IVAN DE OLIVEIRA SILVA

Graduado em Ciências Biológicas com experiência nas áreas de Entomologia geral, entomologia médica, ensino de ciências, e bioecologia de insetos vetores.

Informações coletadas do Lattes em 22/05/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em Ciências Biológicas

2014 - 2021

Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Formação complementar

2016 - 2016

Programa de Treinamento no uso do Portal de Periódicos da CAPES.. (Carga horária: 3h). , CAPES - Centro Anhanguera de Promoção e Educação Social, CAPES, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Parasitologia / Subárea: Parasitologia e Entomologia Médica.

Participação em eventos

52° Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. Flebotomíneos(Díptera: psychodidae) em uma propriedade rural da região metropolitana de Natal, Brasil.. 2016. (Congresso).

Curso de Atualização no Combate Vetorial ao Aedes Aegypti. 2016. (Oficina).

Produções bibliográficas

  • Pinheiro, G. P. M ; Inácio, S. L. C. ; SILVA, I. O. ; Silva, T. H. J. ; Melo, G. A. J. ; Gomes, S. E. C. ; Alves, L. M. ; Ximenes, M. F. F. M. . Divulgando e prevenindo o Zika vírus por meio da literatura de cordel. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • SILVA, I. O. ; PINHEIRO, M. P. G. ; GOMES, C. E. S. ; LIMA, H. I. M. ; ARAUJO, P. S. F. ; MELO, J. A. G. ; INACIO, C. L. S. ; Ximenes, M. F. F. M. ; SILVA, M. M. M. . Flebotomíneos(Díptera: psychodidae) em uma propriedade rural da região metropolitana de Natal, Rio Grande do Norte, Brasil.. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • Araújo, F. S. P. ; SILVA, I. O. ; Pinheiro, G. P. M ; Inácio, S. L. C. ; OLIVEIRA, I. T. G. ; Ximenes, M. F. F. M. . Adaptabilidade de Aedes aegypti a condições atípicas de postura e desenvolvimento.. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

Projetos de pesquisa

  • 2020 - 2021

    VETORES DE LEISHMANIA (DIPTERA: PSYCHODIDAE: PHLEBOTOMINAE) EM ÁREAS DA REGIÃO METROPOLITANA DE NATAL: BIOECOLOGIA E ASPECTOS SOCIOAMBIENTAIS, Descrição: Introdução e Justificativa A expansão das leishmanioses no Brasil está estreitamente associada com a adaptação dos vetores aos ambientes modificados pelo homem. De acordo com o Ministério da Saúde, o Nordeste é a principal região de ocorrência da leishmaniose visceral. No Rio Grande do Norte, L. longipalpis, é amplamente distribuída em suas regiões geográficas. A leishmaniose tegumentar ocorre principalmente na região do alto oeste. Outras espécies envolvidas com a transmissão da leishmaniose tegumentar também foram identificadas em algumas áreas. Ao longo dos anos, estudos com os flebotomíneos vetores, hospedeiros silvestres e domésticos das leishmanias nas áreas de registro de leishmaniose visceral e cutânea vem sendo desenvolvidos no Rio Grande do Norte. No entanto, a doença vem se expandindo no Estado e em outras regiões do Brasil. A compreensão dos processos ecológicos associados à ocorrência das espécies vetoras nos ambientes preservados é fundamental para que entendamos a adaptação e colonização desses insetos nas áreas ocupadas pelo homem e consequentemente a introdução e veiculação dos patógenos e ocorrência da doença (JERONIMO et al 2004; NASCIMENTO et al 2008; XIMENES, et al., 2000; 2007; 2009; PINHEIRO et al 2013; MACEDO 2014) . Objetivos Realizar capturas de flebotomíneos Identificar espécies potencialmente envolvidas com a transmissão das leishmanioses Analisar a diversidade e abundância das espécies Analisar correlações com fatores abióticos locais Metodologia Serão realizadas capturas mensais ao longo de dois anos durante três dias consecutivos. Para a captura dos flebotomíneos serão utilizadas armadilhas luminosas CDC (Center for Disease Control) instaladas às 17h e recolhidas às 6 da manhã. Os insetos serão transportados para o laboratório de Entomologia ? Departamento de Microbiologia e Parasitologia no Centro de Biociências da UFRN. No laboratório, os insetos capturados serão triados, e os espécimes de flebotomíneos serão clarificadas com NaOH 10% e identificados em microscópio óptico, utilizando a chave de identificação de Galati (2003) e tabulados em planilha excel. Após identificados os exemplares serão mantidos em álcool 70%. Todos os locais de captura serão georeferenciados para análise posterior. As análises dos dados serão realizadas pelos índices de diversidade e abundância e testes de correlação por meio de programas estatísticos. A temperatura e umidade local serão medidas com termohigrômetro digital durante todas as coletas. Os dados de pluviosidade mensal da área de estudo obtidos a partir de dados coletados por estações climatológicas de outros laboratórios ou instituições (INMET). Referências BRASIL. Ministério da Saúde. Leishmaniose Tegumentar Americana. Disponível em: http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/lta_casos08_09_11.pdf . Acesso em: 15 set. 2011 GALATI, E. A. B. Morfologia e taxonomia: classificação de Phlebotominae. In: RANGEL, E. F.; LAINSON, R. (Eds.). Flebotomíneos do Brasil. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2003. p. 23?51. JERONIMO, S. M. et al. An emerging peri-urban pattern of infection with Leishmania chagasi, the protozoan causing visceral leishmaniasis in northeast Brazil. Scand J Infect Dis, v. 36, n. 6-7, p. 443?449, 2004. MACEDO, V.P.S. ; MARTINS D. ; QUEIROZ, P. V. ; PINHEIRO M.P.G. ; FREIRE C.C. ; QUEIROZ JW. ; DUPNIK K., PEARSON, R. ; WILSON, M. ; JERONIMO S.M.B. XIMENES M.F.F. Feeding preferences of Lutzomyia longipalpis (Diptera : Psychododae), the sand dly vector, for Liehamnia infantum (Kinetoplastida : Trypanosoamtiudade). Journal of Medical Entomology 51 : 237-244. 2014. NASCIMENTO, E. T. et al. Forum: geographic spread and urbanization of visceral leishmaniasis in Brazil. Postscript: new challenges in the epidemiology of Leishmania chagasi infection. Cad. Saúde Pública 24: 2964-2967, 2008. PINHEIRO, M.P.G.; SILVA, J.H.T.; CAVALCANTI, K.B.; AZEVEDO, P.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Ivan de Oliveira Silva - Integrante / Marcos Paulo Gomes Pinheiro - Integrante / Cássio Lázaro Siva Inácio - Integrante / Maria de Lima Alves - Integrante / Maria de Fátima Freire de Melo Ximenes - Coordenador / Paulo Sérgio Fagundes Araújo - Integrante / Marcel Miranda de Medeiros Silva - Integrante.

  • 2019 - 2020

    Culicídeos e vírus zika: Bioecologia, prevenção e controle de Aedes aegypti - Ações integradas de pesquisa, ensino e extensão, Descrição: O ZIKAV foi isolado em espécies de Aedes, Mansonia, Culex e Anopheles na Áfica. No Brasil, dez arboviroses foram identificadas como doenças emergentes tendo o Aedes aegypti como vetor dos vírus dengue, zika, chikungunya, encefalite equina, mayaro e febre amarela. No RN algumas espécies desses gêneros vêm sendo encontradas em locais de transmissão do ZIKAV reforçando a necessidade de ampliar conhecimentos sobre o papel dos mosquitos. O ZIKAV foi detectado recentemente no mosquito Culex quinquefasciatus e, encontrado também recentemente, em pequenos primatas do Nordeste do Brasil. Esses achados apontam para a premência de estudos que compreendam as relações bioecológicas entre os hospedeiros vertebrados e invertebrados do vírus em áreas de mata e seu entorno, associadas a alternativas que visem interromper a proliferação do inseto sem ameaças à saúde ambiental e das pessoas. O vírus zika adiciona preocupação, morbidade e mortalidade em regiões ou locais com outros problemas de saúde, de modo particular na região Nordeste. A associação com a síndrome de Guillain Barré trouxe outra preocupação para a saúde pública (OEHLER 2014). No Rio Grande do Norte dos 167 municípios há registro de microcefalia em 81 municípios (SESAP 2016). O monitoramento da participação de novas espécies de culicídeos na transmissão dos vírus é essencial às ações de vigilância epidemiológica. Ao longo do tempo observa-se a adaptação de insetos aos ambientes degradados e aos ambientes urbanos e seu impacto na saúde pública em outros países (SCHAFFNER, 2013). No Brasil, as condições sanitárias precárias de saneamento em áreas mais pobres contribui para a proliferação de insetos vetores. A degradação ambiental avança, áreas de proteção ambiental são ameaçadas contribuindo com a adaptação dos insetos a novos ambientes. O plano de trabalho para estudante em iniciação científica visa dar continuidade e integrar alunos de graduação a estudos desenvolvidos com estudantes de pós-graduação no Laboratório de Entomologia sobre a distribuição e abundância de mosquitos dos gêneros Aedes e Haemagogus no interior e no entorno de Zonas de Proteção Ambiental de Natal no Estado do Rio Grande do Norte buscando relacionar essa ocorrência com referenciais biológicos, climatológicos, ecológicos, sociais e epidemiológicos. Associado a preocupação com os vírus dengue, zika e chikungunya convivemos nos dias atuais com a expansão das áreas de transmissão do vírus da febre amarela e risco de mortes de macacos e humanos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Ivan de Oliveira Silva - Integrante / Marcos Paulo Gomes Pinheiro - Integrante / Maria de Lima Alves - Integrante / Maria de Fátima Freire de Melo Ximenes - Coordenador / Paulo Sérgio Fagundes Araújo - Integrante / Carlos Eduardo Simões Gomes - Integrante / Cássio Lázaro Silva Inácio - Integrante / Marcel Miranda de Medeiros Silva - Integrante.

  • 2018 - 2019

    Culicídeos e vírus zika: Bioecologia, prevenção e controle de Aedes aegypti - Ações integradas de pesquisa, ensino e extensão., Descrição: O ZIKAV foi isolado em espécies de Aedes, Mansonia, Culex e Anopheles na Áfica. No Brasil, dez arboviroses foram identificadas como doenças emergentes tendo o Aedes aegypti como vetor dos vírus dengue, zika, chikungunya, encefalite equina, mayaro e febre amarela. No RN algumas espécies desses gêneros vêm sendo encontradas em locais de transmissão do ZIKAV reforçando a necessidade de ampliar conhecimentos sobre o papel dos mosquitos. O ZIKAV foi detectado recentemente no mosquito Culex quinquefasciatus e, encontrado também recentemente, em pequenos primatas do Nordeste do Brasil. Esses achados apontam para a premência de estudos que compreendam as relações bioecológicas entre os hospedeiros vertebrados e invertebrados do vírus em áreas de mata e seu entorno, associadas a alternativas que visem interromper a proliferação do inseto sem ameaças à saúde ambiental e das pessoas. O vírus zika adiciona preocupação, morbidade e mortalidade em regiões ou locais com outros problemas de saúde, de modo particular na região Nordeste. A associação com a síndrome de Guillain Barré trouxe outra preocupação para a saúde pública (OEHLER 2014). No Rio Grande do Norte dos 167 municípios há registro de microcefalia em 81 municípios (SESAP 2016). O monitoramento da participação de novas espécies de culicídeos na transmissão dos vírus é essencial às ações de vigilância epidemiológica. Ao longo do tempo observa-se a adaptação de insetos aos ambientes degradados e aos ambientes urbanos e seu impacto na saúde pública em outros países (SCHAFFNER, 2013). No Brasil, as condições sanitárias precárias de saneamento em áreas mais pobres contribui para a proliferação de insetos vetores. A degradação ambiental avança, áreas de proteção ambiental são ameaçadas contribuindo com a adaptação dos insetos a novos ambientes. O plano de trabalho para estudante em iniciação científica visa dar continuidade e integrar alunos de graduação a estudos desenvolvidos com estudantes de pós-graduação no Laboratório de Entomologia sobre a distribuição e abundância de mosquitos dos gêneros Aedes e Haemagogus no interior e no entorno de Zonas de Proteção Ambiental de Natal no Estado do Rio Grande do Norte buscando relacionar essa ocorrência com referenciais biológicos, climatológicos, ecológicos, sociais e epidemiológicos. Associado a preocupação com os vírus dengue, zika e chikungunya convivemos nos dias atuais com a expansão das áreas de transmissão do vírus da febre amarela e risco de mortes de macacos e humanos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Ivan de Oliveira Silva - Integrante / Maria de Fátima Freire de Melo Ximenes - Coordenador / Marcos Paulo Gomes Pinheiro - Integrante / Carlos Eduardo Simões Gomes - Integrante / Joyce Aparecida Galvão de Melo - Integrante / Cássio Lázaro Silva Inácio - Integrante / Marcel Miranda de Medeiros Silva - Integrante.

Histórico profissional

Experiência profissional

2020 - 2021

Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Aluno de Inciação cientifica, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.

2019 - 2020

Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Aluno de Inciação cientifica, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.

2018 - 2019

Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Aluno de Iniciação Cientifica, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Atuação em coleta, montagem e identificação, e trabalhos específicos com Phlebotomos. Atuação em coleta, identificação e trabalhos científicos com culicídeos. Atuação em desenvolvimento de trabalhos de extensão e pesquisa com zika, chikugunha e dengue.