Lucas Gabriel Silva de Aguiar

Mestre em Geoquímica Ambiental (Geociências) pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com ênfase em contaminação ambiental e comportamento geoquímico de metais. Graduado em Geologia (Bacharel) na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com monografia voltada às áreas de sedimentologia, estratigrafia e mapeamento geológico. Período sanduíche de um ano durante a graduação na University of South Wales (Reino Unido) para cursar Geologia. Curso técnico profissionalizante em Informática. Fluência avançada em Inglês e intermediária em Espanhol..

Informações coletadas do Lattes em 04/06/2019

Acadêmico

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Formação acadêmica

Mestrado em Geociências (Geoquímica)

2016 - 2018

Universidade Federal Fluminense
Título: Avaliação da contaminação potencial por metais em solos e sedimentos na região da mina Morro do Ouro, Paracatu - MG,Ano de Obtenção: 2018
Orientador: Edison Dausacker Bidone
Coorientador: Elisamara Sabadini Santos. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Contaminação Ambiental; Metais pesados; Comportamento geoquímico; Mineração de ouro.Grande área: Ciências Exatas e da TerraGrande Área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Geologia / Especialidade: Geologia Ambiental. Grande Área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Geologia. Setores de atividade: Pesquisa e desenvolvimento científico.

Graduação em Geologia

2010 - 2016

Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: MAPEAMENTO GEOLÓGICO E ANÁLISE LITOFACIOLÓGICA DA FORMAÇÃO RESENDE NA EXTREMIDADE OESTE DA BACIA DE RESENDE (RJ)
Orientador: Renato Rodriguez Cabral Ramos

Graduação em BSc Geology

2013 - 2014

University of South Wales
Título: Application of structural geological analogues in the interpretation of seismic reflection sections, South Wales UK.
Orientador: Marios Miliorizos
com Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.

Curso técnico/profissionalizante em Técnico profissionalizante de Informática

2005 - 2007

Colégio Cidade

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Idiomas

Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Bem.

Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

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Áreas de atuação

    Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências.

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Participação em eventos

XXXIV Jornada Giulio Massarani de Iniciação Científica, Tecnológica, Artística e Cultural - JICTAC-2012.Caracterização dos sítios de deposição atual de tufas calcárias no depósito "18 de Março", vertente sudeste da Serra do Cândido, município de Itaocara (RJ). 2012. (Seminário).

XXXIV Jornada Giulio Massarani de Iniciação Científica, Tecnológica, Artística e Cultural - JICTAC-2012.Mapeamento geológico do limite norte da bacia de Resende em sua extremidade ocidental, no contato com o maciço alcalino de Itatiaia, municípios de Itatiaia e Resende (RJ). 2012. (Seminário).

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Comissão julgadora das bancas

RENATO RODRIGUEZ CABRAL RAMOS

RAMOS, R. R. C.; SAPIENSA, L.H.; SAMPAIO, A.C.M.. Mapeamento Geológico e Análise Litofaciológica da Formação Resende na Extremidade Oeste da Bacia de Resende (RJ). 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Geologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Luis Henrique Sapiensa Almeida

RAMOS, R. R. C.; SAMPAIO, A. C. M.;ALMEIDA, L. H. S.. Mapeamento Geológico e Análise Litofaciológica da Formação Resende na Extremidade Oeste da Bacia de Resende (RJ). 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Geologia) - Instituto de Geociências.

Ricardo Gonçalves Cesar

BIDONE, E.D.; SABADINI-SANTOS, ELISAMARA;CESAR, R.G.; CAMPELLO, R. C.. Avaliação da contaminação potencial por metais em solos e sedimentos na região da Mina Morro do Ouro, Paracatu, MG. 2018. Dissertação (Mestrado em Geociências (Geoquímica)) - Universidade Federal Fluminense.

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Foi orientado por

RENATO RODRIGUEZ CABRAL RAMOS

Mapeamento Geológico e Análise Litofaciológica da Formação Resende na Extremidade Oeste da Bacia de Resende (RJ); 2016; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Geologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Universidade Federal do Rio de Janeiro; Orientador: Renato Rodriguez Cabral Ramos;

Edison Dausacker Bidone

AVALIAÇÃO DA CONTAMINAÇÃO POTENCIAL POR METAIS EM SOLOS E SEDIMENTOS NA REGIÃO DA MINA MORRO DO OURO, PARACATU ? MG; 2018; Dissertação (Mestrado em Geociências (Geoquímica)) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Edison Dausacker Bidone;

Elisamara Sabadini Santos

Avaliação da contaminação por metais pesados em solos e sedimentos na região da mina Morro do Ouro, Paracatu ? MG; ; 2016; Dissertação (Mestrado em Geociências (Geoquímica)) - Universidade Federal Fluminense, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Coorientador: Elisamara Sabadini Santos;

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Produções bibliográficas

  • AGUIAR, L. G. S. ; SANTOS, M. C. B. ; SABADINI-SANTOS, E. ; CASTILHOS, Z. C. ; BIDONE, E. D. . ARSÊNIO E MERCÚRIO COMO INDICADORES DA CONTAMINAÇÃO EM SOLOS E SEDIMENTOS DEVIDO À MINERAÇÃO DE OURO, REGIÃO DA MINA MORRO DO OURO, PARACATU-MG. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • AGUIAR, L. G. S. ; CASTILHOS, Z. C. ; SANTOS, M. C. B. ; SABADINI-SANTOS, E. ; BIDONE, E. D. . AVALIAÇÃO DA CONTAMINAÇÃO POR METAIS PESADOS EM SOLOS E SEDIMENTOS NA REGIÃO DA MINA MORRO DO OURO, PARACATU-MG. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • AGUIAR, L. G. S. ; SANTAREM, N. S. ; BRAGA, L. F. Q. F. ; RAMOS, R. R. C. . LEQUES ALUVIAIS PALEOGÊNICOS DO SETOR OESTE DA BACIA DE RESENDE, RIO DE JANEIRO. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

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Projetos de pesquisa

  • 2015 - 2015

    Revisão do mapa geológico da metade ocidental da bacia de Resende, estado do Rio de Janeiro, Descrição: A bacia de Resende, localizada na extremidade oeste do Estado do Rio de Janeiro, está incluída na porção central da Faixa Ribeira, sendo esta caracterizada por rochas proterozoicas deformadas e metamorfizadas durante a orogênese Brasiliana. Assim como as bacias de idade cenozoica de Taubaté, São Paulo e Volta Redonda, a bacia de Resende constitui uma parte do segmento central do Rift Continental do Sudeste do Brasil (RCSB), feição geotectônica deprimida com aproximadamente 900 km de comprimento entre o Paraná e o Rio de Janeiro. Acredita-se que a gênese do RCSB (Eoceno-Oligoceno) esteja relacionada à evolução de margem oceânica durante o final do Cretáceo e início do Paleógeno, quando ocorreu um desequilíbrio isostático entre a bacia de Santos e a área continental adjacente, resultando em movimentos distensivos que produziram a reativação de zonas de cisalhamento proterozoicas de direção ENE-WSW. Formaram-se, então, feições de hemi-grábens que influenciaram os ambientes e processos atuantes na bacia, gerando, por exemplo, depósitos de leques aluviais, os quais serão retratados com maior destaque neste estudo. O estudo tem como objetivo o mapeamento geológico da metade ocidental da bacia de Resende, nos municípios de Itatiaia e Resende, com ênfase nos depósitos sedimentares rudíticos da borda norte da bacia. Como metodologia de campo, além do mapeamento geológico clássico através de caminhamentos e descrição de afloramentos, foram confeccionados perfis colunares detalhados e seções estratigráficas através de fotomosaicos. Além dos dados de campo, foram elaborados perfis e seções, utilizando o software CorelDRAW Technical Suite X5, para melhor representação dos afloramentos estudados. Da mesma forma, como etapa de escritório, utilizou-se o software ArcGIS 10.2.2 para a confecção de modelos digitais de elevação, como também para a confecção do mapa geológico. O embasamento da bacia de Resende é caracterizado por diferentes litotipos de metamorfitos de idade pré-cambriana e apresenta evidente orientação NE-SW. Rochas como granitoides, gnaisses milonitizados, ortognaisses e granulitos são encontradas mais ao norte da bacia, enquanto que ao sul, é notável a predominância de migmatitos, xistos, biotita-gnaisses e granitoides. Já os maciços do Itatiaia e do Morro Redondo, com cotas máximas de 2.787 m e 838 m, respectivamente, são caracterizados por rochas intrusivas alcalinas de idade mesozoica com composição predominantemente sienítica e com rochas vulcânicas traquíticas/fonolíticas. Ao longo da borda norte da área de estudo ocorrem depósitos de leques aluviais, sendo aqueles ricos em detritos de rochas alcalinas incluídos no Membro Itatiaia da Formação Resende. As sucessões fluviais da Formação Resende, atribuídas a canais entrelaçados e planícies de inundação, são caracterizadas por intercalações métricas a centimétricas de camadas de conglomerados, arenitos arcosianos e lamitos maciços. Encontram-se, também, afloramentos avermelhados característicos da Formação Floriano, a qual apresenta sucessão de camadas arenosas dispostas em geometria tabular a sigmoidal, com intercalações de espessas camadas lamosas, correlacionadas a um sistema fluvial meandrante, que representou a fase de colmatação da bacia de Resende.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) . , Integrantes: Lucas Gabriel Silva de Aguiar - Integrante / Luiz Felipe de Queiroz Ferreira Braga - Integrante / André Pires Negrão - Integrante / Renato Rodriguez Cabral Ramos - Coordenador / Natan Soares Santarém - Integrante.

  • 2013 - 2013

    Interpretação Paleoambiental de Depósitos da Formação Resende na Bacia de Taubaté, Município de Jacareí (SP), Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.

  • 2013 - 2013

    Caracterização Litofaciológica do Substrato do Abrigo-sob-Rocha em Tufa Calcária do Caxangá, Município de Itaocara (RJ), Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.

  • 2013 - 2013

    Possíveis gretas de diástase em depósitos aluviais da Formação Resende na extremidade ocidental da bacia de Taubaté, região de Jacareí/SP, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) . , Integrantes: Lucas Gabriel Silva de Aguiar - Integrante / Thiago Roulien Pires Fagundes - Integrante / Luiz Felipe de Queiroz Ferreira Braga - Integrante / Renato Rodriguez Cabral Ramos - Coordenador.

  • 2012 - 2014

    Caracterização dos sítios de deposição atual de tufas calcárias no depósito "18 de Março", vertente sudeste da Serra do Cândido, município de Itaocara (RJ), Descrição: Nos anos 1990, foram identificados pela Sociedade Carioca de Pesquisas Espeleológicas (SPEC) diversos depósitos de tufas calcárias nas vertentes das serras do Cândido (município de Itaocara/RJ) e das Águas Quentes (município de Cantagalo/RJ), os quais constituem os únicos deste tipo em território Fluminense. As tufas calcárias constituem depósitos carbonáticos de superfície que contém tipicamente restos e vestígios de vegetais (talos, raízes, folhas, troncos), o que confere a rocha uma textura porosa. É comum observar este tipo de depósito sendo formado em áreas onde ocorre ressurgência de águas continentais subterrâneas. Estas emergem de aquíferos saturados em Ca(HCO3)2 cujas águas, ao chegarem a superfície, tendem a perder CO2 para a atmosfera. Tais depósitos, na área de estudo, ocorrem associados aos mármores calcíticos sacaroidais de idade proterozóica (Unidade São Joaquim), que sustentam ambas as serras acima mencionadas. Tufas calcárias de alguns destes depósitos foram recentemente datadas pelo método do radiocarbono, sendo que a mais antiga idade obtida foi de cerca de 28000 anos AP. Também é observada em alguns poucos locais da serra do Cândido a deposição atual de tufas calcárias. Em um desses depósitos, denominado de "18 de Março", localizado entre as coordenadas 21º47'46,7"S/42º10'39,4"W e 21º47'45,1"S/42º10'45"W, ocorrem depósitos de tufa antigos, bem como a deposição atual de carbonato sobre a vegetação e restos vegetais. Este trabalho tem como objetivo caracterizar os processos sedimentares e os condicionantes geológicos e geomorfológicos que proporcionam a deposição atual de carbonatos deste local. O depósito "18 de Março" ocorre no sopé da serra do Cândido, aproximadamente entre as cotas altimétricas 170 m e 240 m, e compreende depósitos antigos de tufas em cascata e tufas fitoclásticas, bem como análogos atuais. Destacam-se os depósitos de tufas em cascata, concentrados ao longo da linha de drenagem, em seis degraus com desníveis de 3 a 8 m de altura, compreendidos em uma distância de cerca de 250 m. A água que abastece o baixo curso da drenagem nasce em uma pequena planície aluvial na cota 260 m, bem como recebe contribuição de surgências em fraturas. A precipitação físico-química de minerais de CaCO3 dá-se principalmente pela perda de CO2 quando a água se precipita dos degraus, sendo acelerada pelas altas taxas de evaporação, agitação da água e/ou por atividade bacteriana. Foram reconhecidas entre as duas escarpas medianas (cotas 190 a 210 m), surgências de águas ricas em CaCO3 associadas a um padrão de fraturamento no mármore, que apresenta mergulhos suaves (entre 8 a 25º) para ESE. Nas duas escarpas superiores, os depósitos de tufas calcárias atuais apresentam morfologias distintas nos inferiores, destacando-se formas colunares e pendentes.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.

  • 2012 - 2014

    Levantamento espeleométrico e geoespeleológico da gruta da Pedra Santa, município de Cantagalo (RJ), Descrição: A gruta da Pedra Santa, localizada na serra das Águas Quentes (coords. 21º56' 15"S; 42º15'13"W), distrito de Euclidelândia, município de Cantagalo (RJ), é uma das mais importantes do estado do Rio de Janeiro, tendo sido registrada no Cadastro Nacional de Cavernas da Sociedade Brasileira de Espeleologia (SBE) sob o código RJ-01. A cavidade foi formada em mármores sacaroidais de idade proterozóica pertencentes à Unidade São Joaquim. Já conhecida desde o início do século XX por moradores da região, foi redescoberta em 1959 por Sebastião Carvalho e Bento Luis Lisboa, do Centro de Estudos e Pesquisas Euclides da Cunha (CEPEC). Nos anos 1970, a gruta esteve ameaçada de destruição pela Fábrica de Cimento Mauá, sendo salva pela mobilização popular da comunidade cantagalense, encabeçada pelo CEPEC. Em 12 de outubro de 1990, a Prefeitura Municipal de Cantagalo sancionou a Lei 031/90, que dispõe sobre a preservação da gruta, proibindo qualquer atividade que acarrete sua destruição. No segundo semestre de 1998, equipe da Sociedade Carioca de Pesquisas Espeleológicas (SPEC) realizou o primeiro levantamento topográfico parcial desta cavidade. Atualmente, a cavidade está situada em terras pertencentes à Lafarge Brasil S/A e só pode ser visitada mediante autorização desta empresa e do IBAMA. O presente trabalho tem como objetivo a atualização do levantamento topográfico realizado pela SPEC em 1998 e das suas características geoespeleológicas, tais como os padrões de fraturamento, os processos espeleogenéticos e os espeleotemas. O levantamento topográfico será executado através do método comumente denominado "trena e bússola", visando a obtenção da planta baixa da cavidade, bem como seções longitudinais e transversais dos seus salões e condutos. A escala de trabalho será definida de modo que a planta baixa final seja plotada em folha tamanho A4. Os resultados obtidos até o momento sugerem que a gruta da Pedra Santa é a segunda maior cavidade natural subterrânea do Estado, menor apenas que a gruta Novo Tempo, situada no mesmo município cerca de 15 km a nordeste. A cavidade apresenta três salões principais, sendo aquele próximo a sua entrada o mais amplo, com altura máxima de 2,50 m, onde ocorrem três notáveis colunas (união de estalactites e estalagmites). Também são registrados estalactites, estalagmites, helictites, cortinas e calcita dente-de-cão. Os espeleotemas do tipo calcita dente-de-cão são encontrados na extremidade do salão leste e indicam que este setor da cavidade esteve inundado por período de tempo significativo. Décadas de visitação predatória e a proximidade com a lavra de "calcário" da Lafarge (1 km a oeste), onde as detonações para desmonte são frequentes, causaram impactos significativos aos espeleotemas e a gruta.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.

  • 2012 - 2013

    Análise Litofaciológica das Tufas Calcárias do Depósito ?Dezoito de Março?, Serra do Cândido, Município de Itaocara (RJ), Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.

  • 2012 - 2013

    Espeleogênese da Gruta da Pedra Santa, Município de Cantagalo (RJ), Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.

  • 2012 - 2012

    Mapeamento geológico do limite norte da bacia de Resende em sua extremidade ocidental, no contato com o maciço alcalino de Itatiaia, municípios de Itatiaia e Resende (RJ), Descrição: A bacia de Resende constitui uma depressão tectônica orientada segundo a direção ENE-WSW, cujo comprimento alcança 45 km e a largura média em torno de 4,5 km. A bacia possui uma superfície de cerca de 240 km2 e sua profundidade máxima atinge, provavelmente, pouco mais de 500 m. Seu preenchimento sedimentar ocorreu predominantemente durante o Paleógeno, representado por depósitos de leques aluviais adjacentes à borda ativa (norte) e, principalmente, sistemas fluviais axiais de tipo entrelaçado. Esses depósitos estão reunidos na consagrada Formação Resende. Os depósitos aluviais ricos em detritos de rochas alcalinas localizados na periferia do maciço alcalino de Itatiaia (e também do Morro Redondo) foram incluídos no Membro Itatiaia desta unidade. A bacia vem sendo estudada desde os anos 1970 e, até hoje, seu contato com o maciço alcalino do Itatiaia ainda não foi bem definido. Este trabalho tem como objetivo o mapeamento dos limites da bacia de Resende com o maciço alcalino de Itatiaia, entre a BR-485 e as Indústrias Nucleares Brasileiras (INB), bem como a caracterização litofaciológica dos depósitos do Membro Itatiaia da Formação Resende nesta área. A composição dos depósitos de leques aluviais reflete fielmente a composição de sua(s) área-fonte(s). Assim, os depósitos incluídos no Membro Itatiaia são ricos em detritos provenientes do grande maciço alcalino do Itatiaia, formado principalmente por sienitos e lavas traquíticas/fonolíticas. Um dos principais aspectos a serem determinados, no entanto, é a presença ou não de rochas do embasamento metamórfico proterozóico e/ou de granitóides paleozóicos no limite entre a bacia e o maciço alcalino, que poderá ser determinada diretamente através do mapeamento e/ou indiretamente através da composição dos depósitos de leques aluviais.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.

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Prêmios

2012

Menção Honrosa - XXXIV Jornada Giulio Massarani de Iniciação Científica da UFRJ (Fórum de Ciência e Cultura), UFRJ.

Histórico profissional

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Experiência profissional