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Movimentações Ano de 2026
17/04/2026 Visualizar PDF
Trata-se de agravo contra decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul – TJRS, que negou seguimento ao recurso extraordinário com fundamento no Tema 339 da Repercussão Geral, bem como em razão da incidência das Súmulas 282 e 356 do Supremo Tribunal Federal (doc. 107).
A agravante, em síntese, sustenta que não deveriam incidir os óbices das Súmulas 282 e 356 do STF e que teria havido ofensa direta ao art. 150, IV, da Constituição Federal (doc. 110).
É o relatório. Decido.
A pretensão recursal não merece acolhida.
Isso porque não há previsão legal para interposição de recurso extraordinário contra acórdão que aplica paradigma de repercussão geral. Nos termos do Código de Processo Civil, ao tribunal recorrido cabe apenas reexaminar o recurso anteriormente julgado e exercer a devida retratação (arts. 1.040, II, e 1.041, § 1º) ou manter o acórdão recorrido com consequente remessa do recurso extraordinário ao Supremo Tribunal Federal (art. 1.041). Raciocínio contrário ensejaria a indesejável perpetuação recursal.
Além disso, para divergir do acórdão recorrido e verificar a procedência dos argumentos consignados no recurso extraordinário, seria necessário o reexame do conjunto fático-probatório dos autos — o que é vedado pela Súmula 279/STF — e da legislação infraconstitucional (Lei n. 5.172/1966), de modo que eventual ofensa à Constituição Federal seria indireta.
Posto isso, nego provimento ao recurso (art. 932 do CPC).
Advirto que a interposição de recurso contra esta decisão monocrática pode acarretar a imposição da multa prevista no art. 1.021, § 4º, do CPC, bem como majoração dos honorários advocatícios, nos termos do art. 85, § 11, do mesmo Código.
Publique-se.
Brasília, 16 de abril de 2026.
Ministro Cristiano Zanin
Relator
16/04/2026 Visualizar PDF
Trata-se de agravo contra decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul – TJRS, que negou seguimento ao recurso extraordinário com fundamento no Tema 339 da Repercussão Geral, bem como em razão da incidência das Súmulas 282 e 356 do Supremo Tribunal Federal (doc. 107).
A agravante, em síntese, sustenta que não deveriam incidir os óbices das Súmulas 282 e 356 do STF e que teria havido ofensa direta ao art. 150, IV, da Constituição Federal (doc. 110).
É o relatório. Decido.
A pretensão recursal não merece acolhida.
Isso porque não há previsão legal para interposição de recurso extraordinário contra acórdão que aplica paradigma de repercussão geral. Nos termos do Código de Processo Civil, ao tribunal recorrido cabe apenas reexaminar o recurso anteriormente julgado e exercer a devida retratação (arts. 1.040, II, e 1.041, § 1º) ou manter o acórdão recorrido com consequente remessa do recurso extraordinário ao Supremo Tribunal Federal (art. 1.041). Raciocínio contrário ensejaria a indesejável perpetuação recursal.
Além disso, para divergir do acórdão recorrido e verificar a procedência dos argumentos consignados no recurso extraordinário, seria necessário o reexame do conjunto fático-probatório dos autos — o que é vedado pela Súmula 279/STF — e da legislação infraconstitucional (Lei n. 5.172/1966), de modo que eventual ofensa à Constituição Federal seria indireta.
Posto isso, nego provimento ao recurso (art. 932 do CPC).
Advirto que a interposição de recurso contra esta decisão monocrática pode acarretar a imposição da multa prevista no art. 1.021, § 4º, do CPC, bem como majoração dos honorários advocatícios, nos termos do art. 85, § 11, do mesmo Código.
Publique-se.
Brasília, 16 de abril de 2026.
Ministro Cristiano Zanin
Relator
13/04/2026 Visualizar PDF
10/04/2026 Visualizar PDF
08/04/2026 Visualizar PDF
DESPACHO:
Trata-se de recurso extraordinário com agravo contra decisão de inadmissão do recurso extraordinário.
Analisados os autos, verifica-se que inexistem fundamentos que justifiquem a atuação da Presidência neste feito (art. 13, inciso V, alínea c, do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal).
Ante o exposto, determino a distribuição do processo conforme expresso no regimento.
Publique-se.
Brasília, 7 de abril de 2026.
Ministro EDSON FACHIN
Presidente
Documento assinado digitalmente
07/04/2026 Visualizar PDF
DESPACHO:
Trata-se de recurso extraordinário com agravo contra decisão de inadmissão do recurso extraordinário.
Analisados os autos, verifica-se que inexistem fundamentos que justifiquem a atuação da Presidência neste feito (art. 13, inciso V, alínea c, do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal).
Ante o exposto, determino a distribuição do processo conforme expresso no regimento.
Publique-se.
Brasília, 7 de abril de 2026.
Ministro EDSON FACHIN
Presidente
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