IVAN DE OLIVEIRA SILVA
Graduado em Ciências Biológicas com experiência nas áreas de Entomologia geral, entomologia médica, ensino de ciências, e bioecologia de insetos vetores.
Informações coletadas do Lattes em 22/05/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Formação complementar
2016 - 2016
Programa de Treinamento no uso do Portal de Periódicos da CAPES.. (Carga horária: 3h). , CAPES - Centro Anhanguera de Promoção e Educação Social, CAPES, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Parasitologia / Subárea: Parasitologia e Entomologia Médica.
Participação em eventos
52° Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. Flebotomíneos(Díptera: psychodidae) em uma propriedade rural da região metropolitana de Natal, Brasil.. 2016. (Congresso).
Curso de Atualização no Combate Vetorial ao Aedes Aegypti. 2016. (Oficina).
Produções bibliográficas
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Pinheiro, G. P. M ; Inácio, S. L. C. ; SILVA, I. O. ; Silva, T. H. J. ; Melo, G. A. J. ; Gomes, S. E. C. ; Alves, L. M. ; Ximenes, M. F. F. M. . Divulgando e prevenindo o Zika vírus por meio da literatura de cordel. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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SILVA, I. O. ; PINHEIRO, M. P. G. ; GOMES, C. E. S. ; LIMA, H. I. M. ; ARAUJO, P. S. F. ; MELO, J. A. G. ; INACIO, C. L. S. ; Ximenes, M. F. F. M. ; SILVA, M. M. M. . Flebotomíneos(Díptera: psychodidae) em uma propriedade rural da região metropolitana de Natal, Rio Grande do Norte, Brasil.. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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Araújo, F. S. P. ; SILVA, I. O. ; Pinheiro, G. P. M ; Inácio, S. L. C. ; OLIVEIRA, I. T. G. ; Ximenes, M. F. F. M. . Adaptabilidade de Aedes aegypti a condições atípicas de postura e desenvolvimento.. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
Projetos de pesquisa
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2020 - 2021
VETORES DE LEISHMANIA (DIPTERA: PSYCHODIDAE: PHLEBOTOMINAE) EM ÁREAS DA REGIÃO METROPOLITANA DE NATAL: BIOECOLOGIA E ASPECTOS SOCIOAMBIENTAIS, Descrição: Introdução e Justificativa A expansão das leishmanioses no Brasil está estreitamente associada com a adaptação dos vetores aos ambientes modificados pelo homem. De acordo com o Ministério da Saúde, o Nordeste é a principal região de ocorrência da leishmaniose visceral. No Rio Grande do Norte, L. longipalpis, é amplamente distribuída em suas regiões geográficas. A leishmaniose tegumentar ocorre principalmente na região do alto oeste. Outras espécies envolvidas com a transmissão da leishmaniose tegumentar também foram identificadas em algumas áreas. Ao longo dos anos, estudos com os flebotomíneos vetores, hospedeiros silvestres e domésticos das leishmanias nas áreas de registro de leishmaniose visceral e cutânea vem sendo desenvolvidos no Rio Grande do Norte. No entanto, a doença vem se expandindo no Estado e em outras regiões do Brasil. A compreensão dos processos ecológicos associados à ocorrência das espécies vetoras nos ambientes preservados é fundamental para que entendamos a adaptação e colonização desses insetos nas áreas ocupadas pelo homem e consequentemente a introdução e veiculação dos patógenos e ocorrência da doença (JERONIMO et al 2004; NASCIMENTO et al 2008; XIMENES, et al., 2000; 2007; 2009; PINHEIRO et al 2013; MACEDO 2014) . Objetivos Realizar capturas de flebotomíneos Identificar espécies potencialmente envolvidas com a transmissão das leishmanioses Analisar a diversidade e abundância das espécies Analisar correlações com fatores abióticos locais Metodologia Serão realizadas capturas mensais ao longo de dois anos durante três dias consecutivos. Para a captura dos flebotomíneos serão utilizadas armadilhas luminosas CDC (Center for Disease Control) instaladas às 17h e recolhidas às 6 da manhã. Os insetos serão transportados para o laboratório de Entomologia ? Departamento de Microbiologia e Parasitologia no Centro de Biociências da UFRN. No laboratório, os insetos capturados serão triados, e os espécimes de flebotomíneos serão clarificadas com NaOH 10% e identificados em microscópio óptico, utilizando a chave de identificação de Galati (2003) e tabulados em planilha excel. Após identificados os exemplares serão mantidos em álcool 70%. Todos os locais de captura serão georeferenciados para análise posterior. As análises dos dados serão realizadas pelos índices de diversidade e abundância e testes de correlação por meio de programas estatísticos. A temperatura e umidade local serão medidas com termohigrômetro digital durante todas as coletas. Os dados de pluviosidade mensal da área de estudo obtidos a partir de dados coletados por estações climatológicas de outros laboratórios ou instituições (INMET). Referências BRASIL. Ministério da Saúde. Leishmaniose Tegumentar Americana. Disponível em: http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/lta_casos08_09_11.pdf . Acesso em: 15 set. 2011 GALATI, E. A. B. Morfologia e taxonomia: classificação de Phlebotominae. In: RANGEL, E. F.; LAINSON, R. (Eds.). Flebotomíneos do Brasil. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2003. p. 23?51. JERONIMO, S. M. et al. An emerging peri-urban pattern of infection with Leishmania chagasi, the protozoan causing visceral leishmaniasis in northeast Brazil. Scand J Infect Dis, v. 36, n. 6-7, p. 443?449, 2004. MACEDO, V.P.S. ; MARTINS D. ; QUEIROZ, P. V. ; PINHEIRO M.P.G. ; FREIRE C.C. ; QUEIROZ JW. ; DUPNIK K., PEARSON, R. ; WILSON, M. ; JERONIMO S.M.B. XIMENES M.F.F. Feeding preferences of Lutzomyia longipalpis (Diptera : Psychododae), the sand dly vector, for Liehamnia infantum (Kinetoplastida : Trypanosoamtiudade). Journal of Medical Entomology 51 : 237-244. 2014. NASCIMENTO, E. T. et al. Forum: geographic spread and urbanization of visceral leishmaniasis in Brazil. Postscript: new challenges in the epidemiology of Leishmania chagasi infection. Cad. Saúde Pública 24: 2964-2967, 2008. PINHEIRO, M.P.G.; SILVA, J.H.T.; CAVALCANTI, K.B.; AZEVEDO, P.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Ivan de Oliveira Silva - Integrante / Marcos Paulo Gomes Pinheiro - Integrante / Cássio Lázaro Siva Inácio - Integrante / Maria de Lima Alves - Integrante / Maria de Fátima Freire de Melo Ximenes - Coordenador / Paulo Sérgio Fagundes Araújo - Integrante / Marcel Miranda de Medeiros Silva - Integrante.
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2019 - 2020
Culicídeos e vírus zika: Bioecologia, prevenção e controle de Aedes aegypti - Ações integradas de pesquisa, ensino e extensão, Descrição: O ZIKAV foi isolado em espécies de Aedes, Mansonia, Culex e Anopheles na Áfica. No Brasil, dez arboviroses foram identificadas como doenças emergentes tendo o Aedes aegypti como vetor dos vírus dengue, zika, chikungunya, encefalite equina, mayaro e febre amarela. No RN algumas espécies desses gêneros vêm sendo encontradas em locais de transmissão do ZIKAV reforçando a necessidade de ampliar conhecimentos sobre o papel dos mosquitos. O ZIKAV foi detectado recentemente no mosquito Culex quinquefasciatus e, encontrado também recentemente, em pequenos primatas do Nordeste do Brasil. Esses achados apontam para a premência de estudos que compreendam as relações bioecológicas entre os hospedeiros vertebrados e invertebrados do vírus em áreas de mata e seu entorno, associadas a alternativas que visem interromper a proliferação do inseto sem ameaças à saúde ambiental e das pessoas. O vírus zika adiciona preocupação, morbidade e mortalidade em regiões ou locais com outros problemas de saúde, de modo particular na região Nordeste. A associação com a síndrome de Guillain Barré trouxe outra preocupação para a saúde pública (OEHLER 2014). No Rio Grande do Norte dos 167 municípios há registro de microcefalia em 81 municípios (SESAP 2016). O monitoramento da participação de novas espécies de culicídeos na transmissão dos vírus é essencial às ações de vigilância epidemiológica. Ao longo do tempo observa-se a adaptação de insetos aos ambientes degradados e aos ambientes urbanos e seu impacto na saúde pública em outros países (SCHAFFNER, 2013). No Brasil, as condições sanitárias precárias de saneamento em áreas mais pobres contribui para a proliferação de insetos vetores. A degradação ambiental avança, áreas de proteção ambiental são ameaçadas contribuindo com a adaptação dos insetos a novos ambientes. O plano de trabalho para estudante em iniciação científica visa dar continuidade e integrar alunos de graduação a estudos desenvolvidos com estudantes de pós-graduação no Laboratório de Entomologia sobre a distribuição e abundância de mosquitos dos gêneros Aedes e Haemagogus no interior e no entorno de Zonas de Proteção Ambiental de Natal no Estado do Rio Grande do Norte buscando relacionar essa ocorrência com referenciais biológicos, climatológicos, ecológicos, sociais e epidemiológicos. Associado a preocupação com os vírus dengue, zika e chikungunya convivemos nos dias atuais com a expansão das áreas de transmissão do vírus da febre amarela e risco de mortes de macacos e humanos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Ivan de Oliveira Silva - Integrante / Marcos Paulo Gomes Pinheiro - Integrante / Maria de Lima Alves - Integrante / Maria de Fátima Freire de Melo Ximenes - Coordenador / Paulo Sérgio Fagundes Araújo - Integrante / Carlos Eduardo Simões Gomes - Integrante / Cássio Lázaro Silva Inácio - Integrante / Marcel Miranda de Medeiros Silva - Integrante.
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2018 - 2019
Culicídeos e vírus zika: Bioecologia, prevenção e controle de Aedes aegypti - Ações integradas de pesquisa, ensino e extensão., Descrição: O ZIKAV foi isolado em espécies de Aedes, Mansonia, Culex e Anopheles na Áfica. No Brasil, dez arboviroses foram identificadas como doenças emergentes tendo o Aedes aegypti como vetor dos vírus dengue, zika, chikungunya, encefalite equina, mayaro e febre amarela. No RN algumas espécies desses gêneros vêm sendo encontradas em locais de transmissão do ZIKAV reforçando a necessidade de ampliar conhecimentos sobre o papel dos mosquitos. O ZIKAV foi detectado recentemente no mosquito Culex quinquefasciatus e, encontrado também recentemente, em pequenos primatas do Nordeste do Brasil. Esses achados apontam para a premência de estudos que compreendam as relações bioecológicas entre os hospedeiros vertebrados e invertebrados do vírus em áreas de mata e seu entorno, associadas a alternativas que visem interromper a proliferação do inseto sem ameaças à saúde ambiental e das pessoas. O vírus zika adiciona preocupação, morbidade e mortalidade em regiões ou locais com outros problemas de saúde, de modo particular na região Nordeste. A associação com a síndrome de Guillain Barré trouxe outra preocupação para a saúde pública (OEHLER 2014). No Rio Grande do Norte dos 167 municípios há registro de microcefalia em 81 municípios (SESAP 2016). O monitoramento da participação de novas espécies de culicídeos na transmissão dos vírus é essencial às ações de vigilância epidemiológica. Ao longo do tempo observa-se a adaptação de insetos aos ambientes degradados e aos ambientes urbanos e seu impacto na saúde pública em outros países (SCHAFFNER, 2013). No Brasil, as condições sanitárias precárias de saneamento em áreas mais pobres contribui para a proliferação de insetos vetores. A degradação ambiental avança, áreas de proteção ambiental são ameaçadas contribuindo com a adaptação dos insetos a novos ambientes. O plano de trabalho para estudante em iniciação científica visa dar continuidade e integrar alunos de graduação a estudos desenvolvidos com estudantes de pós-graduação no Laboratório de Entomologia sobre a distribuição e abundância de mosquitos dos gêneros Aedes e Haemagogus no interior e no entorno de Zonas de Proteção Ambiental de Natal no Estado do Rio Grande do Norte buscando relacionar essa ocorrência com referenciais biológicos, climatológicos, ecológicos, sociais e epidemiológicos. Associado a preocupação com os vírus dengue, zika e chikungunya convivemos nos dias atuais com a expansão das áreas de transmissão do vírus da febre amarela e risco de mortes de macacos e humanos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Ivan de Oliveira Silva - Integrante / Maria de Fátima Freire de Melo Ximenes - Coordenador / Marcos Paulo Gomes Pinheiro - Integrante / Carlos Eduardo Simões Gomes - Integrante / Joyce Aparecida Galvão de Melo - Integrante / Cássio Lázaro Silva Inácio - Integrante / Marcel Miranda de Medeiros Silva - Integrante.
Histórico profissional
Experiência profissional
2020 - 2021
Universidade Federal do Rio Grande do NorteVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Aluno de Inciação cientifica, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.
2019 - 2020
Universidade Federal do Rio Grande do NorteVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Aluno de Inciação cientifica, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.
2018 - 2019
Universidade Federal do Rio Grande do NorteVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Aluno de Iniciação Cientifica, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Atuação em coleta, montagem e identificação, e trabalhos específicos com Phlebotomos.
Atuação em coleta, identificação e trabalhos científicos com culicídeos.
Atuação em desenvolvimento de trabalhos de extensão e pesquisa com zika, chikugunha e dengue.
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