Eduardo Henrique Rossler Junior

Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal de São Carlos (2016). Mestre em Sociologia pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia (DS/UFScar), Membro do Grupo de Estudos sobre Violência e Administração de Conflitos (GEVAC/UFSCar) e pesquisador do INCT Instituto de Estudos Comparados em Administração Institucional de Conflitos. Tem experiência na área de Sociologia, com ênfase em sociologia da violência e sociologia das prisões.

Informações coletadas do Lattes em 21/10/2019

Acadêmico

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Formação acadêmica

Mestrado em Sociologia

2017 - 2019

Universidade Federal de São Carlos
Título: A vila e a prisão: Novas perspectivas do conceito de prisionização.,Ano de Obtenção: 2019
Jacqueline Sinhoretto.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: prisão; violência; gestão da vida; comunidade.Grande área: Ciências Humanas

Graduação em Ciências Sociais

2012 - 2016

Universidade Federal de São Carlos
Título: O Carandiru Caipira: Estratégias de Gestão na Política Prisional Paulista
Orientador: Jacqueline Sinhoretto
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.

Graduação interrompida em 2011 em Ciência da Computação

2009 - Interrompido

Universidade Federal de São Carlos
Ano de interrupção: 2011

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Idiomas

Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Pouco.

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Áreas de atuação

    Grande área: Ciências Humanas / Área: Sociologia / Subárea: sociologia.

    Grande área: Ciências Humanas / Área: Sociologia / Subárea: Outras Sociologias Específicas.

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Organização de eventos

ROSSLER, E.H. ; SALES, A. C. A. ; SILVESTRE, G. ; OLIVEIRA, H. C. S. ; MACEDO, H. L. S. ; CAVALLI, J. ; PASCHOAL, P. ; Sinhoretto, J. ; SILVA, R. A. . Seminário Violência e Administração de Conflitos. 2019. (Outro).

ROSSLER, E.H. . XXVII Encontro Regional de Estudantes de Arquitetura e Urbanismo Regional São Paulo - EREA São Carlos 2014. 2014. (Outro).

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Participação em eventos

Seminário Violência e Administração de Conflitos.A vila e a prisão: Novas perspectivas do conceito de prizionização. 2019. (Seminário).

Encontro Regional de Estudantes de Arquitetura e Urbanismo Regional Nordeste - EREA João Pessoa.não há título. 2014. (Encontro).

XXVI Encontro Regional de Estudantes de Arquitetura e Urbanismo Regional São Paulo - EREA Campinas 2013.não há título. 2013. (Encontro).

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Comissão julgadora das bancas

Felipe Athayde Lins de Melo

SINHORETTO, J.MELO, F. A. L.. O CARANDIRU CAIPIRA: Estratégias de gestão na política prisional paulista. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Sociais) - Universidade Federal de São Carlos.

Jacqueline Sinhoretto

SINHORETTO, J.; CHIES, L. A. B.; TONCHE, J.. A vila e a prisão: Novas perspectivas do conceito de prisionização. 2019. Dissertação (Mestrado em Sociologia) - Universidade Federal de São Carlos.

Jacqueline Sinhoretto

SINHORETTO, J.; TONCHE, J.; CHIES, L. A. B.. A vila, o bairro e a prisão: Novas perspectivas do conceito de prisionização em localidades adjacentes ao Complexo Penitenciário Campinas Hortolândia,. 2018. Exame de qualificação (Mestrando em Sociologia) - Universidade Federal de São Carlos.

Juliana Tonche

SINHORETTO, J.; CHIES, L. A. B.;TONCHE, J.. A vila e a prisão: Novas perspectivas do conceito de prisionização. 2019. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós Graduação em Sociologia - UFSCar) - Universidade Federal de São Carlos.

Juliana Tonche

SINHORETTO, J.; CHIES, L. A. B.;TONCHE, J.. A vila, o bairro e a prisão: novas perspectivas do conceito de prisionização em localidades adjacentes ao Complexo Penitenciário Campinas Hortolândia. 2018.

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Foi orientado por

Jacqueline Sinhoretto

A vila, o bairro e a prisão: Novas perspectivas do conceito de prisionização em localidades adjacentes ao Complexo Penitenciário Campinas -Hortolândia; ; 2019; Dissertação (Mestrado em Sociologia) - Universidade Federal de São Carlos, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Jacqueline Sinhoretto;

Jacqueline Sinhoretto

O Carandiru caipira: gestão prisional no interior de São Paulo; 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Sociais) - Universidade Federal de São Carlos, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Jacqueline Sinhoretto;

Jacqueline Sinhoretto

O Carandiru caipira: gestão prisional no interior de São Paulo; 2017; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Sociais) - Universidade Federal de São Carlos, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Jacqueline Sinhoretto;

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Produções bibliográficas

  • ROSSLER, E.H. . A vila e a prisão: Novas perspectivas do conceito de prizionização. 1. ed. Curitiba: Brazil Publishing, 2019. v. 1. 183p .

  • ROSSLER, E.H. . ?O conto da Aia? começou no meu colégio evangélico. Justificando, 09 maio 2019.

  • ROSSLER, E.H. . A vila e a prisão: Novas perspectivas do conceito de prizionização. 2019. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • MELO, F. A. L. ; ROSSLER, E.H. . A burocracia penitenciarista: a influência do modelo penitenciário paulista na política prisional nacional.. 2017. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

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Projetos de pesquisa

  • 2017 - 2019

    A vila, o bairro e a prisão: Novas perspectivas do conceito de prisionização em localidade adjacentes ao Complexo Penitenciário Campinas-Hortolândia., Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Jacqueline Sinhoretto em 12/06/2018., Descrição: Este projeto tem por objetivo compreender as dinâmicas que envolvem o conceito de prisionização, buscando ampliar e complexificar seus desdobramentos a partir das relações de interdependência formadas por três localidades localizadas nos limites das cidades de Campinas/Hortolândia, a saber, a área destinada a moradia dos gestores das penitenciárias I, II e III do complexo penitenciário Campinas/Hortolândia; os bairros adjacentes ao complexo e o conjunto das sete unidades prisionais que compõe tal complexo. O recorte empírico é uma estratégia para abordar os efeitos da prisão e os conflitos morais em torno da punição, e que permitem conhecer melhor os valores e práticas em jogo no encarceramento paulista.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Henrique Rossler Junior - Integrante / Jacqueline Sinhoretto - Coordenador.

  • 2017 - Atual

    Estratégias de controle do crime e administração de conflitos: o caso de São Paulo, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Jacqueline Sinhoretto em 01/03/2018., Descrição: Este subprojeto enfoca a administração institucional de conflitos a partir do estudo de diferentes estratégias contemporâneas de controle do crime. Procura interpretar, no mesmo quadro de compreensão, formas diferentes de administrar os conflitos relacionados à emergência de novos modos de organização do crime no Sudeste ? em especial em São Paulo, mas não apenas ? e os controles desenvolvidos e acionados por agentes estatais. Os estudos prévios realizados sobre a temática, incluindo o subprojeto ?A nova organização do mundo do crime e as instituições estatais de controle social e prevenção? desenvolvido no âmbito do InEAC (2012-2015), apontaram para a definição de ao menos quatro estratégias de controle do crime, que orientam as pesquisas empíricas do presente grupo. Em torno destas estratégias são mobilizados recursos, saberes, práticas e redes profissionais que articulam e tencionam grupos de agentes estatais nas corporações policiais, da justiça e nos programas de prevenção. Para o período atual, pretende-se refinar o conhecimento de como são constituídas e operadas as estratégias, buscando reconhecer os grupos de agentes que as mobilizam, as disputas e composições entre atores, a construção e mobilização de saberes específicos que orientam a ação no campo do controle do crime. Entre quatro as estratégias previamente reconhecidas, delineia-se o chamado combate militarizado, protagonizado por agentes da Polícia Militar. Nesta estratégia de controle do crime, os acusados são associados a ?inimigos? a serem combatidos, produzindo altas taxas de letalidade na ação policial, vitimando um perfil definido, constituídos por jovens do sexo masculino e predominantemente de cor negra. Ao lado desta estratégia, identificam-se os contornos contemporâneos das formas clássicas de controle do crime por meio da utilização do aparato penal, que tem produzido taxas muito elevados de encarceramento, também concentradas sobre jovens que cometem crimes patrimoniais e tráfico de drogas que envolvem pequenos valores. A administração penal dos conflitos do crime produz também larga impunidade para os crimes contra a vida e para a violência policial. Estas estratégias sofrem uma aparente concorrência de novas formas de administração de conflitos, introduzidas no Brasil a partir da importação de saberes e de mudanças legislativas que instituíram procedimentos alternativos de administração de conflitos no interior do sistema de justiça e programas de prevenção de delitos no campo da segurança. Até o momento, a pesquisa avançou no sentido da proposição da hipótese de que as justiças alternativas e os programas de prevenção inserem-se num quadro de seletividade de conflitos a serem tratados por formas mais duras de intervenção (como letalidade e prisão) e formas mais doces de justiça, destinadas a tipos de conflitos e tipos de acusados considerados menos ofensivos ou perigosos. Nestas estratégias, outros saberes profissionais disputam espaço com os saberes policiais e judiciais, em busca de tratamento e profilaxia de possíveis desvios, especialmente destinados a adolescentes, usuários de drogas e moradores de rua. Buscam instituir formas de administração de conflitos que sejam alternativas ao modelo penal. Contudo, a hipótese construída a partir da experiência prévia de pesquisa indica que possíveis colonizações do tratamento penal dos conflitos ocorrem nestas formas de administração de conflitos. É do interesse desta pesquisa reconhecer as formas concretas de funcionamento de programas de justiça e policiamento alternativos e sua capacidade de disputar a hegemonia do tratamento criminal dos conflitos e a definição dos desviantes como inimigos a serem neutralizados.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (4) Doutorado: (3) . , Integrantes: Eduardo Henrique Rossler Junior - Integrante / Jacqueline Sinhoretto - Coordenador / Liana de Paula - Integrante / Juliana Tonche - Integrante / Giane Silvestre - Integrante / Felipe Athayde Lins de Melo - Integrante / David Esmael Marques da Silva - Integrante / Henrique de Linica dos Santos Macedo - Integrante / Jade Cavalli - Integrante / Paula Paschoal - Integrante / André Cedro de Araújo Sales - Integrante.

  • 2017 - Atual

    Estratégias de controle do crime e administração de conflitos, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Jacqueline Sinhoretto em 20/07/2019., Descrição: Este subprojeto enfoca a administração institucional de conflitos a partir do estudo de diferentes estratégias contemporâneas de controle do crime. Procura interpretar, no mesmo quadro de compreensão, formas diferentes de administrar os conflitos relacionados à emergência de novos modos de organização do crime no Sudeste ? em especial em São Paulo, mas não apenas ? e os controles desenvolvidos e acionados por agentes estatais. Os estudos prévios realizados sobre a temática, incluindo o subprojeto ?A nova organização do mundo do crime e as instituições estatais de controle social e prevenção? desenvolvido no âmbito do InEAC (2012-2015), apontaram para a definição de ao menos quatro estratégias de controle do crime, que orientam as pesquisas empíricas do presente grupo. Em torno destas estratégias são mobilizados recursos, saberes, práticas e redes profissionais que articulam e tencionam grupos de agentes estatais nas corporações policiais, da justiça e nos programas de prevenção. Para o período atual, pretende-se refinar o conhecimento de como são constituídas e operadas as estratégias, buscando reconhecer os grupos de agentes que as mobilizam, as disputas e composições entre atores, a construção e mobilização de saberes específicos que orientam a ação no campo do controle do crime. Entre quatro as estratégias previamente reconhecidas, delineia-se o chamado combate militarizado, protagonizado por agentes da Polícia Militar. Nesta estratégia de controle do crime, os acusados são associados a ?inimigos? a serem combatidos, produzindo altas taxas de letalidade na ação policial, vitimando um perfil definido, constituídos por jovens do sexo masculino e predominantemente de cor negra. Ao lado desta estratégia, identificam-se os contornos contemporâneos das formas clássicas de controle do crime por meio da utilização do aparato penal, que tem produzido taxas muito elevados de encarceramento, também concentradas sobre jovens que cometem crimes patrimoniais e tráfico de drogas que envolvem pequenos valores. A administração penal dos conflitos do crime produz também larga impunidade para os crimes contra a vida e para a violência policial. Estas estratégias sofrem uma aparente concorrência de novas formas de administração de conflitos, introduzidas no Brasil a partir da importação de saberes e de mudanças legislativas que instituíram procedimentos alternativos de administração de conflitos no interior do sistema de justiça e programas de prevenção de delitos no campo da segurança. Até o momento, a pesquisa avançou no sentido da proposição da hipótese de que as justiças alternativas e os programas de prevenção inserem-se num quadro de seletividade de conflitos a serem tratados por formas mais duras de intervenção (como letalidade e prisão) e formas mais doces de justiça, destinadas a tipos de conflitos e tipos de acusados considerados menos ofensivos ou perigosos. Nestas estratégias, outros saberes profissionais disputam espaço com os saberes policiais e judiciais, em busca de tratamento e profilaxia de possíveis desvios, especialmente destinados a adolescentes, usuários de drogas e moradores de rua. Buscam instituir formas de administração de conflitos que sejam alternativas ao modelo penal. Contudo, a hipótese construída a partir da experiência prévia de pesquisa indica que possíveis colonizações do tratamento penal dos conflitos ocorrem nestas formas de administração de conflitos. É do interesse desta pesquisa reconhecer as formas concretas de funcionamento de programas de justiça e policiamento alternativos e sua capacidade de disputar a hegemonia do tratamento criminal dos conflitos e a definição dos desviantes como inimigos a serem neutralizados... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (4) / Doutorado: (9) . , Integrantes: Eduardo Henrique Rossler Junior - Integrante / Jacqueline Sinhoretto - Coordenador / Liana de Paula - Integrante / Juliana Tonche - Integrante / Giane Silvestre - Integrante / Felipe Athayde Lins de Melo - Integrante / David Esmael Marques da Silva - Integrante / Jade Cavalli - Integrante / Paula Paschoal - Integrante / André Cedro de Araújo Sales - Integrante / Raphael de Almeida Silva - Integrante / Maria Carolina de Camargo Schlittler - Integrante / Henrique Cezar Souza de Oliveira - Integrante., Financiador(es): Instituto de Estudos Comparados em Administração de Conflitos - Auxílio financeiro.

  • 2016 - 2017

    O CARANDIRU CAIPIRA: ESTRATÉGIAS DE GESTÃO NA POLÍTICA CARCERÁRIA PAULISTA, Descrição: No complexo penitenciário de Hortolândia encontra-se a maior concentração de unidades prisionais do Estado de São Paulo, constituída por 6 unidades prisionais e uma coordenadoria que abarcam a maioria dos regimes de reclusão existentes na legislação brasileira. Com 4338 vagas e mais de 10 mil detentos, este complexo foi também o principal destino dos presos vindos da Casa de Detenção de São Paulo, o Carandiru, em sua desativação em 2002, o que evidencia sua importância para a compreensão das estratégias de gestão prisional inseridas nas políticas de segurança pública adotadas pelo estado de São Paulo. Com a redemocratização do país e a atual política global de encarceramento em massa, apontada por David Garland (2008) e especificada por autores brasileiros, a pedagogia da punição nos presídios brasileiros sofre transformações, com a multiplicação dos atores ali inseridos (coletivos de presos, grupos religiosos e ONGs) e passam a requerer do pesquisador um olhar mais cuidadoso, ao mesmo tempo que torna a tarefa de gestão do sistema prisional paulista cada vez mais desafiadora. Diante desse cenário, esta pesquisa buscará analisar as políticas de gestão apresentadas pela Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) e a sua forma de atuação na Coordenadoria da Região Central, tentando trazer ao debate novas informações e reflexões acerca do tema da gestão prisional e da administração de conflitos. Os interlocutores tem papel fundamental e serão peça chave para compreender os meandros da complexa rede de relações entre a administração prisional e os desafios reais do trabalho nas prisões. A pesquisa será conduzida pelo método qualitativo baseado em entrevistas com funcionários e gestores destes locais. É importante destacar que esse complexo penitenciário é um campo ainda inexplorado pela literatura, o que transforma este local em um objeto de grande potencial para a investigação cientifica.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eduardo Henrique Rossler Junior - Integrante / Jacqueline Sinhoretto - Coordenador.

Histórico profissional

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Endereço profissional

  • Universidade Federal de São Carlos, Centro de Educação e Ciências Humanas, Departamento de Sociologia. , Universidade Federal de São Carlos, Jardim Guanabara, 13565905 - São Carlos, SP - Brasil, Telefone: (16) 33518111

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Experiência profissional