Edmê Barbosa Gomes

Mestranda em Comunicação, Cultura e Amazônia pelo PPGCOM da UFPA. Jornalista profissional (DRT/PA - 1999), bacharel em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo e especialista em Comunicação e Política, ambas titulações pela Universidade Federal do Acre (Ufac). Tem experiência em reportagens para impresso e web, além de produção para programas jornalísticos na televisão. Atualmente, integra a equipe da Assessoria de Comunicação da Ufac como jornalista. As linhas de pesquisa de interesse são: comunicação, ciência, meio ambiente, Amazônia, semiótica e movimentos sociais

Informações coletadas do Lattes em 03/06/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Especialização em Especialização em Comunicação e Política

2015 - 2016

Universidade Federal do Acre
Título: A prática do jornalismo científico em Rio Branco: Um olhar sobre a assessoria de comunicação da Ufac
Orientador: Professora Doutora Juliana Lofêgo Encarnação

Graduação em Comunicação Social - Jornalismo

2005 - 2009

Universidade Federal do Acre
Título: Luz, Câmera, Preg (ação): Uma análise descritiva do programa Fala que eu te Escuto
Orientador: Professora doutora Graça Maria Teixeira da Silva

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Comunicação.

Produções bibliográficas

  • GOMES, E. B. . "O dia que o Pará virou Honduras": a foto na capa do Diário do Pará e a discussão sobre ética jornalística. In: Francielle Maria Modesto Mendes. (Org.). Jornalismo e ética em pauta. 1ed.Porto Alegre: Editora Fi, 2017, v. 1, p. 107-120.

Projetos de pesquisa

  • 2020 - Atual

    Amazônia entre narrativas e interculturalidade pelas trilhas do trem, Descrição: As antigas estações da referida ferrovia, que totalizavam 31, nos servem de mapa simbólico inicial para dialogar com os sujeitos desta pesquisa, quais sejam, famílias que descendem de processos de imigração e diásporas culturais. Interessa-nos rastrear suas memórias, atravessadas pela EFB para, assim, problematizar práticas sociais que desencadeiam processos de ressignificação, resultantes desses deslocamentos. Por fim, temos a intenção de identificar experiências e saberes locais diversos para desconstruir discursos hegemônicos nacionais. A antiga região Nordeste do Pará, hoje subdividida em região Guamá e região rio Caeté, assim como a Região Metropolitana de Belém, hoje Região Guajará , tem um marco especial comum em sua história: o surgimento e povoação das cidades que estão diretamente relacionados à Estrada de Ferro Belém-Bragança, a primeira da Amazônia, à margem da qual os núcleos urbanos foram se desenvolvendo (RIBEIRO, 2016). Trata-se de região riquíssima, de processos culturais diversos, resultantes de encontros e trocas entre povos oriundos do nordeste do Brasil e de vários países, como Espanha, França, Itália, Portugal, dentre outros. A nova modalidade de transporte criou novas rotas e roteiros nas entranhas da floresta entre os municípios de Belém e Bragança. Um novo canal de comunicação abriu-se em cada pequeno povoado existente, o que antes era feito apenas através de barcos, agora se interligaria a Belém pelo novo meio de transporte. Assim, o trem que chegava rasgava as cidades, unia pontos, aproximava pessoas, criava novos trajetos, diminuía a distância entre a capital e o interior, enfim, permitia aumentar a frequência dos encontros. Ao mesmo tempo, a Estrada de Ferro Belém-Bragança resultava em novas questões econômicas e políticas, como a presença mais forte do Estado nessa região. E representava também a possibilidade de ampliação do comércio, do escoamento de produtos de pequenos agricultores que viviam à margem dos trilhos. A estrada de ferro foi desativada em 1965, como consequência da política nacional de rodovias no Brasil. A partir daí o contato entre as cidades e a capital paraense passou a se dar a partir da BR-316 (RIBEIRO, 2016).. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (3) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Edmê Barbosa Gomes - Coordenador / Vânia Maria Torres Costa - Integrante / Paulo Jorge Martins Nunes - Integrante.

  • 2020 - Atual

    Narramazônia - Grupo de Pesquisa Narrativas Contemporâneas na Amazônia Paraense, Descrição: É um grupo de estudos e pesquisas realizado em parceria entre Universidade Federal do Pará e Universidade da Amazônia, integrando docentes e discentes da graduação e pós-graduação. Tem como objetivo fomentar um espaço de discussões e pesquisas multi e transdisciplinar sobre a constituição e circulação de narrativas na sociedade, desde as orais, literárias, imagéticas e midiáticas, tanto no Jornalismo quanto na Publicidade. Através do ato de narrar é possível compreender as interações humanas: a relação do eu com o outro, bem como a constituição dos contextos históricos, culturais e sociais em que estão inseridos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (10) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Edmê Barbosa Gomes - Coordenador / Vânia Maria Torres Costa - Integrante / Alda Cristina Costa - Integrante / Paulo Jorge Martins Nunes - Integrante.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Universidade Federal do Acre. , Universidade Federal do Acre, Distrito Industrial, 69920900 - Rio Branco, AC - Brasil, Telefone: (68) 32271526

Experiência profissional

2020 - Atual

Universidade Federal do Pará

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2014 - Atual

Universidade Federal do Acre

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Jornalista, Carga horária: 25

Outras informações:
Lotada na Assessoria de Comunicação

2012 - 2014

Diário do Pará

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Repórter, Carga horária: 30

Outras informações:
Atuou os 19 primeiros meses como repórter da editoria Cidades, tendo colaborado com a elaboração de reportagens para suplementos de edições especiais como Especial Círio, Dr Respinde (duas edições) e Orgulho de Ser do Pará. Nos quatro meses finais atuou como repórter policial

2008 - 2010

Sistema público de Comunicação do Acre

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: produtora, Carga horária: 40

2010 - 2010

Piguara Comunicação

Vínculo: Freelancer, Enquadramento Funcional: Analista de comunicação jr, Carga horária: 30

Outras informações:
Função desempenhada para campanha eleitoral de candidato a governo do Estado. Responsável pelo monitoramento na Web, produção clipping e elaboração de roteiros de informações sobre os 144 municípios paraenses