Ana Letícia Costa Lins

Mestra em Sociologia pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia (PPGS) da Universidade Federal do Ceará (UFC) e graduada em Ciências Sociais pela mesma instituição. É pesquisadora do Laboratório de Estudos da Violência (LEV), da UFC. Atua e tem interesse de pesquisa nas áreas de sociologia da violência, políticas de segurança pública, violência policial, videomonitoramento e produção cidadã de dados.

Informações coletadas do Lattes em 06/06/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Mestrado em Sociologia

2018 - 2020

Universidade Federal do Ceará
Título: Entre pactos, projetos e programas: as dinâmicas de governo no campo da segurança pública no Ceará, Ano de Obtenção: 2020
Luiz Fábio Silva Paiva.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Segurança Pública; Governo; Práticas policiais.Grande área: Ciências Humanas

Graduação em Ciências Sociais

2014 - 2017

Universidade Federal do Ceará

Formação complementar

2021 - 2021

Hegemonía, discurso y sociedad. (Carga horária: 12h). , Universidade de São Paulo, USP, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Alemão

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Humanas / Área: Sociologia.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Ciência Política.

Organização de eventos

LINS, A. L. C. . Ciclo de debates do Laboratório de Estudos da Violência (LEV). 2017. (Outro).

LINS, A. L. C. . VII Simpósio Internacional sobre a Juventude Brasileira. 2017. (Congresso).

LINS, A. L. C. . Ciclo de debates do Laboratório de Estudos da Violência (LEV). 2016. (Outro).

LINS, A. L. C. . V Seminário Internacional de Violência e Conflitos Sociais: Criminalização, Controle e Punição. 2016. (Outro).

LINS, A. L. C. . Ciclo de debates do Laboratório de Estudos da Violência (LEV). 2015. (Outro).

LINS, A. L. C. . IV Seminário Internacional Violência e Conflitos Sociais: territorialidades e negociações. 2014. (Outro).

Participação em eventos

3ª Edição da Escola de Verão ?Violência na Cidade e Ação Pública: olhares cruzados América Latina ? França?.Violência, Memória, Juventude e Reestruturação Urbana.. 2022. (Seminário).

Curso de Extensão Psicologia e Direitos Humanos: experiências, diálogos e (des)construções.Violência e seus efeitos: Conflitos Urbanos e Proteção a Pessoas Ameaçadas. 2021. (Seminário).

13º Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. 2019. (Encontro).

13º Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.Mobilização Nacional em Defesa da Vida. 2019. (Encontro).

13º Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.Nordestinação da violência, participação popular e incidência política: a articulação da sociedade civil no campo da segurança pública. 2019. (Encontro).

I Oficina de Incidência Política. 2019. (Oficina).

III Encontro Nacional de Políticas Públicas. 2018. (Congresso).

Seminário NEPS 10 anos ?Desigualdade, Violência e Segurança Pública: um olhar sobre o Recife?. 2018. (Seminário).

Seminário Temático: "Gênero e Necropolítica: a morte de mulheres no Ceará". 2018. (Seminário).

III Semana de Humanas da EEMTI Visconde do Rio Branco. Os desafios da violência urbana. 2017. (Feira).

Mulheres na Ciência: Avanços e Desafios. 2017. (Seminário).

Seminário Diálogos sobre a seletividade no Sistema de Justiça Criminal. 2017. (Seminário).

V Seminário Internacional Violência e Conflitos Sociais: Criminalização, Controle e Punição.Facções criminosas e Estado: a experiência da "pacificação" na cidade de Fortaleza. 2016. (Seminário).

Cine PET 2015: Utopias & distopias. 2015. (Outra).

Encontros Políticos do LEPEM - Que crise é essa?. 2015. (Outra).

Participação em bancas

Aluno: Italo de Oliveira Guedes

LINS, A. L. C.; ALBERTO, M. F. P.; SILVA JUNIOR, N. G. S. E.. A Juventude Vítimas de Homicídios na Cidade de João Pessoa. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Psicologia) - Universidade Federal da Paraíba.

Produções bibliográficas

  • LINS, A. L. C. ; SILVA, I. M. D. . A PRODUÇÃO DOS DISCURSOS SOBRE A ?CHACINA DO BENFICA? E A CRIMINALIZAÇÃO DAS TORCIDAS ORGANIZADAS EM FORTALEZA/CE. AURORA (UNESP. MARÍLIA) , v. 11, p. 79-94, 2018.

  • LINS, AL . Sobre um futuro que não vai existir. In: Silvia Ramos. (Org.). ELAS VIVEM: Dados da violência contra mulheres. 1ed.Rio de Janeiro: CESeC, 2022, v. , p. 17-18.

  • LINS, A. L. C. . Mortes anunciadas. In: Silvia Ramos; Juliana Gonçalves. (Org.). A dor e a luta das mulheres: números do feminicídio. 1ed.Rio de Janeiro: , 2021, v. 1, p. 19-20.

  • LINS, Ana Letícia ; CAVALCANTE, R. M. B. . Populações vulneráveis na pauta. In: Silvia Ramos. (Org.). A Vida Resiste: Além dos dados da violência. 1ed.Rio de Janeiro: , 2021, v. 1, p. 19-21.

  • LINS, A. L. C. ; BARREIRA, C. ; CAVALCANTE, R. M. B. . Homicídios aumentam; vítimas ainda são as mesmas. In: Silvia Ramos; Anabela Paiva. (Org.). Racismo, motor da violência. 1ed.Rio de Janeiro: , 2020, v. 1, p. 31-38.

  • LINS, A. L. C. ; SILVA, F. R. N. ; SIQUEIRA, I. L. B. ; MORAES, S. S. . Pesquisa com violência e segurança pública na pós-graduação. In: Danyelle Nilin Gonçalves. (Org.). Política, ensino, ciência e arte: reflexões e debates da Semana de Humanidades. 1ed.Fortaleza: Expressão Gráfica e Editora, 2019, v. 2, p. 115-130.

  • LINS, Ana Letícia . A epidemia de LGBTQIA+fobia no Ceará. OPOVO, Fortaleza, Ceará, Brasil, 06 ago. 2021.

  • LINS, A. L. C. . Omitir dados é um projeto. OPOVO, Fortaleza, 04 jan. 2021.

  • LINS, A. L. C. . Novo ano, velho cenário para mulheres. OPOVO, 29 jan. 2020.

  • LINS, A. L. C. . Segurança pública: para além dos dados oficiais. OPOVO, 21 nov. 2019.

  • LINS, A. L. C. ; ACCIOLY, M. I. F. . Cadeia ou cemitério: o que temos a oferecer à juventude periférica cearense?. Mídium - Comunicação em Movimento, Fortaleza, 07 dez. 2017.

  • LINS, A. L. C. . O Pacto por um Ceará Pacífico e os limites da participação social. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • LINS, A. L. C. ; SIQUEIRA, I. B. L. . 'Novo' modelo, velhas propostas: dilemas da privatização do sistema penitenciário no Brasil. 2018. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • LINS, A. L. C. ; SILVA, I. M. D. . A produção dos discursos sobre a ??Chacina do Benfica?? e a criminalização das Torcidas Organizadas em Fortaleza/CE. 2018. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • LINS, A. L. C. . Entre o policiamento comunitário e o ?operacional?: a política de segurança pública no Ceará. 2018. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • LINS, A. L. C. ; LOBATO, F. N. F. ; BORGUES, O. L. ; SANTOS, E. M. O. ; SILVA, M. L. M. ; GOMES, C. J. A. . PROJETO TRAFICANDO SABERES: JUVENTUDES E RESISTÊNCIAS. 2018. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • LINS, A. L. C. . CIDADANIA E RECONHECIMENTO: SOBRE AS LUTAS POLÍTICAS PARA A CONSTRUÇÃO E A PRESERVAÇÃO DE UM BAIRRO POPULAR NA PERIFERIA DA CIDADE DE FORTALEZA. 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • LINS, A. L. C. ; PAIVA, L. F. S. ; LOURENCO, L. C. ; TEIXEIRA, Y. C. . 'A guerra por outros meios': as transformações sociais do crime em Fortaleza. 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • LINS, A. L. C. . Facções criminosas e Estado: a experiência da 'pacificação' na cidade de Fortaleza. 2016. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • LINS, A. L. C. . CIDADANIA E RECONHECIMENTO: SOBRE AS LUTAS POLÍTICAS PARA A CONSTRUÇÃO E A PRESERVAÇÃO DE UM BAIRRO POPULAR NA PERIFERIA DA CIDADE DE FORTALEZA. 2015. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • LINS, A. L. C. . A violência policial e a incoerência do governo do Ceará 2020 (Texto em blog).

  • PAIVA, L. F. S. ; LINS, A. L. C. ; LOURENCO, L. C. ; TEIXEIRA, Y. C. . ?A GUERRA POR OUTROS MEIOS?: AS TRANSFORMAÇÕES SOCIAIS DO CRIME EM FORTALEZA. Fortaleza: Periódicos UFC, 2017 (Resumo).

  • PAIVA, L. F. S. ; LINS, A. L. C. ; LOURENCO, L. C. ; TEIXEIRA, Y. C. . CIDADANIA E RECONHECIMENTO: SOBRE AS LUTAS POLÍTICAS PARA A CONSTRUÇÃO E A PRESERVAÇÃO DE UM BAIRRO POPULAR NA PERIFERIA DA CIDADE DE FORTALEZA. Fortaleza: Periódicos UFC, 2016 (Resumo).

Outras produções

LINS, Ana Letícia ; RAMOS, Silvia ; OLIVEIRA, P. M. N. ; GONCALVES, J. . Projeto Ter Conhecimento. 2022.

LINS, Ana Letícia ; Fórum Brasileiro de Segurança Pública . Produto 2 ? Identificação das demandas sociais para solução de problemas de violência urbana e sentimento de insegurança. 2021.

BARREIRA, C. ; PAIVA, L. F. S. ; MORAES, S. S. ; CASTOR, C. H. ; LINS, A. L. C. . Ceará 2050: Diagnóstico Consolidado - Desenvolvimento do Ceará, entre 1987-2017. 2018.

LINS, A. L. C. ; CARLOS, C. A. F. ; OLIVEIRA, D. ; FREITAS, I. R. . InformeDH: 'Violações de direitos no contexto da pandemia de Covid-19 na periferia de Fortaleza: o caso do Grande Bom Jardim'. 2020.

LINS, A. L. C. . Keron, 13, brutalmente assassinada no mês da visibilidade trans: a vítima mais jovem do transfeminicídio no país. 2021. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

LINS, Ana Letícia . Ceará tem a maior queda no número de homicídios no Brasil no primeiro semestre de 2021. 2021. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

LINS, Ana Letícia . Ataque a tiros contra base fixa da PM é mais um episódio a elevar tensão em residencial na Capital. 2021. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

LINS, Ana Letícia . Mortos em intervenções policiais não têm cor ou raça identificada em 73% dos casos no Ceará em 2020. 2021. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

LINS, Ana Letícia . Zelador é morto em abordagem da PM; 772 pessoas morreram em ações policiais no Ceará em 5 anos. 2021. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

LINS, Ana Letícia . 35 PMs foram presos em operações contra extorsão e corrupção no Ceará desde 2019; veja lista. 2021. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

LINS, Ana Letícia . 58 LGBTs foram assassinados no Ceará em 2020. 2021. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

LINS, Ana Letícia . Radiografia para eliminar as lacunas nos dados sobre feminicídios. 2021. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

LINS, Ana Letícia . Mortes violentas por causa indeterminada aumentam no Ceará. 2021. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

LINS, Ana Letícia . Ceará tem a 2º maior proporção de mulheres assassinadas do Brasil. 2021. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

LINS, Ana Letícia . ?Já perdi as contas de quantos assassinatos presenciei?: Como Caucaia (CE) se tornou a cidade mais violenta do Brasil. 2021. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

LINS, A. L. C. ; OLIVEIRA, P. M. N. . Sistema penitenciário em alerta para risco de coronavírus. 2020. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

LINS, A. L. C. . #57. Justiça por Mizael. 2020.

LINS, A. L. C. . Novo secretário da segurança fala sobre o desafio de reduzir a violência no Ceará. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

LINS, A. L. C. . Campanha cobra desfecho para morte por intervenção da PM. 2020. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

LINS, A. L. C. . PMs matam garoto dentro de casa enquanto ele dormia, afirma família. 2020. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

LINS, A. L. C. . Mortes por ação policial sem desfecho na Justiça são denunciadas à ONU. 2020. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

LINS, A. L. C. . Para PM do CE, policiais que mataram menino adormecido agiram em legítima defesa. 2020. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

LINS, A. L. C. . Negros são 87% dos mortos por intervenção policial no Ceará, mostra estudo. 2020. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

LINS, A. L. C. . 87% dos mortos por intervenção policial no Ceará são negros, diz estudo. 2020. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

LINS, A. L. C. . Letalidade policial é maior entre negros, aponta pesquisa. 2020. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

LINS, A. L. C. . Uma pesquisa inédita feita pela Rede de Observatórios da Segurança aponta que pelo menos 87% dos mortos por intervenção policial no Ceará são negros. Além do alto índice, o Estado se destacou em outro quesito: a omissão de dados.. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

LINS, A. L. C. . Crimes violentos sobem em 2020, em meio à pandemia e a motim. 2020. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

LINS, A. L. C. . Capitão Wagner elogia Camilo e diz que irá a Brasília articular ajuda. 2019. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

LINS, A. L. C. ; BARREIRA, C. ; RAMOS, Silvia . 84% dos ataques registrados em cinco estados do Brasil foram no CE. 2019. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

LINS, A. L. C. . Jovem de 14 anos é morto por PM onde há programa de redução de violência em Fortaleza. 2019. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

LINS, A. L. C. . Jovem de 14 anos é morto por PM onde há programa de redução de violência em Fortaleza. 2019. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

LINS, A. L. C. . Em menos de quatro anos, número de câmeras de videomonitoramento aumenta 1.109% em Fortaleza. 2018. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

LINS, A. L. C. . Duas áreas com base da Polícia têm aumento de homicídios. 2018. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

LINS, A. L. C. ; BARREIRA, C. ; CAVALCANTE, R. M. B. ; RAMOS, Silvia ; OLIVEIRA, P. M. N. ; SILVA, P. P. ; SOTERO, B. ; RIBEIRO, D. ; SANTANA, L. S. ; MANSO, B. P. ; RIBEIRO, J. R. ; FREITAS, A. P. ; JATOBA, E. ; PAIVA, A. ; ARAUJO, M. V. ; OLIVEIRA, S. . Retratos da Violência: Cinco meses de monitoramento, análises e descobertas. 2019. (Relatório de pesquisa).

Projetos de pesquisa

  • 2017 - 2018

    "A guerra por outros meios": as transformações sociais do crime em Fortaleza, Descrição: A pesquisa proposta tem como seu ponto de partida o ano de 2016, quando se experimentou uma redução significativa nos índices de homicídio da cidade de Fortaleza em razão de um fenômeno classificado como ?pacificação? cujas causas são atribuídas a tréguas feitas por pessoas envolvidas em crimes e conflitos territoriais. De acordo com relatos de moradores da periferia e da imprensa local, a trégua ocorreu em virtude de uma ação sistemática de grupos organizados que passaram a interferir na forma de se fazer o crime na Cidade. Ao considerar esse cenário, o objetivo dessa proposta é compreender como organizações criminosas passaram a atuar em comunidades da periferia de Fortaleza. Busca-se entender como essas organizações atuaram nas comunidades, estruturando um modo de agir com implicações nas maneiras de se envolver e praticar crimes na periferia da capital cearense. Interessa a essa proposta refletir sobre sistemas de pensamento político e moral que, em linhas gerais, possibilitaram transformações sociais importantes em territórios urbanos marcados por mortes violentas, tráfico de drogas e assaltos sistemáticos às pessoas do lugar. Parte-se do pressuposto de que as "guerras" territoriais existentes, nos bairros da periferia de Fortaleza, foram reconfiguradas pela ação de organizações criminosas, com estruturação de controles, valores e procedimentos a serem observados. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Ana Letícia Costa Lins - Integrante / Luiz Fábio Silva Paiva - Coordenador / Yuri Carvalho Teixeira - Integrante.

  • 2016 - 2017

    Cidadania, reconhecimento e gênero: as lutas políticas de mulheres em um bairro na periferia da cidade de Fortaleza, Descrição: O objetivo deste projeto é compreender as lutas políticas de mulheres que compõem a história do bairro Conjunto Ceará, localizado na periferia de Fortaleza. Nesta investigação, pretende-se observar como mulheres residentes no Bairro protagonizaram lutas políticas no intuito de reivindicar direitos, serviços e bens culturais para um conjunto habitacional situado na periferia da Cidade. Parte-se do pressuposto de que a cidadania, no Conjunto Ceará, é uma construção social articulada a práticas de moradores comprometidos com o bem-estar da comunidade. Isto significa que eles, ao longo do processo de formação do Bairro, estiveram comprometidos e politicamente orientados pela ideia de construir um bom lugar para morar. Nessas lutas, as mulheres tem um papel diferenciado, atuando em articulações e resistências enfrentadas no contexto de movimentos sociais orientados, entre outras coisas, por um ethos masculino. O papel de representante é um dos pontos chaves dessa investigação que visa observar como mulheres ocupam esse lugar e enfrentam ou não resistências relacionadas a discriminações de gênero. Nesta perspectiva, observamos o bairro como uma comunidade política cujas mulheres têm um lugar diferenciado entre sujeitos que vislumbram uma posição de poder e enunciação. As falas de mulheres integradas nas lutas sociais do Conjunto Ceará revelam nuances de uma ?periferia diferenciada? e reconhecida como a ?Aldeota da periferia?. As lutas sociais são um componente estruturante de como o Conjunto Ceará se constitui como uma comunidade política, evidenciando uma experiência singular na Cidade. O que percebemos em uma investigação realizada entre 2015 e 2016 foi que, nessas lutas, as mulheres ocupam um lugar de colaboração e reivindicação quanto a possibilidade de serem protagonistas de um processo que envolve a construção social do lugar em que vivem. A pesquisa tem caráter qualitativo, fundamentada em incursões etnográficas e entrevistas com integrantes de movimentos sociais. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Ana Letícia Costa Lins - Integrante / Luiz Fábio Silva Paiva - Coordenador / Yuri Carvalho Teixeira - Integrante., Financiador(es): Universidade Federal do Ceará - Bolsa.

  • 2015 - 2016

    Cidadania e reconhecimento: sobre as lutas políticas para a construção e a preservação de um Bairro popular na periferia da cidade de Fortaleza., Descrição: O objetivo deste projeto é compreender as lutas políticas que compõem a história do bairro Conjunto Ceará, em Fortaleza. Nesta investigação, pretende-se observar como os moradores protagonizaram lutas políticas no intuito de reivindicar direitos, serviços e bens culturais para um conjunto habitacional situado na periferia da Cidade. Parte-se do pressuposto de que a cidadania, no Conjunto Ceará, é uma construção social articulada a práticas de moradores comprometidos com o bem-estar da comunidade. Isto ignifica que eles, ao longo do processo de formação do Bairro, estiveram comprometidos e politicamente orientados pela ideia de construir um bom lugar para morar. Conforme observado nas primeiras incursões ao campo, ao contrário de um bairro de periferia marginalizado, o Conjunto Ceará goza de um amplo reconhecimento social, considerado como uma espécie de centro da periferia de Fortaleza. Nesta perspectiva, seus moradores falam das diferenças do bairro em relação a outros da periferia da cidade, ressaltando a importância da comunidade na luta e preservação de uma cidadania conquistada. Os moradores também recordam de lutas contra governos estaduais e municipais para cobrar ações e resistir a intervenções que não atendem ao interesse da comunidade. Entre os problemas sociais evidenciados está o fato de, nos últimos anos, os moradores relatarem a falta de investimentos que preservem bens públicos e ampliem políticas públicas de atenção à comunidade. Assim, observa-se a depredação de espaços públicos, o aumento da violência urbana, a depreciação de eventos culturais locais e a degradação de serviços públicos. Nas falas dos moradores, percebe-se o receio de que o Conjunto Ceará se torne um "bairro como outros da periferia", repleto de problemas relacionados às deficiências de bens e políticas públicas. Então, lutar pelo Bairro reflete uma dupla expectativa relacionada a conquistar direitos e preservar a cidadania conquistada ao longo do processo de formação da comunidade. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Ana Letícia Costa Lins - Integrante / Luiz Fábio Silva Paiva - Coordenador., Financiador(es): Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Universidade Federal do Ceará, Centro de Humanidades, Departamento de Ciências Sociais e Filosofia. , Avenida da Universidade - de 2801/2802 ao fim, Benfica, 60020181 - Fortaleza, CE - Brasil, Telefone: (85) 33667419

Experiência profissional

2017 - 2018

Centro de Defesa da Vida Herbert de Souza

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Colaboradora

Outras informações:
Escola de Educação Popular em Direitos Humanos.

2018 - 2020

Universidade Federal do Ceará

Vínculo: Mestrado em Sociologia, Enquadramento Funcional: Bolsista CAPES, Regime: Dedicação exclusiva.

2017 - 2017

Universidade Federal do Ceará

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de Iniciação Científica, Carga horária: 16, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Laboratório de Estudos da Violência (LEV) - UFC. Projeto de Pesquisa: "A guerra por outros meios": as transformações sociais do crime em Fortaleza.

2016 - 2017

Universidade Federal do Ceará

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de Iniciação Científica, Carga horária: 16, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Laboratório de Estudos da Violência (LEV) - UFC. Projeto de pesquisa: "Cidadania, reconhecimento e gênero: as lutas políticas de mulheres em um bairro na periferia da cidade de Fortaleza."

2015 - 2016

Universidade Federal do Ceará

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsa de Iniciação Científica, Carga horária: 16, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Laboratório de Estudos da Violência (LEV) - UFC. Projeto de pesquisa: "Cidadania e reconhecimento: sobre as lutas políticas para a construção e a preservação de um Bairro popular na periferia da cidade de Fortaleza"

2014 - 2015

Universidade Federal do Ceará

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: PIBID, Carga horária: 12

Outras informações:
Liceu do Ceará

Atividades

  • 10/2015

    Pesquisa e desenvolvimento, Centro de Humanidades, Departamento de Ciências Sociais e Filosofia.,Linhas de pesquisa

2019 - 2023

Rede de Observatórios da Segurança

Vínculo: Integrante, Enquadramento Funcional: Pesquisadora, Carga horária: 20

Outras informações:
A Rede de Observatórios da Segurança é uma iniciativa de instituições acadêmicas e da sociedade civil da Bahia, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo dedicada a acompanhar políticas públicas de segurança e a criminalidade nesses estados. Com metodologia inspirada na bem-sucedida experiência do Observatório da Intervenção, projeto do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC), que monitorou as ações das Forças Armadas no Rio de Janeiro durante a intervenção federal em 2018, a Rede acompanha 16 indicadores, além dos dados oficiais e orçamentos governamentais e realiza relatórios, infográficos e vídeos, além de seminários e encontros.