Dormente ferroviário de compósito estrutural engenheirado de madeira e tecidos de fibras

  • Número do pedido da patente:
  • BR 10 2012 031539 4 A2
  • Data do depósito:
  • 11/12/2012
  • Data da publicação:
  • 25/08/2015
Inventores:
  • Classificação:
  • B27D 1/10
    Uni?o de folheados de madeira a qualquer material; Produ??o de artigos por esse meio; Processo de preparo das superf?cies a serem unidas, p. ex. sulcos; / Justaposi??o de peda?os de folheado; Uni?o dos mesmos ao longo das bordas; Processo de preparo das bordas, p. ex. corte;
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    B27M 3/14
    Manufatura ou recondicionamento de artigos espec?ficos acabados ou semiacabados; / de dormentes de ferrovias;
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DORMENTE FERROVIÁRIO DE COMPÓSITO ESTRUTURAL ENGENHEIRADO DE MADEIRA E TECIDOS DE FIBRAS. A invenção se trata de um dormente ferroviário de compósito estrutural engenheirado de madeira e tecidos de fibra de vidro no formato de bloco retangular-longitudinal, composto por: camadas de painéis de LVL (Madeira laminada colada) da espécie Pinus e/ou eucalipto, com camadas de tecidos de fibra de vidro, aramida, carbono, nylon e vegetais, puras ou mescladas entre si; resina a base de emulsão de polimeros de Isocianato (EPI) ou outra equivalente; e tratamento preservativo químico-industrial em autoclave para durabilidade quando feito com madeira de espécie Pinus. Atualmente, as ferrovias brasileiras estão assentadas sobre dormentes de bloco de madeira maciça serrada da espécie eucalipto, considerando que a utilização de madeira nativas está proibitiva e alternativas como dormentes ferroviários de aço, plástico ou concreto não trazem resultados satisfatórios, pois são de elevado custo de fabricação e têm maior peso do que os dormentes em madeira. Porém, os dormentes ferroviários de eucalipto não atendem às normas técnicas de resistências; tem durabilidade média de cinco anos; e apresentam fendilhamentos e rachaduras. Além de ser uma alternativa ao uso das espécies de madeira nativas na fabricação de dormentes ferroviários, o invento atende às resistências, segurança e durabilidade exigidas pelas normas técnicas vigentes. A inovação trazida pelo invento atinente ao dormente ferroviário é o fato de que as camadas de painéis LVL estão dispostas no sentido longitudinal do bloco; na parte central (miolo) do bloco as camadas de painéis de LVL estão dispostas no sentido vertical e as camadas de LVL das extremidades superior e inferior, onde são coladas as camadas de tecidos de fibra de vidro, estão dispostas no sentido horizontal. Por fim, para a formação do compósito a colagem dos painéis de LVL entre si e as camadas de tecidos de fibra de vidro na madeira são feitos através de resina EPI (Emulsão de Polímeros de Isocianato) ou outra equivalente. Isto posto, o invento é uma solução técnica, estrutural,s egura, durável, ecologicamente correta, ambientalmente amigável e economicamente viaável no âmbito de fabricação de dormentes ferroviários.