Juliana Coelho de Almeida

Doutoranda em Antropologia pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal Fluminense(PPGA-UFF). Mestre (2020) e Bacharel (2017) em Antropologia pela mesma Universidade. É pesquisadora do Grupo de Estudos e Pesquisa em Antropologia do Direito e das Moralidades (GEPADIM) do Núcleo Fluminense de Estudos e Pesquisas (NUFEP/UFF), e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia - Instituto de Estudos Comparados em Administração Institucional de Conflitos (INCT-InEAC), com sede no NEPEAC/UFF.

Informações coletadas do Lattes em 17/04/2022

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em andamento em Antropologia

2021 - Atual

Universidade Federal Fluminense
Orientador: Lucía Eilbaum

Mestrado em Antropologia

2018 - 2020

Universidade Federal Fluminense
Título: ?Quem conhece cadeia não comemora a prisão de ninguém?: uma etnografia sobre o MEPCT/RJ e a rede pelo desencarceramento no Estado do Rio de Janeiro,Ano de Obtenção: 2020
Lucía Eilbaum.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Estado; Fiscalização; Privação de liberdade; Tortura.Grande área: Ciências Humanas

Graduação em Antropologia

2013 - 2017

Universidade Federal Fluminense
Título: "A testemunha de hoje é a vítima de amanhã": Uma etnografia sobre a construção dos depoimentos das testemunhas no Tribunal do Júri de Niterói
Orientador: Lucía Eilbaum

Formação complementar

2018 - 2018

Promoção e Defesa dos Direitos LGBT. (Carga horária: 30h). , Escola Nacional de Administração Pública, ENAP, Brasil.

2015 - 2015

Extensão universitária em Atualização em Gênero, Diversidade Sexual e Direitos Sociais. (Carga horária: 26h). , Universidade Federal Fluminense, UFF, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia.

Organização de eventos

EILBAUM, L. ; SANTOS, F. M. ; COELHO, J. . Seminário Internacional Memórias, Reparação e Direitos. Experiências Comparadas entre Brasil e Argentina.. 2019. (Outro).

EILBAUM, L. ; SANTOS, F. M. ; COELHO, J. . VII Seminário Internacional INCT - InEAC. 2019. (Outro).

ALMEIDA, J. C. ; EILBAUM, L. ; SANTOS, F. M. ; CUNHA, A. A. . Seminário Nossas vidas importam: Ativismos, violência institucional e direitos humanos. Diálogos Brasil-Argentina.. 2018. (Outro).

ALMEIDA, J. C. ; EILBAUM, L. ; CUNHA, A. A. ; MARINS, C. T. . Seminário Segurança Pública, Violência e Direitos Humanos. 2018. (Outro).

ALMEIDA, J. C. ; BRANDAO, N. B. ; PELAEZ, D. V. ; SILVA, E. P. . XII Jornada de Alunos do PPGA-UFF - "Diálogos étnico-raciais: embates e construções". 2018. (Outro).

COELHO, J. ; EILBAUM, L. ; SANTOS, F. M. ; LIMA, R. K. . VI Seminário Internacional do INCT-InEAC: Processos de Administração de Conflitos, Universidade Pública e Conjuntura Política. 2018. (Outro).

EILBAUM, L. ; SANTOS, F. M. ; ALMEIDA, J. C. ; CUNHA, A. A. ; LIMA, R. K. . V Seminário Internacional do INCT-InEAC. 2017. (Congresso).

EILBAUM, L. ; ALMEIDA, J. C. . Seminário Antropologia e Direitos Humanos: reflexões etnográficas e a retórica da ?crise?,. 2016. (Congresso).

EILBAUM, L. ; ALMEIDA, J. C. . IV Seminário Internacional do INCT-InEAC. 2016. (Congresso).

EILBAUM, L. ; ALMEIDA, J. C. . Ativismos, espaço cívico e direitos humanos: "Primavera Árabe" encontra "Black lives matter" no Rio de Janeiro. 2016. (Congresso).

SILVA, E. M. A. ; PETROSILLO, I. R. ; ALMEIDA, J. C. . IX Jornada de Alunos do Programa de Pós-Graduação em Antropologia / Universidade Federal Fluminense. 2015. (Congresso).

MIRANDA, A. P. M ; PETROSILLO, I. R. ; ALMEIDA, J. C. . VIII Jornada de Alunos do Programa de Pós-Graduação em Antropologia/Universidade Federal Fluminense. 2014. (Congresso).

Participação em eventos

IV Reunião de Antropologia da Saúde - Eventos críticos e cotidianos de saúde. 2021. (Congresso).

IV Reunião de Antropologia da Saúde - Eventos críticos e cotidianos de saúde. "Na UPA preso entra vivo e sai morto": notas sobre o acesso à saúde no sistema prisional do Rio de Janeiro. 2021. (Congresso).

VIII Seminário Internacional INCT-InEAC.#HERÓI: Notas sobre um "caso de repercussão" de morte de um policial. 2021. (Seminário).

VIII Seminário Internacional INCT-InEAC. 2021. (Seminário).

VIII Seminário Internacional INCT-InEAC.A rotina como "tortura": Usos e sentidos da "tortura" no campo do desencarceramento no Rio de Janeiro. 2021. (Seminário).

Administração de conflitos em perspectiva comparada: 10 anos. 2019. (Seminário).

Encarceramento Feminino em Perspectiva: O perfil das mulheres presas e o descumprimento do HC Coletivo n 143.641 e da Lei n 13.769/18. 2019. (Seminário).

III Palestra da Proposta de Paz do Dr. Daisaku Ikeda. 2019. (Outra).

Mulheres e Liberdade: Agenda Feminista pelo Desencarceramento. 2019. (Seminário).

Pelo Fim da Tortura: uma análise sobre o primeiro ano do Protocolo de Prevenção e Combate à Tortura da DPRJ. 2019. (Seminário).

Seminário 25 anos do NUFEP. 2019. (Seminário).

Seminário 25 anos PPGA UFF. 2019. (Seminário).

VIII Seminário Anual do Comitê e Mecanismo Estadual de Prevenção e Combate à Tortura. 2019. (Seminário).

"Quando nós formos livres, assim o mundo todo será livre": Feminismo negro lésbico no Brasil e nos Estados Unidos.. 2018. (Encontro).

Conversas Antropofágicas: peregrinação, turismo e esporte. 2018. (Outra).

Conversas Antropofágicas - 2ª edição (31/08/2018). 2018. (Encontro).

Seminário Segurança Pública, Violência e Direitos Humanos. 2018. (Seminário).

Seminário Segurança Pública, Violência e Direitos Humanos.Mesa 3 - Encarceramento, racismo e direitos humanos. 2018. (Seminário).

The 18th International Union of Anthropological and Ethonological Sciences World Congress. "A testemunha de hoje é a vítima de amanhã?: reflexões etnográficas sobre a construção dos depoimentos das testemunhas no Tribunal do Júri de Niterói. 2018. (Congresso).

The 18th International Union of Anthropological and Ethonological Sciences World Congress. 2018. (Congresso).

VII SEMINÁRIO ANUAL OS DESAFIOS AO ENFRENTAMENTO À TORTURA. 2018. (Seminário).

VII Seminário Fluminense de Sociologia. 2018. (Seminário).

VII Seminário Fluminense de Sociologia.O encarceramento no Rio de Janeiro: primeiras reflexões etnográficas. 2018. (Seminário).

VI Seminário Internacional do INCT-InEAC: Processos de Administração de Conflitos, Universidade Pública e Conjuntura Política.O ?Mecanismo? e a ?rede pelo desencarceramento? no Rio de Janeiro: reflexões etnográficas. 2018. (Seminário).

VI Seminário Internacional do INCT-InEAC: Processos de Administração de Conflitos, Universidade Pública e Conjuntura Política. 2018. (Seminário).

XII Jornada de Alunos do PPGA/UFF. 2018. (Outra).

XII Jornada de Alunos do PPGA/UFF.Solenidade de Abertura. 2018. (Outra).

XII Jornada de Alunos do PPGA/UFF.?Eu não bato, não mato e não altero?: a construção dos depoimentos de policiais civis no Tribunal do Júri de Niterói.. 2018. (Outra).

V Seminário Internacional do INCT-InEAC. 2017. (Congresso).

XI Jornada de Alunos do PPGA-UFF. 2017. (Congresso).

30ª Reunião Brasileira de Antropologia. 2016. (Congresso).

30ª Reunião Brasileira de Antropologia. 'Direitos Humanos', moralidades e direitos: uma pesquisa etnográfica a partir do NUDEDH.. 2016. (Congresso).

Ativismos, espaço cívico e direitos humanos:. 2016. (Congresso).

IV Seminário Internacional do INCT-InEAC. 2016. (Congresso).

Seminário Antropologia e Direitos Humanos: reflexões etnográficas e a retórica da. 2016. (Seminário).

X Jornada de Alunos do PPGA UFF. ?Trabalhar com POP RUA é pra quem gosta. 2016. (Congresso).

Cine Debate: Filha da Índia (INDIAS DAUGHTER). 2015. (Outra).

IX Jornada de Alunos do PPGA-UFF. 2015. (Congresso).

1ª Etapa da II Semana de Desenvolvimento Acadêmico durante a Agenda Acadêmica UFF.DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO EM ANTROPOLOGIA ? II. 2014. (Outra).

Evento Diálogos: Antropologia e Filosofia promovido pelo Cosmopolíticas ?. 2014. (Outra).

VIII Jornada de Alunos do PPGA-UFF. 2014. (Congresso).

Palestra Perspectivas de Profissionalização em Antropologia e o Dilema da Regulamentação da Profissão de Antropólogo. 2013. (Outra).

Participação em bancas

COELHO, J.; PELAEZ, D. V.; BRANDAO, N. B.; SILVA, E. P.. Seleção de trabalhos para a XII Jornada de Alunos do PPGA/UFF. 2018. Universidade Federal Fluminense.

Comissão julgadora das bancas

Izabel Saenger Nuñez

NUEZ, Izabel Saenger.SANTOS, F. M.. ?A testemunha de hoje é a vítima de amanhã?:uma etnografia sobre a construção dos depoimentos das testemunhas no Tribunal do Júri de Niterói. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Antropologia) - Universidade Federal Fluminense.

Flávia Medeiros Santos

MEDEIROS, Flavia; LIMA, J. V.;EILBAUM, L.. O "Mecanismo": direitos humanos, encarceramento e movimentos sociais.. 2019. Exame de qualificação (Mestrando em Antropologia) - Universidade Federal Fluminense.

Lucia Eilbaum

EILBAUM, Lucia; MEDEIROS, Flavia; LIMA, J. V.. "Quem conhece cadeia não comemora a prisão de ninguém": uma etnografia sobre o MEPCT/RJ e a rede pelo desencarceramento no Estado do Rio de Janeiro. 2020. Dissertação (Mestrado em Antropologia) - Universidade Federal Fluminense.

Juliana Vinuto Lima

EILBAUM, L.; MEDEIROS, F.;VINUTO, J.. ?Quem conhece cadeia não comemora a prisão de ninguém?: uma etnografia sobre o MEPCT/RJ e a rede pelo desencarceramento no Estado do Rio de Janeiro,. 2020. Dissertação (Mestrado em Antropologia) - Universidade Federal Fluminense.

Juliana Vinuto Lima

EILBAUM, L.;VINUTO, J.; MEDEIROS, F.. O "Mecanismo": direitos humanos, encarceramento e movimentos sociais. 2019. Exame de qualificação (Mestrando em Antropologia) - Universidade Federal Fluminense.

Foi orientado por

Ana Claudia Cruz da Silva

Desenvolvimento Acadêmico em Antropologia - II - PROAES; 2014; Orientação de outra natureza; (Antropologia) - Universidade Federal Fluminense, Universidade Federal Fluminense - Pro-Reitoria de Assistência Estudantil; Orientador: Ana Claudia Cruz da Silva;

Lucia Eilbaum

Mecanismo Nacional de Prevenção à Tortura; Início: 2021; Tese (Doutorado em Antropologia) - Universidade Federal Fluminense; (Orientador);

Lucia Eilbaum

"Quem conhece cadeia não comemora a prisão de ninguém": uma etnografia sobre o MEPCT/RJ e a rede pelo desencarceramento no Estado do Rio de Janeiro; 2020; Dissertação (Mestrado em Antropologia) - Universidade Federal Fluminense, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Lucia Eilbaum;

Lucia Eilbaum

?A testemunha de hoje é a vítima de amanhã?: Uma etnografia sobre a construção dos depoimentos das testemunhas no Tribunal do Júri de Niterói; 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Antropologia) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Lucia Eilbaum;

Produções bibliográficas

  • COELHO, J. . ?A testemunha de hoje é a vítima de amanhã?: reflexões etnográficas sobre a construção dos depoimentos das testemunhas no Tribunal do Júri de Niterói. In: 18th IUAES World Congress: World (of) Encounters: The Past, Present and Future of Anthropological Knowledge, 2018, Florianópolis, SC. CONFERENCE PROCEEDINGS 18TH IUAES WORLD CONGRESS (ANAIS - 18 CONGRESSO MUNDIAL DE ANTROPOLOGIA). Florianópolis, SC: Tribo da Ilha, 2018. v. E - J. p. 1-1713.

  • COELHO, J. . 'Direitos Humanos', moralidades e direitos: uma pesquisa etnográfica a partir do NUDEDH.. In: 30ª Reunião Brasileira de Antropologia, 2016, João Pessoa - PA. Anais da 30ª Reunião Brasileira de Antropologia, 2016.

  • COELHO, J. . ?A testemunha de hoje é a vítima de amanhã?: reflexões etnográficas sobre a construção dos depoimentos das testemunhas no Tribunal do Júri de Niterói. In: The 18th International Union of Anthropological and Ethonological Sciences World Congress, 2018, Florianópolis, SC. CADERNO DE RESUMOS - Anais Eletrônicos do 18th IUAES World Congress. Florianópolis, SC: Tribo da Ilha, 2018. p. 475-475.

  • COELHO, J. . A rotina como ?tortura?: Usos e sentidos da ?tortura? no campo do desencarceramento no Rio de Janeiro. 2021. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • COELHO, J. ; BRANDAO, N. B. ; RIBEIRO, A. M. ; SOUZA, C. P. B. ; LEONES, C. V. ; PUCCINI, L. . #HERÓI: Notas sobre um ?caso de repercussão? de morte de um policial. 2021. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • COELHO, J. . 'Na UPA preso entra vivo e sai morto': notas sobre o acesso à saúde no sistema prisional do Rio de Janeiro. 2021. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • COELHO, J. . ?Eu não bato, não mato e não altero?: a construção dos depoimentos de policiais civis no Tribunal do Júri de Niterói. 2018. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • COELHO, J. . O encarceramento no Rio de Janeiro: primeiras reflexões etnográficas. 2018. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • COELHO, J. . O 'Mecanismo' e a 'rede pelo desencarceramento' no Rio de Janeiro: reflexões etnográficas. 2018. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • COELHO, J. . 'A testemunha de hoje é a vítima de amanhã?: reflexões etnográficas sobre a construção dos depoimentos das testemunhas no Tribunal do Júri de Niterói.. 2018. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • ALMEIDA, J. C. . Abordagens etnográficas e práticas acadêmicas. 2017. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • ALMEIDA, J. C. . 'Direitos Humanos', moralidades e direitos: uma pesquisa etnográfica a partir do NUDEDH. 2016. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • ALMEIDA, J. C. . ?Trabalhar com POP RUA é pra quem gosta': uma análise do atendimento do NUDEDH à população em situação de rua. 2016. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • ALMEIDA, J. C. . Diferentes perspectivas na introdução ao saber antropológico. 2015. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

Projetos de pesquisa

  • 2019 - Atual

    De vidas e mortes: etnografias sobre moralidades, justica e direitos humanos, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Lucia Eilbaum em 01/01/2022., Descrição: O presente projeto propoe consolidar e fortalecer uma linha de pesquisa, de formacao de recursos humanos e de transferencia do conhecimento vinculada a relacao entre formas de administracao de justica, demandas por direitos e moralidades. Nesse intuito, o projeto pretende dar continuidade a pesquisas etnograficas desenvolvidas em agencias dos sistemas de Seguranca Publica e de Justica e incorporar uma nova linha de pesquisas vinculada as formas de demanda e de luta por direitos, reconhecimento e memoria por parte de coletivos sociais organizados em torno a impugnacao da violencia institucional e os direitos humanos. A partir desses objetivos, o projeto busca aprofundar o conhecimento e compreensao sobre a relacao entre "moral" e "direito", objeto classico de reflexoes na area da Antropologia do Direito... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Juliana Coelho de Almeida - Integrante / Lucia Eilbaum - Coordenador / Carlos Eduardo Pereira Viana - Integrante / Natália Barroso Brandâo - Integrante / Alice Magalhães Ribeiro - Integrante / Camila Pereira Belisario de Sousa - Integrante / Carolina V. Leones - Integrante / Luciano Puccini - Integrante.

  • 2017 - Atual

    INCT - Instituto de Estudos Comparados em Administração Institucional de Conflitos - INCT-InEAC, Descrição: O presente projeto, apresentado no tema Segurança Pública, do Programa Institutos de Ciência e Tecnologia/CNPq, é resultado de articulação de uma rede nacional e internacional de instituições de ensino, pesquisa e extensão, reunidos há 06 anos no Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia/Instituto de Estudos Comparados em Administração Institucional de Conflitos (INCT/In-EAC), aprovado em abril de 2009. Esse programa é aqui consolidado e ampliado no sentido de promover ainda mais o trabalho de interlocução, inédito no Brasil, entre as ciências sociais e as ciências socicais aplicadas, especialmente entre a Antropologia e o Direito. A rede reunida nesse projeto integra instituições ? grupos de pesquisa e programa de pós-graduação- de sete estados brasileiros (RJ, MG, SP, PE, BA, RS, DF) e cinco países (Canadá, Argentina, França, Estados Unidos, Portugal). Este novo INCT tem como escopo da atuação a análise dos processos de administração institucional de conflitos e as formas não institucionais, especialmente, os processos de demanda de direitos e por reconecimento por parte de diversos atores. Essas duas vias de pesquisa articulam-se com as ações propostas na área da transferência de conhecimento. No primeiro caso, trata-se de ações fortemente ancoradas nas tecnologias de formação, capacitação e interlocução como operadores dos sistemas de Segurança Pública, de Justiça e de outras burocracias estatais, gerando espaços de desconstrução e construção de matrizes e práticas institucionais e corporativas arraigadas nas formas de fazer do Estado no Brasil. No segundo caso, as ações serão inovadoras no sentido da construção de tecnologias sociais que promovam não a aplicação unilateral do conhecimento, mas a construção conjunta de formas de intervenção na esfera e no espaço úblicos que consideremos diferentes pontos de vista e reivindicações das pessoas envolvidas nos conflitos tratados pelas agências públicas. No campo da atuação internacional do Instituto, as estratégias são tendentes à internacionalização de nossos pesquisadores e não só da produção por eles elaborada, como a publicação em revistas estrangeiras e participação em eventos acadêmicos internacionais. O foco da internacionalização do presente projeto é vencer os obstáculos impostos pela exclusão de nossa área do Programa Ciência Sem Fronteiras, para promover o intercâmbio institucional e fluido entre pesquisadores, estudantes e professores dos países envolvidos, como vistas à troca de exxperiências de pesquisa, de ambientes acadêmicos mas, principalmente, para criar oportunidades para realização de pesquisas de campo em outros países, com a finalidade de produzir resultados que possam ser contrastados àqueles aqui obtidos. Assim, destaca-se que esse projeto se funda em uma perspectiva comparada e multidisciplinar de análise, pioneira no Brasil em relação à interlocução entre o Direito e as Ciências Sociais, no entendimento da Segurança Pública como um campo de disputas e consensos que vai além da criminalidade e da intervenção repressiva.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Juliana Coelho de Almeida - Integrante / Ana Paula Mendes de Miranda - Integrante / Edilson Márcio Almeida da Silva - Integrante / Lucia Eilbaum - Integrante / Roberto Kant de Lima - Coordenador / Lenin Pires - Integrante / Marco Antônio da Silva Mello - Integrante / Fabio Reis Mota - Integrante / Vivian Ferreira Paes - Integrante / Paulo Gabriel Hilu da Rocha Pinto - Integrante / Daniel Schoeter Simião - Integrante / Glaucia Maria Pontes Mouzinho - Integrante / Carlos Eduardo Pereira Viana - Integrante / Andreza Azevedo de Cunha - Integrante / Flavia Medeiros Santos - Integrante / Izabel Saenger Nunez - Integrante., Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Auxílio financeiro / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Bolsa / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro / Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro / Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Bolsa / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

  • 2017 - Atual

    Moralidades, Justiça e Conflitos, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Lucia Eilbaum em 28/09/2017., Descrição: Através da produção de etnografias em agências dos sistemas de Segurança Pública e de Justiça, este sub-projeto busca a articulação entre as formas de administração de ?justiça? e as moralidades envolvidas nas atividades de registro, investigação, processamento e julgamento de diversos conflitos, transformados através dessas atividades em ?crimes?. Busca-se, assim, aprofundar teórica e metodologicamente o conhecimento e compreensão sobre a relação entre ?moral? e ?direito?, objeto clássico de reflexões na área da Antropologia do Direito. Em especial, buscamos explorar a reflexão sobre a dimensão moral do tratamento judicial dos conflitos, de modo a entender sua administração como um espaço de interação ? mais ou menos tensa - entre valores morais distintos, que resulta em uma dada decisão judicial e, ao mesmo tempo, em um certo ?sentimento de justiça?. Isto é, entender, a partir da pesquisa empírica, quais os valores morais reconhecíveis nos agentes públicos, nas pessoas envolvidas nos conflitos e em outros atores externos a eles - diferentes mídias, organizações civis e políticas - que orientam as formas de ?fazer justiça? e como esses valores são construídos e intervém nessa atividade.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Juliana Coelho de Almeida - Integrante / Lucia Eilbaum - Coordenador / Carlos Eduardo Pereira Viana - Integrante / Andreza Azevedo de Cunha - Integrante / Flavia Medeiros Santos - Integrante / Izabel Saenger Nunez - Integrante., Financiador(es): Instituto de Estudos Comparados em Administração Institucional Conflitos - Auxílio financeiro.

  • 2009 - 2016

    Programa de Pesquisa e Formação em Segurança Pública, Justiça Criminal e Processos de Administração Institucional de Conflitos. A proximidade e a macrocriminalidade, em perspectiva comparada., Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Roberto Kant de Lima em 09/03/2018., Descrição: Este projeto propõe a formação de um Instituto na área induzida Segurança Pública, do Programa Institutos de Ciência e Tecnologia. Sua finalidade é a promoção de um Programa de Pesquisa e Formação, nas áreas de Ciências Humanas e de Ciências Sociais, a respeito das formas institucionais de administração de conflitos nos diferentes âmbitos dos sistemas de Segurança Pública e de Justiça Criminal. O foco do projeto está dado na análise da natureza dos conflitos tratados pelos sistemas mencionados, atendendo às distinções qualitativas entre categorias como conflito, crime, violência física, insulto moral, entre outras possíveis. Assim, o objetivo principal do Instituto é produzir conhecimento empírico e teórico sobre as lógicas de tratamento e administração institucional de conflitos por parte dos agentes públicos e sua relação com a natureza distinta desses conflitos. Para tanto, as pesquisas empíricas e discussões teóricas a serem produzidas no âmbito do Instituto terão como eixo a comparação entre as formas de administração institucional daqueles conflitos considerados menores, produto de relações de proximidade (vizinhança, parentesco, afinidade, amizade) e daqueles crimes classificados pelo campo jurídico como macrocriminalidade ou crime organizado. Esses dois tipos de conflitualidade envolvem não só mecanismos e lógicas de administração diferenciadas, por parte das agências de Segurança Pública e Justiça Criminal, mas também distintas moralidades no tratamento dos casos e das pessoas envolvidas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Juliana Coelho de Almeida - Integrante / Ana Paula Mendes de Miranda - Integrante / Edilson Márcio Almeida da Silva - Integrante / Lucia Eilbaum - Integrante / Roberto Kant de Lima - Coordenador / Lenin Pires - Integrante / Marco Antônio da Silva Mello - Integrante / Fabio Reis Mota - Integrante / Simoni Lahud Guedes - Integrante / Daniel Schoeter Simião - Integrante / Glaucia Maria Pontes Mouzinho - Integrante / Carlos Eduardo Pereira Viana - Integrante / Flavia Medeiros Santos - Integrante / Izabel Saenger Nunez - Integrante.

Prêmios

2017

1 lugar no Processo Seletivo do Projeto GAPA0006 - Monitoria em Antropologia Política e Jurídica do Programa de Monitoria do ano de 2017., Universidade Federal Fluminense.

2016

1 lugar no Processo Seletivo do Projeto GAPP0003 - Iniciação à prática docente em Antropologia do Programa de Monitoria do ano de 2016., Universidade Federal Fluminense.

2015

2 lugar no Processo Seletivo do Projeto GAPP0003 - Iniciação à prática docente em Antropologia do Programa de Monitoria do ano de 2015., Universidade Federal Fluminense.

Histórico profissional

Experiência profissional

2021 - Atual

Universidade Federal Fluminense

Vínculo: Discente, Enquadramento Funcional: Doutoranda, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

2018 - 2020

Universidade Federal Fluminense

Vínculo: Discente, Enquadramento Funcional: Mestranda, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

2017 - 2017

Universidade Federal Fluminense

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitora, Carga horária: 12

2013 - 2017

Universidade Federal Fluminense

Vínculo: Discente, Enquadramento Funcional: Graduanda

2016 - 2016

Universidade Federal Fluminense

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitora, Carga horária: 12

2015 - 2015

Universidade Federal Fluminense

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitora, Carga horária: 12

Atividades

  • 03/2018

    Pesquisa e desenvolvimento, Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, Programa de Pós-Graduação em Antropologia PPGA/UFF.,Linhas de pesquisa

  • 01/2017

    Pesquisa e desenvolvimento, Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, Instituto de Estudos Comparados em Administração Institucional Conflitos.,Linhas de pesquisa

  • 02/2021 - 05/2021

    Estágios , Centro de Estudos Gerais, Instituto de Ciências Humanas e Filosofia.,Estágio realizado, Estágio Docência voluntário na disciplina "Antropologia I" sob a supervisão da professora Dra. Lucía Eilbaum.

  • 08/2019 - 12/2019

    Estágios , Centro de Estudos Gerais, Instituto de Estudos Comparados em Administração de Conflitos (INEAC/UFF).,Estágio realizado, Estágio Docência na disciplina "Antropologia e Conflito" sob a supervisão das professoras Dra. Flavia Medeiros e M.a Paloma Monteiro.

  • 08/2018 - 12/2018

    Estágios , Centro de Estudos Gerais, Instituto de Ciências Humanas e Filosofia.,Estágio realizado, Estágio Docência na disciplina "Etnografia dos Conflitos" sob a supervisão da professora Dra. Lucía Eilbaum.

  • 08/2018 - 12/2018

    Estágios , Centro de Estudos Gerais, Instituto de Estudos Comparados em Administração de Conflitos (INEAC/UFF).,Estágio realizado, Estágio Docência na disciplina Estado, Sociedade e Teoria da Constituição sob a supervisão da professora Dra. Izabel Nuez.

2018 - Atual

Associação Brasileira de Antropologia

Vínculo: Associada, Enquadramento Funcional: Associada