Angela Couto Machado Fonseca

Professora da Universidade Federal do Paraná. Pesquisadora de pós-doutorado na UFPR, Doutora em Filosofia do Direito pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), com período de estágio de doutoramento (bolsa sanduíche) École dês Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS), Paris. Mestre em Filosofia Moderna e Contemporânea pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) . Curso de aperfeiçoamento em Epistemologia Moderna e Contemporânea no departamento de Filosofia da Università degli Studi di Firenze. Graduada em Direito pela Universidade Federal do Paraná (1996). Graduada em Filosofia pela Universidade Federal do Paraná (2001). Tem experiência na área de Filosofia do Direito, com ênfase em Filosofia Política, atuando principalmente nos seguintes temas: Nietzsche, Foucault, direito, niilismo, crítica da modernidade, crítica da metafísica, biopolítica, corpo, sexualidade e gênero.

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Acadêmico

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Formação acadêmica

Doutorado em Direito

2010 - 2014

Universidade Federal do Paraná
Título: Direito e Biopolítica: Entre fato da vida e formas de vida
Orientador: em École des hautes études en sciences sociales ( Paolo Napoli)
com Celso Luiz Ludwig. Palavras-chave: direito; biopolitica; corpo; regulação do biológico.Grande área: Ciências Sociais AplicadasGrande Área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: História da Filosofia. Setores de atividade: Educação.

Mestrado em Filosofia

2001 - 2003

Universidade Federal do Paraná
Título: Conhecimento e Moral: Análise da noção nietzscheana de verdade presente no ensaio Sobre verdade e mentira no sentido extra-moral",Ano de Obtenção: 2003
Luiz Antônio Alves Eva.

Aperfeiçoamento em Filosofia

2004 - 2004

Università Di Firenze
Título: Il Linguaggio nella filosofia del giovane Nietzsche. Ano de finalização: 2004
Orientador: Sérgio Givone

Graduação em Filosofia

1998 - 2001

Universidade Federal do Paraná
Título: Análise da verdade no ensaio Sobre verdade e mentira no sentido extra-moral" de Nietzsche
Orientador: Luiz Antônio Alvez Eva

Graduação em Direito

1992 - 1996

Universidade Federal do Paraná

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Pós-doutorado

2015 - 2016

Pós-Doutorado. , Universidade Federal do Paraná, UFPR, Brasil. , Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. , Grande área: Ciências Sociais Aplicadas, Grande Área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito / Subárea: Filosofia do direito.

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Formação complementar

2012 - 2013

Histoire des pratiques corporelles. (Carga horária: 56h). , École des hautes études en sciences sociales, EHESS, França.

2012 - 2013

Le convenable. Profils historiques d'un mode norma. (Carga horária: 56h). , École des hautes études en sciences sociales, EHESS, França.

2012 - 2013

Histoire de la médecine et des savoirs sur le corp. (Carga horária: 45h). , École des hautes études en sciences sociales, EHESS, França.

2012 - 2013

Séminaire de casuistique. Choses communes. (Carga horária: 45h). , École des hautes études en sciences sociales, EHESS, França.

2011 - 2011

Escola de Altos Estudos - Pietro Costa. (Carga horária: 45h). , Universidade Federal do Paraná, UFPR, Brasil.

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Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Italiano

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Francês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

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Áreas de atuação

Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: História da Filosofia.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Filosofia do Direito.

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito / Subárea: Teoria do Direito/Especialidade: Teoria Geral do Direito.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Ciência Política.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Filosofia do Direito/Especialidade: Crítica da Metafísica.

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Organização de eventos

CORDEIRO, R. C. ; FONSECA, ANGELA COUTO MACHADO . O Julgamento de Eichmann e a constituição do juízo em Hannah Arendt: qual o sentido da obediência?. 2019. (Exposição).

FONSECA, ANGELA COUTO MACHADO ; CHUEIRI, V. K. ; HARMATIUK, A. C. M. ; SANTOS, A. R. B. ; RAGO, M. ; GUADALUPE, M. ; VIEIRA, P. P. ; CESAR, M. R. A. . Ciclo Anual de Encontros: Direito, Gênero, Sexualidade e Feminismos. 2018. (Outro).

GUIMARAES, H. ; FONSECA, ANGELA COUTO MACHADO ; LUDWIG, Celso Luiz ; CHUEIRI, V. K. . As cartas estão na mesa: o lugar da esperança, pela mão de Hannah Arendt. 2018. (Exposição).

FONSECA, Angela Couto Machado ; CORREA, A. E. ; GEDIEL, José Antônio Peres ; RIBAS, T. F. ; GALANTIN, D. V. . Michel Foucault e a Política. 2017. (Outro).

FONSECA, Angela Couto Machado ; LOBO, A. M. C. ; LUDWIG, Celso Luiz ; SIBILIA, P. . Conectados, visíveis, ansiosos e dispersos: desafios da contemporaneidade. 2017. (Outro).

FONSECA, Angela Couto Machado ; GALANTIN, D. V. ; VIEIRA, P. P. ; RIBAS, T. F. . Colóquio Foucault: Políticas não Identitárias. 2017. (Outro).

FONSECA, Angela Couto Machado ; CHUEIRI, V. K. ; LUDWIG, Celso Luiz ; SANTOS, A. R. B. ; HOSHINO, T. A. ; ARAUJO, D. C. ; OLIVEIRA, L. Z. ; ARAUJO, M. . Pesquisa em Direito: Linguagem, Literatura, Gênero e Raça. 2016. (Outro).

FONSECA, Angela Couto Machado ; DUARTE, A. M. ; CANDIOTTO, C. ; CESAR, M. R. A. ; GRUNER, C. . Colóquio Internacional Michel Foucault. 40 anos de Vigiar e Punir: "A visibilidade é uma armadilha".. 2015. (Congresso).

CHUEIRI, V. K. ; GUIMARAES, H. ; FONSECA, Angela Couto Machado . O Elogio das aparências: Hannah Arendt e a crítica aos direitos humanos.. 2013. (Exposição).

GEDIEL, José Antônio Peres ; LUDWIG, Celso Luiz ; FONSECA, Angela Couto Machado . Direito e Subjetividade: Sujeito de Direito. 2011. (Outro).

HESPANHA, A. M. ; FONSECA, Angela Couto Machado . Um olhar histórico da experiência jurídica. 2009. (Outro).

CAPPELLINI, P. ; FONSECA, Angela Couto Machado . Sistema jurídico. 2009. (Outro).

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Participação em eventos

Simpósio de Controle de Convencionalidade, Retrocesso de Direitos Fundamentais e e Políticas de Gênero.Política dos Corpos e democracia: o problema da inclusão. 2019. (Simpósio).

Luto, luta e lesbianidades.Vida boa e vidas precárias: como a identidade de gênero é critério de exclusão. 2018. (Encontro).

XVIII Encontro Nacional da ANPOF.Genealogia e Crítica: aspectos de ressignificação. 2018. (Encontro).

13 Mundos de Mulheres e fazendo Gênero 11. A materialidade dos corpos em Judith Butler. 2017. (Congresso).

4 Seminário Internacional de Estudos Culturais e Educação, 7 Seminário Brasileiro de Estudos Culturais e Educação. Corpos: políticas do ressentimento, do medo e da raiva.. 2017. (Congresso).

Desfazendo Gênero: Com a diferença tecer a resistência.Identidade e Crítica: espaços de encontros e desencontros. 2017. (Seminário).

Evinci - Evento de Iniciação Cietífica. Identidade de Gênero: problemas e perspectivas.. 2017. (Congresso).

III Colóquio Michel Foucault: Vidas precárias no contexto da Biopolítica. Ética e Política em Foucault, Esposito e Butler. 2017. (Congresso).

Roberto Esposito: Termos da Política. Dispositivos conceituais do Termos da Política de Roberto Esposito. 2017. (Exposição).

Da Teoria da Norma à Teoria do Ordenamento. Positivismo e Pós-positivismo. 2016. (Congresso).

Michel Foucault: Corpo e Norma.Corpo em Foucault. 2016. (Encontro).

Seminário Direito e Cinema.G6enero e Sexualidade em "Tudo sobre minha mãe". 2016. (Seminário).

Mesa redonda: Corpos deslocados - cartografias da loucura.Corpos deslocados: sobre o vir-a-ser dos corpos. 2015. (Encontro).

O Corpo e a Biopolítica: olhares da Filosofia e do Direito.O Corpo e a Biopolítica: olhares da Filosofia e do Direito. 2015. (Encontro).

V Colóquio Latino-Americano de Biopolítica, XVII Simpósio Internacional IHU - Saberes e Práticas na Constituição dos Sujeitods na Contemporaneidade.Biopolítica em Nietzsche? Nas trilhas de Esposito.. 2015. (Simpósio).

Foucault: múltiplos olhares. 2014. (Seminário).

V Congresso de Associação brasileira de pesquisadores em sociologia do direito - Descolonialidade e América latina. A Teoria Queer de judith Butler e os argumentos jurídicos sobre a união homoafetiva. 2014. (Congresso).

VII Congresso Brasileiro de História do Direito. 2014. (Congresso).

XXIII Congresso Nacional CONPEDI. Do corpo objeto ao corpo biológico: uma análise do corpo em face das categorias pessoa e coisa. 2014. (Congresso).

XXIII Congresso Nacional do CONPEDI. A Teoria Queer de Judith Butler e os argumentos jurídicos sobre a união homoafetiva. 2014. (Congresso).

V Jornada Brasileira de Filosofia do Direito. Corpo e Mente: figuras do homem?. 2011. (Congresso).

IV Congresso Brasileiro de História do Direito. 2009. (Congresso).

III Congresso Brasileiro de História do Direito. 2007. (Congresso).

Crítica da modernidade: diálogos com o direito.Crítica da modernidade: diálogos com o direito. 2005. (Seminário).

Insicurezza globale? Processi di integrazione diritto internazionale e diritti umani.Insicurezza globale? Processi di integrazione diritto internazionale e diritti umani. 2004. (Encontro).

Metafisica e nichilismo. Löwith e Heidegger interpreti di Nietzsche. Metafisica e nichilismo. Löwith e Heidegger interpreti di Nietzsche. 2004. (Congresso).

Nichilismo e emancipazione. Etica politica diritto.Nichilismo e emancipazione. Etica politica diritto, com Gianni Vattimo.. 2004. (Encontro).

Colóquio "Nietzsche - um século depois".Colóquio Nietzsche - Um século depois. 2000. (Outra).

Pós-modernidade em debate.Pós-modernidade em debate. 2000. (Encontro).

A nervura do real.A nervura do real - imanência e liberdade em Espinosa e Mea Filosofia. 1999. (Encontro).

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Participação em bancas

Aluno: Gédson Pablo Mendes Santos

FONSECA, ANGELA COUTO MACHADO; COSTA, P. H. D.; MEIRELES, I. B.. Nietzsche: dos impulsos artísticos à tessitura do filosofar. 2020. Dissertação (Mestrado em Mestrado Profissional em Filosofia) - Universidade Estadual de Montes Claros.

Aluno: Antonio Marcos Quinupa

FONSECA, ANGELA COUTO MACHADO; LUDWIG, Celso Luiz; SOUZA, A. P.; COELHO, L. F.; FERREIRA, D.. Retificação do Prenome e Designação Sexual da Pessoa Transgênera: da judicialização à desjudicialização. 2019. Dissertação (Mestrado em Direito) - Centro Universitário Internacional.

Aluno: Dhyego Câmara de Araújo

FONSECA, Angela Couto Machado; CESAR, M. R. A.;FONSECA, Ricardo Marcelo. Sexualidade, Gênero e Direito: As Identidades entre a Suspeição e a Normalidade. 2017. Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: Andressa Regina Bissolotti dos Santos

FONSECA, Angela Couto Machado; CESAR, M. R. A.; MATOS, A. C. H.. Movimento LGBT e Direito: Identidades e Discursos em (des)construção. 2017. Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: Joana Ribeiro Nogueira

FONSECA, Angela Couto Machado; MEIRELES, I. B.. Sexualidade, Heteronormatividade e normalização social: uma análise a partir do filme ma vie en Rose. 2016. Dissertação (Mestrado em Historia) - Universidade Estadual de Montes Claros.

Aluno: Germano Ma noel Pestana

FONSECA, Angela Couto Machado; PORTINARI, D. B.; SOCUDO, A. M. C. L.. "Make the best woman...win": Perturbações entre os discuros PSI, a psicanálise, a teoria queer e a educação.. 2015. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: [Nome removido após solicitação do usuário]

FONSECA, ANGELA COUTO MACHADO; BRUNETTO, D.; DUARTE, A. M.; CESAR, M. R. A.. Primavera secundarista Feminista: Corporalidades, Gêneros e Sexualidades Dissidentes nas ocupações escolares do parané (2016/2). 2020. Tese (Doutorado em Educação) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: Thiago Pinheiro de Azevedo Hoshino

FONSECA, ANGELA COUTO MACHADO; CHUEIRI, V. K.; ASSY, B.; BEVILAQUA, C. B.. O Direito virado no Santo: enredos de nomos e axé. 2020. Tese (Doutorado em Direito) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: Lígia Ziggiotti de Oliveira

FONSECA, ANGELA COUTO MACHADO; MATOS, A. C. H.; CORREA, A. E.; SCHIOCCHET, T.; MILANO, G. B.. Cuidado como valor jurídico: críticas aos direitos da infância a partir do feminismo. 2019. Tese (Doutorado em Direito) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: Gustavo Bussmann Ferreira

FONSECA, ANGELA COUTO MACHADO; ASSY, B.; KOZICKI, K.; CESAR, M. R. A.; CHUEIRI, V. K.. IDENTIDADES OUT OF JOINT: O DIREITO COMO POTÊNCIA. 2019. Tese (Doutorado em Direito) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: Flávio Bortolozzi Junior

FONSECA, ANGELA COUTO MACHADO; BORGES, G. R.; BORGES, C. R.; ROCHA JUNIOR, F. D. A. D. R. M.; PEREIRA, L. F. L.. Resistir para re-existir: criminologia (d)e resistência diante do governamento necropolítico das drogas. 2018. Tese (Doutorado em Direito) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: Dayana Brunetto Carlin dos Santos

FONSECA, Angela Couto Machado; CESAR, M. R. A.; TORRES, M. A.; GUARIZA, N. M.; FRANKLIN, Leandro. Docências Trans: Entre a Decência e a Abjeção. 2017. Tese (Doutorado em Educação) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: Leandro Franklin Gorsdorf

FONSECA, Angela Couto Machado; CHUEIRI, V. K.; KOZICKI, K.; MAGALHAES, J. N.; ASSY, B.. Arte e Política a partir de "Militantes" e 'Bichas" da resistência teatral à criação de Direitos. 2016. Tese (Doutorado em Direito) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: Evelize Cristina Cit Tavares

FONSECA, Angela Couto Machado; XAVIER FILHA, C.; FERREIRA, S. M. C.; SIERRA, J. C.; CUNHA, J. M.. Faca sem ponta, galinha sem pé, Homem com Homem, Mulher com Mulher: Quem defende a personagem Queer nos livros para a infância?. 2015. Tese (Doutorado em Educação) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: Flávio Bortolozzi Jr

BORGES, C. R.; MORAES, P. R. B.; BORGES, G. R.;FONSECA, ANGELA COUTO MACHADO. . Resistir para Re-existir: criminologia de resistência diante do governamento necropolítico das drogas. 2018. Exame de qualificação (Doutorando em Direito) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: Gustavo Bussmann Ferreira

FONSECA, ANGELA COUTO MACHADO; KOZICKI, K.; CHUEIRI, V. K.. Identidades out of joint: o direito como potência. 2018. Exame de qualificação (Doutorando em Direito) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: Leandro Franklin Gorsdorf

KOZICKI, K.; MAGALHAES, J. N.;FONSECA, Angela Couto Machado. Arte e Politica a partir de 'militantes' e 'bichas': da resistência teatral e criação de direitos. 2016. Exame de qualificação (Doutorando em Direito) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: Germano Manoel Pestana

FONSECA, Angela Couto Machado; CESAR, M. R. A.; PORTINARI, D. B.. Tensões entre psicologia, psicanálise e teoria queer na educação. 2014. Exame de qualificação (Mestrando em Educação) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: Giuliana Tirapelli Alexandre

FONSECA, ANGELA COUTO MACHADO; GORSDORF, L. F.; SA, P. P.. Corpos Performáticos e transgressores: um olhar acerca da matabilidade transgênera no Brasil sob os vieses da necropolítica e da precariedade da vida. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: Leonardo Santos de Araújo

FONSECA, ANGELA COUTO MACHADO; LUDWIG, Celso Luiz; CHUEIRI, V. K.. Um mês em Dachau: apontamentos acerca da relação entre direito e literatura por meio da obra de Vladimir Sorókin. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: Priscila Villani França

FONSECA, Angela Couto Machado; FRANKLIN, Leandro; SA, P. P.; GIAMBERARDINO, A.. Malditas Genis: mulheres transexuais e o cárcere. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: Washington Palandri Sigolo

FONSECA, Angela Couto Machado; GORSDORF, L. F.; SA, P. P.. Criminalização da Homofobia: problemática jurídico-penal e perspectiva de Direitos de Homossexuais. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: Maria Fernanda Battaglin Loureiro

FONSECA, Angela Couto Machado; GEDIEL, José Antônio Peres; CORREA, A. E.. O Corpo Decodificado: A Proteção da Pessoa na Era das Tecnologias Biométricas. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: Giuliana ocio Alboneti

MOREIRA, C. R. B. S.;FONSECA, Angela Couto Machado. O PADRÃO HETERONORMATIVO E A DESCONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE DEGÊNERO. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade Positivo.

Aluno: Henrique Kramer da Cruz e Silva

FONSECA, Angela Couto Machado; GORSDORF, L. F.; MATOS, A. C. H.. Direitos Sexuais e Modelo Preventivo Oficial para HIV/AIDS: ensaiando uma política democrática para as sexualidades. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: Antônio Marcos Alves Rodrigues

ZANLORENZI, R. O.;FONSECA, Angela Couto Machado. Uma análise biopolítica da informação. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade Positivo.

Aluno: Any Gabrielle Mayer

FONSECA, Angela Couto Machado; ZANLORENZI, R. O.. Hannah Arendt e a crítica dos Direitos Humanos como crítica do presente. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade Positivo.

Aluno: Julyane Théo Sierpinski de Souza

FONSECA, Angela Couto Machado; MOREIRA, C. R. B. S.. A perspectiva da Cultura sobre os Direitos Humanos: um olhar antropológico. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade Positivo.

Aluno: Eduardo Vera

BORTOLOZZI JUNIOR, F.;FONSECA, Angela Couto Machado. Estado e Sociedade: O direito de resistência no ordenamento jurídico brasileiro. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade Positivo.

Aluno: Lorena Colin Marangoni

MOREIRA, C. R. B. S.;FONSECA, Angela Couto Machado. A Licença parental: uma nova perspectiva em consonância com a pluralidade de arranjos familiares. Um direito da criança. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade Positivo.

Aluno: Carolina Voss

FONSECA, Angela Couto Machado; ZANLORENZI, R. O.. A descaracterização do sujeito de direito frente à técnica e à mecanização do homem. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade Positivo.

Aluno: Barbara Francis Fiedler Barbosa

FONSECA, Angela Couto Machado; ZANLORENZI, R. O.. A Heteronormatividade e a mudança de sexo. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade Positivo.

Aluno: Guilherme Bertocchi de Barros

FONSECA, Angela Couto Machado; ZANLORENZI, R. O.. Uma análise linguística ao princípio da segurança jurídica como instrumento à justiça: pela filosofia de L. Wittgenstein. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade Positivo.

Aluno: Aline Vieira de Souza

FONSECA, Angela Couto Machado; MOREIRA, C. R. B. S.. O direito ao espaço e o espaço do direito como dispositivo de controle. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade Positivo.

Aluno: Ygor Nasser Salah Salmen

FONSECA, Angela Couto Machado; BORTOLOZZI JUNIOR, F.. Uma possível Felicidade pelo Direito: uma discussão sobre o Estado e a busca pela felicidade objetiva. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade Positivo.

Aluno: Francielle da Silva

FONSECA, Angela Couto Machado; ZANLORENZI, R. O.. Sujeito e Sujeito de direito: un novo olhar a partir de Foucault. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade Positivo.

Aluno: Vanessa Sigwalt Lecheta

SCHULMAN, G.; GONDIM, G. G.;FONSECA, Angela Couto Machado. Direito à Imagem: uma visão crítica sobre a mulher brasileira e seu papel na mídia. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade Positivo.

Aluno: Juliano Cesar Scatolin Filippini

OPUZSKA, P.; ZANLORENZI, R. O.;FONSECA, Angela Couto Machado. Hermenêutica como violência: Nietzsche e o neoconstitucionalismo. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade Positivo.

Aluno: Leandro Nascimento Mantau

FONSECA, Angela Couto Machado; PEREIRA, L. F. L.; SERBENA, C. A.. O caso Nietzsche: a reabertura de um inquérito, a história dos estelionatos cometidos e das várias condenações. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: Aline Gonçalves

FONSECA, Angela Couto Machado; BASTOS, T. D.; WU, Roberto. A compreensão do direito a partir da crítica nietzschiana da verdade. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Centro Universitário Positivo.

Aluno: Daniel Ponestke Doliveira

EVA, Luiz A. A.; NETO, Paulo Vieira;FONSECA, Angela Couto Machado. Uma análise da relação entre costume e julgamento em Montaigne. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Filosofia) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: Joseph Jamal Abou Chahla

FONSECA, Angela Couto Machado; BORGES, Guilherme R.; BASTOS, T. D.. O novo sujeito do cientificismo: um rei abandonado a si. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Centro Universitário Positivo.

Aluno: Wagner Costa Oliveira

BOTH, L. J. R. G.;FONSECA, Angela Couto Machado. A violência doméstica contra a mulher. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Centro Universitário Autônomo do Brasil.

FONSECA, Angela Couto Machado; CESAR, M. R. A.; MATOS, A. C. H.. Gênero, Sexualidade e Resistências. 2016.

FONSECA, Angela Couto Machado; STAUT, S. S.; PEREIRA, L. F. L.; COSTALDELLO, A. C.. Vozes do Direito. 2015. Universidade Federal do Paraná.

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Comissão julgadora das bancas

Maria Rita de Assis César

LUDWIG, C. L.;CÉSAR, M. R. A.DUARTE, A. M.; GEDIEL, J. A. P.; CHUEIRI, V. K.. Corpo, biopolítica e direito: Percursos filosóficos da ordenação e regulação biológica. 2014. Tese (Doutorado em Doutorado em Direito) - Programa de Pós-Graduação em Direito - UFPR.

Maria Rita de Assis César

CÉSAR, M. R. A.DUARTE, A. M.; GEDIEL, J. A. P.; LUDWIG, C. L.. Direito e biopolítica. 2014. Exame de qualificação (Doutorando em Doutorado em Direito) - Programa de Pós-Graduação em Direito - UFPR.

Antonio Edmilson Paschoal

EVA, L. A. A.; GIACOIA JÚNIOR, Oswaldo;PASCHOAL, A. E.. Conhecimento e moral. Análise da noção nietzscheana de verdade presente no ensaio "Sobre verdade e mentira no sentido extra-moral".. 2003. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Paraná.

Vera Karam de Chueiri

LUDWIG, C.; DUARTE, A. M.; GEDIEL, J. A. P.;CHUEIRI, V. K. de; CESAR, M. R. A.. Corpo, biopolítica e direito: percursos filosóficos da ordenação e regulação biológica. 2014. Tese (Doutorado em Direito) - Universidade Federal do Paraná.

André de Macedo Duarte

LUDWIG, C. L.;DUARTE, A. M.; GEDIEL, J. A. P.;CESAR, M. R. A.; CHUEIRI, V. K.. Corpo, Biopolítica e Direito: percursos filosóficos da ordenação e regulação biológica. 2014. Tese (Doutorado em Direito) - Universidade Federal do Paraná.

André de Macedo Duarte

DUARTE, A. M.CESAR, M. R. A.; GEDIEL, J. A. P.. Direito e Biopolítica. 2014. Exame de qualificação (Doutorando em Direito) - Universidade Federal do Paraná.

Celso Luiz Ludwig

LUDWIG, Celso Luiz; GEDIEL, José Antonio Peres; DUARTE, A. M.; CESAR, M. R. A.; CHUEIRI, Vera Karam de. Corpo, biopolítica e direito: percursos filosóficos da ordenação e regulação biológica. 2014. Tese (Doutorado em Direito) - Universidade Federal do Paraná.

Celso Luiz Ludwig

LUDWIG, Celso Luiz; GEDIEL, José Antônio Peres; CHUEIRI, Vera Karam de; DUARTE, A. M.; CESAR, M. R. A.. Corpo, biopolítica e direito: percursos filosóficos da ordenação e regulação biológica. 2014. Tese (Doutorado em Direito) - Universidade Federal do Paraná.

José Antonio Peres Gediel

GEDIEL, J. A. P.; LUDWIG, Celso Luiz. Corpo, Biopolítica e Direito: Percursos filosóficos da ordenação e regulação biológica. 2014. Tese (Doutorado em Direito) - Universidade Federal do Paraná.

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Orientou

Amanda Meneguetti

Femigenocídio e Necropolítica: os corpos que não importam; Início: 2020; Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade Federal do Paraná; (Orientador);

Célia Ratusniak

Processos por abandono intelectual e os efeitos da judicialização da evasão escolar: gênero, raça, classe social e as biopolíticas que produzem o fracasso escolar e as expulsões compulsórias; 2020; Tese (Doutorado em Educação) - Universidade Federal do Paraná,; Coorientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Eliseu Raphael Venturi

O pós-humanismo crítico como problema de biopolítica afirmativa em filosofia contemporânea do direito; 2019; Tese (Doutorado em Direito) - Universidade Federal do Paraná,; Coorientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Célia Ratusniak

Judicialização da Vida: um estudo da intervenção judiciária em processos de abandono intelectual; 2017; Tese (Doutorado em Educação) - Universidade Federal do Paraná,; Coorientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Otávio Ernesto Marchesini

O pensamento filosófico de Immanuel Kant e a construção de uma sociedade mundial através de um Direito Internacional emancipador; Estudo crítico à luz do fenômeno contemporâneo da globalização; ; 2007; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Teoria Geral do Direito) - Centro Universitário Autônomo do Brasil; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Pedro Dallacosta Chiarani

Culpa, responsabilidade e a metafísica no direito; 2020; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Universidade Federal do Paraná; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Isabela Tonon Furtado

A "solteirona"e o direito: uma análise da performatividade de gênero à luz do direito civil; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Universidade Federal do Paraná; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Lugan Thierry Fernandes da Costa

A democracia em face da governamentalidade pela crise: uma leitura do neoliberalismo e da subjetividade a partir de Maurizio Lazzarato, Pierre dardot e Christian Laval; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Universidade Federal do Paraná; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Rhaysa Witkowski Sampaio

Vida: um conceito filosófico ou biológico?; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Universidade Federal do Paraná; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Bruno Henrique Kons Frannco

Direito, Moral e Política: sobre a autonomia prática da normatividade jurídica; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Universidade Federal do Paraná; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Lugan Thierry Fernandes da Costa

Ensaio sobre uma economia política da lei: dispositivos biopolíticos contemporâneos; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Universidade Federal do Paraná; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Alice de Perdigão Lana

Mulheres expostas: revenge porn, gênero e o Marco Civil da internet; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Universidade Federal do Paraná; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Victor Hugo Cavalcanti

Direito e Multiculturalismo: desdobramentos da questão multicultural para o direito estatal; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Universidade Federal do Paraná; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Gustavo Martinelli Tanganelli Gazotto

O Impessoal no Direito: crise do sujeito e da pessoa no direito contemporâneo; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Universidade Federal do Paraná; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Rhaysa Witkowsky Sampaio

Repensando as fontes e fronteiras do direito: como a ADPF 54 e a ADI 3510 evidenciam as limitações da racionalidade moderna fundada no sujeito; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Universidade Federal do Paraná; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Fernando Bueno Crozatti

As Identidades Silenciosas: um estudo sobre a composição técnica do sujeito Moderno sob o prisma da filosofia da imanência; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Universidade Federal do Paraná; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Isabel Ruiz

Direito, Modelos Identitários e Gênero: uma análise conforme a Lei 13; 104 de 09 de março de 2015; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Universidade Federal do Paraná; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Bruno Henrique Kons Franco

Norma e Obediência; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Universidade Federal do Paraná; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Gustavo Martinelli Tanganelli Gazotto

O Impessoal no direito: sujeito e pessoa no direito contemporâneo; 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Universidade Federal do Paraná; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Fernando Bueno Crozatti

As Identidades silenciosas: um estudo sobre a composição técnica do sujeito moderno sob o prisma da filosofia em imanência; 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Universidade Federal do Paraná; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Alice de Perdigão Lana

A Performatividade em Rede: um análise da disseminação não consensual de imagens íntimas perante o marco civil da internet; 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Universidade Federal do Paraná; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Isabel Ruiz

Direito, modelos identitários e gênero; 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Universidade Federal do Paraná; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Victor Hugo Cavalcanti

Direito e Multiculturalismo: tensões e paradoxos; 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Universidade Federal do Paraná; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Antônio Marcos Alves Rodrigues

Biopolítica e informação; ; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Universidade Positivo; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Giuliana Rocio Alboneti

Heteronormatividade e a Teoria Queer; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Universidade Positivo; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Julyane Théo Sierpinski de Souza

A perspectiva da Cultura sobre os Direitos Humanos: um olhar antropológico; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Universidade Positivo; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Any Gabrielle Mayer

Hannah Arendt e a crítica dos Direitos Humanos como crítica do presente; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Universidade Positivo; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Antônio Marcos Alves Rodrigues

Uma análise biopolítica da informação; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Universidade Positivo; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Julyane Théo Serpinski De Souza

Direitos humanos sob o olhar da antropologia; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Universidade Positivo; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Ygor Nasser Salah Salmen

Uma possível felicidade pelo direito: uma discussão sobre o Estado e a busca pela felicidade objetiva; 2013; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Universidade Positivo; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Francielle da Silva

Sujeto e sujeito de direito: um novo olhar a partir de Foucault; 2013; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Universidade Positivo; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Aline Vieira de Souza

O Direito ao Espaço e o Espaço do Direito como dispositivo de controle; 2013; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Universidade Positivo; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Barbara Francis Fiedler Barbosa

A Heteronormatividade e a mudança de sexo; 2013; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Universidade Positivo; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Carolina Voss

A descaracterização do sujeito de direito frente à técnica e à mecanização do homem; 2013; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Universidade Positivo; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

KAREN CRISTINE KRASNHAK

O corpo como fonte de identidade: uma análise da bio-ascese e suas implicações jurídicas; 2014; Iniciação Científica; (Graduando em Direito) - Universidade Positivo; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

LUANA LILIANE HUBNER DA SILVA RODRIGUES

O corpo como fonte de identidade: uma análise da bio-ascese e suas implicações jurídicas; 2014; Iniciação Científica; (Graduando em Direito) - Universidade Positivo; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

MATHEUS GUIMARÃES

O corpo como fonte de identidade: uma análise da bio-ascese e suas implicações jurídicas; 2014; Iniciação Científica; (Graduando em Direito) - Universidade Positivo; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

DOUGLAS GOMES CANTU

O corpo como fonte de identidade: uma análise da bio-ascese e suas implicações jurídicas; 2014; Iniciação Científica; (Graduando em Direito) - Universidade Positivo; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

NICOLE NUNES CORDEIRO

O corpo como fonte de identidade: uma análise da bio-ascese e suas implicações jurídicas; 2014; Iniciação Científica; (Graduando em Direito) - Universidade Positivo; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Wanda Karine da Silva Santana

Análise da Teoria Queer de Judith Butler e os argumentos sobre as uniões homoafetivas; 2013; Iniciação Científica; (Graduando em Direito) - Universidade Positivo; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Luana Hubner

Democracia e heterotopia: uma análise do espaço democrático como lugar de identidade e pluralidade; 2013; Iniciação Científica; (Graduando em Direito) - Universidade Positivo; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Ygor Nasser Salah Salmen

Uma possível felicidade pelo direito: discussão sobre o Estado e a busca da felicidade objetiva; 2013; Iniciação Científica; (Graduando em Direito) - Universidade Positivo; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Julyane Théo

Direitos Humanos numa perspectiva antropológica: Identidade e pluralidade; 2013; Iniciação Científica; (Graduando em Direito) - Universidade Positivo; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Giuliana Albonetti

Direitos Humanos e a era da tecnociência; 2012; Iniciação Científica; (Graduando em Direito) - Universidade Positivo; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Ygor Nasser Salah Salmen

Liberdade e direitos: a absorção do conceito de liberdade na declaração de direitos do homem; 2012; Iniciação Científica; (Graduando em Direito) - Universidade Positivo; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Aline de Souza Vieira

Liberdade e formas de democracia deliberativa; 2012; Iniciação Científica; (Graduando em Direito) - Universidade Positivo; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Carolina Voss

A influência da tecnociência sobre o humano e o direito; 2012; Iniciação Científica; (Graduando em Direito) - Universidade Positivo; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Aline Vieira de Souza

Economia Política e Liberdades Públicas; 2011; Iniciação Científica; (Graduando em Direito) - Universidade Positivo; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Ygor Nasser Salah Salmen

Economia Política e Liberdades Públicas; 2011; Iniciação Científica; (Graduando em Direito) - Universidade Positivo; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

Giuliana Rocio Alboneti

O PADRÃO HETERONORMATIVO E A DESCONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE DEGÊNERO; 2014; Orientação de outra natureza; (Direito) - Universidade Positivo; Orientador: Angela Couto Machado Fonseca;

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Foi orientado por

Celso Luiz Ludwig

Corpo, biopolítica e direito: percursos filosóficos da ordenação e regulação biológica; 2014; Tese (Doutorado em Direito) - Universidade Federal do Paraná,; Orientador: Celso Luiz Ludwig;

José Antonio Peres Gediel

Corpo, Biopolítica e Direito: Percursos filosóficos da ordenação e regulação biológica; 2014; Tese (Doutorado em Direito) - Universidade Federal do Paraná,; Coorientador: José Antônio Peres Gediel;

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Produções bibliográficas

  • FONSECA, ANGELA COUTO MACHADO ; CORDEIRO, R. C. ; SOUZA, T. P. . A Fragilidade do Direito: as lutas por Direitos e o mecanismo imunitário da soberania. Revista Direito Público , v. 18, p. 560-587, 2021.

  • FONSECA, ANGELA COUTO MACHADO ; SANTOS, A. R. B. . Sexo, Poder e Imunidade: uma reflexão sobre dois casos brasileiros. REVISTA DIREITO E PRÁXIS , v. 12, p. 221-237, 2021.

  • FONSECA, ANGELA COUTO MACHADO ; GAZOTTO, G. M. T. . Práticas Insolentes: práticas sexuais desviantes e potência jurídico-política. REVISTA DIREITO E PRÁXIS , v. 11, p. 64-88, 2020.

  • FONSECA, ANGELA COUTO MACHADO ; CHUEIRI, V. K. ; HOSHINO, T. A. . A Constituição (in)corporada. Católica Law Review , v. IV, p. 81-97, 2020.

  • FONSECA, ANGELA COUTO MACHADO ; MEIRELES, I. B. . Biopolítica como categoria analítica dos eventos políticos contemporâneos: nas trilhas de Esposito e Nietzsche. TEMPO E ARGUMENTO , v. 11, p. 530-547, 2019.

  • FONSECA, ANGELA COUTO MACHADO . Critica a la subjetividad y crisis del humano: Butler, posestructuralismo y performatividad. Reflexiones Marginales , v. 54, p. 22-38, 2019.

  • FONSECA, ANGELA COUTO MACHADO ; ARAÚJO, DHYEGO CÂMARA DE . Exposição à morte e biopolítica: uma abordagem a partir do racismo de Estado e do paradigma imunitário. REVISTA DA FACULDADE DE DIREITO (UFPR) , v. 63, p. 117-140, 2018.

  • FONSECA, Angela Couto Machado . Poder e Corpo em Foucault: Qual Corpo?. Nomos (Fortaleza) , v. 35, p. 13-31, 2015.

  • FONSECA, Angela Couto Machado . Governamentalidade: arte de governar e regulação da população. POIESIS; Revista de Filosofia , v. 12, p. 23-33, 2015.

  • FONSECA, Angela Couto Machado ; FONSECA, Ricardo Marcelo ; RODRIGUES, L. L. H. S. . Democracia e heterotopia: uma análise do espaço democrático. Cadernos do Programa de Pós-Graduação em Direito - PPGDir./UFRGS , v. 9, p. 1-15, 2014.

  • FONSECA, Angela Couto Machado ; SANTANA, W. K. . A Teoria Queer de Judith Butler e os argumentos jurídicos sobre a união homoafetiva. Pesquisa em Ação: Ética e Práxis em Sociologia do Direito , v. 5, p. 521-534, 2014.

  • FONSECA, Angela Couto Machado . O homem da política: uma leitura de Ariatóteles e Hobbes. Revista Jurídica , v. 1, p. 253-267, 2012.

  • FONSECA, Angela Couto Machado ; FONSECA, Angela Couto Machado . Política e Biopolítica: um desvio do sujeito?. Nomos (Fortaleza) , v. 32.2, p. 15-35, 2012.

  • FONSECA, Angela Couto Machado . Corpo e Identidade: corpo como signo da identidade ou o 'eu' que pensa o corpo?. Revista da Faculdade de Direito (UFPR) , v. 55, p. 53-70, 2012.

  • FONSECA, Angela Couto Machado . Sujeito e pessoa: uma reflexão sobre direitos subjetivos, direitos da personalidade e corpo.. Raízes Jurídicas (UNICENP. Impresso) , v. v.7, p. 117-125, 2011.

  • FONSECA, Angela Couto Machado . No que ainda somos crentes?: Uma lectura sobre metafísica, niilismo e direito a partir de Nietzsche. Crítica Jurídica , v. 26, p. 177-199, 2007.

  • FONSECA, ANGELA COUTO MACHADO ; MEIRELES, I. B. (Org.) . Michel Foucault: (des)conexões com a História e as Ciências psi. 1. ed. Jundiaí: Paco Editorial, 2018. v. 1. 280p .

  • FONSECA, Angela Couto Machado ; GALANTIN, D. V. (Org.) ; RIBAS, T. F. (Org.) . Políticas não Identitárias. 1. ed. São Paulo: Editora Intermeios, 2017. v. 1. 265p .

  • FONSECA, Angela Couto Machado . Biopolítica e Direito: fabricação e ordenação do corpo moderno. 1. ed. Belo Horizonte: Editora Arraes, 2016. v. 1. 176p .

  • FONSECA, Angela Couto Machado ; LOBO, A. M. C. (Org.) . Corpos deslocados: cartografias da loucura. 1. ed. Curitiba: JURUÁ, 2015. 240p .

  • FONSECA, ANGELA COUTO MACHADO ; ARAÚJO, DHYEGO CÂMARA DE . Ciclo devida e morte pela biopolítica: uma abordagem a partir do Paradigma Imunitário. In: Clademir Luis Araldi; Jorge Viesenteiner; Ricardo Bazilio Dalla Vecchia. (Org.). Nietzsche. 1ed.São Paulo: ANPOF, 2019, v. 1, p. 57-67.

  • FONSECA, ANGELA COUTO MACHADO ; ARAÚJO, DHYEGO CÂMARA DE . EXPOSIÇÃO À MORTE E BIOPOLÍTICA: UMA ABORDAGEM A PARTIR DO RACISMO DE ESTADO E DO PARADIGMA IMUNITÁRIO. In: MÁRCIA TESHIMA; LILIAN YAMAMOTO. (Org.). PENA DE MORTE NO DIREITO E NA LITERATURA. 1ed.LONDRINA: EDUEL, 2019, v. , p. 53-75.

  • FONSECA, ANGELA COUTO MACHADO . O chiaroscuro do corpo na biopolítica. In: Angela Couto Machado Fonseca: Ildenilson Meireles. (Org.). Michel Foucault: (des)conexões com a História e as ciências psi. 1ed.Jundiaí: Paco Editorial, 2018, v. 1, p. 179-204.

  • FONSECA, Angela Couto Machado . Vita Activa, Ação e sua relação com a Phronesis: uma leitura de Hannah Arendt e Aristóteles.. In: Fernanda Busanello Ferreira; Felipe Magalhães Bambirra; Arnaldo Bastos Santos Neto. (Org.). Reflexões Contemporâneas sobre Filosofia, Constitucionalismo e Direitos Humanos. 1ed.Goiânia: Editora Espaço Acadêmico, 2017, v. , p. 21-39.

  • FONSECA, Angela Couto Machado ; MEIRELES, I. B. . Biopolítica em Nietzsche? Nas trilhas de Esposito. In: Inácio Neutzling; Maura Corcini Lopes; Alfredo José da Veiga-Neto. (Org.). Saberes e Práticas na constituição dos sujeitos na contemporaneidade. 1ed.São Leopoldo: Casa Leiria, 2016, v. 1, p. 771-779.

  • FONSECA, Angela Couto Machado . O Cuidade de si: Alma e Corpo da Antiguidade Tardia. In: Angela Couto Machado Fonseca, Andréa Maria Carneiro Lobo. (Org.). Corpos Deslocados: cartografias da loucura. 1ed.Curitiba: Juruá, 2015, v. , p. 51-62.

  • FONSECA, Angela Couto Machado . O Corpos na Idade Média: relação ética e estética. In: Alessia Magliacane; Francesco Rubino. (Org.). Sovrastrutture. 3ed.Paris: Classi Editori, 2015, v. 3, p. 68-94.

  • FONSECA, Angela Couto Machado . Corpo como efeito de Poder em Foucault: Qual corpo?. In: Ildenilson Meireles. (Org.). Michel Foucault: Método, Dispositivos e Tecnologias de Poder. 1ed.Jundiaí: Paco Editorial, 2015, v. 1, p. 65-92.

  • FONSECA, Angela Couto Machado . Do corpo objeto ao corpo biológico: análise do corpo em face das categorias pessoa e coisa. In: Wilson Engelmann, Paulo Roney Avila Fagundez. (Org.). BIODIREITO: XXIII ENCONTRO NACIONAL DO CONPEDI. 23ed.Florianópolis: organização CONPEDI/UFSC, 2014, v. 23, p. 162-177.

  • FONSECA, Angela Couto Machado ; SANTANA, W. K. S. . A TEORIA QUEER DE JUDITH BUTLER E OS ARGUMENTOS JURÍDICOS SOBRE A UNIÃO HOMOAFETIVA. In: Eveline Lucena Neri; Alessandra Marchioni. (Org.). Direitos, Gênero e Movimentos sociais I. 1ed.Joãopessoa: , 2014, v. , p. 347-361.

  • FONSECA, Angela Couto Machado . Sujeito e objeto: ainda nas teias do modelo seiscentista?. In: Ricardo Marcelo FONSECA. (Org.). Nova história brasileira do direito: ferramentas e artesanias. 1ed.Curitiba: Juruá, 2012, v. 1, p. 111-127.

  • FONSECA, Angela Couto Machado . Em que medida também nós ainda somos devotos: Uma leitura sobre metafísica, niilismo e direito a partir de Nietzsche. In: Ricardo Marcelo Fonseca. (Org.). Crítica da Modernidade: diálogos com o direito. 1ed.Florianópolis: Fundação Boiteux, 2005, v. 1, p. 41-71.

  • FONSECA, Angela Couto Machado ; SANTANA, W. K. S. . A Teoria Queer de Judith Butler e os argumentos jurídicos sobre a união homoafetiva. In: IV Seminário Direito, Pesquisa e Movimentos Sociais, 2014, Curitiba. Anais do IV Seminário Direito, Pesquisa e Movimentos Sociais. Curitiba, 2014. p. 903-916.

  • FONSECA, Angela Couto Machado . Biopolitics and life regulation. In: XXVI World congress of philosophy of law and social philosophy, 2013, Belo Horizonte. Human rights, rule of law and the contemporary social challenges in complex societies. Belo Horizonte: Fórum, 2013. v. 26. p. 189-189.

  • FONSECA, Angela Couto Machado . A crítica da verdade em Sobre Verdade e Mentira no sentido extra-moral. In: X Encontro Nacional de Filosofia, 2002, São Paulo. Anais da ANPOF 2002, 2002.

  • FONSECA, Angela Couto Machado . A presença de Schopenhauer nas considerações sobre verdade e mentira no sentido extra-moral de Nietzsche. In: I Colóquio Schopenhauer, 2001, Curitiba, 2001.

  • FONSECA, ANGELA COUTO MACHADO ; JARDIM, A. F. ; COSTA, P. H. D. . Butler e o Pós-identitário. 2020. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • FONSECA, ANGELA COUTO MACHADO ; CAMBI, E. . Bio e Necropolítica. 2020. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • FONSECA, ANGELA COUTO MACHADO ; CAMBI, E. . Identidade e Gênero: debates atuais. 2020. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • FONSECA, Angela Couto Machado . O Corpo e o direito para além de coisa e pessoa. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • FONSECA, Angela Couto Machado . Ideologia de Gênero: raízes e interesses. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • FONSECA, Angela Couto Machado . Discurso de Ódio: reflex!oes sobre a vinda de Butler ao Brasil. 2017. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • FONSECA, Angela Couto Machado ; CELLA, J. R. ; CABALLERO, C. ; SIQUEIRA, G. . Outros olhares sobre o positivismo. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • FONSECA, Angela Couto Machado . O Corpo e a Biopolítica: olhares da Filosofia e do Direito. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • FONSECA, Angela Couto Machado ; LOBO, A. M. C. ; RIBAS, T. F. ; SCARPA, M. . Corpos deslocados: sobre o vir-a-ser dos corpos. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • FONSECA, Angela Couto Machado . Do corpo objeto ao corpo biológico: uma análise do corpo em face das categorias pessoa e coisa. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FONSECA, Angela Couto Machado ; SANTANA, W. K. . A Teoria Queer de Judith Butler e os argumentos jurídicos sobre a união homoafetiva.. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FONSECA, Angela Couto Machado ; SANTANA, W. K. S. . A Teoria Queer de Judith Butler e os argumentos jurídicos sobre a união homoafetiva. 2014. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • FONSECA, Angela Couto Machado . Biopolitics and life regulation. 2013. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • FONSECA, Angela Couto Machado ; WU, Roberto ; FOLLONI, André Parmo . A segunda dissertação de Genealogia da Moral de Nietzsche. 2009. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • FONSECA, Angela Couto Machado . Niilismo Jurídico - uma interpretação a partir de Nietzsche. 2007. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • FONSECA, Angela Couto Machado . Crítica da subjetividade Jurídica. 2007. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • FONSECA, Angela Couto Machado . O papel da interpretação: Nietzsche e o direito. 2007. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • FONSECA, Angela Couto Machado . Sobre Verdade e Mentira em sentido extra-moral de Nietzsche. 2003. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • LANA, A. P. ; FONSECA, ANGELA COUTO MACHADO . Mulheres senhoras do tempo. Curitiba, 2019. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.

  • FONSECA, Angela Couto Machado ; FONSECA, Ricardo Marcelo ; ARROSI, J. P. ; FRITOLI, L. E. . Termos da Política: comunidade, imunidade, biopolítica. Curitiba: Editora UFPR, 2017. (Tradução/Livro).

  • COSTA, Pietro ; FONSECA, Angela Couto Machado . O Estado. Curitiba: Juruá Editora, 2010. (Tradução/Outra).

  • CAPPELLINI, P. ; FONSECA, Angela Couto Machado ; FONSECA, Ricardo Marcelo . Sistema Jurídico e Codificação. Curitiba: Juruá, 2007. (Tradução/Artigo).

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Outras produções

FONSECA, ANGELA COUTO MACHADO . Revista Brasileira de Estudos Políticos. 2021.

FONSECA, Angela Couto Machado . Nietzsche e a contemporaneidade. 2001. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

FONSECA, ANGELA COUTO MACHADO ; RODACKI, A. ; RICKLI, J. F. ; CERVI, E. U. . Metodologia da Pesquisa Científica. 2020. (Coordenação de Disciplina Transversal).

FONSECA, ANGELA COUTO MACHADO ; RODACKI, A. . Metodologia da Pesquisa Científica. 2019. (Coordenação de Disciplina Transversal).

FONSECA, ANGELA COUTO MACHADO ; GORSDORF, L. F. . Trânsito em verbos, linguagens do que(r)er. 2017. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Caderno de Ensaios).

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Projetos de pesquisa

  • 2020 - Atual

    POLÍTICA DOS CORPOS E DEMOCRACIA: AS FORMAS PERFORMATIVAS DA AÇÃO, Descrição: O tema em pauta é a relação entre política e corpos. Ao tratar de política a partir da perspectiva dos corpos, é preciso pensar pelo menos duas dimensões: 1) a preocupação do exercício político na definição e controle dos corpos, isso que chamamos, por falta de melhor definição, de política ?sobre? os corpos; e 2) a dimensão que encontra na atuação dos corpos exercícios políticos, o que chamamos de política ?dos? corpos. Dessas duas dimensões, a primeira é cercada de robusta discussão teórica pelo menos desde meados da década de setenta, a partir dos campos de discussão que tratam da biopolítica. Seus desdobramentos abriram debates sobre construcionismo, biopotência, imunidade e mais recentemente performatividade, discussões essas que permitiram pensar não apenas a relação de controle dos corpos por dispositivos de poder, mas também, a política dos corpos como resistência, disputa por direitos e atuação popular democrática. A presente pesquisa, assim, pretende focar na segunda perspectiva da relação entre política e corpos, mais especificamente na intenção de investigar a noção de performatividade política dos corpos em assembleia, para avaliar se realizam, em suas manifestações, a formação de espaços políticos e práticas democráticas inclusivas. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Angela Couto Machado Fonseca - Coordenador., Número de produções C, T & A: 2 / Número de orientações: 1

  • 2019 - Atual

    Corpo, Política e Direito, Descrição: Descrição: O objetivo do presente projeto de pesquisa visa pensar as dimensões políticas do corpo em seus encontros com o Direito. Tais dimensões políticas são pensadas em duas diferentes perspectivas. Uma primeira perspectiva quer investigar o corpo como o espaço de disputa (em especial o corpo feminino) no qual seus tratamentos revelam consequências políticas tais como apagamento e desigualdade. Nessa perspectiva são os modos de enquadrar o corpo que são analisados como práticas políticas que operam inclusão e exclusão, a partir de mecanismo jurídicos. A segunda perspectiva aponta para outra direção. São os atos do corpo, que serão lidos como atos performativos, os objetos de análise. Nesse sentido, o questionamento de base, que será feito a partir da noção de dependência e interdependência de Judith Butler, será se a o corpo pode realizar o sentido político de ação consagrado à linguagem e à razão. Trata-se de colocar em pauta uma política dos corpos que operam resistências e pressionam por direitos. Para realizar as duas perspectivas pretendidas, será preciso pensar o corpo como constituído por práticas políticas e constituinte de práticas políticas, observando atuações jurídicas e requisições por direitos. Em nenhum dos casos há um corpo fixo e determinado. Para a primeira perspectiva interessa verificar as formas de realização de certos corpos como precários. Para a segunda perspectiva, são os corpos que se fazem performativamente, uns com os outros (e portanto não o corpo material e relativo ao indivíduo), em ação política e demandante de respostas jurídicas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (10) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Angela Couto Machado Fonseca - Coordenador / Rayssa Mendes da Rocha - Integrante / Luiz Paulo Ricofica Amaral - Integrante / Milena Mayumi Sanches - Integrante / Raul Nicolas Dombek Coelho - Integrante / Uriel Pozzi Silva - Integrante / Fellipe Almeida Gomes - Integrante / Júlia Sato - Integrante / Philipe Augusto Micaloski Kowalski - Integrante / Stéphanie Fernanda Rodrigues Demoly Machado - Integrante / Giulia Helena Cavassim Medeiros - Integrante., Número de produções C, T & A: 5

  • 2014 - 2015

    O corpo como fonte de identidade: uma análise da bio-ascese e suas implicações jurídicas, Descrição: Desde a década de 80 as ciências humanas colocaram definitivamente o corpo como objeto de conhecimento. Sinal deste olhar sobre o estatuto do corpo e sua construção pode ser encontrado em diversos autores tais como Bryan Turner (TURNER, 1984 e 2012), Maren Lorenz (LORENZ, 2000), Michel Feher (1989) e Petersen (1997) por exemplo. Tais análises sobre a condição do corpo acompanharam as inovações da biomedicina e da biotecnologia que imprimiram modificações sobre a compreensão e a condição do corpo. O interesse das ciências humanas também acompanhou o aparecimento de movimentos sociais que se pautaram política e socialmente pelo questionamento das diferentes dimensões da corporeidade (movimento Queer e LGBTT, por exemplo). Esta atenção para o corpo, no plano da filosofia em especial, pode encontrar outras influências que não apenas estas mencionadas. Desde o século XIX com autores como Schopenhauer e Nietzsche, colocou-se um ponto de interrogação sobre o largamente aceito fundamento do humano em sua razão e vontade. Tais autores pontuaram uma desconfiança com relação a razão e promoveram (cada um a seu modo) um desvio da consciência para o corpo. Depois de tais autores, e de maneira mais analítica, Michel Foucault irá nas décadas de 60 a 80 promover toda uma leitura voltada para a relações de saber-poder sobre o corpo orgânico e biológico. Sua ocupação com esta temática o leva a desenvolver a noção de bio-poder, expondo como foi no biológico e no somático (no corporal) que investiu a sociedade capitalista moderna. Não é sobre o sujeito ou em nome do sujeito que o poder se exercita, mas contrariamente, o próprio sujeito é ?fabricado?, é efeito das discursos de saber e das relações de poder que atuam sobre o corpo. A partir de todo este pano de fundo uma problemática se apresenta. Se o corpo não é apenas uma dimensão meramente orgânica ou material, mas o ponto mesmo de constituição da subjetividade, abre-se na contemporaneidade a condição para a formação da identidade pelo trabalho sobre o corpo. Sobre isto recentemente Francisco Ortega e Rafaela Zorzanelli consideraram que cada vez mais os modos de subjetivação contemporâneos ?estão passando por um processo de somatização e exteriorização?(ORTEGA; ZORZANELLI, 2010, 63). Este processo de constituição da subjetividade, ou seja, de constituição de identidade a partir da moldagem do corpo indica a presença de práticas chamadas de bio-ascese. A bio-ascese trata do esforço por transformar o corpo que se tem no corpo que se deseja, seja no plano estético e visível ou no psíquico. Modelar o corpo, ajustar suas formas remeteria a uma moldagem de si mesmo. Tomamos como exemplo duas diferentes dimensões de bio-ascese: o body-building e o uso de farmacotrópicos. No primeiro caso o planejamento do corpo desejado e toda a disciplina requerida para seu alcance acabam por ultrapassar sua validade pontual para simbolizar traços de personalidade. Tenacidade, perseverança e determinação parecem condizer com capacidades da própria pessoa em geral e não apenas presentes na atitude sobre o corpo. No segundo caso, o uso de farmacotrópicos também condizem com uma forma de ajuste de si mesmo a partir do corpo. O ansioso, o deprimido, o tímido, o nervoso ou o hiperativo controlam quimicamente estes seus sinais e produzem a personalidade desejada. O presente projeto de pesquisa pretende desenvolver análise do que é a bio-ascese, ou seja, o que significa moldar corporeamente a identidade pessoal no contexto de uma ?cultura somática? e pretende também investigar duas implicações jurídicas daí decorrentes. A primeira diz respeito ao abalo sobre a noção clássica de pessoa. Todo o edifício jurídico moderno, no que diz respeito a sua concepção de homem, se firma sobre a aceitação do modelo kantiano. Isto quer dizer que há uma dualidade essencial entre consciência e corpo, cabendo apenas à consciência e seus atr. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (7) . , Integrantes: Angela Couto Machado Fonseca - Coordenador., Número de produções C, T & A: 4

  • 2013 - 2014

    Análise da Teoria Queer de Judith Butler e os argumentos sobre as uniões homoafetivas, Descrição: No início da década de 80 começam as teorizações que virão a ser conhecidas como Teoria Queer, sobretudo relacionadas ao pensamento de Judith Butler. O relevo principal da teoria Queer ocupa-se de negar o determinismo biológico e o caráter linear progressivo da formação da identidade de gênero. Numa vertente pós-estruturalista a noção de sujeito e identidade são negados e pensa-se a identidade de Gênero a partir da noção de ?performatividade?. A primeira premissa que sinaliza essa condição declara como sendo a construção da identidade efeito operado pelo discurso sobre o sujeito e não causa. Sendo assim, a identidade de gênero é uma construção e o efeito do discurso sobre o corpo revela que sua caracterização de gênero é produto cultural do discurso. E como efeito do discurso, compreendido aqui todas as práticas e vivências sociais como determinantes na produção desses efeitos, o sujeito, conforme Butler, pode se construir de outras formas e sem limitações das estruturas de poder. A intenção da pesquisa será a de utilizar o referencial teórico mencionado para analisar o discurso jurídico, especificamente aqueles discursos contidos nos votos da ADI 4.277/DF que tratou sobre o reconhecimento das uniões estáveis entre pessoas do mesmo sexo. Esta interpretação busca por um lado compreender os argumentos jurídicos sustentados e, por outro lado, trazer novos argumentos que possam contribuir para a reflexão jurídica, fazendo participar dos argumentos a discussão filosófica sobre este tema. Objetivo: Compreender de que modo a teoria Queer pode contribuir para os debates em torno das relações homoafetivas. Tratando a condição humana de existir a partir de sua face biológica em paralelo com sua face de existir imposta pela construção social. ? Leitura dos textos que explicam os moldes de atuação a teoria Queer. ? Análise dos votos dos Ministros do STF sobre o reconhecimentos da união estável para as uniões homoafetivas verificação da ampliação do debate jurídico a partir dos argumentos filosóficos sobre identidade de gênero.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Angela Couto Machado Fonseca - Coordenador / Wanda Karine da Silva Santana - Integrante., Número de produções C, T & A: 1 / Número de orientações: 1

  • 2013 - 2014

    Direitos Humanos numa perspectiva antropológica: Identidade e pluralidade, Descrição: Uma questão fundamental, presente nos questionamentos típicos da antropologia é a relação entre Natureza e Cultura. Pensar o homem é colocar-se no centro desta questão. O homem definido modernamente em suas características universais e abstratas, tidas, portanto, como inicialmente naturais, é também e, sobretudo, um produto cultural. A este questão se desdobra outra: a da identidade e diferença. Todas estas perguntas parecem relevantes para pensar a situação dos direitos humanos hoje. Refletir sobre os direitos humanos significa antes de mais nada pensar o estatuto de homem a que tais direitos se remetem e tutelam. A possibilidade dos direitos humanos reside na pressuposição da identidade, mas sua atuação concreta enquanto proteção efetiva, vai exigir, também, abarcar dentro e para além da identidade, as diferenças e pluralidades. Assim, a reflexão antropológica, que entende que toda natureza é parte de uma cultura (como diz expressamente Eduardo Viveiros de Castro), parece ser um caminho bastante pertinente para avaliar e pesar a tensão necessária da diversidade (alteridade) e igualdade. Assim, é insuficiente a afirmação da pluralidade do universal, e torna-se necessário considerar as possibilidades de articulação entre os valores universais e as especificidades culturais. Colocar em jogo a tensão mencionada o relacionamento difícil, mas importante, entre o chamado valorativo que precisa de lugar para falar de direitos humanos e as particularidades culturais que devem ser respeitas (exatamente em nome desses mesmos direitos). Pensar hoje os direitos humanos a partir do auxílio das reflexões antropológicas permite cogitar um novo modelo republicano capaz de articular o singular e o universal sem tratá-los a partir de uma disjunção incontornável. Para Gosselin, "o ?direito à diferença? não pode constituir-se em fundamento do Estado de direito se ele não é ligado ao que chamaria de um pacto de cidadania". Desse modo, (...) o apelo aos valores universais, em primeiro plano nos quais a unidade do homem - que funda os limites do relativismo cultural - permite assim, suscita e mesmo exige, uma pedagogia dessa relatividade, um aprendizado das diferenças. Fora dessa afirmação ética, como ser partidário de uma ?sociedade pluricultural? sem renunciar ao Estado de direito?(Gosselin, 1994, p.133-4). Assim, o campo de estudo da Antropologia pode auxiliar a pensar os direitos humanos ao fornecer instrumental para elaborar na universalidade dos direitos a possibilidade da autodeterminação da diferença. A pesquisa que aqui se propões quer em primeiro lugar compreender como o referencial antropológico opera e em que medida, metodologicamente, pode articular a tensão universalidade e particularidade ou identidade e pluralidade. A partir daí queremos pensar os direitos humanos nesta perspcetiva, para pensar o homem, universalmente estabelecido e também nas suas diferenças culturais e sociais.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Angela Couto Machado Fonseca - Coordenador / Julyane Théo Sierpinski de Souza - Integrante., Número de orientações: 1

  • 2013 - 2014

    Uma possível felicidade pelo direito: discussão sobre o Estado e a busca da felicidade objetiva, Descrição: Pretendemos compreender como a inserção da felicidade nos princípios Constitucionais Fundamentais (Projeto de Emenda Constitucional, N 19 de 2010) se dá de maneira filosófica, contribuindo assim com o Direito e a Sociedade. Observamos uma felicidade que com o decorrer do tempo de desdobra de diversas formas e significados. Surge na antiguidade como finalidade da ética e da política, o que poderia ser concebido como felicidade na época, hoje teria um significado totalmente distinto. Já na formação do pensamento moderno verificamos a felicidade incluída nos projetos revolucionários, pautados na liberdade do individuo e igualdade. Observa-se aí, portanto, uma mutação da felicidade como bem comum para uma felicidade voltada aos indivíduos. No decorrer da modernidade, como analisam Bauman e Lipovetski, verificamos no ambiente do consumismo exacerbado, a felicidade ser impostada como um continuado processo de busca sem descanso de bens transitórios a serem exibidos. Diante disto, o objetivo do presente trabalho é o de indagar os termos da felicidade a ser ?garantida? politicamente e o quanto ela está em sintonia com uma felicidade voltada ao bem estar enquanto ?ter?, afastando-se de sua conotação política originária de felicidade como construção de uma vida qualificada. ? Definir o conceito de eudaimonia em Aristótestes ? Entender a felicidade como finalidade da Ética e da Política; ? Analisar a felicidade da alma dos estóicos; ? Analisar a formulação moderna de felicidade em seus contornos individualistas; ? Esboçar a felicidade paradoxal de Lipovetski; ? Esboçar felicidade no mundo fluído questionada por Bauman; ? Questionar a felicidade como TER e não como SER; ? Analisar a Proposta de Emenda à Constituição N 19 de 2010 ? Examinar qual o sentido de felicidade expresso pela PEC;. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Angela Couto Machado Fonseca - Coordenador / Ygor Nasser Salah Salmen - Integrante.

  • 2013 - 2014

    Direitos Humanos numa perspectiva antropológica: Identidade e pluralidade, Descrição: Uma questão fundamental, presente nos questionamentos típicos da antropologia é a relação entre Natureza e Cultura. Pensar o homem é colocar-se no centro desta questão. O homem definido modernamente em suas características universais e abstratas, tidas, portanto, como inicialmente naturais, é também e, sobretudo, um produto cultural. A este questão se desdobra outra: a da identidade e diferença. Todas estas perguntas parecem relevantes para pensar a situação dos direitos humanos hoje. Refletir sobre os direitos humanos significa antes de mais nada pensar o estatuto de homem a que tais direitos se remetem e tutelam. A possibilidade dos direitos humanos reside na pressuposição da identidade, mas sua atuação concreta enquanto proteção efetiva, vai exigir, também, abarcar dentro e para além da identidade, as diferenças e pluralidades. Assim, a reflexão antropológica, que entende que toda natureza é parte de uma cultura (como diz expressamente Eduardo Viveiros de Castro), parece ser um caminho bastante pertinente para avaliar e pesar a tensão necessária da diversidade (alteridade) e igualdade. Assim, é insuficiente a afirmação da pluralidade do universal, e torna-se necessário considerar as possibilidades de articulação entre os valores universais e as especificidades culturais. Colocar em jogo a tensão mencionada o relacionamento difícil, mas importante, entre o chamado valorativo que precisa de lugar para falar de direitos humanos e as particularidades culturais que devem ser respeitas (exatamente em nome desses mesmos direitos). Pensar hoje os direitos humanos a partir do auxílio das reflexões antropológicas permite cogitar um novo modelo republicano capaz de articular o singular e o universal sem tratá-los a partir de uma disjunção incontornável. Para Gosselin, "o ?direito à diferença? não pode constituir-se em fundamento do Estado de direito se ele não é ligado ao que chamaria de um pacto de cidadania". Desse modo, (...) o apelo aos valores universais, em primeiro plano nos quais a unidade do homem - que funda os limites do relativismo cultural - permite assim, suscita e mesmo exige, uma pedagogia dessa relatividade, um aprendizado das diferenças. Fora dessa afirmação ética, como ser partidário de uma ?sociedade pluricultural? sem renunciar ao Estado de direito?(Gosselin, 1994, p.133-4). Assim, o campo de estudo da Antropologia pode auxiliar a pensar os direitos humanos ao fornecer instrumental para elaborar na universalidade dos direitos a possibilidade da autodeterminação da diferença. A pesquisa que aqui se propões quer em primeiro lugar compreender como o referencial antropológico opera e em que medida, metodologicamente, pode articular a tensão universalidade e particularidade ou identidade e pluralidade. A partir daí queremos pensar os direitos humanos nesta perspcetiva, para pensar o homem, universalmente estabelecido e também nas suas diferenças culturais e sociais.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Angela Couto Machado Fonseca - Coordenador / Julyane Théo Sierpinski de Souza - Integrante.

  • 2013 - 2014

    Democracia e Heterotopia: uma análise do espaço democrático como lugar de identidade e pluralidade, Descrição: A noção de heterotopia foi desenvolvida por Michel Foucault em sua concepção de espaço, especificamente no texto ?Des espaces autres?, de 1967. Nesta concepção o autor ao abordar o espaço inclui nele uma análise plural da sociedade, considerando nela a presença de atores e fenômenos que numa outra perspectiva não seriam considerados já que ocupam um espaço marginalizado, apolítico e inconstante. Há uma diferença fundamental entre utopias e heterotopias. As utopias são sítios sem lugar real. São sítios que têm uma relação analógica direta ou invertida com o espaço real da Sociedade. Apresentam a sociedade numa forma aperfeiçoada, ou totalmente virada ao contrário. Seja como for, as utopias são espaços fundamentalmente irreais. Já as heterotopias são os diferentes espaços reais que convivem com ?regras? de entrada e saídade de cada um deles, e com formas de representações próprias. O espaço, assim, é instrumento para analisar o dinamismo social nos mais variados componentes que o estruturam, entrando em cena o olhar para as inclusões e exclusões. Trata de observar a sociedade em suas complexas representações que nem sempre convivem num mesmo patamar, tornando o espaço não apenas plural, mas complexo ambiente de tensões. A heterotopia não é um espaço ideal ou irreal, é o espaço em suas múltiplas manifestações. O espaço da razão é representado de modo diverso daquele que é preenchido pelos detentores da desrazão (manicômios, por exemplo). Assim, a compreensão da sociedade também deve perceber os espaços e suas ocupações em conjunto com as justificações de quais espaços e suas representações pertinentes se colocam em visibilidade e quais são afastados. Nisto Foucault abre uma importante discussão acerca da possibilidade de transformação social como algo que só poderia ser insuficientemente alcançada pelas trocas de ideias nos debates políticos. As heterotopias permitem pensar na sociedade como os diversos espaços conflitantes e justapostos. Pensar nas heterotopias pode ser um caminho para questionar as noções, tão caras à democracia contemporânea, de identidade e pluralidade. Se é insuficiente o plano do debate político como o campo de recepção de conflitos e formação de consenso, a noção de heterotopia pode auxiliar no questionamento de como se produz a identidade e como se mantém a pluralidade. Pensar a pluralidade e diferenças pelas heterotopias enriquece a percepção das diferenças como o que convive lado a lado, já que na mesma sociedade; porém, justapostos e separados, pois provenientes de diferentes espaços e representações. O presente trabalho pretende, portanto, a partir do referencial de Foucault pensar a noção de heterotopia como forma de interpretação da marginalidade e centralidade de diferentes espaços e suas relações com o debate democrático sobre identidade e pluralidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Angela Couto Machado Fonseca - Coordenador / Luana Liliane Hubner da Silva Rodrigues - Integrante., Número de produções C, T & A: 1

  • 2012 - 2013

    Liberdade e direitos: a absorção do conceito de liberdade na proclamação dos direitos do homem., Descrição: A temática que pretende ser objeto de pesquisa tem como ponto de partida de sua análise dois testemunhos: aquele presente na ?Declaração de direitos do homem e do cidadão? (Déclaration des Droits de lHomme et du Citoyen) de 1789 e o célebre texto de Benjamin Constant, que hoje figura como um clássico, sobre a ?Liberdade dos antigos comparada a dos modernos?. Tais testemunhos pretendem guiar a pesquisa na medida em que a declaração de 1789 constitui o documento definitivo que inscreve os termos modernos dos direitos individuais e coletivos, sobretudo aquele direito que será alvo de análise: liberdade. No que se refere ao texto de Constant, ali está delimitado o ambiente diverso das liberdades antiga e modernas, estabelecendo suas diferenças conceituais e históricas. Suas análises, permitem ambientar as definições conceituais próprias da liberdade em seus contextos diversos, de modo a permitir compreender quais os elementos típicos que constituem a noção de liberdade moderna. Esta definição teórica de concepções de liberdade também pretende ser o caminho para compreender em que medida a leitura teórica de liberdade ? em especial a moderna ? acaba por ser absorvida e cristalizada como um direito natural e próprio do homem. Em outros termos, o que se quer é compreender o ambiente e processo de formação conceitual das diferentes liberdades (antiga e moderna), privilegiando as especificidades da noção de liberdade moderna, para, num segundo momento, avaliar como a compreensão conceitual extravasa para o plano da apreensão jurídica, solidificando-se em direito.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Angela Couto Machado Fonseca - Coordenador., Número de orientações: 2

  • 2012 - 2013

    Liberdade e formas de democracia deliberativa., Descrição: O presente projeto tem como ponto de partida a análise do estatuto da liberdade desenhada no ambiente do pensamento moderno, na intenção de fazer dialogar a concepção teórica de liberdade em face da noção de democracia deliberativa. O objetivo específico será a análise das proposições de democracia deliberativo do pensamento de Hannah Arendt e Habermas. Buscar compreender os moldes da democracia deliberativa de cada um destes autores, em especial nos aspectos que fundamentam a deliberação sobre bases significativamente diferentes.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Angela Couto Machado Fonseca - Coordenador.

  • 2012 - 2013

    Direito humanos e a era da tecnociência, Descrição: A pesquisa tem como intenção trabalhar com duas temáticas ( direitos humanos e tecnociência) buscando um ponto de diálogo entre elas. No que se refere aos direitos humanos, verificar que ?humanidade? é delineada como seu referencial e se este referencial é pensado como natural e fixo ou como construção. Num segundo momento pretende-se analisar os novos sentidos do conceito vida e ?humano? que irrompem a partir da prática da técnica. O sentido original da vida e sobretudo os limites originais da vida (nascimento e morte), mostram-se maleáveis quando um aparato técnico opera sobre a vida, ampliando quantitativamente seu surgimento (aumento das taxas de natalidade), e ampliando sua ocorrência (aumento da expectativa de duração da vida). Trata-se de observação da atuação da técnica, pois é justamente por via de sua intervenção que os contornos da vida são alterados e não se deixam ocorrer livremente por conta própria. O eixos teóricos que servirão de base serão: Michel Foucault, Giorgio Agamben, Roberto Espósito e Stefano Rodotá.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Angela Couto Machado Fonseca - Coordenador., Número de orientações: 1

  • 2011 - 2012

    Economia política e liberdades públicas: fundamentação e perspectivas, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) . , Integrantes: Angela Couto Machado Fonseca - Coordenador / Paulo Opuzska - Integrante / Fernanda Busanello - Integrante., Financiador(es): Universidade Positivo - Remuneração.

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Prêmios

2007

Professor homenageado dos formando da turma de Direito, Centro Universitário Positivo.

2007

Honra ao mérito acadêmico, FAE.

Histórico profissional

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Endereço profissional

  • Universidade Federal do Paraná, Faculdade de Direito UFPR. , Praça Santos Andrade, Centro, 80020300 - Curitiba, PR - Brasil, Telefone: (41) 33102750

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Experiência profissional

2013 - 2016

Universidade Positivo

Vínculo: , Enquadramento Funcional: Professora, Carga horária: 20

Outras informações:
Professora de Epitemologia, Filosofia Política e Teorias da Justiça

2011 - 2016

Universidade Positivo

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: professor, Carga horária: 16

Outras informações:
Professor de Ciência Política Professor de Filosofia do Direito Professor de IED

2010 - 2016

Universidade Positivo

Vínculo: , Enquadramento Funcional: Professora, Carga horária: 20

Outras informações:
Professora de Ciência Política Professora de Filosofia do Direito

2013 - 2015

Universidade Positivo

Vínculo: , Enquadramento Funcional: professora, Carga horária: 24

Outras informações:
Professor da Disciplina Epistemologia, Ciência Política e Teorias da Justiça

2006 - 2014

Academia Brasileira de Direito Constitucional

Vínculo: Professor vistante, Enquadramento Funcional: professora, Carga horária: 4

2006 - 2007

Centro Universitário Autônomo do Brasil

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: professora, Carga horária: 16

2005 - 2008

Faculdade Católica de Administração e Economia

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Outro, Carga horária: 8

Atividades

  • 09/2005

    Ensino, Direito, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Filosofia do direito

2007 - 2015

Centro Universitário Positivo

Vínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: professora, Carga horária: 16

Outras informações:
disciplina: Ética e ciddania Introdução ao estudo do direito Ciência Política Filosofia do direito

2002 - 2003

Centro Universitário Positivo

Vínculo: , Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 16

Outras informações:
disciplinas: filosofia do direito A filosofia do direito B

Atividades

  • 05/2002 - 06/2003

    Ensino, Direito, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, filosofia do direito A, filosofia do direito B

2016 - Atual

Universidade Federal do Paraná

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Adjunto A

Outras informações:
Professor da Disciplina: Metodologia do Trabalho científico em Direito Professor da Disciplina: Filosofia do Direito e Teoria do Conhecimento Professor da Disciplina: Retórica e Argumentação Professor da Disciplina: Filosofia do Direito e Filosofia Contemporânea Filosofia do Direito

2015 - Atual

Universidade Federal do Paraná

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisador Pós doutorado, Carga horária: 4

Outras informações:
Professor Pós-Graduação PPGD/UFPR Disciplina: Biopolítica e Governamentalidade

Atividades

  • 03/2016

    Ensino, Direito, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Metodologia do Trabalho Científico em Direito, Filosofia do Direito e Epistemologia, Filosofia do Direito e Filosofia Contemporânea, Filosofia do Direito