Mariangela da Silva Nunes

Possui graduação em Enfermagem pela Universidade Federal de Sergipe (UFS/1985), graduação em Fisioterapia pela Universidade Tiradentes (UNIT/2002), Especialização em Gerência de Unidades Hospitalares (UFS/1998), Especialização em Acupuntura pelo Colégio Brasileiro de Acupuntura e Terapia Tradicionais (CBA/2005), Especialização em Urgência e Emergência (UCAMPROMINAS/2015), Mestrado e Doutorado em Ciências da Saúde pela Universidade de Sergipe (2009 e 2014), com linha de pesquisa na área de Envelhecimento e capacidade funcional em idosos; Dor; bem como em Práticas Integrativas e Complementares em Saúde. Vice-líder do grupo de pesquisa ALIVIEADOR, Membro do Núcleo de Pesquisa em Atenção Primária à Saúde e Membro do grupo de pesquisa Biologia em Perspectiva. Atualmente é Profª Adjunto III na matéria de ensino Enfermagem em Saúde do Adulto I, Departamento de Enfermagem, Campus Prof. João Cardoso Nascimento da Universidade Federal de Sergipe.

Informações coletadas do Lattes em 31/01/2020

Acadêmico

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Formação acadêmica

Doutorado em Ciências da Saúde

2011 - 2014

Universidade Federal de Sergipe
Título: Avaliação da capacidade funcional, fatores de risco relacionados e qualidade de vida em idosos vítimas de trauma.
EDILENE CURVELO HORA. Palavras-chave: Idosos; ENFERMAGEM; INDICES DE GRAVIDADE DO TRAUMA; TRAUMATISMOS; Índice Modificado de Barthel; Whoqol. Grande área: Ciências da SaúdeGrande Área: Ciências da Saúde / Área: Fisioterapia e Terapia Ocupacional.

Mestrado em Ciências da Saude

2008 - 2009

Universidade Federal de Sergipe
Título: GRAVIDADE DO TRAUMA EM ADOLESCENTES E ADULTOS EM SERGIPE PELO,Ano de Obtenção: 2009
Profª Drª EDILENE CURVELO HORA.Palavras-chave: GRAVIDADE; TRAUMATISMOS; NEW INJURY SEVERITY SCORE (NISS).Grande área: Ciências da SaúdeGrande Área: Ciências da Saúde / Área: Fisioterapia e Terapia Ocupacional.

Especialização em andamento em ENFERMAGEM EM CENTRO CIRURGICO E CENTRAL DE MATERIAL

2018 - Atual

Faculdade Cidade Verde

Especialização em ENFERMAGEM DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA

2015 - 2015

Universidade Candido Mendes
Título: MORBIDADE HOSPITALAR POR CAUSAS EXTERNAS NO ESTADO DE SERGIPE
Orientador: MÔNICA DE FÁTIMA OLIVEIRA

Especialização em ACUPUNTURA

2003 - 2005

COLEGIO BRASILEIRO DE ACUPUNTURA E TERAPIAS TRADICIONAIS
Título: Tratamento da Obesidade através da Acupuntura
Orientador: Michelle Dorfman

Especialização em Gerência de Unidades Hospitalares

1997 - 1998

Universidade Federal de Sergipe
Título: A Qualidade da Assistência de Enfermagem em Pronto Socorro - Uma Percepção do Enfermeiro.
Orientador: Maria Auxiliadora R. Feitosa

Graduação em Fisioterapia

1998 - 2002

Universidade Tiradentes
Título: Alterações Pulmonares na Síndrome de Guilain-Barré
Orientador: Érika Ramos Silva

Graduação em ENFERMAGEM - Habilitação em Saúde Pública

1982 - 1986

Universidade Federal de Sergipe

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Formação complementar

2015 - 2015

Extensão universitária em CURSO COMPREENDENDO A SAÚDE DO IDOSO. (Carga horária: 60h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.

2015 - 2015

Curso de Enfermagem em Saúde do Idoso. (Carga horária: 80h). , Associação Brasileira de Educação a Distância, ABED, Brasil.

2013 - 2013

I OFICINA DE GEOTECNOLOGIAS EM SAÚDE. (Carga horária: 40h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.

2012 - 2012

I CURSO DE CAPACITAÇÃO DOS PROFESSORES EM METODOLOGIAS ATIVAS DO ENSINO. (Carga horária: 24h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.

2012 - 2012

Espanhol Instrumental. , CONOCER, CONOCER, Brasil.

2011 - 2011

Sistematização da Assistência de Enfermagem. (Carga horária: 40h). , Conselho Regional de Enfermagem de Sergipe, COREN_SE, Brasil.

2010 - 2011

Extensão universitária em PROMOÇÃO DA SAÚDE DOS PROFISSIONAIS ACADÊMICOS. (Carga horária: 340h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.

2010 - 2011

Extensão universitária em Liga Acadêmica de Trauma da UFS. (Carga horária: 340h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.

2010 - 2010

Curso de Análise Quantitativa de Dados em Pesquisa. (Carga horária: 15h). , Fundação São Lucas, FSC, Brasil.

2009 - 2009

ENFERMAGEM EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA. (Carga horária: 100h). , Associação Brasileira de Educação a Distância, ABED, Brasil.

2009 - 2009

CURSO DE FORMAÇÃO DE COORDENADORES EDUCACIONAIS DE. (Carga horária: 24h). , Associação Brasileira de Transplante de Órgãos, ABTO, Brasil.

2009 - 2009

ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS NA ENFERMAGEM. (Carga horária: 60h). , Associação Brasileira de Educação a Distância, ABED, Brasil.

2009 - 2009

ÉTICA E LEGISLAÇÃO EM ENFERMAGEM. (Carga horária: 80h). , Associação Brasileira de Educação a Distância, ABED, Brasil.

2008 - 2008

I CURSO DE CAPTAÇÃO E PRESERVAÇÃO DE CÓRNEA DO EST. (Carga horária: 20h). , ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE DO SUS, ETSUS, Brasil.

2008 - 2008

Metodologia da Investigação Científica. (Carga horária: 12h). , APRIMORAMENTO PROFISSIONAL E ASSESSORIA EM SAÚDE, ÁPICE, Brasil.

2006 - 2006

Curso de Formação de Coordenadores Intra-Hospitala. (Carga horária: 24h). , MINISTÉRIO DA SAÚDE - SECRETARIA NACIONAL DE TRANSPLANTES, MS/SNT, Brasil.

2006 - 2006

Programa de Desenvolvimento das Lideranças. (Carga horária: 44h). , Humana Consultoria Empresarial Ltda, HUMANA, Brasil.

2003 - 2003

1º CURSO DE FISIOTERAPIA APLICADA À NEUROLOGIA. (Carga horária: 40h). , CLINICA DE FISIOTERAPIA, CLINIFISIO, Brasil.

2003 - 2003

Fisioterapia Neurológica. (Carga horária: 16h). , SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SERGIPE, SES, Brasil.

2003 - 2003

Curso Florais de Saint Germain. (Carga horária: 12h). , Florais de Saint Germain, FSG, Brasil.

2003 - 2003

Reabilitação Cardio-Pulmonar na Modernidade. (Carga horária: 30h). , Faculdade Integrada da Bahia, FIB, Brasil.

2003 - 2003

CURSO DE REABILITAÇÃO FISIOTERAPEUTICA EM QUEIMADO. (Carga horária: 16h). , SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SERGIPE, SES, Brasil.

2002 - 2002

Fisioterapia Respiratória Pediátrica e Neonatal. (Carga horária: 15h). , INSTITUTOS DE EDUCAÇÃO SUPERIOR, UNYAHNA, Brasil.

2002 - 2002

Curso de Formação do corpo de Voluntários de Emerg. (Carga horária: 28h). , Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária de Aracaju, INFRAERO, Brasil.

2001 - 2001

Extensão universitária em Intervenção na Criança com Paralisia Cerebral. (Carga horária: 40h). , Universidade Tiradentes, UNIT, Brasil.

2000 - 2000

Fundamental Critical Care Support Course. , Associação de Medicina Intensiva Brasileira, AMIB, Brasil.

1996 - 1996

Tecnica de Coleta de Sangue. (Carga horária: 6h). , BECTON, DICKINSON INDÚSTRIA CIRURGICA LTDA, BDI, Brasil.

1987 - 1987

Capacitação Técnica à Saúde da Mulher e da Criança. (Carga horária: 268h). , Prefeitura Municipal de Aracaju, P/ARACAJU, Brasil.

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Idiomas

Inglês

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Espanhol

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

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Áreas de atuação

    Grande área: Ciências da Saúde / Área: Enfermagem.

    Grande área: Ciências da Saúde / Área: Fisioterapia e Terapia Ocupacional / Subárea: Acupuntura.

    Grande área: Ciências da Saúde / Área: Fisioterapia e Terapia Ocupacional.

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Organização de eventos

FAKHOURI, R. ; OLIVEIRA, A. S. ; RIBEIRO, M. C. O. ; ALVES, J. A. B. ; NUNES, Mariangela da Silva . I JORNADA SERGIPANA DE PATOLOGIA Tema: Linfomas cutâneos. 2016. (Outro).

NUNES, Mariangela da Silva . 3ª Campanha deImunização - Projeto de Extensão: Promoção da Saúde dos Profissionais, Acadêmicos e Usuários do Ambulatório do HU/UFS (PROSUFS). 2011. (Outro).

RIBEIRO, M.C.O. ; NUNES, Mariangela da Silva . 4ª Campanha de Imunização - Projeto de Extensão: Promoção da Saúde dos Profissionais, Acadêmicos e Usuários do Ambulatório do HU/UFS (PROSUFS). 2011. (Outro).

NUNES, Mariangela da Silva . Oficina SONDAS: O cuidar do Enfermeiro. 2011. (Outro).

NUNES, Mariangela da Silva . Campanha de Imunização. 2010. (Outro).

NUNES, Mariangela da Silva . PROMOÇÃO À SAÚDE DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE: IMUNIZAÇÃO CONTRA TÉTANO E HEPATITE. 2010. (Outro).

NUNES, Mariangela da Silva . II JORNADA DE ENFERMAGEM DA UNIT - 2ª JEU. 2008. (Outro).

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Participação em eventos

CONGRESSO INTERNACIONAL DE ENFERMAGEM. DIIAGNÓSTICO SITUACIONAL E QUALIDADE DE VIDA DE IDOSOS VITIMAS DE ACIDENTES E VIOLÊNCIA NA REGIÃO CENTRO SUL DE SERGIPE. 2017. (Congresso).

I JORNADA DE ENFERMAGEM / III SEMANA DE ENFERMAGEM. 2016. (Outra).

Curso de Enfermagem em Saúde Mental.Palestra sobre Contenção Física e Mecânica. 2015. (Outra).

IV Semana e II Jornada de Enfermagem da UFS.Assistência de Enfermagem ao paciene com Diabetes Mellitus. 2014. (Outra).

IV Semana e II Jornada de Enfermagem da UFS.Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (SIDA): relato de caso. 2014. (Outra).

IV Semana e II Jornada de Enfermagem da UFS.Sistematização da Assistência de Enfermagem ao paciente com Insuficiência Cardíaca Congestiva. 2014. (Outra).

10º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva. ANÁLISE ESPACIAL E TEMPORAL DA DENGUE NO MUNICÍPIO DE ARACAJU-SERGIPE, BRASIL. 2012. (Congresso).

3ª Campanha de Imunização. 2011. (Outra).

4ª Campanha de Imunização. 2011. (Outra).

72ª SEMANA BRASILEIRA DE ENFERMAGEM.DOR NO TRAUMA E RESSURREIÇÃO CARDIORRESPIRATÓRIA. 2011. (Outra).

7º Encontro de pós-graduação.EFEITO DA FOTOBIOMODULAÇÃO NA REGENERAÇÃO MEDILAR EM RATOS WISTER. 2011. (Encontro).

Imunização do Adulto Contra Hepatite e Tétano. 2011. (Outra).

VIII SEMANA DE EXTENSÃO DA UFS.ACIDENTES DE TRANSITO EM ARACAJU: Ações Extensionistas à população que previnem e reabilitam.. 2011. (Outra).

Campanha de Imunização. 2010. (Outra).

Doença Renal Crônica e Transplante Renal. 2010. (Outra).

Feira da Saúde. 2010. (Outra).

I Simpósio de Urgência e Emergências: uma abordagem interdisciplinar.I Simpósio de Urgência e Emergências: uma abordagem interdisciplinar - Ventilação Mecânica. 2010. (Simpósio).

I Simpósio de urgências e emergências: uma aobrdagem interdisciplinar. 2010. (Simpósio).

Promoção à saúde dos profissionais de saúde: Imunização contra tétano e hepatite. 2010. (Outra).

I JORNADA SERGIPANA DE TRAUMA. 2009. (Outra).

Curso Ergonomia Aplicada á NR 17. 2008. (Outra).

II Jornada de Enfermagem da Unit - II JEU. 2008. (Outra).

SÍNDROME CORONARIANA AGUDA E TRATAMENTO DE SEPSE GRAVE E CHOQUE SÉPTICO: O QUE EXISTE DE NOVO?. 2007. (Outra).

Seminário de Acupuntura Estética. 2006. (Seminário).

VENTILAÇÃO MECÂNICA E MANUSEIO DE EQUIPAMENTOS EM UTI.VENTILAÇÃO MECÂNICA E MANUSEIO DE EQUIPAMENTOS EM UTI. 2006. (Outra).

XI CONGRESSO NORTE NORDESTE DE PNEUMOLOGIA E TISIOLOGIA. 2005. (Congresso).

XI CONGRESSO NORTE NORDESTE DE PNEUMOLOGIA E TISIOLOGIA. Mesa Redonda de Ventilação Mecânica Invasiva. 2005. (Congresso).

III Curso Semestral de Excelência PneumoAtual em DPOC. 2004. (Outra).

I Curso Semestral de excelência PneumoAtual em Ventilação Mecânica. 2003. (Outra).

IV CONGRESSO NORDESTINO DE TERAPIA INTENSIVA ADULTO E PEDIÁTRICO. 2003. (Congresso).

Curso de Atualização no Tratamento das Queimaduras. 2002. (Outra).

I Curso de reciclagem em Ventilação Mecânica para Fisioterapeutas. 2002. (Outra).

I Curso Semestral de Excelência Pneumo Atual em Ventilação Mecânica. 2002. (Outra).

II SISPAM - SEMANA INTERNA DE SAÚDE, PREVENÇÃO DE ACIDENTES E MEIO AMBIENTE, DA FAFEN - Fábrica de Laranjeiras. 2002. (Outra).

ATUALIZAÇÃO NO TRATAMENTO DE QUEIMADOS. 2001. (Outra).

IV JORNADA DE PEDIATRIA DA UCA - URGÊNCIA DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE. 2001. (Outra).

I Curso Teórico Prático de Ventilação Mecânica. 1999. (Outra).

I Encontro de apresentação de Monografias. 1999. (Encontro).

III Programa de Educação Continuada em Pneumologia. 1999. (Outra).

I SEMINÁRIO SOBRE REFERÊNCIA ESTADUAL HOSPITALAR DE URGÊNCIA E EMEIRGÊNCIA E GESTANTE DE ALTO RISCO. 1999. (Seminário).

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO CLIENTE NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA.ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO CLIENTE NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA. 1998. (Outra).

I Curso Teórico Prático: Atualização em Ventilação Mecânica. 1998. (Outra).

II CONSENSO BRASILEIRO DE VENTILAÇÃO MECÂNICA. 1998. (Outra).

VIIII CONGRESSO BRASILEIRO DE TERAPIA INTENSIVA ADULTO E PEDIÁTRICO E I FÓRUM LATINOAMERICANO DE RESSUSCITAÇÃO. 1997. (Congresso).

ASSISTÊNCIA DO ENFERMEIRO NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA.Assistência do Enfermeiro na Unidade de Terapia Intensiva. 1996. (Outra).

CURSO CONTINUADO DE TÉCNICAS BÁSICAS PARA ENFERMEIROS/HGJAF EM REANIMAÇÃO CARDIORESPIRATÓRIA CEREBRAL E MANUSEIO DE EQUIPAMENTOS.TÉCNICAS BÁSICAS PARA ENFERMEIROS EM REANIMAÇÃO CARDIORESPIRATÓRIA CEREBRAL E MANUSEIO DE EQUIPAMENTOS. 1996. (Outra).

SEMINÁRIO DE ENFERMAGEM "A BUSCA DO SER PELA CONQUISTA DO FAZER". 1996. (Seminário).

Seminário de Referência para o Planejamento estratégico. 1996. (Seminário).

SIMPÓSIO INFARTO DO MIOCÁRDIO E DISLIPDEMIA. 1996. (Simpósio).

TREINAMENTO E RECICLAGEM EM ASSISTÊNCIA SISTEMATIZADA AO POLITRAUMATIZADO. 1996. (Outra).

1º ENCONTRO NORDESTINO SOBRE RESPIRADOR BUCAL. 1994. (Encontro).

ASSISTÊNCIA E CONTROLE DAS DOENÇAS DIARRÉICAS. 1993. (Outra).

CURSO PRÉ-CONGRESSO - INFECÇÕES EM CIRURGIA. 1993. (Congresso).

I CONGRESSO SERGIPANO DE CARDIOLOGIA. 1993. (Congresso).

II CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM ONCOLOGIA GINECOLÓGICA MAMÁRIA. 1993. (Outra).

I SEMINÁRIO MUNICIPAL "O TABAGISMO E A NOSSA SOCIEDADE". 1993. (Seminário).

SIMPÓSIO INTERNACIONAL SOBRE CÂNCER DE MAMA. 1993. (Simpósio).

V CONGRESSO BRASILEIRO DE CIRURGIA DIGESTIVA. 1993. (Congresso).

V CONGRESSO SERGIPANO DE CIRURGIA. 1993. (Congresso).

1ª JORNADA SERGIPANA DE MEDICINA DE URGÊNCIA. 1992. (Outra).

CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM INFECTOLOGIA. 1991. (Outra).

I CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM NUTRIÇÃO ENTERAL E PARENTERAL. 1990. (Outra).

PALESTRA SOBRE OSTOMIAS E CONTROLE DE QUALIDADE. 1990. (Outra).

CURSO DE NOÇÕES DE INFECÇÃO HOSPITALAR. 1989. (Outra).

I CURSO DE ASSISTÊNCIA E REABILITAÇÃO RESPIRATÓRIA DE SERGIPE. 1989. (Outra).

SEMINÁRIO SOBRE A SAÚDE DA MULHER E A PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE. 1987. (Seminário).

I SEMINÁRIO SOBRE REFORMA SANITÁRIA. 1986. (Seminário).

XXXVIII CONGRESSO BRASILEIRO DE ENFERMAGEM. 1986. (Congresso).

CONTROLE E PREVENÇÃO DE INFECÇÕES HOSPITALARES. 1985. (Seminário).

I TREINAMENTO INTENSIVO PROMOVIDO PELO HOSPITAL SÃO LUCAS/DEN/COM O APOIO DO CECAC. 1985. (Outra).

I CURSO DE CARDIOPATIA CONGÊNITA. 1984. (Outra).

I ENCONTRO DE TRABALHADORES DE SAÚDE MENTAL DE SERGIPE. 1984. (Encontro).

II SEMINÁRIO SOBRE ALEITAMENTO MATERNO. 1984. (Seminário).

SIMPÓSIO DE ONCOLOGIA. 1984. (Outra).

ATUALIZAÇÃO SOBRE PROCEDIMENTOS BÁSICOS DE ENFERMAGEM MÉDICO-CIRÚRGICA. 1983. (Outra).

II JORNADA SERGIPANA DE CARDIOLOGIA. 1983. (Encontro).

SEMINÁRIO SOBRE TATAMENTO PRECOCE DAS ENFERMIDADES DIARÉICAS E PREVENÇÃO DA DESIDRATAÇÃO. 1983. (Seminário).

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Participação em bancas

Aluno: JOYCE FRANCIELE NEI BOMFIM DE SANTANA

RIBEIRO, M. C. O.; ALVES, J. A. B.; SANTOS, E. S.; DANTAS, RODRIGO ASSIS NEVES;NUNES, MS. O EFEITO DA MÚSICA NA DOR E ANSIEDADE EM PACIENTES SUBMETIDOS A PROCEDIMENTOS CARDÍACOS PERCUTÂNEOS: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA COM METÁNALISE. 2018. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Lidiane Souza Lima

RIBEIRO, M. C. O.; DANTAS, D. V.;NUNES, Mariangela da Silva. MÚSICA COMO RECURSO TERAPÊUTICO NA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM À VÍTIMA DE QUEIMADURAS. 2016. Dissertação (Mestrado em Mestrado em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Míriam Geisa Virgens Menezes

RIBEIRO, M. C. O.;NUNES, Mariangela da Silva; ALVES, J. A. B.. MANEJO DE DOR EM PACIENTES SUBMETIDOS À CRANIOTOMIA. 2015. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Maria Cristina Leite Ferraz

RIBEIRO, M. C. O.; ALVES, J. A. B.; DANTAS, D. V.;NUNES, Mariangela da Silva. MÚSICA NO ALÍVIO DA DOR NO PÓS-OPERATÓRIO DE CIRURGIA DE FRATURA DE FÊMUR: ENSAIO CLINICO RANDOMIZADO CEGO. 2018. Exame de qualificação (Mestrando em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Samara Oliveira Lopes

ALVES, J. A. B.; RIBEIRO, M. C. O.;NUNES, Mariangela da Silva. CARGA DE TRABALHO E DESFECHOS PSICOLÓGICOS DOS ENFERMEIROS EM DUA UNIDADES DE TERAPIA INTENSIVA. 2018. Exame de qualificação (Mestrando em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Viviane Santos Fontes

RIBEIRO, M. C. O.; CAMPOS, MPA;NUNES, Mariangela da Silva; DANTAS, RODRIGO ASSIS NEVES. USO DOS DISPOSITIVOS BUZZ E DISTRACTION PARA O ALÍVIO DA DOR DURANTE A VACINAÇÃO DE CRIANÇAS. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Joyce Franceille Nei Bomfim de Santana

RIBEIRO, M. C. O.; ALVES, J. A. B.;NUNES, Mariangela da Silva; DANTAS, D. V.. O uso da míusica no alívio da dor e ansiedade no pós-operatório de cirurgia cardíaca. 2016.

Aluno: Caíque Jordan Nunes Ribeiro

MOTA, E. C. H.;NUNES, Mariangela da Silva; ALVES, J. A. B.. DOR DURANTE ASPIRAÇÃO TRAQUEAL EM VÍTIMAS DE TRAUMATISMO CRANIOENCEFÁLICO. 2016. Exame de qualificação (Mestrando em Ciências da Saude) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Allana Gleice Carvalho Fontes Lima

NUNES, Mariangela da Silva; MOTA, E. C. H.; ALVES, J. A. B.. Efeito Analgésico da Glicose e SUcção Não-Nutritiva em Neonatos: Ensaio Clínico Randomizado. 2015. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Gizelle de Oliveira Souza

NUNES, M. A. P.; RIBEIRO, M. C. O.;NUNES, Mariangela da Silva. Atropelamento no trânsito de Sergipe: características e fatores relacionados.. 2015. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Lidiane Souza Lima

RIBEIRO, M. C. O.;NUNES, Mariangela da Silva; ALVES, J. A. B.; CARVALHO, V. O.. USO DA MÚSICA NA ASISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO ALÍVIO DA DOR E ANSIEDADE EM VÍTIMAS DE QUEIMADURAS. 2015. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PPGEN)) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Samiris Alves da Silva

NUNES, Mariangela da Silva; COSTA JUNIOR, G. S.; CONCEICAO, D.; VAEZ, A. C.. AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA EM IDOSOS HOSPITALIZADOS. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Arthur Cesar de Melo Tavares

VAEZ, A. C.; TAVARES, C. S. S.; COSTA JUNIOR, G. S.;NUNES, Mariangela da Silva. SEGURANÇA DOPACIENTE CIRÚRGICO: CLIMA DE CULTURA. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: JULIE ANNE FREIRE DE SOUZA ALMEIDA

VAEZ, A. C.; CONCEICAO, D.; COSTA JUNIOR, G. S.;NUNES, Mariangela da Silva. SÍNDROME DE BURNOUT, ESTRESSE E QUALIDADE DE VIDA DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM DE UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Miguel de Oliveira Silva

ALVES, J. A. B.;NUNES, Mariangela da Silva; CARDOSO, BS. PERFIL DE USUÁRIOS DOS CENTROS DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL:REVISÃO INTEGRATIVA. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Jonas Santana Pinto

RIBEIRO, M. C. O.; ALVES, J. A. B.; RIBEIRO, C. J. N.;NUNES, Mariangela da Silva. LIDOCAÍNA NO ALÍVIO DA DOR DURANTE A SONDAGEM NASOÁSTRICA: REVISÃO SISTEMÁTICA. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Thiago dos Santos Valença

NUNES, Mariangela da Silva; CONCEICAO, D.; COSTA JUNIOR, G. S.; VAEZ, A. C.. DOR EM IDOSOS: ASÉCTOS CLINICOS, IMPACTO SOCIOEMOCIONAL E FATORES RELACIONAODOS. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: BIANCA DA SILVA GONZAGA E MEIRIANE OLIVEIRA FERREIRA

NUNES, Mariangela da Silva; ABUD, A. C. F.; COSTA JUNIOR, G. S.. CUIDADOS DE ENFERMAGEM PARA A PREVENÇÃO DE LESÕES POR PRESSÃO; REVISÃO INTEGRATIVA. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Antoniele dos Santos Pimentel

NUNES, Mariangela da Silva; VAEZ, A. C.; TAVARES, C. S. S.. CAPACIDADE FUNCIONAL EM IDOSOS VITIMAS DE ACIDENTES E VIOLÊNCIAS. 2017.

Aluno: GENIVALDO SILVA DA C

ALVES, J. A. B.;NUNES, Mariangela da Silva; VAEZ, A. C.. JUNIOR E NAYARA DE OLIVIERA S. SANTOS.CITOLOGIA ANAL PARA RASTREIO DE LESÕES PRÉ-NEOPLÁSICAS. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Edilene Santana Santos e Vanessa Quirino Neto

VAEZ, A. C.;NUNES, Mariangela da Silva; PINHEIRO, F. G. M. S.. Qualidade de vida dos estudantes da área de saúde que utilizam metodologias ativas de ensino-aprendizagem. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Silvio Caroline Chaves Barbosa de Oliveira

RIBEIRO, M. C. O.;NUNES, Mariangela da Silva; LIMA, A. G. C. F.. Efeito Analgésico da Glicose e SUcção Não-Nutritiva em Neonatos: Ensaio Clínico Randomizado. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Amanda Santos de Oliveira

RIBEIRO, M. C. O.; ALVES, J. A. B.;NUNES, Mariangela da Silva. Cefaleia pré-operatória em pacientes submetidos à clipagem de aneurisma não roto.. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Jéssica Carolina Chagas Simone e Tainah Janne Santos Ramiro

RIBEIRO, M. C. O.;NUNES, Mariangela da Silva; ALVES, J. A. B.. DOR EM PACIENTES SUBMETIDOS À APENDICECTOMIA. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Bruno Santos e Ilara da Nóbrega Costa

RIBEIRO, M. C. O.;NUNES, Mariangela da Silva; ALVES, J. A. B.. Conhecimento dos profissionais de saúde sobre dor e analgesia. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Camilla Danielle Dória de Santana e Sacha Jamille Oliveira

NUNES, Mariangela da Silva. Cefaléia em pacientes submetidos a Craniotomia. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Ellen Brunelle Tavares Teles

NUNES, Mariangela da Silva. Dor em pacientes submetidos a hernioplastia.. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Marcelly Freitas Albuquerque e Paula Akemi

NUNES, Mariangela da Silva. Conceito de Médicos e Enfermeiros sobre Dor no Pós-operatório de Craniotomia. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Ana Carla Ferreira Silva dos Santos

NUNES, Mariangela da Silva. Dor em vítimas de trauma atendidas num serciço de emergência. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Raquel Melo Araújo e Mariana Silveira Tavares

NUNES, Mariangela da Silva. Toxoplasmose em gestantes no município de Aracaju: prevalência e fatores de risco. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Alana Bispo de Souza e Maria Betãnia trindade Carvalho

NUNES, Mariangela da Silva. Analgesia em pacientes submetidos à neurocirurgia. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Cássia Barbosa da Silva e Deisiane Santana dos Santos

NUNES, Mariangela da Silva. Dor em pacientes submetidos à craniotomia. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Ana Carla Menezes Andrade e Daisy Kelly Rezende

NUNES, Mariangela da Silva. CONHECIMENTOS BIOÉTICOS DE ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM FRENTE AO CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Tiradentes.

Aluno: JULIANA SANTOS BARRETO e LIDIANE SOUZA LIMA

NUNES, Mariangela da Silva. Sexualidade do Homem Sergipano no convívio com a parceira grávida. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Aline Lima de Menezes / Hellen Daiana Andrade

NUNES, Mariangela da Silva. DIÁLISE PERITONEAL: AÇÕES DE AUTO CUIDADO DESENVOLVIDA PELO PACIENTE. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Rosy Kênia tavares dos Santos / Elline Alves Dantas

NUNES, Mariangela da Silva. ABORDAGEM INTERDISCIPLINAR NA REABILITAÇÃO DE VÍTIMAS DE TRAUMA RAQUIMEDULAR EM SERGIPE. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Sandra Silveira de Jesus Lima / Juliana de Oliveira Lima

NUNES, Mariangela da Silva. CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM SOBRE OS PROCEDIMENTOS PÓS ACIDENTES DE TRABALHO. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Isabele Barros Sobral / Jamile Ates de Oliveira

NUNES, Mariangela da Silva. A incidência de Pneumonia aspirativa em pacientes internados em hospital público de Sergipe. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Jardel Martins de Vasconcelos / Larissa Keyla A

NUNES, Mariangela da Silva. de Jesus.Perfil epidemiológico das vítimas de trauma cranioencefálico no intra-hospitalar. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Tiradentes.

Aluno: Carolina Santos Souza / Max Oliveira Menezes

NUNES, Mariangela da Silva. Determinantes da carga de trabalho em unidade de terapia intensiva de uma Instituição Pública. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Tiradentes.

Aluno: Andreza Moura Luduvice / Leyde Rayane de Brito Silva

NUNES, Mariangela da Silva. Assistência de Enfermagem à vítima de trauma cranioencefálico no intra-hospitalar. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Tiradentes.

Aluno: Enia Rita dos Santos Carvalho / Marina Correia de Azevedo

NUNES, Mariangela da Silva. Preditores da internação hospitalar dos pacientes em hemodiálise de uma clínica de Sergipe. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Tiradentes.

Aluno: Jokasta Rodrigues Santos

NUNES, Mariangela da Silva. ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS DE DENGUE EM ARACAJU-SE (2001-2010). 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Rafaela Bezerra gama / Renata Costa Silva

NUNES, Mariangela da Silva. Humanização da Assistência de Enfermagem em Unidade de Terapia Intensiva. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Tiradentes.

Aluno: Gilvaneide Neves de Oliveira / Pammela Vieira Donato

NUNES, Mariangela da Silva. A importância dos equipamentos de proteção individual no cotidiano do enfermeiro. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Tiradentes.

Aluno: Ana Paula Cardoso Feitosa / Vanessa de Vasconcelos Sena

NUNES, Mariangela da Silva. Fatores que influenciam a redução de peso em crianças internadas em uma unidade de terapia intensiva pediátrica de um hospital público do Estado de Sergipe. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Tiradentes.

Aluno: Meiriela Oliveira Bispo / Paula Tereza Fontes de Vasconcelos

NUNES, Mariangela da Silva. Dor osteo-muscular na equipe de enfermagem em dois hospitais do município de Aracaju - Se. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Tiradentes.

Aluno: Amanda Loretta Silva Rosa / Jaqueline Vieira Viana

NUNES, Mariangela da Silva; Silva, E. R.; Monteiro, J. P.. ASPECTOS GERAIS DOS SERVIÇOS DE FISIOTERAPIA EM TERAPIA INTENSIVA ADULTO NO MUNICÍPIO DE ARACAJU. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Tiradentes.

Aluno: Riviane Ribeiro S Santos / Cinthia Carla V

NUNES, Mariangela da Silva. Andrade.Assistência de Enfermagem a pacientes sob cuidados paliativos: um olhar da família. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Tiradentes.

Aluno: Aline Santos de Jesus / Thayla Fernanda Lima

NUNES, Mariangela da Silva. Uso do preservativo na população carcerária feminina: prevalência e percepção de risco. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Tiradentes.

Aluno: Elaine Christine Teles Cruz / Claudyane Kelly Motta Santos

NUNES, Mariangela da Silva. Aspectos gerais quanto aos critérios de indicação e cuidados preventivos de lesões e complicações da aspiração em pacientes críticos. 2003. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Tiradentes.

Aluno: Patrícia Farias Sá / Verônica Maria de Souza Xavier

NUNES, Mariangela da Silva. Realidade da utilização da ventilação não-invasiva nas UTI's da cidade de Aracaju. 2003. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Tiradentes.

CAMPOS, MPA;NUNES, Mariangela da Silva; SIMÕES, SM; ALVES, J. A. B.. Concurso Público para Professor Substituto do DEN/UFS.. 2018. Universidade Federal de Sergipe.

NUNES, Mariangela da Silva; BARREIRO, M. S. C.; ASSIS, E. S.; CARTAXO, Carla Kalline Alves. Concurso Público de Provas e Títulos para Professor Assistente Nível I na Carreira do Magistério Superior. 2013. Universidade Federal de Sergipe.

ALVES, J. A. B.;NUNES, Mariangela da Silva; VAEZ, A. C.; SOUSA, L. B.. Concurso Público para Profº Temporário na matéria de ensino Enfermagem na atenção primária á saúde e nível complementar da atenção básica.. 2012. Universidade Federal de Sergipe.

NUNES, Mariangela da Silva; VAEZ, A. C.; ALVES, J. A. B.; FAKHOURI, R.. COMISSÃO DE AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO PROBATORIO DE DOCENTE. 2016. Universidade Federal de Sergipe.

NUNES, Mariangela da Silva. JORNADA DE ENFERMAGEM DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE / III SEMANA ACADÊMICA (SEMAC). 2016. Universidade Federal de Sergipe.

NUNES, Mariangela da Silva. PROCESSO SELETIVO DE MONITORES VOLUNTÁRIOS. 2016. Universidade Federal de Sergipe.

NUNES, Mariangela da Silva. 26º ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. 2016. Universidade Federal de Sergipe.

NUNES, Mariangela da Silva; VAEZ, A. C.; SANTOS, A. D.; LIMA, Shirley Verônica Melo Almeida; SANTOS, K. B.. Comissão de Atividade Complementar do Curso de Graduação em Enfermagem. 2015. Universidade Federal de Sergipe.

VAEZ, A. C.;NUNES, Mariangela da Silva; ALVES, J. A. B.. CONCURSO PARA SELEÇÃO DE MONITORES VOLUNTÁRIOS PARA SUBUNIDADE HABILIDADES E ATITUDES EM SAÚDE II. 2015. Universidade Federal de Sergipe.

NUNES, Mariangela da Silva. II Jornada/IV Semana de Enfermagem da Universidade Federal de Sergipe/Campus Lagarto. 2014. Universidade Federal de Sergipe.

NUNES, Mariangela da Silva. 24º ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. 2014. Universidade Federal de Sergipe.

NUNES, Mariangela da Silva; VAEZ, A. C.; ALVES, J. A. B.; Costa, AGM. PROCESSO SELETIVO DE MONITORIA. 2014. Universidade Federal de Sergipe.

NUNES, Mariangela da Silva; VAEZ, A. C.; ALVES, J. A. B.; BARREIRO, M. S. C.. PROCESSO SELETIVO DE MONITORIA. 2013. Universidade Federal de Sergipe.

NUNES, Mariangela da Silva. 20º Encontro de Iniciação Científica UFS. 2010. Universidade Federal de Sergipe.

NUNES, Mariangela da Silva. Concurso de Monitor da disciplina de Semiologia. 2009. Universidade Tiradentes.

NUNES, Mariangela da Silva. Concurso de Monitor da disciplina de Semiotécnica da Enfermagem e Ensino Clinico. 2009. Universidade Tiradentes.

NUNES, Mariangela da Silva. Concurso de Monitor da disciplina de Semiotécnica da Enfermagem. 2008. Universidade Tiradentes.

NUNES, Mariangela da Silva. Concurso de Monitor da disciplina de Semiologia. 2008. Universidade Tiradentes.

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Comissão julgadora das bancas

Valmira dos Santos

SANTOS, V.SANTOS, V.. . Avaliação da Capacidade Funcional, fatores relacionados e qualidade de vida em idosos vítimas de trauma. 2014. Tese (Doutorado em Ciências da Saude) - Universidade Federal de Sergipe.

Ricardo Fakhouri

FAKHOURI, R.. GRAVIDADE DO TRAUMA EM ADOLESCENTES E ADULTOS EM SERGIPE. 2009. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saude) - Universidade Federal de Sergipe.

Karina Conceição Gomes Machado de Araújo

ARAÚJO, Karina Conceição Gomes Machado de; SANTOS, V.; ALVES, J. A. B.; RIBEIRO, M. C. O.; MOTA, E. C. H.. Avaliação da Capacidade Funcional, fatores relacionados e qualidade de vida em idosos vítimas de trauma. 2014. Tese (Doutorado em Ciências da Saude) - Universidade Federal de Sergipe.

José Antônio Barreto Alves

ALVES, J. A. B.. Avaliação da capacidade funcional, fatores relacionados e qualidade de vida em idosos vítimas de trauma. 2014. Tese (Doutorado em Ciências da Saúde) - Universidade Federal de Sergipe.

Josimari Melo de Santana

DeSantana, J.M.Bonjardim, L.R.. Gravidade do trauma em adolescentes e adultos em Sergipe pelo "New Injury Severity Score". 2009. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saude) - Universidade Federal de Sergipe.

Edilene Curvelo Hora Mota

Hora Mota, Edilene CurveloSOUSA, Regina Márcia Cardoso de; SANTANA, Josimary Melo de. A gravidade do trauma em adolescentes e adultos em Sergipe pelo "New Injury Severity Score". 2009. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saude) - Universidade Federal de Sergipe.

Edilene Curvelo Hora Mota

Hora Mota, Edilene Curvelo; SANTOS, V.; ALVES, J. A. B.; ARAUJO, K. C. G. M.; RIBEIRO,M.C.O. Avaliação da Capacidade Funcional, fatores relacionados e qualidade de vida em idosos vítimas de trauma. 2014. Tese (Doutorado em Ciências da Saude) - Universidade Federal de Sergipe.

Maria do Carmo de Oliveira Ribeiro

SANTOS, V; HORA MOTA; ALVES, JAB; ARAUJO, K. C. G. M.;RIBEIRO, Maria do Carmo de Oliveira. Avaliação da capacidade funcional, fatores relacionados e qualidade de vida em idosos vítimas de trauma. 2014. Tese (Doutorado em Ciências da Saude) - Universidade Federal de Sergipe.

Maria do Carmo de Oliveira Ribeiro

RIBEIRO, Maria do Carmo de Oliveira; ALVES, JAB; FAKHOURI, R. Funcionalidade e qualidade de vida de idosos vítimas de trauma. 2014. Exame de qualificação (Doutorando em CIÊNCIAS DA SAÚDE) - Universidade Federal de Sergipe.

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Orientou

Samiris Alves da Silva

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA EM IDOSOS HOSPITALIZADOS; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe; Orientador: Mariangela da Silva Nunes;

BIANCA DA SILVA GONZAGA E MEIRIANE OLIVEIRA FERREIRA

CUIDADOS DE ENFERMAGEM PARA A PREVENÇÃO DE LESÕES POR PRESSÃO; REVISÃO INTEGRATIVA; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe; Orientador: Mariangela da Silva Nunes;

Thiago dos Santos Valença

DOR EM IDOSOS: ASÉCTOS CLINICOS, IMPACTO SOCIOEMOCIONAL E FATORES RELACIONAODOS; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de São João Del-Rei; Orientador: Mariangela da Silva Nunes;

Antoniele dos Santos Pimentel

CAPACIDADE FUNCIONAL EM IDOSOS VITIMAS DE ACIDENTES E VIOLÊNCIAS; 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe; Orientador: Mariangela da Silva Nunes;

Leonardo R

dos Santos / Ronaldo Nunes dos Santos; Perfil vacinal da equipe de enfermagem na pediatria em um hospital geral de Aracaju - SE; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Enfermagem) - Universidade Tiradentes; Orientador: Mariangela da Silva Nunes;

Vanessa Figueiredo Araújo / Maria Paula Reis Futuro

O conhecimento em aspiração de Vias Aéreas: percepção da equipe de enfermagem de uma unidade de tratamento intensivo do município de Aracaju - SE; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Enfermagem) - Universidade Tiradentes; Orientador: Mariangela da Silva Nunes;

Candice Lima Cruz / Renata Caroline Macedo

Percepção dos Enfermeiros da oncologia acerca do estresse ocupacional; 2007; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Enfermagem) - Universidade Tiradentes; Orientador: Mariangela da Silva Nunes;

Janaina Polyana de Figueiredo / Viviane Lima Paz

o Conhecimento em reanimação neonatal: percepção dos médicos e enfermeiros de um serviço público de atendiemnto pré-hospitalar móvel de urgência do município de Aracaju - SE; 2007; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Enfermagem) - Universidade Tiradentes; Orientador: Mariangela da Silva Nunes;

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Foi orientado por

Edilene Curvelo Hora Mota

A gravidade do trauma em adolescentes e adultos em Sergipe pelo New Injury Severity Score; 2009; Dissertação (Mestrado em Ciências da Saude) - Universidade Federal de Sergipe,; Orientador: Edilene Curvelo Hora Mota;

Edilene Curvelo Hora Mota

Avaliação da Capacidade Funcional, fatores relacionados e qualidade de vida em idosos vítimas de trauma; 2014; Tese (Doutorado em Ciências da Saúde) - Universidade Federal de Sergipe, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Edilene Curvelo Hora Mota;

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Produções bibliográficas

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  • NUNES, Mariangela da Silva . SEGURANÇA DO PACIENTE: COMO ASSEGURAR UMA ASSISTENCIA LIVRE DE RISCOS. 2011. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • NUNES, Mariangela da Silva . BOAS PRÁTICAS NAS ANOTAÇÕES DE ENFERMAGEM. 2011. (Apresentação de Trabalho/Outra).

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  • NUNES, Mariangela da Silva . ASSISTENCIA DO ENFERMEIRO NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA. 1996. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • NUNES, Mariangela da Silva . CURSO CONTINUADO DE TÉCNICAS BÁSICIAS PARA ENFERMEIROS / HJAF. 1996. (Apresentação de Trabalho/Outra).

Seção coletada automaticamente pelo Escavador

Outras produções

NUNES, Mariangela da Silva . Elaboração do Protocolo de Sondas do Município de Aracaju. 2011.

NUNES, Mariangela da Silva . Você conhece a NR 32?. 2011. .

NUNES, Mariangela da Silva . Segurança do Paciente: Como assegurar uma assistência livre de riscos.. 2011. .

NUNES, Mariangela da Silva . Novas Abordagens no Tratamento de Feridas. 2011. .

NUNES, Mariangela da Silva . Boas Práticas nas Anotações de Enfermagem. 2011. .

MARQUES, D. R. S. ; NUNES, Mariangela da Silva . III JORNADA DE ENFERMAGEM DA UNIT - 3ª JEU - Assistência de Enfermagem ao paciente crítico. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

LEMOS, L. M. D. ; VAEZ, A. C. ; LUCON, D. R. ; RIBEIRO, M.C.O. ; NUNES, Mariangela da Silva . Preparação e Avaliação de Futuros Monitores de Semiotécnica de Enfermagem para o Ensino Clinico. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

NUNES, Mariangela da Silva ; CENTENARO VAEZ, ANDREIA . CUIDADOS DE ENFEMAGEM NO PREPARO E ADMINSTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

NUNES, Mariangela da Silva ; VAEZ, A. C. . CUIDADOS DE ENFERMAGEM NO PREPARO E ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

NUNES, Mariangela da Silva . NOÇÕES BÁSICAS DE VENTILAÇÃO MECÂNICA PARA ENFERMAGEM. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

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Projetos de pesquisa

  • 2018 - Atual

    USO DOS DISPOSITIVOS BUZZY® E DISTRACTION® PARA O ALÍVIO DA DOR DURANTE A VACINAÇÃO DE CRIANÇAS, Descrição: As evidências científicas sobre métodos para o manejo da dor durante procedimentos com agulha, têm avançado consideravelmente nas últimas décadas. No entanto, esses não têm sido transpostas para a prática das equipes multiprofissionais de maneira satisfatória. Atualmente, estima-se que pacientes de diversas faixas etárias e em diferentes condições de saúde apresentam medo de agulha, devido ao manejo inadequado do fenômeno doloroso na infância (TADDIO et al., 2009). A dor na imunização é um problema bastante comum durante a infância, sendo considerada uma considerável fonte de sofrimento para as crianças submetidas à vacinação, seus pais e o responsável pela execução do procedimento, além de ser um dos principais fatores para a não aceitação da vacina (TADDIO et al., 2009, 2012). Até recentemente, a dor e o medo associados à agulha têm sido negligenciados, principalmente durante a infância. Ainda que existam diferentes estratégias com eficácia cientificamente comprovada para controlar a ansiedade e a dor durante a imunização, sejam estas intervenções durante o procedimento, físicas ou farmacológicas, os profissionais de saúde ainda precisam incorporá-las em sua prática clínica (MCMURTRY et al., 2015; TADDIO et al., 2012, 2015a). A dor e a ansiedade são manifestações frequentes no procedimento de vacinação. O manejo inadequado destas acarreta uma série de repercussões aos pacientes, desencadeando medo de agulha. Diante de tal problemática, pretende-se investigar os efeitos de terapias não farmacológicas no alívio da dor de crianças durante a imunização. Visto a necessidade de avaliação das intervenções não farmacológicas para o alívio da dor, surgiu o questionamento: os dispositivos Buzzy e DistrACTION são eficazes no alívio da dor em crianças de quatro a sete anos durante a imunização? Presume-se que os dispositivos utilizados nesta pesquisa serão eficazes na redução da dor e ansiedade das crianças durante o procedimento de vacinação. O estudo permitirá aos profissionais de saúde, conhecer dados sobre a eficácia desses métodos não farmacológicos, a fim de subsidiar sua implementação na prática clínica, além de trazer benefícios para as crianças. Trata-se de uma pesquisa pioneira no Brasil, na qual será testada a eficácia de dois dispositivos não farmacológicos, como estratégias para o alívio da dor durante a imunização. Benefícios esperados para os alunos de graduação, pós-graduação e cursos de graduação e pós-graduação em Enfermagem/UFS: - Desenvolvimento de pesquisas e divulgação dos seus resultados, mediante a publicação de artigos em períodos internacionais especializados sugeridos pelo programa, além da produção do conhecimento em eventos científicos locais, regionais, nacionais e internacionais, sempre referenciando o financiamento da pesquisa. - Estímulo aos alunos da graduação e pós-graduação em Enfermagem na elaboração e publicação de trabalhos / artigos científicos em eventos e periódicos de Qualis CAPES internacional e de relevância para a área de Enfermagem. Objetivos GERAL - Comparar o efeito de dispositivos não farmacológicos no alívio da dor em crianças durante a vacinação injetável. ESPECÍFICOS - Avaliar o nível de ansiedade e dor em crianças antes e depois da vacinação; - Descrever a eficácia do dispositivo Buzzy® na dor das crianças submetidas à vacinação; - Descrever a eficácia dos cartões de distração DistrACTION® na dor das crianças submetidas à vacinação; - Comparar o efeito analgésico dos dispositivos Buzzy® e DistrACTION® entre os grupos; - Verificar a associação entre características clínicas, imunobiológico administrado e intensidade da dor. Metodologia DELINEAMENTO DA PESQUISA Esta pesquisa configura-se como um ensaio clínico, randomizado, controlado e cego. AMBIENTE DA PESQUISA Este estudo será desenvolvido na Unidade Básica de Saúde (UBS) Maria do Céu, localizada na região central de Ara. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.

  • 2016 - 2018

    ALÍVIO DA DOR EM PACIENTES CRÍTICOS DURANTE A SONDAGEM GASTRINTESTINAL, Descrição: A sondagem gastrintestinal é realizada rotineiramente nos serviços hospitalares, especialmente em pacientes críticos, de acordo com sua necessid terapêutica. É considerado um dos procedimentos mais dolorosos e desconfortáveis. Sabe-se que a dor é considerada um fenômeno complexo e desagradável associada a lesões reais ou potenciais ao organismo, geralmente encontrada em pacientes hospitalizados. A dor, quando não tratada adequadamente, acarreta efeitos sistêmicos relevantes ao organismo, como diminuição da saturação de oxigênio e do débito cardíaco, imunossupressão, alteração da frequência respiratória e do balanço nitrogenado ( SBED, 2010; HELMS; BARONE, 2008; UW HEALTH, 2010 ) . A busca pela redução da dor e seus efeitos deletérios ao organismo durante e após a inserção da sonda gastrintestinal tem sido realizada por algu estudos, os quais indicam o uso da lidocaína como prática anestésica local para analgesia do paciente. Dirimir a dor durante a realização do procedimento de sondagem provavelmente auxiliará o profissional a inserção mais facilitada, reduzir efeitos adversos ou possíveis complicações e melhorar a satisfação do paciente. Atualmente, na prática hospitalar é usada a lidocaína em gel apenas para lubrificação da ponta distal da sonda inserção na região nasal, não promovendo alívio da dor ( UW HEALTH, 2010; PRASAD; GARG, 2010 ) . A sondagem gastrintestinal merece especial atenção, uma vez que além da dor e desconforto, complicações podem ocorrer durante o procediment Entre as principais complicações destacam-se as náuseas, vômitos, epistaxe, sinusite, dor na região nasofaríngea e orofaríngea, engasgos e, consideradas as mais graves, temos a lesão do tecido pulmonar e consequentemente perfuração, aspiração, asfixia. Portanto, são necessárias práti baseadas nas melhores evidências científicas para aliviar a dor nos pacientes, assim como prevenir possíveis complicações e seus danos. Ressaltaque em pacientes críticos e sedados, é maior o risco de tais complicações surgirem ( PRABHAKARAN et al., 2012; URI et al., 2011; HALLORAN et a 2011 ) . Dessa forma, estudos que utilizaram a lidocaína spray a 10% pulverizada na orofaringe e nasofaringe três minutos antes da inserção sonda e asso à lidocaína em gel a 2% para lubrificação de sua ponta distal comprovou alívio da dor entre os pacientes entrevistados, comparado com grupo plac cuja pulverização foi com solução salina fisiológica ( PONGPRASOBCHAI et al. 2007 ) . Segundo Uri e colaboradores ( 2011 ) , a instilação de 5 ml de lidocaína em gel a 2% na região nasal dos pacientes cinco minutos antes do procedimento evidenciou alívio da dor e desconforto causado pela ins da sonda gastrintestinal. Por conseguinte, outro estudo indicou o uso da lidocaína spray a 4% ou nebulização com lidocaína a 10%, que também favoreceu a diminuição da dor ( KUO et al., 2010; URI et al., 2011 ) . Acredita-se que esse estudo possa contribuir com a estratégias para a redução da dor e desconforto, durante a sondagem gastrintestinal, pautado melhores evidências científicas e, então, diminuir efeitos deletérios que a dor pode causar ao organismo, evitar possíveis complicações durante e a inserção da sonda, com vistas a promoção do maior conforto ao paciente.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Mariangela da Silva Nunes - Integrante / José Antonio Barreto Alves - Integrante / Maria do Carmo de Oliveira Ribeiro - Coordenador / Caíque Jordan Nunes Ribeiro - Integrante / LIMA, LIDIANE SOUZA - Integrante.

  • 2016 - 2017

    AVALIAÇÃO DA DOR E QUALIDADE DE VIDA EM IDOSOS HOSPITALIZADOS EM LAGARTO/SERGIPE, Descrição: A dor é definida pela Associação Internacional para o Estudo da Dor ( IASP ) como ?experiência sensorial e emocional desagradável,reais ou potenciais ou descrita em termos de tais lesões?. Sua classificação pode ocorrer em dois tipos: aguda, com causa conhecidcrônica quando dura mais de três meses com causa desconhecida ou mal definida1. Dor crônica é a aquela que persiste após o tempo razoável para a cura de uma lesão, ou que está associada a processos patológicosApresenta-se com mais de três meses de duração e se manifesta de modo contínuo ou recorrente2. A alta prevalência de dor em idosos está associada a desordens crônicas, particularmente doenças musculoesqueléticas como artritAlém disso, o aumento na incidência de câncer, a necessidade de procedimentos cirúrgicos, as úlceras de pressão e as doenças carcontribuem para o aumento das queixas álgicas nesse grupo etário. Na cronicidade podem surgir problemas psicológicos, disfunçãode comportamento, redução da capacidade física, com diminuição da produtividade e, com efeito, provocar um impacto econômicoqualidade de vida3. A dor é um dos principais fatores que podem impactar negativamente a qualidade de vida do indivíduo idoso, pois limita suas ativiagitação, o risco para estresse e o isolamento social. A mensuração precisa dessa experiência pode contribuir para que esse impactevitando sofrimento desnecessário. A dor no idoso pode ser quantificada com escalas unidimensionais, como a escala de avaliação verbal, escala visual analógica ( EVAexpressões faciais, escala de avaliação numérica ( EAN ) , termômetros de dor, ou escalas multidimensionais, como o Questionário deGeriatric Pain Measure. A escala numérica de 0 a 10 preservada verbalmente é muito útil para medir a intensidade da dor dos idosodéficits cognitivos ( memória, atenção ou linguagem ) , quadros depressivos e deficiências sensoriais podem comprometer a avaliaçãNeste contexto, a dor está relacionada a fatores emocionais ( ansiedade e depressão ) , fatores sociais ( crenças, papéis e relacionamefatores espirituais ( sofrimento e significado da dor ) . Para entender melhor esses fatores, instrumentos multidimensionais têm sido avaliação da dor nos idosos, entre eles a Geriatric Pain Measure ( GPM ) que é uma escala desenvolvida para avaliar de modo multidPode ser usada para avaliar a dor e sua relação com o humor, atividades de vida diária e a qualidade de vida do idoso. É consideradrequer um pequeno tempo, uma vez que não é um instrumento complexo. Foi adaptada para a língua portuguesa e tem sido utilizacompreender a influência do fenômeno doloroso no idoso4. Para os idosos, a avaliação da qualidade de vida por meio de questionários tem sido reconhecida e valorizada no campo da saúde. Iconceitos de saúde e qualidade de vida se interpõem ? ambos são considerados como satisfação e bem-estar nos âmbitos físico, pssocioeconômico e cultural ?, sem contar no fato de que a prioridade nos tratamentos de quaisquer doenças ou síndromes tem sido em seu âmbito mais abrangente, e a melhora da qualidade de vida dos pacientes5. Nesse sentido o uso de questionários de qualiduma avaliação mais objetiva da combinação de fatores subjetivos. Um dos instrumentos mais utilizado atualmente é o questionárioqualidade de vida Medical Outcomes Study 36-item Short-Form Health Survey ( SF-36 ) , um instrumento multidimensional que foi avaliar as esferas físicas e mentais do estado geral de saúde, em indivíduos com comorbidades crônicas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Mariangela da Silva Nunes - Coordenador / José Antonio Barreto Alves - Integrante / Maria do Carmo de Oliveira Ribeiro - Integrante.

  • 2015 - 2017

    DOR DURANTE ASPIRAÇÃO TRAQUEAL EM VÍTIMAS DE TRAUMATISMO CRANIOENCEFÁLICO, Descrição: O estudo sobre a dor avançou consideravelmente nas últimas décadas, todavia o conhecimento construído não tem sido transposto para a prática equipes multiprofissionais de maneira satisfatória. Atualmente, pacientes de diversas faixas etárias e em diferentes condições de saúde sofrem de à avaliação e manejo inadequados do fenômeno doloroso. Desde o final da década de 90, a dor tem sido conceituada pela Associação Internacional para o Estudo da Dor ( IASP ) como experiência sensorial emocional desagradável associada a dano tissular real ou potencial ou descrita em termos de tais lesões. É uma das experiências mais íntimas do humano, sendo sempre de caráter subjetivo. Entretanto, no ambiente de cuidados críticos, os pacientes encontram-se impossibilitados de express verbalmente sua dor, cujo manejo torna-se uma tarefa desafiadora para os profissionais da saúde 1. As causas externas de morbidade e mortalidade têm ganhado destaque no cenário epidemiológico mundial e atualmente são consideradas um sér problema de saúde pública. São a segunda causa de mortalidade entre os brasileiros e, assim como a dor, promovem elevados custos sociais e econômicos para suas vítimas, famílias e sociedade. Caracterizam-se por englobar as lesões traumáticas decorrentes de acidentes e violências, e atingem, predominantemente, jovens e adultos em idade produtiva, do sexo masculino e de baixo nível socioeconômico 2?4. Segundo dados do DATASUS, as causas externas foram o motivo de 1.056.372 internamentos hospitalares no ano de 2013 5. Estudos epidemiológicos têm documentado que o traumatismo cranioencefálico ( TCE ) é um dos tipos de lesões traumáticas mais frequentes. Nos Estados Unidos, estima-se que ocorra anualmente 1,7 milhão de casos dos quais 275.000 resultarão em internações 6. O Brasil segue a tendência mundial tendo em vista que o TCE foi motivo de 104.660 internações hospitalares em 2013 registradas no DATASUS 5. Estudos locais têm eviden a relevância dessa condição, demonstrando que o TCE assume importante prevalência enquanto lesão traumática e geradora de dor 2,7. Apesar de a dor ser uma consequência inexorável de injúrias traumáticas, estudo recente mostrou que sua avaliação, tratamento e registro não sã adequados 8. Na maioria das vezes, as vítimas de TCE necessitam de tratamento em unidades de cuidados críticos ( UCC ) , nas quais a dor é um e frequente em virtude do grande volume de procedimentos invasivos realizados rotineiramente para manter as funções orgânicas 9. Ademais, o isolamento social, distanciamento familiar, perda do controle sobre si e dificuldade de manter um padrão de sono satisfatório, dentre outros estres ambientais, tornam a UCC um local hostil e de experiências traumáticas 10. Estudo multicêntrico realizado em diversas UCC dos Estados Unidos comprovou que a mudança de decúbito, aspiração traqueal, cuidados com feridas e retirada de drenos podem ser considerados procedimentos que causam dor e desconforto de intensidades variáveis 11. Existem numerosos mitos e falsas crenças entre os profissionais intensivistas que constituem importantes barreiras para o controle efetivo da dor, dentre elas a falsa concepção de que analgésicos potentes podem mascarar e/ou comprometer a avaliação neurológica permitindo, então, o sofrim dos pacientes 12,13. Adicionalmente, estudos brasileiros têm apontado a ?oligoanalgesia? como um sério problema na sala de emergência e que o manejo da dor em vítimas de trauma está aquém do preconizado pela Organização Mundial de Saúde ( OMS ) , atingindo prevalência de 90%, onde da metade dos pacientes permaneceram sem prescrição analgésica 14. Ainda são raras as ferramentas desenvolvidas ou adaptadas à realidade brasileira para a avaliação da dor em pacientes não comunicativos criticam enfermos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Mariangela da Silva Nunes - Integrante / José Antonio Barreto Alves - Integrante / Karla Vanessa de Oliveira Ribeiro - Integrante / Maria do Carmo de Oliveira Ribeiro - Coordenador / Caíque Jordan Nunes Ribeiro - Integrante.

  • 2015 - 2016

    Capacidade funcional e qualidade de vida dos idosos vítimas de acidentes e violências em Lagarto/Sergipe, Descrição: O envelhecimento populacional e a urbanização representam as maiores forças que moldam o século XXI. Entretanto, traduz um enorme desafio, uma vez que o aumento da expectativa de vida é fruto de ganhos fundamentais na saúde pública e nos padrões de vida da população. Os idosos são considerados como produtivos e, em muitos casos, são um recurso para as suas famílias, comunidades e economias. Por conseguinte, tornam-se também mais expostos a riscos diante das atividades de vida diária (AVDS?s) e das atividades laborais que desenvolvem. No Brasil, a Política Nacional do Idoso, Lei 8.842, de 4 de janeiro de 1994, bem como o Estatuto do Idoso, Lei 10.741, de 1º de outubro de 2003, assegura ?os direitos às pessoas com idade ou superior a sessenta anos? e possibilita ao idoso, oportunidades para a preservação de sua saúde física e mental, além de condições de liberdade e dignidade. Considera-se que o envelhecimento ativo depende de influências ou determinantes que regulam indivíduos, famílias e países. Incluem ainda condições materiais e fatores sociais que podem afetar os idosos. Muitos aspectos do ambiente urbano e dos serviços refletem esses determinantes, que devem ser compreendidos sob uma perspectiva do curso de vida e reconhece que os idosos não formam um grupo homogêneo, para qual a diversidade individual aumenta com a idade. A capacidade funcional aumenta na infância, atinge o ápice na idade adulta jovem e apresenta declínio com a idade, e este declínio, possui estreita relação com estilo de vida, bem como os fatores sociais externos, ambiental e econômico. Dados de morbidade hospitalar do DATASUS15 em 2012 apontam que houve 12.343 idosos internados, e observa-se que em 1º lugar as Doenças do aparelho circulatório (3275), seguidos das Doenças do aparelho digestivo (1624), Doenças do aparelho respiratório (1283), Doenças do aparelho geniturinário (1279), Neoplasias (1016) e das Causas externas (1005). Tais internações produzem grande impacto na morbimortalidade da população, o que traduz um problema de saúde pública.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) . , Integrantes: Mariangela da Silva Nunes - Coordenador / Ricardo Fakhouri - Integrante / José Antonio Barreto Alves - Integrante / Karine Vaccaro Tako - Integrante / Maria do Carmo de Oliveira Ribeiro - Integrante / Alberto Corrêa de Vasconcellos - Integrante / THIAGO DOS SANTOS VALENCA - Integrante / ANTONIELE DOS SANTOS PIMENTEL - Integrante / FERNANDA DE JESUS SANTOS - Integrante.

  • 2015 - 2016

    CITOLOGIA ANAL PARA RASTREIO DE LESÕES PRÉ-NEOPLÁSICAS, Descrição: O Papilomavírus Humano ( HPV ) é agentes etiológicos mais comum que provoca doença na região perianal. A maioria das infecção qualquer consequência clínica, mas cerca de 10% dos pacientes desenvolverão verrugas, papilomas ou displasias1. É também de progressão dessas displasias, ou neoplasias intra-epiteliais anais ( NIA ) , para carcinoma invasor2 e a maioria pode ocorrer nacanal anal3. O vírus, por si, não é suficiente para a carcinogênese, e a progressão tumoral, que ocorre em pequena porcentagem de indivídupor mutágenos químicos ou físicos. Os fatores ligados ao desenvolvimento da NIA de alto ( NIAa ) e de baixo grau ( NIAb ) , e à inrecidivas dos condilomas, não estão completamente esclarecidos e a prevalência do HPV em lesões anogenitais de doentes HIVpara explicar a grande proporção de NIAs neste grupo de enfermos4. Vários fatores estão associados à maior probabilidade de desenvolvimento de displasia nos condilomas acuminados perianais:5soropositividade para HIV,910 imunodepressão, fases avançadas da infecção pelo HIV, lesões7 verrucosas acima da linha pectín linfócitos T CD4 inferiores a 500/mm3, e tipo viral do HPV11,14. Entretanto, o tempo de aparecimento dos condilomas, tratamento e associação com outras doenças sexualmente transmissíveis7 não parecem representar fatores de risco. Além disso, parece que para o desenvolvimento do CEC anal é o tempo de infecção pelo HIV15. As NIA a são prováveis precursoras do tumor invasivo, com16 clara associação com os tipos de HPV de alto risco. O risco de17 ligado à severidade da NIA e, embora não haja comprovação, o tratamento dessas lesões preveniria a progressão para carcinoma câncer anal têm sido vistos com21 maior frequência na junção escamocolunar, na linha pectínea. Os fatores de risco entre os hosexo com homens. A prevalência de NIAa também é elevada entre doentes HIV-positivo usuários de drogas injetáveis, indicandpelo HPV e as NIAs podem ser adquiridas22 mesmo pelos não praticantes do sexo anal receptivo. Já as mulheres jovens adepta que têm passado de neoplasia intra-epitelial cervical ( NIC ) ou de infecção pelo HPV são consideradas as mais propensas23. Devido ao risco do surgimento do tumor anal e a possibilidade da detecção das lesões precursoras, programas padronizados de prevenção do câncer anal e protocolos de tratamento para NIA, em doentes infectados pelo HIV, deveriam ser instituídos16. O para citologia vem sendo realizado com eficácia semelhante das coletas cervicais27, e com sensibilidade oscilando entre 42% e variando de 38% a 96%, quando os resultados foram comparados com os da histologia, nos trabalhos consultados25,27,28. A mindica a colposcopia anal para biópsias dirigidas quando a citologia mostra-se alterada20,26,29-31, e muitos outros recomendar astreamento para populações de alto risco para o carcinoma anal22,26,27,30. A sensibilidade e a especificidade relatadas indica ser aplicável para rastreamento de lesões subclínicas e com potencial oncogênico. Todavia, não encontramos na literatura consultada eficácia da citologia anal para detecção de lesões clínicas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Mariangela da Silva Nunes - Integrante / Ricardo Fakhouri - Coordenador / José Antonio Barreto Alves - Integrante / Karine Vaccaro Tako - Integrante / GENIVALDO SILVA DA COSTA JUNIOR - Integrante / THIAGO DOS SANTOS VALENCA - Integrante.

  • 2015 - 2016

    MÚSICA NO ALÍVIO DA DOR E DA ANSIEDADE EM VÍTIMAS DE QUEIMADURAS, Descrição: As queimaduras constituem o motivo de aproximadamente 11 milhões de atendimentos médicos por ano e cerca de 265.000 mortes no mesmo intervalo. Muitas das lesões por queimaduras exigem internação prolongada e provocam graus variados de incapacidade, de maneira que são consideradas uma das principais causas de morbidade ( WORLD HEALTH ORGANIZATION, imp. 2014 ) . No Brasil acontecem cerca de um milhão de casos de queimadura a cada ano ( VALE, 2005 ) . Segundo o Inquérito VIVA, em 2011, ocorreram no pa 1.154 casos de queimaduras, dentre os quais duas vítimas evoluíram a óbito, 195 foram internadas e 73 foram encaminhadas para seguimento ambulatorial ( BRASIL, 2011 ) . Em Sergipe, os meses de maio e junho são notadamente os mais prevalentes em queimaduras ( REIS; MOREIRA; C 2011 ) . O tratamento das feridas por queimaduras gera sofrimento para os pacientes e a equipe de saúde de saúde, que apontam a hora do banho e do curativo como os momentos mais dolorosos ( COELHO; ARAÚJO, 2010; CARLUCCI et al., 2007 ) . A ansiedade pode causar aumento progressivo da sentida e/ou reduzir o seu limiar ( ROSSI et al., 2000 ) . O manejo da dor em pacientes vítimas de queimaduras ainda é um desafio. A música tem se mostrado um efetivo recurso não-farmacológico para alívio da dor e da ansiedade ( CASTRO et al., 2013 ) . Além disso, a música humaniza o cuidado, pois trata o sintoma, proporciona prazer e resgate equilíbrio emocional ( TORCHI; BARBOSA, 2006 ) . A presente pesquisa motivou-se pela vivência da dor e do sofrimento das vítimas de queimaduras durante a realização de curativos, apesar da utilização prévia de medicamentos analgésicos. Surgiu o interesse pelo estudo, com vistas a proporcionar recursos para promoção do alívio da dor ansiedade nos pacientes. Emergiu, então, as seguintes questões norteadoras: a música proporciona redução da dor e da ansiedade em vítimas de queimaduras durante o curativo diário? É possível comparar o efeito terapêutico da música sobre a dor e a ansiedade nos diferentes grupos pesquisados? A hipótese do es é que a música tem efeito terapêutico positivo no alívio da dor e da ansiedade durante o curativo diário em vítimas de queimaduras. Acredita-se que a presente pesquisa poderá enriquecer o conhecimento técnico-científico dos profissionais que estão diretamente relacionados aos cuidados das vítimas de queimaduras, de maneira a sensibilizá-los no que diz respeito à humanização dos cuidados, o alívio da dor e redução da ansiedade. A presente pesquisa justifica-se pela carência de estudos que abordem a música como recurso terapêutico no alívio da dor e da ansiedade em víti de queimadura, de maneira a buscar a humanização e qualificação da assistência de enfermagem, a melhoria na qualidade de vida dos pacientes redução dos custos hospitalares, além de fornecer subsídios para estudos posteriores.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Mariangela da Silva Nunes - Integrante / José Antonio Barreto Alves - Integrante / Karla Vanessa de Oliveira Ribeiro - Integrante / Maria do Carmo de Oliveira Ribeiro - Coordenador / LIMA, LIDIANE SOUZA - Integrante.

  • 2015 - 2016

    Qualidade de vida em idosos do município de Lagarto ? SE., Descrição: anos, segundo o Relatório de Desenvolvimento Humano 2014 pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento ( PNUD ) município de Lagarto a esperança de vida ao nascer aumentou nas últimas décadas, de acordo com dados do Instituto Brasileiro Estatística ( IBGE ) , em 1991 a média de vida ao nascer era de 58 anos já em 2010 esta média passou para 71,5 anos. Esse aumento, no Brasil em geral, deve-se a fatores como: ampliação dos serviços de saneamento básico e coleta de lixo, acessiboferta de medicamentos gratuitos, diminuição do índice de subnutrição, aumento da escolaridade, ampliação do contato com infopopular aos serviços de saúde e, com o avanço da tecnologia na área da saúde, maior enfrentamento de doenças crônico-degenerdiscussões acerca da real influência desses fatores na melhora das condições de vida dos idosos ( Ramos, Veras e Kalache, 1987 ) . Percebe-se, também, por meio dos estudos feitos, que as porcentagens e índices supracitados difere de região para região no Bradesigualdades socioeconômicas que ainda existem no país. Paralelo a este aumento da longevidade está o declínio do índice de fecundidade, tal fato tem proporcionado o envelhecimento dauma modificação da pirâmide etária do país ( Figuras 1 e 2 ) . O Brasil já tem enfrentado problemas sociais e de saúde, em decorrência do aumento dessa população, já que, não houve um precrescimento, que ocorre em curto espaço de tempo. O aumento da expectativa de vida é um fato nos dias atuais, no entanto vivesignifica viver melhor, com isso é necessário a garantia que os longevos desfrutem esses anos com qualidade e satisfação. De acordo com a Organização Mundial da Saúde ( OMS ) a idade que um indivíduo passa a ser considerado idoso é relativa ao nívecada nação. No Brasil essa é de 60 anos, a qual é característica de países em desenvolvimento ( IBGE ) . Dessa forma em até 20 anos essa população poderá representar 30 milhões de indivíduos, 13% da população brasileira. Além disque para cada 100 mulheres idosas hajam 81 homens, pois em média essas vivem cinco anos a mais ( Santos, 2002 ) . Em virtude disso, a intenção da pesquisa proposta é analisar a qualidade de vida dessa população numa amostra de idosos. Embqualidade seja subjetivo, alterado de acordo com a cultura, religião e influenciado pela ética da população. Assim dentre as variávforam utilizadas para o presente projeto de pesquisa: participação social; nível de independência; relações familiares; integraçãodesenvolvimento intelectual e bem estar físico e mental. Uma vez que, qualidade de vida considerada boa deve apresentar condições mínimas para o desenvolvimento das potencialidadeé uma consequência. Assim é uma resultante das condições biológicas, culturais e sociais. Entretanto, é tão importante quanto ode vida, propriamente ditos, para a longevidade do idoso ( Joia, Ruiz e Donalisio, 2007 ) . Dessa forma a qualidade e a satisfação com a vida da população idosa, nesse período de transformação da pirâmide etária, tornammuitos os fatores, subjetivos, que podem influenciar a amplitude do topo da pirâmide, por exemplo, a satisfação com a vida que mais de 60 anos têm. Alguns desses fatores estão associados ao conforto do lar e familiar, a boas condições de saúde e facilidade no acesso a essa, boavalorização do lazer ou atividades diárias que geram a satisfação pessoal do idoso; são importantes reflexões feitas e comprovadaacerca do envelhecimento da população. Muitos idosos no Brasil vivem institucionalizados e estudos apresentam que nem sempre estes mostram um pior grau de satisfação demais idosos que vivem sozinhos. Defendendo assim o benefício das relações sociais, podendo variar as comparações entre do país. Assim uma boa satisfação de vida está relacionada, teoricamente, a um envelhecimento saudável da população ( Joia, Ruiz eDias, Carvalho e Araújo, 2013; Fleck, Chachamovich e Trentini, 2003 ) .. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Mariangela da Silva Nunes - Integrante / José Antonio Barreto Alves - Integrante / Karine Vaccaro Tako - Coordenador.

  • 2015 - 2016

    Análise de fatores extrínsecos e intrínsecos que predispõem a quedas em idosos do municipio de Lagarto-SE, Descrição: O processo de crescimento da população idosa, antes privilégio de países de primeiro mundo, tornou-se hoje um fenômeno mundial Nos países mais desenvolvidos esta transição demográfica ocorreu lentamente, acompanhando o desenvolvimento econômico, a mede vida e a redução das desigualdades sociais. Consequentemente, os ajustes institucionais e as transformações sociais e econômica adequação a uma população mais idosa, puderam ser feitos sem atropelos, num intervalo temporal mais longo. Nos países em desenvolvimento, ao contrário, houve um aumento acelerado da população acima de sessenta anos, em relação à particularmente a partir da década de 50 e o tão almejado envelhecimento populacional, longe de ser uma conquista, passou a ser problema, porque estes países não estavam preparados para enfrentar a profunda transformação da nova estrutura etária. Com relação à saúde, a transição de uma população jovem para uma envelhecida modifica sensivelmente o panorama epidemiológica morbidade e mortalidade, porque é muito mais fácil controlar as doenças infectocontagiosas comuns em população jovem, do que crônicas não transmissíveis que atacam a população mais idosa. A queda é um evento de grande impacto que acomete pessoas idosas, porque provocam lesões na maioria das vezes de natureza à incapacidade longos períodos de internação e reabilitação, diminuição da autonomia e da independência e até necessidade institucionalização, por isso seu custo social é muito grande, devendo sua prevenção ser tratada como questão de saúde pública. Segundo Chandler ( 2000 ) , todo mundo cai, independentemente da idade. A queda é um evento comum na vida das pessoas e, especialmente em crianças e adultos jovens, têm pouca consequência e não apresentam nenhum impacto funcional. As quedas, porém, passam a ser encaradas como um problema, na opinião de Paixão Jr. e Heckmann ( 2000 ) , quando ocorrem na idpois o idoso, quando cai, corre mais risco de lesões, além do que sofre o impacto psicológico do medo, que compromete a segurança andar. Paschoal e Lima ( 2006 ) afirmam que as quedas são um problema importante entre os idosos, não só por sua frequência, mas, principais consequências, sendo comum que as pessoas se preocupem apenas com as lesões físicas ocasionadas, negligenciando as consequências danos sociais decorrentes do evento. Apesar da maioria das quedas não levarem à morte, elas estão associadas a um elevado número de lesões e complicações que por deperíodo de recuperação clínica dos pacientes, além do que as quedas podem ocasionar limitações das atividades desempenhadas por decorrência das deficiências físicas ocasionadas, como pelo medo de sofrerem novas quedas ( BRITO; COSTA, 2001 ) . No mesmo sentido, Simpson ( 2000 ) coloca que a queda pode constituir um grande choque para a pessoa que, embora sendo cronose considera em forma relativamente boa e bastante ativa para a sua idade, pois ela pode sofrer acentuada perda de autoconfiança,restringir suas atividades, preocupação que não diminui apenas a qualidade de vida, mas favorece a fraqueza muscular e a instabilidade agravando o risco de novas quedas. Brito e Costa ( 2001 ) afirmam que entre 10% a 15% dos idosos que caem são acometidos de lesões graves e, dois terços delas são sendo a fratura de quadril a mais comum ( 25% dos casos ) e de consequências mais devastadoras com elevada taxa de mortalidade primeiros seis meses após a fratura ) e incapacidade ( 60% ) para a realização das suas funções habituais. Em mais da metade dos casos, as fraturas ocorrem nos membros inferiores ou superiores, e enfatizam que as quedas costumam ter prolongado, pois se a maioria delas não resulta em dano físico, uma grande proporção leva a inatividade.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Mariangela da Silva Nunes - Integrante / José Antonio Barreto Alves - Integrante / Karine Vaccaro Tako - Coordenador.

  • 2014 - 2015

    MANEJO DA DOR EM PACIENTES SUBMETIDOS À CRANIOTOMIA, Descrição: A dor é uma experiência complexa, iniciada por uma informação sensorial transmitida a partir de um estímulo e modificada por perspectivas afetiva, emocional, cultural e cognitiva. Existem duas categorias de dor, a neuropática que ocorre como uma consequência de uma lesão ou doença que afeta o sistema somatossensorial, cuja origem pode ser traumática, infecciosa, isquêmica, neoplásica ou quimicamente induzida, e a dor visceral que é geralmente difusa e pouco localizada (MOFFAT; RAE, 2010). O acontecimento da dor desde os primórdios segue a história da humanidade e da própria medicina. A preocupação em compreender, tratar e controlar o fenômeno doloroso de forma eficaz é muito antigo. Com o passar do tempo, a evolução do conhecimento trouxe teorias que se propuseram encontrar respostas para dor e, a partir de 1970, as pesquisas sobre dor ganharam maior destaque com a criação da International Association for the Study of Pain (IASP) (LEÃO; AQUARONE; ROTHER, 2013) e, por conseguinte, trouxe um novo direcionamento para o estudo da dor no mundo. A dor é uma condição clínica que gera prejuízos econômicos em todo o mundo. Apesar de sua prevalência e impacto, poucas pesquisas analisaram a experiência da dor fora dos EUA e Europa. Avaliações mais amplas sobre a dor ainda estão carentes no Brasil, em especial em pacientes submetidos à craniotomia (GOREN et al., 2012). Entretanto, não obstante à importância deste sintoma não existem muitos estudos no Brasil sobre dor em craniotomia, o que dificulta a sensibilização de profissionais da área da saúde para o planejamento de ações, com vistas o seu controle no ambiente hospitalar (BARRETO et al., 2012). A Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED) tem buscado a aproximação dos profissionais de saúde interessados no estudo e tratamento da dor, com destaque a incorporação da mesma como 5º sinal vital. A SBED preconiza o estabelecimento de uma avaliação regular e sistematizada da dor no ambiente hospitalar (LEÃO; AQUARONE; ROTHER, 2013). Assim, faz-se necessário um melhor preparo do profissional de saúde para o cuidado prestado a pacientes com dor, para que haja uma adequada avaliação da dor, registro apropriado e melhores resultados quanto ao manejo desta, o que possibilita interligar conhecimento e ação (ALVES et al., 2011). Estudo recente afirma que a maioria dos profissionais de saúde tem conhecimento insuficiente sobre os instrumentos de avaliação da dor, que podem interferir na escolha de medidas de alívio adequadas para as necessidades do paciente com dor. Esse conhecimento inadequado é uma barreira que pode afetar os cuidados ofertados ao paciente durante um tratamento clínico ou cirúrgico (RIBEIRO et al., 2011). O período pós-cirúrgico pode ser vivenciado de forma menos traumática se os profissionais responsáveis pelo cuidado estiverem sensibilizados para a importância da avaliação e alívio da dor e conhecerem estratégias adequadas para o seu tratamento (TACLA; HAYASHIDA; LIMA, 2008). Frente a essa problemática, surgiram as seguintes questões: quais as características da dor aguda dos pacientes submetidos à craniotomia? É possível identificar a dor em pacientes submetidos à craniotomia? Existem registros de dor realizado pela equipe de saúde nos prontuários desses pacientes? Qual a prevalência de dor durante a primeira semana pós-craniotomia? Existe relação entre o manejo da dor e a adequação da analgesia nesse grupo de pacientes? A hipótese desse estudo é que os pacientes submetidos à craniotomia que apresentem dor no período pós-operatório terão um manejo adequado da dor. A motivação para esse estudo surgiu a partir das inquietações e vivências durante a trajetória profissional em que se observou um grande número de pacientes que relatavam dor no pós-operatório de craniotomia.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Mariangela da Silva Nunes - Integrante / José Antonio Barreto Alves - Integrante / RIBEIRO,M.C.O - Coordenador / Karla Vanessa de Oliveira Ribeiro - Integrante / Miriam Geisa Virgens Menezes - Integrante.

  • 2014 - 2015

    DOR NO RECÉM NASCIDO: EFEITO ANALGÉSICO DA GLICOSE 25% E SUCÇÃO NÃO-NUTRITIVA DURANTE PUNÇÃO VENOSA, Descrição: O estudo da dor tem avançado nos últimos anos, tornando a avaliação e a intervenção uma preocupação cada vez maior entre os profissionais da saúde. A dor é conceituada pela InternationalAssociation for theStudyofPain (IASP) como uma sensação ou experiência emocional desagradável relacionada à lesão tecidual real ou potencial, considerando ser subjetiva e modulada por meio de experiências ao longo da vida. Porém, essa definição não se aplica totalmente aos recém-nascidos (RNs), uma vez que estes são incapazes de relatar a dor de forma verbal e geralmente não possuem experiências prévias dolorosas 1,2. Devido a particularidades existentes nessa faixa etária, o conceito de dor da IASP também considera que a inabilidade de comunicação verbal não anula a possibilidade de um indivíduo sentir dor e necessitar tratamento apropriado para seu alívio 1. Os mecanismos de transmissão sináptica inibitória e inibição descendente da dor no RN são menos eficientes em comparação com esses mecanismos no indivíduo adulto. Portanto, é possível inferir que, a experiência dolorosa do neonato é mais intensa, em comparação com o adulto, visto que o RN apresenta respostas difusas e generalizadas à estimulação, além de controle endógeno pouco efetivo 3. A dor pode causar prejuízos ao neonato a curto, médio e em longo prazo. No início, ela pode acarretar irritabilidade e diminuição da atenção. Mais tardiamente pode ocorrer aumento da sensibilidade à dor, com hipersensibilidade aos estímulos dolorosos e não dolorosos, em razão do aumento das ramificações nervosas no local agredido repetidamente e à diminuição do limiar de dor. Além, disso, a dor repetida pode acarretar o aparecimento de problemas de cognição, déficit de atenção e concentração na vida escolar 4. Para que os profissionais de saúde de neonatologia possam agir terapeuticamente diante de situações dolorosas é necessário dispor de instrumentos quedecifrema linguagem da dor, como as escalas de avaliação da dor. Dentre as escalas conhecidas, podemos citar a Neonatal InfantPainScale (NIPS), composta por cinco indicadores comportamentais e um fisiológico (expressão facial, choro, respiração, posição dos braços, posição das pernas e estado de consciência) pode ser utilizada em RN pré-termo e termo 5. Quanto às intervenções para o alívio da dor em neonatos, existe um conjunto de procedimentos farmacológicos e não-farmacológicos. Entre os procedimentos não farmacológicos, podemos citar: sucção não nutritiva, mudanças de decúbito, suporte postural, diminuição de estimulações táteis, aleitamento materno precoce, glicose oral antes e após aplicação de um estímulo doloroso. Tais procedimentos têm sido utilizados para o manejo da dor durante procedimentos dolorosos para facilitar a organização e auto-regulação dos neonatos pré-termo 6,7. Diante da problemática, emergiram as seguintes questões norteadoras: é possível classificar a intensidade da dor em neonatos? Qual medida não farmacológica é mais eficaz no alívio da dor nos RNs submetidos à punção venosa? Há alteração significativa dos parâmetros fisiológicos durante a realização da punção venosa?Há registro da dor nos prontuários dos neonatos internados em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal? A hipótese deste estudo é que o uso da glicose 25% associada à sucção não-nutritiva como medida não farmacológica no alívio da dor durante a punção venosa nos RNs é mais eficaz do que a sucção não-nutritiva e da glicose a 25%. A motivação para o desenvolvimento deste estudo surgiu da vivência na UTI neonatal, onde se observa que a dor do RN é pouco considerada ou a sua avaliação é feita de forma empírica pelos profissionais da saúde, sem a utilização de uma ferramenta, e consequente intervenções no alívio da dor. Realizou-se busca nas bases de dados indexados nacionais e internacionais e identificou-se uma carência de estudos que se comparasse o efeito da glicose a. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Mariangela da Silva Nunes - Integrante / José Antonio Barreto Alves - Integrante / RIBEIRO,M.C.O - Coordenador / Karla Vanessa de Oliveira Ribeiro - Integrante / Alanna Gleice Carvalho Fontes Lima - Integrante.

  • 2014 - 2015

    INCIDÊNCIA DE ESQUISTOSSOMOSE EM ENTERECTOMIAS, Descrição: O desenvolvimento da sociedade ao longo dos últimos séculos sempre esteve baseado em padrões ditados pelo modelo capitalista, sendo que o objetivo econômico tem sido responsável por provocar alterações ambientais que na maioria das vezes impactam a saúde das populações. No Brasil, esta problemática vem do uso inadequado do solo, perda crescente da biodiversidade e degradação dos recursos hídricos. Este último é decorrente da sua multiplicidade de usos, como irrigação, produção de hidroeletricidade, uso industrial da água, pesca predatória e falta de saneamento (NOVAES, 2000). Os dados do relatório de Pesquisa Nacional de Saneamento Básico do IBGE (2008) demonstraram que a coleta de esgoto por rede geral, estava presente em 52,2% dos municípios em 2000 passando a 55,2% em 2008. Neste mesmo ano, 68,8% do esgoto coletado era tratado, deixando ainda um terço dos municípios 31,2% sem tratamento. Essas condições são propícias a poluição dos sistemas hídricos no país, tornando-se veículo para doenças transmissíveis como a esquistossomose. A esquistossomose, cujo principal agente etiológico é o Schistosoma mansoni, tem grande importância nas discussões sobre saúde no mundo devido a sua abrangência espacial e continental. Ocupa a segunda posição no ranking das doenças tropicais, superada apenas pela malária, registrando altos índices de morbidade. É considerada uma doença insidiosa e incapacitante em idades precoces, porém raramente fatal e está relacionada principalmente à ausência ou a precariedade de saneamento básico (WHO, 2008). A doença apresenta características que a definem como uma endemia de fácil expansão em função da associação de alguns fatores como a extensão de áreas agrícolas com projetos de irrigação, devastação ambiental, utilização das águas naturais contaminadas e ocupação das terras por uma população de baixo nível socioeconômico (KATZ e PEIXOTO, 2000; TIBIRIÇÁ, 2008; TIMBÓ e LIMA, 1999). Assim, de acordo com Souza e Santos (2008) a esquistossomose pode ser um indicativo socioeconômico importante, estando relacionada à pobreza e a sua relação como questão de saúde pública é decorrente desta interrelação. Na historicidade do desenvolvimento socioeconômico brasileiro do período colonial, foram estabelecidas condições para endemização da esquistossomose, através do uso da mão de obra escrava importada da África que trouxe junto o S. mansoni. O parasita ao encontrar condições ecológicas adequadas, tais como presença do molusco hospedeiro intermediário Biomphalaria, hospedeiros susceptíveis e condições ambientais propícias, se fixou e espalhou pelo território brasileiro (BARBOSA et al., 1996; SVS, 2008) Assim, a permanência e difusão da esquistossomose estão arraigadas de forma preponderante à pobreza crônica que afeta algumas comunidades tanto na área rural quanto na urbana, como ocorre no Brasil e em toda América Latina. Dados do Ministério da Saúde do Brasil apontam que cerca de seis milhões de indivíduos estão infectados, vinte e cinco milhões expostos ao risco de contaminação e mil e quinhentos são internados por ano vitimados pela doença (BRASIL, 2005; 2009). No Brasil, especificamente no nordeste as áreas endêmicas para a esquistossomose estão distribuídas ao longo da costa litorânea, se estendendo desde o estado do Rio Grande do Norte, incluindo zonas quentes e úmidas dos estados da Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia (CARVALHO, 2008; VERONESI, 2007) e com prevalências acima de cinco por cento em todos estes Estados, exceto no Estado do Rio Grande do Norte (BRASIL, 2005, 2007). Dados do Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil (PNUD, 2000) caracterizam Sergipe como um Estado com precariedades de condições de vida possibilitando a expansão da esquistossomose em seu território. Em função da magnitude da doença no estado de Sergipe, torna-se importante o conhecimento do perfil epidemiológico e suas implica. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Mariangela da Silva Nunes - Integrante / Ricardo Fakhouri - Coordenador / José Antonio Barreto Alves - Integrante / Danuza Duarte Costa - Integrante / Lilian Pinheiro Café - Integrante / Maria do Carmo de Oliveira Ribeiro - Integrante.

  • 2014 - 2015

    ESTRUTURAÇÃO E OTIMIZAÇÃO DA REDE DE UNIDADES SENTINELAS PARA DENGUE NO ESTADO DE SERGIPE, Descrição: A dengue e suas manifestações mais graves são consideradas na atualidade, um importante problema de saúde pública mundial. Nas últimas três décadas, o aumento na frequência de casos tem provocado uma elevação na taxa incidência, em regiões de países com clima Tropical e Subtropical (WHO, 2011). A doença é transmitida aos humanos pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus, artrópode com uma alta capacidade de adaptação a áreas urbanas, dos quais o primeiro é o principal vetor (PESSANHA, 2012). Aproximadamente 3,0 bilhões de pessoas, cerca de dois quintos da população mundial, estão em risco de adoecimento e estima-se que 50 milhões de pessoas são infectadas anualmente e destas, considera-se que 500.000 pessoas apresentem dengue hemorrágica com consequente necessidade de internação. A dengue é considerada doença endêmica em mais de 100 países abrangendo a África, Américas, Mediterrâneo Oriental, Sudeste Asiático e no Pacífico Ocidental, exceto a Europa (WHO, 2011). Considera-se que esse número pode ser maior, visto que, há países no continente Africano em que as notificações não são oficiais e pouco se sabe sobre a epidemiologia da febre da dengue (VAIRO, 2012). Nos demais países, em especial no Brasil, apesar de ser obrigatória a notificação dos casos suspeitos de dengue, percebe-se uma subnotificação. Tal fato pode ser atribuído a negligência dos serviços de saúde ou a não procura destes pela população suspeita, dificultando assim, os órgãos públicos de vigilância e ações de prevenção (HALSTEAD, 2006; TEXEIRA; COSTA; BARRETO, 2011). Nos relatos históricos, considerou-se que a dengue era um problema de saúde pública sem importância, em razão da baixa taxa de mortalidade e epidemias esporádicas. Nos anos após a Segunda Guerra Mundial, um grande progresso foi feito no controle de doenças infecciosas de todo tipo, em especial, aquelas doenças transmitidas por vetores. Entretanto, o crescimento urbano associado ao aumento das migrações rurais que ocorreram com finalidade de encontrar trabalho, associado a falta de planejamento, habitação inadequada, água, esgoto e gestão de resíduos na maioria das cidades proporcionaram, condições ideais para os vírus da dengue e seu mosquito vetor Aedes aegypti pudessem novamente se desenvolver (GLUBER, 2012). Na região das Américas as campanhas de erradicação, sobretudo durante os anos 1960 e início de 1970 promoveram uma interrupção da transmissão da dengue em grande parte dos países. No entanto, as medidas de vigilância e controle do vetor não foram sustentadas e houve reinfestações posteriores do mosquito, seguidos por surtos no Caribe e nas Américas Central e do Sul. Observou-se que a dengue apresenta surtos cíclicos que ocorrem a cada 3-5 anos, nos quais o maior surto ocorreu em 2002 com mais de 1 milhão de casos notificados (WHO, 2009). Desde o início do século 21, o Brasil é considerado o país com o maior número de casos relatados de dengue. Entre os anos de 2000 a 2005, ocupou o primeiro lugar no ranking internacional para os casos totais, com mais de três milhões de registros, o que representou 78% de todos os casos notificados nas Américas e 61% dos casos relatados à Organização Mundial de Saúde (WHO, 2007). A incidência no Brasil variou de 446,3 a 63,2 por 100 mil habitantes, em 2002 e 2004, respectivamente (BRASIL, 2008). A importância do entendimento sobre os fatores que condicionam a ocorrência de infecções por vírus da dengue se torna imprescindível, visto que, a cada ano diversos grupos populacionais nas cidades podem ser afetados. São considerados como fatores importantes na determinação da incidência e gravidade das infecções: o agente biológico do vírus da dengue (quatro sorotipos, virulência de cepas, sequência de infecções e replicação da taxa), hospedeiro (idade e sistema imunológico) e vetor (taxa de reprodução e adaptação ao ambiente) (TEIXEIRA; BARRETO; GUERRA, 1999).. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Mariangela da Silva Nunes - Integrante / Ricardo Fakhouri - Integrante / José Antonio Barreto Alves - Coordenador / Marcos Aurélio de Oliveira Goes - Integrante / Danuza Duarte Costa - Integrante / Lilian Pinheiro Café - Integrante / Karina Conceição Gomes Machado de Araújo - Integrante / Karine Vaccaro Tako - Integrante / Patrícia Rodrigues Marques de Souza - Integrante.

  • 2013 - 2014

    INQUÉRITO DE VIOLÊNCIAS E ACIDENTES EM REGIONAL DE SAÚDE DE SERGIPE, Descrição: As violências e acidentes exercem grande impacto nas condições de saúde da população e seus efeitos ultrapassam o sofrimento individual e coletivo, pois atingem um número muito maior de pessoas do que aquelas que se encontram diretamente envolvidas, que incide na cultura e no modo de viver da vítima e de seus familiares1-3. No mundo, diariamente, mais de 15.000 mil pessoas são vítimas de violências e acidentes e, aproximadamente, 5,8 milhões morrem a cada ano. Tais dados representam 10% da mortalidade mundial e 32% a mais do que o número de mortes por doenças transmissíveis como a malária, tuberculose e HIV/AIDS, o que reflete como um dano irreparável nas vítimas, famílias e sociedade 4. No Brasil, as vítimas por causas externas representam a terceira causa mais frequente de morte e as internações apresentam um aumento progressivo de 7,7% em 2000 para 10,4% em 2010. Tal fato representou um crescimento de 19,1% na taxa de internação com 929.245 internações por causas externas no ano de 2010 e, consequentemente, aumento nos custos relacionados à saúde pública os quais representam, atualmente, 11,8% dos gastos com todas as hospitalizações financiadas pelo SUS 2-3. A região nordeste em 2009 registrou 40.473 óbitos por causas externas ocupando o segundo lugar da mortalidade geral, perdendo apenas para doenças do aparelho circulatório 3. Em Sergipe, os dados representam 1.623 óbitos em 2009 e 1.756 em 2010, o que reflete um crescente índice na mortalidade bem como nas internações hospitalares registrados no Sistema de Informação Hospitalar (SIH) de 4.654 e 5.415, respectivamente 5. Devido à complexidade do problema, o Ministério da Saúde implantou em 2006 a Vigilância de Violências e Acidentes (VIVA) para conhecer o impacto das violências e acidentes no perfil da morbimortalidade da população. A abordagem da violência pela Saúde Pública é fundamental para obter o maior número possível de conhecimentos de todos aspectos e unir, sistematicamente, dados sobre sua extensão, características e consequências em nível local, nacional e internacional 6. O inquérito VIVA tem como finalidade conhecer a magnitude e as características dos casos identificados em unidades de emergência hospitalar. Trata-se de uma monitorização epidemiológica complementar às informações disponibilizadas pelo Sistema de Informação de Mortalidade (SIM) e Sistema de Informações Hospitalares (SIH). Outra forma de conhecer as características das violências e acidentes em uma determinada localidade é o uso de análises espaciais, por meio de programas computacionais, que utilizam o espaço territorial para analisar a distribuição dos processos de saúde e doença na população e que podem ser utilizados como ferramenta importante para analisar a distribuição espacial das violências e acidentes. Os Sistemas de Informações Geográficas podem ser entendidos como a mais completa das técnicas de geoprocessamento. São sistemas computacionais capazes de armazenar uma grande quantidade de dados de expressão espacial, sejam elas posição, topologia e atributos que podem ser estruturados para tratamento das informações geográficas, análises e aplicações gráficas 7-8. As ações de vigilância epidemiológica na prevenção de violências e acidentes têm papel importante na prevenção da morbimortalidade por causas externas o que evidencia necessidade ainda maior de fortalecer o sistema de vigilância. Nesse contexto, é fundamental que sejam estudadas e divulgadas informações sobre as características e tendências da morbidade por causas externas, a fim de compreender a extensão, gravidade e direção do problema 3. Diante do cenário atual surgiram os seguintes questionamentos: Quais os tipos de violências e acidentes que geram maior atendimento no ambiente hospitalar da região centro sul de Sergipe? Qual a distribuição espacial dos locais em que as vítimas sofrem violências e acidentes com maior freq. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Mariangela da Silva Nunes - Coordenador / Edilene Curvelo Hora - Integrante / Ricardo Fakhouri - Integrante / José Antonio Barreto Alves - Integrante / Shirley Verônica Melo Almeida Lima - Integrante.

  • 2013 - 2014

    Avaliação da qualidade do preenchimento das declarações de óbito no Estado de Sergipe., Descrição: Na área da saúde, as diretrizes e os programas visando o controle de doenças e mortes devem basear-se em informações adequadas e oportunas sobre a natureza e extensão dos problemas observados, seus determinantes e o impacto causado nas populações. As estatísticas de mortalidade por idade, sexo e causa de morte se constituem na forma mais usada para atender às necessidades de planejamento e programação em saúde (SANTO, 2008). A declaração de óbito (DO) é o documento-base do Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde (SIM/MS). É composta de três vias autocopiativas, prenumeradas sequencialmente, fornecida pelo Ministério da Saúde e distribuída pelas Secretarias Estaduais e Municipais de saúde conforme fluxo padronizado para todo o país (BRASIL, 2009). A DO deve ser preenchida para óbitos, de qualquer natureza, ocorridos em estabelecimentos de saúde, domicílios ou outros locais (ALMEIDA et al, 2011). A avaliação das estatísticas de mortalidade é um importante subsídio para pesquisas e trabalhos científicos. As causas de morte, a serem registradas na declaração de óbito, são todas as doenças, estados mórbidos ou lesões que produziram a morte, ou que contribuíram para ela, e as circunstâncias do acidente ou da violência que produziram essas lesões. A causa básica de morte é definida como a doença ou lesão que iniciou a cadeia de acontecimentos patológicos que conduziram diretamente à morte ou as circunstâncias do acidente ou violência que produziram a lesão fatal. Portanto, para que se compreenda como uma determinada doença pode levar a óbito, é importante que se conheça também todas as implicações que possam ter contribuído para tal (BRASIL, 2009). O médico é o responsável por todas as informações contidas na declaração de óbito, por isso não deve assiná-la se estiver em branco ou deixar declarações previamente assinadas; Deve verificar se todos os itens de identificação estão devidamente preenchidos (FUNASA, 2001). Através do preenchimento adequado das declarações de óbito, é possível contribui com a identificação das principais causas de morte e para adoção de medidas de prevenção e controle das doenças, por isso é necessário que tais informações estejam precisas e completas (LAURENTI et al, 2009). Muitas vezes, os médicos encontram dificuldades para preencher a DO, dentre as várias justificativas, merece destaque a falta de atenção, por parte dos currículos das escolas médicas, ao ensino do correto preenchimento da declaração de óbito e à sua importância como ferramenta de dados para a saúde pública. É comum médicos se depararem, pela primeira vez, com uma DO no momento em que se veem na contingência real de preenchê-lo (CHIAVEGATTO FILHO et al, 2007). A falta de uma devida assistência médica influencia no número de óbitos, por isso, as políticas e os programas visando o controle de doenças e mortes devem se basear em dados adequados sobre a natureza e a extensão dos problemas observados e sobre o impacto causado na sociedade. A declaração de óbito é um importante instrumento para a construção de qualquer tipo de planejamento de saúde, e uma política de saúde adequada pode significar a diferença entre a vida e a morte para muitas pessoas (MENDONÇA et al, 2010). No entanto, a qualidade da DO é prejudicada quando determinados dados fornecidos neste documento estão incompletos ou até mesmo ausentes. A qualidade dos dados sobre mortalidade fica comprometida quando uma proporção considerável de causas de morte é classificada como mal definida (SANTO, 2008). Alguns erros comuns no preenchimento são, por exemplo: I. Registros de dados na DO apresentam-se com letra ilegível e com abreviações ou rasuras; II. Registros de causas da morte que não obedecem ao disposto nas regras internacionais, por exemplo: mais de um diagnóstico informado por linha e a não informação do tempo aproximado entre o início da doença e a mort. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.

  • 2013 - 2014

    DOR EM PACIENTES SUBMETIDOS À APENDICECTOMIA, Descrição: A dor é uma manifestação subjetiva de experiência desagradável produzida por uma lesão tecidual envolvendo mecanismos corporais físicos e químicos. A dor é subjetiva e a experiência vivenciada pelos indivíduos é pessoal e intransferível. Em 2000 a Joint Comissionon Accreditation on Heathcare Organizations (JCAHO) descreveu a dor como o quinto sinal vital, em virtude de sua importância, a dor deve ser avaliada e registrada como os demais sinais vitais (PEDROSO; CELICH, 2006). Ressalta-se que para um atendimento de qualidade, além dos demais sinais vitais (temperatura, pulso, respiração e pressão arterial), a dor precisa ser avaliada e registrada de forma sistemática. Estudo recente demonstrou que embora a dor seja descrita como quinto sinal vital, o seu registro pela equipe de enfermagem era escasso (RIBEIRO; PEREIRA; SALLUM, et al., 2012). Dentre os profissionais da saúde a enfermagem é a categoria que permanece em turnos contínuos com o paciente, portanto desempenha um papel fundamental na avaliação do fenômeno doloroso. Para a avaliação da dor pós-operatória é necessário que a equipe saúde investigue as seguintes dimensões: a localização por meio da descrição verbal, a intensidade, a qualidade, expressões faciais e corporais, início e duração, fatores atenuantes e agravantes, estado físico, emocional e nível de consciência do paciente (IASP, 1994). No período pós-operatório a dor pode estar presente e tornar-se um problema quando não tratada de forma adequada pela equipe multidisciplinar em especial nos pacientes submetidos à apendicectomia (MORENO-AZCOITIA et al., 2007; OLIVARES; HERNÁNDEZ; OVALLE, 2011). A apendicectomia é uma operação simples, que se realiza em um curto período de tempo, porém quando há sinais de complicação como ruptura do apêndice ou peritonite o tempo de cirurgia é mais prolongado (HUMES; SIMPSON, 2006). No período pós-operatório a dor pode estar presente e, portanto deve ser tratada de maneira adequada com vistas a diminuir o sofrimento do paciente. Estudo nacional sobre dor pós-operatória revelou que 59% dos pacientes apresentaram no 1º dia pós-operatório (DPO) dor caracterizada como intensa e em 22% dos casos a dor era do tipo contínua. Salienta-se que a dor não tratada provoca alterações neurovegetativas como taquicardia, hipertensão, diminuição da saturação de oxigênio e sofrimento físico (RIBEIRO; PEREIRA; SALLUM, et al., 2012). Ademais, o manuseio adequado da dor pós-cirúrgica propicia a recuperação e o retorno precoce as atividades da vida diária. Para o manejo adequado da dor é necessário a implementação de protocolos de analgesia, centros de dor aguda e capacitação dos profissionais da área da saúde para o tratamento adequado do fenômeno doloroso (MAGALHAES, 2011). Buscou-se em literaturas indexadas nacionais e internacionais temáticas semelhantes, porém foram escassos os estudos que abordassem o tema. Portanto, o estudo justifica-se pela carência de pesquisa semelhante e pela perspectivas, que os resultados advindos da pesquisa possam sensibilizar gestores da área da saúde sobre a importância do manejo adequado do fenômeno doloroso. A partir do exposto emergiram as seguintes questões norteadoras: os pacientes no pós-operatório de apendicectomia sentirão dor? Há registro da dor nos prontuários desses pacientes?. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.

  • 2011 - 2012

    DOR NO PÓS-OPERATÓRIO DE CRANIOTOMIA ELETIVA, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Mariangela da Silva Nunes - Integrante / Maria do Carmo Oliveira Ribeiro - Coordenador / SILVA, Cássia Barbosa da - Integrante / SANTOS, Deisiane Santana dos - Integrante.

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Prêmios

2015

Paraninfa dos Formandos da 1ª Turma do Curso de Enfermagem da Universidade Federal de Sergipe, Campus Antônio Garcia Filho - Lagarto, pelo Método PBL, ano 2015-2., Universidade Federal de Seripe.

2011

Menção Honrosa, Associação Brasileira de Enfermagem - Sergipe.

2011

Mestre Amigo, Universidade Federal de Sergipe - Turma de Enfermagem - Formandos 2011.2.

2000

Elogio, Central de Notificação de distribuição de órgão de Sergipe.

Histórico profissional

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Endereço profissional

  • Universidade Federal de Sergipe, Centro de Ciências Biológicas e da Saúde. , Departamento de Enfermagem - Campus da Saúde, Santo Antonio, 49000000 - Aracaju, SE - Brasil, Telefone: (79) 991034440

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Experiência profissional

  • 1986 - 2012

    Prefeitura Municipal de Aracaju

    Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Estatutário, Carga horária: 30

  • 1988 - 2012

    Secretaria de Estado da Saúde de Sergipe

    Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Fisioterapeuta, Carga horária: 30

  • 2012 - Atual

    Universidade Federal de Sergipe

    Vínculo: , Enquadramento Funcional: Professor Assistente Nível I, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

    Outras informações:
    Nomeada por meio do Concurso Público de Provas e Títulos para Professor Efetivo,Edital nº. 026/2011, publicado no D.O.U. de 14/09/2011, seção 3 e homologado no D.O.U. de 09/01/2012, seção 1, aprovada em 2º lugar para a Matéria de Ensino Enfermagem Aplicada do Núcleo de Enfermagem da UFS para o Campus Universitário Prof. Antônio Garcia Filho. Nomeada Vice-Coordenadora do Curso e Enfermagem do Campus Universitário Profº Antônio Garcia Filho - CAMPUSLAG, em 28 de Junho de 2012, por meio da Portaria nº 1716 da Universidade Federal de Sergipe.

  • 2010 - 2011

    Universidade Federal de Sergipe

    Vínculo: Professor Substituto, Enquadramento Funcional: Professor Substituto, Carga horária: 20

    Atividades

    • 05/2014

      Pesquisa e desenvolvimento , Fundação Universidade Federal de Sergipe, .,Linhas de pesquisa

    • 02/2010 - 07/2011

      Ensino, Enfermagem, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, ENFERMAGEM MÉDICA, ESTÁGIO SUPERVISIONADO

  • 2011 - 2011

    Faculdade de Sergipe

    Vínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 10

    Outras informações:
    Disciplinas: Sistematização do Cuidar II.

    Atividades

    • 02/2011 - 06/2011

      Ensino, Enfermagem, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, SISTEMATIZAÇÃO DO CUIDAR II

  • 2007 - 2009

    Universidade Tiradentes

    Vínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Professor Assistente I, Carga horária: 24

    Outras informações:
    Disciplinas ministradas: Bioética, Exercício e Legislação em Enfermagem. Trabalho de Campo II Semiotécnica e Ensino Clínico

    Atividades

    • 03/2007 - 07/2009

      Ensino, Enfermagem, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Profº Assistente I - Trabalho de Campo II, Profº Assistente I - Semiotécnica de Enfermagem e Ensino Clinico, Profº Assistente I - Bioética, Exercício e Legislação de Enfermagem, Profº Preceptor de Estágio Supervisionado I - 7º período

  • 1991 - 1991

    Servico Nacional de Aprendizagem Profissional

    Vínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: CLT, Carga horária: 30