LUCIA VANESSA ROCHA SANTOS

Graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Alagoas (2018), possui especialização em Auditoria, Gestão e Perícia Ambiental pela Universidade Cândido Mendes (2020),mestre (2021) e doutora (2025) em Diversidade Biológica e Conservação nos Trópicos (Biodiversidade) pela Universidade Federal de Alagoas. Atua na área de Zoologia, com ênfase em identificação, dieta e comportamento animal. Em 2024, recebeu o Prêmio de Excelência Acadêmica da FAPEAL. Também atua como revisora dos periódicos *Aquatic Conservation: Marine and Freshwater Ecosystems*, *Biodiversity Data Journal*, *Boletim do Instituto de Pesca* e *Neotropical Biology and Conservation*.

Informações coletadas do Lattes em 11/01/2026

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em Diversidade Biológica e Conservação Nos Trópicos

2021 - 2025

Universidade Federal de Alagoas
Título: Indutores ecológicos e comportamentais da ingestão de plástico
Robson Guimarães dos Santos. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.

Mestrado em Diversidade Biológica e Conservação Nos Trópicos

2019 - 2021

Universidade Federal de Alagoas
Título: Repertório comportamental e interações sociais de machos de Macrobrachium acanthurus (Wiegmann, 1836) (Crustacea, Palaemonidae) em condições controladas
, Ano de Obtenção: 2021.Petrônio Alves Coelho Filho.

Especialização em AUDITORIA,GESTÃO E PERÍCIA AMBIENTAL

2018 - 2020

Universidade Candido Mendes
Título: O Perigo da Introdução de Espécies: Análise da Produção Científica Sobre Espécies Invasoras No Brasil

Graduação em Ciências Biológicas

2013 - 2018

Universidade Federal de Alagoas
Título: Diversidade e Distribuição dos Camarões (Crustacea Palaemonidae e Atyidae) no Baixo Rio São Francisco (Nordeste do Brasil)
Orientador: Petrônio Alves Coelho Filho

Ensino Médio (2º grau)

2010 - 2012

Colégio Diocesano de Penedo

Formação complementar

2018 - 2018

Monitoramento da Qualidade da Água de Rios e Reservatórios. (Carga horária: 40h). , Agência Nacional de Águas, ANA, Brasil.

2018 - 2018

Drenagem e Controle da Salinidade na Irrigação. (Carga horária: 4h). , Agência Nacional de Águas, ANA, Brasil.

2018 - 2018

Água e Floresta: uso sustentável da Caatinga. (Carga horária: 20h). , Agência Nacional de Águas, ANA, Brasil.

2018 - 2018

Manejo e Cuidados no Uso da Vinhaça na Fertirrigação. (Carga horária: 4h). , Agência Nacional de Águas, ANA, Brasil.

2018 - 2018

Qualidade da Água em Reservatórios. (Carga horária: 60h). , Agência Nacional de Águas, ANA, Brasil.

2018 - 2018

Alternativas Organizacionais para a Gestão de Recursos Hídricos. (Carga horária: 30h). , Agência Nacional de Águas, ANA, Brasil.

2018 - 2018

Gerenciamento Integrado de Recursos Hídricos no Nordeste. (Carga horária: 20h). , Agência Nacional de Águas, ANA, Brasil.

2018 - 2018

Outorga do Direito de Uso dos Recursos Hídricos. (Carga horária: 20h). , Agência Nacional de Águas, ANA, Brasil.

2017 - 2017

Epidemologia dos agravos à saúde ocasionado por agentes tóxicos. (Carga horária: 5h). , Universidade Federal de Alagoas, UFAL, Brasil.

2017 - 2017

Principais animais peçonhentos do município de Arapiraca e entorno. (Carga horária: 5h). , Universidade Federal de Alagoas, UFAL, Brasil.

2017 - 2017

Cartilha didática- animais peçonhentos. (Carga horária: 5h). , Universidade Federal de Alagoas, UFAL, Brasil.

2016 - 2016

Avaliação integrada da qualidade ambiental de ecossistemas estuarinos. (Carga horária: 10h). , Universidade de Pernambuco, UPE, Brasil.

2015 - 2015

Educação Ambiental. (Carga horária: 14h). , SENAI - Departamento Regional de Alagoas, SENAI/DR/AL, Brasil.

2015 - 2015

Lei das Águas. (Carga horária: 20h). , Agência Nacional de Águas, ANA, Brasil.

2014 - 2014

Inglês Instrumental. (Carga horária: 10h). , Universidade Federal de Alagoas, UFAL, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Biologia Geral / Subárea: Biologia.

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Educação Ambiental.

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Zoologia / Subárea: Comportamento animal.

Organização de eventos

SANTOS, L. V. R. . III Semana de Biologia- AGRESTE: a força exuberante da vida. 2014. (Congresso).

Participação em eventos

Curso de Introdução à Biologia Marinha e aos ambientes Costeiros. 2020. (Outra).

Jornada Remota da SBEt - "A Etologia em Tempos de Pandemia ". 2020. (Outra).

X Congresso Brasileiro Sobre Crustáceos. DIVERSIDADE E ECOLOGIA DOS CAMARÕES DE ÁGUA-DOCE (CRUSTACEA PALAEMONIDAE E ATYIDAE) NO BAIXO SÃO FRANCISCO (NORDESTE DO BRASIL). 2018. (Congresso).

?Cartilha didática ? animais peçonhetos?,. 2017. (Oficina).

?Epidemiologia dos agravos à saúde ocasionados por agentes tóxicos?. 2017. (Oficina).

?Principais animais peçonhentos do município de Arapiraca e entorno: identificação, profilaxia e assistência?,. 2017. (Oficina).

Ciclo de Palestras sobre Meio Ambiente. 2016. (Outra).

Congresso Acadêmico Integrado de Inovação e Tecnologia- Caiite. 2016. (Congresso).

Encontro Alagoano em Educação Ambiental nas Áreas de Manguezal. 2016. (Encontro).

I Congresso Nacional de Microcefalia. 2016. (Congresso).

IX Congresso Brasileiro Sobre Crustáceos. Levantamento da carcinofauna da região estuarina do rio São Francisco, Alagoas/Sergipe, Brasil.. 2016. (Congresso).

XIX ENCONTRO DE ZOOLOGIA DO NORDESTE: BIODIVERSIDADE E MUDANÇAS CLIMÁTICAS.Macroinvertebrados da zona entremarés de uma região do estuário do Rio São Francisco, Nordeste do Brasil.. 2016. (Encontro).

XXVI Encontro de Iniciação Científica. 2016. (Encontro).

1º Fórum de Arqueologia em Alagoas: Período Ibérico Holandês. 2015. (Seminário).

Congresso Acadêmico Integrado de inovação e tecnologia- CAIITE. 2015. (Congresso).

III Semana da Biologia - AGRESTE: a força exuberante da vida. 2014. (Congresso).

VII Encontro Nordestino de Etnobiologia e Etnoecologia e I Encontro Alagonano de Etnobiologia e Etnoecoligia. 2013. (Encontro).

Participação em bancas

Aluno: Aline Pereira Gonçalves

SANTOS, L. V. R.; GUIMARAES, I.; OLIVEIRA, I. M. R. P.. PARTICIPAÇÃO DO MOLUSCO MEXILHÃO DOURADO, LIMNOPERNA FORTUNEI (DUNKER, 1857) NA DIETA NATURAL DOS SIRIS CALLINECTES BOCOURTI (A. MILNE EDWARDS,1879) E CALLINECTES SAPIDUS (RATHBUN,1896) NO BAIXO RIO SÃO FRANCISCO. 2021. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Gestão em Meio Ambiente) - Universidade Federal de Alagoas.

Orientou

Raíla Maria Bulhões de Barros

Indicadores Ecológicos e Comportametais da ingestão de plástico; Início: 2023; Iniciação científica (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Alagoas; (Orientador);

Produções bibliográficas

  • ROCHA SANTOS, LUCIA VANESSA ; DOS SANTOS, VALDINEI FARIAS ; COELHO FILHO, PETRÔNIO ALVES . Population biology and morphometric relationships of the invasive river shrimp Macrobrachium amazonicum (Crustacea, Palaemonidae) in the lower São Francisco River, Brazil. Fundamental and Applied Limnology , v. 197, p. 149-158, 2024.

  • OLIVEIRA, C. D. L. ; SANTOS, LUCIA VANESSA ; OLIVEIRA, C. Y. . Research on chimaera with a thematical focus for life history: A scientometric analysis. REVISTA DE BIOLOGÍA MARINA Y OCEANOGRAFÍA , v. 57, p. press, 2022.

  • SANDES, K. Q. T. C. ; SANTOS, L. V. R. ; FARIAS, M. C. L. ; COELHO-FILHO, P.A. . DIETA NATURAL DE CALLINECTES DANAE SMITH, 1869 (CRUSTACEA, DECAPODA, PORTUNIDAE) EM UM ESTUÁRIO TROPICAL. Arquivos de Ciências do Mar , v. 54, p. 106-121, 2021.

  • OLIVEIRA, C. D. ; SANTOS, L. V. R. . Distribution of the giant river prawn Macrobrachium rosenbergii (De Man, 1879) in Brazil: 43 years after its introduction. Nauplius , v. 29, p. 1-6, 2021.

  • SANTOS, L. V. R. ; CAMILO, J. ; OLIVEIRA, C. Y. ; NADER, C. ; OLIVEIRA, C. D. L. . Current status of Brazilian scientific production on non-native species. Ethology Ecology & Evolution , v. 33, p. 1-14, 2021.

  • SANTOS, L. V. R. ; COELHO-FILHO, P.A. . An update of the amazon prawn (Macrobrachium amazonicum) distribution in the low course of the São Francisco river (northeast Brazil). NEOTROPICAL BIOLOGYAND CONSERVATION , v. 16, p. 105-114, 2021.

  • SANTOS, L. V. R. ; FARIAS, M. C. L. ; OLIVEIRA, A. . MACROINVERTEBRADOS DA ZONA ENTREMARÉS DE UMA REGIÃO DO ESTUÁRIO DO RIO SÃO FRANCISCO, NORDESTE DO BRASIL. In: XIX Encontro de zoologia do Nordeste, 2016, Garanhuns- Pe. LIVRO DE RESUMOS XIX EZN 2016 GARANHUNS, 2016. v. 19. p. 147-149.

  • SANTOS, L. V. R. ; FARIAS, M. C. L. ; OLIVEIRA, A. . Levantamento da carcinofauna da região estuarina do Rio São Francisco, Alagoas/Sergipe, Brasil. In: IX Congresso Brasileiro sobre Crustáceos, 2016, Crato- CE. Biodiversidade de Crustacea: Evolução e os desafios da conservação: Livro de resumos, 2016. v. 9. p. 257-257.

  • FARIAS, M. C. L. ; SANTOS, L. V. R. ; OLIVEIRA, A. . Caracterização e avaliação da pesca de siris da região estuarina do rio São Francisco. In: IX Congresso Brasileiro sobre Crustáceos, 2016, Crato- Ce. Biodiversidade de Crustacea: Evolução e os desafios da conservação: Livro de resumos, 2016. v. 9. p. 240-240.

  • SANTOS, L. V. R. ; SILVA, E. L. ; BARROS, F.P.A. ; GONÇALVES, A.P. ; PINTO, T.K. ; COELHO-FILHO, P.A. . DIVERSIDADE E ECOLOGIA DOS CAMARÕES DE ÁGUA-DOCE (CRUSTACEA PALAEMONIDAE E ATYIDAE) NO BAIXO SÃO FRANCISCO (NORDESTE DO BRASIL). 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • SANTOS, L. V. R. ; SILVA, E. L. ; BARROS, F.P.A. ; GONÇALVES, A.P. ; PINTO, T.K. ; COELHO-FILHO, P.A. . RELAÇÕES INTERESPECÍFICAS DE CAMARÕES DE ÁGUA-DOCE NO BAIXO SÃO FRANCISCO, NORDESTE DO BRASIL. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FARIAS, M. C. L. ; SANTOS, L. V. R. ; OLIVEIRA, A. ; FARIAS, L. L. . RELATO DE EXPERIÊNCIA DA ATUAÇÃO DO PROJETO ECOPEBA NA ESCOLA CORREIA TITARA, CIDADE DE PIAÇABUÇU ? AL, BRASIL. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • SANTOS, L. V. R. . Desafios para a conservação da praia do Peba. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • FARIAS, M. C. L. ; SANTOS, L. V. R. ; RAMOS, J. S. ; OLIVEIRA, A. . Caracterização e Avaliação da Pesca de Siris da Região Estuarina do Rio São Francisco. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • SANTOS, L. V. R. ; FARIAS, M. C. L. ; OLIVEIRA, A. . Macroinvertebrados da Zona Entremarés de uma região do Estuário do Rio São Francisco. 2016. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • SANTOS, L. V. R. ; SILVA, A. C. S. ; FARIAS, M. C. L. ; OLIVEIRA, A. . Levantamento da Carcinofauna da Região Estuarina do Rio São Francisco, Alagoas/Sergipe, Brasil. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • SANTOS, L. V. R. ; OLIVEIRA, A. . Caracterização e Avaliação da Carcinofauna da Região Estuarina do Rio São Francisco. 2016. (Apresentação de Trabalho/Outra).

Projetos de pesquisa

  • 2024 - Atual

    Poluição por plástico em recifes de coral: mapeando os pontos de entrada e fluxo nas teias tróficas, Descrição: Descrição: Nós vivemos em um mundo em rápida mudança em que os pervasivos impactos antrópicos moveram diversos parâmetros ambientais para fora dos limites registrados no Holoceno. Os sistemas terrestres foram afetados tão profundamente que se sugere que agora estamos vivendo em uma nova época geológica, o Antropoceno. Ao lado das mudanças climáticas e da perda da biodiversidade, a poluição por plástico é um dos marcadores do Antropoceno, atingindo uma escala em que deixará registros geoquímicos e fósseis identificáveis. O número de espécies atingidas pelo plástico tem aumentado drasticamente. Os efeitos deletérios da poluição por plástico sobre os organismos são bem documentados e atualmente estão além de qualquer dúvida razoável. Apesar da grande quantidade de estudos dedicados a avaliar a ingestão de plástico pela fauna, a maior parte deles é descritivo e pouco progresso foi feito na compreensão dos fatores relacionados ao fluxo do plástico pelas teias tróficas. A transferência trófica já demonstrada em laboratório, mas poucos trabalhos avaliaram a transferência na natureza. Uma visão ecossistêmica holística deste problema é fundamental para que possamos compreender os fatores ligados à ingestão do plástico e seu fluxo entre os compartimentos ambientais e transferência na teia trófica. Neste contexto, o presente projeto tem por objetivo entender como o plástico flui em um ecossistema, de seu acúmulo no ambiente até a entrada na teia trófica e fluxo por diferentes níveis tróficos. Pretende-se identificar os pontos de entrada e fluxo do plástico na teia trófica, investigando como as características ecológicas das espécies e as características dos diferentes tipos de plástico interagem e influenciam a chance de ingestão deste material. Para fazer está avaliação do fluxo de plástico no ambiente, uma zona recifal será utilizada como sistema modelo. Primeiro, será avaliado o acúmulo do plástico no ambiente (i.e. disponibilidade de plástico) utilizando uma combinação de técnicas clássicas e inovadoras: i) monitoramento de praia; ii) monitoramento da superfície da água utilizando drones; iii) mergulho para monitoramento do plástico depositados nos recifes; e, iv) coleta de amostras de água e sedimento para avaliação de microplástico. Segundo, para explorar o acúmulo de plástico nos organismos, espécies distribuídas por diversos níveis tróficos serão avaliadas quanto a ingestão de plástico e quanto aos atributos ecológicos: estratégia de forrageamento, guilda trófica, nível de seletividade alimentar e principais órgãos do sentido utilizados para captura de alimento. Análises de isótopos estáveis e análises clássicas de dieta serão usadas para estimar a posição trófica dos organismos na teia trófica recifal. Todo o plástico encontrado no ambiente e nos organismos será classificado de acordo com suas características (e.g. tamanho, forma e cor), uso original (e.g. embalagens, material relacionados a pesca), e principal polímero. Finalmente, através da análise das características e composição encontrada em uma determinada espécie e sua comparação com as encontradas nos diferentes compartimentos ambientais, assim como em suas presas, será possível inferir os caminhos que o plástico seguiu até seu acúmulo no organismo. Como resultado será possível identificar pontos de entrada do plástico no ambiente, o fluxo deste material pela teia trófica e identificar quais atributos ecológicos podem estar associados com a maior probabilidade de ingestão de plástico..Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Lucia Vanessa Rocha Santos - Coordenador / Thaila Mirella Leite Alves de Oliveira - Integrante / Priscilla oliveira - Integrante / Ingredy da Silva - Integrante / Robson Guimarães Santos - Integrante.

  • 2022 - Atual

    Explorando as causas da ingestão de plástico, Descrição: As atividades humanas alteraram o planeta a tal ponto que hoje estamos em uma nova época geológica, o Antropoceno. A poluição por plástico é um dos elementos centrais na determinação do Antropoceno. O principal efeito da poluição por plástico é seu impacto sobre os organismos. Apesar dos reconhecidos efeitos deletérios advindos da ingestão deste material, nós ainda estamos entendendo os fatores que tornam os organismos mais susceptíveis à ingestão de plástico. A compreensão das causas da ingestão de plástico é fundamental para que possamos avaliar o risco de populações e espécies a esta ameaça global. Um importante passo na direção do entendimento das causas da ingestão de plástico foi dado recentemente com construção de um framework teórico que combina fatores ecológicos, evolutivos e comportamentais para entender esta ameaça. Este framework mostrou que quatro fatores principais determinam o risco da ingestão de plástico: i) a disponibilidade de plástico no ambiente; ii) o nível de seletividade do organismo; iii) o estado nutricional; e, iv) a semelhança entre o plástico e o item alimentar. É neste arcabouço teórico que a presente proposta se apoia, com o objetivo geral de avaliar quais fatores influenciam a ingestão de plástico por animais. Através de uma abordagem experimental (utilizando zebrafish (Danio rerio) como espécie modelo) iremos testar três hipóteses sobre as causas da ingestão de plástico: i) quanto maior a disponibilidade de plástico no ambiente maior será sua ingestão; ii) organismos que estão passando por um estresse nutricional serão mais propensos à ingestão de plástico; e, iii) a maior semelhança em uma característica do plástico com um item alimentar causará a maior ingestão deste plástico.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Lucia Vanessa Rocha Santos - Coordenador / Robson Guimarães Santos - Integrante.

  • 2019 - Atual

    Interações interespecíficas entre Espécie Nativa e Exótica: Estudo de caso entre Macrobrachium acanthurus (Wiegmann, 1836) e Macrobrachium amazonicum (Heller, 1862)(Decapoda, Palaemonidae), Descrição: A invasão biológica é considerada a segunda principal causa da perda de biodiversidade no mundo, causando alteração em ciclos ecológicos, dificultando a recuperação de ecossistemas naturais, podendo também causar impactos na economia por essas espécies invasoras poderem apresentar vantagens sobre as nativas, principalmente sobre aquelas de alto valor comercial, diminuindo seus estoques, e consequentemente causando perdas na produtividade de pesca das comunidades. Na região do baixo curso do Rio São Francisco essas introduções já interferiram de maneira considerável na fauna de peixes nativa, que era fonte de renda de pescadores, e que atualmente contam maioritariamente com espécies introduzidas, e de menor valor comercial. Estudos recentes abrangendo desde a cidade Piranhas-Al até a foz do rio em Piaçabuçu-Al, evidenciaram que a fauna de crustáceos local, também conta com uma espécie de camarão introduzida, o Macrobrachium amazonicum (Heller, 1862), originária da região amazônica, e até o momento não se sabe o impacto dessa introdução. Sabe-se somente que a espécie não compartilha a mesma área com uma espécie nativa local M. acanthurus (Wiegmann, 1836), sem que haja nenhum tipo de barreira física que justifique. Dessa forma a pesquisa objetiva identificar se a espécie introduzida, apresenta risco para populações nativas, vindo a reduzir o seu estoque, trazendo impacto econômico para pescadores ribeirinhos que dependem diretamente desse recurso. Para isso o estudo irá avaliar como se comportam essas duas espécies, através de observações comportamentais em laboratório, identificando possíveis disputas por recursos, níveis de agressividade interespecíficas e interespecíficas, e possíveis vantagens que a espécie exótica possa apresentar sobre a nativa.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Lucia Vanessa Rocha Santos - Integrante / Petrônio Alves Coelho Filho - Coordenador / Bruno Bezerra da Silva - Integrante.

  • 2015 - 2018

    Monitoramento biológico e pesqueiro dos crustáceos no Baixo São Francisco, Descrição: Responsável pelo estudo dos crustáceos dentro do projeto de Caracterização ambiental e Monitoramento da Bacia do Rio São Francisco- Baixo São Francisco. Objetivos: Caracterizar quanto aos parâmetros físicos, químicos e biológicos (carcinofauna) da região do Baixo São Francisco compreendida entre os municípios de Piranhas à Piaçabuçu. A partir das coletas na campanha, o objetivo é correlacionar parâmetros biológicos analisadas com a diversidade existente, e relatar ocorrência de espécies.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Lucia Vanessa Rocha Santos - Integrante / Felipe Pedrosa Alves Barros - Integrante / Alex Pereira Gonçalves - Integrante / Petrônio Alves Coelho Filho - Coordenador / Aline Pereira Gonçalves - Integrante.

  • 2015 - 2016

    PROJETO PIBIC: DINÂMICA REPRODUTIVA E ALIMENTAR DE CALLINECTES SAPIDUS RATHBUN, 1896 E C. DANAE SMITH, 1869 (BRACHYURA: PORTUNIDAE) NA REGIÃO ESTUARINA DO RIO SÃO FRANCISCO (BAIXO SÃO FRANCISCO), Descrição: A presente proposta de pesquisa trata da determinação de parâmetros biológicos e abióticos para avaliação tanto da qualidade ambiental quanto do potencial pesqueiro da carcinofauna, na área estuarina (estuário e mangue) e foz do Rio São Francisco (Baixo São Francisco), com o intuito de fornecer subsídios para a implantação de ações que levem ao uso sustentável destes recursos naturais, gerando, desta forma, ações de melhoria da qualidade de vida da população ribeirinha e preservação dos ambientes marinho e de manguezal.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) . , Integrantes: Lucia Vanessa Rocha Santos - Integrante / Maria Carolina Lima Farias - Integrante / Ana Carla Soares da Silva - Integrante / Alexandre Ricardo Oliveira - Coordenador / Marcos Paulo dos Santos - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 2

Prêmios

2024

Excelência Acadêmica, FAPEAL- Fundação de Amparo à Pesquisa de Alagoas.

Histórico profissional

Experiência profissional

2017 - 2017

Universidade Federal de Alagoas

Vínculo: Monitor, Enquadramento Funcional: Monitora da disciplina de Zoologia II, Carga horária: 12

2016 - 2016

Universidade Federal de Alagoas

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitora da disciplina Zoologia I, Carga horária: 12

2016 - 2018

Laboratório de Carcinologia- UFAL Penedo

Vínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 15

Outras informações:
Estagiária do Laboratório de Carcinologia da Universidade Federal de Alagoas, Campus Arapiraca- Polo Penedo, sob supervisão do professor Doutor Petrônio Alves Coelho Filho, atuando em pesquisas de monitoramento ambiental da carcinofauna do Rio São Francisco.

2015 - 2017

Laboratório de Carcinologia- UFAL Penedo

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Colaborador(a), Carga horária: 10

Outras informações:
Serviços de Monitoramento dos Ecossistemas Aquáticos de Xingó e Baixo São Francisco da CHESF ? Companhia Hidrelétrica do Baixo São Francisco, atuando no campo operacional, através de amostragens de campo e de análises em laboratório da Biodiversidade da Carcinofauna do Rio São Francisco.

2024 - 2024

Escola Paraíso Rural

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professora de Ciências de 6 à 9 ano

2024 - 2025

Educandus Tecnologia Educacional

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Acessora Pedagógica, Carga horária: 20

2025 - Atual

Secretaria de Educação d Estado de Alagoas

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professora, Carga horária: 40