NELSON DA SILVA MADALENA JUNIOR

Nelson da Silva Madalena Junior é Técnico em Agropecuária, formado em 2015 pelo Instituto Federal de Alagoas - Câmpus Satuba, registro do CREA-AL 10000002506-9, atualmente graduando do curso de Agroecologia pela Universidade Federal de Alagoas - Campus de Engenharias e Ciências Agrárias (UFAL-CECA).

Informações coletadas do Lattes em 14/07/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Curso técnico/profissionalizante em Técnico em Agropecuária

2013 - 2015

INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS- CAMPUS SATUBA

Ensino Médio (2º grau)

2013 - 2015

Instituto Federal de Alagoas

Formação complementar

2022 - 2022

LOGISTICA COMPLETA. (Carga horária: 700h). , Centro Brasileiro de Cursos, CEBRAC, Brasil.

2021 - 2021

Microsoft Word 2016 - Intermediario. (Carga horária: 12h). , Escola virtual da fundação bradesco, EVFB, Brasil.

2020 - 2020

meliponicultura: criação de abelhas sem ferrão. (Carga horária: 12h). , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.

2020 - 2020

tecnologias para agricultura de baixo carbono. (Carga horária: 10h). , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.

2020 - 2020

Avaliação Econômica de Sistemas Agropecuários. (Carga horária: 15h). , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.

2020 - 2020

sistemas agroflorestais para pequenas propriedadesdo semiarido brasileiro. (Carga horária: 16h). , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.

2020 - 2020

manejo do solo com foco em sistemas integrados de produção. (Carga horária: 10h). , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.

2020 - 2020

horta em pequenos espaços. (Carga horária: 12h). , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.

2019 - 2019

Saneamento Ecológico. (Carga horária: 8h). , Instituto Terra Viva, ITV, Brasil.

2019 - 2019

MICROSOFT EXCEL 2010 - AVANÇADO. (Carga horária: 20h). , escola virtual da fundação bradesco, EVFB, Brasil.

2018 - 2018

Curso de SketchUp para Arquitetura. (Carga horária: 80h). , Instituto Politécnico de Ensino a Distância, iPED, Brasil.

2018 - 2018

Curso Pratico em Agrofloresta Sintropica. (Carga horária: 2h). , Universidade Federal de Alagoas, UFAL, Brasil.

2018 - 2018

Autocad Basico. (Carga horária: 8h). , Universidade Federal de Alagoas, UFAL, Brasil.

2018 - 2018

Introdução a Agricultura de Precisão. (Carga horária: 18h). , Senar EaD, SENAR EAD, Brasil.

2018 - 2018

Informatica e Internet Intermediario. (Carga horária: 20h). , Senar EaD, SENAR EAD, Brasil.

2018 - 2018

Capacitação em Sistemas Agroflorestais (SAFs). (Carga horária: 60h). , Instituto Terra Viva, ITV, Brasil.

2017 - 2017

Plantas Medicinais e Fitoterápicos na Agroecologia. (Carga horária: 6h). , Centro de Ciências Agrarias, CECA, Brasil.

2017 - 2017

Uso de VANTs (Drones) no Mapeamento de Áreas Agrícolas e Florestais.. (Carga horária: 8h). , Centro de Ciências Agrarias, CECA, Brasil.

2017 - 2017

Digitação. (Carga horária: 10h). , Senar EaD, SENAR EAD, Brasil.

2017 - 2017

Informatica e Internet Basico. (Carga horária: 15h). , Senar EaD, SENAR EAD, Brasil.

2017 - 2017

I Mini Curso de Biossegurança e Primeiros Socorros. (Carga horária: 4h). , Centro de Ciências Agrarias, CECA, Brasil.

2016 - 2016

Inseminação Artificial Em Bovinos. (Carga horária: 40h). , Fundação Bradesco, FB, Brasil.

2013 - 2013

Bovinocultura de Leite. (Carga horária: 200h). , Instituto Federal de Alagoas, IFAL, Brasil.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Agropecuária.

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Agroecologia.

Grande área: Engenharias / Área: Engenharia Civil / Subárea: Auto Cad e Sketchup.

Grande área: Engenharias / Área: Engenharia de Transportes / Subárea: logistica.

Organização de eventos

MADALENA JUNIOR, N. S. ; PEREIRA, F. R. S. . semana agrotecnologica. 2015. (Exposição).

Participação em eventos

6º Seminário Internacional de Convivência com o Semiárido.RUSTIFICAÇÃO HÍDRICA EM MUDAS DE IPÊ AMARELO VISANDO A UTILIZAÇÃO EM AMBIENTES ÁRIDOS. 2019. (Seminário).

II Encontro Regional de Estudos Agroambientais. 2019. (Encontro).

II Encontro Regional de Estudos Agroambientais.Importância das aulas práticas como ferramenta de ensino na produção vegetal agroecológica na área temática Produção Vegetal. 2019. (Encontro).

II Encontro Regional de Estudos Agroambientais.Importância das aulas práticas como ferramenta de ensino na produção vegetal agroecológica na área temática Produção Vegetal. 2019. (Encontro).

Congresso Nordestino de Produção Animal. 2018. (Congresso).

III amostra de habilidades e competências do zootecnista. 2017. (Exposição).

I Semana de Engenharia Florestal. 2017. (Outra).

VII ENCCULT. 2017. (Congresso).

XVI ERA NORDESTE. 2016. (Congresso).

Produções bibliográficas

  • BERNARDO, F. G. ; SILVA, P. A. F. ; OLIVEIRA, G. C. B. ; SOUSA, A. A. ; SERAFIM, E. O. ; OLIVEIRA, N. P. ; MADALENA JUNIOR, N. S. ; NASCIMENTO, H. H. C. . BIOMETRIA E MATERIA SECA DE PLANTULAS DE PAU FORMIGA QUANDO SUBMETIDAS A DIFERENTES SUBSTRATOS. Brazilian journal od development , v. 7, p. 79487-79498, 2021.

  • OLIVEIRA, G. C. B. ; BERNARDO, F. G. ; SILVA, P. A. F. ; OLIVEIRA, N. P. ; SERAFIM, E. O. ; MADALENA JUNIOR, N. S. ; SOUSA, A. A. ; NASCIMENTO, H. H. C. . MORFOMETRIA E GERMINAÇÃO DE BIRIBÁ SUBMETIDAS A DIFERENTES SUBSTRATOS. Brazilian journal od development , v. 7, p. 79556-79567, 2021.

  • MADALENA JUNIOR, N. S. ; OLIVEIRA, N. P. ; NASCIMENTO, J. W. S. ; NASCIMENTO, H. H. C. . 6º SEMINARIO E 5º CURSO INTERMINACIONAL DE CONVIÊNCIA COM O SEMIÁRIDO. 1. ed. BRASILIA: , 2020. v. 5. 54p .

  • NASCIMENTO, J. W. S. ; ARAUJO, M. R. C. ; MADALENA JUNIOR, N. S. ; SERAFIM, E. O. ; NASCIMENTO, H. H. C. . ECOFISIOLOGIA DE MUDAS DE Bauhinia forficata Link CULTIVADAS SOB RESTRIÇÃO HÍDRICA E POSTERIOR REIRRIGAÇÃO. In: NASCIMENTO, José Wellington Santos do; ARAÚJO, Maria Rafaela Correia de; MADALENA JÚNIOR, Nelson da Silva; SERAFIM, Erisson de Omena; NASCIMENTO, Hugo Henrique Costa do.. (Org.). ECOFISIOLOGIA DE MUDAS DE Bauhinia forficata Link CULTIVADAS SOB RESTRIÇÃO HÍDRICA E POSTERIOR REIRRIGAÇÃO. 1ªed.Ananindeua - PA: Editora Itacaiúnas, 2019, v. E59, p. 173-182.

  • OLIVEIRA, N. P. ; MADALENA JUNIOR, N. S. ; S, L. ; TIMOTIO, A. ; SERAFIM, E. O. ; SANTOS, M. C. ; NASCIMENTO, H. H. C. ; NASCIMENTO, J. W. S. . pigmentos fotossinteticos e produçao de materia seca em mudas de Tabebuia impetiginosa e tabebuia heterophyla submetida ao deficite hidrico. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MADALENA JUNIOR, N. S. ; OLIVEIRA, N. P. ; NASCIMENTO, J. W. S. ; NASCIMENTO, H. H. C. . RUSTIFICAÇÃO EM MUDAS DE YPE AMARELO VISANDO A UTILIZAÇÃO EM AMBIENTES ÁRIDOS. 2019. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • OLIVEIRA, N. P. ; MADALENA JUNIOR, N. S. ; S, L. ; TIMOTIO, A. ; SERAFIM, E. O. ; SANTOS, M. C. ; NASCIMENTO, H. H. C. ; NASCIMENTO, J. W. S. . estados comparativos do teor de clorofila em mudas schinus terabinthifoius raddi cultivadas em diferemtes regimes hifricos. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • NASCIMENTO, J. W. S. ; S, L. ; SANTOS, M. C. ; OLIVEIRA, N. P. ; TIMOTIO, A. ; MADALENA JUNIOR, N. S. ; NASCIMENTO, H. H. C. . comportamento fisiologico de mudas de craibeiras em resposta a supressao de rega e posterior reirrigaçao. 2018. (Apresentação de Trabalho/Outra).

Projetos de pesquisa

  • 2019 - 2020

    Hidrocondicionamento de mudas de espécies florestais nativas, Descrição: Conhecer plantas resistentes aos mais diversos estresses é de suma importância em uma atividade de reflorestamento, onde para poder resistir aos empecilhos das atividades aplicadas, as plantas devem se adaptar ao novo ambiente em que irão se desenvolver assim saber que um dos maiores desafios delas poderá ser a falta de água. O estresse hídrico em especifico provoca alterações como a redução do potencial hídrico foliar, o fechamento estomático, a diminuição da taxa fotossintética, a redução da sua parte aérea, a aceleração da senescência, abscisão das folhas, dentre outras. Plantas conhecidas como cumaru (Dipteryx odorata) (Aubl. Willd.), são árvores da família fabaceae, pertencente à subfamília das faboideae, onde são utilizadas de diversas formas e culturas, principalmente na culinária brasileira, sendo um ingrediente de grande valor medicinal e também utilizado para produção de produtos madeireiros e não madeireiros. Para metodologia, a biometria foi realizada semanalmente até o desmonte do experimento, e os parâmetros medidos foram: diâmetro do caule, altura da planta e número de folhas. A determinação da Área Foliar (AF) foi realizada seguindo a metodologia de Mielke. A análise dos teores relativos de água (TRA) inicia-se com a retirada de dez discos da folha 3+, com o auxílio de um perfurador, e pesagem para a obtenção do peso fresco (PF). Para a determinação do teor de clorofila presente nas folhas retirou-se 0,1g da lâmina foliar de cada repetição que foi posteriormente fragmentado e transferido para um tubete de 50ml contendo 30ml de álcool etílico 95% envolto em papel alumínio para evitar o contato entre os pigmentos foliares e a luz. As soluções foram armazenadas durante 48h, e após esse período foram analisadas com auxílio de um espectrofotômetro, a integridade da membrana é afetado em níveis de estresse elevado. Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância (ANOVA), utilizando-se o software Sisvar versão 5.6. As médias foram comparadas entre si pelo teste de Tukey (P> 0,05). O número de folhas foi afetado diretamente com os níveis de regime hídrico empregados, sendo o primeiro indicio da falta de agua na planta. Houve um acúmulo de pigmentos fotossintetizantes da clorofila, indicando que o nível de estresse aplicado afeta a produção desse pigmento.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Nelson da Silva Madalena Junior - Integrante / erisson de omena serafim - Integrante / hugo henrique costa do nascimento - Coordenador / natasha pereira de oliveira - Integrante.

  • 2018 - 2019

    PRODUÇÃO DE MUDAS DE IPÊ-ROSA SUBMETIDA A DIFERENTES REGIMES HÍDRICOS, Descrição: Regiões com deficiência hídrica e manejo inadequado da água precipitada, são afetadas quanto a produtividade das suas culturas por não disporem de conhecimentos fisiológicos relativos à tolerância da espécie cultivada. Para tanto, objetivou-se avaliar o comportamento fisiológico de mudas da espécie Handroanthus impetiginosus (Mart. ex DC.) Mattos quanto aos aspectos fisiológicos e bioquímicos quando submetidas a diferentes regimes hídricos em casa de vegetação, devido ao seu potencial em tolerância hídrica. O experimento foi realizado no Centro de Ciências Agrárias (CECA) no Laboratório de Tecnologia da Produção localizado no município de Rio Largo. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado e consistiu em quatro tratamentos (Controle e Ciclos de Rega de três, seis e nove dias) com quatro repetições. O experimento durou cerca de quarenta dias com execução semanal da biometria, sendo medidos o diâmetro do caule, altura da planta e número de folha até as posteriores análises quanto aos parâmetros de crescimento, teores de pigmentos fotossintéticos e relações hídricas para que a tolerância da espécie pudesse ser estudada. Observou-se que o crescimento da espécie é afetado pelos ciclos, sendo o investimento maior de fotoassimilados no caule e raiz independente do tratamento. Na relação raiz/parte aérea, não houve diferença significativa entre os tratamentos demonstrando equilíbrio entre as partes. O Teor relativo de água nas folhas resultou em valores muito próximos entres os tratamentos, mostrando que as células das plantas conseguiram manter a turgência em todos os ciclos de rega. Os resultados referentes aos teores de pigmentos fotossintéticos não diferiram estatisticamente nos tratamentos analisados. De acordo com os resultados obtidos, pode-se afirmar que o ipê rosa possui mecanismos de tolerância à seca, pois a espécie apresentou senescência foliar e diminuição do diâmetro, entretanto as células continuaram túrgidas e os teores de clorofila continuaram com seus valores normais. Além disso, a planta conseguiu também incrementar folhas novas com áreas menores, sendo esse um meio de tolerar, bem como o aprofundamento do sistema radicular que é um fator importante de tolerância.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) . , Integrantes: Nelson da Silva Madalena Junior - Integrante / erisson de omena serafim - Integrante / hugo henrique costa do nascimento - Coordenador / jose wellington santos do nascimento - Integrante / natasha pereira de oliveira - Integrante.

  • 2018 - 2019

    PRODUÇÃO DE MUDAS DE IPÊ-AMARELO SUBMETIDA A DIFERENTES REGIMES HÍDRICOS, Descrição: Apesar dos investimentos usados para sanar esse problema, ainda assim, há limites que a irrigação impõe, sendo os preços nos sistemas atuais e a mão de obra, que deve ser especializada. O conhecimento prévio na silvicultura sobre espécies tolerantes a escassez e regime hídrico das mesmas é de suma importância para o sucesso na atividade. A resposta mais eficiente que plantas podem dar a estresse hídrico por falta de água é a diminuição da área foliar, aceleração da senescência e abscisão da área foliar, o presente trabalho foi realizado no CECA/UFAL. As mudas foram adquiridas no viveiro da Usina Utinga Leão no município de Rio Largo, e o delineamento experimental foi inteiramente casualizado e consistiu em quatro tratamentos (Controle (CR) e Ciclos de Rega de três (3D), seis (6D) e nove (9D) dias) com quatro repetições, com mudas de handroanthus albus de idade 90 dias, com duração de 37 dias com a execução da biometria semanalmente, sendo medidos o diâmetro do caule, altura da planta e número de folhas, até as posteriores análises e desmonte. A medição do diâmetro do caule foi feita no local demarcado com fita azul durante todo o experimento, e utilizou-se um paquímetro digital para as avaliações. A altura da planta foi mensurada com o auxílio de uma trena, iniciando da demarcação com fita até a gema apical da muda. As folhas foram contadas quando totalmente expandidas, no entanto precisaram ser transformadas, as análises do TRA foram feitas em dois momentos durante o experimento, onde a primeira coleta feita no primeiro dia no início da avaliação e a outra feita no último, onde inicia-se com a retirada de dez discos da folha 3+, com o auxílio de um perfurador, e pesagem para a obtenção do peso fresco (PF). Em seguida, os discos foram adicionados a placas de acrílico com 10ml de água, onde ficaram durante 24h em ambiente refrigerado. Passado esse tempo, retirou-se os discos da água e pesou-os novamente encontrando assim o Peso Turgido (PT), e por fim esses discos são depositados em sacos de papel Kraft e colocados em estufa de ventilação forçada a 105° até que o Peso Seco (PS) estabilize. Após a coleta do PF, PT e PS, os dados foi calculado o valor do TRA em porcentagem, a análise de tolerância protoplasmática, foram retirados dois discos de cada região foliar (inferior, intermediária e superior), inserindo-os à um tubo de ensaio contendo 30 ml de água destilada onde foram imergidos por 24 horas, a determinação do teor de clorofila presente nas folhas retirou-se 0,1g da lâmina foliar de cada repetição que foi posteriormente fragmentado e transferido para um tubete de 50ml contendo 30ml de álcool etílico 95% envolto em papel alumínio para evitar o contato entre os pigmentos foliares e a luz. As soluções foram armazenadas durante 48h, e após esse período foram analisadas com auxílio de um espectrofotômetro, a integridade da membrana é afetado em níveis de estresse elevado. Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância (ANOVA), utilizando-se o software Sisvar versão 5.6. As médias foram comparadas entre si pelo teste de Tukey (P> 0,05). O número de folhas foi afetado diretamente com os níveis de regime hídrico empregados, sendo o primeiro indicio da falta de agua na planta. Mudas de Ipê amarelo tendem a reduzir a área foliar e aprofundar o sistema radicular quando em situação de estresse hídrico. Os estresses aplicados nas mudas implicaram na área foliar especifica, fazendo com que a mesma tenha a diminuir. Houve um acúmulo de pigmentos fotossintetizantes da clorofila, indicando que o nível de estresse aplicado afeta a produção desse pigmento. De maneira geral mudas de ipê amarelo conseguem sobreviver por 9 dias em um período de verão sem alterar severamente sua sobrevivência e desenvolvimento.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Nelson da Silva Madalena Junior - Integrante / erisson de omena serafim - Integrante / hugo henrique costa do nascimento - Coordenador / jose wellington santos do nascimento - Integrante / natasha pereira de oliveira - Integrante.

  • 2015 - Atual

    Seleção de Plantas de Cobertura Com Potencial Alelopatico, Descrição: Atualmente a Sustentabilidade e suas dimensões ambientais, econômicas e sociais são o grande desafio atual da humanidade, sendo um modelo de desenvolvimento em formação. Um aspecto importante da agricultura esta relacionado á adoção de praticas de manejo conservacionistas do solo. Existem plantas que apresentam características alelopaticas, ou seja, capacidade de interferir na germinação de sementes e no desenvolvimento das plantas por meio de substancias que são liberadas na atmosfera ou no solo. Algumas especies usadas como cobertura morta podem ter um efeito alelopattico sobre o sistema de plantio liberando os alelo químicos pelos resíduos vegetais. O presente estudo visa selecionar e avaliar o efeito de plantas de cobertura. Serão utilizadas especies de plantas de cobertura da família da poaceaes ( graminias) e febaceaes ( leguminosas). Para avaliar o potencial alelopatico, serão depositados em bandejas plasticas fragmentos verdes, folhas e colmos de cada especie, com dimensões de 0,5 cm, em tres niveis de cobertura ( 0%, 50%, 100%), utilizando como especie receptora sementes de Lactuca Sativa.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Nelson da Silva Madalena Junior - Coordenador / Francisco Rafael Da Silva Pereira - Integrante.

  • 2014 - 2015

    Seleção DE Leguminosas Para Uso em Consorcio e Rotação De Cultura Com Cana-De-Açúcar No Estado De Alagoas, Descrição: O uso de leguminosas (fabaceae) na renovação de canaviais é uma prática rotineira nas áreas de produção de cana-de-açúcar, porém poucos trabalhos foram desenvolvidos ou obtiveram êxito na utilização destas em consórcio, em parte pela crença pré-estabelecida de competição entre as espécies ou mesmo por escolhas inadequadas. Apesar da prática usual na renovação do canavial, ainda é muito pouco estudado os melhores materiais nos diferentes ambientes de produção, bem como o período ideal para plantio. O presente projeto tem como objetivo avaliar e selecionar leguminosas para uso em consórcio e rotação de cultura com cana-de-açúcar no Estado de Alagoas. Serão utilizadas 5 espécies de leguminosas, a saber: Crotalaria ochroleuca - crotalária; Crotalaria spectabilis ? crotalária; Cajanus cajan -guandu; Canavalia ensiformis ? feijão-de-porco; Stizolobium aterrimum ? amendoim forrageiro. Serão avaliadas e selecionadas diferentes leguminosas quanto a produção da fitomassa; estoque de nutrientes da parte aérea; a taxa de decomposição e de liberação de nutrientes da cobertura morta formada a partir dos resíduos das leguminosas. A cana de açúcar, assim como as demais poáceas, apresenta alta resposta produtiva ao uso de nitrogênio. Dados da Conab (Silva et.al.,2013) estimam que no Brasil, em 2013, o consumo de nitrogênio na agricultura será de 3,6 milhões de toneladas. A cana-de-açúcar será responsável por 26,87% do total consumido. Além do alto custo do N, o seu impacto no ambiente vem sendo fortemente questionado, em função do aumento das emissões de gases de efeito estufa e do seu efeito no balanço energético das culturas. Várias alternativas ao nitrogênio comercial vêm sendo estudadas. Dentre elas destaca-se principalmente o uso de leguminosas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Nelson da Silva Madalena Junior - Integrante / Francisco Rafael Da Silva Pereira - Coordenador / edjan oliveira de souza - Integrante.

Prêmios

2019

Excelência Acdêmica no 29º encontro de Iniciação científica e 12º encontro de Iniciação tecnologica, UFAL.

2018

Menção Honrosa, SBPC.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Instituto Federal de Alagoas. , AC Satuba, Centro, 57120970 - Satuba, AL - Brasil, Telefone: (082) 981024442

Experiência profissional

2018 - 2019

Universidade Federal de Alagoas

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2015 - 2016

Instituto Federal de Alagoas

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista, Carga horária: 20

2022 - Atual

FEDEX

Vínculo: Formal labor contract, Enquadramento Funcional: Auxiliar de Processos Logisticos, Carga horária: 44, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Principais atividades - Responsável das operações do CD Natura em Murici - sendo Responsável das operações no período noturno incluindo a emissão de Ctes e Manifestos no Sistema TMS controle de veículos e liberação dos mesmos.

2021 - 2022

FEDEX

Vínculo: Civil servant, Enquadramento Funcional: Conferente, Carga horária: 44, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Principais atividades - conferência de cargas no ato do carregamento e descarregamento. Responsável por realizar a exportação para outras filiais. Digitação de notas nos sistemas TMS e WMS.

2020 - 2021

FEDEX

Vínculo: Formal labor contract, Enquadramento Funcional: operador de carga, Carga horária: 44, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Principais atividades - realizar a carga e descargas de caminhões e carretas. Separação e posicionamento das cargas no terminal.

2016 - 2017

Agropecuária Fortaleza

Vínculo: Formal labor contract, Enquadramento Funcional: vendedor interno, Carga horária: 44

Outras informações:
Principais atividades: venda dos produtos da loja e serviços gerais da mesma