Sandra Lia do Amaral Cardoso

Possui graduação em Licenciatura Plena em Educação Física pela Universidade de São Paulo (1991), especialização em Reabilitação Cardiovascular pelo InCOr-HC/FM-USP (1992); doutorado em Ciências (Fisiologia Humana) pela Universidade de São Paulo (1998) e pós-doutorado em Fisiologia Cardiovascular pelo Medical College of Wisconsin (Milwaukee, WI, USA, 1999-2002) e Universidade de São Paulo (ICB, USP, SP, 2002-2004). Atualmente é professora Associada (2017 - Exercício Físico e Saúde) do Departamento de Educação Física da Faculdade de Ciências da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Campus de Bauru e coordena o Laboratório Experimental de Fisiologia do Exercício - LEFEx. É credenciada no Programa Interinstitucional de Pós Graduação em Ciências Fisiológicas - UFSCAR/UNESP, em nível de Mestrado e Doutorado. Recebeu vários prêmios por sociedades de reconhecimento nacional e internacional. Tem experiência na área de Fisiologia, com ênfase em Fisiologia Cardiovascular, atuando principalmente nos seguintes temas: angiogênese, treinamento fisico, hipertensão, microcirculação, dexametasona e VEGF. É bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq, nível 2.

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Acadêmico

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Formação acadêmica

Doutorado em Ciências (Fisiologia Humana)

1994 - 1998

Universidade de São Paulo
Título: Efeitos hemodinâmicos e alterações estruturais da microcirculação da musculatura esquelética induzidas pelo treinamento físico na hipertensão espontânea
Orientador: Lisete Compagno Michelini
Bolsista do(a): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, FAPESP, Brasil. Palavras-chave: microcirculação; exercício físico; treinamento; Hipertensão.Grande área: Ciências BiológicasSetores de atividade: Educação; Saúde Humana.

Aperfeiçoamento em Condicionamento Fís aplicado à prevenção cardía

1992 - 1993

Instituto do Coração - HCFMUSP
Título: Exercício e insuficiência cardíaca. Ano de finalização: 1993
Orientador: Carlos Eduardo Negrão
Bolsista do(a): Fundacao de Desenvolvimento Administrativo, FUNDAP, Brasil.

Graduação em Licenciatura Plena em Educação Física

1988 - 1991

Universidade de São Paulo

Ensino Médio (2º grau)

1985 - 1987

Colégio São José

Ensino Fundamental (1º grau)

1977 - 1984

Colégio São José

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Pós-doutorado

2017

Livre-docência. , Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil. , Título: Exercício físico e Saúde - nota 10,0, Ano de obtenção: 2017., Palavras-chave: Hipertensão; exercício físico; Prescricao de exercicio; reabilitação cardiovascular., Grande área: Ciências Humanas, Grande Área: Ciências Biológicas / Área: Fisiologia / Subárea: Fisiologia Geral / Especialidade: Hipertensão. , Grande Área: Ciências da Saúde / Área: Medicina / Subárea: Doenças Cardiovasculares.

2002 - 2004

Pós-Doutorado. , Universidade de São Paulo, USP, Brasil. , Bolsista do(a): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, FAPESP, Brasil.

1999 - 2002

Pós-Doutorado. , Medical College Of Wisconsin, MCW, Estados Unidos. , Bolsista do(a): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, FAPESP, Brasil. , Grande área: Ciências Biológicas

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Formação complementar

2020 - 2020

Curso de Capacitação Técnica em Manejo de Animais de Experimentação. (Carga horária: 21h). , Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil.

2018 - 2018

VI Workshop Latu Sensu da UNESP (Cursos de Especialização). (Carga horária: 8h). , Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil.

2013 - 2013

Cardiologia do Esporte, avaliação pré-participação. (Carga horária: 2h). , Sociedade de Cardiologia do Estado de Sao Paulo, SOCESP, Brasil.

2013 - 2013

II Curso de Biologia do Músculo Estriado. (Carga horária: 36h). , UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA, UNESP - FRANCA, Brasil.

2012 - 2012

Variabilidade da Frequência Cardíaca e PA. (Carga horária: 3h). , Sociedade Brasileira de Fisiologia, SBFIS, Brasil.

2009 - 2009

Hipertensão Arterial - aspectos básico. (Carga horária: 3h). , Sociedade Brasileira de Hipertensão, SBH, Brasil.

2007 - 2007

Exercício Físico e Reabilitação Cardiovascular. (Carga horária: 8h). , Sociedade de Cardiologia do Estado de Sao Paulo, SOCESP, Brasil.

2007 - 2007

Capacitação para prescrição de EF em diabetes. (Carga horária: 12h). , Associação Nacional de Diabetes, ANAD, Brasil.

2007 - 2007

Controlando o colesterol: papel do exerc físico. (Carga horária: 8h). , Sociedade de Cardiologia do Estado de Sao Paulo, SOCESP, Brasil.

2006 - 2006

Bases Fisio-farmacológicas da terapêutica. (Carga horária: 3h). , Sociedade Brasileira de Hipertensão, SBH, Brasil.

2005 - 2005

Curso de Curta Duração. , Federação das Sociedades de Biologia Experimental, FeSBE, Brasil.

2003 - 2003

Contratilidade Miocárdica. (Carga horária: 32h). , Escola de Educacão Física e Esportes da USP, EEFEUSP, Brasil.

2003 - 2003

Tópicos Especiais em Análise Espectral da Fc e Pa. (Carga horária: 32h). , Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil.

2003 - 2003

Primary Cell Culture As An Experimental Model. (Carga horária: 3h). , Sociedade Brasileira de Fisiologia, SBFIS, Brasil.

2002 - 2002

Extensão universitária em Fundamentos Teóricos dos Métodos de Biol Mol. (Carga horária: 20h). , Universidade de São Paulo, USP, Brasil.

2001 - 2001

Techniques of Molecular & Cell Biology. (Carga horária: 120h). , Medical College Of Wisconsin, MCW, Estados Unidos.

1998 - 1998

Farmacologia clínica antihipertensiva. , Sociedade Brasileira de Hipertensão, SBH, Brasil.

1998 - 1998

Atualização Em Fisiologia. (Carga horária: 3h). , Dante Pazzanese, DANTE PAZZANESE, Brasil.

1997 - 1997

Controle Neural da Circulação. (Carga horária: 4h). , Federacao de Sociedades de Biologia Experimental, FESBE, Brasil.

1995 - 1995

Regulação da PA em Condições Normais e patológicas. (Carga horária: 4h). , Federacao de Sociedades de Biologia Experimental, FESBE, Brasil.

1994 - 1994

II Ciclo Conferências Lab de Nutrição e Metabol.. (Carga horária: 8h). , Escola de Educacão Física e Esportes da USP, EEFEUSP, Brasil.

1993 - 1993

Extensão universitária em Atividade Motora Nutrição e Metabolismo. (Carga horária: 40h). , Escola de Educacão Física e Esportes da USP, EEFEUSP, Brasil.

1992 - 1992

Atividades Físicas na Terceira Idade. (Carga horária: 9h). , Olimpicus Cursos, OLIMPICUS, Brasil.

1992 - 1992

III Curso Sobre Cuidados Nutricionais. (Carga horária: 12h). , Hospital das Clínicas, HCFMUSP, Brasil.

1992 - 1992

Curso de Parada Cardiorrespiratória Para Leigos. (Carga horária: 6h). , Hospital das Clínicas, HCFMUSP, Brasil.

1992 - 1992

Fisiologia e Periodização do Treinamento. (Carga horária: 16h). , Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul, CELAFISCS, Brasil.

1992 - 1992

Novas Tendências Treinamento Aeróbio e Anaeróbio. (Carga horária: 16h). , Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul, CELAFISCS, Brasil.

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Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Lê Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Italiano

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

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Áreas de atuação

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Fisiologia / Subárea: Fisiologia de Órgãos e Sistemas/Especialidade: Fisiologia Cardiovascular.

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Fisiologia / Subárea: Fisiologia do Esforço/Especialidade: Angiogenesis.

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Fisiologia / Subárea: Fisiologia Geral/Especialidade: Hipertensão.

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Organização de eventos

AMARAL, S. L. ; Bartholomeu, Teresa ; GUERRA, G. ; ANGELO, L. ; DUCHATSCH, F. ; TARDELLI, L. P. ; BRITO, L. C. . Campanha Menos Pressão - Dia Nacional de Controle da Hipertensão. 2019. (Outro).

AMARAL, S. L. ; Bartholomeu, Teresa ; GUERRA, G. ; ANGELO, L. ; DUCHATSCH, F. ; TARDELLI, L. P. ; BRITO, L. C. . Campanha Menos Pressão - Dia Mundial de Controle da Hipertensão. 2019. (Outro).

AMARAL, S. L. . XXVII Congresso da Sociedade Brasileira de Hipertensão e World Hypertension Congress. 2019. (Congresso).

AMARAL, S. L. ; FORJAZ, Claudia L M ; ANGELIS, Katia de . Congresso da Sociedade Brasileira de hipertensão. 2017. (Congresso).

AMARAL, S. L. ; FORJAZ, Claudia L M ; ANGELIS, Katia de . Congresso da Sociedade Brasileira de hipertensão. 2016. (Congresso).

AMARAL, S. L. ; FORJAZ, Claudia L M ; ANGELIS, Katia de . Congresso da Sociedade Brasileira de Hipertensão. 2015. (Congresso).

AMARAL, S. L. . IX Congresso Nacional de Educação Física. 2015. (Congresso).

AMARAL, S. L. ; SILVA, M. P. ; BRANDANI, J. Z. ; SANTOS, J. W. . VIII Congresso Nacional de Educação Física, XIX Reunião Científica. 2014. (Congresso).

AMARAL, S. L. ; FORJAZ, Claudia L M ; ANGELIS, Katia de . Congresso da Sociedade Brasileira de hipertensão. 2014. (Congresso).

AMARAL, S. L. ; CALLAIS, S. . Movimento Saúde. 2013. (Outro).

AMARAL, S. L. . VII Congresso Nacional de Educação Física. 2013. (Congresso).

AMARAL, S. L. . VI Congresso Nacional de Educação Física. 2012. (Congresso).

AMARAL, S. L. ; CALAIS, S. L. . Movimento Saúde e Dia do Alerta do Álcool. 2012. (Outro).

AMARAL, S. L. ; BRUM, Patricia Chakur ; PEGORARO, L. F. ; MENDES, I. A. C. ; FERREIRA, J. . Conferência USP sobre Estresse. 2012. (Outro).

AMARAL, S. L. ; CALAIS, S. L. . Movimento Saúde e Dia do Alerta do Álcool. 2011. (Outro).

AMARAL, S. L. . V Congresso Nacional de Educação Física. 2011. (Congresso).

AMARAL, S. L. . IV Congresso Nacional e Educação Física. 2010. (Congresso).

AMARAL, S. L. ; CALAIS, S. L. . Dia do Alerta de Uso excessivo do álcool e Movimento Saúde. 2010. (Outro).

CALLAIS, S. ; AMARAL, S. L. . Dia do Alerta sobre o uso excessivo de álcool e Movimento Saúde. 2009. (Outro).

AMARAL, S. L. ; CALLAIS, S. . Dia do Alerta sobre o uso excessivo de álcool e Movimento Saúde. 2008. (Outro).

AMARAL, S. L. ; AZEVEDO, L. F. ; Bartholomeu, Teresa ; FORJAZ, Claudia L M ; BRUM, Patricia Chakur ; RAMIREZ, Paulo . VIII Simpósio de Educação Física e Esporte no XXVIII Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo. 2007. (Congresso).

AMARAL, S. L. ; Bartholomeu, Teresa ; RAMIREZ, Paulo . Exercícios físicos para diferentes populações. 2007. (Outro).

AMARAL, S. L. . Movimento Saúde. 2007. (Outro).

AMARAL, S. L. ; ANGELIS, Katia de ; BRUM, Patricia Chakur ; FORJAZ, Claudia L M ; RONDON, Maria U P B ; Bartholomeu, Teresa ; TROMBETTA, Ivani ; RAMIREZ, Paulo . VII Simpósio de Educação Física e Esporte no XXVII Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo. 2006. (Congresso).

AMARAL, S. L. ; AZEVEDO, L. F. . Workshop: Avaliação Ergoespirométrica no XXVII Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo. 2006. (Congresso).

AMARAL, S. L. . Sessão de Temas Livres do VII SImpósio de Educação Física e Esporte da SOCESP. 2006. (Outro).

AMARAL, S. L. ; ANGELIS, Katia de ; AZEVEDO, L. F. ; Bartholomeu, Teresa ; BRUM, Patricia Chakur ; FORJAZ, Claudia Lucia Maria ; TROMBETTA, Ivani ; RAMIREZ, Paulo . III Fórum de Pesquisa do Departamento de Educação Fïsica e Esporte da SOCESP. 2006. (Outro).

AMARAL, S. L. . Movimento Saúde. 2006. (Outro).

AMARAL, S. L. ; CALAIS, S. L. . Movimento Saúde e Dia do Alerta do Álcool. 2012. (Outro).

AMARAL, S. L. ; BRUM, Patricia Chakur ; PEGORARO, L. F. ; MENDES, I. A. C. ; FERREIRA, J. . Conferência USP sobre Estresse. 2012. (Outro).

AMARAL, S. L. ; Bartholomeu, Teresa ; GUERRA, G. ; ANGELO, L. ; DUCHATSCH, F. ; TARDELLI, L. P. ; BRITO, L. C. . Campanha Menos Pressão - Dia Nacional de Controle da Hipertensão. 2019. (Outro).

AMARAL, S. L. ; Bartholomeu, Teresa ; GUERRA, G. ; ANGELO, L. ; DUCHATSCH, F. ; TARDELLI, L. P. ; BRITO, L. C. . Campanha Menos Pressão - Dia Mundial de Controle da Hipertensão. 2019. (Outro).

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Participação em eventos

Cardiovascular Symposium - From hole animals to signaling mechanisms.Benefícios e prescrição do exercício físico para o hipertenso: entendendo os mecanismos. 2019. (Simpósio).

Experimental Biology Meeting. Exercise Training-MicroRNA-126 Upregulation is Associated with Prevention of Dexamethasone- Mediated Microvascular Rarefaction. 2019. (Congresso).

Experimental Biology Meeting. Dexamethasone-induced effects on autonomic balance, arterial stiffness and cardiac remodeling in sedentary and trained spontaneously hypertensive rats. 2019. (Congresso).

XXIII Simpósio Brasileiro de Fisiologia Cardiovascular.O REMODELAMENTO CARDÍACO INDUZIDO PELA ASSOCIAÇÃO DO TREINAMENTO FÍSICO E DEXAMETASONA MELHORA FUNÇÃO DIASTÓLICA E CONTRIBUI PARA REDUÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL EM RATOS ESPONTANEAMENTE HIPERTENSOS. 2019. (Simpósio).

XXIII Simpósio Brasileiro de Fisiologia Cardiovascular.TREINAMENTO FÍSICO, ASSOCIADO AO TRATAMENTO COM PERINDOPRIL, MELHORA RIGIDEZ ARTERIAL, REMODELAMENTO CARDÍACO E PRESSÃO ARTERIAL DE RATOS ESPONTANEAMENTE HIPERTENSOS. 2019. (Simpósio).

XXVII Congresso da Sociedade Brasileira de Hipertensão. Educação Física. 2019. (Congresso).

Experimental Biology Meeting. Non-Invasive assessment of arterial stiffness correlates with age-related vessel structure: a new popmetre Device. 2018. (Congresso).

IX Seminário d Farmacologia, II Simoósio de Hipertensão Arterial e I Jornada de clinica médica.Prescrição e benefícios do treinamento físico para o paciente hipertenso: Entendendo os mecanismos. 2018. (Simpósio).

Simpósio da Sociedade Brasileira de Fisiologia Cardiovascular.análise da rigidez arterial e sua correlação com alterações morfométricas dos vasos em ratos de diferentes idades: um estudo de validação. 2018. (Simpósio).

Simpósio da Sociedade Brasileira de Fisiologia Cardiovascular.Avaliador de pôsteres apresentados no SImpósio da Sociedade Brasileira de Fisiologia Cardiovascular. 2018. (Simpósio).

Simpósio da Sociedade Brasileira de Fisiologia Cardiovascular.A angiogênese induzida pelo treinamento físico é atenuada pelo captopril, mas não pelo perindopril em ratos espontaneamente hipertensos.. 2018. (Simpósio).

XXVI Congresso da Sociedade Brasileira de Hipertensão. MECANISMOS, EXERCÍCIO, HIPERTENSÃO E DEXAMETASONA,. 2018. (Congresso).

XXVI Congresso da Sociedade Brasileira de Hipertensão. PRESCRIÇÃO NO EXERCÍCIO PARA O HIPERTENSO. 2018. (Congresso).

XXVI Congresso da Sociedade Brasileira de Hipertensão. AVALIADOR(A) da SESSÃO DE PÔSTERES, ÁREA MULTIDISCIPLINAR. 2018. (Congresso).

XXVI Congresso da Sociedade Brasileira de Hipertensão. CAPACITAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE SAÚDE, EXERCÍCIO FÍSICO E HIPERTENSÃO ARTERIAL: EFEITOS E PRESCRIÇÃO. 2018. (Congresso).

XXVI Congresso da Sociedade Brasileira de Hipertensão. NOVAS FRONTEIRAS: EXERCÍCIO FÍSICO E MARCADORES DE SAÚDE CARDIOVASCULAR, INTERAÇÃO FARMACOLÓGICA COM EXERCÍCIO. 2018. (Congresso).

XXX Congresso de Iniciação Científica - 1a fase. Avaliador dos trabalhos apresentados na 1a fase do XXX Congresso de Iniciação Científica. 2018. (Congresso).

XXXIX Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo. trabalho Destaque do Departamento. 2018. (Congresso).

XXXIX Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo. Avaliador de Temas Livres selecionados para o prêmio do Departamento - Pesquisa Aplicada. 2018. (Congresso).

Cardiovascular responses to stress.Protective role of dexamethasone side-effects. 2017. (Simpósio).

Congresso da Sociedade Brasileira de Fisiologia Cardiovascular. Pré condicionamento físico atenua a hipertensão induzida por dexametasona por melhorar o balanço autonômico para o coração, a modulação simpática e a microcirculação. 2017. (Congresso).

XXIX Congresso de Iniciação Científica da Unesp,. Avaliador dos trabalhos apresentados na área de Biológicas,. 2017. (Congresso).

XXV Congresso da Sociedade Brasileira de Hipertensão. Obesidade: entendendo a doença e os riscos e benefícios do exercício. 2017. (Congresso).

XXV Congresso da Sociedade Brasileira de Hipertensão. Avaliador de Temas Livres Orais. 2017. (Congresso).

XXV Congresso da Sociedade Brasileira de Hipertensão. Avaliador da sessão de Pôster. 2017. (Congresso).

XXV Congresso da Sociedade Brasileira de Hipertensão. Coordenador da Atividade: Curso pré congresso - Prescrição Individualizada de exercícios para diabético, dislipidêmico, hipertensos e obesos. 2017. (Congresso).

XXV Congresso da Sociedade Brasileira de Hipertensão. Coordenação do curso: Exercício e hipertensão arterial. 2017. (Congresso).

XXV Congresso da Sociedade Brasileira de Hipertensão. Exercício físico no controle autonômico Cardiovascular. 2017. (Congresso).

XXVIII congresso de Iniciação Científica. Avaliador de pôsteres apresentados na primeira fase do XXVIII CIC. 2016. (Congresso).

XXXVII Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo. Temas Livres selecionados para o prêmio do Departamento - Pesquisa Básica. 2016. (Congresso).

XXXVII Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo. 2016. (Congresso).

XXXVII Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo. Estado da Arte - Exercício e Hipertensão. 2016. (Congresso).

VIII Congresso Nacional de Educação Física, XIX Reunião Científica. Exercício Físico para prevenção e tratamento de hipertensão arterial. 2014. (Congresso).

XXII Congresso da Sociedade Brasileira de Hipertensão e XX Scientif Sessions of the Interamerican Society of Hypertension. Avaliador de trabalhos apresentados no congresso. 2014. (Congresso).

XXVI Congresso de Iniciação Científica da UNESP - 1 fase. Avaliador de trabalhos na Área de Biológicas. 2014. (Congresso).

XXVI Congresso de Iniciação Científica da UNESP - 1 fase. Avaliador de resumos submetidos para o Congresso. 2014. (Congresso).

XXXVI Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo. Interação exercício físico e medicamentoso: corticosteroides. 2014. (Congresso).

23rd European Meeting on Hypertension & Cardiovascular Protection. xxx. 2013. (Congresso).

Fórum permanente de prevenção - realizado no XXXIV Congresso de Cardiologia do Estado de São Paulo. discussão de ações para prevenção de doenças na criança e adolescente. 2013. (Congresso).

XIV Simpósio de Educação Física da SOCESP e XXXIV Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo. Colóquio: Reabilitação Cardiovascular: sensibilização do paciente para mudança de estilo de vida. 2013. (Congresso).

XIV Simpósio de Educação Física da SOCESP e XXXIV Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo. Avaliador de Temas Livres selecionados para o prêmio do Departamento - Pesquisa Básica. 2013. (Congresso).

XIV Simpósio de Educação Física da SOCESP e XXXIV Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo. Os efeitos colaterais da dexametasona são tempo-dependentes e comprometem o metabolismo de carboidratos e lipídeos, bem como a hemodinâmica de animais.. 2013. (Congresso).

XXXIV Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo. Fórum Permanente de Prevenção. 2013. (Congresso).

IX Fórum de pesquisa em exercício físico e reabilitação cardiovascular. 2012. (Encontro).

VI Congresso Nacional de Educação Física: ensino e pesquisa sem fronteirasem. Risco Cardiovascular na Obesidade e Síndrome metabólica: efeito do exercício físico. 2012. (Congresso).

XLVII Congresso anual da SBFis e III Encontro Científico do Programa de pós graduação em Ciências Fisiológicas. Modulação de adaptações vasculares, musculares esqueléticas, cardíacas e cerebrais pelo treinamento aeróbio: mecanismos envolvidos - ajustes na musculatura esquelética. 2012. (Congresso).

XX Congresso da Sociedade Brasileira de Hipertensão. 2012. (Congresso).

XXIII Congresso de Iniciação Científica da UNESP - 1a Fase. Avaliador dos trabalhos apresentados. 2012. (Congresso).

XXXIII Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo e XXXIII Simpósio do Departamento de Educação Física e Esportes. Sessão de apresentação de Temas Livres selecionados para o Prêmio do Departamento - Pesquisa aplicada. 2012. (Congresso).

XXXIII Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo e XXXIII Simpósio do Departamento de Educação Física e Esportes. Sessão de apresentação de Temas Livres selecionados para o Prêmio do Departamento - Pesquisa básica. 2012. (Congresso).

1st International Symposium on Exercise Physiology and Molecular Biology. 2011. (Simpósio).

Conferência USP sobre envelhecimento. 2011. (Outra).

II International Meeting in Exercise Physiology IX Workshop em Fisiologia do Exercício da UFSCAR. Cardiovascular adaptations of Physical Activiy. 2011. (Congresso).

II International Meeting in Exercise Physiology IX Workshop em Fisiologia do Exercício da UFSCAR. Effects of exercise training on myostatin protein expression in dexamethasone-induced muscle atrophy.. 2011. (Congresso).

V COngresso Nacional de Educação Física. Membro da Comissão Científica - avaliador de trabalhos da área da saúde. 2011. (Congresso).

XV Simpósio Brasileiro de Fisiologia Cardiovascular.Avaliador de trabalhos apresentados na sessão de painéis. 2011. (Simpósio).

Experimental Biology2010. Opposite effects of exercise and dexamethasone on skeletal muscle glucose uptake: Role of AMPK2 and CaMKII. 2010. (Congresso).

VII Fórum de pequisa em exercício físico e reabilitação cardiovascular.coordenação das apresentações dos grupos de pesquisa. 2010. (Encontro).

VII Fórum de pequisa em exercício físico e reabilitação cardiovascular.Palestra: Efeitos cardiovasculares do treinamento físico no diabetes experimental. 2010. (Outra).

XVIII Congresso da Sociedade Brasileira de Hipertensão. Hipertensão arterial associada à obesidade e ingestão de álcool em alunos e servidores de uma universidade estadual paulista. 2010. (Congresso).

Congresso Multiprofissional da ANAD. Treinamento físico atenua a resistência periférica à insulina em ratos tratados com dexametasona. 2009. (Congresso).

Inter-American Society of Hypertension XVIIIth scientific sessions e XVII Congresso da Sociedade Brasileira de Hipertensão. Prescrição de exercício aeróbios para o hipertenso. 2009. (Congresso).

Inter-American Society of Hypertension XVIIIth Scientific sessions e XVII Congresso da Sociedade Brasileira de Hipertensão. Dexamethasone-induced hypertension and oxidative stress can be attenuated by exercise training. 2009. (Congresso).

XXX Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo - X Simpósio de Educação Física e Esporte em Cardiologia. Prevenção dos efeitos colaterais da Dexametasona pelo exercício físico. 2009. (Congresso).

II COngresso Nacional de Educação Física. "Abordagens sobre Diabetes Mellitus". 2008. (Congresso).

V Fórum de pequisa em exercício físico e reabilitação cardiovascular.Efeito do treinamento físico aeróbico de baixa intensidade e correção do déficit autonômico da circulação em hipertenso. 2008. (Encontro).

XVI Congresso Brasileiro de Hipertensão.. Orientação da atividade física - Orientação do Hipertenso.. 2008. (Congresso).

XXIX Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo e IX Simpósio de Educação Física e Esportes e. O Papel da Atividade Física na Saúde da Mulher: alterações cardiovasculares. 2008. (Congresso).

Exercícios físicos para diferentes populações.Exercício físico e doenças cardiovasculares. 2007. (Oficina).

Exercícios físicos para diferentes populações.Determinação dos limiares ventilatórios. 2007. (Oficina).

I Congresso Nacional de Educação Física. Preparação Física nos esportes. 2007. (Congresso).

II Simpósio Temático do Departamento de Fisiologia e Biofísica.Efeitos cardiovasculares do treinamento físico dependem do sexo? semelhanças e diferenças entre fêmeas e machos hipertensos. 2007. (Simpósio).

XXVIII Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo e VIII Simpósio de Educação Física e Esporte em Cardiologia. Exercício Físico e Hipertensão Arterial: teoria e prática - Aspectos Cardiovasculares. 2007. (Congresso).

III Fórum de Pesquisa do Departamento de Educação Física e Esporte da SOCESP.A inserção do exercício físico para hipertensos em núcleos de saúde da prefeitura. 2006. (Encontro).

XIV Congresso da Sociedade Brasileira de Hipertensão. XIV Congresso da Sociedade Brasileira de Hipertensao. 2006. (Congresso).

XXVII Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de Sao Paulo e VII Simposio de Educacao Fisica e Esporte. XXVII Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de Sao Paulo e VII Simposio de Educacao Fisica e Esporte. 2006. (Congresso).

13 Simpósio Internacional de Iniciação Científica da USP - SIICUSP.13 Simpósio Internacional de Iniciação Científica da USP - SIICUSP. 2005. (Simpósio).

3 Congresso de Extensão Universitária. 3 Congresso de Extensão Universitária. Extensão Universitária: um fator de inclusão social?. 2005. (Congresso).

Congresso de Iniciação Científica da UNESP. XVII Congresso de Iniciação Científica da UNESP. 2005. (Congresso).

IX Congresso Paulista de Saúde Pública - Saúde e Desenvolvimento. IX Congresso Paulista de Saúde Pública - Saúde e Desenvolvimento. 2005. (Congresso).

X Reunião Científica de Educação Física da UNESP.X Reuniao Cientifica de Educação Física da UNESP. 2005. (Encontro).

XVI Scientific Meeting of the Inter-American Society of Hypertension. XVI Scientific Meeting of the Inter-American Society of Hypertension. 2005. (Congresso).

XX Reunião das Sociedades de Biologia Experimental - FESBE.XX Reunião das Sociedades de Biologia Experimental-FESBE. 2005. (Encontro).

XXVI Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo e V Simpósio de Educação Física e Esportes em Cardiologia. XXVI Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo e V Simpósio de Educação Física e Esportes em Cardiologia. 2005. (Congresso).

. 20th Scientific Meeting of the International Society of Hypertension. 2004. (Congresso).

. XIX Reuniao Anual das Sociedades de Biologia Experimental. 2004. (Congresso).

. XXV Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo e V Simpósio de Educação Física e Esportes em Cardiologia. 2004. (Congresso).

.VIII Simpósio de Fisiologia Cardiovascular. 2004. (Seminário).

.IX Reunião Científica da UNESP. 2004. (Encontro).

12o Simposio internacional de Iniciacao Cientifica.12o Simposio internacional de Iniciacao Cientifica. 2004. (Simpósio).

Experimental Biology 2004. Experimental Biology 2004. 2004. (Congresso).

.11o Simpósio Internacional de Iniciação Científica da USP. 2003. (Simpósio).

.III Encontro de Laboratórios de Bioquímica, Fisiologia e Nutrição do Exercício. 2003. (Encontro).

XV Scientific Meeting of the Inter-American Society of Hypertension. XV Scientific Meeting of the Inter-American Society of Hypertension. 2003. (Congresso).

XXXVIII Congresso da Sociedade Brasileira de Fisiologia - SBFIS e XXI Congresso da Associação Latino Americana de Ciências Fisiológicas - ALACF. XXXVIII Congresso da Sociedade Brasileira de Fisiologia - SBFIS e XXI Congresso da Associação Latino Americana de Ciências Fisiológicas - ALACF. 2003. (Congresso).

56th Annual Fall Conference and Scientific Sessions of the Council for High Blood Pressure Research.56th Annual Fall Conference and Scientific Sessions of the Council for High Blood Pressure Research. 2002. (Encontro).

Experimental Biology 2002. Experimental Biology 2002. 2002. (Congresso).

. Experimental Biology 2001. 2001. (Congresso).

55th Annual Fall Conference and Scientific Sessions of the Council for High Blood Pressure Research.55th Annual Fall Conference and Scientific Sessions of the Council for High Blood Pressure Research. 2001. (Encontro).

. Experimental Biology 2000. 2000. (Congresso).

. 18th Scientific Meeting of the International Society of Hypertension. 2000. (Congresso).

.54th Annual Fall Conference and Scientific Sessions of the Council for High Blood Pressure Research. 2000. (Encontro).

Experimental Biology 2000.Experimental Biology 2000. 2000. (Encontro).

. XIIIth Scientific Meeting of the Inter-American Society of Hypertension, 6o Congresso Argentino de Hipertension Arterial. 1999. (Congresso).

. III Congresso Paulista e III Jornada Internacional de Medicina do Esporte e I Simpósio Dante Pazzanese de Cardiologia do esporte. 1998. (Congresso).

VII Congresso da Sociedade Brasileira de Hipertensão. VII Congresso da Sociedade Brasileira de Hipertensão. 1998. (Congresso).

XIX Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo. XIX Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo. 1998. (Congresso).

. VI Congresso da Sociedade Brasileira de Hipertensão. 1997. (Congresso).

.Jornada O esporte e o Idoso. 1997. (Encontro).

XII Reunião das Sociedades de Biologia Experimental-FESBE.XII Reunião das Sociedades de Biologia Experimental-FESBE. 1997. (Encontro).

. 16th Scientific Meeting of the International Society of Hypertension. 1996. (Congresso).

. III Congresso de Iniciação Científica e I Simpósio de Pós-Graduação da Escola de Educação Física da USP. 1996. (Congresso).

13o Simpósio das Unimeds do Estado de São Paulo.13o Simpósio das Unimeds do Estado de São Paulo. 1996. (Simpósio).

II congresso do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo. II congresso do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo. 1996. (Congresso).

V Congresso da Sociedade Brasileira de Hipertensão. V Congresso da Sociedade Brasileira de Hipertensão. 1996. (Congresso).

Simpósio Internacional Terapêutica das Dislipidemias e Doença Arterial Coronariana.Simpósio Internacional Terapêutica das Dislipidemias e Doença Arterial Coronariana. 1995. (Simpósio).

do III Congresso da Sociedade Brasileira de Hipertensão. III Congresso da Sociedade Brasileira de Hipertensão. 1994. (Congresso).

no L Congresso da Sociedade Brasileira de Cardiologia. L Congresso da Sociedade Brasileira de Cardiologia. 1994. (Congresso).

.XVIII Simpósio Internacionalde Ciências do Esporte. 1992. (Simpósio).

.Simpósio Interamericano sobre Fatores de Risco da Doença Cardiovascular. 1992. (Simpósio).

Simpósio Internacional sobre recentes avanços na prevenção e tratamento da Disfunção Ventricular e Insuficiência Cardíaca.Simpósio Internacional sobre recentes avanços na prevenção e tratamento da Disfunção Ventricular e Insuficiência Cardíaca. 1992. (Simpósio).

Seção coletada automaticamente pelo Escavador

Participação em bancas

Aluno: Carlos Eduardo dos Santos

Amaral SL; CRESTANI, C. C.; ALVES, F. H. F.. . Recuperação espontânea, curso temporal e influência circadiana na habituação das respostas cardiovasculares ao estresse de restrição repetido. 2020. Dissertação (Mestrado em PIPGCF) - Universidade Federal de São Carlos.

Aluno: Francice Duchatsch

SANTOS, C. F.; Pagan, Luana U.;AMARAL, S. L.. Influência do Treinamento físico aeróbio o remodelamento cardíaco de ratos espontaneamente hipertensos tratados com dexametasona.. 2019. Dissertação (Mestrado em Ciências Fisiológicas) - Programa Interinstitucional de Pós-Graduação em Ciências Fisiológicas.

Aluno: Vinicius Ferreira de Paula

AMARAL, S. L.; CIOLAC, E. G.;DIONISIO, Thiago Jose. Efeitos do treinamento combinado e dexametasona na rigidez arterial. 2019. Dissertação (Mestrado em Pós-Graduação em Ciências Fisiológicas) - Universidade Federal de São Carlos.

Aluno: Danyelle Siqueira Miotto

AMARAL, S. L.; BUZALAF, M. A. R.; ANDREO, J.. Os Efeitos do Treinamento Físico Associado ou não aos iECA quanto à Rigidez Arterial de SHR. 2019. Dissertação (Mestrado em Pós-Graduação em Ciências Fisiológicas) - Universidade Federal de São Carlos.

Aluno: Mayara F Fabricio

AMARAL, S. L.; ZAGO, A. S.; BONJARDIM, L.. Novo dispositivo de medida de rigidez arterial - pOpmètri e suas correlações com análises morfométricas e densidade de colágeno em artérias de ratos de diferentes idades. 2018. Dissertação (Mestrado em PIPGCF UFSCAR / UNESP) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Gustavo Gastão Davanzo

AMARAL, S. L.; PASSAGLIA, Rita Tostes;MICHELINI, L. C.. INFLAMASSOMA NLRP3 COMO UM POSSÍVEL MECANISMO NA MEDIAÇÃO DE DÉFICITS FUNCIONAIS NA HIPERTENSÃO: EFEITOS DO TREINAMENTO AERÓBIO. 2017. Dissertação (Mestrado em Fisiologia & Biofísica) - Intituto de Ciencias Biomedicas Usp.

Aluno: Elvis de Souza Malta

AMARAL, S. L.; MACHADO, F. A.; ZAGATTO, A. M.. Efeito da terapia fotobiomodulação sobre a recuperação muscular após sessões de treinamento intervalado de sprints. 2017. Dissertação (Mestrado em Ciências da Motricidade) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: AKOTHIRENE CRISTHINA DUTRA

AMARAL, S. L.; TROMBETTA, Ivani; LOPES, H. F.; SANTOS, I. S.. Sensibilidade barorreflexa e resposta inotrópica ao exercício e nas 24 horas em indivíduos com síndrome metabólica conforme classificação da pressão arterial. 2017. Dissertação (Mestrado em Ciências Médicas) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Aline Salgado Dionizio

BUZALAF, M. A. R.;AMARAL, S. L.; BOSQUEIRO, J. R.; LEITE, A. L.. Efeito do tempo de tratamento crônico com fluoreto em camundongos com Doença Hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA) induzida previamente. 2016. Dissertação (Mestrado em CIÊNCIAS ODONTOLÓGICAS APLICADAS) - Faculdade de Odontologia de Bauru - USP.

Aluno: Mizael Pereira

ANDREO, J.; RODRIGUES, A. C.;AMARAL, S. L.. Efeitos da suplementação com HMB sobre a musculatura esquelética de ratos submetidos ao tratamento com dexametasona.. 2016. Dissertação (Mestrado em CIÊNCIAS ODONTOLÓGICAS APLICADAS) - Faculdade de Odontologia de Bauru - USP.

Aluno: Roberta Fernanda da Silva

ZAGO, A. S.;AMARAL, S. L.. Associação entre pressão arterial, polimorfismos da sintase endotelial do oxido nítrico e do sistema renina angiotensina aldosterona e nível de condicionamento físico em idosos normotensos e hipertensos. 2016. Dissertação (Mestrado em Pós graduação da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto) - Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto.

Aluno: Sara Rodrigues

TROMBETTA, Ivani; BORTOLOTTO, L. A.;AMARAL, S. L.. Avaliação da rigidez arterial e da resistência vascular periférica em pacientes recém-diagnosticados com síndrome metabólica.. 2016. Dissertação (Mestrado em Fisiopatologia Experimental) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Naiara Araújo Herrera

AMARAL, S. L.SANTOS, C. F.. Efeitos do treinamento físico na hipertensão e na atrofia muscular em ratos tratados com dexametasona?. 2016. Dissertação (Mestrado em PIPGCF UFSCAR / UNESP) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Isley de Jesus

AMARAL, S. L.; ZAGO, ANDERSON S.. Papel do treinamento físico aeróbio na modulação do balanço pró e anti-angiogênico em ratos tratados com dexametasona. 2016. Dissertação (Mestrado em PIPGCF UFSCAR / UNESP) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Isabela Tomazini Sabino

Amaral, Sandra Lia; BUZALAF, M. A. R.. Efeito dose-resposta do fluoreto em parâmetros relacionados com a resistência à insulina de camundongos com diferentes susceptibilidades genéticas à fluorose.. 2015. Dissertação (Mestrado em CIÊNCIAS ODONTOLÓGICAS APLICADAS) - Faculdade de Odontologia de Bauru - USP.

Aluno: Leandro Augusto de Oliveira

CRESTANI, C. C.;AMARAL, S. L.. Estudo do envolvimento da neurotransmissão CRFérgica do núcleo leito da estria terminal (NLET) nas respostas autonômicas desencadeadas pelo estresse por restrição aguda em ratos. 2015. Dissertação (Mestrado em PIPGCF UFSCAR / UNESP) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Max Sander de Oliveira da Mota

AMARAL, S. L.; VISCONTI, M. A.; SUMIDA, D. H.. Efeito da atividade física na sensibilidade à insulina e sinal insulínico em ratos com doença periodontal. 2014. Dissertação (Mestrado em programa Multicêntrico em Ciências Fisiológicas) - Sociedade Brasileira de Fisiologia.

Aluno: Monique Patricio Singulani

AMARAL, S. L.; BELOTI, M. T.; DORNELLES, R. C. M.. Análise potencial osteogênico de células estromais derivadas da medula óssea de ratas adultas e senis submetidas ou não ao treinamento de força.. 2014. Dissertação (Mestrado em programa Multicêntrico em Ciências Fisiológicas) - Sociedade Brasileira de Fisiologia.

Aluno: Gabriela Pereira de Souza

AMARAL, S. L.; FARIA, FLÁVIO A.. Efeitos do Captopril sobre a doença periodontal induzida experimentalmente em ratos. 2014. Dissertação (Mestrado em CIÊNCIAS ODONTOLÓGICAS APLICADAS) - Faculdade de Odontologia de Bauru - USP.

Aluno: Paula Bessi Constantino Prazeres

AMARAL, S. L.SANTOS, C. F.. Efeito do pré-condicionamento físico na hipertensão induzida pela dexametasona: papel do sistema renina angiotensina. 2014. Dissertação (Mestrado em PIPGCF UFSCAR / UNESP) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: André Luis de Oliveira Krug

Amaral, Sandra Lia. Papel do exercício resistido na atrofia muscular induzida pela dexametasona. 2014. Dissertação (Mestrado em PIPGCF UFSCAR / UNESP) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Aline Mio Martuscelli

AMARAL, S. L.BOSQUEIRO, J.. Efeitos do exercício intervalado na expressão de proteínas inclamatórias e catabólicas na musculatura esquelética de ratos tratados com dexametasona. 2014. Dissertação (Mestrado em PIPGCF UFSCAR / UNESP) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Carla Rocha dos Santos

Amaral, Sandra Lia; ANGELIS, Katia de;MICHELINI, L. C.. Expressão/funcionalidade de vias noradrenérgicas ascendentes ao hipotálamo: efeitos da desnervação sinoaortica e do treinamento aeróbio. 2013. Dissertação (Mestrado em Fisiologia e Biofísica) - Instituto de Ciências Biomédicas (USP).

Aluno: Vanessa Azevedo Voltarelli

AMARAL, S. L.; BRUM, Patricia Chakur; EVANGELISTA, F. S.. Papel dos receptores B2 - adrenérgicos nas alterações musculoesqueléticas desencadeadas pela insuficiência cardíaca. 2012. Dissertação (Mestrado em Biodinâmica do Movimento Humano) - Escola de Educacão Física e Esportes da USP.

Aluno: Fernando da Silveira Lobo

AMARAL, S. L.FORJAZ, Claudia L M; LANCHA JUNIOR, A. H.. Efeito da Hidratação na resposta da pressão arterial pós-exercício e seus mecanismos. 2011. Dissertação (Mestrado em Biodinâmica do Movimento Humano) - Escola de Educacão Física e Esportes da USP.

Aluno: Guilherme Fleury Fine Speretta

AMARAL, S. L.; DUARTE, A. C. G. O.; GOBATTO, C. A.. Natação e treinameno de força: influências sobre a expressão gênica de marcadores inflamatórios, tecido adiposo e perfil lipídico em ratos obesos. 2011. Dissertação (Mestrado em Ciências Fisiológicas) - Universidade Federal de São Carlos.

Aluno: Samuel Rodrigues Lourenço de Moraes

AMARAL, S. L.; FRANCISCHI, J. N.; OLIVEIRA, S. H. P.. Efeito da suplementação com L-arginina sobre a produção de mediadores inflamatórios e fatores regenerativos pelo tecido muscular esquelético decorrente da prática orientada de treinamento resistido.. 2011. Dissertação (Mestrado em Multicêntrico em ciências fisiológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Aline Francielle Mota Segatto

AMARAL, S. L.; FREITAS JUNIOR, I. F.;MONTEIRO, Henrique Luiz. Atividade física e lipodistrofia em portadores de HIV/AIDS submetidos à terapia anti-retroviral. 2010. Dissertação (Mestrado em Fisioterapia) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Luciana Maria Begaram Abrahão

AMARAL, S. L.; CORTOPASSI, S. R. G.; RIBEIRO, A. A. C. M.. Efeitos da Atividade física aeróbia no complexo vásculo-alveolar no pulmão de ratos. 2009 - Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia.

Aluno: Camila Bosquiero Papini

AMARAL, S. L.; FLORINDO, A. A.; KOKUBUN, E.. Associações entre nível, oferta de atividade física no trabalho e atividade física de lazer.. 2009. Dissertação (Mestrado em Ciências da Motricidade) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Leonardo Pimenta

AMARAL, S. L.. Efeitos do exercício resistido e associado ao aeróbio no ventrículo esquerdo de ratos: estudo morfométrico e estereológico.. 2008. Dissertação (Mestrado em Educação Física) - Universidade São Judas Tadeu.

Aluno: Eduardo Morvan Leme Gargaglione

AMARAL, S. L.; SOUZA, R. R.; MAIFRINO, L. B. M.. Efeitos de diferentes intensidades de exercício aeróbio no miocárdio de ratos com síndrome metabólica: aspectos morfométricos e estereológicos.. 2008. Dissertação (Mestrado em Educação Física) - Universidade São Judas Tadeu.

Aluno: Leonardo Yuji Tanaka

AMARAL, S. L.NEGRÃO, C. E.; RAMIREZ, Paulo. Efeito do exercício físico aeróbio no relaxamento aórtico de ratos e no controle da biodisponibilidade do óxido nítrico.. 2008. Dissertação (Mestrado em Educacao Fisica) - Escola de Educacão Física e Esportes da USP.

Aluno: Marina Tuppy

AMARAL, S. L.; LACCHINI, Silvia;MICHELINI, Lisete C. Efeitos do treinamento físico sobre a síntese/armazenamento de noradrenalina em arteríolas musculares esqueléticas e renais de ratos hipertensos espontâneos.. 2007. Dissertação (Mestrado em Fisiologia & Biofísica) - Intituto de Ciencias Biomedicas Usp.

Aluno: Crivaldo Gomes Cardoso Junior

AMARAL, S. L.; FORJAZ, Claudia Lucia Maria; RAMIREZ, Paulo. Efeito da massa muscular exercitada e do gasto energético total do exercício sobre as respostas hemodinâmicas pós-exercício. 2005. Dissertação (Mestrado em Educacao Fisica) - Escola de Educacão Física e Esportes da USP.

Aluno: Tiago José Ferreira

AMARAL, S. L.; LACCHINI, Silvia; HALTI, Richard. Estudo Histomorfométrico da artéria torácia interna em diferentes grupos etários. 2005. Dissertação (Mestrado em Anatomia) - Intituto de Ciencias Biomedicas Usp.

Aluno: Luana dos Anjos Ramos

AMARAL, S. L.; CHAVES, Maria Luiza Morais Barreto de. Associação entre os hormônios tiroideanos e o sistema renina angiotensina na microcirculação cardíaca. 2004. Dissertação (Mestrado em Ciências Morfofuncionais) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Ricardo Benini

AMARAL, S. L.; CRESTANI, CARLOS C.; SOUZA, R. L. N.. Habituação das respostas cardiovasculares ao estresses de restrição em ratos. 2019. Tese (Doutorado em Pós-Graduação em Ciências Fisiológicas) - Universidade Federal de São Carlos.

Aluno: Zohaib Nisar khan

AMARAL, S. L.; BUZALAF, M. A. R.; MAGALHAES, A. C.; PESSAN, J. P.. Análise proteômica do fígado de camundongos com diferentes susceptibilidade à fluorose. 2018. Tese (Doutorado em CIÊNCIAS ODONTOLÓGICAS APLICADAS) - Faculdade de Odontologia de Bauru - USP.

Aluno: André Luis de Oliveira Krug

AMARAL, S. L.; ZAGO, A. S.; ZAGATTO, A. M.;DIONISIO, Thiago Jose; COSTA, Y. M.. Análise temporal dos efeitos preventivos do exercício resistido sobre a atrofia muscular induzida por dexametasona.. 2018. Tese (Doutorado em PIPGCF UFSCAR / UNESP) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Carla Rocha dos Santos

Amaral, Sandra Lia; ANGELIS, Katia de; YRIGOYEN, M. C. C.; CANTERAS, N. S.;MICHELINI, L. C.. Neurônios pré-autonômicos do hipotálamo e sinalização noradrenérgica ascendente: efeitos da hiertensão, treinamento aeróbio e desnervação sinoaórtica. 2018. Tese (Doutorado em Fisiologia Humana) - Instituto de Ciências Biomédicas (USP).

Aluno: Anderson Geremias Macedo

ZAGO, A. S.; BONJARDIM, L.; BOSQUEIRO, Jose Roberto; BUZALAF, M. A. R.;AMARAL, S. L.. Papel do exercício físico associado a diferentes inibidores da enzima de conversão de angiotensina (iECA) sobre o fator de crescimento endotelial de vasos- VEGF e angiogênese em ratos normotensos e espontaneamente hipertensos .. 2017. Tese (Doutorado em Programa Interinstitucional de Pós-Graduação) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Ana Paula Akashi

AMARAL, S. L.; BUZALAF, M. A. R.; ALMEIDA, A. L. P. F.; GUIMARAES, M. C. M.;SANTOS, C. F.. Efeitos do ramipril sobre a doença periodontal induzida experimentalmente em ratos. 2016. Tese (Doutorado em Ciências Odontológicas Aplicadas) - Faculdade de Odontologia da USP em Bauru.

Aluno: Camila de Assis Fleury

BONJARDIM, L.; FARIA, FLÁVIO A.;AMARAL, S. L.. Avaliação dos efeitos vasculares e expressão de mRNA de receptores de drogas vasoconstritoras em leito arterial mesentérico de ratos normotensos diabéticos, hipertensos renais um rim, um clip (1R-1C) e 1R-1C diabéticos. 2016. Tese (Doutorado em CIÊNCIAS ODONTOLÓGICAS APLICADAS) - Faculdade de Odontologia de Bauru - USP.

Aluno: Lilian Gobbo de Freitas Bueno Gabriele

AMARAL, S. L.SANTOS, C. F.. Avaliação dos eixos ECA / ANG II / AT1 e ECA2 / ANG (1-7) / MAS em fibroblastos de gengiva e ligamento periodontal humanos estimulados com IL-1B e sua contribuição na produção e regulação de citocinas e quimiocinas. 2016. Tese (Doutorado em Pós graduação em Odontologia) - Faculdade de Odontologia de Bauru - USP.

Aluno: Ivan Jose Vechetti Junior

AMARAL, S. L.; PAI, M. D.; PAPOTI, M.; SUGIZAKI, M. M.; FERRETTI, R.. Respostas morfológicas e moleculares do músculo esquelético de ratos idosos submetidos ao treinamento físico após estímulo atrófico. 2015. Tese (Doutorado em Biologia Geral e Aplicada) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Julio Mizuno

MONTEIRO, Henrique Luiz; CATAI, A. M.;FORJAZ, Claudia L MAMARAL, S. L.; DEUTSCH, S.. Modulação autonômica, pressão arterial, aptidão funcional e qualidade de vida em mulheres com hipertensão arterial submetidas a um programa de Hatha Ioga. 2015. Tese (Doutorado em Ciências da Motricidade) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Heloísa Aparecida Barbosa da Silva Pereira

BUZALAF, M. A. R.; ANIBAL, F. F.; SILVA, F. H.;AMARAL, S. L.; CARVALHO, R. A.. Efeito do tempo de tratamento e da dose de fluoreto administrada cronicamente na expressão proteica em fígado e ratos. 2015. Tese (Doutorado em Pós graduação em Genética Evolutiva e Biologia Molecular) - Universidade Federal de São Carlos.

Aluno: Caio Márcio Figueiredo

AMARAL, S. L.; AKASHI, A. E.;OLIVEIRA, T. M.SANTOS, C. F.. Caracterização do sistema renina-angiotensina local no tecido gengival humano sadio e com doença periodontal. 2012. Tese (Doutorado em Pós graduação em Odontologia) - Faculdade de Odontologia de Bauru - USP.

Aluno: Bella Luna Colombini

AMARAL, S. L.; SANTANA, A. C. P.; LARA, V. S.; OLIVEIRA, S. H. P.;SANTOS, C. F.. Estudo da expressão e produção de componentes do sistema renina-angiotensina por fibroblastos de gengiva e ligamento periodontal em humanos. 2012. Tese (Doutorado em Pós Graduação em Odontologia) - Faculdade de Odontologia da USP em Bauru.

Aluno: Marta da Cunha Lima

AMARAL, S. L.SANTOS, C. F.; DAMANTE, J. H.; VALARELLI, T. M. O.; AKASHI, A. E.. O sistema renina-angiotensina na doença periodontal induzida experimentalmente em ratos.. 2011. Tese (Doutorado em Pós Graduação em Odontologia) - Faculdade de Odontologia da USP em Bauru.

Aluno: Ana Elisa Akashi

AMARAL, S. L.SANTOS, C. F.. Caracterização de um sistema renina-angiotensina local no tecido gengival de ratos.. 2008. Tese (Doutorado em Pós Graduação em Odontologia) - Faculdade de Odontologia da USP em Bauru.

Aluno: Luciana Alves dos Santos

NOBRE, M. R. C.;AMARAL, S. L.; GOBATTO, C. A.; FLORINDO, A. A.; VINAGRE, C. G. C. M.. Atividade Física e Morbidade Cardiovascular referidas pelos gerentes e diretores de uma indústria automobilística: influência de um programa de condicionamento físico supervisionado.. 2008. Tese (Doutorado em Cardiologia) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Maria tereza Jordão

AMARAL, S. L.; GOMES, C. R. G.; LACCHINI, Silvia;MICHELINI, Lisete C; CHOPARD, R. P.. Efeito do treinamento físico no remodelamento de grandes artérias em ratos normotensos e hipertensos.. 2008. Tese (Doutorado em Anatomia Funcional) - Instituto de Ciências Biomédicas (USP).

Aluno: Thaís Marchini de Oliveira

AMARAL, S. L.SANTOS, C. F.MACHADO, M. A. A. M.; FARIA, F. A. C.; CUNHA, R. F.. Fator de crescimento endotelial vascular na doença periodontal inflamatória induzida em ratos.. 2007. Tese (Doutorado em Pós graduação em Odontologia) - Faculdade de Odontologia da USP.

Aluno: Anderson Saranz Zago

AMARAL, S. L.; KOKUBUN, E.; GOBATTO, C. A.; LUCIANO, E.; OLIVEIRA, R. J.. Avaliação gênica da sintase do óxido nítrico endotelial (eNOS) em adultos de meia idade e idosos hipertensos submetidos a treinamento físico: efeito na pressão arterial.. 2007. Tese (Doutorado em Ciências da motricidade) - Universidade Estadual Paulista.

Aluno: Fabiano Elias Xavier

AMARAL, S. L.ROSSONI, Luciana V; VASSALO, Dalton V; STEFANON, Ivanita; MILL, Jose Geraldo; PASSAGLIA, Rita Tostes. Alterações Funcionais e Estruturais em Artérias de Resistência de Ratos com Hypertensão Induzida por Ouabaina: Efeito do Tratamento anti-hipertensivo com Losartan. 2005. Tese (Doutorado em Ciências Fisiológicas) - Universidade Federal do Espírito Santo.

Aluno: Thais Francini Garbieri

Amaral, Sandra Lia; FARIA, F. A. C.; LARA, V. S.. Investigação da modulação da resposta inflamatória em células orais e imunológicas humanas por Ang II e Ang 1-7. 2018. Exame de qualificação (Doutorando em CIÊNCIAS ODONTOLÓGICAS APLICADAS) - Faculdade de Odontologia de Bauru - USP.

Aluno: Carla Rocha dos Santos

AMARAL, S. L.. NEURÔNIOS PRÉ-AUTONÔMICOS DO HIPOTÁLAMO E SINALIZAÇÃO NORADRENÉRGICA ASCENDENTE: EFEITOS DA HIPERTENSÃO, TREINAMENTO AERÓBIO E DESNERVAÇÃO SINOAÓRTICA. 2017. Exame de qualificação (Doutorando em Fisiologia & Biofísica) - Intituto de Ciencias Biomedicas Usp.

Aluno: Gabriela Pereira de Souza

AMARAL, S. L.. Ação de Inibidores da ECA Sobre a Doença Periodontal Induzida Experimentalmente em Ratos. 2016. Exame de qualificação (Doutorando em CIÊNCIAS ODONTOLÓGICAS APLICADAS) - Faculdade de Odontologia de Bauru - USP.

Aluno: Jonas de Oliveira Vieira

AMARAL, S. L.; RODRIGUES, G. J.; ZOCCAL, D. B.. Sex differences in cardiovascular changes evoked by chronic psycological stress: comparison of homotypic and heterotypic chronic stress regimens.. 2016. Exame de qualificação (Doutorando em Programa Interinstitucional de Pós-Graduação) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Lilian Gobbo de Freitas Bueno Gabriele

AMARAL, S. L.; BONJARDIM, L.;SANTOS, C. F.. Avaliação dos eixos ECA / ANG II / AT1 e ECA2 / ANG (1-7) / MAS em fibroblastos de gengiva e ligamento periodontal humanos estimulados com LPS de Porphyromonas gingivalis e sua contribuição na produção e regulação de citocinas e quimiocinas. 2014. Exame de qualificação (Doutorando em Pós graduação em Odontologia) - Faculdade de Odontologia de Bauru - USP.

Aluno: Mateus Moraes Domingos

Amaral, Sandra Lia. Resistence training and hormone replacement therapy increase gene expression of molecules related to mitochondrial biogenesis and different brain regions of ovariectomized rats. 2014. Exame de qualificação (Doutorando em PIPGCF UFSCAR / UNESP) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Fabiano Cândido Ferreira

AMARAL, S. L.; DUARTE, A. C. G. O.; VERZOLA, R. M. M.. Effects of circuit resistance training in normal weight obese women: physiological left ventricular hypertrophy and improvement of body composition, glycaemia and cardiovascular and skeletal muscle fitness.. 2013. Exame de qualificação (Doutorando em CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS UFSCAR - UNESP/ARARAQUARA) - Universidade Federal de São Carlos.

Aluno: Vinicius Guzzoni

Amaral, Sandra Lia; RODRIGUES, G. J.; KALININ, A. L.. High Intensity resistance training promotes cardiac ECM remodeling and prevents the age-related left ventricular end-diastolic pressure in old rats. 2013. Exame de qualificação (Doutorando em Ciências Fisiológicas) - Universidade Federal de São Carlos.

Aluno: Valéria Ribeiro Nogueira Barbosa

AMARAL, S. L.; ZANESCO, A.; ANANURA, S. M.. Influência do treinamento físico aeróbio intervalado na concentração plasmática de nitrito/nitrato e adiponectina em mulheres na pós menopausa. 2011. Exame de qualificação (Doutorando em Ciências da Motricidade) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Valéria Ribeiro Nogueira Barbosa

Amaral, Sandra Lia; ANARUMA, S. M.; ZANESCO, A.. Influência do treinamento físico aeróbio intermitente no nível de óxido nítrico e adiponectina em mulheres na menopausa.. 2010. Exame de qualificação (Doutorando em Ciências da Motricidade) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Carlos Roberto de Oliveira Júnior

AMARAL, SANDRA L.; SOUZA, A. L. M. C.; BECK, W. R.. Low intensity physical exercise reduces ethanol intake and relapse:influence on anxiety and depression behaviors in rats.. 2020. Exame de qualificação (Mestrando em Ciências Fisiológicas) - Programa Interinstitucional de Pós-Graduação em Ciências Fisiológicas.

Aluno: Gabriela Maria Lucera

AMARAL, S. L.; ANDRADE, C. A. F.; KATAYAMA, P. L.. Envolvimento dos receptores angiotensinérgicos e mineralocorticoides no aumento do apetite ao sódio induzido por privação hídrica em ratos com hipertensão renovascular.. 2019. Exame de qualificação (Mestrando em Ciências Fisiológicas) - Programa Interinstitucional de Pós-Graduação em Ciências Fisiológicas.

Aluno: Jéssica Matheus de Sá

AMARAL, S. L.; ANDRADE, C. A. F.; PAULA, P. M.. Cardiovascular and hidroeletrolytic changes induced by the high-fat diet. 2018. Exame de qualificação (Mestrando em Pós-Graduação em Ciências Fisiológicas) - Universidade Federal de São Carlos.

Aluno: Willian Costa Ferreira

AMARAL, S. L.; CRUZ, F. C.; COLOMBARI, D. S. A.. Involvement of angiotensin II type I receptor (AT1) in cardiovascular changes induced by chronic stress: comparison between homotypic and heterotypic stressors. 2016. Exame de qualificação (Mestrando em CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS UFSCAR - UNESP/ARARAQUARA) - Universidade Federal de São Carlos.

Aluno: Lucas Gomes de Souza

AMARAL, S. L.; ANDRADE, C. A. F.; RODRIGUES, G. J.. Involvement of endocannabinoid signaling in the bed nucleus of stria terminalis in cardiovascular response to acute restraint stress in rats. 2016. Exame de qualificação (Mestrando em CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS UFSCAR - UNESP/ARARAQUARA) - Universidade Federal de São Carlos.

Aluno: Elvis de Souza Malta

ZAGATTO, A. M.;AMARAL, S. L.; MACHADO, F. A.. Efeito da LED terapia sobre a recuperação muscular após sessões de treinamento intervalado de alta intensidade. 2016. Exame de qualificação (Mestrando em Pós graduação em Ciências da Motricidade) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Leandro Augusto de Oliveira

ZOCCAL, D. B.;AMARAL, S. L.; SOUZA, A. L. M. C.. Corticotropin-releasing factor receptors in the bed nucleus of the stria terminalis modulate the autonomic responses to acute restaint stress in rats. 2014. Exame de qualificação (Mestrando em CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS UFSCAR - UNESP/ARARAQUARA) - Universidade Federal de São Carlos.

Aluno: Carla Rocha dos Santos

AMARAL, S. L.; EVANGELISTA, F. S.. Expressão / Funcionalidade de vias noradrenérgicas ascendentes ao hipotálamo: efeitos da desnervação sino-aórtica e do treinamento aeróbio. 2013. Exame de qualificação (Mestrando em Mestrado em Fisiologia) - Intituto de Ciencias Biomedicas Usp.

Aluno: João Guilherme de Oliveira Silvestre

AMARAL, S. L.; CRESTANI, C. C.; DURIGAN, R. C. M.. Acute changes lactate dehydrogenase, creatine kinase, corticosterone and energy metabolism of rats trained on ladder. 2012. Exame de qualificação (Mestrando em Ciências Fisiológicas) - Universidade Federal de São Carlos.

Aluno: Fabiana de Salvi Guimarães

AMARAL, S. L.; EVANGELISTA, F. S.; MEDEIROS, A.. Efeito do uso de glicocorticóides na função e morfologia cardíaca de ratos.. 2012. Exame de qualificação (Mestrando em Biodinâmica do Movimento Humano) - Escola de Educacão Física e Esportes da USP.

Aluno: Miguel Furtado Menezes

Amaral, Sandra Lia; SOUZA, R. L. N.; SOUZA, A. L. M. C.. Purinergic mechanisms of lateral parabrachial mucleus facilitate sodium depletion-induced NaCl intake. 2010. Exame de qualificação (Mestrando em CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS UFSCAR - UNESP/ARARAQUARA) - Universidade Federal de São Carlos.

Aluno: Fernando da Silveira Lobo

AMARAL, S. L.; LANCHA JUNIOR, A. H.;FORJAZ, Claudia L M. Efeito da Hidratação na resposta da pressão arterial pós-exercício e seus mecanismos. 2010. Exame de qualificação (Mestrando em Educacao Fisica) - Escola de Educacão Física e Esportes da USP.

Aluno: Aline Francielle Mota Segatto

Amaral, Sandra LiaMONTEIRO, Henrique Luiz. Atividade física e ocorrência de lipohipertrofia em portadores de HIV submetidos à terapia anti-retroviral. 2010. Exame de qualificação (Mestrando em Fisioterapia) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Denise Rodrigues Bueno

AMARAL, S. L.; Vanderley, LCM;MONTEIRO, Henrique Luiz. Adesão à prática de atividade física de hipertensos: identificação de comorbidades de pacientes em tratamento ambulatorial.. 2009. Exame de qualificação (Mestrando em Fisioterapia) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Leonardo Yuji Tanaka

RAMIREZ, Paulo;AMARAL, S. L.NEGRÃO, Carlos Eduardo. Efeito do exercício físico aeróbio no relaxamento aórtico de ratos e no controle da biodisponibilidade do óxido nítrico.. 2008. Exame de qualificação (Mestrando em Educacao Fisica) - Escola de Educacão Física e Esportes da USP.

Aluno: Fabiana Donato Vieira

AMARAL, S. L.; SOUZA, R. R.; MAIFRINO, L. B. M.. Efeito da ooforectomia e exercício aeróbio sobre o músculo papilar do ventrículo esquerdo de ratos Wistar: análise morfométrica e estereológica.. 2008. Exame de qualificação (Mestrando em Educação Física) - Universidade São Judas Tadeu.

Aluno: Eduardo Morvan Leme Gargaglione

AMARAL, S. L.; SOUZA, R. R.; MAIFRINO, L. B. M.. Efeitos do exercício físico aeróbio (corrida e caminhada) no coração de ratos com síndrome metabólica: aspectos morfométricos e estereológicos.. 2008. Exame de qualificação (Mestrando em Educação Física) - Universidade São Judas Tadeu.

Aluno: Camila Bosquiero Papini

AMARAL, S. L.; FLORINDO, A. A.; KOKUBUN, E.. Associação entre atividade ocupacional e atividade física em adultos do município de Rio Claro/SP.. 2008. Exame de qualificação (Mestrando em Ciências da Motricidade) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Leonardo Pimenta

AMARAL, S. L.. Efeitos do treinamento crônico resistido e associado ao exercício aeróbio no miocárdio do ventrículo esquerdo de ratos wistar: estudo morfométrico e estereológico.. 2007. Exame de qualificação (Mestrando em Educação Física) - Universidade São Judas Tadeu.

Aluno: Marina Tuppy

AMARAL, S. L.ROSSONI, Luciana V. Qualificação - Efeito do treinamento físico sobre a inervação simpática nos territórios esquelético e renal de ratos hipertensos espontâneos. 2006. Exame de qualificação (Mestrando em Mestrado em Fisiologia) - Intituto de Ciencias Biomedicas Usp.

Aluno: Crivaldo Gomes Cardoso Junio

FORJAZ, Claudia Lucia Maria;AMARAL, S. L.; RAMIREZ, Paulo. Efeito da massa muscular exercitada sobre as respostas hemodinamicas pos exercicio. 2003. Exame de qualificação (Mestrando em Educacao Fisica) - Escola de Educacão Física e Esportes da USP.

Aluno: Deise Maria da Silva

AMARAL, S. L.; AUGUSTO, Jayme C. Os efeitos do Condicionamento Físico sobre a Composição Corporal e o Perfil Lipídico de Indivíduos Preventivos e Cardiopatas. 1999. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Cond. Fisico Aplicado a cardiopatias) - Hospital das Clínicas.

Aluno: Monica Boarini B Garcia

AMARAL, S. L.. Efeito de um programa de Condicionamento Físico sobre o Sistema Cardiovascular e os Fatores de Risco para o Desenvolvimento de doenças cardiovasculares. 1998. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Cond. Fisico Aplicado a cardiopatias) - Hospital das Clínicas.

Aluno: Claudio Pavanelli

AMARAL, S. L.; ALVES, Maria Janieire de Nazare Nunes; BRANDÃO, Maria Urbana P. Uma análise de Validade, Objetividade e Reprodutibilidade de um protocolo experimental para atletas. 1996. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Cond. Fisico Aplicado a cardiopatias) - Hospital das Clínicas.

Aluno: Ana Maria Guilmo

Amaral SL; ZAGO, A. S.. Relação entre nível de aptidão funcional, pressão arterial e consumo de medicamentos anti-hipertensivo em adultos acima de 50 anos e idosos. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Abi - Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Paulo Gabriel Neves Moreira

AMARAL, S. L.; ZAGO, A. S.. Comparação entre programas de treinamentos físico unicomponentes e multicomponentes em idosos. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Abi - Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Paulo Gabriel Neves Moreira

AMARAL, S. L.; ZAGO, A. S.. Comparação entre programas de treinamentos físico unicomponentes e multicomponentes em idosos. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Abi - Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Naya Correia Leite

AMARAL, S. L.. Controle e monitoramento da ginástica: um estudo a partir da percepção subjetiva. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Abi - Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Daniel Cremonesi

AMARAL, S. L.; ZAGO, A. S.. Programa de treinamento resistido no controle e prevenção da osteoporose. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Abi - Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Marcelo Henrique do Carmo Balestrin

AMARAL, S. L.; ZAGO, A. S.. Envelhecimento Saudável e prática de exercício físico. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Abi - Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Jeniffer Zanetti Brandani

AMARAL, S. L.MONTEIRO, H. L.. Efeito de 12 semanas de destreino sobre os indicadores de saúde de indivíduos com mais de 50 anos, portadores de doenças crônico-degenerativas. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Abi - Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Thiago Martins Tozi

AMARAL, S. L.; SILVA, M. P.. Perfil de risco quanto ao uso de ergogênicos dos frequentadores de academias de Bauru, SP. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Abi - Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Ana Maria Guilmo

Amaral SL; ZAGO, A. S.. Relação entre nível de aptidão funcional, pressão arterial e consumo de medicamentos anti-hipertensivo em adultos acima de 50 anos e idosos. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Abi - Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Jamile Cristina de Carvalho

AMARAL, S. L.; RODRIGUES, Sergio Tosi. Perfil Redox em adultos e idosos e sua modulação pelo exercício físico. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Abi - Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Danilo Yuzo Nishimoto

AMARAL, S. L.MONTEIRO, H. L.. Comportamento da pressão arterial e da frequência cardíaca em diferentes posições de ioga. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Abi - Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Luiza viola Romani

AMARAL, S. L.; PRADO JUNIOR, Milton Vieira Do. Análise de obesidade e hipertensão em escolares da cidade de Bauru, SP. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Augusto Forneti Figueiredo

AMARAL, S. L.; BORIN, J. P.. Alterações das capacidades físicas de basquetebolistas na categoria adulto durante a etapa competitiva.. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Bruna Camilo Turi

AMARAL, S. L.MONTEIRO, Henrique Luiz. Prevalência de doenças em adultos com mais de 50 anos, ativos e sedentários.. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Fabiana Vilas Boas

AMARAL, S. L.; PRADO JUNIOR, Milton Vieira Do. Importância do planejamento no treinamento de voleibol. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Luana Urbano Pagan

AMARAL, S. L.; GOUVEA JUNIOR, F.. Comparação do Comportamento da freqüência cardíaca em duas modalidades do treinamento resistido.. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Luana Urbano Pagan

AMARAL, S. L.; GOUVEA JUNIOR, F.. Comparação do comportamento da frequencia cardiaca em duas modalidades do treinamento resistido.. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Natalia Polesi

AMARAL, S. L.MONTEIRO, Henrique Luiz. Exercício físico e tratamento medicamentoso para o controle da obesidade: estudo com pacientes de clínicas de tratamento.. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Educacao Fisica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Andrea Fumis Laperuta

AMARAL, S. L.; SANTOS, J. W.. Osteoporose e exercício físico.. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Educacao Fisica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Daniel Basseto Jatoba

AMARAL, S. L.. Diretrizes para a prescrição de exercício para pessoas com hipertensão arterial. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Educacao Fisica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Hebert Wilson Duarte Leiser

AMARAL, S. L.. Influência do exercício de alongamento antes e durante as séries de exercícios resistidos sobre o desenvolvimento de força e ganho de massa muscular.. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Educacao Fisica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Fernando Cadamuro da Silva

AMARAL, S. L.. Efeito do exercício físico sobre os níveis pressóricos de hipertensos, com diferentes tratamentos medicamentosos: estudo a partir de núcleo de saúde na cidade de Bauru-SP.. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Educacao Fisica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Marcela Médola

AMARAL, S. L.. Análise comparativa do índice de aptidão funcional geral em mulheres idosas ativas.. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Educacao Fisica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Lívia Maria de Castro Rolim

AMARAL, S. L.MONTEIRO, Henrique Luiz. Hipertensao e exercicio: custos dos tratamentos ambulatorial antes e apos adocao da pratica de atividades fisicas. 2004. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Educacao Fisica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Fernando Cadamuro da Silva

AMARAL, S. L.. Comportamento da Pressao arterial em portadores de hipertensao submetidos a exercicio fisico regular. 2004. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Licenciatura Em Educacao Fisica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Daniel Basseto Jatoba

AMARAL, S. L.. Analise de alteracoes bioquimicas em pessoas hipertensas submetidas a exercicio fisico regular. 2004. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Licenciatura Em Educacao Fisica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

AMARAL, S. L.; BARBIERI, F.; MAFFEI, W. S.. Membro efetivo ca comissão do Concurso Público para contratação de um professor substituto: estrutura e funcionamento dos serviços de saúde; fisiopatologia e tratamento pelo exercício: distúrbios do aparelho locomotor II; estágio supervisionado em fisiopatologia e tratamento pelo exercício: distúrbios do aparelho locomotor II; tecnologias da informação e comunicação, mídias e Educação Fís. 2019. Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

AMARAL, S. L.; BUZALAF, M. A. R.; OLIVEIRA, R. C.; DEKON, A. F. C.; ROSA, D. M. C.. Membro titular da Comissão julgadora do Concurso Público de títulos e provas para provimento de um cargo de Professor Doutor, junto ao departamento de Ciências Biológicas - no conjunto das disciplinas de farmacologia da FOB-USP.. 2019. Faculdade de Odontologia de Bauru - USP.

AMARAL, S. L.; MAZZARDO, T.; VENANCIO, M. A.. Membro Presidente da banca examinadora do Concurso Público para Professor de Educação Superior na Universidade do Estado de Minas Gerais ? Editais 23/2018, na área de Atividade Física Adaptada e Saúde,. 2019. Universidade do Estado de Minas Gerais.

VALARELLI, T. M. O.; NEVES, L. T.;AMARAL, S. L.. Membro Titular da Comissão Examinadora do Processo Seletivo: Professor Contratado III (Professor doutor). 2013. Faculdade de Odontologia da USP em Bauru.

AMARAL, S. L.; RODRIGUES, Sergio Tosi;MONTEIRO, Henrique Luiz. Membro da Banca examinadora para contratação de professor substituto na discipllina de Crescimento e Desenvolvimento.. 2008. Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

AMARAL, S. L.; RODRIGUES, Sergio Tosi;MONTEIRO, Henrique Luiz. Membro da Banca examinadora para contratação de professor substituto na discipllina de Educação e Saúde e Urgências em Educação Física. 2008. Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

AMARAL, S. L.; RODRIGUES, Sergio Tosi; PRADO JUNIOR, Milton Vieira Do. Membro da banca examinadora para preenchimento de uma função de Professor Substituto, para a disciplina: ?Crescimento e Desenvolvimento Humano? no Departamento de Educacao Fisica da Faculdade de Ciencias - UNESP/Bauru. 2006. Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

AMARAL, S. L.; RODRIGUES, Sergio Tosi; FERREIRA, Lilian Aparecida. Concurso Público para preenchimento de 01 função docente, como profesor substituto junto ao departamento de Educação Física. 2005. Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

AMARAL, S. L.. Ingresso na função de técnico de Reabilitação Cardíaca para o Serviço de Condicionamento Físico da Divisão de Cardiologia Social das U.M.A.. 1994. Hospital das Clínicas.

AMARAL, S. L.FORJAZ, Claudia L M; TROMBETTA, Ivani; BRUM, Patricia Chakur; RAMIREZ, Paulo; ANGELIS, Katia de. Membro da Comissão de Avaliação de Resumos a serem apresentados no XXVII Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo - VI Simpósio de Educação Física e Esportes em Cardiologia. 2006. Sociedade de Cardiologia do Estado de Sao Paulo.

AMARAL, S. L.. Membro da comissão de avaliação dos projetos de iniciação científica no XII Fórum de Iniciação Científica da Universidade Sagrado Coração. 2005. Centro Universitário Sagrado Coração.

AMARAL, S. L.. Comitê de Avaliação de Pôsteres durante a XX Reunião da FESBE. 2005. Federacao de Sociedades de Biologia Experimental.

AMARAL, S. L.. Comitê de avaliação de pôsteres durante a XIX Reunião Anual da FESBE. 2004. Federacao de Sociedades de Biologia Experimental.

AMARAL, S. L.. Processo Seletivo Aprimoramento/96, promovido pela CAP - coordenadoria de aprimoramento de pessoal do Hospital das Clínicas. 1995. Hospital das Clínicas.

Seção coletada automaticamente pelo Escavador

Orientou

Vinicius Ferreira de Paula

papel da microbiota no aumento de rigidez arterial induzida pela dexametasona: efeitos do treinamento físico; Início: 2019; Tese (Doutorado em CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS UFSCAR - UNESP/ARARAQUARA) - Universidade Federal de São Carlos; (Orientador);

Danyelle Siqueira Miotto

Papel do sistema renina angiotensina e do treinamento físico na rigidez arterial de ratos espontaneamente hipertensos; Início: 2019; Tese (Doutorado em CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS UFSCAR - UNESP/ARARAQUARA) - Universidade Federal de São Carlos, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Orientador);

Francine Duchatsch Ribeiro de Souza

Inflamação miocárdica: papel das citocinas inflamatórias no remodelamento cardíaco de ratos com insuficiência cardíaca; ; Início: 2019; Tese (Doutorado em CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS UFSCAR - UNESP/ARARAQUARA) - Universidade Federal de São Carlos, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Orientador);

Lidieli Pazin Tardelli

Alterações hemodinâmicas e remodelamento cardíaco e vascular induzidos pelo treinamento físico combinado em animais espontaneamente hipertensos tratados com dexametasona; ; Início: 2017; Tese (Doutorado em PIPGCF UFSCAR / UNESP) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Orientador);

Naiara Araújo Herrera

A INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO FÍSICO EM RATOS ESPONTANEAMENTE HIPERTENSOS TRATADOS COM DEXAMETASONA: CONTRIBUIÇÃO DOS MICRORNAs; Início: 2016; Tese (Doutorado em PIPGCF UFSCAR / UNESP) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo; (Orientador);

Alison Pires de Oliveira Lara

INFLUÊNCIA DA MICROBIOTA E DA FUNÇÃO BARREIRA INTESTINAIS NA RIGIDEZ ARTERIAL INDUZIDA POR DEXAMETASONA EM RATOS; Início: 2020; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Julio De Mesquita F; (Orientador);

Francine Duchatsch Ribeiro de Souza

A influência do treinamento físico no remodelamento cardíaco de ratos espontaneamente hipertensos tratados com dexametasona; 2019; Dissertação (Mestrado em PIPGCF UFSCAR / UNESP) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Vinicius Ferreira de Paula

Efeitos do treinamento combinado e dexametasona na rigidez arterial; ; 2019; Dissertação (Mestrado em PIPGCF UFSCAR / UNESP) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Danyelle Siqueira Miotto

Os Efeitos do Treinamento Físico Associado ou não aos iECA quanto à Rigidez Arterial de SHR; ; 2019; Dissertação (Mestrado em PIPGCF UFSCAR / UNESP) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Mayara Florencio Fabricio

Novo dispositivo de medida de rigidez arterial - pOpmètri e suas correlações com análises morfométricas e densidade de colágeno em artérias de ratos de diferentes idades; ; 2018; Dissertação (Mestrado em PIPGCF UFSCAR / UNESP) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Isley Jesus

Mecanismos angiogênicos e apoptóticos induzidos pelo tratamento crônico com dexametasona: papel do treinamento físicocardiovasculares envolvidos na redução da pressão após treinamento físico; 2016; Dissertação (Mestrado em Programa Interinstitucional de Pós-Graduação) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Naiara Araújo Herrera

Efeitos do treinamento físico na hipertensão e na atrofia muscular em ratos tratados com dexametasona; 2016; Dissertação (Mestrado em Programa Interinstitucional de Pós-Graduação) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Aline Mio Martuscelli

Efeitos preventivos do exercício intervalado na expressão de proteínas inflamatórias e catabólicas na musculatura esquelética induzida pela dexametasona; ; 2014; Dissertação (Mestrado em PIPGCF UFSCAR / UNESP) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

André Luis de Oliveira Krug

Efeitos do exercício resistido na expressão de proteínas atroficas e hipertróficas em ratos tratados com dexametasona; ; 2014; Dissertação (Mestrado em PIPGCF UFSCAR / UNESP) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Paula Bessi Constantino dos Prazeres

Contribuição do sistema renina angiotensina na redução de pressão arterial induzida pelo exercício físico em ratos tratados com dexametasona; 2014; Dissertação (Mestrado em PIPGCF UFSCAR / UNESP) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Anderson Geremias Macedo

Efeitos preventivos do exercício resistido na expressão de proteínas envolvidas na atrofia muscular em ratos tratados com dexametasona; ; 2013; Dissertação (Mestrado em PIPGCF UFSCAR / UNESP) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Thiago José Dionísio

Efeitos preventivos do exercício físico nas vias de sinalização intracelular dependentes de insulina em ratos tratados com dexametasona; ; 2010; Dissertação (Mestrado em Ciências Fisiológicas) - Universidade Federal de São Carlos,; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

André Luis de Oliveira Krug

Análise temporal dos efeitos preventivos do exercício resistido sobre a atrofia muscular induzida por dexametasona; ; 2018; Tese (Doutorado em PIPGCF UFSCAR / UNESP) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Anderson Geremias Macedo

Papel do exercício físico associado a diferentes Inibidores da Enzima de Conversão da Angiotensina (iECA) sobre o fator de crescimento endotelial de vasos ? VEGF e angiogênese em ratos espontaneamente hipertensos e normotensos; 2017; Tese (Doutorado em PIPGCF UFSCAR / UNESP) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Mariana Rotta Bonfim

Prática Supervisionada de exercícios físico durante o tratamento regular com estatinas de pacientes da atenção básica: caracterização, aderência e delimitação das respostas musculares; 2015; Tese (Doutorado em Ciências da Motricidade) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Coorientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Thiago José Dionísio

Correlação entre o polimorfismo do gene da Alfa Actinina 3 (ACTN3) e a performance dos atletas da base do SPFC; 2014; Tese (Doutorado em PIPGCF UFSCAR / UNESP) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Thaís Marchini de Oliveira

Fator de crescimento endotelial vascular na doença periodontal inflamatória induzida em ratos; 2007; Tese (Doutorado em Odontologia) - Faculdade de Odontologia da USP em Bauru,; Coorientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

André Luis Shinohara

2018; Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho,; Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Naiara Araújo Herrera

Previous low-intensity resistant training attenuates dexamethasone-induced atrophy in the flexor hallucis longus muscle; ; 2013; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Fisiologia do Exercício) - Universidade Federal de São Carlos; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Luana Urbano Pagan

Prevalência de sedentarismo e fatores de risco em hipertensos e diabéticos cadastrados em uma unidade de Saúde da Família; 2011; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Residência Multiprofissional em PSF) - Faculdade de Medicina de Botucatu, Secretaria da Saúde; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Kelen Cristina Paccola Larini

A inserção do profissional de Educação Física na estratégia Saúde da Família; 2010; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Residência Multiprofissional em PSF) - Faculdade de Medicina de Botucatu; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Luana Urbano Pagan

Prevalência de sedentarismo e fatores de risco em hipertensos e diabéticos cadastrados em uma unidade de saúde da família; 2009; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Residência Multiprofissional em PSF) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Secretaria da Saúde; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Monica BB Garcia

Efeito de um programa de Condicionamento Físico sobre o Sistema Cardiovascular e os Fatores de Risco para o Desenvolvimento de doenças cardiovasculares; 1998; 0 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Cond; Fisico Aplicado a cardiopatias) - Hospital das Clínicas, Fundacao de Desenvolvimento Administrativo; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Deise Maria da Silva

Os efeitos do Condicionamento Físico sobre a Composição Corporal e o Perfil Lipídico de Indivíduos Preventivos e Cardiopatas; 1997; 0 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Cond; Fisico Aplicado a cardiopatias) - Hospital das Clínicas, Fundacao de Desenvolvimento Administrativo; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Claudio Pavanelli

Uma análise de Validade, Objetividade e Reprodutibilidade de um protocolo experimental para atletas; 1996; 0 f; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Cond; Fisico Aplicado a cardiopatias) - Hospital das Clínicas, Fundacao de Desenvolvimento Administrativo; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Leonardo de Oliveira

Efeito Do Treinamento Fisico no Enrijecimento Arterial em Ratos Tratados Com Dexametasona: Papel da NADPH Oxidase; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Abi - Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Reitoria da UNESP; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Gustavo Henrique Alves de Freitas Cunha

Avaliação temporal da pressão arterial durante treinamento físico aeróbio, associado ou não ao tratamento com Perindopril em ratos espontaneamente hipertensos; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Abi - Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Paula Bessi Constantino dos Prazeres

Hipertensão induzida pela dexametasona é atenuada pelo pré-condicionamento físico sem a participação do sistema renina angiotensina; ; 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Melissa Ganeko Ligeiro

remodelamento cardíaco de ratos espontaneamente hipertensos: papel do treinamento físico associado ou não com perindopril; 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Francine Duchatsch Ribeiro de Souza

Efeitos do Tratamento agudo e de curta duração com Dexametasona no Sistema Renina Angiotensina; 2016; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Abi - Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Bruna Carvalho Delmanto Simões

Efeitos da dose e da forma de administração da Dexametasona nos diferentes efeitos colaterais; 2015; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Abi - Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Reitoria da UNESP; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Cristiano Aparecido Constantino Pereira

Efeito de um programa de condicionamento físico no equilíbrio do idoso; 2013; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educação Física) - Faculdade de Ciências de Bauru, Programa de Apoio à Extensão Universitária Voltado Às Políticas Públicas; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Jéssica Carvalho

Associação entre estado nutricional e níveis pressóricos em crianças e adolescentes da cidade de jaú, sp; ; 2013; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educação Física) - Faculdade de Ciências de Bauru; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Evandro Cavassini Gimenes

Efeito da inversão do ciclo vigília-sono nas respostas hemodinâmicas agudas e crônicas de uma atividade ocupacional; 2012; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educação Física) - Faculdade de Ciências de Bauru; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Juliana Marques Iwamoto

Influência da etnia nas variáveis antropométricas e motoras de meninas escolares; 2012; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educação Física) - Faculdade de Ciências de Bauru; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Izabel Alice da Silva Gomes

comparação do estado de saúde dos funcionários dos serviços de emergência de bauru - samu e bombeiros; 2012; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Aline Mio Martuscelli

Efeitos Preventivos Do Exercicio Físico Na Expressão Da Miostatina Em Ratos Tratados Com Dexametasona; ; 2011; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Camila Calazans Deraco

Associação entre obesidade e níveis pressóricos em escolares da cidade de são sebastião-sp: importância da alimentação e estilo de vida; ; 2011; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educação Física) - Faculdade de Ciências de Bauru; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Thiago Trevisolli

Efeitos preventivos do exercício físico na expressão de COX-2 e VEGF na musculatura cardíaca de ratos tratados com dexametasona; 2011; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Evandro José Dionisio

Efeitos Preventivos Do Treinamento Físico Na Expressão Das Proteínas Cox-2 E Vegf De Ratos Tratados Com Dexametasona; 2011; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educação Física) - Faculdade de Ciências de Bauru; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Jaqueline de Castro Ishida

Presença de fatores de risco dependentes ou não de esforço fisico em praticantes de corrida de rua; ; 2011; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educação Física) - Faculdade de Ciências de Bauru; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Rosana Maia Lisboa

Classificação Dos Estudantes De Educação Física De Bauru Dentro De Um Diagrama De Condicionamento Com Médias Nacionais; ; 2010; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Fabio Fernandes Frigo

Efeitos do Exercício Físico Na Microalbuminúria Em Indivíduos Portadores Do Diabetes Tipo 2; ; 2010; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Luana Farias de Oliveira

Força De Preensão Manual em Adolescentes Escolares e Idosos; ; 2010; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Haliny Miqueleto Casado

Prevalência de hipertensão arterial em adolescentes escolares de Ibitinga; 2010; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Programa de Apoio à Extensão Universitária Voltado Às Políticas Públicas; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Moacir Domingos Rodrigues Junior

Prevalência de hipertensão e suas associações com perfil nutricioal em escolares de Bauru, SP; 2010; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Luciana Zuardi Iyama

A importância da atividade física para o paciente diabético tipo 2; 2009; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Thalita Berdu Llevadot

Avaliação dos Fatores de Risco de Doenças Cardiovasculares em Jogadores de Futebol Amador: Efeitos de um Treinamento Supervisionado; ; 2009; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Juliana Cavalcante de Andrade Louzada

Transporte De Glicose Por Vias Independentes De Insulina: Papel Da Dexametasona E Do Exercício Físico; 2009; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Camila André Pereira

Efeito do treinamento aeróbio sobre a microalbuminúria em indivíduos diabéticos tipo II; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Matheus Barel

Efeitos do exercício físico aeróbio nas alterações induzidas pelo tratamento com dexametasona na musculatura esquelética e cardíaca de animais; ; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Jefferson Martins Felicio

Efeito do treinamento aeróbio associado ao treinamento resistido nas variáveis hemodinâmicas, flexibilidade e força em indivíduos hipertensos; ; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Keli Aparecida Frontarolli

Mecanismos induzidos pelo exercício físico no controle da insuficiência cardíaca; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Aline Tanaca

Prevalência do sobrepeso e da obesidade em escolares da cidade de Duartina, SP; ; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Alexander Luis Candido Mendes

A diferença da pressão arterial em trabalhadores noturnos e vespertinos; ; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Rodrigo Dutra Bergoc

Determinação do diagrama de condicionamento físico em universitários; ; 2007; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educacao Fisica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Programa de Apoio Ao Estudante; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

André Luiz Ferreira

Exercício físico no controle da obesidade associada a diabetes: relato de caso; 2007; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Julio Henrique Sakamoto Peres

Fatores que influenciam na adesão e aderência a um programa de exercícios físicos supervisionados; ; 2007; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Thiago José Dionísio

Comportamento da expressão do fator de crescimento de vasos - VEGF em diferentes períodos de treinamento físico em ratas hipertensas; ; 2006; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educacao Fisica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Karen Sakata Gonçalves

Obesidade Infantil e exercício físico; 2006; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educacao Fisica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Núbia do Carmo Corredor

Efeito de um programa de condicionamento físico na flexibilidade de idosos; ; 2006; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educacao Fisica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Maíta Grassmann Bechara

Efeito do treinamento aeróbio em pacientes hipertensos; ; 2006; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educacao Fisica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Thiago da Paz Peduti

Efeito do exercicio fisico em gestantes hipertensas; ; 2006; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educacao Fisica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Ronaldo Pedroso

Exercício Físico e Hipertensão: ênfase na angiogênese da musculatura esquelética e no VEGF; ; 2006; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educacao Fisica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Carlos Santana Trindade

Resposta do Perfil lipídico a um programa de exercício físico supervisionado; 2005; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educacao Fisica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Programa de Apoio à Extensão Universitária Voltado Às Políticas Públicas; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Rita Bezerra Zanetti

Efeitos da atividade física em pacientes com câncer de mama; 2005; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educacao Fisica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Raphael Pelegrina Pieroni

Incidência do uso de ergogênicos nutricionais no exercício e no esporte e o perfil dos usuários na cidade de Bauru; 2005; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educacao Fisica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Valéria Oppermann da Costa

Condicionamento Físico para a Reabilitação em Pacientes Cardiopatas; 2005; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Educacao Fisica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Simone Garcia Vargas

Benefícios da Atividade Física Orientada em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Congestiva; 1997; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Bandeirante; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Melissa Ganeko Ligeiro

Remodelamento cardíaco de ratos espontaneamente hipertensos: papel do treinamento físico associado ou não com perindopril; 2018; Iniciação Científica; (Graduando em Abi - Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Gustavo Henrique Alves de Freitas Cunha

Avaliação temporal da pressão arterial durante treinamento físico aeróbio, associado ou não ao tratamento com Perindopril em ratos espontaneamente hipertensos; 2018; Iniciação Científica; (Graduando em Abi - Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Leonardo de Oliveira

Efeito Do Treinamento Fisico no Enrijecimento Arterial em Ratos Tratados Com Dexametasona: Papel da NADPH Oxidase; 2017; Iniciação Científica; (Graduando em Educacao Fisica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Reitoria da UNESP; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Francine Duchatsch Ribeiro de Souza

Efeitos do Tratamento agudo e de curta duração com Dexametasona no Sistema Renina Angiotensina; 2016; Iniciação Científica; (Graduando em Educacao Fisica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Francine Duchatsch Ribeiro de Souza

Efeitos do Tratamento agudo e de curta duração com Dexametasona no Sistema Renina Angiotensina; 2015; Iniciação Científica; (Graduando em Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Bruna Carvalho Delmanto Simões

Efeitos da dose e da forma de administração da Dexametasona nos diferentes efeitos colaterais; 2015; Iniciação Científica; (Graduando em Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Reitoria da UNESP; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Francine Duchatsch Ribeiro de Souza

Efeitos do Tratamento agudo e de curta duração com Dexametasona no Sistema Renina Angiotensina; 2014; Iniciação Científica; (Graduando em Abi - Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Jéssica Carvalho

Associação entre estado nutricional e níveis pressóricos em crianças e adolescentes da cidade de jaú, sp; ; 2013; Iniciação Científica; (Graduando em Educação Física) - Faculdade de Ciências de Bauru, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Cristiano Aparecido Constantino Pereira

Efeito de um programa de condicionamento físico no equilíbrio de adultos; 2013; Iniciação Científica; (Graduando em Educacao Fisica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Jaqueline de Castro Ishida

Presença de fatores de risco dependentes ou não de esforço fisico em praticantes de corrida de rua; ; 2012; Iniciação Científica; (Graduando em Educação Física) - Faculdade de Ciências de Bauru, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Aline Mio Martuscelli

Efeitos preventivos do exercício físico na expressão de proteínas envolvidas na atrofia muscular em ratos tratados com dexametasona; ; 2011; Iniciação Científica; (Graduando em Educação Física) - Faculdade de Ciências de Bauru, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Evandro José Dionisio

Efeitos Preventivos Do Treinamento Físico Na Expressão Das Proteínas Cox-2 E Vegf De Ratos Tratados Com Dexametasona; 2011; Iniciação Científica; (Graduando em Educação Física) - Faculdade de Ciências de Bauru, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Camila Calazans Deraco

Associação entre obesidade e níveis pressóricos em escolares da cidade de são sebastião-sp: importância da alimentação e estilo de vida; ; 2011; Iniciação Científica; (Graduando em Educação Física) - Faculdade de Ciências de Bauru, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Juliana Cavalcante de Andrade Louzada

Efeitos do Exercício Físico nas vias de sinalização do transporte de glicose independentes de insulina em ratos tratados com Dexametasona; 2009; Iniciação Científica; (Graduando em Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Matheus Barel

Alterações induzidas pelo treinamento físico na pressão arterial e na musculatura esquelética em ratos tratados com dexametasona; ; 2008; Iniciação Científica; (Graduando em Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Matheus Barel

Efeitos preventivos do exercício aeróbio sobre os efeitos deletérios da dexametasona na musculatura esquelética; 2007; Iniciação Científica; (Graduando em Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Otávio André Brogin Perez

Efeitos preventivos do treinamento físico em ratos tratados com dexametasona; ; 2006; Iniciação Científica; (Graduando em Educacao Fisica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Lylian Seganfredo Sanchez

Efeito do treinamento aeróbio na hemodinâmica e morfometria da músculatura esquelética e cardíaca de ratas hipertensas; 2005; 30 f; Iniciação Científica; (Graduando em Fisioterapia) - Instituto de Ciências Biomédicas (USP), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Alexandre Jin Bok Audi Chang

Efeitos do treinamento fisico de curta e longa duracao na microcirculacao da musculatura esqueletica de ratas normotensas e hipertensas; 2003; 0 f; Iniciação Científica; (Graduando em Medicina) - Instituto de Ciências Biomédicas (USP), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Vinicius Ferreira de Paula

Papel do sistema renina-angiotensina e do sistema nervoso simpático na hipertensão induzida por dexametasona: efeitos preventivos do exercício físico; 2017; Orientação de outra natureza; (Treinamento técnico) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Mayara Florencio Fabricio

efeito do treinamento físico na hipertensão, enrijecimento arterial e atrofia muscular induzida por dexametasona: papel do estresse oxidativo; 2016; Orientação de outra natureza; (Treinamento técnico) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Lidiane Moreira de Souza

Papel do sistema renina-angiotensina e do sistema nervoso simpático na hipertensão induzida por dexametasona: efeitos preventivos do exercício físico; 2014; Orientação de outra natureza; (Treinamento técnico) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Ana Claudia Jurado Pereira

A importância da prática de exercício físico na prevenção da obesidade e pressão arterial elevada em crianças da periferia da cidade de Bauru-SP; ; 2012; Orientação de outra natureza; (Educacao Fisica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Izabel Alice da Silva Gomes

comparação do estado de saúde dos funcionários dos serviços de emergência de bauru - samu e bombeiros; 2012; Orientação de outra natureza; (Educacao Fisica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Evandro Cavassini Gimenes

Efeito da inversão do ciclo vigília-sono nas respostas hemodinâmicas agudas e crônicas de uma atividade ocupacional; 2011; Orientação de outra natureza; (Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Juliana Marques Iwamoto

Influência da etnia nas variáveis antropométricas e motoras de meninas escolares; 2011; Orientação de outra natureza; (Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Jéssica Carvalho

Associação entre estado nutricional e níveis pressóricos em crianças e adolescentes da cidade de jaú, sp; 2011; Orientação de outra natureza; (Educacao Fisica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Paula Dijiane Batista da Silva

Associação dos fatores de risco presentes nos funcionários da saúde de Bauru; ; 2011; Orientação de outra natureza; (Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Cristiano Aparecido Constantino Pereira

Efeito de um programa de condicionamento físico no equilíbrio do idoso; 2011; Orientação de outra natureza; (Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Fabio Fernandes Frigo

Projeto qualidade de vida; 2010; Orientação de outra natureza; (Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Programa de Apoio à Extensão Universitária Voltado Às Políticas Públicas; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Camila Calazans Deraco

Associação entre obesidade e níveis pressóricos em escolares da cidade de são sebastião-sp: importância da alimentação e estilo de vida; ; 2010; Orientação de outra natureza; (Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Evandro José Dionisio

Efeitos Preventivos Do Treinamento Físico Na Expressão Das Proteínas Cox-2 E Vegf De Ratos Tratados Com Dexametasona; 2010; Orientação de outra natureza; (Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Thiago Trevisolli

Efeitos preventivos do exercício físico na expressão de COX-2 e VEGF na musculatura cardíaca de ratos tratados com dexametasona; 2010; Orientação de outra natureza; (Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Jaqueline de Castro Ishida

Presença de fatores de risco dependentes ou não de esforço fisico em praticantes de corrida de rua; ; 2010; Orientação de outra natureza; (Educação Física) - Faculdade de Ciências de Bauru; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Aline Mio Martuscelli

Efeitos Preventivos Do Exercicio Físico Na Expressão Da Miostatina Em Ratos Tratados Com Dexametasona; 2009; Orientação de outra natureza; (Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Fabio Fernandes Frigo

Efeitos Do Exercício Físico Na Microalbuminúria Em Indivíduos Portadores Do Diabetes Tipo 2; 2009; Orientação de outra natureza; (Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Haliny Miqueleto Casado

Prevalência de hipertensão arterial em adolescentes escolares de ibitinga; 2009; Orientação de outra natureza; (Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Luana Farias de Oliveira

Força De Preensão Manual em Adolescentes Escolares e Idosos; 2009; Orientação de outra natureza; (Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Moacir Domingos Rodrigues Junior

Prevalência de obesidade e hipertensão em escolares de Bauru, SP; 2009; Orientação de outra natureza; (Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Rosana Maia Lisboa

Classificação Dos Estudantes De Educação Física De Bauru Dentro De Um Diagrama De Condicionamento Com Médias Nacionais; 2009; Orientação de outra natureza; (Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Aline Mio Martuscelli

Efeitos do Exercício físico para Hipertensos; 2009; Orientação de outra natureza; (Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Programa de Apoio à Extensão Universitária Voltado Às Políticas Públicas; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Thalita Berdu Llevadot

Projeto qualidade de vida; 2009; Orientação de outra natureza; (Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Programa de Apoio à Extensão Universitária Voltado Às Políticas Públicas; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Luiza viola Romani

Projeto qualidade de vida; 2009; Orientação de outra natureza; (Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Programa de Apoio à Extensão Universitária Voltado Às Políticas Públicas; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Thalita Berdu Llevadot

Avaliação dos Fatores de Risco de Doenças Cardiovasculares em Jogadores de Futebol Amador: Efeitos de um Treinamento Supervisionado; ; 2008; Orientação de outra natureza; (Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Juliana Cavalcante de Andrade Louzada

Transporte de glicose por vias independentes de insulina: papel da dexametasona e do exercício físico; 2008; Orientação de outra natureza; (Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Aline Mio Martuscelli

Efeitos do exercício orientado para hipertensos; 2008; Orientação de outra natureza; (Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Programa de Apoio à Extensão Universitária Voltado Às Políticas Públicas; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Luana Urbano Pagan

Projeto qualidade de vida; 2008; Orientação de outra natureza; (Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Programa de Apoio à Extensão Universitária Voltado Às Políticas Públicas; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Alexander Luis Candido Mendes

A diferença da pressão arterial em trabalhadores noturnos e vespertinos; ; 2007; Orientação de outra natureza; (Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Aline Tanaca

Prevalência do sobrepeso e da obesidade em escolares da cidade de Duartina, SP; ; 2007; Orientação de outra natureza - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Luciana Zuardi Iyama

Efeitos de uma sessão aguda de exercício físico na glicemia de ratos; ; 2007; Orientação de outra natureza; (Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Keli Aparecida Frontarolli

Mecanismos induzidos pelo exercício físico no controle da Insuficiência cardíaca; ; 2007; Orientação de outra natureza; (Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Jefferson Manrtins Felício

Efeito do treinamento aeróbio associado ao treinamento resistido nas variáveis hemodinâmicas, flexibilidade e força em indivíduos hipertensos; ; 2007; Orientação de outra natureza; (Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Matheus Barel

Efeito do exercício físico aeróbio nas alterações induzidas pelo tratamento com dexametasona na musculatura esquelética e cardíaca de animais; ; 2007; Orientação de outra natureza; (Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Camila André Pereira

Efeito do treinamento aeróbio sobre a microalbuminúria em indivíduos diabéticos tipo II; ; 2007; Orientação de outra natureza; (Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Camila André Pereira

Fidedignidade dos aparelhos automáticos de mensuração de pressão arterial; ; 2007; Orientação de outra natureza; (Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Programa de Apoio à Extensão Universitária Voltado Às Políticas Públicas; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Rodrigo Dutra Bergoc

Efeitos de um Programa de Exercícios Orientados para Portadores de Hipertensão Arterial, Obesidade e Diabetes; ; 2007; Orientação de outra natureza; (Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Programa de Apoio à Extensão Universitária Voltado Às Políticas Públicas; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Rafael A

F; Oliveira; Efeitos da idade e do treinamento fisico aerobio em ratos normotensos e hipertensos: alteracoes hemodinamicas e de remodelamento vascular; ; 2006; Orientação de outra natureza; (Fisioterapia) - Intituto de Ciencias Biomedicas Usp; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Rodrigo Dutra Bergoc

Efeitos de um Programa de Exercícios Orientados para Portadores de Hipertensão Arterial, Obesidade e Diabetes; ; 2006; Orientação de outra natureza; (Educação Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Programa de Apoio à Extensão Universitária Voltado Às Políticas Públicas; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Rene R Caffaro

Efeitos da idade e do treinamento fisico aerobio em ratos normotensos e hipertensos: alteracoes hemodinamicas e de remodelamento vascular; ; 2005; 30 f; Orientação de outra natureza - Intituto de Ciencias Biomedicas Usp, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Otávio André Brogin Perez

Efeitos preventivos do treinamento físico em ratos tratados com dexametasona; 2005; 0 f; Orientação de outra natureza - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Núbia do Carmo Corredor

Efeito de um programa de condicionamento físico na flexibilidade de idosos; 2005; 0 f; Orientação de outra natureza - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Thiago José Dionísio

Comportamento da expressão do fator de crescimento de vasos - VEGF em diferentes períodod de treinamento físico em ratas hipertensas; 2005; 0 f; Orientação de outra natureza - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Maíta Grassmann Bechara

Efeito do treinamento aeróbio em pacientes hipertensos; 2005; 0 f; Orientação de outra natureza - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Ronaldo Pedroso

Comportamento da expressão do fator de crescimento de vasos - VEGF em diferentes períodod de treinamento físico em ratos hipertensos; 2005; 0 f; Orientação de outra natureza - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Thiago da Paz Peduti

Efeito do exercicio fisico em gestantes hipertensas; 2005; 0 f; Orientação de outra natureza - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

Flaviani Abreu G

Papaléo; Projeto Qualidade de Vida - Efeitos do condicionamento físico individualizado na prevenção de fatores de risco de DAC em trabalhadores da saúde - DIR-X; 2005; 0 f; Orientação de outra natureza - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Programa de Apoio à Extensão Universitária Voltado Às Políticas Públicas; Orientador: Sandra Lia do Amaral Cardoso;

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  • AMARAL, S. L. ; GREENE, Andrew S . 13-Chromosomal transfer reduces blood pressure and restores angiogenic response through a renin dependent mechanism. Hypertension , v. 38, n.3, p. 532, 2001.

  • AMARAL, S. L. ; LINDERMAN, James Russel ; GREENE, Andrew S . 9-Angiogenesis induced by electrical stimulation is mediated by angiotensin II and VEGF. FASEB Journal , v. 14, n.4, p. A 34, 2000.

  • AMARAL, S. L. ; ROMAN, Richard J ; GREENE, Andrew S . 8-Renin angiotensin system modulation of VEGF expression and angiogenesis in chromosome 13 congenic rats. FASEB Journal , v. 14, n.4, p. A 710, 2000.

  • AMARAL, S. L. ; ROMAN, Richard J ; GREENE, Andrew S . 11-Renin gene transfer restores angiogenesis and VEGF expression in Dahl S rats. Hypertension , v. 36, n.4, p. 730, 2000.

  • PAPANEK, Paula ; AMARAL, S. L. ; GREENE, Andrew S . 6-Angiogenesis induced by short-term exercise training is modulated by angiotensin II and VEGF. The Physiologist , v. 43, n.4, p. 351, 2000.

  • AMARAL, S. L. ; PAPANEK, Paula ; GREENE, Andrew S . 7-Angiotensin II anf VEGF are involved in angiogenesis induced by short-term exercise training. FASEB Journal , v. 14, n.4, p. A 614, 2000.

  • AMARAL, S. L. ; LINDERMAN, James Russel ; PAPANEK, Paula ; GREENE, Andrew S . 10-Angiotensin II and VEGF are involved in angiogenesis induced by electrical stimulation and short-term exercise. Journal of Hypertension , v. 18, n.4, p. S76, 2000.

  • AMARAL, S. L. ; MICHELINI, L. C. . 5-Effects of low intensity training in SHR: skeletal muscle hemodynamics during exercise test. Hypertension , v. 33, n.5, p. 1254, 1999.

  • SILVEIRA, Neide P ; AMARAL, S. L. ; MOTA, Ana Lucia T ; ZORN, Telma M T ; MICHELINI, Lisete C . 4-Exercise normalizes pressure in moderate hypertension: microcirculatory responses of skeletal muscle and myocardium. Journal of Hypertension , v. 16, n.suppll I, p. S 192, 1998.

  • AMARAL, S. L. ; MOTA, A. L. T. ; ZORN, Telma M T ; MICHELINI, Lisete C . 3-Blood pressure changes and microcirculatory responses of skeletal muscle and myocardium induced by training in spontaneously hypertensive rats. Hypertension , v. 29, n.3, p. 902, 1997.

  • MICHELINI, Lisete C ; AMARAL, S. L. ; ZORN, Telma M T . 2-Exercise- induced pressure lowering effect in spontaneously hypertension: responses of skeletal muscle circulation. Journal of Hypertension , v. 14, n.suppl II, p. S210, 1996.

  • BRANDÃO, Maria Urbana P ; FORJAZ, Claudia Lucia Maria ; AMARAL, S. L. ; NUNES, Newton ; WAJNGARTEN, Mauricio ; NEGRÃO, Carlos Eduardo . 1-Comparação de Intensidade de Exercício Baseada na Avaliação Ergométrica e na Ergoespirométrica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia , Brasil, v. 63, n.supl. 1, p. 108, 1994.

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Outras produções

AMARAL, S. L. . Assessoria para projetos submetidos ao comitê de ética no uso de animais - CEUA, FC unesp, Bauru - 2 pareceres. 2016.

ROMAN, Richard J ; GREENE, Andrew S ; AMARAL, S. L. . CYP4A metabolites of arachidonic acid and VEGF are mediators of skeletal muscle angiogenesis. 2005.

AMARAL, S. L. . PIBIC - 07 pareceres relatório de bolsa IC. 2014.

AMARAL, S. L. . Debatedora no XXXV Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo- sessão de Pôsteres. 2014.

AMARAL, S. L. . Debatedora no XXXV Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo- sessão de apresentação de temas livres selecionados para o prêmio do departamento - Pesquisa Aplicada. 2014.

AMARAL, S. L. . SOCESP - Proferiu palestra na Mesa redonda -Interação Exercício físico e tratamento farmacológico medicamentoso, com o tema: Corticosteróides. 2014.

AMARAL, S. L. . Parecerista ad-hoc da FAPESP - 03 pareceres. 2013.

AMARAL, S. L. . Parecer de Projeto Trienal - 01 parecer. 2013.

AMARAL, S. L. . PIBIC - 07 pareceres pedido de bolsa IC. 2013.

AMARAL, S. L. . Membro da Comissão Científica do VII Congresso Brasileiro de Educação Física. 2013.

AMARAL, S. L. . Debatedora no XXXIV Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo- sessão de apresentação de temas livres selecionados para o prêmio do departamento - Pesquisa Básica. 2013.

AMARAL, S. L. . SOCESP- Coordenadora da atividade: Colóquio Reabilitação cardiovascular: sensibilização do paciente para mudança de estilo de vida. 2013.

AMARAL, S. L. . Parecer de projeto trienal - 1 parecer. 2012.

AMARAL, S. L. . Parecer para projeto de extensão - 4 projetos. 2012.

AMARAL, S. L. . Parecerista ad-hoc da FAPESP - 6 pareceres. 2012.

Amaral, Sandra Lia . Hypertension - 3 pareceres. 2012.

Amaral, Sandra Lia . Brazilian Journal of Medical and Biological Research - 1 parecer. 2012.

AMARAL, S. L. . ISRN Hypertension - 1 parecer. 2012.

AMARAL, S. L. . PIBIC - pareceres pedido de bolsa IC. 2012.

AMARAL, S. L. . Membro da Comissão Científica do VI Congresso Brasileiro de Educação Física. 2012.

AMARAL, S. L. . Debatedora no XX Congresso da Sociedade Brasileira de Hipertensão - Casos clínicos Interativos - da fisiopatologia ao tratamento: Hipertensão, diabetes e doença renal crônica.. 2012.

AMARAL, S. L. . Membro da comissão de avaliação de trabalhos científicos no XX Congresso da Sociedade Brasileira d Hipertensão. 2012.

AMARAL, S. L. . Coordenação do curso de educação física: exercício e hipertensão no XX Congresso da Sociedade Brasileira de Hipertensão. 2012.

AMARAL, S. L. . Brazilian Journal of Medical and Biologial Research - 3 pareceres. 2011.

AMARAL, S. L. . Comite de ética - 6 pareceres. 2011.

AMARAL, S. L. . Parecer para projeto de extensão - 5 projetos. 2011.

AMARAL, S. L. . Parecer para projeto trienal - 1 parecer. 2011.

AMARAL, S. L. . Hypertension - 2 pareceres. 2011.

AMARAL, S. L. . Clinics - 01 parecer. 2011.

AMARAL, S. L. . Membro da Comissão Científica do V Congresso Brasileiro de Educação Física. 2011.

AMARAL, S. L. ; RODRIGUES, Sergio Tosi . Membro da Comissão Científica do IV Congresso Brasileiro de Educação Física. 2010.

AMARAL, S. L. . Parecer de projetos submetidos à FAPESP - 4 projetos. 2010.

AMARAL, S. L. . Parecer para projetos de Extensão - 5 para PROEX. 2010.

AMARAL, S. L. . Parecer para realização/relatório do III Congresso Brasileiro de Educação Física - 2 pareceres. 2010.

ALVES, Maria Janieire de Nazare Nunes ; AMARAL, S. L. . Parecer para realização/relatório do IV Congresso Brasileiro de Educação Física - 2 pareceres. 2010.

AMARAL, S. L. . Brazilian Journal of Medical and Biologial Research - 1 parecer. 2010.

AMARAL, S. L. . Comite de ética - 2 pareceres. 2010.

AMARAL, S. L. . Projetos de Extensão na área da Saúde - PROEX - 14 projetos. 2009.

AMARAL, S. L. . Parecer para projetos submetidos à FAPESP - 2 projetos. 2009.

AMARAL, S. L. ; RODRIGUES, Sergio Tosi . Membro da Comissão Científica do III Congresso Brasileiro de Educação Física. 2009.

AMARAL, S. L. . Avaliadora de temas livres: sessão de apresentação dos trabalhos concorrentes ao prêmio melhor trabalho - III CONEF. 2009.

AMARAL, S. L. . Parecer para projetos de Extensão - 2 pareceres - PROEX. 2009.

AMARAL, S. L. . Hypertension - 2 pareceres. 2009.

AMARAL, S. L. . Projetos de Extensão na área da Saúde - PROEX - 16 pareceres. 2008.

AMARAL, S. L. . Comissão científica do IV SEPEF - Seminário de Estudos e Pesquisas em Formação Profissional no Campo da Educação Física.. 2008.

AMARAL, S. L. . Avaliadora de temas livresn na SOCESP: sessão de apresentação dos trabalhos concorrentes ao prêmio melhor trabalho : ciência básica/experimental clínica. 2008.

AMARAL, S. L. . Parecer para projetos de Extensão - 1 para PROEX. 2008.

AMARAL, S. L. . Parecer para realização/relatório do II Congresso Brasileiro de Educação Física - 2 pareceres. 2008.

AMARAL, S. L. . Projetos de Extensão na área da Saúde - PROEX - 17 pareceres. 2007.

AMARAL, S. L. . Avaliação de Pôsteres da Área de Biologia do Exercício na FESBE. 2007.

AMARAL, S. L. . Treinamento da Campanha Movimento Saúde. 2007.

AMARAL, S. L. . Hipertensao e exercicio: custos do tratamento ambulatorial em aderentes e nao aderentes a pratica regular e orientada de exercicios. 2006.

AMARAL, S. L. . Aprendizagem observacional da parada de maos: modelos em video e movimento biologico. 2006.

AMARAL, S. L. . Revista da Sociedade de Cardiologia de São Paulo (Suplemento). 2005.

AMARAL, S. L. . Hypertension. 2005.

AMARAL, S. L. . Estudo histomorfométrico. 2005.

AMARAL, S. L. . American Journal of Physiology and Circulatory Physiology. 2003.

AMARAL, S. L. . American Journal of Physiology and Circulatory Physiology. 1999.

Amaral, Sandra L . Profa. Sandra Cardoso (FC/Unesp Bauru) fala sobre curso gratuito de manejo de animais de experimentação. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

AMARAL, S. L. . UNESP notícias. 2014. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

DIONISIO, Thiago Jose ; AMARAL, S. L. . O esporte está no DNA?. 2014. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

DIONISIO, Thiago Jose ; AMARAL, S. L. . Análise de DNA mostra ponto forte de jogadores de futebol. 2014. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

DIONISIO, Thiago Jose ; AMARAL, S. L. . Pesquisa genética pode melhorar desempenho de atletas. 2014. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

AMARAL, S. L. . Ciência sem limites. 2013. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

AMARAL, S. L. ; BRUM, Patricia Chakur . Ministrou aula com o tema: Controle do fluxo sanguíneo muscular no repouso e durante o exercício físico aerobio: efeito do treinamento físico aeróbio. 2014. (Aula em curso de Pós-graduação).

AMARAL, S. L. ; RODRIGUES, A. C. . Ministrou aula com o tema: Mecanismos moleculares envolvidos na homeostase muscular: papel do exercício físico. 2014. (Aula em curso de Pós-graduação).

AMARAL, S. L. . Ministrou aula sobre o tema: Controle de fluxo sanguíneo muscular no repouso e durante o exercício físico: efeito do treinamento físico aeróbio.. 2011. (Aula em curso de Pós-graduação).

AMARAL, S. L. . Proferiu Palestra: Physical activity and cardiovascular adaptations: hypertension. 2011. (Palestra).

AMARAL, S. L. . Proferiu palestra: exercício e hipertensão. 2011. (Palestra).

AMARAL, S. L. . Proferiu palestra: saúde corporal> exercício físico e qualidade de vida. 2010. (Palestra).

AMARAL, S. L. ; CALAIS, S. L. . proferiu palestra: Movimento Saúde: saúde corporal, exercício e qualidade de vida. 2010. (Palestra).

AMARAL, S. L. . Proferiu palestra: Prevenção dos efeitos colaterais da dexametasona pelo exercício físico. 2009. (Palestra).

AMARAL, S. L. . Proferiu palestra: Alterações cardiovasculares em exercícios aeróbios e exercícios resistidos.. 2008. (Palestra).

AMARAL, S. L. . Proferiu palestra: Treinamento resistido e pressão arterial - Associação ao treinamento aeróbio.. 2008. (Palestra).

AMARAL, S. L. . Proferiu palestra: Determinação dos limiares ventilatórios. 2007. (Palestra).

AMARAL, S. L. . Proferiu Palestra: Efeitos cardiovasculares do treinamento físico dependem do sexo? Semelhanças e diferenças entre fêmeas e machos hipertensos. 2007. (Palestra).

AMARAL, S. L. . Proferiu conferência: Efeitos diferenciais da hipertensão e do treinamento Físico sobre ajustes cardiovasculares ao exercício. 2007. (Conferência).

AMARAL, S. L. . Proferiu palestra: Exercício Físico e a qualidade de vida. 2007. (Palestra).

AMARAL, S. L. . Proferiu palestra: Exercício Físico e Dexametasona. 2007. (Palestra).

AMARAL, S. L. . Proferiu palestra: Exercício físico e doenças cardiovasculares: Epidemiologia e efeitos do exercício físico para hipertensos e diabéticos. 2007. (Palestra).

AMARAL, S. L. . Proferiu palestra: Exercício físico e hipertensão arterial: teoria e prática 1: aspectos cardiovasculares. 2007. (Palestra).

AMARAL, S. L. . Ministrou aula sobre o tema: Regulação do fluxo sanguíneo muscular esquelético no repouso e no exercício. 2007. (Aula em curso de Pós-graduação).

AMARAL, S. L. . Proferiu palestra: Benefícios do Exercício Físico para sua Saúde. 2006. (Palestra).

AMARAL, S. L. . Proferiu palestra: Expressão do VEGF e Angiogênese em diferentes territórios após treinamento físico em ratas hipertensas. 2006. (Palestra).

AMARAL, S. L. . Ministrou aula sobre o tema: Fatores de Crescimento vascular e suas implicações na hipertensão arterial. 2005. (Aula em curso de Pós-graduação).

AMARAL, S. L. . Ministrou aula sobre o tema: Fatores de regulação do fluxo periférico no repouso e no exercício. 2005. (Aula em curso de Pós-graduação).

AMARAL, S. L. . Proferiu palestra: A saúde do trabalhador da saúde: o papel do exercício no controle de doenças crônicas. 2004. (Palestra).

AMARAL, S. L. . Ministrou aula sobre o tema: Fatores de regulação do fluxo períférico no repouso e no exercício. 2004. (Aula em curso de Pós-graduação).

AMARAL, S. L. . Proferiu palestra: Importância da Atividade Física no treinamento de capacitação ao programa de saúde da família. 2004. (Palestra).

AMARAL, S. L. . Proferiu palestra: Programa Permanente de Atividades Físicas. 2004. (Palestra).

AMARAL, S. L. . Ministrou aula sobre o tema: Fatores de regulação do fluxo periférico no repouso e no exercício. 2003. (Aula em curso de Graduação).

AMARAL, S. L. . Ministrou aula sobre o tema: Fatores de regulação do fluxo periférico no repouso e no exercício. 2003. (Aula em Curso de Verão).

AMARAL, S. L. . Ministrou aula sobre o tema: Gênese da Regulação da Pressão Arterial. 2003. (Aula em curso de Pós-graduação).

AMARAL, S. L. . Ministrou aula sobre o tema: Mecanismos de regulação da pressão arterial. 2003. (Aula em curso de Pós-graduação).

AMARAL, S. L. . Ministrou aula sobre o tema: Regulação da Pressão Arterial. 2003. (Aula em curso de Pós-graduação).

AMARAL, S. L. . Proferiu palestra: Angiogênese da musculatura esquelética: papel do sistema renina angiotensina.. 2002. (Palestra).

AMARAL, S. L. . Ministrou aula dobre o tema: Efeitos do treinamento físico no fluxo sanguíneo muscular e angiogênese.. 2002. (Aula em curso de Pós-graduação).

AMARAL, S. L. . Cardiovascular System and Aging. 2001. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

AMARAL, S. L. . Noções de Bioenergética. 1999. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

AMARAL, S. L. . Noções de Bioenergética. 1998. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

AMARAL, S. L. . Ministrou aula sobre o tema: Esfigmomanometria: princípio funcional, cuidados e aplicações.. 1998. (Aula em curso de Graduação).

AMARAL, S. L. . Ministrou aula sobre o tema: Métodos invasivos e não invasivos na avaliação da pressão arterial.. 1998. (Aula em curso de Graduação).

AMARAL, S. L. . Proferiu palestra: Qualidade de Vida x Estresse e a prevenção de cardiopatias. 1998. (Palestra).

AMARAL, S. L. . Noções de Bioenergética. 1997. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

AMARAL, S. L. . Ministrou aula sobre o tema: Catecolaminas e exercício. 1997. (Aula em curso de Pós-graduação).

AMARAL, S. L. . Ministrou aula sobre o tema: Esfigmomanometria: análise crítica, vantagens e desvantagens. 1997. (Aula em curso de Graduação).

AMARAL, S. L. . Ministrou aula sobre o tema: Esfigmomanometria no homem: efeitos do Exercício Físico. 1997. (Aula em curso de Pós-graduação).

AMARAL, S. L. . Ministrou aula sobre o tema: Esfigmomanometria no homem: efeitos do exercício físico sobre a pressão arterial e freqüência cardíaca.. 1997. (Aula em curso de Graduação).

AMARAL, S. L. . Noções de Bioenergética. 1996. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

AMARAL, S. L. . Proferiu palestra: Condicionamento Físico aplicado à prevenção cardiológica primária e secundária. 1996. (Palestra).

AMARAL, S. L. . Ministrou aula sobre o tema: Esfigmomanometria na medida de pressão arterial: uma análise crítica do método. 1996. (Aula em curso de Graduação).

AMARAL, S. L. . Ministrou aula sobre o tema: Esfigmomanometria na medida de pressão arterial: uma análise crítica do método.. 1996. (Aula em curso de Graduação).

AMARAL, S. L. . Noções de Bioenergética. 1995. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

AMARAL, S. L. . Proferiu palestra: Qualidade de Vida e Medicina Preventiva. 1995. (Palestra).

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Projetos de pesquisa

  • 2020 - Atual

    TRIENAL (2020-2022) PAPEL DAS CITOCINAS INFLAMATÓRIAS NO REMODELAMENTO CARDÍACO DE RATOS INFARTADOS E TRATADOS COM DEXAMETASONA., Descrição: Insuficiência cardíaca (IC) é uma síndrome complexa que afeta 23 milhões de pessoas no mundo. O coração de portadores de IC apresenta remodelamento cardíaco, disfunção cardíaca e algumas das implicações envolvidas no remodelamento cardíaco são determinadas principalmente por inflamação. Demonstramos recentemente que o tratamento com dexametasona (DEX), um potente anti-inflamatório, determinou redução e fibrose e angiogênese no coração, determinando melhora da performance cardíaca em ratos espontaneamente hipertensos, mas pouco se sabe sobre seus efeitos em coração infartado. Assim este projeto visa avaliar os efeitos do tratamento com dexametasona nas respostas hemodinâmica, neural e inflamatória que determinam um remodelamento cardíaco em um modelo experimental de infarto crônico. É hipótese deste trabalho que o tratamento farmacológico com dexametasona possa ter um efeito cardioprotetor diante da resposta inflamatória miocárdica de ratos infartados crônicos, melhorando estrutura cardíaca, diminuindo deposição de colágeno e aumentando angiogênese, resultando em uma melhora da função cardíaca. Além disso, esperamos poder identificar duas citocinas moduladas pela DEX e, a partir de sua inibição, sugeri-las como possíveis alvos terapêuticos para tratamento do remodelamento cardíaco após infarto. Para responder a estes questionamentos, serão utilizados 130 ratos wistar machos (250-270g) que serão divididos em dois protocolos. Protocolo 1/ Oitenta ratos serão divididos em grupo sham (sham, n=20), grupo sham tratado com dexametasona, DEX (sham DEX, n=20), insuficiência cardíaca (IC, n=20) e insuficiência cardíaca tratado com DEX (IM DEX, n=20). Um grupo de ratos Wistar intactos será usado como controle (n=10). Protocolo 2/ Quarenta ratos serão divididos nos grupos insuficiência cardíaca tratado com DEX e inibidor de uma citocina (IC DEX x, n=20) identificada no protocolo 1 e grupo insuficiência cardíaca tratado com DEX e inibidor de uma nova citocina (IC DEX y, n=20). Todos os animais serão submetidos a um teste de tolerância máxima ao esforço (TEM), em esteira ergométrica. Os grupos IC serão anestesiados e submetidos à cirurgia de oclusão da coronária descendente anterior e os grupos sham submetidos a uma cirurgia fictícia. No dia seguinte será realizada uma análise ecocardiográfica, sob anestesia e, em seguida, esperados 60 dias para progressão da IC. Os animais serão tratados com DEX durante últimos 15 dias (50g/kg, s.c.) ou salina. Ao final do protocolo os animais realizarão o último TEM e exame ecocardiográfico. Posteriormente, sob anestesia, os animais serão cateterizados (artéria femoral) e, após 24h será realizado o registro de pressão arterial (PA) para análise de PA basal e a atividade do sistema nervoso autonômico. No final, os animais serão eutanasiados sob sobrecarga anestésica. O miocárdio e sangue serão extraídos para que as análises hemodinânicas e neurais sejam associadas com expressão proteica de citocinas inflamatórias, densidade de colágeno e de capilares no miocárdio.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (5) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador / Thiago Jose Dionisio - Integrante / Carlos Ferreira dos Santos - Integrante / Francine Duchatsch - Integrante / Naiara A Herrera - Integrante / Danyelle Siqueira Miotto - Integrante / Vinícius Ferreira de Paula - Integrante / Lidieli Pazin Tardelli - Integrante / Maria Claudia Costa Yrigoyen - Integrante.

  • 2019 - Atual

    Papel do sistema renina angiotensina nas citocinas inflamatórias envolvidas na rigidez arterial em ratos espontaneamente hipertensos sedentários e treinados., Descrição: Com base nos resultados apresentados até o presente momento, pode-se observar que, apesar da técnica de medida de velocidade de onda de pulso ser mundialmente considerada como um importante preditor de doenças cardiovasculares, os mecanismos responsáveis por determinar o aumento de rigidez arterial durante a hipertensão ainda não são totalmente elucidados. Além disso, tem sido demonstrado que o exercício físico apresenta bons resultados em reduzir rigidez arterial em várias patologias, no entanto, os mecanismos responsáveis por esta resposta também não são totalmente conhecidos. A hipótese deste trabalho é que o processo de rigidez arterial nos animais hipertensos esteja associado com fibrose e inflamação na parede da artéria aorta, os quais são mediados pela Ang II e que a melhora da rigidez arterial observada após treinamento físico esteja associada com uma melhor razão Ang II/Ang 1-7 acompanhada de menor fibrose e inflamação. Portanto, o objetivo Geral será avaliar o papel dos SRA e do treinamento físico nos mecanismos envolvidos na rigidez arterial de ratos espontaneamente hipertensos. Como objetivo específico pretendemos: 1/ Avaliar o efeito do bloqueio do SRA e do treinamento físico nos seguintes parâmetros; 2/ Expressão para mais (upregulation) e para menos (downregulation) de diferentes proteínas na artéria aorta dos animais, pela técnica de proteômica; 3/ Capacidade física e hemodinâmica (PAS, PAD, PAM e FC); 4/ Rigidez arterial (VOP); 5/ Metabolização de Nitrito e nitrato plasmáticos, Cininas e os Peptídeos (Bradicinina e Angiotensinas I, II, (1-7); 6/ -Expressão de mediadores inflamatórios na aorta (ELISA MULTIPLEX); - Reatividade Vascular na aorta (c/ e s/ endotélio e PVAT).. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador / Danyelle Siqueira Miotto - Integrante., Número de orientações: 1

  • 2019 - Atual

    Inflamação miocárdica: papel das citocinas inflamatórias no remodelamento cardíaco de ratos com insuficiência cardíaca., Descrição: Insuficiência cardíaca (IC) é uma síndrome complexa que afeta 23 milhões de pessoas no mundo. O coração de portadores de IC apresentam remodelamento cardíaco, disfunção cardíaca e dentre as implicações que estão envolvidas no remodelamento cardíaco, determinadas principalmente por inflamação. Sendo assim, é hipótese desse trabalho que medicamentos anti-inflamatórios poderiam ser utilizados para o tratamento da IC. Por isso, será objetivo desse trabalho avaliar os efeitos do tratamento com anti-inflamatório da classe dos glicocorticoides sintéticos (dexametasona, DEX) nas respostas hemodinâmicas e do sistema nervoso autonômico, na inflamação cardíaca e no remodelamento cardíaco em um modelo experimental de IC. Para isso serão utilizados 120 ratos wistar machos (250-270g) que serão divididos em dois protocolos. Protocolo 1/ Oitenta ratos serão divididos em grupo sham (sham, n=20), grupo sham tratado com dexametasona, DEX (sham DEX, n=20), insuficiência cardíaca (IC, n=20) e insuficiência cardíaca tratado com DEX (IM DEX, n=20). Protocolo 2/ Quarenta ratos serão divididos nos grupos insuficiência cardíaca tratado com DEX e inibidor de uma citocina (IC DEX x, n=20) identificada no protocolo 1 e grupo insuficiência cardíaca tratado com DEX e inibidor de uma nova citocina (IC DEX y, n=20). Todos os animais serão submetidos a um teste de tolerância máxima ao esforço (TEM), em esteira ergométrica. Os grupos IC serão anestesiados e submetidos à cirurgia de oclusão da coronária descendente anterior e os grupos sham submetidos a uma cirurgia fictícia. Após a cirurgia os animais serão tratados com anti-inflamatório. No dia seguinte será realizada uma análise ecocardiográfica, sob anestesia (mistura de 0.5%?2% isoflurano e 98% O2 em fluxo de 1.5 L/min). Serão esperados 60 dias para progressão da IC. Os animais serão tratados com DEX durante últimos 15 dias (50g/kg, s.c.) ou salina. Ao final do protocolo os animais realizarão o último TEM e exame ecocardiográfico. Posteriormente, sob anestesia, os animais serão cateterizados (artéria femoral) e, após 24h será realizado o registro de pressão arterial (PA) para análise de PA basal e a atividade do sistema nervoso autonômico. No final, os animais serão eutanasiados sob sobrecarga anestésica. O miocárdio e sangue serão extraídos para análise de expressão proteica de citocinas inflamatórias. Músculo tibial anterior, sóleo e miocárdio também serão utilizados para análises morfométricas. Os tecidos pulmão e fígado serão retirados e pesados. Os resultados serão apresentados como média erro padrão da média (EPM). Para as amostras com distribuição normal serão utilizados testes paramétricos (One e Two Way-ANOVA). As amostras com distribuição anormal serão ajustadas automaticamente para se enquadrarem nos padrões de normalidade pelo software SigmaStat 3.0. As amostras que apresentarem diferenças significativas serão analisadas pelo post-hoc de Tukey (p<0,05). , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (2) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador / Thiago Jose Dionisio - Integrante / Carlos Ferreira dos Santos - Integrante / Francine Duchatsch - Integrante / Maria Claudia Costa Yrigoyen - Integrante / PAZIN TARDELLI, LIDIELI - Integrante., Número de orientações: 1

  • 2019 - Atual

    Influência da microbiota e da função barreira intestinais na rigidez arterial induzida por dexametasona em ratos, Descrição: O objetivo deste estudo, portanto, é verificar a influência da microbiota intestinal sobre a rigidez arterial induzida por DEX, através de translocação bacterial, aumento da endotoxemia e da inflamação sistêmica e vascular. Como discutido, a microbiota intestinal tem grande relação com a imunidade do hospedeiro e a sua relação com a rigidez arterial tem sido recentemente estudada. Contudo, se a microbiota tem ou não papel no aumento da VOP induzido por DEX ainda não se sabe claramente. Tem-se como hipótese que uma modulação positiva da microbiota intestinal, através do uso de probiótico, poderia atenuar a rigidez arterial induzida por DEX, ao melhorar a qualidade da microbiota e da função barreira e evitar disbiose e endotoxemia.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador / FERREIRA DE PAULA, VINÍCIUS - Integrante / PIRES DE OLIVEIRA LARA, ALISON - Integrante., Número de orientações: 1

  • 2019 - Atual

    Efeitos do treinamento físico combinado na rigidez arterial de ratos tratados com dexametasona: o papel da microbiota intestinal., Descrição: O treinamento físico combinado e a suplementação com probiótico pode contribuir para o equilíbrio da microbiota intestinal, reduzir a produção proteica de COL III e Elastina, pela inibição do fator de Von Willibran (FVW), do TGF-1, das Metaloproteinases (MMP-1 e MMP9), SMAD2/3 total e fosforilada, promovendo a redução da rigidez na artéria aorta, catótida e femoral, consequentemente atenuando o aumento da VOP e PA de ratos tratados com DEX. Portanto, este estudo tem como objetivo analisar os efeitos do treinamento físico combinado associado ou não à suplementação com probiótico nos mecanismos envolvidos no aumento da rigidez arterial e de pressão arterial em ratos tratados com DEX. Objetivos específicos: Verificar os efeitos da suplementação com probiótico na hipertensão arterial e rigidez arterial induzidas pela dexametasona.; Avaliar capacidade física e efeitos da Dexametasona nas variáveis hemodinâmicas (VOP, PAS, PAD, PAM e FC); Expressão da citocina inflamatórios nas artérias aorta, carótida e femoral (ELISA MULTIPLEX).; Analisar quantitativamente proteínas envolvidas na cascata de síntese de proteínas da matriz extracelular, SMAD2 total e fosforilada, COL III e Elastina, bem como analisar as proteínas responsáveis pela regulação de síntese e degradação de colágeno e elastina (metaloproteinases MMP-1 e MMP-9).; Analisar valores séricos de catecolaminas (noradrenalina e adrenalina).. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador / Vinícius Ferreira de Paula - Integrante / PIRES DE OLIVEIRA LARA, ALISON - Integrante., Número de orientações: 1

  • 2017 - 2019

    Efeitos do treinamento físico combinado na rigidez arterial em ratos tratados com dexametasona., Descrição: A rigidez arterial, avaliada pela velocidade de onda de pulso (VOP) vem sendo considerada um importante preditor de risco cardiovascular. Tem sido demonstrado que o aumento da rigidez arterial contribui para o desenvolvimento da hipertensão e pode ser determinada pelo desbalanço entre as principais proteínas da matriz extracelular, tais como colágeno e elastina. Trabalhos anteriores demonstraram que a dexametasona (DEX) determina aumento na pressão arterial (PA) de ratos e humanos, no entanto, os efeitos da DEX na rigidez arterial ainda são inconclusivos. Por outro lado, treinamento físico combinado (TFC) vem sendo recomendado para o controle da hipertensão, mas quase nada se sabe sobre seus efeitos nos mecanismos responsáveis pelo controle da rigidez arterial. A hipótese deste trabalho foi que o TFC poderia controlar a produção proteica de colágeno e elastina na artéria aorta e contribuir para atenuar o aumento da rigidez arterial e PA de ratos tratados com DEX. Neste sentido, o objetivo geral deste estudo foi verificar os efeitos do TFC na rigidez arterial e PA de ratos tratados com DEX. Para isso, foram utilizados trinta e sete ratos Wistar (200-250g) distribuídos em 4 grupos: sedentário controle (SC, n=8), sedentário tratado com DEX (SD, n=9), treinado controle (TC, n=10) e treinado e tratado com DEX (TD, n=10). Todos os ratos foram submetidos aos testes de carregamento máximo (TCM, na escada) e ao teste de esforço máximo (TEM, na esteira) e submetidos a um protocolo experimental de TFC (60% do máximo, 5d/semana, 1h/dia, em dias alternados, por 74 dias) ou mantidos sedentários. Nos últimos 14 dias, foram tratados com DEX (50g/kg por dia, s.c.) ou salina. Ao final do protocolo experimental, os animais foram submetidos às análises de velocidade de onda de pulso (VOP) e PA caudal. Foram utilizados os teste T-Student e ANOVA de dois caminhos para comparar os grupos. Tukey foi usado como post-hoc quando necessário. Os resultados de capacidade física máxima, VOP e PA foram correlacionados pelo teste de correlação de Pearson ou Spearman (p<0,05). Os ratos treinados apresentaram respostas maiores de TCM e TEM em comparação aos sedentários O tratamento com a DEX promoveu aumento da PA caudal (de 116 2 para 181 5mmHg, p<0,05) acompanhado de aumento de VOP (de 1,5 0,05 m/s para 2,1 0,09 m/s, p<0,05), quando comparados aos SC. Em contrapartida, o grupo TD, apresentou atenuação do aumento da PA caudal e da VOP induzidos pela DEX (11% de PA e 7,3% de VOP), quando comparado ao grupo SD (53% e 38%, para PA e VOP, respectivamente). Além disso, a DEX determinou e aumento significativo da proteína COL III nos animais sedentários (+51,62%) e o TFC atenuou este aumento (TD, +4,31%). A razão entre COL I e COL III estava diminuída no grupo SD (-53%) quando comparada ao grupo SC. Os valores de elastina não foram modificados. Os resultados de VOP foram associados com a PA (r=0,6714), bem como com COL III (r=0,4567). Portanto, os resultados do presente estudo são inéditos em demonstrar que o TFC foi capaz de atenuar o aumento da rigidez arterial induzida pelo tratamento com DEX e os mecanismos responsáveis por esta redução parecem envolver um melhor controle da produção de colágeno III e elastina na aorta. Esta atenuação de VOP, induzida pelo TFC pode, provavelmente, estar contribuindo para a atenuação do aumento de PA nos animais treinados e tratados com DEX.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Integrante / Sandra Lia do Amaral - Coordenador / Vinícius Ferreira de Paula - Integrante., Número de orientações: 1

  • 2017 - 2019

    TRIENAL (2017-2019). PAPEL DO TREINAMENTO FÍSICO NO BALANÇO AUTONÔMICO, RIGIDEZ ARTERIAL E RAREFAÇÃO EM RATOS ESPONTANEAMENTE HIPERTENSOS TRATADOS COM DEXAMETASONA: CONTRIBUIÇÃO DOS microRNAs, Descrição: O principal objetivo do projeto era verificar o papel do treinamento físico no balanço autonômico, rigidez arterial e rarefação em ratos espontaneamente hipertensos tratados com dexametasona: contribuição dos microRNAs. Os resultados revelaram que o tratamento com DEX por 14 dias provocou aumento da PA nos animais Wistar associado a alterações no balanço autonômico para o coração e a rarefação no músculo tibial anterior provocada por um desbalanço entre proteínas angiogênicas, apoptóticas e anti-apoptóticas. E que, por outro lado, o TF em esteira, realizado previa e simultaneamente ao tratamento com DEX, foi eficaz em atenuar o aumento da PA por melhorar o sistema nervoso autonômico e prevenir a rarefação no TA, associado a uma melhora do balanço entre proteínas angiogênicas, apopóticas e anti-apopóticas, as quais podem ter sido influenciadas pelo aumento do microRNA-126. Da mesma forma, o TF foi eficaz em atenuar a hipertensão arterial nos SHR por melhorar (aumentar) a microcirculação tanto no TA como no VE e reduzir a RPL no TA que encontrava-se aumentada em relação aos animais normotensos. Nossa hipótese inicial de que o tratamento com DEX poderia exacerbar a hipertensão nos SHR não foi confirmada, uma vez que o tratamento com DEX não aumentou a PA nem alterou o balanço autonômico dos animais, muito pelo contrário, demonstramos pela primeira vez que baixas doses de DEX podem ser eficientes para reduzir colágeno e promover angiogênese no ventrículo esquerdo dos SHR, o que contribui para melhorar função sistólica e diastólica nestes animais. O tratamento crônico com a DEX também foi capaz de aumentar a rigidez arterial nos animais normotensos e este aumento estava relacionado com aumento da produção de colágeno na artéria aorta. No entanto, nos animais SHR a DEX também não promoveu maior comprometimento. A análise de proteômica nos permitiu abrir um leque de informações que precisarão ser investigadas nos próximos projetos. Como a profa Marília (parceira do projeto) não tinha experiência em analisar vasos, fizemos alguns experimentos piloto para que fosse possível padronizar a técnica de analise proteômica em vasos. Neste sentido, as análises não puderam ser totalmente finalizadas, mas os resultados são bastante promissores.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (4) / Doutorado: (4) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Integrante / Sandra Lia do Amaral - Coordenador / Lisete C Michelini - Integrante / Carlos Ferreira dos Santos - Integrante / Anderson Geremias Macedo - Integrante / Andre L O Krug - Integrante / Francine Duchatsch - Integrante / Naiara A Herrera - Integrante / Mayara Fabrício - Integrante / Danyelle Siqueira Miotto - Integrante / Vinícius Ferreira de Paula - Integrante / Lidieli Pazin Tardelli - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de SP - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 4 / Número de orientações: 7

  • 2017 - 2019

    Os efeitos do treinamento físico, associado ou não ao perindopril, na rigidez arterial de ratos espontaneamente hipertensos., Descrição: A hipertensão arterial (HA) é uma doença complexa e multifatorial, considerada um dos principais fatores de risco de doenças cardiovasculares. Em sua fase crônica, é mantida principalmente por alterações estruturais nos vasos que contribuem para aumentar a resistência vascular. As alterações nas propriedades elásticas intrínsecas da parede do vaso contribuem para determinar a rigidez arterial e são importantes para comprometimento funcional do vaso. Atualmente, a rigidez arterial vem sendo considerada um importante preditor de mortalidade cardiovascular. Dentre os tratamentos farmacológicos, os inibidores da enzima conversora de angiotensina (iECA) vêm sendo utilizados para melhorar a complacência dos vasos, no entanto, quase nada se sabe sobre o uso dos iECA, associados ou não ao TF aeróbio, na melhora da rigidez arterial em animais hipertensos. A hipótese deste estudo foi que o treinamento físico (TF) aeróbio, associado ao tratamento com perindopril, poderia melhorar a rigidez arterial e a PA dos SHR, quando comparados aos tratamentos isolados. Portanto, o objetivo geral desse trabalho foi verificar os mecanismos induzidos pelo treinamento físico aeróbio, associado ou não ao tratamento com perindopril que podem contribuir para o remodelamento da aorta e do VE de SHR e, consequentemente, melhorar rigidez arterial e pressão arterial. Foram utilizados 49 SHR (200-300g) separados aleatoriamente em 4 grupos: 1/ sedentário controle (SC, n=12) 2/ sedentário perindopril (SP, n=10, sedentários e tratados com perindopril, 3mg/kg por dia, via gavagem) 3/ treinados controle (TC, n=13, submetidos a TF aeróbio em esteira por 60 dias), 4/ treinado perindopril (TP, n=14, submetidos a TF aeróbio e tratados com perindopril). Todos os grupos controles receberam tratamento com água e 10 ratos Wistar foram usados com controle normotenso. Semanalmente foi aferida a pressão arterial de cauda dos ratos. Ao final do protocolo, foi realizada a medida de velocidade de onda de pulso (VOP) para análise da rigidez arterial. Após análise de pressão arterial direta e do balanço autonômico, a artéria aorta foi retirada para análise proteômica e os tecidos musculares (sóleo, SOL e ventrículo esquerdo, VE) para as análises histológicas. A VOP estava aumentada nos SHR e o tratamento com perindopril e/ou o TF foram eficazes em reduzí-la (-36%, -21% e -46%, para SP, TC e TP, respectivamente, p<0,05), comparados ao SC. Os valores de AST da camada média das arteríolas da musculatura esquelética também estavam menores nos grupos SP (-59%), TC (-55 %) e TP (-44%), comparados ao SC. Adicionalmente, a densidade de colágeno no VE dos SHR também estava reduzida após tratamento com perindopril (-53%), TF (-46%) ou associação (-52%). Somente os grupos treinados apresentaram maior razão de capilares/fibras (+63,57% e +36,52%, para TC e TP respectivamente). A atividade nervosa simpática para os vasos estava menor nos grupos treinados. A análise proteômica permitiu sugerir que algumas proteínas que estavam suprareguladas pelo tratamento farmacológico foram contrabalanceadas pelo TF, por vias diferentes. Os resultados desse estudo sugerem, pela primeira vez, que o TF aeróbio e o tratamento com iECA (perindopril), associados ou não, foram capazes de reduzir a PA e normalizar a rigidez arterial dos SHR, que encontravam-se aumentadas em relação aos normotensos. Essa redução de rigidez arterial parece estar associada com alterações locais e neurais presentes na microcirculação da musculatura esquelética. Os resultados da proteômica sugerem que os mecanismos envolvidos na redução da rigidez arterial, induzidos pelos distintos tratamentos, modulam vias diferentes e, consequentemente, a associação dos tratamentos não determinam respostas hemodinâmicas sinérgicas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Integrante / Sandra Lia do Amaral - Coordenador / Danyelle Siqueira Miotto - Integrante / Melissa Ganeko Ligeiro - Integrante., Número de orientações: 1

  • 2017 - 2019

    Influência do treinamento físico aeróbio no remodelamento cardíaco de ratos espontaneamente hipertensos tratados com dexametasona., Descrição: Remodelamento cardíaco, caracterizado por aumento de massa do miocárdio, fibrose e redução de densidade de vasos, está implicado no desenvolvimento da insuficiência cardíaca, uma das doenças cardiovasculares que mais mata no Brasil. Tem sido demonstrado que o tratamento crônico com dexametasona (DEX) promove remodelamento cardíaco e hipertensão arterial (HA) em ratos normotensos, no entanto pouco se sabe sobre os efeitos da DEX em animais espontaneamente hipertensos (SHR). Em contrapartida, o treinamento físico (TF) aeróbio tem sido utilizado como tratamento não farmacológico na HA e um dos seus mecanismos é a melhora do remodelamento cardíaco. A hipótese desse trabalho foi que a DEX poderia exacerbar a pressão arterial (PA) dos SHR e piorar o processo de remodelamento cardíaco. Por outro lado, o TF, realizado antes e concomitante ao tratamento farmacológico, poderia ser capaz de atenuar esses efeitos prejudiciais da DEX. Diante disso, o objetivo do presente estudo foi investigar os efeitos do tratamento com a DEX e do treinamento físico aeróbio na PA e no processo de remodelamento cardíaco de ratos SHR. Para isso 64 ratos SHR (12 semanas) foram submetidos a um TF em esteira (60% da capacidade máxima, 5 dias/semana, 1 h/dia, por 75 dias) ou permaneceram sedentários. Durante os últimos 15 dias, os animais foram tratados com uma dosagem baixa de DEX (50 g/kg de peso corporal por dia, s.c.) ou salina. Um grupo de 20 ratos Wistar (W, 12 semanas) sedentário foi usado como controle. Após o protocolo experimental, todos os ratos foram submetidos a um exame de ecocardiografia, glicemia de jejum e cateterização da artéria carótida para aferição da PA e frequência cardíaca (FC). A partir dos registros de PA, foram realizadas as análises de balanço autonômico e atividade barorreflexa espontânea. Posteriormente, o coração foi retirado para análise de massa cardíaca, densidade capilar, diâmetro de miócitos e densidade de colágeno no ventrículo esquerdo (VE). Os resultados são apresentados como média erro padrão da média (EPM). Para as amostras com distribuição normal foram utilizados testes paramétricos (Two Way-ANOVA ou teste t-Student) e para as amostras com distribuição anormal foi utilizado o teste de Kruskal-Wallis. O teste de correlação de Spearman foi usado para associar parâmetros funcionais e morfométricos. As amostras que apresentaram diferenças significativas foram analisadas pelo post-hoc de Tukey (p< 0,05). O tratamento crônico com DEX não exacerbou PA média (PAM) dos SHR, que já era 75% maior que a dos W. Contudo, o TF foi eficaz em reduzir a PAM destes SHR (~20%). Nem a DEX nem o TF alteraram significativamente o balanço autonômico para o coração e a atividade barorreflexa espontânea dos SHR, que não eram diferentes dos W. O tratamento com baixa dose de DEX não alterou a função sistólica, mas aumentou o diâmetro diastólico do VE (DDVE/PC) e melhorou a função diastólica, pois reduziu o tempo de relaxamento isovolumétrico (TRIV), além de aumentar densidade capilar (+19%) e reduzir a % de colágeno no VE (-22%), independente do tamanho de miócito. Já o TF nos SHR tratados com DEX promoveu aumento do peso do coração (11%) que sugere ser um aumento benéfico da massa, que foi independente do tamanho de miócito, aumentou a velocidade de encurtamento da parede posterior (VEPP), que sugere também uma melhora da função sistólica, bem como aumento do DDVE/PC e TRIV, assim como redução na % de colágeno (-28%), que indicam melhora na função diastólica. Em suma, os resultados do presente estudo indicam, pela primeira vez, que o tratamento crônico com baixas dose de DEX não exacerba as variáveis hemodinâmicas e autonômicas presentes nos SHR, mas melhora a função diastólica do VE, aumenta número de vasos e reduz % de colágeno. Em conjunto com a DEX, o TF determinou redução significativa da PA e promoveu um remodelamento cardíaco que contrib. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Integrante / Sandra Lia do Amaral - Coordenador / DUCHATSCH, FRANCINE - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Bolsa / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

  • 2017 - 2018

    Remodelamento cardíaco de ratos espontaneamente hipertensos: papel do treinamento físico associado ou não com perindopril, Descrição: Dentre as várias consequências da hipertensão arterial (HA), as doenças cardiovasculares são as que mais matam no mundo inteiro. Fatores como hipertrofia cardíaca, aumento de fibrose e redução da densidade capilar no miocárdio estão envolvidos. Ratos espontaneamente hipertensos (SHR) desenvolvem um remodelamento cardíaco devido à HA e, neste sentido, vários tratamentos farmacológicos e não farmacológicos vêm sendo utilizados. Dentre os fármacos da classe dos inibidores da enzima conversora de angiotensina II (iECA), o perindopril tem se mostrado muito eficiente na melhora da HA e do remodelamento cardíaco. O treinamento físico (TF) aeróbio, por sua vez, vem sendo utilizado como tratamento não farmacológico, também eficaz em melhorar o remodelamento cardíaco e reduzir pressão arterial (PA), no entanto, quase nada se sabe sobre a associação desses tratamentos. O objetivo foi verificar os efeitos do TF aeróbio, associado ou não ao tratamento farmacológico com perindopril sobre o remodelamento do miocárdio de ratos espontaneamente hipertensos (SHR). Foram utilizados SHR divididos aleatoriamente em 4 grupos: sedentário controle (SC, n=12), sedentário + perindopril (SP, n=10), treinado controle (TC, n=13) e treinado + perindopril (TP, n=14). O TF aeróbio na esteira ergométrica foi de 8 semanas a 60% da capacidade máxima, 5 dias/semana. Os grupos SP e TP foram tratados com perindopril (3mg/kg por dia, via gavagem) durante todo o protocolo experimental. Os grupos SC e TC foram tratados com água. Ao término do período de tratamento farmacológico e TF, os animais foram cateterizados para verificação da PA direta e, em seguida, eutanasiados. O miocárdio foi retirado para análises histológicas com Picrossírius Red. A análise estatística utilizada foi análise de variância (ANOVA) de um caminho e dois caminhos, com post-hoc de Tukey e de Dunns (p<0,05). O peso corporal dos animais não apresentou diferença em nenhum dos grupos. Quanto à capacidade física máxima dos animais, os animais treinados apresentaram melhora significante no último teste de capacidade física máxima comparado ao primeiro teste sendo 103% no grupo TC e 117% no grupo TP. Essa melhora não foi vista nos animais sedentários. Em relação às respostas hemodinâmicas, o grupo SC apresentou valores 63,6% maiores de PAM quando comparado aos animais normotensos e o tratamento farmacológico, treinamento físico e ambos associados foram capazes de reduzir a PAM quando comparados ao grupo SC (-37,1%, -31,8% e 34,6%, para SP, TC e TP, respectivamente, p<0,05). A massa muscular do miocárdio do grupo SC apresentou aumento de 38,3% em relação ao grupo Wistar e esse aumento foi atenuado nos grupos SP e TP. O grupo Wistar apresentou 3,75% de densidade de colágeno no miocárdio e no grupo SC, a densidade foi de 8,6%, o que representou um aumento significativo de 129,3%. Por outro lado, o grupo SP apresentou 5,7% (-33,8%, comparado ao SC), o grupo TC apresentou 6,8% (-21%, comparado ao SC) e o grupo TP apresentou 6,1% (-29%, comparado ao SC). Uma vez que a associação entre perindopril com treinamento físico não potencializou as reduções de PA e densidade de colágeno no miocárdio, encontrados após o uso das estratégias isoladas, os resultados do presente estudo nos permitem sugerir que TF seja o tratamento mais indicado para o controle da HA, pois não possui efeitos colaterais que são decorrentes dos tratamentos farmacológicos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Integrante / Sandra Lia do Amaral - Coordenador / Danyelle Siqueira Miotto - Integrante / Melissa Ganeko Ligeiro - Integrante., Número de orientações: 1

  • 2017 - Atual

    alterações hemodinâmicas e remodelamento cardíaco e vascular induzidos pelo treinamento físico combinado em animais espontaneamente hipertensos tratados com dexametasona., Descrição: A hipertensão arterial (HA) é um fator de risco apontado em incidências de doenças cardiovasculares (DC), representando grande impacto na morbidade e mortalidade da população. Dexametasona (DEX) é um glicocorticoide sintético com ação anti-inflamatória e antialérgica, porém seu uso crônico acarreta em alterações hemodinâmicas e vasculares, como aumento de pressão arterial (PA) e rigidez arterial, levando a HA secundária. O uso de DEX em ratos espontaneamente hipertensos (SHR) pode provocar significativamente maior risco de mortalidade pela exacerbação da hipertensão e pelo remodelamento vascular e cardíaco. A rigidez arterial está presente tanto na HA primária (SHR) quanto na HA secundária (DEX) e está relacionada com alterações vasculares estruturais, funcionais e mecânicas, além da hipertrofia cardíaca. O treinamento físico (TF) tem sido recomendado como coadjuvante no tratamento de vários modelos de HA. Em animais SHR tem sido observada a melhora do balanço autonômico para o coração após o TF, no entanto, quase nada se sabe sobre os efeitos do TF no balanço autonômico de SHR tratados com DEX. Assim, o objetivo do presente estudo será investigar se o TF combinado é capaz de atenuar o aumento de PA em SHR tratados com DEX e se este efeito está associado ao remodelamento vascular e cardíaco. Ratos normotensos (Wistar) e hipertensos (SHR) machos serão submetidos a 8 semanas de TF combinado em esteira e escada vertical (60% da capacidade máxima, 5 dias por semana, aeróbio alternado com resistido, 1 hora por dia) ou mantidos sedentários. Durante 14 dias, após as 8 semanas de TF combinado, os animais serão tratados com DEX (50g/Kg de peso corporal por dia, s.c.) ou salina. Será realizada avaliação estrutural e funcional in vivo do coração por meio de ecocardiograma. O peso corporal será avaliado semanalmente durante o protocolo de TF combinado e diariamente durante o tratamento com DEX. A PA de repouso e o enrijecimento arterial serão aferidos após o tratamento com DEX. Posteriormente, os animais serão perfundidos e as artérias aorta, carótida esquerda, femoral esquerda e o coração serão retirados para análises histológicas e avaliação de medidas de área de secção transversa, componentes elásticos e de colágeno. Os resultados serão apresentados como média erro padrão da média. ANOVA de um caminho será realizada para comparação entre os grupos e quando necessário será usado o post hoc de Turkey (p, Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Integrante / Sandra Lia do Amaral - Coordenador / Lidieli Pazin Tardelli - Integrante / DUCHATSCH, FRANCINE - Integrante / katashi Okoshi - Integrante., Número de orientações: 1

  • 2016 - 2018

    Novo dispositivo de medida de rigidez arterial - pOpmètri e suas correlações com análises morfométricas e densidade de colágeno em artérias de ratos de diferentes idades, Descrição: A medida da rigidez arterial, avaliada pela velocidade de onda de pulso (VOP) vem ganhando relevância atualmente por ser considerada um importante precursor de doenças cardiovasculares (DCV). Dentre os principais fatores que podem alterar a rigidez arterial estão as alterações na geometria dos vasos arteriais, bem como a quantidade de colágeno e elastina. Para uma melhor compreensão dos fatores que alteram a VOP, torna-se imprescindível a análise dos vasos arteriais, no sentido de realizar investigações histológicas, enzimáticas, proteicas e gênicas que possam auxiliar na compreensão da redução da complacência dos vasos. Recentemente, uma técnica de medida de VOP rápida, cômoda e não invasiva foi desenvolvida para uso em humanos e animais de pequeno porte, no entanto, somente a de humanos foi validada. Portanto, o objetivo do presente estudo foi verificar a fidedignidade do equipamento de medida da velocidade da onda de pulso (pOpmètri 1.0) em ratos de diferentes idades. Este estudo correlacionou, no mesmo animal, as medidas da VOP com os resultados de morfometria e da densidade de colágeno na túnica média das artérias aorta, carótida, renal e femoral em ratos jovens de 1 mês, adultos de 4 meses e idosos de 1 ano. 42 ratos wistar foram divididos em 3 grupos: G1: jovens (1 mês, n=16), G2: adultos (4 meses, n=16) e G3: idosos (1 ano, n=10), que foram submetidos à análise da VOP pelo dispositivo recentemente lançado para animais de pequeno porte (pOpmètri 1.0). Os animais anestesiados foram colocados em decúbito dorsal sobre uma placa aquecedora, com um dos sensores posicionados no membro torácico e o outro no membro pélvico do animal. Foi avaliada a diferença da onda de pulso entre membros superiores e inferiores, analisada pelo software pOpmètri 1.0, ajustado de acordo com a distância medida entre os sensores. Após as medidas funcionais as artérias carótida, aorta, renal e femoral foram retiradas e utilizadas para análises morfométrica das artérias (área de secção transversa, AST, espessura da parede, razão parede/luz) e histoquímica com picrosirius red, para avaliar o percentual (%) de colágeno. Os resultados são apresentados como média + erro padrão da média. Foi usada ANOVA de um caminho, com post-hoc de Tukey. A VOP foi correlacionada com os dados morfométricos e densidade de colágeno, no mesmo rato, pelo teste de correlação de Pearson, (p<0,05). ASTe e ASTi aumentaram significativamente com as idades (ASTe: aorta: 151%, carótida: 94%, femoral: 62% e renal: 251% e ASTi: aorta: 129%, carótida: 119%, femoral: 1136% e renal: 387%) e correlacionaram-se com a VOP (ASTe: aorta: r=0,5642, carótida: r=0,6854, femoral: r=0,6642 e renal: r=0,7817 e ASTi: aorta: r=0,5774, carótida: r=0,5429, femoral: r=0,6860 e renal: r=0,8809). A espessura da parede não apresentou diferença significativa entre os grupos e não se correlacionou com a VOP. A % de colágeno aumentou significativamente em todas as artérias (aorta: 276%, carótida: 290% e femoral: 243%) e correlacionou-se com os dados de VOP (aorta: r=0,8854, carótida: r=0,9031 e femoral: r=0,9051). Os resultados do presente estudo nos permitem sugerir que a medida de VOP, feita pelo novo equipamento pOpmètri 1.0 para animais de pequeno porte, apresentou-se confiável, uma vez que se correlacionou significativamente com as alterações morfométricas e de colágeno presentes nas artérias de ratos de diferentes idades, as quais contribuem para a redução da complacência dos vasos e aumento da rigidez arterial.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Integrante / Sandra Lia do Amaral - Coordenador / Lisete C Michelini - Integrante / Mayara Fabrício - Integrante / Maria Tereza Jordão - Integrante., Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Bolsa., Número de produções C, T & A: 1

  • 2016 - Atual

    A influência do treinamento físico em ratos espontaneamente hipertensos tratados com dexametasona: contribuição dos micrornas, Descrição: A hipertensão arterial (HA) é uma doença multifatorial caracterizada por níveis elevados e sustentados de pressão arterial (PA) que pode ser dividida em HA primária e secundária. A dexametasona (DEX) é um glicocorticoide sintético, cujo uso crônico pode desencadear HA. O uso de DEX em ratos espontaneamente hipertensos (SHR) pode aumentar o risco de mortalidade pela hipertensão exacerbação. A rarefação da microcirculação está presente tanto na HA primária como na induzida por DEX e está associada com alterações nas vias angiogênicas e apoptóticas. Mais recentemente, os miRNAs vêm ganhando visibilidade e sendo considerados importantes na determinação da gênese da hipertensão espontânea, contudo, seu papel na HA induzida pela DEX em SHR ainda não foi investigado. Inversamente, o treinamento físico (TF) tem sido recomendado como co-adjuvante no tratamento da HA. Assim, o objetivo do presente estudo será investigar se o TF é capaz de atenuar aumento da PA em SHR tratados com DEX e se esse efeito está associado às alterações na expressão dos miRNAs relacionadas a microcirculação. Ratos normotensos (Wistar) e hipertensos (SHR) serão submetidos a 8 semanas de TF em esteira (60% da capacidade máxima, 5 dias por semana, 1 hora por dia) ou mantidos sedentários. Durante 14 dias, após as 8 semanas de TF, os animais serão tratados com DEX (50g/kg de peso corporal por dia, s.c.) ou salina. A PA e o enrijecimento arterial serão aferidos após o tratamento com DEX. Posteriormente, o músculo tibial anterior e o ventrículo esquerdo serão retirados e processados para avaliação da densidade capilar e da razão capilar fibra, bem como, para a avaliação da produção proteica do VEGF, PI3K, eNOS, Bcl-2 e capase-3-clivada e da expressão gênica dos miRNAs-16,-21,-126,-155,-205,-221 e -222. Os resultados serão apresentados como média EPM. ANOVA de dois caminhos com post hoc de Tukey serão realizados para comparação entre os grupos e (p<0,05).. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Integrante / Sandra Lia do Amaral - Coordenador / Thiago Jose Dionisio - Integrante / Carlos Ferreira dos Santos - Integrante / Naiara A Herrera - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Bolsa.Número de orientações: 1

  • 2015 - 2016

    Efeitos do treinamento físico na hipertensão, enrijecimento arterial e atrofia muscular induzidos por dexametasona: papel do estresse oxidativo., Descrição: A dexametasona (DEX) é amplamente utilizada devido ao seu potente efeito anti-inflamatório, contudo seu uso crônico pode acarretar efeitos deletérios, dentre eles a hipertensão arterial (HA) e a atrofia muscular. Os mecanismos responsáveis por esses efeitos permanecem incompreendidos. O sistema nervoso, a microcirculação e o estresse oxidativo parecem estar envolvidos com a HA. O estresse oxidativo também pode ser responsável pela atrofia muscular. Por outro lado, o treinamento físico (TF) é recomendado no tratamento da HA e é considerado moderador do estresse oxidativo. O objetivo do estudo foi investigar se a HA induzida pela DEX está associada com alterações no sistema nervoso autônomo, na microcirculação e ao estresse oxidativo. Além disso, avaliar se a diminuição da PA induzida pelo TF está associada a um melhor ajuste nestes mecanismos. Ainda, investigar se a atrofia muscular também estaria envolvida com o estresse oxidativo e se o TF poderia contribuir para melhora dessa alteração. Ratos Wistar foram submetidos a um protocolo de TF ou mantidos sedentário por 8 semanas. Os animais foram tratados ou não com DEX (50g/kg, por dia, por 14 dias) compondo 4 grupos: sedentário controle (SC), sedentário DEX (SD), treinado controle (TC) e treinado DEX (TD). Foram analisados peso corporal (PC), pressão arterial em repouso, balanço autonômico para o coração e atividade simpática para os vasos. A aorta foi coletada para avaliação do estresse oxidativo e os músculos tibial anterior (TA) e sóleo (SOL) coletados para realização das análises histológicas na microcirculação e avaliações gênicas e proteicas da gp91phox, p47phox, SOD-1, SOD-2 e CAT. A DEX provocou redução do PC (-29,1g), aumento da PA (+12,1%), atrofia muscular no TA (-8,2%), aumento das ondas de baixa frequência para o coração (+58,5%) e para os vasos (+96,6%), diminuição das ondas de alta frequência para o coração (-12,0%), redução da densidade capilar e da razão capilar fibra nos músculos TA (respectivamente, -21,9%, -11,1%) e SOL (respectivamente -25,9%, -22,2%). O TF atenuou o aumento da PA (-10,0%), o aumento das ondas de baixa frequência para o coração (-21,5%) e para os vasos (-8,4%) e a diminução das ondas de alta frequência para o coração (+8,4%), além de prevenir a redução da densidade capilar e da razão capilar fibra, tanto no TA (respectivamente, +46,0%, +31,6%) como no SOL (respectivamente, +44,4%, +37,5%) e aumentar a produção protéica da SOD-2 e CAT no TA (respectivamente, +37,4%, +20,9%) e no SOL (respectivamente, +15,4%, +18,0%). Assim, podemos concluir que a HA induzida por DEX pode estar relacionada tanto com alterações no sistema nervoso autônomo para o coração e no sistema simpático para os vasos, como com a rarefação encontrada na microcirculação e que o TF foi capaz de atenuar esse aumento da PA devido a uma melhora no balanço autonômico para o coração e a prevenção da rarefação na microcirculação. O aumento da capacidade antioxidante induzido pelo TF independente da atenuação da atrofia muscular sugere que o estresse oxidativo parece não influenciar a atrofia muscular induzida pela DEX.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Integrante / Sandra Lia do Amaral - Coordenador / Lisete C Michelini - Integrante / Carlos Ferreira dos Santos - Integrante / Paula Bessi Constantino - Integrante / Francine Duchatsch - Integrante / Isley Jesus - Integrante / HERRERA, NAIARA A. - Integrante / Valdecir F Ximenes - Integrante / Jesus Andreo - Integrante / Leonardo Oliveira - Integrante / Mayara Fabrício - Integrante / Andre Shinohara - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Auxílio financeiro / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Bolsa.Número de orientações: 4

  • 2015 - 2016

    Effects of host (genetic variation) and environment (F dose and exercise) factors., Descrição: The aim of the funding referenced above, is to promote the engagement of researchers from Newcastle and Teesside Universities, UK with those from University of Sao Paulo and UNESP, Brazil, by strengthening existing research collaboration through a pilot research project. To allow the successful completion of this pilot research project, the group plan to meet in Amsterdam (17- 20 February 2016) to discuss the outcomes of the research project, with the aim of writing a research paper and working towards submitting a further research proposal (BBSRC/FAPESP funded). Investigators involved in the meeting: Newcastle University: Professor Anne Maguire, Dr Ruth Valentine. Teesside University: Professor Vida Zohoori, Dr Liane Azevedo. Bauru Dental School, University of Sao Paulo: Professor Marilia Buzalaf and SAC, School of Physical Education, UNESP: Professor Sandra Lia do Amaral Cardoso We hope that this meeting will push forward our research plans. We would also be happy for Professor Sandra Lia do Amaral Cardoso to visit Teesside and Newcastle University to visit our laboratories and to give a research seminar during the week following the meeting in Amsterdam.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Integrante / Sandra Lia do Amaral - Coordenador / MARILIA AFONSO RABELO BUZALAF - Integrante / Ruth Valentine - Integrante / Anne Maguire - Integrante / Vida Zohoori - Integrante / Liane Azevedo - Integrante., Financiador(es): Teesside University Middlesbrough - Cooperação / Faculdade de Odontologia da USP em Bauru - Cooperação / Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Cooperação / Newcastle University - Cooperação.

  • 2014 - 2016

    Papel do treinamento físico aeróbio na modulação do balanço pró e anti-angiogênico em ratos tratados com dexametasona, Descrição: A dexametasona (DEX) é amplamente utilizada em vários casos clínicos devido a sua eficácia como fármaco anti-inflamatório. Por outro lado, a utilização crônica deste medicamento pode causar alterações metabólicas e hemodinâmicas que contribuem para o desenvolvimento da hipertensão. A hipertensão arterial pode ser determinada pelo aumento no débito cardíaco ou da resistência periférica e a rarefação pode estar associada a esta resposta. A manutenção da microcirculação é dependente do equilíbrio entre proteínas anti e apoptóticas e o fator de crescimento endotelial vascular (VEGF) contribui para a manutenção deste equilíbrio. Demonstramos recentemente que altas doses de DEX reduz a produção do VEGF, no entanto, os mecanismos envolvidos nesta resposta não foram avaliados. Por outro lado, tem sido mostrado que o treinamento físico (TF) aeróbio é uma ferramenta importante na prevenção da rarefação e/ou promoção angiogênese, no tratamento da hipertensão, no entanto, quase nada se sabe sobre os efeitos do TF na microcirculação e hipertensão induzida pela DEX. Portanto, o objetivo deste estudo foi investigar se o tratamento crônico com DEX compromete a densidade de vasos por alterar o balanço angiogênico/apoptótico na musculatura esquelética e se o pré-condicionamento físico aeróbio atenua esta resposta. Ratos wistar foram submetidos a um protocolo de TF aeróbio na esteira ou mantidos sedentários por 8 semanas. Além disso, os animais foram tratados com DEX ou salina (50g/kg, s.c. por 14 dias). Os grupos foram separados em: sedentário controle (SC), sedentário e tratado com DEX (SD), treinado controle (TC) e treinado tratado com DEX (TD). O peso corporal (PC) e a pressão arterial (PA) foram analisados. Após a eutanásia, a glândula adrenal, miocárdio e os músculos SOL e TA foram pesados e normalizados pela tíbia. Foram avaliados também, área de secção transversa (AST), razão capilar/fibra (C/F), densidade capilar (DC) e análise da produção proteica dos músculos SOL e TA. O tratamento com DEX causou redução tanto no PC (-7%) quanto no peso muscular do TA (-6,6%), assim como da AST (-18,30%). Além disso, a DEX reduziu significativamente C/F e DC nos músculos (-41 e -43%, SOL) e (-30 e 68,6%, TA). Por outro lado, o TF aeróbio preveniu a redução da C/F e DC causado pela DEX (72,7 e 81,0%, SOL) e (32,9 e 54,2%, TA). Já, os níveis proteicos no SOL e TA foram reduzidos significativamente pela DEX: VEGFR-2 (-14,6% e -20,1%), VEGF (-15,6 e -19%), Bcl-2 (-18,4 e -20,5%), razão Bcl-2/Bax (-29,0 e -13,7%) e p-Bax/Bax (-25,4 e -20%), além da COX-2 no TA (-22,8%). A caspase-3 clivada estava aumentada (16,0 e 17,8%, SOL e TA respectivamente). Em contrapartida, o TF aeróbio foi capaz de prevenir a redução dos níveis proteicos causado pela DEX nos músculos SOL e TA, além de prevenir o aumento da caspase-3 clivada. Em conclusão, os resultados deste presente estudo podem sugerir, pela primeira vez, que o TF aeróbio seja uma boa estratégia para manter o balanço entre fatores angiogênicos e apoptóticos, o qual contribui para a manutenção da microcirculação na musculatura esquelética e, portanto, pode contribuir para a atenuação da hipertensão induzida pela DEX.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Integrante / Sandra Lia do Amaral - Coordenador / Carlos Ferreira dos Santos - Integrante / Paula Bessi Constantino - Integrante / Isley Jesus - Integrante / HERRERA, NAIARA A. - Integrante., Número de produções C, T & A: 2 / Número de orientações: 1

  • 2014 - 2016

    TRIENAL (2014-2016) Papel preventivo do exercício físico nos diferentes efeitos colaterais do tratamento com dexametasona, Descrição: Embora o uso de glicocorticoides na clínica venha aumentando atualmente, seu uso crônico tem provocado o aparecimento de vários efeitos colaterais, como resistência periférica à insulina, acompanhada de hiperglicemia e hiperinsulinemia, redução de glicogênio muscular, hipertensão, dislipidemia, perda de peso corporal e atrofia muscular. O treinamento físico (TF), por outro lado, tem sido empregado como estratégia de prevenção e tratamento destas patologias, no entanto, os efeitos de diferentes tipos de exercício sobre os efeitos colaterais da dexametasona ainda são controversos. Neste sentido, o presente projeto teve por objetivo investigar os mecanismos moleculares induzidos pelo exercício aeróbio contínuo, intervalado e resistido envolvidos na prevenção/atenuação dos principais efeitos colaterais da dexametasona. Foram utilizados ratos Wistar distribuídos em vários grupos: sedentário controle (SC), sedentário tratado com Dexa (SD), treinado controle (TC) e treinado e tratado com Dexa (TD), sendo que os tipos de treinamento foram: aeróbio contínuo (TFa), intervalado (TFI), resistido de baixa intensidade (TRbaixa) e resistido de alta intensidade (TRalta). Após um período de adaptação na esteira ou escada foram realizados testes de capacidade máxima na esteira e na escada, para a determinação da intensidade dos treinos. Em seguida, os ratos foram submetidos a um período de treinamento físico de 60 dias ou mantidos sedentários. Nos últimos 10 dias, os animais foram tratados com DEX (0,5 mg/kg por dia, i.p.), mantendo seus treinamentos. Após a eutanásia os tecidos musculares (soleo, tibial anterior e flexor longo do hallux) foram removidos e separados para análises de produção proteica por western blot. Em todos os grupos, a DEX determinou aumento da glicemia de jejum, redução de peso corporal e atrofia nos músculos TA e FHL, sem alterar massa do sóleo. Todos os tipos de TF aumentaram a capacidade física dos animais e atenuaram a glicemia de jejum. O TFa não evitou a atrofia muscular, o TFI atenuou a atrofia do TA e os TR atenuaram a atrofia do FHL. A proteína MuRF-1 foi a responsável por determinar atrofia muscular induzida pela DEX em todos os músculos observados. Os TFI e TR foram eficazes em atenuar o aumento da MuRF-1 nos músculos TA e FHL. O TFI reduziu a produção proteica de FOXO3a no músculo TA, tanto para o grupo TC como TD, resposta acompanhada de atenuação da atrofia deste músculo. Já, nos animais treinados na escada, houve aumento da mTOR e p70S06 no FHL, o que determinou atenuação da atrofia neste músculo. Portanto, os resultados obtidos até o presente momento permite-nos sugerir que a atrofia observada nos músculos TA e FHL causadas por 10 dias de tratamento com DEX pode estar associada ao aumento da proteína MuRF-1. A atenuação da atrofia induzida pelo TFI no TA deu-se pela menor produção de FOXO3a e a atenuação do FHL após TR deu-se por aumento de mTOR e p70S06. Estes resultados sugerem que o indivíduo ativo, submetidos a diferentes tipos de TF podem se beneficiar frente aos efeitos adversos da DEX.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (4) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Integrante / Sandra Lia do Amaral - Coordenador / Carlos Ferreira dos Santos - Integrante / Aline Mio Martuscelli - Integrante / Anderson Geremias Macedo - Integrante / Paula Bessi Constantino - Integrante / Andre L O Krug - Integrante / Anderson Saranz Zago - Integrante / Francine Duchatsch - Integrante / Naiara A Herrera - Integrante / James Walter Edward Rush - Integrante / Isley Jesus - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Bolsa / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 5

  • 2013 - 2018

    Análise temporal dos efeitos preventivos do exercício resistido sobre a atrofia muscular induzida por dexametasona., Descrição: Os glicocorticoides sintéticos possuem potente ação anti-inflamatória e imunossupressora, entretanto seu uso crônico pode desencadear atrofia muscular. Por outro lado o treinamento resistido (TR) contrapõe-se a situações atróficas, embora seus efeitos sobre a atrofia muscular induzida pelo tratamento com dexametasona (DEX) são pouco conhecidos.O presente trabalho teve como objetivo verificar qual é o momento em que o efeito preventivo do TR (80% do carregamento máximo) é mais efetivo sobre a redução peso corporal e atrofia muscular induzidas pelo tratamento com DEX.Após adaptação e teste de carregamento máximo (TCM), separamos 100 ratos Wistar machos em 10 grupos: sedentário controle (SED CTRL); sedentário tratado com DEX (SED DEX); treinado controle 10, 40, 70 e 100 dias (TR10 CTRL, TR40 CTRL, TR70 CTRL e TR100 CTRL) e treinado tratado com DEX 10, 40, 70 e 100 dias (TR10 DEX, TR40 DEX, TR70 DEX e TR100 DEX). Os animais foram mantidos sedentários ou realizaramo TRem escada (80% TCM). Nos 10 últimos dias os animais receberamDEX (0,5 mg/kg por dia, i.p.) ou o mesmo volume de salina. O músculo flexor longo do hálux (FHL) foi removido, limpo, pesado e armazenado para determinação da área de secção transversa, atividade do proteassoma 26s, e produção proteica dep70S6K total, p-p70S6KThr389, MuRF1, REDD1 e GAPDH. Os resultados são apresentados como médiaEPM. Foi utilizada a análise de variância de dois caminhos (ANOVA) para medidas repetidas para ingestão alimentar e para as variáveis restantes foi utilizada a ANOVA de dois caminhos. Na presença de interação, foi utilizado o posthoc de Tukey, com significância de <0,05. A DEX reduziu a massa muscular do FHL, mas o grupo TR70 e TR100 DEX apresentaram essa atrofia atenuada. O tratamento com DEX reduziu a atividade do proteassoma nos grupos SED e TR70 DEX. O grupo TR70 CTRL teve sua atividade do proteassoma aumentada em relação aos grupos TR10 e TR40 CTRL, além do mais, o grupo TR100 CTRL teve sua atividade reduzida. A DEX reduziu a razão p-p70S6KThr389/p70S6k total no grupo SED DEX, mas essa resposa foi revertida no grupo TR10 e TR70 DEX. O grupo TR70 CTRL apresentou valores superiores dessa razão em relação aos grupos SED, TR40 e TR100 CTRL. A DEX aumentou a produção proteica de REDD1 somente no grupo SED DEX. A produção proteica de MuRF1 foi aumentada nos grupos SED, TR10 e TR40 DEX, mas essa resposta foi completamente bloqueada nos grupos TR70 TR100 DEX. Com base nos resultados do presente estudo, pode-se sugerir que a atrofia muscular induzida por DEX no músculo FHL necessita de pelo menos 70 dias de TR para ser atenuada e essa resposta parece envolver o completo bloqueio dos aumentos de MuRF1 e REDD1, somados ao bloqueio da redução da razão p-p70S6KThr389/p70S6k. Além disso, 100 dias de TR não provocaram nenhum efeito preventivo adicional. É interessante notar que o TR, mesmo realizado por curto período (10 dias), promove melhorias na via de síntese de proteínas, o que sugere que alguns ajustes moleculares são necessários em estágios iniciais da manutenção da massa muscular.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Integrante / Sandra Lia do Amaral - Coordenador / Andre L O Krug - Integrante., Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Bolsa.Número de orientações: 1

  • 2013 - 2017

    Papel do exercício físico associado a diferentes Inibidores da Enzima de Conversão da Angiotensina (iECA) sobre o fator de crescimento endotelial de vasos ? VEGF e angiogênese em ratos espontaneamente hipertensos e normotensos, Descrição: objetivo deste estudo foi comparar os efeitos do uso crônico do captopril e perindopril na angiogênese induzida pelo TF em ratos normotensos e espontaneamente hipertensos e investigar alguns dos possíveis mecanismos envolvidos nestas alterações. Para tanto 48 ratos Wistar normotensos e 48 ratos espontaneamente hipertensos (SHR) foram submetidos a um protocolo de TF (60% capacidade física máxima, por 8 semanas) ou mantidos como sedentários. Durante as últimas 6 semanas, os animais receberam tratamento com captopril (25 mg / kg por dia, i.p.) ou perindopril (3 mg / kg por dia, gavagem) e os animais controles receberam a água. Foram analisados o peso corporal e valores basais de pressão arterial (PA) sistólica (PAS), diastólica (PAD), média (PAM) e frequência cardíaca (FC). O músculo tibial anterior (TA) e miocárdio foram retirados para as análises morfométricas da razão capilar / fibra (C:F) e análises da produção proteica do fator de crescimento endotelial de vasos (VEGF), seu receptor (VEGFR-2) e da enzima óxido nítrico sintase endotelial (eNOS). Como o esperado, os valores de PAS, PAD e PAM estavam maiores nos SHR sedentários (+30%,+33% e +32%, para PAS, PAD e PAM, respectivamente), quando comparados aos Wistar sedentários. Tanto o TF, como ambos os tratamentos farmacológicos, reduziram de similar magnitude os valores de PA. A razão C:F no TA estava reduzida em todos os SHR sedentários, comparados aos Wistar sedentários, e esta redução estava associada aos menores níveis de VEGF (~ -26%) e eNOS (~ -27%). O TF aumentou a razão C:F nos ratos Wistar treinados comparados ao Wistar sedentário devido a um aumento na produção do VEGFR-2 (+17%) e da eNOS (+31%). Adicionalmente, o TF preveniu a raferação no TA dos SHR, principalmente por prevenir as reduções das produções do VEGF e eNOS. O tratamento crônico com captopril ou perindopril atenuou significativamente a angiogênese nos animais Wistar, embora este efeito foi maior após tratamento com captopril (-19%), quando comparado ao perindopril (-13%). Já, nos animais SHR, o perindopril não atenuou a angiogênese induzida pelo TF, diferente dos resultados apresentados pelo captopril, que atenuou a angiogênese em 18%. Esta resposta permitiu a normalização dos níveis da eNOS, após o TF, nos ratos treinados Wistar e SHR tratados com somente com perindopril. A razão C:F do miocárdio estava reduzida em todos o SHR sedentários comparado ao Wistar sedentário. O TF aumentou a razão C:F do miocárdio nos ratos Wistar treinados (~+14%) em todos os grupos comparados aos sedentários Da mesma forma, o TF aumentou a razão C:F nos SHR treinados, comparados aos SHR sedentários e normalizou a quantidade de vasos em relação aos Wistar sedentário. Esta resposta também foi mediada pela maior produção da eNOS em todos os grupos treinados. Estes achados nos permitem concluir que o TF promoveu a angiogênese na musculatura esquelética e cardíaca e o uso crônico dos fármacos iECA atenuou esta resposta na musculatura esquelética. O perindopril não atenuou a angiogênese induzido pelo TF nos animais hipertensos. Assim, apesar de não haver diferenças na redução da PA nos SHR tratados com captopril ou perindopril, os resultados do presente estudo sugerem que o perindopril possa ser o melhor fármaco de escolha para pacientes hipertensos que praticam exercício físico, uma vez que não atenua a angiogênese na musculatura esquelética induzida pelo TF.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (3) Doutorado: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Integrante / Sandra Lia do Amaral - Coordenador / Anderson Geremias Macedo - Integrante / Danyelle Siqueira Miotto - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 2 / Número de orientações: 1

  • 2013 - 2016

    Efeitos do tratamento agudo e de curta duração com dexametasona: papel do sistema renina angiotensina e do sistema nervoso autônomo, Descrição: A dexametasona (DEX) é um glicocorticoide sintético amplamente comercializado pela indústria farmacêutica em função do seu potente efeito anti-inflamatório e antialérgico. Contudo, quando administrada por um período crônico, possui diversos efeitos colaterais, como redução da massa corporal, atrofia muscular, hiperglicemia, hiperinsulinemia e hipertensão arterial. Sabendo-se que muitos períodos de tratamentos clínicos com DEX são curtos, faz-se importante investigar se o tratamento agudo e de curta duração com a DEX influencia os possíveis mecanismos responsáveis pelo controle da pressão arterial. Assim, o objetivo do presente trabalho foi analisar os efeitos do tratamento agudo e de curta duração com DEX sobre o sistema renina-angiotensina e o balanço autonômico para o coração. Para isso foram utilizados 80 ratos, que foram divididos em quatros grupos: 1/ grupo controle, tratado com salina por um dia (C1, n=20); 2/ grupo DEX, tratado com dexametasona por um dia (D1, Decadron, 1mg/kg, i.p. n=20); 3/ grupo controle tratado com salina durante cinco dias (C5, n=20) e 4/ grupo DEX tratado com dexametasona por 5 dias (D5, Decadron, 1mg/kg, i.p.n=20). Os animais foram pesados durante todo o tratamento e ao final foram submetidos a uma cirurgia de cateterização da artéria carótida, para aferição da pressão arterial (PA) e frequência cardíaca (FC). Após 24 horas, foram realizados os registros de PA e FC de repouso e estes registros foram utilizados para verificação do balanço autonômico para o coração por meio da técnica de análise espectral. O ventrículo esquerdo (VE) e o músculo tibial anterior (TA) foram removidos para quantificação da expressão gênica por PCR em tempo real (RT-PCR) e quantificação da produção proteica (Western Blotting) dos componentes do SRA. Os dados foram apresentados como médiaerro padrão da média. O teste t-Student foi utilizado para comparar os grupos (p<0,05). O tratamento de 5 dias com a DEX (mas não de 1 dia) determinou redução de 13,2% no peso corporal. Em relação às respostas hemodinâmicas, não houve alteração de PA e FC em nenhum dos tratamentos, assim como não houve alteração na massa muscular do miocárdio, ventrículo direito, TA, sóleo, e flexor longo do dedão. Em relação aos resultados de expressão gênica e produção proteica, os resultados do presente estudo mostraram apenas algumas alterações isoladas. Os resultados de análise espectral mostraram um aumento de 76,28% para o componente simpático, uma redução de 19,62% do componente parassimpático e, portanto, um desbalanço autonômico para o coração qundo os animais foram tratados por 5 dias. Concluindo assim, que mesmo não havendo aumento da pressão arterial, já há um desbalanço autonômico para o coração no tratamento de 5 dias com a DEX. A partir dos resultados do presente estudo, podese sugerir que o tratamento agudo e de curto prazo com a DEX determina importantes alterações no sistema nervoso central, o que promove um desbalanço símpato-vagal para o coração, mesmo antes de determinar qualquer aumento de PA. Por outro lado, parece que o tratamento com DEX não determina importantes alterações nos componentes do SRA.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Integrante / Sandra Lia do Amaral - Coordenador / Paula Bessi Constantino - Integrante / Francine Duchatsch - Integrante / Naiara A Herrera - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Bolsa.

  • 2012 - 2014

    Papel do sistema renina-angiotensina e do sistema nervoso simpático na hipertensão induzida por dexametasona: efeitos preventivos do exercício físico, Descrição: A Dexametasona (DEX) é amplamente utilizada no tratamento de inflamações e alergias, porém seu uso crônico determina vários efeitos colaterais como hiperglicemia, atrofia muscular e hipertensão (HA). O sistema renina-angiotensina (SRA) é um importante regulador da pressão arterial e sua maior atividade pode ser um dos possíveis mecanismos responsáveis pelo aumento da pressão arterial (PA) induzida pela DEX. Por outro lado, o exercício físico aeróbio, de baixa e moderada intensidade, tem sido recomendado como coadjuvante no tratamento da HA e seus benefícios sobre as alterações do SRA têm sido demonstrados. Observamos recentemente que o pré-condicionamento físico atenua a HA induzida pela DEX, no entanto pouco se sabe sobre os mecanismos responsáveis por esta resposta. Portanto, o objetivo deste trabalho foi investigar se o SRA participava do aumento da PA induzido pela DEX e se a redução da PA induzida pelo pré-condicionamento aeróbio estava associada com a alteração dos componentes do SRA. Ratos Wistar foram submetidos a um protocolo de exercício físico aeróbio na esteira ou mantidos sedentários por 8 semanas. Além disso, os animais foram tratados ou não com DEX (1,0 mg/kg de peso corporal, por dia, i.p, por 10 dias) e tratados ou não com losartan, compondo assim 8 grupos, a saber: sedentário controle (SC), sedentário DEX (SD), treinado controle (TC) e treinado DEX (TD), sedentário losartan (SCL), sedentário DEX e losartan (SDL), treinado losartan (TCL) e treinado DEX e losartan (TDL). Foram analisados peso corporal (PC), glicemia de jejum e pressão arterial de repouso. Após a eutanásia, os músculos tibial anterior (TA), sóleo (SOL), flexor longo do hálux (FHL) e ventrículo esquerdo (VE) foram coletados para a avaliação da expressão gênica e proteica dos componentes do SRA. O tratamento com DEX determinou redução do PC e do peso muscular (PM) do TA e FHL, além de aumento da glicemia de jejum (+132%) e PA (16%). Os animais tratados com losartan não apresentaram atenuação do aumento da PA após tratamento com DEX. O treinamento físico não preveniu a perda do PC e PM, no entanto atenuou o aumento da glicemia de jejum (60%) e da PA (7%). No VE observamos que o treinamento aumentou o mRNA de AT1 e ECA que foram reduzidos no grupo TD e aumentou em 31% (TC) e 47% (TD) os níveis proteicos do AGT. No músculo TA, a DEX aumentou o mRNA em 270% do AT1 e 175% do MAS, por outro lado o grupo TD apresentou aumento do mRNA do AT2 (+142%) e do MAS (+78%). A DEX determinou redução dos níveis proteicos do AT2 (-5%) e o treinamento não preveniu esta redução (-13%, TD). No músculo SOL, a DEX aumentou o mRNA em 87% do AGT. Os animais treinados apresentaram aumento de mRNA do AT1 (+32%) e ECA (+50%) e no grupo TD houve aumento de ECA (+53%), AT1 (+51%) e AGT (+155%), sem qualquer alteração nas proteínas. No músculo FHL a DEX determinou redução das proteínas dos componentes vasodilatadores do SRA (-20% AT2; -33% ECA2 e -36% MAS), apesar do grupo TC também ter uma redução de ECA2 (-16%) e MAS (-27%), por outro lado o grupo TD aumentou em 47% as quantidades de ECA2. Estes resultados, associados com a não atenuação da PA após tratamento com losartan, sugerem que o SRA não seja o principal mecanismo envolvido no aumento da PA neste modelo induzido pela DEX e provavelmente outros mecanismos estejam contribuindo para este aumento.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (4) Doutorado: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Integrante / Sandra Lia do Amaral - Coordenador / Carlos Ferreira dos Santos - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Auxílio financeiro.Número de orientações: 2

  • 2012 - 2014

    correlação entre polimorfismos genéticos e desempenho em jogadores de futebol da base do são paulo futebol clube, Descrição: Este estudo investigou se os polimorfismos nos genes ACTN3, AMPD1, ECA e AGT, combinados ou não, podem influenciar nos parâmetros hemodinâmicos, cardíacos e no desempenho de jogadores de futebol em testes físico-motores tais como saltos, velocidade e endurance. Foi coletada a saliva de 220 jogadores jovens (14 a 20 anos) das categorias de base profissional do São Paulo Futebol Clube, Brasil. Em seguida, o DNA total foi extraído a partir da saliva e ensaios de reação em cadeia da polimerase (PCR) foram utilizados para a genotipagem dos atletas. Os atletas com a mutação no gene ACTN3 saltaram menos no teste Squat Jump (SJ) (RR/RX = 33,64 5,31 vs XX = 30,81 4,51 cm, p = 0,007), assim como nas categorias Sub-15 (RR/RX = 34,88 5,39 vs XX = 30,59 4,07 cm, p = 0,04) e Sub-17 (RR/RX = 35,82 4,35 vs XX = 30,24 5,16 cm, p = 0,01). No teste Counter Movement Jump (CMJ) os RR/RX saltaram 37,26 5,72 cm e os XX 34,12 4,84 cm (p = 0,005). Na categoria Sub-17, detectou-se que os RR/RX saltaram 38,56 5,69 cm e os XX 32,90 6,06 cm (p = 0,02). No teste Counter Movement Jump com os braços (CMJb), antes da subdivisão, os RR/RX saltaram 43,85 6,38 cm e os XX 40,61 5,06 cm (p = 0,009). O teste de velocidade de deslocamento (30 m) revelou, na categoria Sub-17, que os RR/RX foram mais velozes que os atletas XX (RR/RX = 4,13 0,13 vs XX = 4,27 0,17 s, p = 0,04). Com relação ao gene AMPD1, nenhuma diferença significativa foi encontrada nos testes de saltos e endurance, porém no teste de velocidade de deslocamento (10 m), os atletas CC foram mais velozes comparados àqueles comgenótipos CT/TT (CC = 1,53 0,19 vs CT/TT = 1,62 0,16 s, p = 0,04). Atletas com o genótipo DD (ECA), antes da subdivisão, saltaram significativamente mais alto no teste CMJb comparados aos ID/II (DD = 44,37 6,22 vs ID/II 42,35 6,23 cm, p = 0,02). Na categoria Sub-17, os atletas DD saltaram mais nos testes SJ (DD = 38,04 5,00 vs ID/II = 33,16 4,11 cm, p = 0,01), CMJ (DD = 41,03 5,64 vs ID/II = 35,76 4,26 cm, p = 0,01) e CMJb (DD = 48,62 5,98 vs ID/II = 42,42 4,81 cm, p = 0,007). No teste de endurance, atletas da categoria Sub-16 com os genótipos ID/II, percorreram maiores distâncias comparados aos DD (ID/II = 1.467 63,70 vs DD = 1.244 64,25 m, p = 0,04). O genótipo DD do gene da ECA também favoreceu os atletas no teste de velocidade (30 m), pois jogadores da categoria Sub-14 com o referido genótipo foram mais velozes comparados aos ID/II (DD = 4,29 0,19 vs ID/II = 4,40 0,16 s, p = 0,02). O mesmo pôde ser visto para a categoria Sub-17 (DD = 4,07 0,15 vs ID/II = 4,20 0,13 s, p = 0,04). O polimorfismo no gene AGT parece não influenciar o desempenho nos testes propostos, porém atletas com o genótipo mutado (TT) apresentaram maior hipertrofia do ventrículo esquerdo (VE; 114,6 105,2 g/m2 para TT; 92,16 18,88 g/m2 para MT e 94,78 21,08 g/m2 para MM, p = 0,04), sem qualquer outra alteração nos outros parâmetros cardíacos e hemodinâmicos. Maior hipertrofia do VE (DD = 96,95 19,96; ID = 90,14 21,58 e II = 91,67 21,09 g/m2, p = 0,04) e maior fração de ejeção (DD = 71,73 7,71; ID = 69,48 6,51 e II = 68,59 5,72 %, p = 0,02) também foram encontradas nos atletas com o genótipo DD. A análise da combinação dos genes no desempenho dos atletas, quando se privilegiaram as características de força e explosão muscular no ranqueamento por escore, revelou que os atletas com os escores mais altos (5 a 8) saltaram mais comparados àqueles com escores mais baixos (1 a 4) no teste SJ (Escore 5 a 8 = 33,80 5,16 vs Escore 1 a 4 = 31,60 5,22 cm, p = 0,01) e no teste CMJ (Escore 5 a 8 = 43,90 6,85 vs Escore 1 a 4 = 41,87 5,98 cm, p = 0,04). Os resultados do presente estudo sugerem que os genótipos RR/RX (ACTN3), DD (ECA) e CC (AMPD1) podem beneficiar os jogadores de futebol em atividades que requeiram força e rápida cont. musc.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (4) Doutorado: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Integrante / Sandra Lia do Amaral - Coordenador / Carlos Ferreira dos Santos - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 3 / Número de orientações: 1

  • 2011 - 2014

    Efeitos preventivos do exercício resistido na expressão de proteínas envolvidas na atrofia muscular em ratos tratados com dexametasona, Descrição: A Dexametasona (Dexa) vem sendo amplamente usada no tratamento de inflamações e alergias, porém seu uso crônico provoca resistência periférica à insulina, hipertensão arterial, perda de peso corporal e atrofia muscular. O exercício físico aeróbio contínuo, de baixa intensidade, tem sido empregado na prevenção e tratamento de diabetes, hipertensão arterial e síndrome metabólica, no entanto, seus efeitos sobre a atrofia muscular ainda são incertos. Atrofia muscular pode ser determinada por um desequilíbrio entre proteínas atróficas (FOXO3a, atrogina-1 Murf-1) e hipertróficas (AKT, mTOR), mas quase nada se sabe sobre os efeitos da Dexa sobre estas proteínas. O exercício resistido (TR) tem sido recomendado como tratamento de patologias que envolvem atrofia muscular, no entanto pouco se sabe sobre os efeitos do TR de baixa intensidade sobre a atrofia muscular induzida pela Dexa. Este estudo investigou se o TR de baixa intensidade, realizado antes e concomitante ao tratamento com Dexa, poderia prevenir e/ou atenuar a atrofia muscular. Além disso, verificou o papel das proteínas que controlam a homeostase muscular nesta resposta. Quarenta e oito ratos foram alocados em 4 grupos: sedentário controle (SC), sedentário e tratado com Dexa (SD), treinado controle (TC) e treinado e tratado com Dexa (TD). Após um período de adaptação, este ratos foram submetidos ao protocolo de treinamento resistido (escalada, 60% do carregamento máximo, 5 dias / semana, 70 dias) ou mantidos sedentários. Durante os últimos 10 dias, os animais foram tratados com Dexa (0,5 mg/kg de peso corporal por dia, i.p.). A glicemia de jejum foi medida antes e após os períodos de treinamento físico e tratamento com a Dexa. O peso corporal (PC) foi mensurado semanalmente antes do tratamento e diariamente durante o tratamento. Os músculos tibial anterior (TA), flexor longo do Halux (FHL) e sóleo foram retirados e homogeneizados. Verificou-se a produção das proteínas AKT, mTOR, FOXO3a, Atrogina-1 e Murf-1 nos músculos. Anova de 2 caminhos, com post-hoc de Tukey, foram utilizados (p<0,05). O tratamento com Dexa determinou aumento da glicemia de jejum em 34%, redução de 21% do PC e de 45% na ingestão alimentar nos sedentários. O TR, que foi efetivo em aumentar a capacidade física dos animais (+118%) preveniu o aumento da glicemia, mas não atenuou a redução de PC. A Dexa promoveu atrofia muscular no TA (-21%), que foi causada por redução da produção proteica de AKT (-29%) e aumento da Murf-1 (+25%). O TR atenuou a redução de AKT e reduziu a Murf-1 (-21%), no entanto, não foi efetivo em atenuar a atrofia no TA. No FHL, ocorreu atrofia (-29%) determinada pela redução da AKT (-26%) e aumento da Murf-1 (+44%). O TR promoveu aumento da mTOR no TC (+28%) e no TD (+60%) bem como reduziu a produção proteica de atrogina-1 no TD, o que contribuiu para atenuar a atrofia muscular no FHL. O sóleo não foi alterado nem pela Dexa nem pelo TR. Estes dados sugerem que o TR, de baixa intensidade, foi eficaz em atenuar a atrofia muscular no FHL por uma combinação entre redução de proteínas atróficas acompanhada de aumento de proteínas hipertróficas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (3) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Integrante / Sandra Lia do Amaral - Coordenador / Anderson Geremias Macedo - Integrante / Andre L O Krug - Integrante / Anderson Saranz Zago - Integrante / James Walter Edward Rush - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Bolsa / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 3 / Número de orientações: 2

  • 2011 - 2013

    TRIENAL (2011-2013) - Expressão de proteínas envolvidas na atrofia muscular induzida por dexametasona: papel do treinamento Físico, Descrição: A dexametasona (Dexa) é amplamente utilizada no uso clínico, devido ao seu potente efeito antialérgico e anti-inflamátorio, entretanto o uso crônico pode induzir diversos efeitos colaterais, tais como hiperglicemia, hipertensão, hipercolesterolemia e atrofia muscular. Demonstramos recentemente que o exercício físico parece atenuar alguns dos efeitos colaterais da Dexa, mas pouco tem sido estudado sobre a atrofia muscular. Foram utilizados 80 ratos wistar, separados em 4 grupos: sedentário controle (SC), sedentário tratado com dexa (SD: 0,5mg/kg por dia), treinado controle (TC) e treinado tratado com dexa (TD). Após adaptação na esteira, os animais foram submetidos ao protocolo de treinamento (T, 60% capacidade máxima, 5 dias por semanas/ 8 semanas) ou mantidos como sedentários. Os ratos foram pesados semanalmente durante o T e diariamente durante o tratamento. O músculo tibial anterior (TA) e sóleo (SOL) foram coletados para avaliar a expressão protéica de miostatina e p70S6K. O treinamento aumentou o tempo de exercício nos grupos treinados (97% vs -35% , para treinados e sedentários, respectivamente). Dez dias de tratamento determinou aumento da glicemia de jejum no grupo SD (62%), no entanto o treinamento prévio atenuou este aumento (TD =20%, p<0,05), mostrando o papel preventivo do exercício físico no aumento na glicemia. O aumento de peso corporal (PC) foi semelhante durante o treinamento, entretanto, a administração da Dexa determinou diminuição significativa de PC no grupo TD (-22%) e SD (-25%) acompanhado de redução de peso muscular no TA, para TD (-20) e SD (-23%). A expressão da miostatina não foi alterada nem pelo tratamento com dexa nem pelo treinamento no músculo TA, no entanto, no músculo sóleo, a miostatina aumentou significativamente nos grupos treinados, independente do tratamento (TC=23% e TD=25%), comparado com seus grupos controles. Já a expressão protéica de p70S6K não sofreu alterações em nenhum músculo e em nenhuma condição. Os resultados do presente estudo nos permitem concluir que o treinamento prévio atenua o aumento de glicemia induzida pela Dexa, no entanto não previne a redução de peso corporal ou muscular. Mesmo na presença de atrofia muscular, a expressão de miostatina e p70S6k não justificam os mecanismos da perda muscular induzida pela Dexa, o que sugere que outras proteínas catabólicas e anabólicas devem estar envolvidas no processo de atrofia muscular após 10 dias de tratamento com Dexa.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (3) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador / Aline Mio Martuscelli - Integrante / Anderson Geremias Macedo - Integrante / Andre L O Krug - Integrante., Financiador(es): Fundação para o Desenvolvimento da UNESP - Auxílio financeiro / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Bolsa., Número de produções C, T & A: 2 / Número de orientações: 2

  • 2011 - 2013

    Efeito de um programa de condicionamento físico no equilíbrio do idoso, Descrição: Com o processo natural de envelhecimento, o organismo humano passa por uma série de alterações funcionais, estruturais e sensoriais levando à perda do equilíbrio. Estas alterações se acentuam no idoso e pode contribuir para a ocorrência de quedas, o que compromete sua qualidade de vida. Portanto, o objetivo deste trabalho foi analisar os efeitos de um programa de condicionamento físico nas variáveis hemodinâmicas e no equilíbrio de pessoas acima de 50 anos. Casuística: a pesquisa foi composta por 19 voluntários, sendo 2 homens e 17 mulheres com idade média de 659 anos, sem complicações cardiológicas ou metabólicas que os impediram de fazer atividades físicas. Procedimentos: Os participantes preencheram uma anamnese com informações sobre o nível socioeconômico e de escolaridade, histórico de doenças e medicamentos, nível de atividade física, questionário sobre risco cardiovascular. Em seguida, foram submetidos à avaliação antropométrica (peso, altura para cálculo do índice de massa corporal-IMC, circunferência abdominal- CA e força de preensão manual, FPM); hemodinâmica (pressão arterial sistólica - PAS, diastólica- PAD e média ?PAM de repouso, bem como a frequência cardíaca para cálculo do duplo produto e estimativa do consumo máximo de oxigênio - VO2 máx); e avaliação do equilíbrio (Plataforma de Força - estático e teste ?Time Up and Go? - dinâmico). Após as análises iniciais, os sujeitos iniciaram o programa de condicionamento físico supervisionado, 3 vezes por semana, por 4 meses, com duração de 90 min por sessão. O programa foi constituído de caminhada a 40-60% do consumo máximo de oxigênio calculado pelo teste ergométrico submáximo e exercícios multifuncionais. Análise Estatística: Os dados foram apresentados como média desvio padrão da média. Também foi utilizado o Teste T-student pareado para comparar os efeitos do programa de condicionamento físico nas variáveis antropométricas, hemodinâmicas e no equilíbrio estático e dinâmico, além de correlação entre as variáveis antropométricas e de controle postural. O nível de significância utilizado foi de 5% para todas as análises. Resultados: Pode-se observar que o programa de condicionamento físico reduziu significativamente a PAS (de 12312 para 11613 mmHg) a PAD (de 788 para 748 mmHg), a PAM (de 938 para 888 mmHg) e o duplo produto (DP, de 91021459 para 82151432 mmHg.bpm). Além disso, aumentou o VO2 máx (de 258 para 276 ml/kg/min). Por outro lado, os valores de FC e índice de massa corporal não foram alterados significativamente. No equilíbrio dinâmico, que avalia o risco de quedas, foi obsevado redução significativa de 98s para 66s (p>0,05). No equilíbrio estático, avaliado na plataforma de força não foram verificadas melhoras significativas nas variáveis analisadas, no entanto, foi verificada uma correlação entre FPM com a Frequência de deslocamento do centro de pressão. Conclusão: A intervenção foi eficaz para melhorar as variáveis hemodinâmicas e o equilíbrio dinâmico dos participantes, o qual auxilia na prevenção de quedas e consequentemente melhora a qualidade de vida de adultos e idosos. No entanto, o equilíbrio estático não se modificou significativamente, sugerindo que para a melhora desta variável sejam necessários exercícios mais específicos de equilíbrio no programa de condicionamento físico.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador / Cristiano Aparecido Constantino Pereira - Integrante., Número de orientações: 1

  • 2011 - 2013

    Associação entre estado nutricional e níveis pressóricos em crianças e adolescentes da cidade de jaú, sp., Descrição: A hipertensão arterial (HA), caracterizada por ser uma doença crônica e multifatorial, é considerada a doença de maior ocorrência no mundo, e também o principal problema de saúde pública no Brasil, de acordo com as VI Diretrizes Brasileiras de Hipertensão (DBH, 2010). Os principais fatores de risco relacionados à HA, tanto em adulto como em crianças, ainda não foram totalmente determinados, no entanto, a circunferência abdominal aumentada e o sobrepeso têm sido apontados como os principais fatores de risco para HA e também os mais preocupantes, pois estão se tornando cada vez mais comuns e frequentes na realidade atual (CHRISTOFARO et al., 2010 e DERACO, 2011). Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), em 2011, aproximadamente, 43 milhões de crianças menores de cinco anos de idade estavam com obesidade ou sobrepeso.A casuística da pesquisa foi composta por 100 crianças e adolescentes (51 meninos e 49 meninas) com idade média de 13,411,71 anos, pertencentes a duas escolas, uma estadual e a outra privada de Jaú, São Paulo. Os pais e/ou responsáveis pelos participantes leram e assinaram um termo de consentimento livre e esclarecido. Cada participante teve seu peso (Kg), altura (m) medidos para o cálculo do índice de massa corporal (IMC,Kg/m) e percentil de obesidade. A circunferência abdominal (CA) foi medida para determinação de risco cardíaco. Posteriormente, os participantes foram submetidos a uma avaliação hemodinâmica para obtenção da frequência cardíaca (FC) e pressão arterial (PA). Os dados foram apresentados como média desvio padrão. Foi realizada uma análise descritiva para cada variável, correlação de Pearson para as variáveis antropométricas e hemodinâmicas. O nível de significância foi de 0,05. O peso médio dos alunos foi de 55,113,08 Kg, estatura de 1,600,11m e IMC de 21,113,22 Kg/m, sendo que 73% foram classificados como eutróficos, 22% com sobrepeso e 5% com obesidade. O valor médio para CA foi de 69,77,70 cm, sendo que 17% apresentaram CA aumentada. Pressão arterial sistólica foi de 112 11,27 mmHg (55% alterados) e PA diastólica de 69,48,22 mmHg (15% alterados). Verificou-se que apenas o sexo masculino apresentou obesidade, com 10% dos meninos obesos. Os resultados demonstraram que PAS e PAD apresentaram associação significante com o IMC (r=0,5381 e r=0,5096, para PAS e PAD, respectivamente); com a CA (r=0,4675 e r=0,4479 para PAS e PAD, respectivamente) e com percentil de obesidade (r=0,4605 e r=0,4593, para PAS e PAD, respectivamente). A prevalência do sobrepeso e da obesidade observada entre os alunos condiz com o demonstrado na literatura (CHRISTOFARO et al., 2011). A associação significativa de IMC e CA com valores pressóricos estão de acordo com a literatura (PEREIRA et al., 2009; CHRISTOFARO et al., 2010) e caracterizam possíveis fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Assim, torna-se necessária a conscientização destes alunos para as mudanças dos hábitos de vida, como prática de atividades físicas e alimentação saudável. De acordo com os dados obtidos durante a pesquisa foi possível observar alta prevalência de sobrepeso e obesidade entre os participantes, sendo que esses valores estão associados com valores elevados de PAS e PAD. O controle da alimentação e prática de exercícios físicos são fundamentais para a prevenção do desencadeamento da hipertensão arterial nessa faixa etária, além disso, é necessária a conscientização das crianças e adolescentes para estes fatores de riscos que estão cada vez mais frequentes nessa era da modernização.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador / Jessica Carvalho - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.Número de orientações: 1

  • 2011 - 2012

    Influência Da Etnia Nas Variáveis Antropométricas E Físicas De Meninas Escolares, Descrição: Este trabalho teve como objetivo analisar a influência da etnia nas diferentes variáveis antropométricas e funcionais. A casuística foi composta por 70 meninas, com idade média de 1015 anos, sendo 50 brancas e 20 negras, escolares de Bauru. Todas as participantes foram autorizadas a fazerem os testes pelos pais ou responsáveis, que assinaram o termo de consentimento e responderam juntamente com as alunas a uma anamnese, contendo questões sobre saúde, nível sócio econômico, risco cardiovascular, prática de atividades físicas e tempo de inatividade física. Para todas as análises, as meninas foram divididas em não maturadas e maturadas (pela presença ou não da menarca). As meninas foram divididas também de acordo com sua etnia (branca ou negra), de acordo com a declaração na anamnese. Cada voluntária foi submetida a avaliações de composição corporal (peso, altura e cálculo do índice de massa corporal - IMC), flexibilidade, força de preensão manual (FPM) e resistência muscular localizada (RML). Pode-se observar que 68% das meninas brancas e 65% das meninas negras eram maturadas. Entre as meninas brancas, observou-se que os valores de idade, altura foram maiores nas maturadas em relação as não maturadas Entre as negras estas diferenças não foram observadas. Em relação às variáveis funcionais, não houve diferença significativa entre brancas e negras. Porém, quando ao maturação foi considerada, observou que as meninas brancas maturadas apresentaram maiores valores de FPM na mão direita (20,6 5,6 vs 14,68 3,36Kgf) e na mão esquerda (18,29 5,35 vs 14,37 4,22Kgf) em relação às não maturadas, respectivamente. Entre as não maturadas, observou-se que as meninas negras tinham mais RML quando comparadas às brancas (26,14 6,56 vs 18,87 9,83, para negras e brancas, respectivamente). Flexibilidade não foi influenciada nem pela etnia nem pelo processo maturacional. Pode-se concluir que o processo maturacional altera positivamente algumas capacidades físicas nas meninas br. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador / Juliana Marques Iwamoto - Integrante.

  • 2011 - 2012

    Efeito da inversão do ciclo vigília-sono nas respostas hemodinâmicas agudas e crônicas de uma atividade ocupacional, Descrição: O objetivo desse trabalho foi verificar o efeito da inversão do ciclo sono-vigília sobre as variáveis hemodinâmicas e a presença de fatores de risco cardiovasculares em trabalhadores de uma unidade fabril de pré-moldados de concreto. Para tanto, 35 funcionários do sexo masculino e com idade média de 29,718,41 anos divididos em 3 turnos, 12 matutino (MAT), 12 vespertino (VES) e 11 noturno (NOT) responderam uma anamnese para a avaliação do histórico de saúde, hábitos de vida, medicamentos, condição sócio-econômica e risco cardiovascular. Adicionalmente, foram submetidos à avaliação da flexibilidade, da força de preensão manual (FPM), peso, estatura e circunferência abdominal (CA). Pressão arterial (PA) e frequência cardíaca (FC) foram aferidas nos momentos pré-trabalho, pós-esforço e ao final de cada turno. Os valores foram apresentados como médiadesvio padrão. As análises estatísticas das variáveis foram fundamentadas em distribuição de frequência, ANOVA de um caminho e correlação linear de Pearson. As variáveis PA de repouso (MAT = 11711 x 8113, VES = 12010 x 788 e NOT = 1279 x 8613 mmHg) e de final de período (MAT = 12314 x 8213, VES = 13310 x 8410 e NOT = 12620 x 8512 mmHg) não foram significativamente diferentes. No entanto, o turno NOT apresentou PAS no momento pós-esforço significativamente maior do que o turno MAT (14516 vs 12514 mmHg, p<0,01). A resposta de PA ao esforço realizado durante uma hora de trabalho, apesar de ter sido 125% maior no NOT do que no MAT, não atingiu níveis de significância (1812 vs 85 mmHg, para NOT e MAT, respectivamente). Tanto a FC de repouso como a sua resposta durante esforço não foram diferentes entre os turnos. As variáveis antropométricas e funcionais não foram alteradas pela inversão do ciclo sono-vigília. Houve correlação positiva entre dados antropométricos e FC. As queixas de tontura, insônia, depressão, sono durante o trabalho e uso de medicamentos foram mais prevalentes no período NOT, enquanto que dor d. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador / Evandro Cavassini Gimenes - Integrante., Número de orientações: 1

  • 2010 - 2011

    Associação entre obesidade e níveis pressóricos em escolares da cidade de São Sebastião-SP: Importância da alimentação e estilo de vida, Descrição: A hipertensão arterial (HA) é uma doença multifatorial que apresenta uma prevalência cada vez maior na sociedade atual, representando o principal fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Os principais fatores de risco modificáveis da HA são obesidade e o sedentarismo. Atualmente a HA atinge também as crianças, o que antecipa os comprometimentos cardiovasculares. Assim, medidas de prevenção devem ser incentivadas para evitar o surgimento precoce destes problemas. O objetivo deste estudo foi verificar a presença de crianças com pressão arterial elevada e correlacionar com o perfil nutricional, estilo de vida, nível sócio econômico e balanço calórico dos escolares de São Sebastião. Foram avaliadas 100 crianças (122 anos), 59 meninos e 41 meninas. Os participantes responderam uma anamnese que continha informações sobre saúde, nível socioeconômico (NSE), consumo calórico e prática de exercícios físicos diários. As crianças passaram por uma avaliação antropométrica para o cálculo do índice de massa corpórea (IMC), da circunferência abdominal (CA) e foi obtida a classificação do perfil nutricional pelo % de obesidade. A PA foi aferida segundo as VI Diretrizes Brasileiras de Hipertensão. Foi realizada análise de Pearson para correlacionar as variáveis antropométricas, NSE e prática de atividade física em relação a PA. Os resultados do presente estudo mostraram que, das crianças avaliadas, 65% eram normotensas, 24% eram limítrofes e 11% apresentaram valores elevados de PA. Em relação ao sexo, os meninos apresentaram maiores taxas de PA acima do normal (elevados+limítrofes) em relação às meninas (42,3% vs 14,5%, para meninos e meninas, respectivamente). Foi observado que 4% das crianças estavam abaixo do peso, 80% era saudáveis, 9% apresentavam sobrepeso e 7% estavam obesas. Entre meninos e meninas, verificou-se que 11% dos meninos eram obesos e somente 4,8% das meninas apresentavam sobrepeso (não havia meninas obesas). Houve correlação positiva entre os valores de IMC e os níveis de PAS (r=0,5763, p<0,0001) e PAD (r=0,3843, p<0,0001) quando todos foram avaliados juntamente, bem como a CA em relação aos níveis de PAS (r=0,6194, p<0,0001) e PAD (r=0,4131, p<0,0001). Quanto a prática de atividades físicas formais foi observado um total de 76% de crianças que praticavam algum tipo de atividade (ativo + pouco ativo) e apenas 24% foram classificadas como sedentárias. Porém, as correlações feitas entre horas de atividades físicas/horas de inatividade não se correlacionaram significativamente com PA ou % de obesidade. Quanto a ingestão média das crianças, foi verificado um alto consumo calórico, que resultou em um balanço calórico positivo (78 Kcal), entretanto foi verificado que a maioria das crianças foi classificada como eutrófica . O NSE não influenciou os valores de PA ou % de obesidade. Os dados presentes no trabalho sugerem que a cidade de São Sebastião, por ainda estar em processo de desenvolvimento, apresenta uma boa condição de vida para as crianças. As tecnologias, os maus hábitos alimentares ainda não estão presentes no cotidiano dos moradores da região, além disso, a cidade possibilita fácil acesso às áreas livres, facilitando a prática de atividade física, contribuindo para a manutenção de uma vida saudável.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador / Camila Calazans Deraco - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Bolsa., Número de produções C, T & A: 3 / Número de orientações: 1

  • 2010 - 2011

    Efeitos Preventivos Do Treinamento Físico Na Expressão Das Proteínas Cox-2 E Vegf De Ratos Tratados Com Dexametasona, Descrição: A dexametasona é um glicocorticóide sintético utilizada em três principais situações: para conter processos inflamatórios agudos, crônicos ou até como droga imunossupressora. Nestes casos o paciente receberá altas doses por um período crônico e, portanto, é muito maior a chance de ocorrência dos efeitos colaterais. Por ser um potente anti-inflamatório, a dexametasona tem promovido efeitos deletérios na via dos ácidos aracdônicos, quando administrada em altas doses. Demonstramos recentemente que reduz significativamente a expressão proteica do fator de crescimento de vasos derivado do endotélio (VEGF), tanto na musculatura esquelética quanto no coração, mas os mecanismos envolvidos neste efeito ainda não estão esclarecidos. Por outro lado, o exercício físico tem se mostrado eficaz no combate a hipertensão arterial, diabetes e dislipidemias, promovendo, entre outros fatores, o aumento de VEGF e da angiogênese. Uma possível explicação para essa criação de novos vasos seria pela via inflamatória, ou seja, por meio da estimulação da formação de produtos do metabolismo dos ácidos aracdônicos (AA), tais como prostaglandina E2 (PGE2) e VEGF, por meio do aumento da estimulação das enzimas cicloxigenase 1 e 2 (COX-1 e COX-2). Quase nada se sabe sobre os efeitos preventivos do treinamento físico sobre a ação da dexametasona na via dos ácidos aracdônicos. Portanto, o objetivo desse trabalho foi verificar se o treinamento físico aeróbio, realizado anteriormente e concomitantemente ao tratamento com dexametasona, foi capaz de prevenir e/ou atenuar os efeitos da droga na expressão das proteínas COX-2 e VEGF. Para isso, foram utilizados ratos jovens Wistar (n = 40) divididos aleatoriamente em 4 grupos: Sedentários controle (SC), Sedentários e tratados com dexametasona (SD), Treinados controle (TC) e Treinados e tratados com dexametasona (TD). Os mesmos realizaram treinamento físico aeróbio, a 60% da capacidade máxima, 5 dias por semana, 1 hora por dia, por 70 dias. Nos 10 dias finais de protocolo, os ratos foram tratados, concomitante ao treinamento físico, com dexametasona (0,5mg/kg/dia, i.p.). A glicemia de jejum foi mensurada no início e final dos protocolos de exercício e tratamento farmacológico. Os animais foram pesados semanalmente durante o treinamento e diariamente durante o tratamento com dexametasona. Ao final do protocolo experimental os ratos foram eutanasiados e os músculos sóleo e tibial anterior foram retirados, pesados, homogeneizados e armazenados a -20o C para posterior análise da expressão protéica de COX-2 e VEGF. Todos os resultados foram apresentados como média erro padrão da média e foi relizada a análise de variância de dois caminhos (ANOVA) seguidos de post-hoc de Tukey. A dexametasona reduziu o peso corporal dos ratos a partir do quarto dia de tratamento, além de causar atrofia muscular, sendo o treinamento físico insuficiente para reverter esses quadros. Contudo o treinamento físico foi eficaz em aumentar a capacidade fisica dos animais, em atenuar a hiperglicemia e em conter os efeitos colaterais da droga na expressão da proteína VEGF nos músculos de fibras vermelhas. Dessa forma, o protocolo utilizado foi efetivo em proteger os ratos dos efeitos colaterais da dexametasona.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador / Evandro José Dionísio - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Bolsa.Número de orientações: 3

  • 2010 - 2011

    Efeitos Preventivos Do Exercício Físico Sobre As Proteínas Ciclooxigenase-2 (Cox-2) E Fator De Crescimento De Vasos Derivado Do Endotélio (Vegf) No Musculo Cardíaco Em Ratos Tratados Com Dexametasona, Descrição: A dexametasona (Dexa) é um glicocorticóide sintético utilizado amplamente na manipulação de diversos remédios, pelos seus comprovados benefícios no combate à inflamações e alergias. Apesar de seus benefícios, sua utilização crônica induz a diversos efeitos colaterais no organismo que incluem alterações no metabolismo de carboidrato, lipídeos e proteínas. Além disso, por ser um anti-inflamatório, atua na via dos ácidos aracdônicos, reduzindo a expressão da enzima cicloxigenase (COX-2) e o fator de crescimento de vasos derivado do endotélio (VEGF) em vários tecidos, no entanto, seus efeitos no miocárdio ainda são incertos. O treinamento físico (TF), por sua vez, promove efeitos contrários aos causados pelo uso crônico da Dexa, no entanto, pouco se sabe sobre os efeitos preventivos do TF nos efeitos colaterais da Dexa no miocárdio. Portanto, o objetivo do presente trabalho foi verificar se o TF tem a capacidade de prevenir e/ou atenuar os efeitos da Dexa na expressão protéica de COX-2 e VEGF no miocárdio. Quarenta animais foram divididos em 4 grupos: Sedentario Controle (SC), Sedentário tratado com Dexa (SD), Treinado Controle (TC) e Treinado tratado com Dexa (TD) e submetidos a um protocolo de treinamento físico na esteira por 70 dias (1 h/dia ? 5 dias por semana, 60% da capacidade física) ou mantidos como sedentários. Nos últimos 10 dias, os ratos foram submetidos ao tratamento com Dexa (Decadron, 0,5mg/kg por dia, i.p.) ou salina. Durante o treinamento os animais foram pesados semanalmente e, durante o tratamento, diariamente. Ao final do tratamento foi feita a medida da glicemia de jejum dos animais. Os ratos foram eutanasiados com excesso de anestesia e o músculo cardíaco foi retirado, pesado, homogeneizado, centrifugado e armazenado a -20 C para análise de expressão proteica de VEGF e COX-2, pela técnica de Western Blotting. O tratamento com dexametasona determinou uma perda de peso corporal de 18% nos animais sedentários e 13% nos treinados, bem como elevou os níveis da glicemia de jejum nos sedentários (88%). O TF não foi capaz de atenuar a perda de peso corporal dos animais tratados com Dexa, mas sim o aumento de glicemia de jejum, uma vez que o grupo TD apresentou aumento de (24%, p<0,05). Nem a Dexa nem o treinamento alteraram o peso do coração nem do ventrículo esquerdo ou direito, quando normalizados pelo tamanho da tíbia, mas o tratamento determinou aumento na expressão de VEGF no miocárdio dos animais sedentários, sem promover alterações nos níveis de COX-2. Além disso, a expressão protéica de VEGF estava maior também no miocárdio dos animais treinados. Os resultados sugerem que a Dexa tem um papel tecido dependente no miocárdio que é diferente dos outros tecidos, promovendo provavelmente um papel cardioprotetor. No entanto, maiores estudo são necessários para esclarecer estes efeitos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador / Thiago Trevisolli Lourenço - Integrante., Número de produções C, T & A: 1 / Número de orientações: 2

  • 2010 - 2011

    Presença de fatores de risco dependentes ou não de esforço fisico em praticantes de corrida de rua., Descrição: Com o intuito de reduzir o índice de sedentarismo e melhorar a condição de saúde da população, diversos programas de incentivo à atividade física têm sido estimulados. Como resultado, muitas pessoas têm aderido à corrida de rua, no entanto, a condição de saúde desta população quase sempre é ignorada. O objetivo deste estudo foi avaliar a condição de saúde de corredores de rua, identificando a presença de fatores de riscos cardiovasculares e problemas associados às corridas de rua. A casuística do estudo foi constituída de 111 corredores (94 homens e 17 mulheres) com idade média 3913 anos da cidade de Bauru, avaliados em um total de 4 provas de corrida de rua. Os indivíduos responderam uma anamnese com questões sobre condição socioeconômica, uso de medicamentos, risco cardiovascular, prática de exercícios físicos, questões específicas sobre corrida e lesão. Foram avaliados o peso (kg) e altura (m), para cálculo do índice de massa corporal (IMC, kg/m), pressão arterial (PA) sistólica e diastólica, frequência cardíaca (FC) de repouso, circunferência abdominal (CA) e flexibilidade. Pode-se observar que os corredores são em sua maioria brancos, casados e pertencem a classes sociais superiores a C, cuja idade mais prevalente foi de 18 a 35 anos (42%). Dos participantes, 38,7% já passaram por alguma cirurgia e 13% declararam ter algum problema de saúde. O questionário apontou que 36,9% possuíam risco cardiovascular baixo e moderado. Pode-se observar que pela CA, 10% dos homens e 18% das mulheres possuíam risco cardíaco elevado. Dentre os avaliados, 43,2% (24,3% elevada e 18,9% limítrofe) estavam com a PA alterada no dia da avaliação e somente 2,7% haviam se declarado hipertensos. Em relação à lesão, 36% dos participantes já sofreram algum tipo, sendo que destes, 27,5% ocorreram nos últimos 8 meses e 66,6% foram derivadas de treino ou competições de corrida, sendo o joelho o membro mais afetado. Apenas 43% possuía acompanhamento profissional por professor de educação física em seus treinos e os principais motivos que os levaram a iniciar a pratica da corrida foram saúde e condicionamento físico. A prática de corrida associada com outra modalidade esportiva estava presente em 65,8% dos corredores e a maioria costumava participar de provas de 10km. Em suma, os praticantes de pedestrianismo apresentavam uma condição de saúde preocupante, com presença de fatores risco de doenças cardiovasculares e principalmente PA não controlada no dia da prova. Além disso, muitos apresentaram lesão, que podem estar associadas à prática de outra modalidade esportiva concomitante, excesso de treinos, idade, tempo longo de prática, realização de provas de longas distâncias e falta de orientação profissional. Partindo da premissa da promoção da atividade física afim de uma vida mais saudável, os resultados do presente estudo sugerem que deva haver mais campanhas de conscientização de condição de saúde neste público, principalmente porque é uma modalidade esportiva que está aumentando cada vez mais, principalmente em adultos acima de 35 anos. Além disso, a maioria das provas não exigem atestados médicos sobre a condição de saúde dos participantes.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador / Jaqueline de Castro Ishida - Integrante / Marcio Pereira da Silva - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 3 / Número de orientações: 1

  • 2009 - 2011

    Efeitos Preventivos Do Exercicio Físico Na Expressão Da Miostatina Em Ratos Tratados Com Dexametasona, Descrição: A dexametasona (Dexa) é amplamente utilizada no uso clínico, devido ao seu potente efeito antialérgico e anti-inflamátorio, entretanto o uso crônico pode induzir diversos efeitos colaterais, tais como hiperglicemia, hipertensão, hipercolesterolemia e atrofia muscular. Demonstramos recentemente que o exercício físico parece atenuar alguns dos efeitos colaterais da Dexa, mas pouco tem sido estudado sobre a atrofia muscular. Foram utilizados 80 ratos wistar, separados em 4 grupos: sedentário controle (SC), sedentário tratado com dexa (SD: 0,5mg/kg por dia), treinado controle (TC) e treinado tratado com dexa (TD). Após adaptação na esteira, os animais foram submetidos ao protocolo de treinamento (T, 60% capacidade máxima, 5 dias por semanas/ 8 semanas) ou mantidos como sedentários. Os ratos foram pesados semanalmente durante o T e diariamente durante o tratamento. O músculo tibial anterior (TA) e sóleo (SOL) foram coletados para avaliar a expressão protéica de miostatina e p70S6K. O treinamento aumentou o tempo de exercício nos grupos treinados (97% vs -35% , para treinados e sedentários, respectivamente). Dez dias de tratamento determinou aumento da glicemia de jejum no grupo SD (62%), no entanto o treinamento prévio atenuou este aumento (TD =20%, p<0,05), mostrando o papel preventivo do exercício físico no aumento na glicemia. O aumento de peso corporal (PC) foi semelhante durante o treinamento, entretanto, a administração da Dexa determinou diminuição significativa de PC no grupo TD (-22%) e SD (-25%) acompanhado de redução de peso muscular no TA, para TD (-20) e SD (-23%). A expressão da miostatina não foi alterada nem pelo tratamento com dexa nem pelo treinamento no músculo TA, no entanto, no músculo sóleo, a miostatina aumentou significativamente nos grupos treinados, independente do tratamento (TC=23% e TD=25%), comparado com seus grupos controles. Já a expressão protéica de p70S6K não sofreu alterações em nenhum músculo e em nenhuma condição. Os resultados do presente estudo nos permitem concluir que o treinamento prévio atenua o aumento de glicemia induzida pela Dexa, no entanto não previne a redução de peso corporal ou muscular. Mesmo na presença de atrofia muscular, a expressão de miostatina e p70S6k não justificam os mecanismos da perda muscular induzida pela Dexa, o que sugere que outras proteínas catabólicas e anabólicas devem estar envolvidas no processo de atrofia muscular após 10 dias de tratamento com Dexa.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador / Aline Mio Martuscelli - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Bolsa.

  • 2009 - 2011

    associação dos fatores de risco para as doenças cardiovasculares presentes nos funcionários da saúde de bauru, Descrição: Inúmeros problemas de saúde pública são atribuídos aos fatores induzidos pelo ambiente de trabalho que, associados ao estilo de vida sedentário, contribuem para deteriorar a qualidade de vida do trabalhador. Neste sentido, procuramos descrever o perfi l, avaliar a condição física e o risco cardiovasculares dos funcionários da saúde. Foram avaliados 198 funcionários (46 10 anos) que responderam uma anamnese e foram submetidos a avaliações bioquímicas, antropométricas e funcionais. Os valores foram apresentados como média desvio padrão da média. Foram utilizados testes de qui-quadrado (x2), taxa de ?odds? e correlações de Pearson (p < 0,05). Dos avaliados, 54% apresentaram peso corporal elevado, 33% pressão arterial (PA) elevada e 56% eram sedentários. Colesterol total (CT), lipoproteína de baixa densidade e triglicerídeos (TG) acima da normalidade foram encontrados em 49%, 41% e 24% dos servidores, respectivamente e, 75% apresentaram taxas reduzidas de lipoproteína de alta densidade. As análises de x2 e taxa de ?odds? apontaram que os valores de TG e PA foram signifi cativamente maiores para homens comparados às mulheres. Capacidade cardiorrespiratória ruim foi verifi cada em 56% dos homens e 23% das mulheres, além disso, a fl exibilidade apresentou-se com níveis insatisfatórios para homens e mulheres. Observou-se que o índice de massa corporal se correlacionou positivamente com PA, CT e TG. Constatou-se, também que a idade foi fator agravante para PA, fl exibilidade, CT e glicemia nas mulheres. Dessa forma, a prevalência de múltiplos fatores de risco nestes trabalhadores demonstra tratar-se de população não assistida pela saúde, motivo pelo qual sugere-se conscientização sobre sua própria saúde evitando a aposentadoria precoce.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador / Henrique Luiz Monteiro - Integrante / Matheus Barel - Integrante / Rafael Martins Andrade - Integrante / Juliana Cavalcante de Andrade Louzada - Integrante / Paula Dijiane Batista da Silva - Integrante., Financiador(es): Pró-Reitoria de Extensão Universitária - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 4

  • 2009 - 2010

    Força De Preensão Manual Em Adolescentes Escolares E Idosos, Descrição: A Força de Preensão Manual (FPM) é a força exercida pela mão sobre algum objeto ou ela mesma. Tem sido sugerido que o sedentarismo bem como o envelhecimento pode influenciar a FPM, no entanto poucos estudos se preocupam em avaliar a FPM em adolescentes, adultos e idosos. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito do sedentarismo e do envelhecimento na FPM. Além disso, este trabalho correlacionou a FPM com o peso, a estatura e o índice de massa corporal (IMC). Foram avaliados 335 indivíduos divididos em seis grupos: Adolescente Feminino (15 0,60 anos) (AdoF); Adolescente Masculino (15 0,57 anos) (AdoM); Adulto Feminino (21 1,45 anos) (AduF); Adulto Masculino (23 6,17 anos) (AduM); Idoso Feminino (67 7,80 anos) (IdoF); Idoso Masculino (71 7,82 anos) (IdoM). Cada participante respondeu uma anamnese contendo informações sobre doenças, nível de atividade física. A FPM foi obtida por meio do teste máximo de força de preensão manual com o dinamômetro manual CROWN. Os sujeitos foram instruídos a exercer o máximo esforço de preensão manual contra o instrumento, além disso, foi avaliado o peso e a estatura e calculado o IMC. Os dados foram apresentados como média desvio padrão da média será utilizada correlação de Pearson para correlacionar as variáveis antropométricas com a FPM. Os dados foram comparados utilizando análise de variância de um caminho e o nível de significância será p < 0,05. Os indivíduos apresentaram preferência manual direita e a maioria dos grupos apresentaram FPM da mão direita (MD) maior em relação a FPM da mão esquerda (ME). Além disso, os homens foram absolutamente mais fortes em relação às mulheres tanto para a MD como para a ME em todas as faixas etárias, independente do sexo e da dominância da mão. A FPM aumenta gradativamente até a idade adulta e decai na fase idosa, confirmando que a partir da idade adulta, o processo de envelhecimento contribui negativamente com a FPM. O nível de atividade física influenciou positivamente somente o grupo de idosos masculinos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador / Luana Farias de Oliveira - Integrante., Número de produções C, T & A: 3 / Número de orientações: 2

  • 2009 - 2010

    Prevalência De Hipertensão Arterial Em Adolescentes Escolares De Ibitinga, Descrição: A hipertensão arterial (HA) acomete cerca de 1,2 bilhões de pessoas no mundo. Dentre os principais fatores de risco estão excesso de peso, obesidade, sedentarismo, nível socioeconômico (NSE) e histórico familiar de HA. O objetivo deste estudo foi verificar a prevalência de HA em adolescentes escolares do município de Ibitinga, identificando o papel do histórico familiar de HA e correlacionar os resultados obtidos com o perfil nutricional, variáveis antropométricas e nível socioeconômico. Participaram do estudo 150 sujeitos (50 adolescentes escolares e seus respectivos pais), da rede pública e privada. Todos os voluntários tiveram peso (kg) e altura (m) avaliados para cálculo de índice de massa corporal (IMC). Os alunos foram classificados a partir da tabela de percentil de obesidade (Centers for Disease Control and Prevention, CDC). A pressão arterial (PA) foi aferida de acordo com as V Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial (VDBHA, 2006). Foram considerados valores elevados de PA: 140x90 mmHg para adultos e percentil >95 para as crianças e adolescentes. O NSE foi categorizado conforme IBGE. Dentre os alunos, 36% apresentavam PA elevada e 20% limítrofe. A porcentagem de PA elevada foi maior na rede pública (44%) que na rede privada (28%), havendo correlação negativa entre nível NSE e PA Sistólica (PAS, r=0,2857) e PA Diastólica (PAD, r=0,0165). Houve prevalência de PA elevada nas meninas da rede pública (47% vs 40% nos meninos) e nos meninos da rede privada (33% vs 23%). Excesso de peso estava presente em 42% das crianças (12% obesidade e 30% sobrepeso). Novamente, rede pública apresentou prevalência de obesidade (52% vs 3% na privada) que não se correlacionou com NSE. Porcentagem de sobrepeso e obesidade foi maior nas meninas, tanto na rede pública (54% vs 50% nos meninos) como na privada (38% vs 25%). Vale ressaltar que 67% dos alunos hipertensos estavam acima do peso. PA alterada (elevada+limítrofe) foi encontrada em 54% dos pais e 32% das mães. Com relação ao perfil nutricional, 56% dos pais e 48% das mães apresentaram sobrepeso ou obesidade. O IMC se correlacionou significativamente com PAS e PAD entre os alunos (r=0,2865 e r=0,4267), pais (r=0,4777 e r=0,4348) e mães (r=0,4758 e r =0,5384) e o percentil de obesidade se correlacionou com a PAD dos alunos (r=0,3421, p<0,05). Os valores de PA, tanto para os pais como para as mães se correlacionaram significativamente com as de seus respectivos filhos. Confirmando estes resultados, observou-se que filhos de pai ou mãe hipertensos tinham 10,29 (IC95% 2,17 ? 48,68) mais chances de serem hipertensos e quando ambos os pais eram hipertensos, este risco aumentava para 48 (IC95% 4,21 ? 547,2). Os dados do presente estudo confirmam, na cidade de Ibitinga, alta prevalência de HA entre as crianças e adolescentes. O histórico familiar de HA teve papel fundamental e pode ter sido agravado pelo excesso de peso. Estes dados justificam a importância de um controle nutricional mais adequado, associado à prática regular de exercícios físicos, para que estas crianças não venham a desenvolver doenças cardiovasculares precocemente, uma vez que a predisposição genética parece influenciar significativamente.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador / Haliny Micheleto Casado - Integrante., Número de orientações: 2

  • 2009 - 2010

    Prevalência de obesidade e hipertensão em escolares de Bauru, SP, Descrição: Hipertensão (HA) e obesidade são doenças complexas e multifatoriais que contribuem significativamente para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. A prevalência de crianças e adolescentes com obesidade ou HA aumenta a cada ano e vem se tornando um problema de saúde pública. Estes números devem ser ainda maiores, uma vez que existe pouca informação a este respeito na literatura. O objetivo geral deste estudo foi avaliar a prevalência de sobrepeso, obesidade e hipertensão em crianças e adolescentes de escolas públicas e privadas da cidade de Bauru?SP. Além disso, teve como objetivos específicos, correlacionar perfil nutricional, nível socioeconômico e sedentarismo com pressão arterial (PA). A casuística foi composta por 119 adolescentes (48% da rede pública e 52% da rede particular), de ambos os sexos (131anos). Condição sócioeconômica, horas de inatividade e a prática de atividade física foram determinados pela anamnese. Foram feitas avaliações antropométrica (peso, altura, circunferência abdominal e cálculo do índice de massa corporal) e hemodinâmica (pressão arterial e frequência cardíaca). Foi calculado o percentil de obesidade de acordo com a tabela de percentil da Centers for Disease Control and Prevention (CDC). A PA foi aferida seguindo as recomendações da V Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial (VDBHA). Os valores de PA foram classificados conforme percentil de estatura em normal, limítrofe e elevado (percentis: <90, entre 90 e 95 e >95, respectivamente). Com o intuito de avaliar como o perfil nutricional interfere na elevação da PA dos escolares, foi realizada a taxa de Odds. Os resultados são apresentados como médiadesvio padrão da média e foi utilizada correlação de Pearson. Os dados encontrados mostram que 23% dos escolares estavam acima do peso e 18% com a PA alterada. O sexo masculino teve maior prevalência de excesso de peso (25% vs 22%) e maior prevalência de PA elevada (20% vs 17%,) em relação às meninas. O nível socioeconômico influenciou significativamente a PA dos alunos (r=0,3091) mas não a % de obesidade. No entanto, % de obesidade influenciou negativamente a PA (r=0,3157). Além disso, 50% dos escolares obesos já apresentavam níveis de PA acima do normal. Nesse sentido, os resultados do presente estudo evidenciaram que a criança que tem sobrepeso tem 7,69 mais chances de ter PA alterada quando comparada com a eutrófica (IC95% =1,95?30,30). Este risco fica ainda maior quando já existe um quadro de obesidade instalado, ou seja, a criança obesa tem 9,22 mais chances de ter PA alterada em relação à criança eutrófica (IC95%=2,79?30,54). O sedentarismo não se correlacionou significativamente com PA.Os dados deste trabalho mostram que a porcentagem de obesidade e hipertensão encontra-se significativamente alta nesta pequena parcela de escolares de Bauru. Este fato é extremamente preocupante, uma vez que essas crianças e adolescentes podem sofrer precocemente com as consequências da obesidade e hipertensão, como acidente vascular cerebral e doenças cardiovasculares.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador / Moacir Domingos Rodrigues Júnior - Integrante., Número de produções C, T & A: 2 / Número de orientações: 2

  • 2009 - 2010

    Avaliação Da Condição Física De Estudantes De Educação Física De Bauru, Descrição: A avaliação física é parte inicial e essencial num programa de condicionamento físico individualizado, utilizada para determinação do diagnóstico da condição física. Os diagramas de condicionamento físico são necessários para classificar o indivíduo em uma população específica, no entanto, os instrumentos utilizados atualmente utilizam populações norte americanas. Por este motivo, Bergoc (2007) elaborou recentemente um diagrama de condicionamento físico com universitários de Bauru. O objetivo principal deste trabalho foi determinar um perfil de aptidão física em estudantes de educação física de Bauru. Para tanto, avaliou 29 estudantes (15 mulheres e 14 homens), com idade média de 211 anos, de duas Universidades particulares da cidade de Bauru. O peso corporal (kg) e a altura (m) foram avaliados e utilizados para calcular o índice de massa corporal (IMC). A flexibilidade foi avaliada por meio do teste de sentar e alcançar, utilizando o banco de Wells. Em seguida, os avaliados foram submetidos a um teste de força muscular de membros superiores (flexão de braços) e resistência muscular localizada (RML). A densidade corporal foi estimada pelo método de Jackson e Pollock (2003), utilizando 3 dobras cutâneas e a porcentagem de massa gorda (%G) pela equação de Siri. Após dez minutos sentados, pressão arterial (PA) frequência cardíaca (FC) de repouso foram aferidas, conforme preconizada pelas V Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial (2006). Em seguida, os universitários foram submetidos a um teste ergométrico sub-máximo (esteira, protocolo de Ellestad). Os valores de cada variável foram classificados de acordo com o diagrama proposto por Bergoc (2007) com alunos de uma universidade estadual de Bauru. Os principais resultados deste estudo revelaram que os alunos de algumas universidades particulares de Bauru apresentam uma boa condição física de forma geral, quando comparados aos de universidade pública, uma vez que somente as variáveis FC (74 9 bpm) e RML (4310) para homens e FC (86 15 bpm), PA sistólica (PAS, 117 12 mmHg) e %G (25,15 5,27%) para mulheres, ficaram abaixo da média. As variáveis PAS (120 13 mmHg), %G (10,77 3,48%) e Flexibilidade (328cm) no grupo masculino e Flexibilidade (33 8 cm) e Força (22 12), no grupo feminino, apresentaram-se na média. Por outro lado, as variáveis VO2 (51,30 6,67 mlO2.kg-1.min), PA Diastólica (PAD, 74 9 mmHg) e Força (30 12) no grupo masculino e PAD (70 6 mmHg) e RML (35 12) no grupo feminino foram classificadas como acima da média. Pode-se concluir que os estudantes de educação física de universidades particulares de Bauru apresentam uma boa condição física, quando comparados com outros estudantes educação física de uma universidade estadual. Vale ressaltar a importância de se ter um parâmetro mais próximo à realidade para se obter um perfil de aptidão física, uma vez que etnia, cultura e condições de vida podem interferir diretamente no desempenho das variáveis da aptidão física. Mais estudos neste sentido devem ser realizados para que os resultados sejam mais significativos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador / Rosana Maia Lisboa - Integrante., Número de orientações: 2

  • 2008 - 2010

    TRIENAL (2008-2010) - Papel do exercício físico como prevenção dos efeitos adversos do tratamento com dexametasona no metabolismo e na musculatura esquelética., Descrição: A dexametasona é um glicocorticóide sintético amplamente utilizado no tratamento de inflamações e alergias, mas provoca efeitos colaterais nocivos à saúde, como alteração no metabolismo de açúcar, lipídio e proteína, o que determina patologias como diabetes, obesidade, hipertensão e síndrome metabólica. O exercício físico, por sua vez, está se destacando como uma alternativa importante para a prevenção e tratamento destas patologias, no entanto, há poucos relatos na literatura quanto à prevenção das alterações induzida pelo exercício físico, quando executado antes do tratamento com dexametasona. Dessa forma, o objetivo do presente estudo foi analisar se o treinamento físico (TF) pode prevenir e/ou atenuar os efeitos prejudiciais induzidos pela dexametasona na musculatura esquelética e cardíaca. Ratos machos Wistar (7-8 semanas, 200-250g) foram divididos em 4 grupos: sedentário controle, sedentário tratado com dexametasona, treinado controle e treinado tratado com dexametasona. Os ratos treinados foram submetidos a um TF em esteira por 8 semanas (1 h/dia, 5 dias/semana, 60% cap. máx.). Após o TF, os animais foram submetidos a 10 dias de administração de dexametasona (1mg/kg por dia, ip) ou placebo. Os músculos tibial anterior (TA), sóleo (SOL), extensor digital longo (EDL) e miocárdio foram estudados. Glicemia de jejum, insulinemia, gordura epididimal, glicogênio muscular e a pressão arterial foram analisadas nos animais. A expressão da proteína VEGF nos músculos TA, SOL e no miocárdio foi avaliada por Western Blotting. O tratamento com dexametasona determinou uma perda de peso (-23%), seguida por uma atrofia muscular no músculo TA (-28%) nos ratos sedentários. Por outro lado, a dexametasona aumentou os níveis de insulina sérica (4,7 vezes), gordura epididimal (+53%) e pressão arterial (+36%) nos ratos tratados sedentários, sem alterar a glicemia de jejum. O TF, por sua vez, preveniu o aumento dos níveis de insulina sérica, da gordura epididimal e da pressão arteri. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador., Financiador(es): Fundação para o Desenvolvimento da UNESP - Auxílio financeiro / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 11 / Número de orientações: 7

  • 2008 - 2009

    Prevalência de fatores de risco de doenças cardiovasculares em jogadores de futebol de campo amador., Descrição: No país do futebol, é comum encontrarmos campeonatos amadores de futebol de campo, onde seus participantes desconhecem seu estado de saúde. A prática de esportes sem orientação associada a presença de fatores de risco cardiovascular contribuem para incidentes muitas vezes fatais. Neste sentido, o objetivo do presente trabalho foi verificar a prevalência de fatores de risco para doenças cardiovasculares nos participantes do Torneio de Futebol de Campo do Caiçara Clube de Jaú. Foram avaliados 89 homens (47 anos), participantes do Torneio de Futebol de Campo do Caiçara Clube de Jaú. Todos os participantes responderam a uma anamnese que continha dados referentes à condição de saúde, doenças pré-existentes, condição socioeconômica, medicamentos em uso e prática de atividade física. Após o preenchimento dos questionários os mesmos foram submetidos à avaliação antropométrica (peso, altura, cálculo de índice de massa corporal ? IMC, circunferência da cintura), hemodinâmica (freqüência cardíaca ? FC e pressão arterial ? PA) e de flexibilidade. Os dados são apresentados sob forma de distribuição de freqüência. Cada avaliado tinha de se auto referir como hipertenso ou normotenso. Valores da PA acima de 140x90 mmHg foram considerados elevados segundo a V Diretriz de Hipertensão Arterial. Do total de participantes apenas 9% se declararam ser hipertensos, destes 63% apresentaram PA elevada, sendo que todos faziam uso de medicamento anti-hipertensivo. No entanto, dos 91% que se declararam normotensos, 48% destes apresentaram PA elevada no dia da avaliação. Dentre os normotensos auto referidos 10% fazem uso de medicamento anti-hipertensivo, porém , todos esses apresentaram PA elevada. Dos participantes avaliados 46% estavam com excesso de peso (IMC 25,1?30) e 24% considerados obesos (IMC 30,1), 58% estavam com a circunferência da cintura acima de 94 cm, e 10% eram tabagistas. Quanto ao consumo de álcool, 41% faziam uso de uma a duas vezes na semana e 38% de três ou acima. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador / Thalita Berdu Llevadot - Integrante / Luiza Viola Romani - Integrante., Número de produções C, T & A: 1 / Número de orientações: 1

  • 2007 - 2010

    Efeito Do Treinamento Aeróbio Sobre a Microalbuminúria em Individuos Diabéticos Tipo II, Descrição: O Diabetes tipo II é uma doença de etiologia múltipla, decorrente resistência periférica à ação da insulina. No mundo o diabetes acomete cerca de 245 milhões de pessoas e no Brasil atinge 12 milhões de indivíduos. A nefropatia diabética (ND) é uma complicação crônica do diabetes que afeta a eficiência da atividade renal. Por meio dos valores de albuminúria na urina de 24h pode-se estabelecer o quão avançado está o estágio da patologia. Já está bem estabelecido que o treinamento físico (TF) contribui significativamente para atenuar as complicações do diabetes, no entanto, pouco ainda se sabe sobre os efeitos do TF na microalbuminúria. O objetivo deste trabalho foi identificar os efeitos de um programa de TF sobre a microalbuminúria de pacientes diabéticos. A casuística foi composta por 7 paciente diabéticos e hipertensos, da Unidade Básica de Saúde ?Otávio Rasi?, divididos em um grupo controle (n=4) e um grupo treinado (n=3). Foram realizadas avaliações hemodinâmicas de pressão arterial (PA) e frequência cardíaca (FC); antropométricas (peso, altura e cálculo de índice de massa corporal, IMC); funcionais por meio de testes de esforço submáximo na esteira (estimar o consumo máximo de oxigênio, VO2max) e de flexibilidade (Banco de Wells) antes e após o período de TF (50-75% VO2 máx, 3 vezes por semana, 45 min. de exercício aeróbio e 30 minutos de alongamento, por 3 meses). Os valores de glicemia de jejum e albuminúria de 24h foram avaliados antes e após o programa de exercícios com kits específicos. Foi avaliados também o perfil lipídico destes pacientes. Os dados foram apresentados como médiadesvio padrão da média. A comparação dos efeitos induzidos pelo exercício foi feita pelo teste de variância (ANOVA) de um caminho, com medidas repetidas. O nível de significância foi de p<0,05. Os principais resultados encontrados foram que o TF determinou redução significativa da glicemia de jejum de 175,6328,3 mg/dL para 136,3314,15 mg/dL (-22,4%) acompanhada por uma manutençã. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador., Número de produções C, T & A: 1 / Número de orientações: 4

  • 2007 - 2008

    Prevalência do Sobrepeso e da Obesidade em adolescentes das escolas da Cidade De Duartina, Sp, Descrição: Devido a grande incidência do sobrepeso e da obesidade em crianças e adolescentes, tanto nos países desenvolvidos como nos países em desenvolvimento, tem-se atualmente um quadro alarmante para as autoridades de saúde pública, tendo em vista que há um risco aumentado das crianças e adolescentes com excesso de peso em desenvolver obesidade quando adultos. O objetivo deste estudo foi avaliar a prevalência do sobrepeso e da obesidade em escolares com idade entre 10 e 15 anos de duas escolas (uma pública e uma particular) da cidade de Duartina, interior de São Paulo e correlacionar os resultados obtidos com o nível sócio-econômico, horas de inatividade e condição nutricional dos escolares. Participaram do estudo 151 alunos, sendo 123 da escola pública e 28 da escola particular (74 meninas e 77 meninos). Para a determinação do sobrepeso e obesidade, os participantes tiveram seus pesos (Kg) e altura (m) avaliados. Foram utilizadas tabelas que correlacionam o índice de atividade física (IMC) com faixa etária, conforme sexo, propostas pelos Centers for Disease Control and Prevention ? CDC (2000). Os dados encontrados, abrangendo as duas escolas, mostram que 66% dos alunos eram eutróficos, 17% estavam com sobrepeso, 9% abaixo do peso e 8% eram obesos. A porcentagem de excesso de peso (sobrepeso + obesidade) na escola pública foi de 22%, enquanto que na particular foi de 39%. Quando comparadas as porcentagens com o sexo, os resultados do excesso de peso nas meninas foi de 8% e nos meninos, 42%. Os resultados do presente estudo demonstraram que houve uma correlação positiva entre nível sócio-econômico e percentil de obesidade (r=0,2829, p<0,001) bem como horas de inatividade e percentil de obesidade (r=0,3179, p<0,001). Vale ressaltar que o nível sócio-econômico também influenciou nas horas de inatividade (r=0,3935, p<0,001). No entanto, as correlações feita. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador / Aline Tanaca - Integrante., Número de orientações: 2

  • 2007 - 2008

    Pressão arterial e qualidade de sono em trabalhadores vespertinos e noturnos., Descrição: O ciclo vigília-sono controla a liberação de hormônios durante a noite e determina alterações na pressão arterial (PA) e freqüência cardíaca (FC). Poucos estudos avaliam estas variáveis e a qualidade de sono em trabalhadores noturnos. Este projeto teve como objetivo comparar os valores de PA, FC e a qualidade de sono nos trabalhadores vespertinos e noturnos. Foram avaliados 30 indivíduos (21,71 anos) que trabalhavam em três turnos: vespertino (VES, das 07:00 às 13:00h), noturno (NOT, das 19:00 às 01:00h) e madrugada (MAD, das 0:00 às 06:00h). A PA e FC foram aferidas nos trabalhadores seguindo as recomendações da V DBHA. As aferições foram realizadas no início, meio e término do trabalho. Os funcionários responderam a um questionário que avaliava a qualidade de sono (notas de 1 a 10), incluindo presença ou não de insônia e o tempo de sono. As variáveis PA sistólica (PAS), PA diastólica (PAD), PA média (PAM) e FC são apresentadas como média EPM. Foi utilizado o teste de variância de um caminho, com post-hoc de Tukey e nível de significância p<0,05. Os trabalhadores da MAD apresentaram valores de PAD antes e depois do trabalho maiores que o grupo VES (851 e 842 mmHg vs 733 e 753mmHg, antes e depois, respectivamente). Da mesma forma, a PAM antes do trabalho também foi maior para os trabalhadores da MAD comparados com VES (972 vs 873 mmHg, respectivamente). Os valores de PAS e FC não foram diferentes entre os grupos. Com relação ao tempo que levavam para dormir, os trabalhadores NOT reportaram 7827 min, que foi maior que os trabalhadores VES (173 min). A qualidade do sono era duas vezes melhor para os do grupo VES quando comparados aos NOT e MAD. Estes trabalhadores VES também expressaram melhores notas para como se sentiam ao acordar, quando comparados aos outros dois grupos (81 vs 51 vs 51, VES, NOT e MAD). Dentre os trabalhadores da MAD, alguns relataram sentir freqüentemente tontura (33%), mal estar (44%), dor de cabeça (11%), dor nas costas (55%), sono. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador / Alexander Luis Cândido Mendes - Integrante., Número de orientações: 2

  • 2007 - 2008

    Efeito Do Treinamento Aeróbio Associado Ao Treinamento Resistido nas Variáveis Hemodinâmicas, Flexibilidade e Força em Indivíduos Hipertensos, Descrição: Introdução: A hipertensão tem sido considerada um importante problema de saúde pública e é o principal fator de risco para doenças cardiovasculares. A prescrição de exercícios físicos aeróbios para hipertensos já está bem estabelecida. Exercícios resistidos de baixa intensidade, por sua vez, vêm apresentando respostas positivas no controle pressórico. Entretanto, pouco se sabe sobre a prescrição de exercícios aeróbios conciliados com exercícios resistidos nas variáveis hemodinâmicas de pacientes hipertensos. Objetivo: Com isso o intuito dessa pesquisa foi avaliar o efeito do treinamento aeróbio associado ao treinamento resistido na pressão arterial, freqüência cardíaca, força muscular e flexibilidade. Métodos: Foram avaliados 8 indivíduos (51 4 anos) hipertensos, controlados farmacologicamente e freqüentadores de uma academia de Bauru. Todos os participantes foram submetidos a um teste ergométrico submáximo em esteira, seguindo o protocolo de Ellestad para a determinação de sua condição cardiorrespiratória basal. No dia seguinte, eles realizaram um teste de repetições máximas em onze aparelhos de musculação. Além disso, foram submetidos à avaliações de composição corporal, para determinação de % de gordura corporal e teste de flexibilidade por meio da técnica do ?Banco de Wells. O programa de condicionamento físico (CF) consistiu de exercícios aeróbios (40-60% VO2 máx, 30 min) e resistidos (40?50% RM, 30 min), acompanhados de exercícios de alongamento?, por 10 semanas (3 a 5 vezes/semana). A Pressão Arterial (PA) e a Freqüência Cardíaca (FC) foram aferidas no início e final de cada sessão, por esfigmomanometria e monitor cardíaco, respectivamente. Os resultados são apresentados sob a forma de média erro padrão da média. Diferenças significativas foram verificadas pelo teste ?t student? pareado, com nível de significância p<0,05. Resultados: A eficiência do treinamento foi confirmada pela redução significativa da PA sistólica (PAS, 116 5 vs. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador / Jefferson Martins Felicio - Integrante., Número de produções C, T & A: 1 / Número de orientações: 2

  • 2007 - 2008

    Efeitos do Exercício Físico aeróbio nas alterações induzidas pelo tratamento com dexametasona na musculatura esquelética e cardíaca de animais., Descrição: dexametasona é um glicocorticóide sintético amplamente utilizado no tratamento de inflamações e alergias, mas provoca efeitos colaterais nocivos à saúde, como alteração no metabolismo de açúcar, lipídio e proteína, o que determina patologias como diabetes, obesidade, hipertensão e síndrome metabólica. O exercício físico, por sua vez, está se destacando como uma alternativa importante para a prevenção e tratamento destas patologias, no entanto, há poucos relatos na literatura quanto à prevenção das alterações induzida pelo exercício físico, quando executado antes do tratamento com dexametasona. Dessa forma, o objetivo do presente estudo foi analisar se o treinamento físico (TF) pode prevenir e/ou atenuar os efeitos prejudiciais induzidos pela dexametasona na musculatura esquelética e cardíaca. Ratos machos Wistar (7-8 semanas, 200-250g) foram divididos em 4 grupos: sedentário controle, sedentário tratado com dexametasona, treinado controle e treinado tratado com dexametasona. Os ratos treinados foram submetidos a um TF em esteira por 8 semanas (1 h/dia, 5 dias/semana, 60% cap. máx.). Após o TF, os animais foram submetidos a 10 dias de administração de dexametasona (1mg/kg por dia, ip) ou placebo. Os músculos tibial anterior (TA), sóleo (SOL), extensor digital longo (EDL) e miocárdio foram estudados. Glicemia de jejum, insulinemia, gordura epididimal, glicogênio muscular e a pressão arterial foram analisadas nos animais. A expressão da proteína VEGF nos músculos TA, SOL e no miocárdio foi avaliada por Western Blotting. O tratamento com dexametasona determinou uma perda de peso (-23%), seguida por uma atrofia muscular no músculo TA (-28%) nos ratos sedentários. Por outro lado, a dexametasona aumentou os níveis de insulina sérica (4,7 vezes), gordura epididimal (+53%) e pressão arterial (+36%) nos ratos tratados sedentários, sem alterar a glicemia de jejum. O TF, por sua vez, preveniu o aumento dos níveis de insulina sérica, da gordura epididimal e da pressão arterial. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador / Matheus Barel - Integrante., Número de produções C, T & A: 4 / Número de orientações: 2

  • 2007 - 2008

    Mecanismos Induzidos Pelo Exercício Físico No Controle Da Insuficiência Cardíaca, Descrição: A insuficiência cardíaca (IC) é uma síndrome complexa que se caracteriza por anormalidades da função do ventrículo esquerdo resultando na incapacidade do coração em bombear o sangue em quantidades suficientes para suprir as necessidades metabólicas do organismo. A IC é a via final de quase todos os problemas cardiovasculares e a principal causa de morte no Brasil e no mundo. Sendo assim, a busca por melhores estratégias de tratamento é alvo de vários pesquisadores. Essa ineficiência de bombeamento causa um déficit sanguíneo resultando em inúmeras alterações nos tecidos como no próprio coração, rins, pulmões e musculatura esquelética, o que determina uma incapacidade física. Nos últimos anos, pesquisadores têm se empenhado em investigar as alterações que ocorrem nos tecidos, mais precisamente na musculatura esquelética, para entender as causas da intolerância ao esforço. Têm sido demonstradas algumas modificações tais como alterações no fluxo sanguíneo para a musculatura esquelética causada por uma maior vasoconstrição devido às alterações na biodisponibilidade de óxido nítrico (NO), que tem sua ação inibida quando oxidado pelas espécies reativas de oxigênio que estão presentes em maiores quantidades no paciente com IC. Existem enzimas antioxidativas que atuam contra a ação destas espécies reativas de oxigênio, porém elas estão diminuídas nestes indivíduos. Como agravante, as citocinas inflamatórias que atuam inibindo a ação das enzimas antioxidativas também estão presentes em quantidades elevadas na IC. Estas citocinas afetam diretamente o metabolismo, a quantidades de enzimas oxidativas e glicolíticas, bem como no tipo e quantidade de fibras musculares, afetando assim a função muscular. Diversos fármacos vêm sendo utilizados para o tratamento da IC, no entanto, o treinamento físico (TF) tem sido considerado como uma importante estratégia coadjuvante ao tratamento farmacológico. Pode-se observar nesta revisão que programas de TF com períodos de 3 meses, 3 a 4 vezes. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador / Keli Aparecida Frontarolli - Integrante., Número de orientações: 2

  • 2006 - 2008

    Determinação de Diagrama De Condicionamento Físico Em Estudantes Universitários, Descrição: A avaliação física é parte inicial e essencial num programa de condicionamento físico individualizado, utilizada para determinação do diagnóstico da condição física. Os diagramas de condicionamento físico são necessários para classificar o indivíduo em uma população específica. Atualmente, o diagrama mais utilizado baseia-se na população Norte-Americana (Pollock, 1989), no entanto, diferenças étnicas, sociais e culturais podem influenciar os resultados. Portanto o objetivo deste trabalho foi elaborar um diagrama de perfil de condicionamento físico para população na faixa etária de 18 a 29 anos de idade, por meio de avaliações físicas realizadas em alunos de Licenciatura em Educação Física, do Departamento de Educação Física da UNESP de Bauru. Foram avaliados 95 mulheres (21 1 anos) e 99 homens (21 1 anos). Todos os participantes foram submetidos à várias avaliações para a obtenção dos valores individuais de escore T para cada variável analisada entre elas: peso, altura, índice de massa corporal (IMC), porcentagem de gordura (%G), pressão arterial (PA), freqüência cardíaca (FC), consumo máximo de oxigênio (VO2max); flexibilidade, força muscular e resistência muscular localizada (RML). Os valores de escore T foram obtidos pelas médias norte-americanas (Pollock) e em seguida foram obtidos os valores de escore T por meio das médias obtidas com alunos da UNESP. Para se determinar o perfil de avaliação, os valores obtidos de cada variável dos estudantes foram agrupados em valores de 5%. A cada 3 valores de 5% foi feita uma classificação da condição física conforme proposta por Pollock. Os valores médios de escore T obtidos pelas médias da UNESP das variáveis FC (501%), PAS (501%), PAD (501%) e Flexibilidade (501%) foram maiores que aqueles apresentados pelo Pollock para as mulheres (p<0,05). Somente os valores de RML (501%) foram subestimados para a UNESP em relação ao Pollock (521%). As variáveis VO2max e %G obtiveram valores de escore T semelhantes entre as am. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador / Rodrigo Dutra Bergoc - Integrante / Rosana Maia Lisboa - Integrante., Número de produções C, T & A: 1 / Número de orientações: 2

  • 2006 - 2007

    Exercício Físico No Controle Da Obesidade Associada A Diabetes: Relato de experiência, Descrição: A obesidade é uma doença que vem aumentando sua incidência de forma preocupante, não somente em nosso país, mas em quase todos os países do mundo. Esta doença atinge atualmente 70% da população americana e, ao contrário do que se acreditava, tem atingido também países subdesenvolvidos, como o Brasil, que apresenta 40% de sua população com sobrepeso e obesidade. Sabe-se que as causas obesidade envolvem uma variedade de fatores que podem ser genéticos, metabólicos, fisiológicos, comportamentais, ambientais, e outros. Existem estudos que comprovam a existência de várias co-morbidades ligadas à obesidade, dentre as quais podemos destacar a diabetes tipo 2, a hipertensão, as doenças coronárias, o acidente vascular cerebral, etc. O exercício físico regular, associado a uma dieta balanceada, tem apresentado resultados positivos significativos, pois além de conseguir a redução no peso corporal, tem melhorado a qualidade de vida do indivíduo. A redução do peso corporal através do exercício físico implica na redução direta de gordura corporal, além de minimizar perda de massa muscular. Considerando o exposto acima o objetivo deste trabalho será avaliar o efeito de um programa individualizado de exercícios físicos associado a uma dieta hipocalórica em uma paciente obesa e diabética tipo 2. Para tanto será aplicado um programa de exercícios físicos supervisionados, associado a uma dieta balanceada por 6 meses. O programa será aplicado em uma paciente de 57 anos, branca, com grau de obesidade mórbida (IMC de 50,51 Kg/m2), portadora de diabetes tipo 2, pré-hipertensa e com uma complicação osteoarticular no tornozelo que vem se agravando proporcionalmente ao ganho de peso. Inicialmente ao programa, serão realizadas avaliações clínicas (cardiologista), antropométricas (peso, altura, cálculo de índice de massa corporal) e funcionais (teste ergométrico em ciclo ergômetro), que permitirão a elaboração da prescrição dos exercícios físicos. A paciente será submetida a uma consulta com. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador / André Luiz Ferreira - Integrante., Número de orientações: 1

  • 2006 - 2007

    Fatores que influenciam na adesão e aderência a um programa de exercícios físicos supervisionados, Descrição: Diversos estudos mostram a importância da prática regular de exercícios físicos, que oferece inúmeros benefícios, tanto fisiológicos como também na esfera psicológica, sendo apontado como prevenção e tratamento para diversos males de saúde e também para obtenção de um estilo de vida saudável. Apesar das vantagens do exercício físico, grande parte da população é inativa ou se exercita em níveis insuficientes para alcançar resultados satisfatórios para saúde. Muitas pessoas não conseguem se manter na prática por longos períodos, abandonando após pouco tempo. Muitos fatores podem contribuir para a adesão e aderência a um programa de exercícios físicos, como os fatores pessoais (idade, sexo, grau de escolaridade, nível socioeconômico.), fatores ambientais, psicológicos e também as características do exercício físico. Neste sentido, é importante o conhecimento desses fatores para a determinação de estratégias que facilitem a adesão e conseqüentemente a aderência das pessoas por longos períodos de tempo nos programas de condicionamento físico. O objetivo deste trabalho foi analisar os possíveis fatores que contribuem para a adesão e aderência em um programa de exercícios físicos supervisionados de indivíduos participantes do Projeto Qualidade de Vida (PQV), do Departamento de Educação Física da Unesp, e do Programa de Condicionamento Físico (PCF), do Serviço Social do Comércio (SESC Bauru). A população foi constituída de indivíduos de ambos os sexos, com faixa etária entre 20 a 75 anos. Num primeiro momento foi utilizado um questionário composto de questões relacionadas aos aspectos sócio-demograficos e aos fatores que facilitaram a adesão. Após quatro meses, os participantes, inclusive os desistentes, foram reavaliados, respondendo quais as razões que o levaram a permanecer ou desistir do programa de exercícios físicos supervisionados. Os valores foram analisados como distribuição de freqüência e indicam o perfil dos praticantes de exercícios físicos dos programas avalia. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador / Julio Henrique Sakamoto Peres - Integrante.

  • 2005 - 2008

    TRIENAL - Comportamento da expressão do fator de crescimento de vasos - VEGF- em diferentes períodos de treinamento físico em ratos e ratas hipertensos., Descrição: O exercício físico vem sendo utilizado como forma não farmacológica no controle da pressão arterial porque, dentre outros fatores, promove a angiogênese na musculatura esquelética, que, por sua vez, se contrapõe à rarefação. Diversos fatores contribuem para essa adaptação, porém o principal é o Fator de Crescimento Endotelial (VEGF). O VEGF tem sua expressão aumentada após estimulação elétrica de baixa intensidade ou exercício físico. Tem sido demonstrado que o exercício físico agudo aumenta a expressão de VEGF significativamente, a qual retorna próximo aos valores basais em 24 horas. Por outro lado, após oito semanas de treinamento físico, o VEGF tem seus valores diminuídos mesmo na presença de uma capilarização aumentada. Tendo em vista esse panorama, o objetivo desse trabalho foi avaliar mais detalhadamente o comportamento da expressão de VEGF na musculatura esquelética (tibial anterior e temporal) e cardíaca após treinamento físico de 1 dia, 3 dias, 7 dias e 3 meses em ratas normotensas (Wistar-Kyoto - WKY) e espontaneamente hipertensas (SHR). Foram utilizadas 80 ratas, 40 WKY e 40 SHR, que foram submetidas aos períodos supracitados de treinamento físico, em esteira ergométrica, ou mantidas sedentárias pelo mesmo período de tempo. Observou-se que após 1 dia de exercício a expressão de VEGF não foi alterada em nenhum dos músculos analisados. Após 3 dias de treinamento físico a expressão de VEGF aumentou significativamente no músculo tibial anterior tanto nas WKY (+14%) como nas SHR (+9,2%). Esse aumento não foi observado no músculo cardíaco e no músculo temporal. Após 3 meses de treinamento físico a expressão de VEGF retornou aos valores iniciais. Em conclusão, esses resultados sugerem que o VEGF é responsável por disparar a resposta inicial de aumento de vasos induzido pelo exercício físico, no entanto quando a angiogênese está presente ele não se faz mais necessário. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador / Ronaldo Pedroso - Integrante / Thiago Jose Dionisio - Integrante., Número de orientações: 4

  • 2005 - 2006

    Efeito de um programa de condicionamento físico na flexibilidade de idosos, Descrição: Durante o processo do envelhecimento, acontecem mudanças fisiológicas no organismo que contribuem para que várias funções se declinem e, o estilo de vida que o indivíduo leva, acelera ou diminui esse processo. Desse modo, os idosos perdem a sua capacidade funcional, o que afeta a realização das atividades de vida diária (AVD). A falta de flexibilidade contribui significativamente para o desenvolvimento de doenças que acometem o sistema musculoesquelético, o que afasta grande parcela da população de suas atividades cotidianas e profissionais. O exercício físico é um dos fatores que têm contribuído para que essas mudanças no organismo ocorram de modo desacelerado, melhorando a qualidade de vida das pessoas, principalmente a dos idosos, favorecendo a manutenção das AVDs e da independência. Além dos benefícios fisiológicos, têm-se demonstrado que o exercício físico promove a melhora da auto-estima, da autoconfiança, da independência, favorece o convívio social, reduz a depressão e melhora a saúde no idoso. O objetivo desse trabalho foi comparar o efeito do exercício aeróbio associado a exercício de alongamento na flexibilidade de mulheres jovens e idosas. A amostra foi composta de 20 mulheres, funcionárias da Divisão Regional de Saúde DIR-X de Bauru e núcleo de saúde Otávio Rasi e dividida em 2 grupos: mulheres idosas (61 anos, n=12) e mulheres jovens (43 anos, n=8), submetidas a um programa de condicionamento físico por 4 meses (3 vezes por semana, 80 minutos cada sessão, 60% a 70% do VO2 max). Foi realizada avaliação cardiorespiratória por meio de teste submáximo em esteira, avaliação antropométrica, cálculo de índice de massa corpórea (IMC) e teste de flexibilidade, pelo teste de sentar e alcançar. Os dados são apresentados em forma de média e EPM. Foi utilizado teste ?t? de Student para comparação antes e após o condicionamento físico. Foi observado que não houve correlação entre idade e falta de flexibilidade. O exercício Físico determinou aumento de 19,7% e 14. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador / Nubia do Carmo Corredor - Integrante., Número de orientações: 2

  • 2004 - 2005

    Resposta do Perfil lipídico a um programa de exercício físico supervisionado, Descrição: Este projeto teve por objetivo avaliar o perfil antropométrico, o perfil lipídico e a capacidade funcional dos trabalhadores da saúde. Após 16 semanas de aplicação do exercício físico supervisionado, foi possível realizar uma análise comparativa entre pré e pós-exercício na população estudada. Apesar dos valores de peso e índice de massa corporal não se alterarem significativamente, a flexilbilidade aumentou 14% (p<0,05) e a % de Gordura corporal reduziu significativamente (p<0,05), apontando uma melhora em 20%. Quanto aos valores hemodinâmicos, não observamos alterações muito significativas, mas que podem ser explicadas pela grande variabilidade dentro do grupo. Em média, a pressão arterial sistólica (PAS) variou cerca de 6% e a pressão arterial diastólica (PAD) 2%. No entanto, quando estes valores formam observados individualmente, observamos que quem possuía valores maiores de PA no início do treinamento apresentou melhores quedas. Os valores relacionados ao perfil lipídico também foram comparados. Observou-se mudanças nos parâmetros de Glicemia, com redução significativa em seus valores de 15% (p<0,05). Quanto às frações de colesterol total, observou-se aumento de HDL-Colesterol (25%), apesar de não haver alterações significativas de LDL-Colesterol, triglicerídeos e colesterol total. Desta forma, pode se observar que após 4 meses de intervenção, mesmo não havendo melhoras em todos os parâmetros estudados, demonstramos que exercício físico supervisionado pode ser utilizado como ferramenta de prevenção e tratamento de doenças, pois melhora alguns parâmetros antropométricos e bioquímicos. Esses resultados podem demonstrar tendência de melhora se realizado em um período de intervenção maior e com acompanhamento nutricional.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador / Carlos Santana Trindade - Integrante., Financiador(es): Programa de Apoio à Extensão Universitária Voltado Às Políticas Públicas - Bolsa.

  • 2004 - 2005

    Incidência do uso de ergogênicos nutricionais no exercício e no esporte e o perfil dos usuários na cidade de Bauru, Descrição: Atualmente, há um maior número de adeptos de práticas de exercícios físicos e esportes de alto rendimento, e por confiarem que os ergogênicos nutricionais podem influenciar positivamente na força, potencializar a hipertrofia muscular, aumentar o desempenho atlético, abrandar e/ou diminuir o tempo de recuperação de lesões ou simplesmente melhorar a saúde, inúmeras pessoas utilizam-se desses recursos. Sendo assim, o presente trabalho verificou a incidência do uso desses recursos e o perfil do usuário na cidade de Bauru, coletando os dados em academias de musculação, hidroginástica, natação, escolas de danças, lutas e artes marciais e também no esporte de alto nível através de um questionário objetivo. Para tanto, foram estudados 106 indivíduos voluntários, os quais faziam uso dos ergogênicos nutricionais. Os resultados mostraram que dentre os praticantes de exercício físico ? não atletas a atividade mais praticada foi o exercício resistido (88%) e os ergogênicos mais utilizados por eles foram a maltodextrina (65%), o whey protein (37%) e a creatina (33%), tendo como finalidade a hipertrofia muscular, indicados pelo professor. Nos esportes de alto rendimento, além da parte específica de cada modalidade o exercício resistido também foi o mais praticado (63%) e os ergogênicos nutricionais mais usados foram a maltodextrina (59%), a creatina (54%) e os aminoácidos (41%), todos indicados pelo preparador físico com a finalidade de aumentar a capacidade aeróbia e complementação alimentar. Concluiu-se então que, a maior parte dos avaliados não são orientados por especialistas de nutrição e, por isso, muitas vezes fazem uso de ergogênicos nutricionais de forma equivocada, desconhecendo os efeitos dos recursos por eles utilizados.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Coordenador / Raphael Pelegrina Pieroni - Integrante., Número de orientações: 1

  • 2004 - 2005

    Efeito do exercício físico regular sobre os níveis pressóricos de hipertensos submetidos a diferentes formas de tratamento medicamentoso: Estudo a partir do núcleo de Saúde do Bairr OTÁVIO RASI, BAURU, SÃO PAULO, Descrição: Resultados anteriores demonstram que o exercício físico pode ser uma importante opção de tratamento na hipertensão. Contudo, há muito conhecimento ainda a ser produzido sobre o assunto e, devido à escassez de pesquisas desta natureza em nosso meio, faz-se necessária realização de investigações que possam responder a questões que ainda carecem de resposta. Com este intuito, o presente trabalho busca obter respostas a essas perguntas, observando adultos e idosos hipertensos submetidos a um programa de treinamento físico aliado a distintos esquemas terapêuticos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Integrante / Fernando Cadamuro da Silva - Integrante / Henrique Luiz Monteiro - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

  • 2004 - 2004

    Atividade física e hipertensão arterial: economia no tratamento ambulatorial após um ano de exercícios periodizados, Descrição: Este projeto visou fazer uma análise detalhada dos gastos ambulatoriais, de exames e consultas apresentados pelo Núcleo de Saúde "Otavio Rasi" para um grupos de pacientes hipertensos e diabéticos. Após análise retrospecitva dos prontuários dos pacientes, foi realizada uma comparação entre o período de um ano antes e um ano após de ingressarem num serviço de condicionamento físico supervisionado. Pode-se concluir que após um ano de exercícios regulares, os pacientes reduziram o número de consultas, exames e medicamentos utilizados, totalizando uma economia de 25%.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Sandra Lia do Amaral Cardoso - Integrante / Henrique Luiz Monteiro - Coordenador / Livia M C Rolim - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Bolsa., Número de produções C, T & A: 1

Seção coletada automaticamente pelo Escavador

Prêmios

2020

Menção Honrosa de melhor trabalho no Simpósio Brasileiro de Fisiologia Cardiovascular para a aluna Lidieli Pazin Tardelli, Sociedade Brasileira de Fisiologia Cardiovascular.

2019

Menção Honrosa de melhor trabalho no Simpósio Brasileiro de Fisiologia Cardiovascular para a aluna Danyelle Siqueira Miotto, Sociedade Brasileira de Fisiologia Cardiovascular.

2018

Menção Honrosa pelo trabalho apresentado no Simpósio Brasileiro de Fisiologia Cardiovascular para a aluna Mayara F Fabricio, Sociedade Brasileira de Fisiologia Cardiovascular.

2018

Primeiro melhor trabalho oral apresentado para a aluna Melissa G Ligeiro, Congresso Nacional de Educação Física.

2016

Prêmio do Departamento de Educação Física - Pesquisa Aplicada - 3o lugar - para aluno André M Jacomini, Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo.

2016

Premio de Menção Honrosa para aluna Danyelle Miotto, Congresso Nacional de Educação Física.

2016

Menção Honrosa para a aluna Naiara A Herrera, Sociedade Brasileira de Hipertensão..

2015

Terceiro melhor trabalho oral apresentado para o aluno Isley de Jesus., International Society of Hypertension..

2014

Menção Honrosa para o trabalho do aluno Thiago José Dionísio, Sociedade Brasileira de Hipertensão.

2014

Young Investigator Travel Award para a aluna Francine Duchatsch, Interamerican Society of Hypertension.

2013

Menção Honrosa pelo Prêmio de segundo lugar no "Pôster Comentado" para aluna Lidiane M Souza, Departamento de Educação Física da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo.

2013

10 melhores Trabalhos da categoria Área Iniciação Científica para aluna Paula B Constantino, Sociedade Brasileira de Hipertensão.

2013

10 melhores Trabalhos da categoria Área Iniciação Científica para aluna Lidiane M de SOouza, Sociedade Brasileira de Hipertensão.

2013

Menção Honrosa de melhor trabalho no Congresso Nacional de Educação Física para a aluna Francine Duchatsch, Departamento de Educação Física UNESP Bauru.

2012

Melhor trabalho Pôster apresentado na categoria Genética e esportes - Aluno Thiago José Dionísio, UNIFESP.

2010

Segundo melhor trabalho no formato - aluno Moacir Domingos Rodrigues júnior, CONEF.

2009

Menção honrosa - trabalho da aluna Luana Farias de Oliveira, SIICUSP.

2009

Terceiro melhor trabalho no formato - Aluna Luana Farias de Oliveira, CONEF.

2008

Prêmio Amil-SBH de incentivo à Pesquisa - Aluno Thiago José Dionísio, Sociedade Brasileira de Hipertensão.

2008

Prêmio Amil-SBH de incentivo à Pesquisa - Aluno Alexander Luiz Candido Mendes, Sociedade Brasileira de Hipertensão.

2007

Honra ao Mérito com o trabalho do Aluno Matheus Barel, Federação de Sociedades de Biologia Experimental FESBE.

2007

Menção Honrosa na edição 2007 do Prêmio Osório de Almeida - com o trabalho do aluno Rafael A.F.Oliveira, Federação de Sociedades de Biologia Experimental FESBE.

2007

Menção Honrosa com o trabalho do aluno Rafael Martins Andrade, XIX Congresso de Iniciação Científica da UNESP.

2007

1o Lugar na Comunicação oral do aluno Rafael Martins Andrade, 4o Congresso de Extensão Universitária da UNESP.

2006

Wiederhelm Award, Microcirculatory Society.

2006

Young Investigator para aluna Lylian Seganfredo Sanchez, European Society of Hypertension.

2005

IASH Travel Award - Young Investigator Travel Grants, Inter-American Society of Hypertension.

2000

Young Investigator Travel Grant, International Society of Hypertension.

1996

Jovem Investigador, Sociedade Brasileira de Hipertensão.

1995

Jovem Investigador, Sociedade Brasileira de Hipertensão.

Histórico profissional

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Endereço profissional

  • Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Faculdade de Ciências de Bauru, Departamento de Educação Física. , Av.Eng Luiz Edmundo Carrijo Coube 14-01, Vargem Limpa, 17033360 - Bauru, SP - Brasil, Telefone: (14) 31036082

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Experiência profissional

2015 - Atual

Faculdade de Odontologia de Bauru - USP

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: colaborador em pesquisas, Carga horária: 4

2017 - Atual

Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Associado, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

2004 - 2017

Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Assistente, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Atividades

  • 04/2019

    Direção e administração, Faculdade de Ciências de Bauru, .,Cargo ou função, Coordenadora da Comissão de Ética no Uso de Animais - CEUA da Faculdade de Ciências da UNESP, Campus de Bauru.

  • 09/2017

    Direção e administração, Faculdade de Ciências de Bauru, Departamento de Educação Física.,Cargo ou função, Membro titular do Conselho do Departamento de Educação Física.

  • 06/2015

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Universidade Estadual Paulista, .,Cargo ou função, Membro suplente da Comissão Gestora do Centro de Pesquisas em Animais da UNESP.

  • 12/2011

    Direção e administração, Faculdade de Ciências de Bauru, .,Cargo ou função, Coordenador do Biotério de Manutenção da Faculdade de Ciências.

  • 09/2007

    Outras atividades técnico-científicas , Faculdade de Ciências de Bauru, Faculdade de Ciências de Bauru.,Atividade realizada, Credenciamento na Pós graduação - mestrado e doutorado no Programa Interinstitucional de Pós graduação em Ciências Fisiológicas - UFSCAR/UNESP.

  • 03/2006

    Pesquisa e desenvolvimento , Faculdade de Ciências de Bauru, Departamento de Educação Física.,Linhas de pesquisa

  • 01/2005

    Pesquisa e desenvolvimento , Faculdade de Ciências de Bauru, Departamento de Educação Física.,Linhas de pesquisa

  • 08/2019 - 12/2019

    Ensino, Educacao Fisica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Farmacologia- 2 créditos - Integral e Noturno, Fisiopatologia e Tratamento pelo Exercício: Hipertensão e Cardiopatia I - 2 créditos - integral e noturno , Estágio em Fisiopatologia e Tratamento pelo Exercício: Hipertensão e Cardiopatia I - 3 créditos - integral e noturno

  • 08/2019 - 12/2019

    Estágios , Faculdade de Ciências de Bauru, Departamento de Educação Física.,Estágio realizado, Supervisão de Estágio Docência para a aluna Danyelle Siqueira Miotto na disciplina farmacologia, período integral.

  • 08/2019 - 11/2019

    Ensino, Ciências Fisiológicas, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Regulação autonômica da Pressão Arterial e do fluxo sanguíneo durante o repouso e exercício , 60h, 6 créditos

  • 11/2017 - 11/2019

    Direção e administração, Faculdade de Ciências de Bauru, .,Cargo ou função, Membro docente titular da Congregação da Faculdade de Ciências.

  • 02/2019 - 07/2019

    Ensino, Educacao Fisica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Educação em Saúde - Integral e Noturno, 45 horas cada, 40 alunos em cada. (5 créditos cada), Estagio supervisionado em Fisiopatologia e Tratamento pelo exercício físico: Hipertensão e Cardiopatia II - Integral e Noturno, 30 horas cada (2 créditos cada), Fisiopatologia e Tratamento pelo exercício físico: Hipertensão e Cardiopatia II - Integral e Noturno, 3 créditos (45 horas) cada, Práticas formativas em Educação em Saúde - Integral e Noturno, 15 horas cada, 40 alunos em cada.

  • 02/2019 - 07/2019

    Estágios , Faculdade de Ciências de Bauru, Departamento de Educação Física.,Estágio realizado, Supervisão de Estágio docência para a aluna Francine Duchatsch Ribeiro de Souza, na disciplina Fisiopatologia e tratamento pelo exercício II, integral..

  • 08/2018 - 12/2018

    Ensino, Educação Física, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Estágio em Fisiopatologia Tratamento pelo exercício: hipertensão e cardiopatias I, integral e noturno , 30 créditos cada, 60 créditos no total, Fisiopatologia Tratamento pelo exercício: hipertensão e cardiopatias I, integral e noturno , 30 créditos cada, 60 créditos no total. , Farmacologia - Integral e Noturno, 30 créditos cada (total 60 créditos), , Medidas e Avaliação em Educação física, integral e Noturno, 45 créditos cada (total 90 créditos), Práticas formativas em Medidas e Avaliação em Educação física, integral e Noturno, 15 créditos cada (total 30 créditos

  • 08/2018 - 12/2018

    Estágios , Faculdade de Ciências de Bauru, Departamento de Educação Física.,Estágio realizado, Supervisão de Estágio docência para a aluna Thais Delacosta.

  • 02/2018 - 07/2018

    Ensino, Educação Física, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Estágio em Fisiopatologia e Tratamento pelo exercício: Hipertensão e cardiopatias II - Integral e Noturno, 45h cada - total de 90h, Fisiopatologia de Tratamento pelo exercício: Hipertensão e Cardiopatias II - Integral e Noturno, 30 horas cada, total de 60h

  • 02/2018 - 07/2018

    Ensino, Educacao Fisica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, farmacologia integral e noturno, 30 créditos cada, 60 créditos no total

  • 02/2018 - 06/2018

    Estágios , Faculdade de Ciências de Bauru, Departamento de Educação Física.,Estágio realizado, Supervisão de Estágio docência na disciplina Fisiopatologia e tratamento pelo exercício: hipertensão e cardiopatias II - aluno Gabriel Kuga.

  • 08/2017 - 12/2017

    Ensino, Educacao Fisica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Fisiopatologia e Tratamento pelo exercício: hipertensão e cardiopatias I - integral, 30 horas

  • 08/2017 - 12/2017

    Ensino, Educacao Fisica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Farmacologia integral e Noturno, 30h cada - Total de 60h

  • 08/2017 - 12/2017

    Ensino, Educação Física, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Fisiopatologia e Tratamento pelo exercício: hipertensão e cardiopatias II - integral, 30 horas

  • 08/2017 - 12/2017

    Ensino, Educação Física, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Estágio em Fisiopatologia e Tratamento pelo exercício: hipertensão e cardiopatias II - integral, 45 horas

  • 08/2017 - 12/2017

    Ensino, Educação Física, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Estágio em Fisiopatologia e Tratamento pelo exercício: hipertensão e cardiopatias I - integral, 30 horas

  • 09/2017 - 11/2017

    Ensino, Programa Interinstitucional de Pós-Graduação, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Regulação autonômica da pressão arterial e fluxo sanguíneo durante repouso e exercício - 60h - 6 alunos

  • 03/2017 - 08/2017

    Ensino, Educação Física, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Fisiopatologia e tratamento pelo exercício: hipertensão e cardiopatia I, turma noturno, 30 horas, Fisiopatologia e tratamento pelo exercício: hipertensão e cardiopatia II, turma noturno, 30 horas, Fisiopatologia e tratamento pelo exercício: hipertensão e cardiopatia I, turma Integral, 30 horas

  • 03/2015 - 03/2017

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Faculdade de Ciências de Bauru, .,Cargo ou função, Vice-Coordenador do Comitê de Ética da Faculdade de Ciências - Bauru.

  • 08/2016 - 12/2016

    Ensino, Educação Física, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Estágio em fisiopatologia e tratamento pelo exercício: hipertensão e cardiopatia II, para alunos do integrak, 15 alunos, carga horária de 45h, Farmacologia, para alunos do integral, 16 alunos, carga horária de 30h, Farmacologia para alunos do noturno, 23 alunos, carga horária de 30h, Fisiopatologia e tratamento pelo exercício: hipertensão e cardiopatia II, para alunos do integral, 17 alunos, carga horária de 30h

  • 08/2016 - 12/2016

    Estágios , Faculdade de Ciências de Bauru, Departamento de Educação Física.,Estágio realizado, Supervisão de estágio de docência na disciplina de Farmacologia - Aluna Naiara Araujo Herrera.

  • 03/2016 - 12/2016

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Universidade Estadual Paulista, .,Cargo ou função, Membro titular da Comissão de Biotérios da UNESP.

  • 09/2016 - 11/2016

    Ensino, PIPGCF UFSCAR / UNESP, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Regulação autonômica da Pressão Arterial e do fluxo sanguíneo durante o repouso e exercício , 60h

  • 03/2016 - 07/2016

    Ensino, Educacao Fisica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Fisiopatologia e tratamento pelo exercício físico: hipertensão e cardiopatia I, para alunos do Integral, 19 alunos, carga horária 30h., Fisiopatologia e tratamento pelo exercício físico: hipertensão e cardiopatia I, para alunos do noturno, 33 alunos, carga horária 30h., Estágio em Fisiopatologia e tratamento pelo exercício: hipertensão e cardiopatia I, para alunos do integral, 21 alunos, carga horária de 30h, Estágio em Fisiopatologia e tratamento pelo exercício: hipertensão e cardiopatia I, para alunos no noturno, 33 alunos, carga horária de 30h., Fisiopatologia e tratamento pelo exercício: hipertensão e cardiopatia II, para alunos no noturno, 33 alunos, carga horaria de 30h., Estágio em fisiopatologia e tratamento pelo exercício: hipertensão e cardiopatia II, para alunos do noturno, 33 alunos, carga horária de 45h.

  • 09/2015 - 02/2016

    Ensino, Abi - Educação Física, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Estagio em Fisiopatologia e tratamento pelo exercício : hipertensão e cardiopatia II - 8 termo - 26 alunos - integral 45h, Farmacologia - termo 6- - 21 alunos, integral, 30h, Fisiopatologia e tratamento pelo exercício : hipertensão e cardiopatia II - 8 termo - 26 alunos - integral - 30h , Farmacologia , noturno, 30h

  • 09/2015 - 01/2016

    Estágios , Faculdade de Ciências de Bauru, Departamento de Educação Física.,Estágio realizado, Supervisão de estágio de docência para disciplina Fisiopatologia e controle pelo exercício: hipertensão e Cardiopatia II - aluno André Luis de Oliveira Krug.

  • 03/2014 - 09/2015

    Pesquisa e desenvolvimento , Faculdade de Ciências de Bauru, Departamento de Educação Física.,Linhas de pesquisa

  • 04/2015 - 08/2015

    Ensino, Abi - Educação Física, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Aprofundamento em Fisiologia Neuro-endócrino e cardiovascular no repouso e exercício - Integral, 60h, 25 alunos, Estágio supervisionado em Fisiopatologia e Prevenção pelo exercício: hipertensão e Cardiopatias l - integral - 30h - 31 alunos, Estágio supervisionado em Fisiopatologia e Prevenção pelo exercício: hipertensão e Cardiopatias l - Noturno - 30h- 33 alunos, Fisiopatologia e Prevenção pelo exercício físico: hipertensão e Cardiopatias l - integral - 30h - 31 alunos, Fisiopatologia e Prevenção pelo exercício físico: hipertensão e Cardiopatias l - Noturno - 30h - 33 alunos

  • 04/2015 - 08/2015

    Estágios , Faculdade de Ciências de Bauru, Departamento de Educação Física.,Estágio realizado, Supervisão de Estágio de docência na Disciplina Aprofundamento em Fisiologia Neuro-endócrina e cardiovascular no repouso e exercício - aluno Anderson Geremias Macedo.

  • 06/2015 - 06/2015

    Ensino, Educação Física, Nível: Especialização,Disciplinas ministradas, Ajustes cardiovasculares do exercício e efeitos do treinamento físico

  • 06/2012 - 06/2015

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Universidade Estadual Paulista, .,Cargo ou função, Membro titular da Comissão Gestora do Centro de Pesquisas em Animais da UNESP.

  • 11/2014 - 03/2015

    Ensino, Educacao Fisica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Avaliação e Prescrição de exercícios - integral - 3 alunos - 5 créditos, Avaliação e Prescrição de exercícios - integral - 6 alunos - 5 créditos, Farmacologia - Bacharelado - integral - alunos - 4 créditos, Medidas e Avaliação em Educação Física - 2o integral - 31 alunos - 3 créditos, Medidas e Avaliação em Educação Física - 3o noturno - 31 alunos - 3 créditos, Práticas Formativas em Medidas e Avaliação em Educação Física - 2 integral - alunos - 1 crédito , Práticas Formativas em Medidas e Avaliação em Educação Física - 3 noturno - alunos - 1 crédito

  • 07/2013 - 03/2015

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Faculdade de Ciências de Bauru, .,Cargo ou função, Vice-Coordenador do Comitê de Ética da Faculdade de Ciências - Bauru.

  • 03/2014 - 12/2014

    Extensão universitária , Faculdade de Ciências de Bauru, Departamento de Educação Física.,Atividade de extensão realizada, Colaboradora no projeto "Idoso Ativo",.

  • 10/2004 - 12/2014

    Extensão universitária , Faculdade de Ciências de Bauru, Departamento de Educação Física.,Atividade de extensão realizada, Coordenadora do Projeto "Qualidade de Vida" -atende cerca de 30 pessoas.

  • 08/2004 - 12/2014

    Extensão universitária , Faculdade de Ciências de Bauru, Departamento de Educação Física.,Atividade de extensão realizada, Colaboradora no projeto Atividades Físicas para Portadores de Hipertensão e Diabetes pertencentes ao Núcleo de Saúde "Otavio Rasi" - Atende em torno de 30 pessoas.

  • 09/2014 - 11/2014

    Ensino, PIPGCF UFSCAR / UNESP, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Regulação autonômica da Pressão Arterial e do fluxo sanguíneo durante o repouso e exercício - 6 crédito

  • 08/2013 - 12/2013

    Ensino, Educacao Fisica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Avaliação e Prescrição de Exercícios - Turmas 3o integral e 3o noturno - 54 alunos, 5 créditos cada

  • 08/2013 - 12/2013

    Ensino, Abi - Educação Física, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Medidas e Avaliação em Educação Física - 2o integral - 31 alunos - 4 créditos

  • 09/2013 - 11/2013

    Ensino, Programa Interinstitucional de Pós-Graduação, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Regulação autonômica da Pressão Arterial e do fluxo sanguíneo durante o repouso e exercício - 6 créditos

  • 09/2011 - 10/2013

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Faculdade de Ciências de Bauru, Departamento de Educação Física.,Cargo ou função, Membro titular do Conselho Departamental do Departamento de Educação Física.

  • 08/2012 - 12/2012

    Ensino, Educacao Fisica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Avaliação e Prescrição de Exercícios, 6 termo integral, 5 créditos, 22 alunos, 75 horas, Avaliação e Prescrição de Exercícios, 6 termo, noturno, 5 créditos, 20 alunos, 75 horas

  • 08/2012 - 11/2012

    Ensino, Programa Interinstitucional de Pós-Graduação, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Regulação autonômica da Pressão Arterial e do fluxo sanguíneo durante o repouso e exercício

  • 03/2012 - 07/2012

    Ensino, Educação Física, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Processo de Produção de Conhecimento Científico em Educação Física II, turma Integral (30 alunos) e Noturno (30 alunos), 3 créditos cada

  • 03/2008 - 03/2012

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Faculdade de Medicina de Botucatu, Departamento de Enfermagem.,Cargo ou função, Membro Titular do Conselho da Residência Multiprofissional em Saúde da Família.

  • 08/2011 - 12/2011

    Ensino, Educação Física, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Avaliação e Prescrição de exercícios - turma integral-75horas-5 créditos-30 alunos, Avaliação e Prescrição de Exercícios-turma noturno-75 horas-5 créditos-37 alunos

  • 08/2011 - 12/2011

    Ensino, PIPGCF UFSCAR / UNESP, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Regulação da atividade autônoma e da pressão arterial durante o repouso e exercício - 6 créditos - 10 alunos

  • 10/2009 - 10/2011

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Faculdade de Ciências de Bauru, .,Cargo ou função, Membro suplente da Comissão Permanente de Pesquisa da Faculdade de Ciências.

  • 03/2010 - 09/2011

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Faculdade de Ciências de Bauru, Departamento de Educação Física.,Cargo ou função, Membro suplente do Conselho de curso do Departamento de Educação Física.

  • 09/2009 - 09/2011

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Faculdade de Ciências de Bauru, Departamento de Educação Física.,Cargo ou função, Membro suplente do Conselho de Departamento de Educação Física.

  • 03/2011 - 07/2011

    Ensino, Educação Física, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Processos de Produção de Conhecimento Científico em Educação Física II - Turma Integral - 29 anos-30 horas-2 créditos, Processos de Produção de Conhecimento Científico em Educação Física II - Turma Noturno - 21 anos- 30 horas-2 créditos

  • 08/2010 - 12/2010

    Ensino, PIPGCF UFSCAR / UNESP, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Regulação da Pressão Arterial e do controle do fluxo sanguíneo durante o repouso e exercício, 12 alunos, 60h.

  • 08/2010 - 12/2010

    Ensino, Educação Física, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Aprofundamento em Fisiologia Neuro-endócrina e cardiovascular no repouso e exercício, 60 horas/aula, 4 créditos, 18 alunos, Teoria do Treinamento, Período Integral, 75 horas - 5 créditos 25 alunos, Teoria do treinamento, Período Noturno, 75 horas, 5 créditos - 24 alunos

  • 03/2010 - 07/2010

    Ensino, Educacao Fisica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Processo de produção de conhecimento científico em educação física II, noturno, 30 horas, 2 créditos, 28 alunos, Processo de produção de conhecimento científico em educação física II - integral, 30 horas, 2 créditos, 32 alunos

  • 08/2009 - 12/2009

    Ensino, Educação Física, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Avaliação e Prescrição de Exercícios ? Integral ? 29 alunos ? 75 horas/aula; Noturno ? 36 alunos - 75 horas/aula, Bases Teórico-práticas do Condicionamento Físico - Integral ? 4 alunos ? 75 horas/aula; Noturno ? 2 alunos - 75 horas/aula, Medidas e Avaliação Integral ? 05 alunos ? 75 horas/aula; Noturno ? 3 alunos - 75 horas/aula, Teoria do Treinamento: Integral ? 28 alunos ? 75 horas/aula; Noturno ? 36 alunos - 75 horas/aula

  • 09/2007 - 09/2009

    Direção e administração, Faculdade de Ciências de Bauru, Departamento de Educação Física.,Cargo ou função, Chefe de Departamento.

  • 09/2005 - 09/2009

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Faculdade de Ciências de Bauru, Departamento de Educação Física.,Cargo ou função, Membro do Conselho Departamental da Educação Física.

  • 03/2009 - 07/2009

    Ensino, Educação Física, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Projeto de Monografia: Integral ? 2 alunos ? 45 horas/aula; Noturno ? 5 alunos 45 horas/aula, Processo de Produção de Conhecimento científico em Educação Física II - Integral - 24 alunos - 45 horas/aula ; Noturno - 29 alunos - 45horas/aula

  • 01/2008 - 03/2009

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Faculdade de Ciências de Bauru, .,Cargo ou função, Membro do Conselho de Curso do Departamento de Educação Física.

  • 08/2008 - 12/2008

    Ensino, Educação Física, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Aprofundamento em Fisiologia Neuro-endócrina e cardiovascular no repouso e no exercício - Integral e Noturno - 10 alunos - 60 horas/aula, Teoria do Treinamento - 5o termo integral - 29 alunos - 75 horas/aula, Teoria do Treinamento - 7o termo Noturno - 23 alunos -75 horas/aula

  • 03/2008 - 07/2008

    Ensino, Educação Física, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Processo de Produção de Conhecimento em Educação Física II - Integral - 29 alunos - 30 horas/aula

  • 08/2007 - 12/2007

    Ensino, Educação Física, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Aprofundamento em Fisiologia Neuro-endócrina e cardiovascular no repouso e no exercício. - Integral - 29 alunos - 60 horas/aula, Bases Teórico Práticas do Condicionamento Físico - Integral - 29 alunos - 60 horas/aula, Projeto de Monografia - Integral - 30 alunos - 30 horas/aula, Projeto de Monografia - Noturno - 28 alunos - 30 horas/aula

  • 03/2007 - 12/2007

    Extensão universitária , Faculdade de Ciências de Bauru, Departamento de Educação Física.,Atividade de extensão realizada, Projeto qualidade de vida no bairro Ferradura Mirim.

  • 03/2006 - 09/2007

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Faculdade de Ciências de Bauru, Departamento de Educação Física.,Cargo ou função, Membro Permanente da Comissão Administrativa da Faculdade de Ciências.

  • 09/2005 - 09/2007

    Direção e administração, Faculdade de Ciências de Bauru, Departamento de Educação Física.,Cargo ou função, Vice -chefia do departamento.

  • 09/2005 - 09/2007

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Faculdade de Ciências de Bauru, Departamento de Educação Física.,Cargo ou função, Membro suplente da Comissão Permanente de Extensão Universitária.

  • 09/2005 - 09/2007

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Faculdade de Ciências de Bauru, Departamento de Educação Física.,Cargo ou função, Membro suplente da Comissão Permanente de Pesquisa.

  • 03/2007 - 07/2007

    Ensino, Educação Física, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Bases Biológicas da Educação Física - Integral - 32 alunos - 30 horas/aula, Bases Biológicas da Motricidade Humana - integral - 1 alunos - 60 horas/aula, Bases Biológiocas da Educação física - Noturno - 32 alunos - 30 horas/aula, Bases Teórico-Práticas do Condicionamento Físico - Noturno - 32 alunos - 60 horas/aula

  • 08/2006 - 12/2006

    Ensino, Educação Física, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Bases teórico-práticas do condicionamento físico - Turma integral - 32 alunos - 60 horas/aula, Projeto de monografia - turma integral - 30 alunos - 30 horas/aula, Projeto de monografia - turma noturno - 28 alunos - 30 horas/aula

  • 12/2004 - 12/2006

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Faculdade de Ciências de Bauru, Departamento de Educação Física.,Cargo ou função, Membro da Comissão de Reestruturação Curricular.

  • 03/2006 - 07/2006

    Ensino, Educação Física, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Bases Biológicas da Educação Física - Turma Noturno - 30 alunos - 30 horas/aula, Bases Biológicas da Educação Física -Turma Integral - 30 aluno - 30 horas/aula , Bases teórico-práticas do condicionamento físico - Turma noturno - 24 alunos - 60 horas/aula

  • 01/2006 - 01/2006

    Outras atividades técnico-científicas , Faculdade de Ciências de Bauru, Faculdade de Ciências de Bauru.,Atividade realizada, Avaliação da condição de saúde dos funcionários do SUS da cidade de Jau.

  • 08/2005 - 12/2005

    Ensino, Educação Física, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Bases Teórico-Práticas do Condicionamento Físico - Turma Integral - (31 alunos) - 60 horas/aula, Projeto de monografia - turma Noturno - (34 alunos) - 30 horas/aula

  • 03/2005 - 07/2005

    Ensino, Educação Física, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Bases Biológicas da Motricidade Humana - Turma Integral - (30 alunos) - 60 horas/aula, Bases Biológicas da Motricidade Humana - Turma Noturno - (31 alunos) - 60 horas/aula, Bases Teórico-práticas do condicionamento físico - Turma Noturno - (29 alunos) - 60 horas/aula

  • 04/2005 - 06/2005

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Faculdade de Ciências de Bauru, Departamento de Educação Física.,Cargo ou função, Membro da Comissão Investigativa da Faculdade de Ciências.

  • 09/2004 - 12/2004

    Ensino, Educação Física, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Bases Teórico-Práticas do Condicionamento Físico - Turma Integral - (29 alunos) - 60 horas/aula, Projeto de Monografia Turma Integral - (34 alunos) - 30 horas/aula, Projeto de Monografia Turma Noturno - (27 alunos) - 30 horas/aula

  • 10/2004 - 11/2004

    Outras atividades técnico-científicas , Faculdade de Ciências de Bauru, Faculdade de Ciências de Bauru.,Atividade realizada, Avaliação da Condição de saúde dos Funcionários da Divisão Regional de Saúde - DIR-X de Bauru.

  • 08/2004 - 09/2004

    Ensino, Educação Física, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Bases Biológicas da Motricidade Humana - Turma Integral (31 alunos) - 60 horas/aula, Bases Biológicas da Motricidade Humana - Turma Noturno (32 alunos) - 60 horas/aula

2002 - Atual

Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Membro do Departamento de Educação Física, Carga horária: 0

Atividades

  • 01/2004 - 12/2008

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Departamento de Educação Física e Esporte, .,Cargo ou função, Membro da Comissão Científica do Departamento de Educação Física e Esportes.

2015 - Atual

Sociedade Brasileira de Hipertensão

Vínculo: Membro do Conselho Científico, Enquadramento Funcional: Membro do Departamento de Educação Física, Carga horária: 1

Atividades

  • 03/2018

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Sociedade Brasileira de Hipertensão, .,Cargo ou função, Membro Titular do Conselho Científico da Sociedade Brasileira de Hipertensão.