Milena Dantas Ribeiro

Possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal do Amazonas (2018). Apoio técnico do projeto : Avaliação de novas combinações de copas-porta-enxertos, manejo fitossanitário e boas práticas de cultivo, em citros no Estado do Amazonas (2018 a 2020). Atualmente é mestranda no Programa de Pós-graduação em Agronomia Tropical na Universidade Federal do Amazonas.

Informações coletadas do Lattes em 25/06/2020

Acadêmico

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Formação acadêmica

Graduação em Agronomia

2013 - 2018

Universidade Federal do Amazonas
Título: Quantificação dos teores de metilxantinas em sementes de guaraná (Paullinia cupana var. sorbilis Kunth.)
Orientador: Flávia Camila Schimpl

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Formação complementar

2019 - 2019

26° Curso de Citricultura. (Carga horária: 40h). , Instituto Agronômico de Campinas, IAC, Brasil.

2019 - 2019

Manejo de coberturas vegetais e seus efeitos nos atributos do solo.... (Carga horária: 24h). , Embrapa Mandioca e Fruticultura, EMBRAPA, Brasil.

2018 - 2018

Curso de Irrigação Localizada. (Carga horária: 44h). , Associação dos Engenheiros Agrônomos do Estado do Amazonas, AEAEA, Brasil.

2016 - 2016

Prevenção e Controle do Fogo na Agricultura. (Carga horária: 20h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - DF, SENAR - DF, Brasil.

2016 - 2016

Cadastro Ambiental Rural. (Carga horária: 20h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - DF, SENAR - DF, Brasil.

2016 - 2016

Sebrae Startup Jungle. (Carga horária: 36h). , Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Amazonas, SEBRAE/AM, Brasil.

2011 - 2011

Curso de Qualificação Profissional em Word e Excel Avançado. (Carga horária: 80h). , Centro de Educação Tecnológica do Amazonas, CETAM, Brasil.

2011 - 2011

Curso de Qualificação Profissional em Informática Básica- Windows. (Carga horária: 80h). , Centro de Educação Tecnológica do Amazonas, CETAM, Brasil.

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Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Português

Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

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Áreas de atuação

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia.

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Participação em eventos

XV Semana de Agronomia. 2016. (Seminário).

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Comissão julgadora das bancas

Rebeca Patricia Omena-Garcia

SCHIMPL, F. C.; SILVA, J. F.;Omena-Garcia, R.P.. Quantificação de teores de metilxantinas em sementes de guaraná (Paulinia cupana var. sorbilis Kunth.). 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal do Amazonas.

José Ferreira da Silva

SCHIMPL, F. C.;SILVA, J.F.; OMENA, R.. Quantificação de teores de metilxantinas em sementes de guarana(PAullinia cupana var. sorbilis Kunth). 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal do Amazonas.

Flávia Camila Schimpl

SCHIMPL, F. C.; Garcia, R.P.O.;SILVA, J. F.. Quantificação dos teores de metilxantinas em sementes de guaraná (Paullinia cupana var. sorbilis Kunth.). 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal do Amazonas.

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Foi orientado por

Sandra do Nascimento Noda

Comercialização e Mapeamentos dos locais de procedência de Plantas condimentares e aromática na cidade de Tabatinga, Amazonas; Início: 2015; Iniciação científica (Graduando em Agronomia) - Universidade Federal do Amazonas; (Orientador);

Flávia Camila Schimpl

Quantificação dos teores de metilxantinas em sementes de guaraná (Paullinia cupana var; sorbilis Kunth; ); 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal do Amazonas; Orientador: Flávia Camila Schimpl;

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Projetos de pesquisa

  • 2019 - Atual

    Seleção de espécies florestais nativas para fitorremediação de solos contaminados com metais pesados, Descrição: Resíduos sólidos dispostos de maneira inadequada, sem qualquer forma de manejo e tratamento poluem o solo, alterando suas características físicas, químicas e biológicas. Em vistas a atender a legislação nacional sobre o manejo de resíduos sólidos, os municípios do interior do Amazonas em breve deverão desativar áreas atualmente destinadas para o despejo de resíduos sólidos, os lixões. Como nesses locais não é feito o depósito apenas de lixo doméstico, mas também lixo eletrônico e resíduos hospitalares, químicos e industriais, o impacto ambiental é alto, principalmente pela presença de metais pesados. Entre os metais mais comumente encontrados em casos de contaminação de solo e que apresentam sérios riscos à saúde humana e ao ambiente destacam-se Cd, Pb, Co, Cu, Hg, Ni e Zn. Dessa forma, devem ser implementadas medidas para a recuperação das áreas de lixões que serão desativados. Nesse caso a recuperação de áreas degradas não se limita em apenas recompor a vegetação e as relações que ela envolve, mas em imobilizar os metais pesados de modo que não circulem pelo novo ecossistema e não entrem na cadeia alimentar. A fitorremediação é uma alternativa para extrair metais pesados do solo baseado na seletividade, natural ou desenvolvida, que algumas espécies vegetais exibem a determinados tipos de compostos. Tendo em vista que é escasso o conhecimento da capacidade de espécies florestais nativas da região amazônica em hiperacumular metais pesados, se faz necessário e urgente avaliar essa habilidade para a revegetação de áreas contaminadas pela deposição de resíduo sólido a céu aberto, com a intenção de reabilitar esses locais. Esse estudo tem como objetivo investigar a resposta de espécies florestais nativas submetidas à diferentes concentrações de metais pesados no solo. Para isso, propomos um experimento em casa de vegetação para avaliar a sobrevivência, crescimento (produção de biomassa) e acúmulo de metais pesados combinados (Cu, Zn e Pb) em diferentes órgãos (raízes, caule e folhas) de plantas jovens de seis espécies de árvores nativas da região amazônica de dois grupos sucessionais (pioneiras e não pioneiras). Os resultados deste projeto irão contribuir para o aprofundamento do conhecimento fisiológico de diferentes espécies nativas de interesse comercial submetidas a estresse ambiental. Espera-se detectar espécies com potencial para fitorremediação, capazes de absorver e acumular grandes quantidades de metais pesados em seus tecidos, para indicação em programas de recuperação de áreas degradas. No aspecto socioambiental, os resultados esperados na proposta promoverão uma alternativa viável e barata para a recuperação de áreas de lixões desativados, viabilizando a valorização e o aproveitamento social e/ou econômico, uma vez que as espécies estudadas são de interesse comercial.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Milena Dantas Ribeiro - Integrante / Flávia Camila Schimpl - Coordenador.

  • 2018 - Atual

    Avaliação de novas combinações de copas-porta-enxertos, manejo fitossanitário e boas práticas de cultivo, em citros no Estado do Amazonas, Descrição: Dentro dos sistemas produtivos desenvolvidos no estado do Amazonas a citricultura, atualmente, representa uma das principais potencialidades da fruticultura, onde envolve diretamente 2.400 produtores com uma área total de 4.007 hectares entre laranja, limão e tangerina concentrada, praticamente, em Manaus e municípios vizinhos (Iranduba, Rio Preto da Eva, Manacapuru, Itacoatiara, Novo Airão, Presidente Figueiredo e Careiro. Os pomares implantados são, em sua maioria, pertencentes a agricultores familiares com áreas que variam entre 1 a 4 ha. A ocorrência de pragas está entre os maiores desafios para o desenvolvimento da citricultura. No Amazonas existem vários problemas fitossanitários em citros como ácaros, insetos (ex. mosca-negra) e doenças fúngicas (ex. gomose). Entretanto, importantes pragas já presentes em outras regiões do país, como a clorose variegada dos citros (CVC) e o ?huanglongbing? (HLB) não ocorrem nas áreas citrícolas do Amazonas. A introdução do HLB e CVC é um risco eminente para as regiões onde a doença não está presente, uma vez que esta pode ser disseminada por insetos e mudas. Portanto, o manejo integrado de pragas (MIP) com a redução do uso de agrotóxicos e ações para evitar a entrada de novas pragas são necessários para o sucesso da citricultura amazonense. A citricultura convencional converge para a intensa degradação do recurso natural ?solo?, comprometendo sua capacidade produtiva além de contribuir para o aumento do efeito estufa, refletindo na perda e redução da capacidade de armazenar carbono. Desta forma, a busca por estratégias de manejo que incrementem o sequestro de C no solo, como o uso de coberturas vegetais e/ou adubação verde, é fundamental para a validação de sistemas de produção de alimentos que contribuam para a mitigação das emissões de CO2 para a atmosfera. Da mesma forma, ter uma citricultura estabelecida em único porta-enxerto e sem diversificação com outras combinações de variedades, constitui um risco para a sustentabilidade desse negócio agrícola no estado do Amazonas incluindo, também, o aspecto mercadológico negativo pela falta de oferta de laranja em determinadas épocas do ano, permitindo a entrada de frutos oriundos de outros estados da federação, aumentando o risco de problemas fitossanitários. O uso de novas alternativas de combinação de copa e porta-enxerto permitirá o aumento da produtividade sem expressiva expansão dos cultivos evitando o desmatamento de novas áreas. A falta de geração e adaptação de tecnologias para a cultura dos citros nas condições locais do Amazonas e a alta dependência por informações geradas em outras regiões para compor o sistema de produção dessa cultura é outro entrave para a consolidação e desenvolvimento da citricultura no Estado. A proposta tem como objetivo geral buscar a sustentabilidade ambiental e econômica do agronegócio citros no Amazonas pela geração, adaptação e transferência de tecnologias em boas práticas agrícolas e diversificação de combinações de copas/porta-enxertos. Neste sentido, há quatro anos foram implantadas quatro áreas de experimentos de combinação copa x porta -enxerto em Iranduba e Rio Preto da Eva. Os resultados desse projeto irão contribuir para a geração de tecnologias que permitam o uso de coberturas vegetais e suas associações em citros que garantam um bom manejo e conservação do solo preservando e melhorando sua fertilidade ao longo do tempo reduzindo os danos ambientais e que não tragam problemas fitossanitários para a cultura, mas permitam um controle biológico conservativo e consequente redução do uso de agrotóxicos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Milena Dantas Ribeiro - Integrante / José Ferreira da Silva - Coordenador / Marcos Vinícius Bastos Garcia - Integrante / Ana Francisca Tibúrcia Amorim Ferreira e Ferreira - Integrante / Claudio Luiz Leone Azevedo - Integrante / Daniely Cunha da Silva - Integrante / David Daniel Monteiro da Silva - Integrante / Flávia Camila Schimpl - Integrante / Géssica Aline Nogueira dos Santos - Integrante / Gustavo Brazão Buzaglo - Integrante / Hermes Peixoto Santos Filho - Integrante / Jânia Lília da Silva Bentes - Integrante / Jefferson Costa Santos - Integrante / José Eduardo Borges de Carvalho - Integrante / José Zilton Lopes Santos - Integrante / Laiane Sherly Gomes Torres - Integrante / Oloukemi Karmen Jocelyne Adjeran - Integrante / Rafael Freitas Caldas - Integrante / Terezinha Batista Garcia - Integrante / Walter dos Santos Soares Filho - Integrante.

  • 2015 - 2016

    Comercialização e Mapeamento dos locais de procedência de plantas condimentares e aromáticas na cidade de Tabatinga, Amazonas, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Milena Dantas Ribeiro - Integrante / Sandra do Nascimento Noda - Coordenador.

  • 2014 - 2015

    Mapeamento dos locais de procedência de plantas condimentares e aromáticas comercializadas nas cidades de Benjamin Constant e Tabatinga, Amazonas, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Milena Dantas Ribeiro - Integrante / Sandra do Nascimento Noda - Coordenador.

Histórico profissional

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Experiência profissional

2017 - 2017

Universidade Federal do Amazonas

Vínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Monitora da disciplina - Hidráulica Agrícola, Carga horária: 12

2015 - 2016

Universidade Federal do Amazonas

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica, Carga horária: 20

2014 - 2015

Universidade Federal do Amazonas

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica, Carga horária: 20