Giovanni Lacé Marini

Graduado em Ciências Biológicas pela Universidade Estácio de Sá (2019). Mestre em Ecologia e Evolução, integra o Laboratório de Ecologia de Aves e Ecologia Comportamental da UERJ como Bolsista TCT-5 FAPERJ, sob supervisão da Profa. Dra. Maria Alice dos Santos Alves. Atua em linhas de pesquisas de interação ave-planta, tem experiência em levantamentos e monitoramentos de aves em Mata Atlântica, Caatinga e Cerrado e possui registro de anilhador de aves silvestres no Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres (CEMAVE - ICMBio).

Informações coletadas do Lattes em 25/11/2024

Acadêmico

Formação acadêmica

Mestrado em Ecologia e Evolução

2020 - 2023

Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Título: Intensidade de interações em resposta à manipulação de recurso floral: a concentração do néctar influencia visitas predominantes por beija-flores?, Ano de Obtenção: 2023
Maria Alice dos Santos Alves.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.

Graduação em Ciências Biológicas

2011 - 2019

Universidade Estácio de Sá
Título: Ecologia comportamental de aves nectarívoras em inflorescências de Erythrina speciosa Andrews (Fabaceae) no Parque Estadual da Pedra Branca
Orientador: Caio César Corrêa Missagia
Bolsista do(a): Programa Universidade para Todos, PROUNI, Brasil.

Formação complementar

2019 - 2019

Direção Defensiva e Primeiros Socorros. (Carga horária: 16h). , Instituto Brasileiro de Ensino Profissionalizante, INBRAEP, Brasil.

2015 - 2015

Biologia,Ecologia e Conservação-Mamíferos Marinhos. (Carga horária: 8h). , Instituto Mar Adentro, InMA, Brasil.

2015 - 2015

Ornitologia e Conservação. (Carga horária: 20h). , Amazônia Cursos, AC, Brasil.

2015 - 2015

Estudos das Aves Símbolos dos Estados Brasileiros. (Carga horária: 20h). , Amazônia Cursos, AC, Brasil.

2015 - 2015

Primeiros Socorros de Fauna Marinha. (Carga horária: 8h). , SESC-RJ, SESC, Brasil.

2015 - 2015

Gestão Ambiental. (Carga horária: 8h). , SESC-RJ, SESC, Brasil.

2014 - 2014

Biodiversidade Brasileira. (Carga horária: 8h). , SESC-RJ, SESC, Brasil.

2014 - 2014

Educação Ambiental. (Carga horária: 8h). , SESC-RJ, SESC, Brasil.

2014 - 2014

Bioarquitetura: Construção de Tetos Verdes. (Carga horária: 6h). , SESC-RJ, SESC, Brasil.

2014 - 2014

Tráfico de Animais Silvestres. (Carga horária: 8h). , SESC-RJ, SESC, Brasil.

2014 - 2014

Tratamento de Águas e Efluentes. (Carga horária: 8h). , SESC-RJ, SESC, Brasil.

2014 - 2014

Plantas Tóxicas. (Carga horária: 8h). , SESC-RJ, SESC, Brasil.

2013 - 2013

Extensão universitária em Manejo e Contenção de Animais Silvestres. (Carga horária: 4h). , Universidade Estácio de Sá, UNESA, Brasil.

2010 - 2013

Francês. (Carga horária: 204h). , Aliança Francesa RJ, AF, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Francês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Ecologia.

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Ecologia de Aves.

Organização de eventos

FERREIRA, C. D. M. ; LACE-MARINI, G. ; PATUSCO, T. B. S. ; F. Firmino ; MATTOS, L. M. . Semana do Meio Ambiente - UNESA. 2015. (Outro).

FERREIRA, C. D. M. ; PATUSCO, T. B. S. ; LACE-MARINI, G. . V Semana de Biologia da Universidade Estácio de Sá - R9. 2015. (Outro).

FERREIRA, C. D. M. ; PATUSCO, T. B. S. ; LACE-MARINI, G. ; PEREIRA, F. F. S. ; FERREIRA, A. L. D. ; MATTOS, L. M. . IV Semana da Biologia - Universidade Estácio de Sá - R9.. 2014. (Outro).

FERREIRA, C. D. M. ; PATUSCO, T. B. S. ; LACE-MARINI, G. ; PINTO, D. C. ; BRAVIN, I. C. ; PEREIRA, F. F. S. ; FERREIRA, A. L. D. ; MATTOS, L. M. . Semana da Sustentabilidade - Universidade Estácio de Sá - R9.. 2014. (Exposição).

FERREIRA, C. D. M. ; PATUSCO, T. B. S. ; FERREIRA, A. L. D. ; LACE-MARINI, G. . Projeto Horas Educacionais - Visita técnica ao Parque Estadual da Pedra Branca (Núcleo Pau da Fome - trilha da Cachoeira do Campo). 2014. (Outro).

FERREIRA, C. D. M. ; PATUSCO, T. B. S. ; FERREIRA, A. L. D. ; LACE-MARINI, G. . Projeto Horas Educacionais - Visita técnica ao Parque Estadual da Pedra Branca (Núcleo do Camorim - Açude). 2014. (Outro).

Participação em eventos

II Encontro Científico da REGUA.Concentração do néctar e beija-flores visitantes florais: o territorialismo influencia visitantes predominantes?. 2021. (Encontro).

FÓRUM DE DEBATES PPGZoo - Ciências Forenses: quando a academia auxilia nas investigações. 2018. (Outra).

Fórum de Debates do PPGZoo - A IMPORTÂNCIA DO MUSEU NACIONAL NA ZOOLOGIA DO BRASIL. 2016. (Outra).

Fórum de Debates do PPGZoo - Conceitos de espécies e suas implicações.. 2016. (Outra).

FÓRUM DE DEBATES PPGZoo - As grandes extinções: relações e consequências para a biodiversidade da Terra? _. 2016. (Outra).

Semana de Sustentabilidade - UNESA. Ações de Proteção ao Meio Ambiente. 2015. (Exposição).

VII Simpósio de Meio Ambiente - Biodiversidade e Conservação no Brasil - Fundação Técnico Educacional Souza Marques. 2015. (Simpósio).

III Semana da Biologia da Universidade Estácio de Sá - Campus R9. 2013. (Outra).

Feira da Saúde - Universidade Estácio de Sá. Verificação de Tipos Sanguineos.Feira da Saúde - Universidade Estácio de Sá. 2012. (Oficina).

Outras produções

MARINI, G. L. . Monitoramento de avifauna Linha de Transmissão Ari Franco, Rio de Janeiro, RJ. 2023.

MARINI, G. L. . Monitoramento de avifauna e espécies ameaçadas - Rodovia ES-475, Castelo, ES. 2023.

MARINI, G. L. . Programa Anticolisão da avifauna, subprograma de Instalação de Sinalizadores LT 500/230 kV Medeiros Neto II ? Teixeira de Freitas II CD e SE 500/230 kV Medeiros Neto II. 2023.

MARINI, G. L. . Monitoramento de avifauna no trecho de pavimentação da rodovia ES190, Ibitirama x Iúna. Espírito Santo. 2023.

LACE-MARINI, G. ; MARINI, G. L. . Monitoramento de fauna (PMF) do Lote 02 LT 500KV Morro do Chapéu II ? Poções III C1 e Subestações Associadas, Bahia, 2023.. 2023.

LACE-MARINI, G. . Levantamento e Diagnóstico da Ornitofauna para o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) para a implementação do ?Canal do Sertão Baiano?, Bahia, 2023. 2023.

LACE-MARINI, G. . Levantamento de avifauna para empreendimento imobiliário, Rio de Janeiro, RJ. 2023. 2023.

LACE-MARINI, G. . Monitoramento ambiental marinho para a fase de operação da linha de transmissão - Baía de Sepetiba, Rio de Janeiro - RJ. 2023. 2023.

LACE-MARINI, G. . Levantamento e Diagnóstico da Ornitofauna para o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) para Linha de Transmissão 500 kV Governador Valadares 6- Leopoldina 2- Terminal Rio. MG, 2023. 2023.

LACE-MARINI, G. . Monitoramento da avifauna do Trecho Terrestre do Gasoduto GASMEX - UTGCA, Caraguatatuba, SP. 2023. 2023.

MARINI, G. L. . Monitoramento de Avifauna no Projeto Ferrovia de Integração Centro-oeste (FICO). 2023.

MARINI, G. L. . Monitoramento da avifauna do Trecho Terrestre do Gasoduto GASMEX - UTGCA, Caraguatatuba, SP. 2022.

MARINI, G. L. . Monitoramento de avifauna Linha de Transmissão Ari Franco, Rio de Janeiro, RJ. 2022.

MARINI, G. L. . Levantamento de fauna para Relatório Simplificado de Ocorrência de Fauna Silvestre (RSO) para licenciamento de terreno no município do Rio de Janeiro. 2021.

MARINI, G. L. . Diagnóstico de avifauna na área de influência das obras de adução alternativa do reservatório Vigário Geral para o reservatório Ponte Coberta. Piraí, RJ, 2020.. 2020.

MARINI, G. L. ; LACE-MARINI, G. . Diagnóstico de avifauna nas áreas de influência da CGH Cid Magalhães Silva. Lídice, RJ, 2020.. 2020.

MARINI, G. L. . Monitoramento de avifauna no Reservatório UHE Garialdi e na Linha de Transmissão em 230 KV UHE Garibaldi - SE Abdon Batista, município de Abdon Batista/SC. Campanha 18. 2019.

MARINI, G. L. . Diagnóstico de avifauna nas áreas de influência das LT 500 KV MARLIM AZUL - SE LAGOS, Macaé, Rio de Janeiro. 2019.

MARINI, G. L. . Monitoramento de avifauna no Reservatório UHE Garialdi e na Linha de Transmissão em 230 KV UHE Garibaldi - SE Abdon Batista, município de Abdon Batista/SC. Campanha 19. 2019.

MARINI, G. L. . Monitoramento da avifauna na área de influência da Rodovia Tamoios - Contornos Norte e Sul, Caraguatatuba e São Sebastião, São Paulo. Campanha 9. 2018.

MARINI, G. L. . Monitoramento da Avifauna na área de influência do Gasoduto Rota 03, Maricá, Rio de Janeiro - Campanha 1. 2018.

MARINI, G. L. . Monitoramento da avifauna na área de influência da Rodovia Tamoios - Contornos Norte e Sul, Caraguatatuba e São Sebastião, São Paulo. Campanha 10. 2018.

MARINI, G. L. . Monitoramento da Avifauna na área de influência do Gasoduto Rota 03, Maricá, Rio de Janeiro - Campanha 2. 2018.

SEIXAS, L. S. ; FARIA, S. P. ; MARINI, G. L. . Levantamento de avifauna para EIA da Linha de Transmisão 500 KV Bacabeira - Pecém II. 2016.

MARINI, G. L. . Monitor convidado da disciplina Zoologia II - Deuterostomados - IFRJ. 2016. (Monitoria).

Projetos de pesquisa

  • 2019 - Atual

    Diversidade Biológica na Ilha Grande: uma análise sintética dos processos e base para pesquisas de longa duração, Descrição: A análise dos fatores que estruturam e sustentam biodiversidade e processos ecológicos é fundamental para a conservação e manejo dos recursos naturais. A Ilha Grande fornece uma excelente oportunidade para estudar a biodiversidade, e as informações obtidas devem contribuir para a gestão local e a conservação geral da Mata Atlântica. O registro mais antigo para a ocupação humana da Ilha Grande é de um sambaqui com 960 anos A.C. A população sambaquieira iniciou um ciclo de alteração da paisagem, e a mudança para grupos indígenas trouxe como principal alteração geoecológica o aparecimento da agricultura feita com o uso do fogo, que seria retomada pelos caiçaras. Além da ocupação pelos caiçaras, muitas fazendas de cana-de-açúcar, cacau e café existiram na área. Este ciclo econômico foi baseado na exploração maciça de recursos florestais. A baixa diversidade florística e o caráter secundário em alguns pontos da ilha, teve sua gênese neste tipo de exploração e nas roças caiçaras. A ilha é hoje protegida por três Unidades de Conservação e a UERJ administra a área da Vila Dois Rios. As pesquisas desenvolvidas mostram uma grande riqueza biológica ainda preservada. Contudo, grande parte do conhecimento concentra-se no entorno das vilas Dois Rios e Abraão. Ademais, poucas são as pesquisas que estão sendo desenvolvidas que possuam um caráter multidisciplinar. Este projeto tem como objetivo estabelecer parcelas permanentes em três sítios amostrais na Ilha Grande, o que permitirá o desenvolvimento de estudos integrados e proverá informações sobre o adequado uso do território aos gestores das Unidades de Conservação. Nós usaremos o método de parcelas RAPELD que permite amostrar as comunidades biológicas em grandes áreas amostrais e ao mesmo tempo minimizar a variação nos fatores abióticos que afetam tais comunidades. As hipóteses a serem testadas são que há uma complementaridade biótica entre os sítios amostrais e que os grupos biológicos respondem a um processo estruturador.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Giovanni Lacé Marini - Integrante / Maria Alice dos Santos Alves - Integrante / Helena de Godoy Bergallo - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.

  • 2019 - Atual

    Ecologia de populações, diversidade e conservação de aves em Mata Atlântica, Descrição: O projeto teve início no ano de 1999. Os objetivos do projeto são: 1) determinar a composição de espécies de aves em diferentes formações vegetais de Mata Atlântica e ecossistemas associados; 2) estimar parâmetros populacionais e comunitários de aves em áreas de Mata Atlântica e ecossistemas associados, com diferentes graus de perturbação antrópica e em diferentes formações vegetais; 3) associar flutuações populacionais a estimativas da produtividade ambiental, através da disponibilidade de recursos (artrópodos e frutos); 4) realizar estudos ecológicos abordando interações populacionais, como por exemplo interações entre espécies aves (partilha de recursos), entre plantas e espécies de aves (visitantes florais e frugívoros), além de interações entre aves e parasitas (hemoparasitas e ectoparasitas) em biomas brasileiros, principalmente em Mata Atlântica; 5) realizar estudos sobre a biologia e a ecologia de espécies de aves particularmente endêmicas e/ou ameaçadas de extinção, incluindo estudos comportamentais em Mata Atlântica; 6) mapear espécies endêmicas e/ou ameaçadas de extinção e registrar em quais formações vegetais ocorrem em Mata Atlântica, principalmente no Estado do Rio de Janeiro; 7) utilizar técnicas genéticas moleculares para os estudos de ecologia comportamental (incluindo determinação do sexo) e de variabilidade genética de populações. Além da produção de conhecimento científico, este projeto visa também a formação de recursos humanos em nível de Graduação e Pós-graduação (mestrado e doutorado) e interação com diferentes grupos em programas de ecologia de longa duração, com a finalidade de alcançar um conhecimento mais integrado da Mata Atlântica e ecossistemas associados.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Giovanni Lacé Marini - Integrante / Maria Alice dos Santos Alves - Coordenador.

  • 2019 - Atual

    Ecologia comportamental de beija-flores polinizadores: uma abordagem funcional em Mata Atlântica, Descrição: A interação mutualística de polinização é atualmente considerada um dos tópicos centrais em conservação da biodiversidade. A preocupação de cientistas em todo o planeta para com os polinizadores surgiu em resposta às evidências de que os serviços ecossistêmicos prestados por estes animais é indispensável não apenas aos ecossistemas naturais, mas também à produção agrícola mundial. Em ecossistemas tropicais a porcentagem das espécies de plantas nativas que dependem de polinizadores como vetores de pólen ultrapassa 90%, enquanto que, no Brasil, 68% dos cultivos agrícolas depende de polinizadores para produção de alimentos. Estas estimativas revelam a necessidade de se compreender os mecanismos e processos associados às interações mutualísticas de polinização animais-plantas para a manutenção dos ecossistemas brasileiros. Para se compreender as interações mutualísticas é preciso interpretá-las como processos ecossistêmicos. Adicionalmente, é necessário considerar que há duas perspectivas a serem avaliadas por estudos em ecologia da polinização. A primeira é a perspectiva dos animais (zoocêntrica), investigando o efeito das plantas sobre a ecologia comportamental dos polinizadores. A segunda é a perspectiva das plantas (fitocêntrica), que investiga os efeitos dos polinizadores sobre a reprodução da planta. As aves, que são os principais vertebrados polinizadores, desenvolveram diversos mecanismos para reconhecimento e utilização de recursos florais em plantas de ecossistemas tropicais, devido a sua elevada capacidade cognitiva. Embora se conheça que beija-flores utilizam recursos de maneira diferenciada em função da sua disponibilidade, pouco se sabe sobre a relação da composição química do néctar em relação à ecologia comportamental destas aves (perspectiva zoocêntrica). O comportamento de beija-flores polinizadores pode influenciar o sucesso reprodutivo das plantas com as quais interagem. Entretanto, a falta de padronização para avaliação de performance de polinizadores (i.e. importância relativa), que inclui terminologia e métodos, dificulta a identificação de padrões associados. Assim, é fundamental uma avaliação comparativa dos resultados de cada método, de maneira a investigar a possibilidade de comparação entre resultados. Enquanto as variações de performance de beija-flores polinizadores são geralmente atribuídas à compatibilidade morfológica bico-flor ou ao comportamento de forrageamento das espécies, até o presente não detectamos nenhum estudo que considere variações relacionadas a estratégias ecológicas das plantas com as quais interagem. Assim, a presente proposta visa a preencher esta lacuna para avaliar a aplicabilidade do conceito de performance de beija-flores polinizadores comparando diferentes métodos, assim como para considerar a capacidade de alocação de recursos das plantas parceiras, utilizando uma abordagem funcional. Coordenadora: Maria Alice dos Santos Alves. Participantes: Caio César C. Missagia (UERJ), Maurício B. Vecchi (UERJ), Bruno Rosado (UERJ), Marcos Buckeridge (USP). Alunos de mestrado: Cássio Jones (UERJ) e Giovanni (UERJ). Projeto, financiado com recursos do CNPq, por meio do edital MCTIC/CNPq Nº 28/2018 - Universal/Faixa C, processo 424035/2018-9. Projeto coordenado pela Dra. Maria Alice dos Santos Alves. Total aprovado: R$42.000,00. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Giovanni Lacé Marini - Integrante / Maria Alice dos Santos Alves - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

  • 2019 - Atual

    Distribuição e Ecologia de Aves Endêmicas e ou Ameaçadas de Extinção na Mata Atlântica: Presente e Futuro, Descrição: O Laboratório de Ecologia de Aves da UUERJ Janeiro desenvolve estudos sobre ecologia e conservação de aves da Mata Atlântica e ecossistemas associados há aproximadamente 20 anos, sob coordenação da proponente. A presente proposta é de longo termo e visa contribuir com a conservação de aves endêmicas e/ou ameaçadas de extinção na Mata Atlântica, principalmente no estado do Rio de Janeiro, preenchendo lacunas de conhecimento com base em dados quantitativos. Serão realizados estudos sinecológicos abrangendo distribuição e composição de espécies endêmicas e/ou ameaçadas de extinção em distintas formações vegetais e níveis de perturbação antrópica. Serão investigadas flutuações populacionais e possível associação com produtividade ambiental e mudanças climáticas. Estudos autoecológicos de aves endêmicas e ou ameaçadas serão realizados abordando interações populacionais (aves-aves, aves-plantas, aves-parasitos), ecologia comportamental forrageamento, partilha de recursos, reprodução), estimativas de parâmetros populacionais (tamanho/densidade populacional, sobrevivência), uso do espaço (territórios e estratificação vertical) e variabilidade genética. Também será investigada a distribuição atual e futura de espécies endêmicas de Mata Atlântica e/ou ameaçadas de extinção no estado do Rio de Janeiro, além de estudos filogeográficos. Os resultados obtidos darão continuidade à integração das informações obtidas pela proponente e sua equipe a bases de dados da Mata Atlântica, como por exemplo, Programa de Pesquisa em Biodiversidade - PPBio (Mata Atlântica), o qual a proponente já integra. Adicionalmente, serão formados recursos humanos nos níveis de graduação e pós-graduação, assim como serão promovidas atividades de divulgação e sensibilização da sociedade principalmente nos locais de realização dos estudos focais.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Giovanni Lacé Marini - Integrante / Maria Alice dos Santos Alves - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Instituto de Biologia Roberto Alcantara Gomes. , Rua São Francisco Xavier, 524, Pavilhão Haroldo Lisboa da Cunha (Haroldinho), sala 220, Mestrando no Laboratório de Ecologia de Aves e Ecologia Comportamental, Maracanã, 20550900 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil, Telefone: (21) 22340260, URL da Homepage:

Experiência profissional

2015 - 2015

CEA Marapendi - Secretaria de Meio Ambiente, APA DE MARAPENDI.

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 30

Outras informações:
Participou como estagiário no Centro de Educação Ambiental de Marapendi - CEA Marapendi, localizado no Parque Natural Municipal de Marapendi, atuando nas atividades administrativas, entre elas, a elaboração de relatórios e painéis, assim como a criação de campanhas educativas; execução de visitas orientadas aos Parques Naturais Municipais do Rio de Janeiro; atuação nos projetos "Corredor Verde", "Surf Bus", "Expedições Barra Marapendi", entre outros, com o objetivo de promover Educação Ambiental para o público.

2015 - 2016

SESC-RJ

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitor, mediador e articulador, Carga horária: 15

Outras informações:
Prestação de serviços de monitoria, mediação e articulação de atividades no contexto ambiental, tais como oficinas, projetos, palestras, aulas e demais ocupações voltadas à promoção de educação ambiental formal e não formal.

2015 - 2015

Clínica de Reabilitação de Animais Silvestres

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 16

Outras informações:
A Clínica, localizada em Vargem Pequena, na Universidade Estácio de Sá, tem como idealizador e responsável o médico veterinário e biólogo, dr. Jeferson Pires e conta com a ajuda de universitários dos cursos de Biologia e Medicina Veterinária. O trabalho se consiste no recebimento de animais de vida livre da fauna do Estado, provenientes de resgate para avaliação veterinária, tratamento, e possível soltura ou destinação adequada.