Processo para tornar material de espuma polimérica substancialmente hidrófoba adequado para absorver líquidos hidrófilos

  • Número do pedido da patente:
  • PI 9206362-4 B1
  • Data do depósito:
  • 07/08/1992
  • Data da publicação:
  • 13/12/1994
  • Data da concessão:
  • 11/07/2000
  • Prioridade unionista:
  • País Número Data
    ESTADOS UNIDOS ESTADOS UNIDOS 743951 12/08/1991
Inventores:
  • Classificação:
  • C08J 9/00
    Elabora??o de substâncias macromoleculares para produzir artigos ou materiais porosos ou celulares; P?s-tratamento dos mesmos;
    ;
    C08J 9/28
    Elabora??o de substâncias macromoleculares para produzir artigos ou materiais porosos ou celulares; P?s-tratamento dos mesmos; / por elimina??o de uma fase l?quida de uma composi??o macromolecular ou de um artigo p. ex. por secagem do co?gulo;
    ;
    C08J 9/36
    Elabora??o de substâncias macromoleculares para produzir artigos ou materiais porosos ou celulares; P?s-tratamento dos mesmos; / P?s- tratamento;
    ;
  • PCT:
  • Número: US9206655 Data:07/08/1992
  • WO:
  • Número: 93/04113 Data: 04/03/1993

Espumas normalmente hidrófobas, tais como espumas de poliuretano e espumas de emulsão de água-em-óleo polimerizadas, são levadas à condição hidrófila por meio do tratamento com agentes tensoativos simples e sais de agentes de hidrofilização. Assim, uma espuma que contém agente tensoativo é tratada com uma solução de, por exemplo, cloreto de cálcio e é secada para deixar um resíduo de cloreto de cálcio hidratado ou hidratável substancialmente distribuído uniformemente, nas superfícies internas da espuma que contêm agente tensoativo. Em uso, a combinação de agente tensoativo e de hidrato de cloreto de cálcio proporciona para a espuma uma superfície hidrófila. Podem utilizar-se outros sais de cálcio ou magnésio, tais como cloreto de magnésio. As espumas hidrofilizadas resultantes são adequadas para o uso em dispositivos absorventes, incluindo fraldas, absorventes femininos, bandagens e assemelhados.