Vitor Taliel de Oliveira

Graduado em Ciências Naturais pela Universidade de Brasília, Campus UnB Planaltina-FUP. Atuei como bolsista na Universidade de Brasília pelo Programa Institucional de Bolsa de Iniciação á Docência (PIBID) e voluntário pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC). Pós-graduação em ensino de matemática pela Universidade Cruzeiro do Sul e graduado em Licenciatura de matemática. Atualmente, docente na instituição Colégio Galois de Brasília e Colégio Logosófico, também atuo como professor preparatório para o Processo Avaliativo Seriado (PAS) no Instituto São José de Sobradinho.

Informações coletadas do Lattes em 15/05/2024

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em andamento em Ciências Naturais

2014 - Atual

Universidade de Brasília, UnB

Ensino Médio (2º grau)

2011 - 2013

Centro Educacional 02 DE Sobradinho/DF

Participação em eventos

3rd International Conference on Nanoscience, Nanotechnology and Nanobiotechnology. 20.. 2015. (Congresso).

Produções bibliográficas

  • OLIVEIRA, V. T. ; CORTEZ, A. F. ; CUNHA, S. L. . Remoção de Crom Hexavalente em Soluções Aquosas por Nanopartículas Core-Shell do tipo CoFe2O4@?-Fe2O3. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • Alves, E. B. S. ; OLIVEIRA, V. T. ; CAIXETA, J. E. . Cada lugar um lugar, cada lugar uma lei, cada lei uma razão: um estudo sobre concepções de gangues. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

Projetos de pesquisa

  • 2016 - 2017

    PIBIC - Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica - Efeito do Tamanho Cristalino no Processo de Adsorção de Cr(VI) por por Nanopartículas Core-Shell do Tipo CoFe2O4@y-Fe2O3, Descrição: Nas últimas décadas, a disponibilidade de água potável para uso doméstico e em aplicações industriais tem sido um tema de grande preocupação, tanto em países desenvolvidos quanto naqueles em desenvolvimento. Considerando-se o aumento na taxa de crescimento populacional aliado à instabilidade das condições climáticas, espera-se que a quantidade de água doce disponível reduza drasticamente, o que afetará de maneira negativa o desenvolvimento socioeconômico de muitos países. Dessa forma, a reutilização de águas residuais mostra-se como uma das possíveis estratégias para aumentar os recursos hídricos, caso possa ser gerenciada com segurança1 . No caso do Brasil, a obrigatoriedade da preservação da qualidade e da disponibilidade da água em todo o território nacional está estabelecida na Constituição Federal de 1988. A Lei N° 6.938, de 31 de agosto de 1981, conhecida como Política Nacional do Meio Ambiente, tem como um de seus instrumentos o estabelecimento de padrões de qualidade ambiental, ao passo que a Lei N 9.433, de 08 de janeiro de 1997, denominada Política Nacional de Recursos Hídricos, tem como principal instrumento o enquadramento de corpos de água em classes, segundo seus usos preponderantes da água. Esse enquadramento, previsto na Resolução CONAMA N 357/05, é o instrumento de planejamento que estabelece metas para garantir à água o nível de qualidade correspondente a uma classe a ser alcançada e mantida, e que possa assegurar o uso preponderante para um segmento de corpo hídrico. Nesse aspecto, é fato que o tratamento da água de consumo está presente em todas as regiões do país, porém somente algumas poucas cidades possuem estações de tratamento de esgotos. Por outro lado, a realidade quanto aos esgotos industriais é flagrante: não existem medidas efetivas para seu controle e a maioria das estações de tratamento implantadas no setor está ultrapassada, e, portanto, removem precariamente compostos tóxicos importantes2 . Nesse sentido, o potencial de contaminação dos recursos hídricos aumenta de forma importante, principalmente com relação a metais pesados como mercúrio, chumbo, cádmio, arsênio, antimônio e cromo; e produtos orgânicos recalcitrantes ou refratários como defensivos agrícolas, derivados de petróleo e detergentes sintéticos, cujas taxas de biodegradação são muito lentas. Com respeito aos metais pesados, trata-se de um grupo de poluentes que requer um tratamento especial, uma vez que são cumulativos e podem-se tornar mais nocivos quando combinados com sedimentos ou determinados componentes do solo3 . Entre eles, destaca o cromo hexavalente Cr(VI), que é altamente tóxico e causa vários problemas de saúde pública como distúrbios renais, hepatite, encefalopatia, anemia, insuficiência pulmonar, lesões ósseas, hipertensão arterial e até mesmo câncer4-6 . Atualmente, os avanços da ciência em nanoescala começam a oferecer oportunidades sem precedentes na forma de materiais como nanoadsorventes magnéticos7 . No caso das nanopartículas magnéticas, o processo de filtração magnética tem um potencial extremamente promissor na remoção de metais pesados e poluentes orgânicos de águas residuais de consumo e industriais. Diversos parâmetros físico-químicos influenciam o processo de adsorção como pH do meio, taxa de agitação, tempo de contato entre o poluente e o nanoadsorvente, temperatura e, principalmente, o tamanho médio das nanopartículas. Inserido nesse contexto, o presente plano de trabalho tem como objetivo investigar a influência do tamanho cristalino de nanoadsorventes magnéticos baseados em nanopartículas core-shell do tipo CoFe2O4@-Fe2O3 no processo de adsorção de Cr(VI) de águas residuais.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Vitor Taliel de Oliveira - Integrante / Alex Fabiano Cortez - Coordenador.

  • 2015 - Atual

    PIBIC - Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica - Estudo da Recuperação de Nanosorventes Magnéticos Empregados na Remoção de Cromo Hexavalente em Águas Residuais, Descrição: Nas últimas décadas, a disponibilidade de água potável para uso doméstico e em aplicações industriais tem sido um tema de grande preocupação, tanto em países desenvolvidos quanto naqueles em desenvolvimento. Considerando-se o aumento na taxa de crescimento populacional aliado à instabilidade das condições climáticas, espera-se que a quantidade de água doce disponível reduza drasticamente, o que afetará de maneira negativa o desenvolvimento socioeconômico de muitos países. Dessa forma, a reutilização de águas residuais mostra-se como uma das possíveis estratégias para aumentar os recursos hídricos, caso possa ser gerenciada com segurança1. No caso do Brasil, a obrigatoriedade da preservação da qualidade e da disponibilidade da água em todo o território nacional está estabelecida na Constituição Federal de 1988. A Lei N° 6.938, de 31 de agosto de 1981, conhecida como Política Nacional do Meio Ambiente, tem como um de seus instrumentos o estabelecimento de padrões de qualidade ambiental, ao passo que a Lei N 9.433, de 08 de janeiro de 1997, denominada Política Nacional de Recursos Hídricos, tem como principal instrumento o enquadramento de corpos de água em classes, segundo seus usos preponderantes da água. Esse enquadramento, previsto na Resolução CONAMA N 357/05, é o instrumento de planejamento que estabelece metas para garantir à água o nível de qualidade correspondente a uma classe a ser alcançada e mantida, e que possa assegurar o uso preponderante para um segmento de corpo hídrico. Nesse aspecto, é fato que o tratamento da água de consumo está presente em todas as regiões do país, porém somente algumas poucas cidades possuem estações de tratamento de esgotos. Por outro lado, a realidade quanto aos esgotos industriais é flagrante: não existem medidas efetivas para seu controle e a maioria das estações de tratamento implantadas no setor está ultrapassada, e, portanto, removem precariamente compostos tóxicos importantes2. Nesse sentido, o potencial de contaminação dos recursos hídricos aumenta de forma importante, principalmente com relação a metais pesados como mercúrio, chumbo, cádmio, arsênio, antimônio e cromo; e produtos orgânicos recalcitrantes ou refratários como defensivos agrícolas, derivados de petróleo e detergentes sintéticos, cujas taxas de biodegradação são muito lentas. Com respeito aos metais pesados, trata-se de um grupo de poluentes que requer um tratamento especial, uma vez que são cumulativos e podem-se tornar mais nocivos quando combinados com sedimentos ou determinados componentes do solo3. Entre eles, destaca o cromo hexavalente Cr(VI), que é altamente tóxico e causa vários problemas de saúde pública como distúrbios renais, hepatite,encefalopatia, anemia, insuficiência pulmonar, lesões ósseas, hipertensão arterial e até mesmo câncer4-6. Nesse contexto, os avanços da ciência em nanoescala começam a oferecer oportunidades sem precedentes na forma de materiais como nanosorventes magnéticos7. No caso das nanopartículas magnéticas, o processo de filtração magnética tem um potencial extremamente promissor na remoção de metais pesados e poluentes orgânicos de águas residuais de consumo e industriais. As mesmas características que tornam as nanopartículas interessantes do ponto de vista de aplicação tecnológica podem ser indesejáveis quando essas são liberadas ao meio ambiente. O pequeno tamanho das nanopartículas facilita sua difusão e transporte na atmosfera, em águas e em solos, ao passo que dificulta sua remoção por técnicas usuais. De modo geral, sabe-se muito pouco ou nada sobre a biodisponibilidade, biodegradabilidade e toxicidade de novos nanomateriais, por isso sua recuperação após uso torna-se fundamental.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Vitor Taliel de Oliveira - Integrante / Alex Fabiano Cortez - Coordenador.

Histórico profissional

Experiência profissional

2015 - Atual

Universidade de Brasília, UnB

Vínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Voluntário, Carga horária: 20

Outras informações:
Voluntário de iniciação científica do PIBIC/UnB - FUP (Ciências Naturais).

2014 - Atual

Universidade de Brasília, UnB

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista, Carga horária: 20

Outras informações:
Bolsista de iniciação a docência do PIBID/UnB - FUP (Ciências Naturais).

Atividades

  • 03/2014

    Ensino,,Disciplinas ministradas, Ciências Naturais, Química, Física, Maemática, Biologia

2019 - Atual

Colégio Logosófico Unidade Brasília

Vínculo: Professor, Enquadramento Funcional: Professor de Matemática, Carga horária: 17