Jeane Luize Pereira Kienen

Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2017). Estagiou no Laboratório de Genética em Recursos Marinhos durante sua graduação (2014-2017) e foi bolsista pelo CNPq nos anos de 2014 à 2016, além de ter participado do Laboratório de Ornitologia da UFRN (2014).Tem interesse nas áreas de bioquímica e genética e suas aplicações biotecnológicas.

Informações coletadas do Lattes em 28/05/2022

Acadêmico

Formação acadêmica

Mestrado em andamento em Biotecnologia

2019 - Atual

Universidade Federal do Amazonas
Orientador:Adrian Martin Pohlit.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.

Graduação em Ciências Biológicas

2013 - 2017

Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Título: REDUZIDO VALOR DIPLÓIDE EM PHAEOPTYX PIGMENTARIA. O PAPEL DAS TRANSLOCAÇÕES ROBERTSONIANAS NA EVOLUÇÃO CARIOTÍPICA DA FAMILIA APOGONIDAE (PERCIFORMES).
Orientador: Wagner Franco Molina
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.

Ensino Médio (2º grau)

2011 - 2012

Instituto Maria Auxiliadora

Formação complementar

2018 -

Qualidade. , Centro de Educação Tecnológica do Amazonas, CETAM, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Participação em eventos

Congresso Brasileiro de Biologia Marinha. 2015. (Congresso).

Comissão julgadora das bancas

Karlla Danielle Jorge Amorim

MOLINA, W. F.;AMORIM, K.D.J.; FERNANDES, M. A.. Reduzido valor diploide em Phaeoptyx pigmentaria. O papel das translocações Robertsonianas na evolução cariotípica da família Apogonidae (Perciformes). 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Maria Aparecida Fernandes

Molina, W.F.FERNANDES, M. A.; AMORIM, K. D. J.. Reduzido valor diploide em Phaeoptyx pigmentaria. O papel das translocações Robertsonianas na evolução cariotípica da família Apogonidae (Perciformes).. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Cecilia Veronica Núñez

CECILIA VERONICA, NUNEZ; Falcão-Bücker, N. C.; LOPES, S. C. P.. Composição química e atividade antiplasmódica de duas plantas amazônicas.. 2020. Exame de qualificação (Mestrando em Biotecnologia) - Universidade Federal do Amazonas.

Orientou

Wagner Franco Molina

REDUZIDO VALOR DIPLÓIDE EM PHAEOPTYX PIGMENTARIA; O PAPEL DAS TRANSLOCAÇÕES ROBERTSONIANAS NA EVOLUÇÃO CARIOTÍPICA DA FAMILIA APOGONIDAE (PERCIFORMES); ; 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Jeane Luize Pereira Kienen;

Foi orientado por

Adrian Martin Pohlit

Composição química e atividade antiplasmódica de duas espécies vegetais amazônicas; Início: 2019; Dissertação (Mestrado em Biotecnologia) - Universidade Federal do Amazonas, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Orientador);

Projetos de pesquisa

  • 2014 - Atual

    DIVERSIDADE GENÉTICA E PADRÕES EVOLUTIVOS DA ICTIOFAUNA DO ARQUIPÉLAGO SÃO PEDRO E SÃO PAULO E ILHAS OCEÂNICAS BRASILEIRAS, Descrição: Entre os peixes, Perciformes constitui a ordem mais com 20 subordens, 160 famílias, cerca de 1.539 gêneros, e 10.033 espécies. As oito maiores famílias que compõesm esta ordem são Gobiidae, Cichlidae, Serranidae, Labridae, Pomacentridae, Apogonidae, Sciaenidae e Blenniidae que concentram juntas 55% das espécies (Nelson, 2006). A família Blenniidae é constituída por cinco tribos, 56 gêneros e 360 espécies que em geral apresentam pequeno porte, em sua maioria menores que 15 cm (Nelson, 2006). Suas espécies exibem características crípticas, tanto biológicas e comportamentais (Sale, 1991), e vivem associados principalmente a recifes de corais, raramente encontrados em água doce e ocasionalmente em água salobra (Springer, 1993; Rangel et al., 2010). Espécies de Blenniidae estão distribuídas nos oceanos Atlântico, Índico, Pacífico (Nelson, 2006) e no Mar Mediterrâneo (Mesa et al., 2005). No Brasil sua ocorrência se estende por toda costa, bem como nos Arquipélagos de Trindade e Martim Vaz, Fernando de Noronha, São Pedro e São Paulo e no Atol das Rocas. Nos ambientes insulares tem sido reportada a presença de Entomacrodus vomerinus (Valenciennes, 1836), com registro no Nordeste do Brasil, Arquipélago de Fernando de Noronha e Costa leste Brasil, Entomacrodus sp. n., endêmico da Ilha de Trindade, Hypleurochilus fissicornis (Quoy & Gaimard, 1824), endêmico do oceano Atlântico, H. pseudoaequipinni (Bath, 1994), com ocorrência em todo Atlântico Ocidental, Hypsoblennius invemar (Smith-Vaniz & Acero, 1980), Atlântico Ocidental e sudeste do Brasil, Ophioblennius trinitatis (Miranda-Ribeiro 1919), endêmica do sudoeste do Atlântico, Parablennius marmoreus (Poey,1875), endêmico do Atlântico, Parablennius pilicornis (Cuvier,1829), costa sul da América do Sul, Scartella cristata (Linnaeus, 1758), oceano Atlântico, Pacífico e Mediterrâneo, Scartella poiti n., endêmico da Ilha de Trindade, Scartella itajobi, endêmica do Arquipélago de Fernando de Noronha, São Pedro e São Paulo e Atol das Rocas, e Omobranchus punctatus (Valenciennes, 1836), espécie exótica na costa brasileira originária dos Oceanos Índico e Pacífico (Floeter et al., 2003; Rangel & Guimarães, 2010) Apesar da diversidade de espécies as informações citogenéticas dessa família são extremamente escassas, pois, somente 37 espécies foram analisadas quanto a seus padrões cariotípicos, o que corresponde a 10% do total das espécies. Destas, apenas quatro são espécies de ocorrência no Brasil (Galvão et al., 2011). Essa desproporcionalidade de informações se deve ao pequeno interesse econômico, características crípticas da família, dificuldades de acesso aos habitats e de coleta. Os gêneros Ophioblennius, Scartella e Entomacrodus ocorrem tanto no litoral nordeste brasileiro quanto nos Arquipélagos de Fernando de Noronha, São Pedro e São Paulo, Trindade e Martim Vaz e Atol das Rocas, onde apresentam algumas espécies endêmicas (Floeter et al., 2003). É factível que o nível de endemismo possa estar atrelado a diversos parâmetros relacionados à especiação, entre estes o potencial para dispersão larval. Análises sobre a correspondência entre padrões morfológicos e citogenéticos inter- e intrapopulacionais em espécies com ocorrência no litoral do Brasil e das ilhas oceânicas contribuirão para o conhecimento dos processos evolutivos em Blenniidae.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Jeane Luize Pereira Kienen - Coordenador / WAGNER FRANCO MOLINA - Integrante.

Histórico profissional

Experiência profissional

2014 - Atual

Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Vínculo: , Enquadramento Funcional: