Processo de produção da pasta condutora com microesferas de ferro revestidas com cobre.

  • Número do pedido da patente:
  • PI 0101416-1 A2
  • Data do depósito:
  • 12/03/2001
  • Data da publicação:
  • 18/03/2003
Inventores:
  • Classificação:
  • C23C 22/00
    Tratamento qu?mico de superf?cies de material met?lico por rea??o de superf?cies com um l?quido reativo, deixando produtos reacionais do material da superf?cie no revestimento, p. ex. revestimento por convers?o, passiva??o de metais;
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"PROCESSO DE PRODUÇÃO DE UMA PASTA ELETROCONDUTORA PARA MELHORIA DE CONDUTIVIDADE ELÉTRICA EM JUNTAS METÁLICAS". O presente pedido se refere a um processo de produção de uma pasta eletrocondutora com a finalidade de melhorar condutividade elétrica na interface de juntas metálicas (13). O processo consiste de tratar microesferas de ferro (1) obtidas através de tratamento de concentração e recuperação aplicado à lama de lavagem de gases de aciaria de tal modo que, as microesferas adquiram uma camada delgada de cobre (12) revestindo-as e, em seguida, sejam associadas a um composto graxo e solvente (8), em condições tais que se obtenha uma pasta condutora que possa ser utilizada com o fim proposto. Durante o processo as microesferas são submetidas a uma moagem autógena (2), seguida de decapagem por ataque em solução ácida (3). Após a decapagem as microesferas elas são submetidas a um cobreamento (5), secagem, para enfim comporem a pasta condutora (10). O uso deste material se justifica principalmente baseado no fato de que o maior insumo em empresas de eletrometalurgia é o consumo de energia elétrica, e uma das grandes causas de perda de energia está no consumo de eletricidade proveniente de valores elevados de resistividade elétrica em alguns tipos de juntas metálicas condutoras. A pasta aqui proposta conta com a vantagem de reduzir significativamente a resistência de juntas cobre/cobre, cobre/alumínio, cobre/estanho, cobre/ferro e alumínio/alumínio, ao mesmo tempo em que dá uso nobre para resíduos obtidos da usina siderúrgica. A pasta utilizada, sendo composta por microesferas de aço cobreadas, possui uma dureza relativa a uma estrutura martensítica, possibilitando assim que se cravem em superfícies condutoras de metais como cobre, estanho e até mesmo alumínio, cuja superfície já esteja recoberto por seu óxido (Al~ 2~O~ 3~).