Sonda nasofaríngea
- Número do pedido da patente:
- PI 9101362-3 B1
- Data do depósito:
- 04/04/1991
- Data da publicação:
- 24/11/1992
- Data da concessão:
- 23/02/1999
- Classificação:
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A61M 25/04;Cateteres; Sondas ocas; / Introdu??o, guia, avan?o, posicionamento ou fixa??o de cateteres; / Dispositivos de fixa??o, p. ex. sobre o corpo; / no interior do corpo, p. ex. expans?vel;
- Nome do titular:
- Fundação Oswaldo Cruz / João Soares Moreira
- Nome do procurador:
- Franco, Bhering, Barbosa e Novaes
Trata-se a presente invenção de uma sonda indicada para o tamponamento nasofaríngeo, em presença de hemorragia ou epistaxe anterior ou posterior, sangramento do cavum, pós-operatório de septoplastia, rinoplastia, polipectomia, biópsia nasal, redução de fratura nasal de qualquer natureza, em presença de sangramento e outros procedimentos cirúrgicos, além de politraumatismo da face, com sangramento nasal. É constituída de uma estrutura tubular de borracha flácida, não tóxica, composta basicamente de três elementos, a saber, cabeça (Cb), corpo (Cp) e cauda (Ca), possuindo três tamanhos padrão: pequena (P), média (M) e grande (G). Ao corpo da sonda são acoplados dois balões, um menor (B1) e outro maior (B2), que se adaptam às diferentes medidas do diâmetro de abertura da narina e do espaço da cavidade nasal de seus usuários. À cerca de 3,0 cm do balão maior há um encaixe (En), do tipo macho/fêmea, que é aberto após a instalação da sonda para permitir uma mais natural respiração ao paciente (Fig.7, B). A cabeça da sonda é formada por duas valvas, uma superior (EL1) e outra inferior (EL2), correspondentes respectivamente aos balões menor e maior, através das quais é injetado ou sugado um líquido estéril, por meio de uma seringa sem agulha, para insuflar ou desinsuflar os balões, durante a instalação ou retirada da sonda, conforme o caso (Fig.7, A). Entre as duas valvas (EL1 e EL2), localizada igualmente na cabeça da sonda, há uma terceira abertura (EO), que dá acesso à luz da sonda (LS) e por onde se faz a entrada de oxigênio, por via natural ou artificial, ou de líquido estéril, assim como aspiração e drenagem de secreção, quando necessário. Na cauda da sonda estão localizadas cinco aberturas, sendo quatro laterais (A1), eqúidistantes, posicionadas em sua parede e uma mediana (A2), posicionada em sua extremidade. Tais aberturas permitem uma melhor ventilação do paciente por via tópica, comunicando-se com a luz da sonda.
Confirma a exclusão?