Gabriela Caramuru Teles

Doutoranda em Direito no Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade de São Paulo (USP), possui Mestrado em Direito pelo Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Federal do Paraná (UFPR, 2017) e Mestrado em Tecnologia junto ao Programa de Pós-Graduação em Tecnologia da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR, 2017). Bacharel em Direito do Estado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR, 2015), foi bolsista da mobilidade acadêmica internacional na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (Portugal, 2013). Atuou como pesquisadora convidada junto à Universidad Castilla-La Mancha (Espanha, 2013). Realizou estância de investigação de Pós-Graduação (México, 2016). Participa do grupo de pesquisa do CNPq Trabalho e Capital (GPTC), do Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Centralidade do Trabalho e Marxismo (DHCTEM), todos junto ao Programa de Pós-Graduação em Direito da USP. Professora da Pós-Gradação em Direito do Trabalho na Faculdades Integradas do Vale Iguaçu; Professora de Direito do Trabalho na Pós-Graduação da Faculdade Campo Real; Professora de Direito do Trabalho, Processo do Trabalho e Prática Trabalhista na Faculdade de Pinhais. Tem experiência na área de Direito do Trabalho, Direito Previdenciário e Economia Política.

Informações coletadas do Lattes em 20/10/2019

Acadêmico

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Formação acadêmica

Doutorado em andamento em Direito

2018 - Atual

Universidade de São Paulo
Título: O Uso Tático do Direito do Trabalho,
Orientador: Jorge Luiz Souto Maior

Mestrado em Direito

2015 - 2017

Universidade Federal do Paraná
Título: Trabalho e Tecnologia: uma crítica ao determinismo tecnológico e a neutralidade da técnica,Ano de Obtenção: 2017
Aldacy Rachid Coutinho.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.

Mestrado em Tecnologia

2015 - 2017

Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Título: A tecnologia na superexploração do trabalho em Karl Marx e Ruy Mauro Marini,Ano de Obtenção: 2017
Geraldo Augusto Pinto.

Graduação em Direito

2009 - 2015

Universidade Federal do Paraná
Título: O mercado financeiro da dívida pública brasileira : da ilegalidade à auditoria
Orientador: Wilson Ramos Filho
com Bolsista do(a): Agência UFPR Internacional, AUI, Brasil.

Graduação interrompida em 2009 em Ciências Sociais

2007 - Interrompido

Universidade Federal do Paraná
Ano de interrupção: 2009

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Formação complementar

2016 - 2016

Extensão universitária em O que é socialismo?. (Carga horária: 15h). , Universidade Federal do Paraná, UFPR, Brasil.

2015 - 2016

Estância de investigação de Pós-Graduação - Professor Jaime Osório. , Universidad Nacional Autónoma de Mexico, UNAM, México.

2015 - 2015

Escola de Altos Estudos - Prof. Barata Moura. As teses sobre Feuerbach. , Universidade Tecnológica Federal do Paraná, UTFPR, Brasil.

2013 - 2013

El Sindicato, quién es, qué hace: negociacion, conflito e participacion.. , Universidad de Castilla-La Mancha, UCLM, Espanha.

2012 - 2012

Monitoria em Direito Financeiro. (Carga horária: 120h). , Universidade Federal do Paraná, UFPR, Brasil.

2012 - 2012

Monitoria em Direito Sindical. (Carga horária: 60h). , Universidade Federal do Paraná, UFPR, Brasil.

2012 - 2012

Monitoria em Direito Previdenciário. (Carga horária: 60h). , Universidade Federal do Paraná, UFPR, Brasil.

2012 - 2012

Monitoria em Direito e Cinema. (Carga horária: 60h). , Universidade Federal do Paraná, UFPR, Brasil.

2010 - 2012

Programa de Educação Tutorial - PET. , Universidade Federal do Paraná, UFPR, Brasil.

2011 - 2011

Escola de Altos Estudos - Prof. Avelãs Nunes. Economia e direito.. (Carga horária: 36h). , Universidade Federal do Paraná, UFPR, Brasil.

2011 - 2011

Monitoria em Direito Penal. (Carga horária: 408h). , Universidade Federal do Paraná, UFPR, Brasil.

2010 - 2010

Curso Livre de Teoria Crítica. (Carga horária: 39h). , Universidade Federal do Paraná, UFPR, Brasil.

2010 - 2010

Teoria Criminológica - Prof. Sebastian Scherer. (Carga horária: 36h). , Instituto de Criminologia e Política Criminal, ICPC, Brasil.

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Idiomas

Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

Espanhol

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Italiano

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.

Francês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

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Áreas de atuação

    Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito / Subárea: Direito do Trabalho.

    Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Economia Política.

    Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito / Subárea: Direito Público/Especialidade: Criminologia.

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Participação em eventos

Cinquenta Anos de 1968: A era de todas as viradas. 2018. (Simpósio).

Seminário Internacional: Democracia e Desigualdade na América Latina. 2018. (Seminário).

Reflexões sobre a reforma trabalhista: aspectos materiais e processuais relevantes. 2017. (Seminário).

Seminário Assédio Moral Organizacional. 2017. (Seminário).

Terceiriação: precarização do trabalho e enfraquecimento do direito sindical. 2017. (Exposição).

Estado de Direito e Marxsimo. 2016. (Outra).

EVINCI UniBrasil.O programa econômico neoliberal. 2016. (Encontro).

O Método do Materialismo Histórico Dialético na Pesquisa Científica. 2016. (Seminário).

População em situação de rua e economia solidária: construindo uma nova sociedade. 2016. (Seminário).

Semana Acadêmica de Estudos em Biologia.A superexploração do trabalho docente. 2016. (Outra).

Teoria Marxista da Dependência: um resgate do exílio. 2016. (Congresso).

X Seminário do Trabalho.Tecnologia e exploração do trabalho assalariado: o mais-valor absoluto e o mais-valor relativo na teoria do valor trabalho em Marx. 2016. (Seminário).

XX Encontro da Rede Nacional de Pesquisas e Estudos em Direito do Trabalho e Seguridade Social.DEPENDÊNCIA E SUPEREXPLORAÇÃO NO TRABALHO BANCÁRIO BRASILEIRO: UMA APROXIMAÇÃO EMPÍRICA. 2016. (Encontro).

XXV Congresso do Conselho Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Direito (CONPEDI). A dívida púbica brasileira: um ensaio jurídico para o não pagamento do débito. 2016. (Congresso).

XXV Congresso do Conselho Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Direito (CONPEDI). Trabalho em condição análoga à de escravo: nada senão capitalismo. 2016. (Congresso).

III Encuentro de Estudios Sociales desde América Latina y el Caribe.A superexploração do Trabalho na Teoria Marxista da Dependência. 2015. (Encontro).

Semana de Ética da Pontifícia Universidade Católica do Paraná.Racismo, gênero e Política. 2015. (Outra).

22º EVINCI.Trabalho análogo ao escravo. 2014. (Encontro).

Cultura jurídica, Trabalho e História Prof. Baylos Grau. 2014. (Simpósio).

Métodos de Gestão e Adoecimento dos Trabalhadores. 2014. (Seminário).

20º EVINCI.O Tráfico de Drogas e as mulheres condenadas. 2012. (Encontro).

Direito do Trabalho e Corporativismo. 2012. (Outra).

19º EVINCI.O Tráfico de Drogas e as mulheres condenadas. 2011. (Encontro).

I Congresso Internacional de Direito e Marxismo. 2011. (Congresso).

II Encontro de Pesquisa Jurídica do PPGD/UFPR. 2011. (Encontro).

XIII Jornada de Iniciação Científica da Faculdade de Direito.O Sindicato na "Terra do Nunca": Reestruturação Produtiva e Reflexos na organização sindical dos trabalhadores. 2011. (Outra).

18º EVINCI.O Mito do discurso de ressocialização pelas relações de exploração do trabalho no cárcere.. 2010. (Encontro).

Diálogos do PET - A produção Científica dos PETs História, Filosofia, Direito e Ciências Sociais. 2010. (Encontro).

Simpósio de Direito Privado e Desenvolvimento. 2010. (Outra).

17º EVINCI.O Mito do discurso de ressocialização pelas relações de exploração do trabalho no cárcere.. 2009. (Encontro).

Direito à Memória e à Verdade - 30 anos da luta pela Anistia Política. 2009. (Seminário).

História Jurídica Europeia: Perspectiva e Diálogos. 2009. (Seminário).

Diálogos do PET. 2008. (Outra).

I Congresso Brasileiro de Criminologia Crítica. 2008. (Congresso).

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Participação em bancas

Aluno: JHENIFER MIRELLE DE MOURA

CARAMURU TELES, G.; MURARO, M.. Feminismo Negro no Brasil: quais foram as bases e as pautas utilizadas pelas mulheres negras. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Faculdade de Pinhais.

Aluno: Keila Franscine Biscotto

CARAMURU TELES, G.; ZAVATARO, B.; LARA, G. D.. Reforma Trabalhista e Jurisdição Voluntária: uma análise exploratória de acordos extrajudiciais submetidos à homologação na Justiça do Trabalho. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Faculdade de Pinhais.

Aluno: Melissa de Albuquerque

CARAMURU TELES, G.; SANTOS, L. G.; SERAU JUNIOR, M. A.. A atividade profissional do motorista de Uber: o que aproxima e o que distancia da configuração do vínculo empregatício. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: Gabriela Leite Fornazari

CARAMURU TELES, G.; SERAU JUNIOR, M. A.; SANTOS, L. G.. Contrato Intermitente: uma análise crítica da nova modalidade contratual inserida pela Reforma Trabalhista. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: JÉSSICA BARBOSA

SERAU JUNIOR, M. A.; OPUSKA, P. R.;CARAMURU TELES, G.. O suicídio decorrente do assédio moral: uma análise a partir da relação de trabalho. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: André Augusto Sobreira Bittencourt

CARAMURU TELES, G.; OPUSKA, P. R.; SERAU JUNIOR, M. A.; SOUZA, A. P.. O dever constitucional da empresa privada de efetuar prestações positivas para a inserção da pessoa com deficiência no mundo do trabalho. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: Karoline Cardoso Santos

CARAMURU TELES, G.; SERAU JUNIOR, M. A.; SOUZA, A. P.. Assédio Moral nas relações de trabalho: Aspectos e implicações da Legislação Trabalhista brasileira. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade Federal do Paraná.

CARAMURU TELES, G.; ZIGGIOTTI, Lígia O.; PINHEIRO, R. F.. Banca de Direito do Trabalho e Direito Privado - Jurídicas 4. 2015. Universidade Federal do Paraná.

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Comissão julgadora das bancas

Mário Lopes Amorim

PINTO, G. A.;AMORIM, M. L.; PAZELLO, R. P.; TRASPADINI, R.. A tecnologia na superexploração da força de trabalho em Karl Marx e Ruy Mauro Marini. 2017. Dissertação (Mestrado em Tecnologia) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná.

Mário Lopes Amorim

PINTO, G. A.;AMORIM, MÁRIO LOPES; PAZELLO, R. P.; TRASPADINI, R.. A tecnologia na superexploração do trabalho em Karl Marx e Ruy Mauro Marini. 2016. Exame de qualificação (Mestrando em Tecnologia) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná.

Aldacy Rachid Coutinho

COUTINHO, A. R.. Trabalho e tecnologia: uma crítica ao determinismo tecnológico e a neutralidade da técnica. 2017. Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade Federal do Paraná.

Ricardo Prestes Pazello

PINTO, Geraldo Augusto; AMORIM, Mário Lopes;PAZELLO, Ricardo Prestes; TRASPADINI, Roberta. A tecnologia na superexploração do trabalho em Karl Marx e Ruy Mauro Marini. 2017. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-Graduação em Tecnologia e Sociedade) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná.

Ricardo Prestes Pazello

PINTO, Geraldo Augusto; TRASPADINI, Roberta;PAZELLO, Ricardo Prestes; AMORIM, Mário Lopes. A tecnologia na superexploração do trabalho em Karl Marx e Ruy Mauro Marini. 2016. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de Pós-Graduação em Tecnologia e Sociedade) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná.

Ricardo Prestes Pazello

RAMOS FILHO, Wilson; LIMA, Abili Lázaro Castro de;PAZELLO, Ricardo Prestes. O mercado financeiro da dívida pública brasileira: da ilegalidade à auditoria. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade Federal do Paraná.

Geraldo Augusto Pinto

PINTO, Geraldo Augusto; AMORIM, M. L.; PAZELLO, R. P.; TRASPADINI, R.. A tecnologia no capitalismo dependente: a superexploração da força de trabalho em Karl Marx e Ruy Mauro Marini. 2017. Dissertação (Mestrado em Tecnologia) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná.

Geraldo Augusto Pinto

PINTO, Geraldo Augusto; TRASPADINI, R.; PAZELLO, R. P.; AMORIM, M. L.. A tecnologia na superexploração do trabalho em Karl Marx e Ruy Mauro Marini. 2016. Exame de qualificação (Mestrando em Tecnologia) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná.

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Orientou

João Paulo Greski

Reestruturação Produtiva e crise sindical no Brasil; Início: 2019; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Faculdade de Pinhais; (Orientador);

Francislene Pelence

Reforma Trabalhista e a precarização do Trabalho da Mulher; Início: 2019; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Faculdade de Pinhais; (Orientador);

Keyla Franscine Biscotto

Reforma Trabalhista e Jurisdição Voluntária: uma análise exploratória de acordos extrajudiciais submetidos à homologação na Justiça do Trabalho; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Faculdade de Pinhais; Orientador: Gabriela Caramuru Teles;

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Foi orientado por

Wilson Ramos Filho

Trabalho em Condição Análoga à de Escravo; Início: 2013; Iniciação científica (Graduando em Direito) - Universidade Federal do Paraná; (Orientador);

Aldacy Rachid Coutinho

Trabalho e tecnologia: uma crítica ao determinismo tecnológico e a neutralidade da técnica; 2017; Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade Federal do Paraná,; Orientador: Aldacy Rachid Coutinho;

Aldacy Rachid Coutinho

Trabalho e tecnologia: uma crítica ao determinismo tecnológico e a neutralidade da técnica; 2015; Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade Federal do Paraná,; Orientador: Aldacy Rachid Coutinho;

Geraldo Augusto Pinto

A tecnologia no capitalismo dependente: a superexploração da força de trabalho em Karl Marx e Ruy Mauro Marini; 2017; Dissertação (Mestrado em Tecnologia) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná,; Orientador: Geraldo Augusto Pinto;

Katie Silene Cáceres Arguello

O Tráfico de drogas e as mulheres condenadas; 2011; Iniciação Científica; (Graduando em Direito) - Universidade Federal do Paraná; Orientador: Katie Silene Cáceres Arguello;

Katie Silene Cáceres Arguello

O mito do discurso de ressocialização pelas relações de exploração do trabalho no cárcere; 2009; Iniciação Científica; (Graduando em Direito) - Universidade Federal do Paraná; Orientador: Katie Silene Cáceres Arguello;

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Produções bibliográficas

  • CARAMURU TELES, G. . Um Outro Sindicalismo é Possível? Reestruturação Produtiva e Reflexos na Organização Sindical dos Trabalhadores no Brasil.. Revista Jurídica Themis , v. 23, p. 74, 2011.

  • CARAMURU TELES, G. . E o direito se desmancha no ar: a flexibilização e o impasse da crítica.. Revista Jurídica Themis , v. 21, p. 213-236, 2010.

  • CARAMURU TELES, G. ; SANTOS, A. R. ; MARTINS, D. F. ; FREITAS, E. C. ; MILKEVICZ, G. ; SILVA, H. K. C. E. ; MELO, J. C. F. ; AULER, M. M. ; NOVATO, A. F. ; LOBO, J. L. ; OLCHANOWSKI, N. ; ALFARO, L. M. ; CAGGIANO, L. C. ; FREITAS JUNIOR, R. A. ; CORDEIRO, R. C. . Diante da Lei sexualizante: Erros no Império de Direito. Revista Jurídica Themis , v. 1, p. 261-286, 2010.

  • CARAMURU TELES, G. ; SALVADOR, Jane (Org.) ; MENDONÇA, Ricardo Nunes (Org.) . Assédio moral Organizacional II: as vítimas dos métodos de gestão nos bancos. 1. ed. Bauru: Canal 6, 2017. v. 1000. 230p .

  • CARAMURU TELES, G. ; COZERO, P. T. ; ALLAN, N. A. ; GNAP, Julio. ; SALVADOR, Jane ; AUACHE, M. ; MENDONÇA, Ricardo Nunes . Projeto: Métodos de Gestão e adoecimento de trabalhadores. Caderno 2: o caso do itaú em Curitiba. 1. ed. , 2016. v. 1. 57p .

  • CARAMURU TELES, G. . Direitos Sociais e Previdência Pública na Reprodução do modelo de produção capitalista. In: Ana Paula Fernandes; Roberto de Carvalho Santos; Marco Aurélio Serau Junior. (Org.). Direito Previdenciário em tempos de crise. 1ed.Belo Horizonte: IEPREV, 2019, v. , p. 144-160.

  • CARAMURU TELES, G. . Terceirização e retirada de direitos sociais: a superexploração do trabalho como intensificadora da superexploração brasileira. In: SERAU JUNIOR, Marco Aurélio. (Org.). Terceirização: conceito, crítica e reflexos trabalhistas e previdenciários. 1ed.São Paulo: LTR, 2018, v. 1, p. 43-50.

  • RAMOS FILHO, W. ; CARAMURU TELES, G. . A cena do crime: democracia burguesa, restrição de direitos e a prisão de Lula. In: ARAGÃO, Antonio Jose Guilherme; ARAUJO, Gabriela Shizue Soares de; NETO, José Francisco Siqueira; RAMOS FILHO, Wilson.. (Org.). Vontade Popular e Democracia: candidatura Lula?. 1ed.Bauru: Editora Praxis, 2018, v. 1, p. 282-288.

  • COUTINHO, A. R. ; CARAMURU TELES, G. . O desmonte dos marcos regulatórios trabalhistas e previdenciários e o agravamento da superexploração na economia brasileira. In: ROCHA, Claudio Janotti da; PORTO, Lorena Vasconcelos; BORSIO, Marcelo Fernando; MELO, Raimundo Simão de.. (Org.). Seguridade Social e Meio Ambiente do trabalho: direitos humanos e relações sociais. 1ed.Belo Horizonte: Editora RTM, 2018, v. 2, p. 318-326.

  • CARAMURU TELES, G. ; SCHIER, A. C. R. ; OLIVEIRA NETO, A. E. ; BORBA, C. S. R. ; EUFRAFIO, C. M. ; WANDELLI, L. V. ; NASCIMENTO NETO, J. O. ; UCHIMURA, G. C. ; KRASINSKI JUNIOR, E. ; MEDEIROS, C. G. ; VIANA, C. M. ; LISBOA, D. ; AMIN, G. M. ; ELKIN, N. ; ZAINA, M. V. ; RIBEIRO, E. C. P. ; ALMEIDA, T. ; CIRINO, S. M. ; GOMES, E. R. O. ; EBERT, P. R. L. ; CAMPOS, S. . Neo-escravidão: nada senão capitalismo. Trabalho e Regulação no Estado Constitucional. 1ed.Bauru: Canal 6, 2016, v. 1, p. 102-124.

  • CARAMURU TELES, G. ; COZERO, P. T. ; SANTOS, L. B. P. . Assédio Moral organizacional e adoecimento de trabalhadores: o caso do HSBC em Curitiba. In: Nasser Ahmad Allan; Jane Salvador de Bueno Gizzi, Paula Talita Czero. (Org.). Assédio moral organizacional - as vítimas dos métodos de gestão nos bancos. 1ed.Bauru: Canal6, 2015, v. 1, p. 51-72.

  • CARAMURU TELES, G. . Direitos Sociais: uma solução econômica para o Brasil. Insurgencia, blog, 14 ago. 2017.

  • CARAMURU TELES, G. . O atraso tecnológico da periferia é a riqueza dos países centrais!. Amenidades, blog, 30 jun. 2017.

  • CARAMURU TELES, G. . Por qué la izquierda debe oponerse a todo tipo de penalización?. Democracia Socialista, 18 nov. 2016.

  • CARAMURU TELES, G. . Perché la sinistra deve essere contro ogni tipo di criminalizzazione?. Sinistra Anticapitalista, 02 nov. 2016.

  • CARAMURU TELES, G. . Por que a esquerda deve ser contra todo tipo de criminalização?. Insurgência, 24 out. 2016.

  • CARAMURU TELES, G. . Não é por 20 centavos. A comuna, 23 jun. 2013.

  • CARAMURU TELES, G. ; MARTINS, G. L. ; MELLO, R. D. . O que pensam os marxistas sobre o Direito?. In: XV Colóquio Internacional Marx e Engels, 2018, Campinas. GT 3 Marxismo e Ciências Humanas. Campinas: CeMarx, 2018.

  • CARAMURU TELES, G. ; PINTO, G. A. . Tecnologia e Exploração do trabalho assalariado: o mais-valor absoluto e o mais-valor relativo na teoria do valor-trabalho em Marx. In: X Seminário do Trabalho, 2016, Marília. Anais X Seminário do Trabalho. Marília, 2016. p. 1192-1213.

  • CARAMURU TELES, G. . Trabalho em condições análogas a de escravo: nada senão capitalismo. In: Conselho Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Direito, 2016, Brasília. DIREITO DO TRABALHO E MEIO AMBIENTE DO TRABALHO II, 2016. p. 253-271.

  • CARAMURU TELES, G. . A Dívida Pública Brasileira: um ensaio jurídico para o não pagamento do débito. In: Conselho Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Direito, 2016. DIREITO, ECONOMIA E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL II, 2016. p. 248-266.

  • CARAMURU TELES, G. ; COUTINHO, A. R. ; WANDELLI, L. V. . Dependência e superexploração no trabalho bancário brasileiro: uma aproximação empírica. In: II Encontro da RENAPEDTS, 2016, Curitiba. II Encontro da RENAPEDTS. Florianópolis: Empório do Direito, 2016. v. 1. p. 377.

  • CARAMURU TELES, G. ; ROMFELD, V. S. . Penitenciária Feminina de Piraquara/PR: um ensaio sobre vida e tráfico. In: XIV Jornadas de Iniciação Científica da Faculdade de Direito da UFPR, 2012, Curitiba. Anais da XIV Jornadas de Iniciação Científica da Faculdade de Direito da UFPR. Curitiba: Grupo Pet Direito e Centro Acadêmico Hugo Simas, 2012. v. I. p. 83-105.

  • CARAMURU TELES, G. . O Sindicato na 'Terra do Nunca': reestruturação produtiva e reflexos na organização dos trabalhadores. In: XIII Jornadas de Iniciação Científica, 2012, Curitiba. Anais das XII e XIII Jornadas de Iniciação Científica. Curitiba: Grupo Pet Direito, 2011. p. 236-237.

  • CARAMURU TELES, G. . Reforma da Previdência e os Trabalhadores. 2019. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • CARAMURU TELES, G. . Fundo de Previdência Complementar - FUNPRESP. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • CARAMURU TELES, G. . Juventude e Direitos Humanos: discursos de ódio e violação de direitos. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • CARAMURU TELES, G. . Reforma Trabalhista no Contexto Atual. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • CARAMURU TELES, G. . A Superexploração do Trabalho no Brasil. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • MELLO, R. D. ; MARTINS, G. L. ; CARAMURU TELES, G. . O que pensam os marxistas sobre o direito?. 2018. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • CARAMURU TELES, G. . Direito e Tecnologia: a forma jurídica como técnica do capital. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • CARAMURU TELES, G. . Juventude e Direitos Humanos: discurso de ódio e violação de direitos. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • CARAMURU TELES, G. . Teoria Crítica do Direito e o lugar do Direito do Trabalho. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • CARAMURU TELES, G. ; NATALE, T. L. ; RENO, L. P. . Superexploração, violência no trabalho e doenças pisicolaborais, por uma análise de gênero, raça e classe. 2018. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • CARAMURU TELES, G. . Sofrimento e ultra exploração da classe trabalhadora. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • CARAMURU TELES, G. . As formas de aumento da produtividade pela exploração da força de trabalho da cooperação, manufatura e grande industria em Karl Marx. 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • CARAMURU TELES, G. . A exploração da força de trabalho em Marx e a prática sindical dos aposentados. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • CARAMURU TELES, G. . O atraso tecnológico e a exploração do trabalho no Brasil. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • CARAMURU TELES, G. ; PINTO, G. A. . Tecnologia e exploração do trabalho assalariado: o mais-valor absoluto e o mais-valor relativo na teoria do valor trabalho em Marx. 2016. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • CARAMURU TELES, G. . A dívida púbica brasileira: um ensaio jurídico para o não pagamento do débito.. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • CARAMURU TELES, G. . Perspectiva jurídica acerca do aasssédio sexual no ambiente de trabalho e na universidade. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • CARAMURU TELES, G. ; UCHIMURA, G. C. ; MENDONÇA, Ricardo Nunes . Dependencia e superexploração no trabalho bancário brasileiro: uma aproximação empírica. 2016. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • CARAMURU TELES, G. . Exploração do Trabalho no Meio Acadêmico: a ofensiva capitalista contemporânea. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • CARAMURU TELES, G. . Trabalho análogo ao escravo: nada senão capitalismo.. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • CARAMURU TELES, G. . A superexploração do trabalho em Karl Marx e Ruy Mauro Mariny. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • CARAMURU TELES, G. . Trabalho Análogos ao Escravo. 2014. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • CARAMURU TELES, G. . Tráfico de Drogas e mulheres condenadas. 2012. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • CARAMURU TELES, G. . Reestruturação Produtiva e Reflexos na Organização dos Trabalhadores.. 2011. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • CARAMURU TELES, G. . O Mito do discurso de ressocialização pelas relações de exploração do trabalho no cárcere.. 2010. (Apresentação de Trabalho/Outra).

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Outras produções

CARAMURU TELES, G. . A tecnologia no capitalismo dependente: a superexploração da força de trabalho em Karl Marx e Ruy Mauro Marini. 2017. (Monografia).

CARAMURU TELES, G. . Trabalho e Tecnologia: uma crítica ao determinismo tecnológico e a neutralidade da técnica. 2017. (Monografia).

CARAMURU TELES, G. . O Mercado Financeiro da Dívida Pública Brasileira: da Ilegalidade à Auditoria. 2014. (Monografia).

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Projetos de pesquisa

  • 2015 - 2017

    Trabalho e Tecnologia: uma crítica ao determinismo tecnológico e a neutralidade da técnica, Descrição: O presente estudo tem como tema a análise das relações entre trabalho e tecnologia a partir da crítica ao determinismo tecnológico e a neutralidade da técnica. O trabalho se debruça sobre as teorias da relação entre tecnologia e sociedade, com vistas a realizar uma aproximação do direito a essa corrente de pensamento crítico. A investigação submete o direito, disciplina do trabalho e a tecnologia na América Latina ao questionamento do progresso tecnológico e da neutralidade da técnica. A compreensão de tecnologia apresentada se posiciona longe de todas as tentativas de determinações unilaterais construídas hegemonicamente pela sociedade. Corroborando a crítica ao determinismo, a tecnologia não se estabelece como um ente autônomo capaz de salvar a sociedade dos males do trabalho, não caminha em direção à um incontestável progresso tecnológico, bem como, não tem possibilidade de decidir os rumos do futuro da humanidade. Em perspectiva similar, não será possível a utilização do artefato tecnológico de modo neutro, a depender da vontade política dos agentes que o dominarem. Para a análise da relação entre tecnologia e trabalho, defendemos uma perspectiva relacional, com o arcabouço de uma gama de elementos (econômicos, políticos e sociais) e agentes distintos que interagem na sociedade, não tardando a evidenciar o contexto da sociedade pautada no modelo capitalista de produção e reprodução da vida. Assim, a tecnologia é construídas pelos humanos organizados em sociedade e o próprio corpo do artefato tecnológico possui política. O padrão de reprodução particular da América Latina, as relações de classe, a dominação de investimentos e a escolha de tecnologias a serem desenvolvidas, bem como os objetivos de introdução da maquinaria para superexploração, aparecem na politização da tecnologia. A crítica da tecnologia aplicada ao direito e ao trabalho pode ser vista sob a ótica da disputa social dos rumos da tecnologia, com fim no almejado controle social da produção pelos trabalhadores.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Gabriela Caramuru Teles - Integrante / Aldacy Rachid Coutinho - Coordenador.

  • 2014 - 2017

    Assédio moral organizacional e saúde laboral, Descrição: Desenvolver pesquisa empírica tendo por hipótese a afirmação de que o trabalho em banco, no modelo de organização atual, favoreceria o adoecimento e o sofrimento psíquico dos trabalhadores e trabalhadoras. Trata-se de trabalho investigativo interdisciplinar, elabora em perspectiva crítica, almejando diagnosticar a realidade presente para, então, buscar-se a solução por intermédio da prática transformadora.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (6) Doutorado: (2) . , Integrantes: Gabriela Caramuru Teles - Coordenador / Paula Talita Cozero - Integrante / Nasser Ahmad Allan - Integrante / Guilherme Cavicchioli Uchimura - Integrante / Julio Gnap - Integrante / Jane Salvador - Integrante / Ricardo Nunes Mendonça - Integrante., Número de produções C, T & A: 1

  • 2013 - 2014

    Trabalho Análogos ao Escravo, Descrição: A pesquisa estuda as relações de trabalho análogos ao escravo no Brasil contemporâneo. Defende que todos os programas de enfrentamento à contradição capital-trabalho, que objetivam melhores condições de vida e labor aos trabalhadores, como a diminuição da jornada de trabalho, o aumento da segurança no trabalho, a majoração do salário, as condições dignas de habitação, saúde e alimentação asseguradas em partes pelo direito capitalista do trabalho, são em verdade limitadores da extração da mais-valor e, portanto, contrários ao capital. Conclui que a precarização identificada como trabalho análogo ao escravo é intrínseca ao próprio modelo produtivo do capital: extração de mais-valor absoluto e mais-valor relativo. Dessa maneira, o trabalho análogo ao escravo não é resquício do modelo de produção antecedente, mas compatível a organização produtiva capitalista. Em face das condições em que o trabalho figura em nosso momento histórico de desenvolvimento das forças produtivas, compreendemos a impossibilidade de um ?trabalho decente? nos marcos do atual modelo produtivo, fundamentado na extração do mais-valor com salários inversamente proporcionais aos lucros. Advoga-se que apenas a superação do modo de produção capitalista, com o controle social da produção, permite a materialização do conceito de trabalho emancipador e com significado. O presente estudo verifica as tipificações do trabalho análogo ao escravo no âmbito jurídico nacional e internacional, revelando as disputas sociais em torno da ampliação/restrição do conceito. Na sequencia, se apresenta uma série de dados acerca da conjuntura de trabalho análogo ao escravo no Brasil, identificando o perfil dos trabalhadores atingidos, a localização geográfica e os setores econômicos onde se verifica a concentração do trabalho em condições degradantes. Por fim, sistematiza-se as políticas nacionais e locais de combate ao trabalho análogo ao escravo, problematizando sua insuficiência estrutural.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Gabriela Caramuru Teles - Integrante / Wilson Ramos Filho - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

  • 2010 - 2012

    Tráfico de Drogas e mulheres condenadas, Descrição: Historicamente a Justiça Penal tem a característica de ser excludente, questão agravada no caso das mulheres. As mulheres no decorrer do século XX foram ganhando novos papéis e posições, enfraquecendo o rótulo de frágeis que lhes foi historicamente atribuído. Foi com sua crescente inserção no mundo do trabalho que as mulheres passam a ser tuteladas diretamente pelo sistema prisional, antes direcionado apenas aos homens. Tal mudança é perceptível, uma vez que até a década de 80, as mulheres presas ficavam sob a guarda de instituições religiosos, até porque os tipos penais que lhes eram atribuídos eram tipicamente moralizadores de caráter judaico-cristão, como por exemplo é a perseguição criminal da prostituição e o aborto. Geralmente o discurso punitivo não situa, na sua imagem, as mulheres como alvo, mas esta realidade não implica sua não-criminalização, implica, apenas, a sua invisibilização. A ausência no discurso punitivo de certo modo traduz o problema que a execução penal é para estas mulheres, uma vez que foi pensada para uma perspectiva claramente masculina, inclusive pela ausência de programas de tratamento especificamente dirigidos à problemática da mulher presa. É sob esse aspecto, que na execução penal é possível se falar da superposição de opressões. Ao contrário dos homens que, conforme dados de 2008, contavam com 15% das condenações por tráfico de drogas, no caso das mulheres a condenação por tráfico é em torno de 40% - dados CONEP. A criminalização secundária das mulheres no âmbito das drogas se dá de forma mais agravada porque caracteriza-se como uma oportunidade econômica para as mulheres. Sobre esse aspecto é importante diferenciar entre a organização empresarial com a comercialização por free-lance. A primeira funciona com uma estrutura hierarquizada enquanto a segunda permite um trabalhar em casa, tendo apenas um envolvimento parcial com o tráfico que não impede, à mulher, de realizar seus afazeres domésticos, está segunda é a razão pela qual a maior parte das mulheres são presas por tráfico. De modo geral, as mulheres condenadas por tráfico de drogas são privadas não só da liberdade, mas também do seu direito à intimidade, maternidade, privacidade e saúde (inclusive sexual e reprodutiva).. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Gabriela Caramuru Teles - Integrante / Katie Silene Cáceres Arguello - Coordenador.

  • 2010 - 2011

    Reestruturação Produtiva e Reflexos na Organização dos Trabalhadores., Descrição: A partir da década de 70, o binômio fordismo/taylorismo tem sido substituído por formas produtivas flexibilizadas e desregulamentadas. O implementado modelo Toyotista caracteriza-se pela maquinaria de tecnologia sofisticada, organização da produção em poucos trabalhadores, aproveitamento intelectual dos trabalhadores, utilização do Kanban e otimização dos recursos a partir da política do just in time, que reduz o estoque de mercadorias. A consequência desse processo se traduz em uma nova morfologia do trabalho: o trabalho parcial, temporário, precarizado, a subcontratação, a terceirização, as políticas de gestão da qualidade, a fragmentação geográfica do trabalho, o desemprego estrutural e os trabalhadores informais. Esse artigo se debruça sobre as influências dessas transformações no sindicalismo. Os elementos de manutenção da estrutura sindical (unicidade, imposto sindical e o poder normativo da Justiça do Trabalho), o corporativismo, a burocratização e o sindicalismo assistencialista de coalizão, somados às dificuldades decorrentes do Toyotismo, como a diminuição da sindicalização, o reduzido número de trabalhadores por local de trabalho e a fragilidade de organização dos tipos precarizados de trabalho colocam o sindicalismo em uma considerável crise. Superar tais circunstâncias com o renascimento de um eficaz instrumento de organização dos trabalhadores será determinante para o almejado programa econômico de controle social da produção.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Gabriela Caramuru Teles - Coordenador.

  • 2008 - 2010

    O Mito do discurso de ressocialização pelas relações de exploração do trabalho no cárcere., Descrição: A partir da inserção do crime e do controle social na estrutura econômica e na superestrutura de poder político e jurídico das sociedades contemporâneas observa-se que o trabalho no cárcere representa a substituição da relação do crime com a pena aferida, pela relação da pena com o trabalho encarcerado, que teria o poder de dignificar e ressocializar os homens para reintegrá-los à sociedade, com a remissão de dias de pena a partir da contagem dos dias trabalhados. Diante da tradição marxista, fundada no conceito de modo de produção da vida social, o qual exprime a integração entre forças produtivas materiais em determinadas relações de produção históricas, em que se manifesta a luta de classes na formação social capitalista, o trabalho encarcerado representa a mais intensa forma de exploração da força de trabalho no modo de produção capitalista ? a super exploração da taxa de mais-valia - especialmente nos presídios privatizados. Sob a premissa de que o direito penal é seletivo, desigual e que os processos de criminalização primários e secundários atingem principalmente a classe trabalhadora excluída do mercado de trabalho formal - que constituem a população encarcerada no país - com indicadores sociais negativos de pobreza, como baixa escolaridade, desemprego, marginalização, ausência de moradia entre outros, a extração da mais-valia dentro do cárcere caracteriza-se como a legitimação do trabalho escravo e da ideologia libertadora do trabalho.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Gabriela Caramuru Teles - Integrante / Juarez Cirino dos Santos - Coordenador., Financiador(es): Universidade Federal do Paraná - Bolsa.

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Prêmios

2012

1º lugar na XIV Jornada de Iniciação Científica da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Paraná, Programa de Educação Tutorial ? PET/Direito.

2012

1° Lugar no 20° Encontro de Iniciação Científica da UFPR ? EVINCI, Universidade Federal do Paraná.

2011

1° Lugar no 19º Encontro de Iniciação Científica da UFPR ? EVINCI., Universidade Federal do Paraná.

Histórico profissional

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Experiência profissional