Caroline Tenório Guedes de Almeida

Enfermeira Obstétrica do Núcleo da Saúde para o Programa Criança Alagoana - CRIA da Secretaria de Saúde do Estado de Alagoas, Parteira Urbana do Grupo de Parto Domiciliar Planejado - AME, Enfermeira Obstétrica do Hospital da Mulher de Maceió. Graduada pela Escola de Enfermagem e Farmácia da Universidade Federal de Alagoas (2016), Especialista em Obstetrícia pelo Programa de Residência em Obstetrícia da UNCISAL (2017-2019), Especialista em Saúde Pública (UNOPAR - 2018), com formação em Doula (2014), Educadora Perinatal e Facilitadora do Aleitamento Materno.

Informações coletadas do Lattes em 25/06/2020

Acadêmico

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Formação acadêmica

Especialização em andamento em Residência em Obstetrícia

2017 - Atual

Universidade Estadual de Ciencias da Saúde de Alagoas

Especialização em Saúde Pública

2017 - 2018

Universidade Norte do Parana
Título: DISTRIBUIÇÃO DA GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA NO BRASIL NO ANO DE 2012
Orientador: Carla Fernanda Tiroli

Graduação em Bacharelado em Enfermagem

2011 - 2016

Universidade Federal de Alagoas
Título: Mapa da Gravidez na Adolescência em Alagoas
Orientador: Ruth França Cizino da Trindade

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Formação complementar

2018 - 2018

Educadora Perinatal. (Carga horária: 100h). , Instituto Ser&Saber Consciente, ISSC, Estados Unidos.

2016 - 2016

Extensão universitária em Liga Acadêmica de Enfermagem em Obstetrícia da UNCISAL - LAEO. (Carga horária: 70h). , Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas, UNCISAL, Brasil.

2016 - 2016

Facilitadora do Aleitamento Materno. (Carga horária: 60h). , Instituto Ser&Saber Consciente, ISSC, Estados Unidos.

2016 - 2016

Capacitação para prevenção da violência contra a mulher. (Carga horária: 120h). , Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas, UNCISAL, Brasil.

2014 - 2014

Extensão universitária em Liga Acadêmica de Saúde Pública/Coleta da UNCISAL - LASP. (Carga horária: 80h). , Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas, UNCISAL, Brasil.

2014 - 2014

Curso de Formação de Doulas. (Carga horária: 40h). , DOVENTREALUZ, DVL, Brasil.

2013 - 2013

Prevenção do uso de drogas - Capacitação para Conselheiros e Lideranças. (Carga horária: 120h). , Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil.

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Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

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Áreas de atuação

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Enfermagem.

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Enfermagem / Subárea: Enfermagem em Saúde da Mulher.

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Organização de eventos

ALMEIDA, C. T. G. . III Encontro de enfermagem Obstétrica e Neonatal do Estado de Alagoas ENEON. 2017. (Outro).

ALMEIDA, C. T. G. ; SARAIVA, M. M. . III Curso de Formação de Doulas. 2016. (Outro).

ALMEIDA, C. T. G. . I Seminário de Prevenção à violência de gênero e promoção da cultura de paz da UNCISAL. 2016. (Outro).

ALMEIDA, C. T. G. ; WANDERLEY, I. P. V. ; ROCHA, A. J. S. ; SOUZA, R. M. ; SANTOS, A. A. P. . SEMINÁRIO NACIONAL DE ENFERMAGEM, SAÚDE E VULNERABILIDADE SOCIAL. 2014. (Outro).

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Participação em eventos

III Encontro de Enfermagem Obstétrica e Neonatal do Estado de Alagoas.Mesa Redonda I: Autonomia, identidade e autenticidade. 2017. (Encontro).

III Encontro de Enfermagem Obstétrica e Neonatal do Estado de Alagoas.Avaliadora dos trabalhos apresentados. 2017. (Encontro).

V Curso Introdutório da Liga Acadêmica de Saúde e Espiritualidade de Alagoas.A dimensão espiritual no ciclo gravídico-puerperal. 2017. (Outra).

1 Simpósio Alagoano de Enfermagem em Unidade de Terapia Intensiva013. 2013. (Simpósio).

74ª Semana Brasileira de Enfermagem. 2013. (Seminário).

73ª SEMANA BRASILEIRA DE ENFERMAGEM. 2012. (Seminário).

Atualidades em Aleitamento Materno. 2012. (Oficina).

63 Congresso Brasileiro de Enfermagem. 2011. (Congresso).

72ª Semana Brasileira de Enfermagem. 2011. (Seminário).

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Participação em bancas

Aluno: Marcella Silveira Barbosa Araujo

ALMEIDA, C. T. G.; ROSA, A. R. O.. Uso do Epi-No no Pré-Natal: revisão integrativa. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - UNINASSAU.

Aluno: Mirella Chagas Nobre

ROSA, A. R. O.;ALMEIDA, C. T. G.. As principais intervenções intra-parto relacionadas ao trauma perineal: uma revisão bibliográfica. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - UNINASSAU.

Aluno: Amanda Laise Santos de Oliveira

ROSA, A. R. O.;ALMEIDA, C. T. G.. A importância da atuação fisioterapêutica no aleitamento materno: uma revisão bibliográfica. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - UNINASSAU.

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Comissão julgadora das bancas

Andreia Silva Ferreira

SILVA, J. M. O. E.;SILVA FERREIRA, A.TRINDADE, R. F. C.. Mapa da gravidez na adolescência em Alagoas. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Alagoas.

JOVÂNIA MARQUES DE OLIVEIRA E SILVA

SILVA, JOVÂNIA MARQUES DE OLIVEIRA E; Trindade, R. F. C.. Mapa da gravidez na adolescência em Alagoas. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Alagoas.

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Foi orientado por

Ruth França Cizino da Trindade

MAPA DA GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA EM ALAGOAS; 2016; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Alagoas; Orientador: Ruth França Cizino da Trindade;

Ruth França Cizino da Trindade

Perfil das mães adolescentes e adultas de filhos nascidos vivos em Maceió; 2016; Iniciação Científica; (Graduando em Enfermagem) - Universidade Federal de Alagoas, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Ruth França Cizino da Trindade;

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Produções bibliográficas

  • FERREIRA, A. S. ; ALMEIDA, C. T. G. ; FRANCA, C. M. V. ; CAVALCANTI, R. C. C. B. ; LOPES, R. F. ; TRINDADE, R. F. C. D. . INICIAÇÃO SEXUAL DE TRABALHADORES RURAIS. Revista de Enfermagem UFPE on line , v. 11, p. 2834-2842, 2017.

  • ALMEIDA, C. T. G. ; FERREIRA, A. S. ; ALMEIDA, T. G. D. ; VASCONCELOS, E. L. ; LOPES, R. F. ; TRINDADE, R. F. C. D. . VALIDAÇÃO DE UM MATERIAL EDUCATIVO COMO FERRAMENTA PEDAGÓGICA PARA ADOLESCENTES SOBRE INICIAÇÃO SEXUAL. Revista de Enfermagem UFPE on line , v. 10, p. 4412-4415, 2016.

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Outras produções

ALMEIDA, C. T. G. ; TRINDADE, R. F. C. . Mapa da Gravidez na Adolescência em Alagoas. 2016.

ALMEIDA, C. T. G. ; TRINDADE, R. F. C. . Mapa da Gravidez na Adolescência em Alagoas. 2015. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

ALMEIDA, C. T. G. . Humanização na Hora do Parto. 2018. (Palestra).

ALMEIDA, C. T. G. . Violência Obstétrica. 2018. (Palestra).

ALMEIDA, C. T. G. . Quem é a doula no cenário da humanização. 2017. (Palestra).

ALMEIDA, C. T. G. . Processo gravídico: aspectos fisiológicos x patológicos. 2017. (Palestra).

ALMEIDA, C. T. G. . A Amamentação é a continuação natural do parto. 2017. (Palestra).

ALMEIDA, C. T. G. . O uso de medicação na gestação e aleitamento materno. 2017. (Palestra).

ALMEIDA, C. T. G. ; SARAIVA, M. M. . Curso de Formação de Doulas. 2016. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

ALMEIDA, C. T. G. . Assistência de Enfermagem à mulher relacionada ao câncer de mama e de colo de útero na atenção primária. 2016. (Palestra).

ALMEIDA, C. T. G. . Abordagem multiprofissional ao binômio mãe-filho. 2016. (Palestra).

ALMEIDA, C. T. G. . Aleitamento Materno. 2016. (Palestra).

ALMEIDA, C. T. G. . Direitos sexuais e reprodutivos. 2016. (Palestra).

ALMEIDA, C. T. G. ; SARAIVA, M. M. . Curso de Formação de Doula. 2015. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

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Projetos de pesquisa

  • 2018 - Atual

    PERFIL DAS MULHERES QUE BUSCAM O BANCO DE LEITE HUMANO DE UMA MATERNIDADE DE ALTO RISCO DO ESTADO DE ALAGOAS, Descrição: A Rede de Bancos de Leite Humano se configura como ação estratégica da Política Nacional de Aleitamento Materno e além de coletar, processar e distribuir leite humano a bebês prematuros e de baixo peso, os Bancos de Leite Humano realizam atendimento de orientação e apoio à amamentação. Nesse sentido, os BLH têm se configurado como um dos mais importantes elementos estratégicos da política pública em favor da amamentação, sendo determinante para a saúde materno-infantil. O objetivo desta pesquisa é analisar o perfil das mulheres que buscam atendimento no Banco de Leite Humano de uma Maternidade de alto risco do Estado de Alagoas. Trata-se de um estudo com abordagem documental, quantitativa e corte transversal. A coleta de dados será realizada no Banco de Leite Humano (BLH) Dr. Carlos Roberto C. Perdigão, situado na Maternidade Escola Santa Mônica (MESM). Utilizando-se do livro de registro de atendimentos. Será incluído no estudo o registro de atendimentos de mulheres que buscaram o atendimento no banco de leite humano durante o ano 2017 e excluídas as mulheres atendidas enquanto internas na maternidade. Os dados serão obtidos a partir de formulário semiestruturado composto por questões abertas e fechadas referentes aos dados de caracterização (idade, endereço de moradia, profissão) e às informações clínicas (data do parto, data do nascimento, queixas, uso de medicamentos, conduta, houve retorno); e, será armazenado em planilha eletrônica com as informações anteriormente mencionadas em base computadorizada, construído com o software Excel. A análise de dados será realizada também por meio do software Excel, será realizada uma análise descritiva univariada das variáveis do estudo. Os resultados serão apresentados em tabelas e gráficos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Caroline Tenório Guedes de Almeida - Coordenador / Giselle Carlos Santos Brandão Monte - Integrante / Patrícia Maria da Silva Rodrigues - Integrante.

  • 2017 - 2018

    DISTRIBUIÇÃO DA GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA NO BRASIL NO ANO DE 2012, Descrição: A gravidez na adolescência tem se destacado como um problema de saúde pública em diversos países devido ao elevado risco de morbimortalidade materna e infantil e por constituir um possível evento desestruturador da vida das adolescentes. Torna-se fundamental a investigação de padrões locais de distribuição da gravidez na adolescência em contextos socioeconômicos e espacial específicos para a orientação de medidas preventivas e interventivas mais específicas, individualizadas e eficazes. Esse estudo tem como objetivo analisar a distribuição espacial da gravidez na adolescência no Brasil no ano 2012. Este ano foi escolhido por ser o ano mais recente no que se refere a dados populacionais do IBGE. A abordagem contempla um estudo epidemiológico de base populacional, com delineamento ecológico. Os dados brutos coletados no SINASC/DATASUS e IBGE, foram transportados para o programa Microsoft Office Excel, onde foram tabulados. Em seguida, foram calculadas as taxas de fecundação por mil mulheres. A taxa de fecundação por mil mulheres de 10 a 14 anos variou entre 1,93 e 8,77, sendo Minas Gerais e Roraima os estados com a menor e maior taxa, respectivamente. Observamos que as três taxas mais elevadas ocorreram em estados da Região Norte do país, identificando um padrão local na região Norte. A taxa de fecundação por mil mulheres de 15 a 19 anos variou entre 47,37 e 104,41, sendo Minas Gerais e Amazonas os estados com a menor e maior taxa, respectivamente. Através da análise das taxas de fecundidade na adolescência no ano de 2012 no Brasil, observamos padrões locais entre os estados de determinadas regiões.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Caroline Tenório Guedes de Almeida - Coordenador.

  • 2014 - 2016

    MAPA DA GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA EM ALAGOAS, Descrição: Há décadas, a gravidez na adolescência tem se destacado como um problema de saúde pública em diversos países devido ao elevado risco de morbimortalidade materna e infantil e por constituir um possível evento desestruturador da vida das adolescentes. O enfermeiro surge nesse cenário, não apenas como membro da equipe de saúde que executa suas tarefas assistenciais, mas também, como um profissional com competências para ajudar e direcionar a adolescente diante dos conflitos que envolvem a gravidez na adolescência. Tem como objetivo analisar a distribuição espacial da gravidez na adolescência no Estado de Alagoas, identificar possíveis padrões locais (clusters) e se há correlação entre variáveis socioeconômicas e a gravidez na adolescência. A abordagem contempla um estudo epidemiológico de base populacional, com delineamento ecológico. As participantes da pesquisa foram adolescentes do sexo feminino residentes no Estado de Alagoas e que pariram filhos nascidos vivos nos anos de 2000 e 2010, registrados no Sistema de Informação de Nascidos Vivos (SINASC/DATASUS). Os dados brutos coletados foram transportados para o programa Microsoft Office Excel, tabulados, em que foram realizadas algumas análises descritivas. Foram calculadas as taxas de fecundação por mil mulheres, nos anos 2000 e 2010; e, a taxa de crescimento da fecundação de 2000 a 2010 na faixa etária de 10 a 14 anos e de 15 a 19 anos. As variáveis do estudo foram georreferenciadas na malha cartográfica do Estado de Alagoas, dividido em 102 municípios. Os Mapas foram construídos utilizando o software TerraView 4.2 do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Os resultados demonstram que em Alagoas a taxa de fecundação de mães na faixa etária de 15 a 19 anos em 2000 era 99,7 por mil passando a 79,16 por mil em 2010, havendo uma redução de 20,6%; o mesmo não pode ser observado faixa de 10 a 14 anos em que a taxa de fecundação por mil mulheres no mesmo período teve um aumento de 4,0%. Ainda sobre a taxa de fecundidade, na faixa etária na de 10 a 14 anos ela é maior nos municípios de médio porte em ambos os anos (2000 e 2010), porém é observada uma redução de 5,45 para 5,22. Também pode ser observada uma redução nessa taxa nos municípios de grande porte; no entanto, ocorreu o inverso nos municípios de pequeno porte cuja taxa de fecundação aumentou de 4,5 para 5,05. Concluímos que apesar da redução no número total de nascidos vivos no Estado de Alagoas, o número de nascidos vivos de mães menores de 14 anos aumentou, o que é um dado preocupante que merece maior atenção por parte dos gestores; pois, além de ser considerada uma gravidez de alto risco, a gravidez em meninas de 10 a 14 anos é considerado crime de ?estupro de vulnerável?. Em relação à análise com as variáveis percebemos que elas não corroboram com o que a literatura descreve, como o IDH, no qual os municípios de IDH Médio e Alto possuem taxas superiores de fecundação de gravidez na adolescência em relação aos municípios com o IDH Baixo; o Índice de Gini, também, não condiz com a realidade descrita por outros autores, que citam a renda como fator que contribui para a ocorrência da gravidez na adolescência. Foram realizados cálculos de correlação entre as variáveis e a taxa de fecundidade na adolescência para dar embasamento às interpretações das tabelas. Apesar da gravidez na adolescência ser tão discutida, percebemos a amplitude que este evento ainda possui no Estado de Alagoas; estando presente em todos os municípios independente do porte ou índice de desenvolvimento humano.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Caroline Tenório Guedes de Almeida - Coordenador / Ruth França Cizino da Trindade - Integrante.

  • 2014 - 2015

    Perfil das mães e nascidos vivos em Maceió, Alagoas no ano 2002 a 2011, pelo estudo dos dados do SINASC, Descrição: Objetivo geral da Pesquisa Identificar o perfil das mães, adolescentes e adultas, de filhos nascidos vivos, e o perfil de nascidos vivos de mães adolescentes e adultas em Maceió, Alagoas no período de 2003 a 2012. Comparar o perfil das mães e dos recém-nascidos de mães adolescente em Maceió, Alagoas no período de 2003 a 2012, com o perfil de mães e recém-nascidos de mães adultas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Caroline Tenório Guedes de Almeida - Coordenador / Ruth França Cizino da Trindade - Integrante / Clara Maria Mota Farias - Integrante.

Histórico profissional

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Experiência profissional

2018 - Atual

Universidade Estadual de Ciencias da Saúde de Alagoas

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2017 - 2018

Universidade Norte do Parana

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2014 - 2014

Universidade Federal de Alagoas

Vínculo: MONITORIA, Enquadramento Funcional: MONITORA, Carga horária: 8

Outras informações:
Monitoria na disciplina Primeiros Socorros, sob orientação da Professora Isabel Comassetto da Escola de Enfermagem e Farmácia - ESENFAR UFAL. Carga horária total: 384h