Gabrielle Freitas Chaves

Possui graduação em Psicologia pela Universidade Federal Fluminense (2013). Mestra no Programa de Pós-Graduação de Psicologia na Universidade Federal Fluminense (2016), orientada pela profa. PhD Márcia Moraes, na área de Subjetividade, Política e Exclusão Social. Trabalhou (2015 a 2018) como Coordenadora Técnica e AT da Saúde Mental do Rio de Janeiro no Serviço Residencial Terapeutico, ponta da reforma psiquiatríca, Pesquisa finalizada no Instituto Benjamin Constant (IBC) no âmbito da deficiência visual e corporeidade. Concluiu o estágio curricular no Serviço de Psicologia Aplicada da UFF (2011-2013), sob supervisão do prof. PhD Eduardo Passos, na abordagem Transdisciplinar da clínica. Trabalhou no projeto de extensão CAPS-AD CRIAA-UFF (2012-2014), supervisionada pelo prof. Dr. Hélcio Mattos, no acompanhamento ambulatorial e territorial de adolescentes usuários de álcool e outras drogas e em situação de risco. Foi bolsista de Iniciação Científica no projeto de Percepção Visual (2010-2012) orientada pelo prof. PhD Elton Matsushima financiada pela FAPERJ. Foi também bolsista de Iniciação Científica no projeto de Gestão Coletiva dos Sonhos (2012-2014) orientada pelo prof. Dr. Abrahão de Oliveira Santos financiada pelo PIBIC-CNPq. Tem experiência na área de Psicologia Clínica, Psicologia Social e Saúde Mental, atuando principalmente nos seguintes temas: corporeidade, políticas públicas de saúde, exclusão social, clínica e subjetividade.

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Acadêmico

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Formação acadêmica

Mestrado em andamento em Psicologia

2014 - Atual

Universidade Federal Fluminense
Título: Laboratório de sensibilidade: uma aposta na experiência estética como provedora de saúde,Ano de Obtenção: 2016
Márcia Moraes.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: corpo; coletivo; feminino; experiência estética.Grande área: Ciências HumanasGrande Área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Ética. Grande Área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Epistemologia. Setores de atividade: Pesquisa e desenvolvimento científico.

Graduação em andamento em Psicologia

2009 - Atual

Universidade Federal Fluminense

Ensino Médio (2º grau)

2006 - 2008

Colégio e curso Sistema Moderno de Educação

Ensino Fundamental (1º grau)

2004 - 2006

Escola Tribo Curumim

Ensino Fundamental (1º grau)

2000 - 2004

Colégio Militar de Salvador

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Formação complementar

2019 -

Massagem Biodinâmica. (Carga horária: 30h). , Silvana Sacharny Biodinâmic, SS, Brasil.

2011 - 2011

I Curso de Verão em Psiquiatria Experimental. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.

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Idiomas

Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Espanhol

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Francês

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Bem.

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Áreas de atuação

    Grande área: Ciências Humanas / Área: Psicologia / Subárea: Clínica psicológica.

    Grande área: Ciências Humanas / Área: Psicologia / Subárea: Saúde Pública.

    Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva / Subárea: Saúde Mental.

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Organização de eventos

CHAVES, G. F. . III Semana de Psicologia da UFF. 2010. (Outro).

CHAVES, G. F. . II Semana de Psicologia da UFF. 2009. (Outro).

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Participação em eventos

ESOCITE.Perceber sem Ver: Oficinas de Experimentação Corporal com Pessoas Cegas e com Baixa Visão. 2015. (Simpósio).

I Curso de Verão em Psiquiatria Experimental. 2010. (Outra).

III Semana Pedagógica do Curso de Psicologia da UFF. 2010. (Outra).

International Symposium on Circadian Rhythms, Sleep and Memory 3rd.Circadian Rhythms, Sleep and Memory. 2010. (Simpósio).

SBNeC. É a direção egocêntrica independente da orientação e da distância exocêntrica na geometria do espaço visual?. 2010. (Congresso).

XX Seminário de Iniciação Científica Prêmio UFF Vasconcellos Torres de Ciência e Tecnologia.É a direção egocêntrica independente da orientação e da distância exocêntrica na geometria do espaço visual?. 2010. (Seminário).

A formação do Psicanalista. 2009. (Outra).

II Semana Pedagógica do Curso de Psicologia da UFF. 2009. (Outra).

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Participação em bancas

Aluno: Lorrane Matos Ferrari de Andrade

BRAZ, V. A. G. A.;CHAVES, G. F.; OLIVEIRA, L. D.; RASCHE, A. S.. ATENDIMENTO EM SAÚDE: A PERCEPÇÃO DAS MULHERES USUÁRIAS DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE. 2016. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Residência Multiprofissional em Saúde da Mulher) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

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Comissão julgadora das bancas

Marcia Oliveira Moraes

Moraes, Marcia; RESENDE, C. M.; QUADROS, L. C. T.. Corpos e cegueiras em experimentação: um fazer ciência no feminino. 2016. Dissertação (Mestrado em Psicologia) - Universidade Federal Fluminense.

Marcia Oliveira Moraes

Moraes, Marcia; QUADROS, L. C. T.; RESENDE, C. M.. CORPO TECIDO EM EXPERIMENTAÇÃO: ENTRE CORPOS, CEGUEIRAS E OFICINAS. 2015. Exame de qualificação (Mestrando em Psicologia) - Universidade Federal Fluminense.

Catarina Mendes Resende

RESENDE, C.; MORAES, M.; QUADROS, L.. Corpos e cegueiras em experimentação: um fazer ciência no feminino. 2016. Dissertação (Mestrado em Psicologia) - Universidade Federal Fluminense.

Catarina Mendes Resende

RESENDE, C.; QUADROS, L.; MORAES, M.. Corpo tecido em experimentação: entre corpos, cegueiras e oficinas. 2015. Exame de qualificação (Mestrando em Psicologia) - Universidade Federal Fluminense.

Leda Lucia Garcia Rosa Rebello

RAUTER, C. M. B.; PEREIRA, E. H. P.; RIBEIRO, R. S. T.;REBELLO, L. L. G. R.. Corpo-comum: por uma experiencia compartilhada. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Abi - Psicologia) - Universidade Federal Fluminense.

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Orientou

Gabrielle Freitas Chaves

Imagem onírica e produção de conhecimento na gestão coletiva dos sonhos; Início: 2014; Iniciação científica (Graduando em Psicologia) - Universidade Federal Fluminense; (Orientador);

Gabrielle Freitas Chaves

Corpo-comum: por uma experiência compartilhada; 2013; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Psicologia) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Gabrielle Freitas Chaves;

Gabrielle Freitas Chaves

Gestão coletiva dos sonhos; 2012; Iniciação Científica; (Graduando em Psicologia) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Gabrielle Freitas Chaves;

Gabrielle Freitas Chaves

É a direção egocêntrica independente da orientação e da distância exocêntrica na geometria do espaço visual?; 2011; Iniciação Científica; (Graduando em Psicologia) - Universidade Federal Fluminense, FAPERJ; Orientador: Gabrielle Freitas Chaves;

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Foi orientado por

Marcia Oliveira Moraes

Corpos e cegueiras em experimentação: uma fazer ciência no feminino; 2016; Dissertação (Mestrado em Psicologia) - Universidade Federal Fluminense, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Marcia Oliveira Moraes;

Abrahão de Oliveira Santos

Imagem onírica e produção de conhecimento na gestão coletiva dos sonhos; 2013; Iniciação Científica; (Graduando em Psicologia) - Universidade Federal Fluminense, PIBIC/CNPq; Orientador: Abrahao de Oliveira Santos;

Abrahão de Oliveira Santos

O estatuto da imagem na Psicologia: questões da gestão coletiva dos sonhos; 2012; Iniciação Científica; (Graduando em Abi - Psicologia) - Universidade Federal Fluminense, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Abrahao de Oliveira Santos;

Gabrielle Freitas Chaves

Imagem onírica e produção de conhecimento na gestão coletiva dos sonhos; Início: 2014; Iniciação científica (Graduando em Psicologia) - Universidade Federal Fluminense; (Orientador);

Gabrielle Freitas Chaves

Corpo-comum: por uma experiência compartilhada; 2013; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Psicologia) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Gabrielle Freitas Chaves;

Gabrielle Freitas Chaves

Gestão coletiva dos sonhos; 2012; Iniciação Científica; (Graduando em Psicologia) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Gabrielle Freitas Chaves;

Gabrielle Freitas Chaves

É a direção egocêntrica independente da orientação e da distância exocêntrica na geometria do espaço visual?; 2011; Iniciação Científica; (Graduando em Psicologia) - Universidade Federal Fluminense, FAPERJ; Orientador: Gabrielle Freitas Chaves;

Ruth Silva Torralba Ribeiro

Corpo-comum: por uma experiência compartilhada; 2013; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Psicologia) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Ruth Silva Torralba Ribeiro;

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Produções bibliográficas

  • CHAVES, G. F. ; Elton Hiroshi Matsushima ; Nilton Pinto Ribeiro Filho . É a direção egocêntrica independente da orientação e da distância exocêntrica na geometria do espaço visual?. In: XXXIV Congresso Anual da Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento, 2010, Caxambú. SBNeC 2010. São Paulo: SBNeC, 2010. v. XXXIV.

  • CHAVES, G. F. ; MORAES, M. ; SIMBINE, A. ; PIZARRO, B. ; SARZEDA, C. ; PAIVA, L. ; TREBISACCE, D. ; DE ASSIS, L. ; PETRINI, R. ; AMORIM, T. . VI ESOCITE.BRasil TECSOC / 6º Simpósio Nacional de Tecnologia e Sociedade. 2015. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • CHAVES, G. F. ; MORAES, M. ; PAIVA, L. ; DE ASSIS, L. ; SIMBINE, A. ; PIZARRO, B. ; AMORIM, T. ; MIGNON, L. ; CECCHETTI, J. ; TREBISACCE, D. ; SARZEDA, C. ; PETRINI, R. . 9° Seminário de Dança Angel Vianna. 2015. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • MORAES, M. ; CHAVES, G. F. ; SIMBINE, A. ; PIZARRO, B. ; SARZEDA, C. ; TREBISACCE, D. ; CECCHETTI, J. ; MIGNON, L. ; PAIVA, L. ; DE ASSIS, L. ; PETRINI, R. ; AMORIM, T. . 53° Congresso Brasileiro de Educação Médica. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MORAES, M. ; CHAVES, G. F. ; SIMBINE, A. ; PIZARRO, B. ; ALVES, C. ; SARZEDA, C. ; TREBISACCE, D. ; CONTI, J. ; CECCHETTI, J. ; MIGNON, L. ; PAIVA, L. ; SAVELLI, L. ; DE ASSIS, L. ; CALVET, L. ; PETRINI, R. ; AMORIM, T. . VIII Semana da Psicologia - UFF. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • CHAVES, G. F. . VI ESOCITE.BRasil TECSOC / 6º Simpósio Nacional de Tecnologia e Sociedade. 2015. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

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Outras produções

CHAVES, G. F. ; SANTOS, A. O. . Imagem onírica e produção de conhecimento na gestão coletiva dos sonhos. 2014. (Relatório de pesquisa).

CHAVES, G. F. ; SANTOS, A. O. . Imagem onírica e produção de conhecimento na gestão coletiva dos sonhos. 2014. (Relatório de pesquisa).

CHAVES, G. F. ; SANTOS, A. O. . Gestão coletiva dos sonhos: da imagem ao animismo. 2013. (Relatório de pesquisa).

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Projetos de pesquisa

  • 2014 - Atual

    Entre corpos, cegueiras e oficinas ? corpo tecido em experimentação, Descrição: A pesquisa é realizada no Instituto Benjamin Constant. Contamos com um dispositivo-intervenção, as Oficinas de Experimentação Corporal, oferecidas às pessoas cegas e com baixa visão matriculadas no setor de reabilitação do IBC. As oficinas trazem à cena atividades com diferentes materiais e dinâmicas corporais. Buscamos explorar no encontro aquilo que o corpo pode vir a criar.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Gabrielle Freitas Chaves - Coordenador., Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Bolsa.

  • 2013 - 2014

    Imagem onírica e produção de conhecimento na gestão coletiva dos sonhos, Descrição: Descartes, Leibniz e Hume inspiram uma Psicologia que concebe a imagem como efeito do mundo sensível sobre a mente, e como tal faz parte de um mundo confuso. O mundo da ordem, do sentido e da lei, se coloca do lado do intelecto e do pensamento. A Psicologia emerge em um contexto do debate atravessado pelos acontecimentos históricos do século XVIII e XIX, de interiorização dos conflitos urbanos, de separação entre o nível da experiência e do sensível e a dimensão do pensamento e do conhecimento. Ao adotar o pressuposto cartesiano de que a imagem é uma revivescência, os psicólogos vão considerar que não há criação nem invenção imanente ao plano da imagem, e que a produção de conhecimento se dá como apreensão pelo pensamento daquilo que se passa no plano sensível, dando a este ordem e sentido. As pesquisa sobre a imagem na gestão coletiva dos sonhos avançou ao ponto de compreendermos de modo mais preciso a imagem como ?criação do espírito?. Trata-se agora de seguir investigando a relação pensamento, imagem e conhecimento. Temos alternativa para abandonar a separação entre mente e corpo, o mundo sensível e o do pensamento, o da imagem e o do conhecimento? A prática da gestão coletiva dos sonhos que nos autoriza a considerar a imagem como uma forma do pensamento, uma forma de conhecimento?. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Gabrielle Freitas Chaves - Integrante / Abrahão de Oliveira Santos - Coordenador.

  • 2012 - 2013

    Gestão coletiva dos sonhos, Descrição: O sonho é freqüentemente pensado como um fenômeno individual e psicológico; expressão de mitos ou crendice popular, portador do enigmático, do desconhecido ou do obscuro. Interessam-nos neste projeto dois aspectos distintos que se conjugam: pensar a gestão coletiva dos sonhos, seus ganhos em termos de uma prática coletiva, transversalizadora e instituinte; pensar uma prática dos sonhos que aumente nossa capacidade de construção de território de existência, de gestão da vida e da liberdade. E interessa-nos também pensar como os processos oníricos, imediatamente observados como de um indivíduo sonhador, podem ser vistos como processo coletivo, social, institucional, político e deflagrador de combates em torno de novos modos de vida. O sonho pode assim ser tomado como processo perspectivante da vida, que abre para uma subjetividade conectada com a exterioridade e com arranjos coletivos-institucionais e a produção de modos expressivos? Podemos investir numa prática de gestão dos sonhos como prática que nos lança às questões da gestão da vida?. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Gabrielle Freitas Chaves - Coordenador / Abrahão de Oliveira Santos - Integrante / Victor Gripp - Integrante.

  • 2011 - 2012

    o que a arte ensina para a psicanálise?, Descrição: Ao longo dos tempos, a arte vem sendo recorrentemente solicitada como remédio ou antídoto contra o mal-estar que acossa o ser humano e mesmo proposta como recurso ou alternativa para tratar o incurável: a violência, a loucura e a exclusão social. Quem canta seus males espanta , a arte salva , e outros tantos aforismos são ditos populares que expressam a crença na possibilidade de redenção através da arte; ideia que se mantém como pano de fundo sustentando práticas terapêuticas diversas além de inúmeras ações sociais, muitas vezes com inegável sucesso. A discussão em torno dos benefícios terapêuticos aportados pela arte não é nova, e remonta às reflexões aristotélicas em torno da catarse purgação veiculada pela encenação das tragédias no teatro grego. No universo psi, não há como deixar de mencionar a iniciativa de orientação junguiana da Dra. Nise da Silveira, na aplicação dos recursos aportados pela arte no tratamento de pacientes psicóticos graves. A arte é, inegavelmente, um modo de dar tratamento ao excesso; contudo, seria preciso discutir o que cada uma das diferentes perspectivas psicoterápicas entende por tratamento, bem como discernir a operação analítica da terapêutica. Como Freud costumava frisar nas definições que elaborou para a psicanálise, esta constitui, em primeiro lugar, uma pesquisa dos processos inconscientes a qual os ganhos terapêuticos se agregam por acréscimo. Neste sentido, o presente projeto de pesquisa tem como objetivo levantar algumas questões que surgem a partir da aproximação entre arte e psicanálise em torno do savoir-faire do artista. Através das teorizações de Freud e Lacan, em conexão com alguns aspectos da produção artística contemporânea, nossa intenção é discernir as propriedades do savoir-faire que interessa ao psicanalista, bem como reconsiderar os pontos de junção e disjunção entre estes dois modos de tratar o real pelo simbólico: arte e psicanálise. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (7) / Especialização: (2) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Gabrielle Freitas Chaves - Integrante / Giselle Falbo Kosovski - Coordenador.

  • 2010 - 2012

    É a direção egocêntrica independente da orientação e da distância exocêntrica na geometria do espaço visual?, Descrição: Recent findings in the research on visual geometry indicated that the processing of exocentric orientation relies on a previous processing of exocentric distance, due to the egocentric directions by means of processing of the visual angle of exocentric interval. Furthermore, there are evidences of a hierarchy of the processing of these geometrical properties. The processing of exocentric direction was independent of the processing of exocentric distance, although the exocentric distance processing did not required information from exocentric direction. The present investigation aims at verifying this dissociation in judgments of egocentric direction, and of exocentric distance and orientation found in related studies. The judgments will be accomplished in a compass whose legs are adjustable in length and that may provide judgments independent of egocentric direction, exocentric distance and exocentric orientation. Predictions based on the evidences indicated that we may found a paralelism between perceived exocentric orientation and the physical orientation; and that judgments of egocentric direction will tend to accuracy. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Gabrielle Freitas Chaves - Integrante / Elton Hiroshi Matsushima - Coordenador / Nilton Pinto Ribeiro Filho - Integrante.

Histórico profissional

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Experiência profissional

  • 2017 - 2018

    Serviço Residencial Terapeutico (RJ)

    Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Coordenação Técnica, Regime: Dedicação exclusiva.

  • 2016 - 2017

    Serviço Residencial Terapeutico (RJ)

    Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Acompanhante Terapeutico, Carga horária: 30

    Outras informações:
    A criação dos Serviços Residenciais Terapêuticos foi normatizada pelo Ministério da Saúde através da Portaria GM106, de 11 de fevereiro de 2000. (BRASIL, 2004). Esses serviços são considerados fundamentais na rede de atenção extra-hospitalar, por representarem uma possibilidade de reinserção social das pessoas portadoras de transtorno mental. O principal objetivo de tais serviços é assegurar, aos portadores de transtorno mental, o direto à moradia e à circulação pela cidade.

  • 2011 - 2014

    Universidade Federal Fluminense

    Vínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Estágio, Carga horária: 20

  • 2012 - 2013

    Centro Regional Integrado de Atendimento ao Adolescente

    Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: psicóloga estagiária, Carga horária: 20

    Outras informações:
    Atendimento ambulatorial com adolescentes em situação de risco e uso abusivo de drogas.