1992. (Congresso).

XXI Reunião da Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular.XXI Reunião da Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular. 1992. (Simpósio).

XX Reunião da Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular.XX Reunião da Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular. 1991. (Simpósio).

Participação em bancas

Aluno: Cibele Marina Gaido

CARIDE, E.; VISCENTE, A. C. P.; COSTA, L. J.. Polimorfismos do HIV-1 e perfil genotípico de resistência aos anti-retrovirais em uma população de crianças infectadas por transmissão vertical. 2008. Dissertação (Mestrado em Biologia Parasitária) - Fundação Oswaldo Cruz.

Aluno: Fernanda Rimolli de Castro Araújo

COIMBRA, A. M. G.; CUBEL, R. C. N.;CARIDE, E.. Susceptibilidade de Cavia porcellus ao Vírus da Hepatite A. 2007. Dissertação (Mestrado em Mestrado Profissional Tecnologia Imunobiológicos) - Fundação Oswaldo Cruz.

Aluno: Caroline Pereira Bittencourt Passaes

GRINSZTEJS, B. G. J.; COSTA, L. J.; SOARES, M. A.; VISCENTE, A. C. P.;CARIDE, E.. Caracterização molecular da região da integrase do gene pol de subtipos de HIV-1 prevalentes no Brasil: avaliação de marcadores de resistência e antigenicidade. 2007. Dissertação (Mestrado em Biologia Parasitária) - Fundação Oswaldo Cruz.

Aluno: Adriana de Oliveira Afonso

CARIDE, E.. Resposta terapêutica em crianças HIV-1 positivas tratadas com esquemas anti-retrovirais duplos e triplos. 2005. Dissertação (Mestrado em Ciências Biológicas (Genética)) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Aluno: Roberta Lorete Fickelscherer

FERNANDEZ, J. C. C.; STEFANI, M. M. A.; BRINDEIRO, P. A.; VISCENTE, A. C. P.;CARIDE, E.. Diversidade e resistência do HIV-1 em gestantes soropositivas provenientes das regiões sul e sudeste do Brasil. 2005. Dissertação (Mestrado em Biologia Celular e Molecular) - Fundação Oswaldo Cruz.

Aluno: Pedro Paulo Ferreira Ribeiro

CARIDE, E.; Serpa M; Oelemann W. Desenvolvimento das Técnicas de PCR-RFLP e PCR-HMA para Genotipagem do Vírus Linfotrópico de Célula-T Humano. 2004. Dissertação (Mestrado em Biologia Celular e Molecular) - Fundação Oswaldo Cruz.

Aluno: Saada Lima Chequer Fernandez

CARIDE, E.BRINDEIRO, R.; Castelo Branco LR; Bastos FI. Polimorfismo do HIV-1: implicações na resistência à terapia antiretroviral em pacientes infectados por diferentes subtipos virais prevalentes na cidade do Rio de Janeiro. 2004. Dissertação (Mestrado em Biologia Celular e Molecular) - Fundação Oswaldo Cruz.

Aluno: Esmeralda Augusta Jardim Machado Soares

CARIDE, E.; SABINO, E. C.; Margis M; MACHADO, E.. Caracterização Epidemiológica e Molecular do Vírus da Imunodeficiência Humana do Tipo 1 no Sul do Brasil. 2003. Dissertação (Mestrado em Ciências Biológicas (Genética)) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Aluno: Aline dos Santos Moreira

CARIDE, E.. Polimorfismo do HIV-1 no Brasil: Caracterização Molecular da Glicoproteína Transmembranar GP41. 2002. Dissertação (Mestrado em Biologia Celular e Molecular) - Fundação Oswaldo Cruz.

Aluno: Ana Cecília Ribeiro Cruz

CARIDE, E.; Nascimento JP; Takiya CM;Marchevsky RS; Miagostovich MP. Caracterização Molecular e Biológica do vírus dengue circulante no Brasil. 2005. Tese (Doutorado em Biologia Parasitária) - Fundação Oswaldo Cruz.

Aluno: Luis Manuel Felipe Gonzales Olivieri

CARIDE, E.; DIAZ, R. S.; SABINO, E. C.; VISCENTE, A. C. P.; Leoncini, O; Antunes, O; Sole-Cava, AM. Impacto dos polimorfismos genéticos no gene da protease do HIV-1 do subtipo C na susceptibilidade aos inibidores de protease in vitro e suas interações com as mutações de resistência ao Nelfinavir D30N e L90M. 2004. Tese (Doutorado em Ciências Biológicas (Genética)) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Aluno: Rosane Cuber Guimarães

Amendoeira, FC;CARIDE, E.; Rodrigues SP. Proposta de arcabouço regulatório e avaliação do risco sanitário e de biossegurança para a produção de vacina de febre amarela subunitária utilizando plataforma vegetal. 2014. Exame de qualificação (Doutorando em Pós-Graduação em Vigilância Sanitária) - Fundação Oswaldo Cruz.

Aluno: Agdemir Waléria Aleixo

CARIDE, E.; VISCENTE, A. C. P.. Estudo de resistência aos anti-retrovirais em subtipos B e não B do vírus da imunodeficiência humana tipo 1 (HIV-1) em pacientes em uso regular de anri-retrovirais e seguimento no CTR/DIP - Faculdade Medicina de Belo Horizonte, MG. 2005. Exame de qualificação (Doutorando em Ciências Biológicas (Genética)) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Aluno: Renato Santana de Aguiar

CARIDE, E.; Coelho, A;MORGADO, M. G.; Leal, B. Encapsulamento in cis de moléculas GAG-POL e RNA genômico em partículas viáveis de HIV-1. 2004. Exame de qualificação (Doutorando em Ciências Biológicas (Genética)) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Aluno: Ingrid Siciliano Horbach

CARIDE, E.. Clonagem e expressão de epítopo heterólogo na alça E0F0 da cepa vacinal 17D da febre amarela. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológica) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

CARIDE, E.. Comitê Institucional de Avaliação e Seleção do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica. 2007. Fundação Oswaldo Cruz.

CARIDE, E.. Avaliação de posters na XV reunião anual de iniciação científica. 2007. Fundação Oswaldo Cruz.

CARIDE, E.. Comitê Assessor do Programa de Técnicos e Tecnologistas da Vice Presidência de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico. 2007. Fundação Oswaldo Cruz.

CARIDE, E.. Avaliador da Jornada de Iniciação Científica - Bio-Manguinhos, CECAL e INCQS. 2007. Fundação Oswaldo Cruz.

CARIDE, E.; MENDONCA, S. C. F.; HOMMA, A.. Participação na Banca do Concurso de Ingresso no Mestrado Profissional de Bio-Manguinhos. 2004. Fundação Oswaldo Cruz.

Comissão julgadora das bancas

Russolina Benedeta ZINGALI

ZINGALI, R. B.. Disturbios metabólicos causados pelo uso de antiretrovirais.. 2000. Exame de qualificação (Doutorando em Química Biológica) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Orientou

Luiz Gustavo Almeida Mendes

Caracterização Fenotipica e Molecular dos Vírus Quiméricos Febre Amarela/Dengue Candidatos a uma Vacina Contra Dengue Tetravalente Recombinante; 2013; Dissertação (Mestrado em Mestrado Profissional Tecnologia Imunobiológicos) - Fundação Oswaldo Cruz,; Orientador: Elena Cristina Caride;

Rafael Lawson Ferreira

Desenvolvimento do Teste de Reação em Cadeia da Polimerase (PCR) para Detecção de Micoplasmas nos Produtos Intermediários da Vacina contra Febre Amarela produzida em Bio-Manguinhos/FIOCRUZ; 2005; Dissertação (Mestrado em Mestrado Profissional Tecnologia Imunobiológicos) - Fundação Oswaldo Cruz,; Orientador: Elena Cristina Caride;

Maria Celia Chaves Zuma

Monitoramento dos vírus dengue 1, 2 e 3 para obtenção dos antígenos utilizados nos kits de diagnósticos; 2005; Dissertação (Mestrado em Mestrado Profissional Tecnologia Imunobiológicos) - Fundação Oswaldo Cruz,; Orientador: Elena Cristina Caride;

Anna Maya Yoshida Yamamura

Estabelecimento de um protocolo visando o isolamento do vírus da caxumba (cepa Jeryl Lynn) para a produção de vacina em Bio-Manguinhos; 2003; Dissertação (Mestrado em Mestrado Profissional Tecnologia Imunobiológicos) - Fundação Oswaldo Cruz,; Orientador: Elena Cristina Caride;

Márcia Christina Vasconcelos Archer da Motta

2005; Fundação Oswaldo Cruz, Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ; Elena Cristina Caride;

Emanoelle Souza Barros

Caracterização fenotípica do virus da febre amarela / dengue recombinante; 2009; Iniciação Científica; (Graduando em Programa Institucional Bolsas Iniciação Tecnologi) - Fundação Oswaldo Cruz, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Elena Cristina Caride;

Luiz Gustavo Almeida Mendes

Caracterização Fenotípica e Genotípica de Vírus da Febre Amarela 17D/ Dengue 3 recombinante; 2007; Iniciação Científica; (Graduando em Programa Institucional Bolsas Iniciação Tecnologi) - Fundação Oswaldo Cruz, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Elena Cristina Caride;

Bruno Giorno

Caracterização Fenotípica e Genotípica de Vírus Quiméricos de Febre Amarela (cepa vacinal 17D) e Dengue 4; 2006; Iniciação Científica - Fundação Oswaldo Cruz, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Elena Cristina Caride;

Daniela da Silva Monni

Humoral response and nuclear antigens identification in infections with Schistosoma mansoni; 1993; Iniciação Científica; (Graduando em Química Biológica) - Universidade Federal do Rio de Janeiro; Orientador: Elena Cristina Caride;

Alfredo verlangieri Jabor

Análise Nucleotídica do Vírus 17D Produzido a partir do ADN Complementar; 2002; Orientação de outra natureza - Fundação Oswaldo Cruz, Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ; Orientador: Elena Cristina Caride;

Foi orientado por

Franklin David Rumjanek

Estudo Sobre Fatores de Transcrição de Rdna Em Schistosoma Mansoni; 1996; Dissertação (Mestrado em Química Biológica) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Franklin David Rumjanek;

Produções bibliográficas

  • TAVARES DA SILVA FERNANDES, ANDRÉ MOREIRA, SILVIA BAHADIAN GASPAR, LUCIANE PINTO SIMÕES, MARISOL CAJARAVILLE, ANA CAROLINA DOS REIS ALBUQUERQUE PEREIRA, RENATA CARVALHO GOMES, MARIANA PIERRE DE BARROS LINHARES, JOSÉ HENRIQUE REZENDE SANTOS, VANESSA DE OLIVEIRA SANTOS, RENATA TOURINHO AMORIM, JULIANA FERNANDES BARROS, TAMIRIS AZAMOR DA COSTA MELGAÇO, JULIANA GIL SILVA, ANDRÉA MARQUES VIEIRA FERNANDES, CAMILLA BAYMA TUBARÃO, LUCIANA NEVES SILVA, JANE Caride, Elena Cristina Borges, Maria Beatriz GUIMARÃES, ROSANE CUBER MARCHEVSKY, RENATO SÉRGIO LIMA, SHEILA MARIA BARBOSA ANO BOM, ANA PAULA DINIS NEVES, PATRÍCIA CRISTINA DA COSTA PISSINATTI, ALCIDES , et al. FREIRE, MARCOS DA SILVA ; Safety and immunogenicity of 17DD attenuated yellow fever vaccine in howler monkeys ( Alouatta spp.). JOURNAL OF MEDICAL PRIMATOLOGY , v. 50, p. 36-45, 2021.

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  • Borges, Maria Beatriz ; MARCHEVSKY, RENATO SERGIO ; CARVALHO PEREIRA, RENATA ; DA SILVA MENDES, YGARA ; ALMEIDA MENDES, LUIZ GUSTAVO ; DINIZ-MENDES, LEONARDO ; CRUZ, MICHAEL A. ; TAHMAOUI, OUAFAÂ ; BAUDART, SÉBASTIEN ; FREIRE, MARCOS ; Homma, Akira ; SCHNEIDER-OHRUM, KIRSTEN ; VAUGHN, DAVID W. ; VANLOUBBEECK, YANNICK ; LORIN, CLARISSE ; MALICE, MARIE-PIERRE ; Caride, Elena ; WARTER, LUCILE . Detection of post-vaccination enhanced dengue virus infection in macaques: An improved model for early assessment of dengue vaccines. PLoS Pathogens , v. 15, p. e1007721, 2019.

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  • CARIDE, E. . Mutações de Resistência as Drogas anti-HIV. 2003. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • LAWSON-FERREIRA, R. ; SANTOS, J. P. S. ; PARMERARA, D. ; GUIMARAES, R. C. ; COELHO, J. B. C. ; FROTA, S. C. ; MATTOSO, J. M. V. ; OLIVEIRA, C. C. P. ; HOKAMA, D. A. ; FILIPPIS, I. ; NASCIMENTO, E. R. ; CARIDE, E. . Validation of PCR method for mycoplasma detection in the Yellow Fever-vaccine quality control. São Paulo: Rev. Inst. Adolfo Lutz, 2016 (Artigo não indexado).

Outras produções

Caride ; VALLINOTO, A. ; SANTOS, E. ; MARQUES, C. ; MONTEIRO, J. ; BICHARA, D. ; AMARAL, C. ; AGUIAR, C. ; PONTES, V. ; PEREIRA, R. ; SANTOS, M. ; BRASIL, M. . CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM COVID-19. 2021. .

CARIDE, E. . Genética e Biologia Molecular. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

CARIDE, E. . Genética e Biologia Molecular. 2005. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

CARIDE, E. . Genética e Biologia Molecular. 2003. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

Projetos de desenvolvimento

  • 2003 - Atual

    Uso do vírus amarílico vacinal 17D para a expressão de antígenos de Dengue visando o desenvolvimento de novas vacinas vivas atenuadas, Descrição: A infecção pelo vírus do Dengue é um problema de saúde pública mundial, com epidemias recorrentes em regiões tropicais e subtropicais da Ásia, África e nas Américas. Os sintomas clínicos variam de uma infecção assintomática ou um estado febril febre leve a uma síndrome severa, que pode levar à morte, a febre hemorrágica do dengue (DHF) e a síndrome de choque por dengue (DSS). Estima-se que, no mundo, ocorram em torno de 100 milhões de casos de febre de dengue e 250.000 casos de febre hemorrágica de dengue, provocando a morte de cerca de 20.000 pessoas anualmente. No Brasil, onde os sorotipos 1, 2 e 3 foram introduzidos em 1986, 1990 e 2001, respectivamente, existe uma tendência do aumento da incidência dos casos e de sua gravidade, o que pode ser verificado nos dois últimos anos. São mais de 2,9 milhões de casos descritos, com um pico de 672.371 casos. O desenvolvimento de vacinas contra esta doença é de suma importância, já que até o momento não existem vacinas licenciadas. No entanto, os casos de dengue hemorrágica reportados indicam a necessidade do desenvolvimento de uma vacina para os quatro sorotipos do vírus da Dengue, a qual produza uma imunidade de longa duração. Os vírus de febre amarela (FA) e dengue pertencem ao mesmo gênero Flavivírus. O vírus vivo atenuado vacinal da febre amarela (FA) cepa 17D, constitui-se numa das melhores e mais seguras vacinas disponíveis nos nossos dias, possuindo uma metodologia de produção bem estabelecida e um controle de qualidade rigoroso, incluindo o teste de neurovirulência em macacos. Além disso, promove imunidade duradoura e é capaz de induzir ambas as vias da resposta imune celular e humoral; além de ser barata e de dose única. Seu uso foi estimado em 400 milhões de doses, sendo Bio-Maguinhos/FIOCRUZ o maior produtor mundial desta vacina. Estas características tornam propício o desenvolvimento do vírus 17D como um vetor vacinal de expressão de antígenos heterólogos. A abordagem de troca de genes prM/E entre flavivírus. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Elena Cristina Caride - Coordenador / Ricardo Galler - Integrante / Marcos da Silva Freire - Integrante / Alfredo Verlangieri Jabor - Integrante / Marcia Cristina Archer Motta - Integrante / Aymara Rangel - Integrante / Idevaldo Inácio Ferreira - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Cooperação / Programa de Desenvolvimento Tecnológico em Insumos para Saúde - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 7 / Número de orientações: 3

  • 2003 - Atual

    Uso do vírus amarílico vacinal 17D para a expressão de antígenos de Dengue visando o desenvolvimento de novas vacinas vivas atenuadas, Descrição: A infecção pelo vírus do Dengue é um problema de saúde pública mundial, com epidemias recorrentes em regiões tropicais e subtropicais da Ásia, África e nas Américas. Os sintomas clínicos variam de uma infecção assintomática ou um estado febril febre leve a uma síndrome severa, que pode levar à morte, a febre hemorrágica do dengue (DHF) e a síndrome de choque por dengue (DSS). Estima-se que, no mundo, ocorram em torno de 100 milhões de casos de febre de dengue e 250.000 casos de febre hemorrágica de dengue, provocando a morte de cerca de 20.000 pessoas anualmente. No Brasil, onde os sorotipos 1, 2 e 3 foram introduzidos em 1986, 1990 e 2001, respectivamente, existe uma tendência do aumento da incidência dos casos e de sua gravidade, o que pode ser verificado nos dois últimos anos. São mais de 2,9 milhões de casos descritos, com um pico de 672.371 casos. O desenvolvimento de vacinas contra esta doença é de suma importância, já que até o momento não existem vacinas licenciadas. No entanto, os casos de dengue hemorrágica reportados indicam a necessidade do desenvolvimento de uma vacina para os quatro sorotipos do vírus da Dengue, a qual produza uma imunidade de longa duração. Os vírus de febre amarela (FA) e dengue pertencem ao mesmo gênero Flavivírus. O vírus vivo atenuado vacinal da febre amarela (FA) cepa 17D, constitui-se numa das melhores e mais seguras vacinas disponíveis nos nossos dias, possuindo uma metodologia de produção bem estabelecida e um controle de qualidade rigoroso, incluindo o teste de neurovirulência em macacos. Além disso, promove imunidade duradoura e é capaz de induzir ambas as vias da resposta imune celular e humoral; além de ser barata e de dose única. Seu uso foi estimado em 400 milhões de doses, sendo Bio-Maguinhos/FIOCRUZ o maior produtor mundial desta vacina. Estas características tornam propício o desenvolvimento do vírus 17D como um vetor vacinal de expressão de antígenos heterólogos. A abordagem de troca de genes prM/E entre flavivírus. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Elena Cristina Caride - Coordenador / Ricardo Galler - Integrante / Marcos da Silva Freire - Integrante / Alfredo Verlangieri Jabor - Integrante / Marcia Cristina Archer Motta - Integrante / Aymara Rangel - Integrante / Idevaldo Inácio Ferreira - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Cooperação / Programa de Desenvolvimento Tecnológico em Insumos para Saúde - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 7 / Número de orientações: 3

  • 2003 - Atual

    Uso do vírus amarílico vacinal 17D para a expressão de antígenos de Dengue visando o desenvolvimento de novas vacinas vivas atenuadas, Descrição: A infecção pelo vírus do Dengue é um problema de saúde pública mundial, com epidemias recorrentes em regiões tropicais e subtropicais da Ásia, África e nas Américas. Os sintomas clínicos variam de uma infecção assintomática ou um estado febril febre leve a uma síndrome severa, que pode levar à morte, a febre hemorrágica do dengue (DHF) e a síndrome de choque por dengue (DSS). Estima-se que, no mundo, ocorram em torno de 100 milhões de casos de febre de dengue e 250.000 casos de febre hemorrágica de dengue, provocando a morte de cerca de 20.000 pessoas anualmente. No Brasil, onde os sorotipos 1, 2 e 3 foram introduzidos em 1986, 1990 e 2001, respectivamente, existe uma tendência do aumento da incidência dos casos e de sua gravidade, o que pode ser verificado nos dois últimos anos. São mais de 2,9 milhões de casos descritos, com um pico de 672.371 casos. O desenvolvimento de vacinas contra esta doença é de suma importância, já que até o momento não existem vacinas licenciadas. No entanto, os casos de dengue hemorrágica reportados indicam a necessidade do desenvolvimento de uma vacina para os quatro sorotipos do vírus da Dengue, a qual produza uma imunidade de longa duração. Os vírus de febre amarela (FA) e dengue pertencem ao mesmo gênero Flavivírus. O vírus vivo atenuado vacinal da febre amarela (FA) cepa 17D, constitui-se numa das melhores e mais seguras vacinas disponíveis nos nossos dias, possuindo uma metodologia de produção bem estabelecida e um controle de qualidade rigoroso, incluindo o teste de neurovirulência em macacos. Além disso, promove imunidade duradoura e é capaz de induzir ambas as vias da resposta imune celular e humoral; além de ser barata e de dose única. Seu uso foi estimado em 400 milhões de doses, sendo Bio-Maguinhos/FIOCRUZ o maior produtor mundial desta vacina. Estas características tornam propício o desenvolvimento do vírus 17D como um vetor vacinal de expressão de antígenos heterólogos. A abordagem de troca de genes prM/E entre flavivírus. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Elena Cristina Caride - Coordenador / Ricardo Galler - Integrante / Marcos da Silva Freire - Integrante / Alfredo Verlangieri Jabor - Integrante / Marcia Cristina Archer Motta - Integrante / Aymara Rangel - Integrante / Idevaldo Inácio Ferreira - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Cooperação / Programa de Desenvolvimento Tecnológico em Insumos para Saúde - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 7 / Número de orientações: 3

  • 2015 - Atual

    Desenvolvimento de uma Vacina Contra Zika, Descrição: Os recentes surtos de infecção ZIKV em diferentes regiões do mundo reforçam o potencial de disseminação do vírus nas Américas pela presença significativa de mosquitos do gênero Aedes neste continente. Dada ao espalhamento mundial de chikungunya e dengue, associada com a urbanização e globalização, há um risco potencial de surtos de infecção ZIKV em ambientes urbanos em qualquer parte do mundo em que o mosquito vetor esteja presente ou pode tornar-se estabelecida no futuro. Apesar de todos os esforços das autoridades de vários países, não tem sido eficiente o controle do nível populacional do mosquito vetor. Deste modo a vacinação seria uma importante forma de controle da doença. Entretanto, não existe vacina disponível, e nem mesmo em estágio de estudos clínicos, e a pesquisa sobre o desenvolvimento de vacinas contra zika se mostra ainda incipiente mundialmente. O objetivo do projeto é o desenvolvimento de uma vacina para ZIKV segura e eficaz, desde a pesquisa do antígeno candidato até a finalização de estudo clinico fase I, a partir de diferentes plataformas tecnológicas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Elena Cristina Caride - Integrante / Marcos da Silva Freire - Coordenador / Marcia Cristina Archer Motta - Integrante / SOUZA, MARTA CRISTINA O. - Integrante / Mariana Pierre de Barros Gomes - Integrante., Financiador(es): Ministério da Saúde - Auxílio financeiro.

  • 2003 - Atual

    Uso do vírus amarílico vacinal 17D para a expressão de antígenos de Dengue visando o desenvolvimento de novas vacinas vivas atenuadas, Descrição: A infecção pelo vírus do Dengue é um problema de saúde pública mundial, com epidemias recorrentes em regiões tropicais e subtropicais da Ásia, África e nas Américas. Os sintomas clínicos variam de uma infecção assintomática ou um estado febril febre leve a uma síndrome severa, que pode levar à morte, a febre hemorrágica do dengue (DHF) e a síndrome de choque por dengue (DSS). Estima-se que, no mundo, ocorram em torno de 100 milhões de casos de febre de dengue e 250.000 casos de febre hemorrágica de dengue, provocando a morte de cerca de 20.000 pessoas anualmente. No Brasil, onde os sorotipos 1, 2 e 3 foram introduzidos em 1986, 1990 e 2001, respectivamente, existe uma tendência do aumento da incidência dos casos e de sua gravidade, o que pode ser verificado nos dois últimos anos. São mais de 2,9 milhões de casos descritos, com um pico de 672.371 casos. O desenvolvimento de vacinas contra esta doença é de suma importância, já que até o momento não existem vacinas licenciadas. No entanto, os casos de dengue hemorrágica reportados indicam a necessidade do desenvolvimento de uma vacina para os quatro sorotipos do vírus da Dengue, a qual produza uma imunidade de longa duração. Os vírus de febre amarela (FA) e dengue pertencem ao mesmo gênero Flavivírus. O vírus vivo atenuado vacinal da febre amarela (FA) cepa 17D, constitui-se numa das melhores e mais seguras vacinas disponíveis nos nossos dias, possuindo uma metodologia de produção bem estabelecida e um controle de qualidade rigoroso, incluindo o teste de neurovirulência em macacos. Além disso, promove imunidade duradoura e é capaz de induzir ambas as vias da resposta imune celular e humoral; além de ser barata e de dose única. Seu uso foi estimado em 400 milhões de doses, sendo Bio-Maguinhos/FIOCRUZ o maior produtor mundial desta vacina. Estas características tornam propício o desenvolvimento do vírus 17D como um vetor vacinal de expressão de antígenos heterólogos. A abordagem de troca de genes prM/E entre flavivírus. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Elena Cristina Caride - Coordenador / Ricardo Galler - Integrante / Marcos da Silva Freire - Integrante / Alfredo Verlangieri Jabor - Integrante / Marcia Cristina Archer Motta - Integrante / Aymara Rangel - Integrante / Idevaldo Inácio Ferreira - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Cooperação / Programa de Desenvolvimento Tecnológico em Insumos para Saúde - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 7 / Número de orientações: 3

  • 2015 - Atual

    Desenvolvimento de uma Vacina Contra Zika, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Marcos da Silva Freire em 17/05/2017., Descrição: Os recentes surtos de infecção ZIKV em diferentes regiões do mundo reforçam o potencial de disseminação do vírus nas Américas pela presença significativa de mosquitos do gênero Aedes neste continente. Dada ao espalhamento mundial de chikungunya e dengue, associada com a urbanização e globalização, há um risco potencial de surtos de infecção ZIKV em ambientes urbanos em qualquer parte do mundo em que o mosquito vetor esteja presente ou pode tornar-se estabelecida no futuro. Apesar de todos os esforços das autoridades de vários países, não tem sido eficiente o controle do nível populacional do mosquito vetor. Deste modo a vacinação seria uma importante forma de controle da doença. Entretanto, não existe vacina disponível, e nem mesmo em estágio de estudos clínicos, e a pesquisa sobre o desenvolvimento de vacinas contra zika se mostra ainda incipiente mundialmente. O objetivo do projeto é o desenvolvimento de uma vacina para ZIKV segura e eficaz, desde a pesquisa do antígeno candidato até a finalização de estudo clinico fase I, a partir de diferentes plataformas tecnológicas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Elena Cristina Caride - Integrante / Marcos da Silva Freire - Coordenador / Marcia Cristina Archer Motta - Integrante / SOUZA, MARTA CRISTINA O. - Integrante / Mariana Pierre de Barros Gomes - Integrante., Financiador(es): Ministério da Saúde - Auxílio financeiro.

  • 2003 - Atual

    Uso do vírus amarílico vacinal 17D para a expressão de antígenos de Dengue visando o desenvolvimento de novas vacinas vivas atenuadas, Descrição: A infecção pelo vírus do Dengue é um problema de saúde pública mundial, com epidemias recorrentes em regiões tropicais e subtropicais da Ásia, África e nas Américas. Os sintomas clínicos variam de uma infecção assintomática ou um estado febril febre leve a uma síndrome severa, que pode levar à morte, a febre hemorrágica do dengue (DHF) e a síndrome de choque por dengue (DSS). Estima-se que, no mundo, ocorram em torno de 100 milhões de casos de febre de dengue e 250.000 casos de febre hemorrágica de dengue, provocando a morte de cerca de 20.000 pessoas anualmente. No Brasil, onde os sorotipos 1, 2 e 3 foram introduzidos em 1986, 1990 e 2001, respectivamente, existe uma tendência do aumento da incidência dos casos e de sua gravidade, o que pode ser verificado nos dois últimos anos. São mais de 2,9 milhões de casos descritos, com um pico de 672.371 casos. O desenvolvimento de vacinas contra esta doença é de suma importância, já que até o momento não existem vacinas licenciadas. No entanto, os casos de dengue hemorrágica reportados indicam a necessidade do desenvolvimento de uma vacina para os quatro sorotipos do vírus da Dengue, a qual produza uma imunidade de longa duração. Os vírus de febre amarela (FA) e dengue pertencem ao mesmo gênero Flavivírus. O vírus vivo atenuado vacinal da febre amarela (FA) cepa 17D, constitui-se numa das melhores e mais seguras vacinas disponíveis nos nossos dias, possuindo uma metodologia de produção bem estabelecida e um controle de qualidade rigoroso, incluindo o teste de neurovirulência em macacos. Além disso, promove imunidade duradoura e é capaz de induzir ambas as vias da resposta imune celular e humoral; além de ser barata e de dose única. Seu uso foi estimado em 400 milhões de doses, sendo Bio-Maguinhos/FIOCRUZ o maior produtor mundial desta vacina. Estas características tornam propício o desenvolvimento do vírus 17D como um vetor vacinal de expressão de antígenos heterólogos. A abordagem de troca de genes prM/E entre flavivírus. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Elena Cristina Caride - Coordenador / Ricardo Galler - Integrante / Marcos da Silva Freire - Integrante / Alfredo Verlangieri Jabor - Integrante / Marcia Cristina Archer Motta - Integrante / Aymara Rangel - Integrante / Idevaldo Inácio Ferreira - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Cooperação / Programa de Desenvolvimento Tecnológico em Insumos para Saúde - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 7 / Número de orientações: 3

  • 2015 - Atual

    Desenvolvimento de uma Vacina Contra Zika, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Marcos da Silva Freire em 17/05/2017., Descrição: Os recentes surtos de infecção ZIKV em diferentes regiões do mundo reforçam o potencial de disseminação do vírus nas Américas pela presença significativa de mosquitos do gênero Aedes neste continente. Dada ao espalhamento mundial de chikungunya e dengue, associada com a urbanização e globalização, há um risco potencial de surtos de infecção ZIKV em ambientes urbanos em qualquer parte do mundo em que o mosquito vetor esteja presente ou pode tornar-se estabelecida no futuro. Apesar de todos os esforços das autoridades de vários países, não tem sido eficiente o controle do nível populacional do mosquito vetor. Deste modo a vacinação seria uma importante forma de controle da doença. Entretanto, não existe vacina disponível, e nem mesmo em estágio de estudos clínicos, e a pesquisa sobre o desenvolvimento de vacinas contra zika se mostra ainda incipiente mundialmente. O objetivo do projeto é o desenvolvimento de uma vacina para ZIKV segura e eficaz, desde a pesquisa do antígeno candidato até a finalização de estudo clinico fase I, a partir de diferentes plataformas tecnológicas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Elena Cristina Caride - Integrante / Marcos da Silva Freire - Coordenador / Marcia Cristina Archer Motta - Integrante / SOUZA, MARTA CRISTINA O. - Integrante / Mariana Pierre de Barros Gomes - Integrante., Financiador(es): Ministério da Saúde - Auxílio financeiro.

  • 2003 - Atual

    Uso do vírus amarílico vacinal 17D para a expressão de antígenos de Dengue visando o desenvolvimento de novas vacinas vivas atenuadas, Descrição: A infecção pelo vírus do Dengue é um problema de saúde pública mundial, com epidemias recorrentes em regiões tropicais e subtropicais da Ásia, África e nas Américas. Os sintomas clínicos variam de uma infecção assintomática ou um estado febril febre leve a uma síndrome severa, que pode levar à morte, a febre hemorrágica do dengue (DHF) e a síndrome de choque por dengue (DSS). Estima-se que, no mundo, ocorram em torno de 100 milhões de casos de febre de dengue e 250.000 casos de febre hemorrágica de dengue, provocando a morte de cerca de 20.000 pessoas anualmente. No Brasil, onde os sorotipos 1, 2 e 3 foram introduzidos em 1986, 1990 e 2001, respectivamente, existe uma tendência do aumento da incidência dos casos e de sua gravidade, o que pode ser verificado nos dois últimos anos. São mais de 2,9 milhões de casos descritos, com um pico de 672.371 casos. O desenvolvimento de vacinas contra esta doença é de suma importância, já que até o momento não existem vacinas licenciadas. No entanto, os casos de dengue hemorrágica reportados indicam a necessidade do desenvolvimento de uma vacina para os quatro sorotipos do vírus da Dengue, a qual produza uma imunidade de longa duração. Os vírus de febre amarela (FA) e dengue pertencem ao mesmo gênero Flavivírus. O vírus vivo atenuado vacinal da febre amarela (FA) cepa 17D, constitui-se numa das melhores e mais seguras vacinas disponíveis nos nossos dias, possuindo uma metodologia de produção bem estabelecida e um controle de qualidade rigoroso, incluindo o teste de neurovirulência em macacos. Além disso, promove imunidade duradoura e é capaz de induzir ambas as vias da resposta imune celular e humoral; além de ser barata e de dose única. Seu uso foi estimado em 400 milhões de doses, sendo Bio-Maguinhos/FIOCRUZ o maior produtor mundial desta vacina. Estas características tornam propício o desenvolvimento do vírus 17D como um vetor vacinal de expressão de antígenos heterólogos. A abordagem de troca de genes prM/E entre flavivírus. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Elena Cristina Caride - Coordenador / Ricardo Galler - Integrante / Marcos da Silva Freire - Integrante / Alfredo Verlangieri Jabor - Integrante / Marcia Cristina Archer Motta - Integrante / Aymara Rangel - Integrante / Idevaldo Inácio Ferreira - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Cooperação / Programa de Desenvolvimento Tecnológico em Insumos para Saúde - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 7 / Número de orientações: 3

  • 2015 - 2020

    Desenvolvimento de uma vacina Dupla Viral (Sarampo e Rubéola) para atendimento aos países do GAVI, Descrição: O projeto tem como objetivo o desenvolvimento de uma vacina dupla viral (sarampo e rubéola) denominada de MR. Espera ao final deste projeto obter-se uma formulação de MR e um plano de desenvolvimento clínico robusto, focado nos requerimentos para pré-qualificação desta vacina na OMS. Embora Bio-Manguinhos produza atualmente a vacina MMR (tríplice viral) para o mercado brasileiro, a vacina MR é considerada um novo produto biológico. Essa vacina será formulada utilizando a capacidade instalada de Bio-Manguinhos seguida de teste de consistência e estabilidade. De forma a desenvolver a vacina MR para atendimento do mercado do GAVI, o produto deve ser testado em observância com os requerimentos para registro na ANVISA e pré-qualificação na OMS. Desta forma serão realizados estudos clínicos fase I e II/III.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Elena Cristina Caride - Coordenador / Marcos da Silva Freire - Integrante / Akira Homma - Integrante / Marcelo Muller - Integrante / Marisa Souza Xavier - Integrante / Eliane Matos dos Santos - Integrante / Maria de Lourdes de Sousa Maia - Integrante., Financiador(es): Fundação Bill & Melinda Gates - Auxílio financeiro.

  • 2015 - Atual

    Desenvolvimento de uma Vacina Contra Zika, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Marcos da Silva Freire em 17/05/2017., Descrição: Os recentes surtos de infecção ZIKV em diferentes regiões do mundo reforçam o potencial de disseminação do vírus nas Américas pela presença significativa de mosquitos do gênero Aedes neste continente. Dada ao espalhamento mundial de chikungunya e dengue, associada com a urbanização e globalização, há um risco potencial de surtos de infecção ZIKV em ambientes urbanos em qualquer parte do mundo em que o mosquito vetor esteja presente ou pode tornar-se estabelecida no futuro. Apesar de todos os esforços das autoridades de vários países, não tem sido eficiente o controle do nível populacional do mosquito vetor. Deste modo a vacinação seria uma importante forma de controle da doença. Entretanto, não existe vacina disponível, e nem mesmo em estágio de estudos clínicos, e a pesquisa sobre o desenvolvimento de vacinas contra zika se mostra ainda incipiente mundialmente. O objetivo do projeto é o desenvolvimento de uma vacina para ZIKV segura e eficaz, desde a pesquisa do antígeno candidato até a finalização de estudo clinico fase I, a partir de diferentes plataformas tecnológicas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Elena Cristina Caride - Integrante / Marcos da Silva Freire - Integrante / Marcia Cristina Archer Motta - Integrante / SOUZA, MARTA CRISTINA O. - Integrante / Mariana Pierre de Barros Gomes - Integrante / DUARTE, ANA CLAUDIA - Coordenador / Sheila Maria Barbosa de Lima - Integrante / Waleska Dias Schwarcz - Integrante., Financiador(es): Ministério da Saúde - Auxílio financeiro / Ministério da Saúde - Outra.

  • 2011 - Atual

    Desenvolvimento de vacina de subunidade para febre amarela, Descrição: O projeto de desenvolvimento de uma vacina de subunidade para febre amarela iniciou em janeiro de 2011 com a assinatura do contrato de co-desenvolvimento entre Bio-Manguinhos e a instituição Norte Americana Fraunhofer Center of Molecular Biology (FCMB), cuja tecnologia é propriedade da iBio Inc. A FCMB desenvolveu um sistema de expressão baseado em um ?vetor de lançamento? que consiste em dois componentes chave: um plasmídeo binário da agrobactéria Agrobacterium tumefaciens e um vetor de expressão de RNA viral de planta. Sequências alvo para expressão são incorporadas entre as sequências definidas de um dos segmentos do plasmídeo binário que será introduzido na célula da planta. O vetor de lançamento é transferido para plantas de tabaco (Nicotiana benthamiana) não modificadas geneticamente por agroinfiltração, onde a agrobactéria é forçada artificialmente para dentro dos espaços intercelulares dos tecidos por infiltração a vácuo. Em consequência da introdução da agrobactéria nos tecidos da planta, são sintetizadas e liberadas múltiplas cópias de fitas simples de DNA da sequência introduzida. A sequência que codifica a molécula alvo é transcrita a partir de um promotor sub-genômico localizado no RNA do vetor viral e a tradução dessa mensagem permite a síntese e o acúmulo de centenas de miligramas da proteína alvo por quilograma de tecido de planta, em menos de uma semana. Esta abordagem pode ser aplicada a proteínas grandes, domínios de proteínas fusionados com moléculas carreadoras, pequenos peptídeos e VLPs (Virus Like Particles). Essa combinação de vetor de lançamento e plantas não modificadas geneticamente cria uma capacidade incomparável de construção e produção em larga escala de antígenos alvo de uma maneira temporal altamente eficiente (Yusibov, 2011).. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Elena Cristina Caride - Coordenador / Marcos da Silva Freire - Integrante / PEREIRA, RENATA C. - Integrante / NEVES, PATRÍCIA P.C.C. - Integrante / MARCHEVSKY, RENATO - Integrante / SIMÕES, MARISOL - Integrante / Rosane Cuber Guimarães - Integrante / André Tavares da Silva Fernandes - Integrante / Ana Carolina dos Reis Albuquerque Cajaraville - Integrante / Sheila Maria Barbosa de Lima - Integrante / Andréa Marques Vieira da Silva - Integrante.

  • 2009 - 2020

    Desenvolvimento de uma vacina inativada, purificada e tetravalente para dengue, Descrição: A oportunidade de uma colaboração técnica entre a Fiocruz e a Glaxosmithkline (GSK) foi negociada pelo Ministério da Saúde e resultou em dois contratos entre Bio-Manguinhos e GSK no ano de 2009: a absorção da tecnologia de produção da vacina contra Streptococcus pneumoniae e o acordo de pesquisa e desenvolvimento colaborativo de uma vacina inativada tetravalente para dengue. O desenvolvimento colaborativo entre uma empresa multinacional da dimensão da GSK e uma instituição de saúde pública como a Fiocruz constitui uma oportunidade inédita de agregar conhecimento e de participar do desenvolvimento de uma vacina inovadora que poderá representar um importante marco para saúde pública brasileira e mundial. Os esforços no desenvolvimento deste produto estão concentrados em uma abordagem de vacina tetravalente de vírus inativado, purificado contra a dengue. A GSK está convencida de que o antígeno de vírus inativado, purificado e tetravalente em combinação com os sistemas adjuvantes de sua propriedade apresenta a máxima probabilidade de sucesso em comparação com outras abordagens. O projeto consta de atividades realizadas por Bio-Manguinhos e pela GSK, de modo independente ou conjunto. Para facilitar sua administração, o conjunto das atividades importantes para cada etapa foi definido em pacotes de trabalho constados no contrato (Collaborative Research and Development Agreement ? CRADA). O resultado de cada pacote de trabalho implica em um marco de referência que, quando atingido, é reportado ao parceiro por meio de um relatório técnico.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Elena Cristina Caride - Integrante / Maria Beatriz Junqueira Borges - Coordenador / Marcos da Silva Freire - Integrante / Renato Sergio Marchevsky - Integrante / Akira Homma - Integrante / PEREIRA, RENATA C. - Integrante / DUARTE, ANA CLAUDIA - Integrante / Sheila Maria Barbosa de Lima - Integrante / Waleska Dias Schwarcz - Integrante / Ingrid Siciliano Horbach - Integrante / Tatiana Guimarães Noronha - Integrante / Daniele Aguiar - Integrante / Leonardo Diniz Mendes - Integrante., Financiador(es): GlaxoSmithKline Pharmaceuticals - Cooperação.

  • 2008 - Atual

    Projeto de Melhorias da Vacina de Febre Amarela 17DD comercial, Descrição: A vacina comercial para FA é composta da cepa 17D do vírus da febre amarela atenuado por passagem em cultura de tecidos. Essa vacina foi desenvolvida na década de 1930, através do trabalho que foi reconhecido com um Prêmio Nobel concedido a Max Theiler em 1951. No Brasil, a vacina é produzida desde 1937 pela Fiocruz (Bio-Manguinhos) a partir da cepa 17DD, usando ovos embrionados livre de patógenos do termo em inglês ?Specific Pathogen Free? (SPF). Ao longo dos 74 anos de intervenção essa vacina foi aplicada em mais de 500 milhões de pessoas e considerada uma das vacinas mais eficazes e seguras já desenvolvidas (Barret et al., 2009). Uma única dose dessa vacina confere imunidade de longa duração (Monath et al., 2008). Para aumentar a disponibilidade da vacina e garantir atendimento às demandas interna e externa, Bio-Manguinhos está comprometida com ações de desenvolvimento internas voltadas à otimização de processos e aumento da capacidade produtiva da vacina atenuada de Febre Amarela.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Elena Cristina Caride - Coordenador / Marcos da Silva Freire - Integrante / Rosane Cuber Guimarães - Integrante / Marcelo Muller - Integrante., Financiador(es): Ministério da Saúde - Auxílio financeiro.

  • 2005 - Atual

    Desenvolvimento de vacina inativada para febre amarela, Descrição: Devido à ocorrência de raros eventos adversos graves associados à vacina atenuada de febre amarela, busca-se o desenvolvimento de um novo produto mais seguro que possa ser utilizado em condições para as quais a vacina atenuada é contraindicada ou até mesmo como possibilidade de primo vacinação combinada à uma dose da vacina atenuada. Além disso, nos últimos anos, tem sido observado o avanço da epidemia de febre amarela no Brasil e no mundo e a necessidade cada vez maior de uma alternativa segura para a vacinação de mulheres grávidas, crianças menores de 9 meses, idosos acima de 60 anos e portadores de doenças graves que não possuem indicação de tomar a vacina atenuada para febre amarela. O objetivo principal do projeto é a obtenção de uma vacina segura e eficaz para febre amarela utilizando o vírus 17DD purificado e inativado. Já foram realizados estudos pré-clínicos em camundongos e em primatas não humanos e os estudos mostraram que tanto utilizando o adjuvante hidróxido de alumínio, em três doses, ou o adjuvante Adavax, em duas doses, foi possível obter 100% de proteção neste modelo animal (Pereira et al., 2015, Cajaraville, 2019). Para 2020, está planejada a repetição dos resultados pré-clínicos com um lote piloto experimental de 50 litros para comprovação final de todos os resultados obtidos até o momento. Estes resultados demonstram o grande potencial desta vacina para obtenção de resultados promissores nas próximas fases de estudos clínicos fase I, II e III. Atualmente, o projeto possui um acordo de colaboração com a empresa GE Healthcare com o objetivo de obter os bancos de células Vero certificados, o lote semente viral certificado e a produção de lotes pilotos da vacina inativada de febre amarela em 50 e 200 L em Boas Condições de Fabricação (BPF) para a realização dos estudos clínicos de fase I e fase II/III. A previsão atual de conclusão para este projeto é o lançamento do produto no mercado é 2026.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Elena Cristina Caride - Integrante / Marcos da Silva Freire - Integrante / Renato Sergio Marchevsky - Integrante / Luciane Pinto Gaspar - Coordenador / PATO, TÂNIA P. - Integrante / SOUZA, MARTA CRISTINA O. - Integrante / PEREIRA, RENATA C. - Integrante / CASTILHO, LEDA R. - Integrante / Mariana Pierre de Barros Gomes - Integrante / André Tavares da Silva Fernandes - Integrante / Ana Carolina dos Reis Albuquerque Cajaraville - Integrante / Sheila Maria Barbosa de Lima - Integrante / Waleska Dias Schwarcz - Integrante., Financiador(es): Ministério da Saúde - Auxílio financeiro.

  • 2003 - 2012

    Uso do vírus amarílico vacinal 17D para a expressão de antígenos de Dengue visando o desenvolvimento de novas vacinas vivas atenuadas, Descrição: A infecção pelo vírus do Dengue é um problema de saúde pública mundial, com epidemias recorrentes em regiões tropicais e subtropicais da Ásia, África e nas Américas. Os sintomas clínicos variam de uma infecção assintomática ou um estado febril febre leve a uma síndrome severa, que pode levar à morte, a febre hemorrágica do dengue (DHF) e a síndrome de choque por dengue (DSS). Estima-se que, no mundo, ocorram em torno de 100 milhões de casos de febre de dengue e 250.000 casos de febre hemorrágica de dengue, provocando a morte de cerca de 20.000 pessoas anualmente. No Brasil, onde os sorotipos 1, 2 e 3 foram introduzidos em 1986, 1990 e 2001, respectivamente, existe uma tendência do aumento da incidência dos casos e de sua gravidade, o que pode ser verificado nos dois últimos anos. São mais de 2,9 milhões de casos descritos, com um pico de 672.371 casos. O desenvolvimento de vacinas contra esta doença é de suma importância, já que até o momento não existem vacinas licenciadas. No entanto, os casos de dengue hemorrágica reportados indicam a necessidade do desenvolvimento de uma vacina para os quatro sorotipos do vírus da Dengue, a qual produza uma imunidade de longa duração. Os vírus de febre amarela (FA) e dengue pertencem ao mesmo gênero Flavivírus. O vírus vivo atenuado vacinal da febre amarela (FA) cepa 17D, constitui-se numa das melhores e mais seguras vacinas disponíveis nos nossos dias, possuindo uma metodologia de produção bem estabelecida e um controle de qualidade rigoroso, incluindo o teste de neurovirulência em macacos. Além disso, promove imunidade duradoura e é capaz de induzir ambas as vias da resposta imune celular e humoral; além de ser barata e de dose única. Seu uso foi estimado em 400 milhões de doses, sendo Bio-Maguinhos/FIOCRUZ o maior produtor mundial desta vacina. Estas características tornam propício o desenvolvimento do vírus 17D como um vetor vacinal de expressão de antígenos heterólogos. A abordagem de troca de genes prM/E entre flavivírus. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Elena Cristina Caride - Coordenador / Ricardo Galler - Integrante / Marcos da Silva Freire - Integrante / Alfredo Verlangieri Jabor - Integrante / Marcia Cristina Archer Motta - Integrante / Aymara Rangel - Integrante / Idevaldo Inácio Ferreira - Integrante., Financiador(es): Programa de Desenvolvimento Tecnológico em Insumos para Saúde - Auxílio financeiro / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Cooperação., Número de produções C, T & A: 10

Histórico profissional

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  • Fundação Oswaldo Cruz, Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos, Departamento de Desenvolvimento Tecnológico. , Avenida Brasil 4365, Pavilhão Rocha Lima 4 andar, LATEV, Manguinhos, 21045900 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil, Telefone: (21) 38827207, Fax: (21) 22604727, URL da Homepage:

Experiência profissional

2002 - Atual

Fundação Oswaldo Cruz

Vínculo: , Enquadramento Funcional: Tecnologista Senior, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Atividades

  • 01/2010

    Direção e administração, Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos.,Cargo ou função, Gerente de Programa de Vacinas Virais.

  • 01/2005

    Conselhos, Comissões e Consultoria, VICE-PRESIDÊNCIA DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO.,Cargo ou função, Membro da Câmara Técnica de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico.

  • 01/2005

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos.,Cargo ou função, Membro da Comissão Interna de Biossegurança.

  • 09/2003

    Ensino, Mestrado Profissional Tecnologia Imunobiológicos, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Genética e Biologia Molecular

  • 07/2002

    Pesquisa e desenvolvimento, Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos, Laboratório de Tecnologia Virológica.,Linhas de pesquisa

  • 01/2005 - 12/2009

    Direção e administração, Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos.,Cargo ou função, Gerente de Projeto de Desenvolvimeto Tecnológico.

  • 01/2004 - 12/2007

    Direção e administração, Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos.,Cargo ou função, Chefe do Setor de Biologia Molecular Viral.

2004 - 2009

Ministério da Saúde

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Comitê Assessor de Desenvolvimento Tecnológic

2000 - 2000

Ministério da Saúde

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Consultor, Carga horária: 40

Atividades

  • 01/2000 - 12/2001

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Coordenação Nacional de Dst e Aids.,Cargo ou função, Consultor.

1997 - 1997

Leeds Metropolitan University

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: colaborador, Carga horária: 40

Atividades

  • 01/1997 - 03/1997

    Pesquisa e desenvolvimento, Leeds Metropolitan University.

1990 - 2000

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Colaborador

Atividades

  • 01/2002 - 06/2002

    Ensino, Ciências do Laboratório Clínico, Nível: Especialização,Disciplinas ministradas, Citogenética, Biologia Molecular

  • 06/2001 - 06/2001

    Ensino, Farmácia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Biologia Molecular nas Análises Clínicas

  • 01/2001 - 06/2001

    Ensino, Citologia Clínica, Nível: Especialização,Disciplinas ministradas, Citogenética, Biologia Molecular

  • 05/2000 - 05/2000

    Ensino, Farmácia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Biologia Molecular nas Análises Clínicas

  • 01/2000 - 01/2000

    Ensino, Citologia Clínica, Nível: Especialização,Disciplinas ministradas, Biologia Molecular

  • 07/1999 - 12/1999

    Ensino, Enfermagem, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Bioquímica

  • 11/1999 - 11/1999

    Ensino, Farmácia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Biologia Molecular nas Análises Clínicas

  • 02/1999 - 02/1999

    Ensino, Farmácia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Biologia Molecular nas Análises Clínicas

  • 09/1998 - 09/1998

    Ensino, Farmácia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Biologia Molecular nas Análises Clínicas

  • 07/1997 - 12/1997

    Ensino, Enfermagem, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Bioquímica

  • 03/1992 - 03/1995

    Serviços técnicos especializados , Sonda Ufrj, Dep Bioquímica Médica.,Serviço realizado, exames de paternidade através da tipagem de DNA.

  • 07/1993 - 12/1993

    Ensino, Enfermagem, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Bioquímica

  • 07/1992 - 12/1992

    Ensino, Farmácia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Biologia Molecular