RONALDO MARTINS
Áreas de atuação e pesquisa: Prótese Dentária, Materiais Odontológicos, Retentores intrarradicular, Dentística, Endodontia
Informações coletadas do Lattes em 14/07/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Aperfeiçoamento em andamento em Cirurgia Oral Menor
2020 - Atual
Aperfeiçoamento em andamento em Aperfeicoamento em Endodontia Mecanizada
2020 - Atual
Graduação em Odontologia
2016 - 2020
Universidade do Sul de Santa Catarina
Título: Desafios da adesão intrarradicular
Orientador: Jefferson Ricardo Pereira
Bolsista do(a): Programa Universidade para todos, PROUNI, Brasil.
Formação complementar
2019 - 2019
Extensão universitária em Planejamento Digital na Estética do Sorriso. (Carga horária: 12h). , Universidade do Sul de Santa Catarina, UNISUL, Brasil.
2019 - 2019
Imersão em Endodontia Mecanizada. (Carga horária: 20h). , Universidade do Sul de Santa Catarina, UNISUL, Brasil.
2018 - 2018
Extensão universitária em Estomatologia para cirurgiões dentistas da rede pública de atenção à saúde. (Carga horária: 50h). , Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
2015 - 2016
INGLÊS. (Carga horária: 150h). , WISARD UNIVERSIDADE DE IDIOMAS, WISARD, Brasil.
2015 - 2015
Programação Neurolinguística. (Carga horária: 60h). , Portal Educação de Campo Grande, PE, Brasil.
2011 - 2011
Extensão universitária em Workshop de oratória e expressão verba. (Carga horária: 30h). , centro universitário barriga verde, UNIBAVE, Brasil.
2006 - 2007
INFORMÁTICA. (Carga horária: 360h). , XLK informática, XLK, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Odontologia / Subárea: odontologia.
Participação em eventos
34 Jornada Acadêmica Odontológica - UNISUL. 2018. 2019. (Congresso).
JUNIC. Avaliação da resistência à adesão à dentina esclerótica utilizando diferentes sistemas adesivos. 2019. (Congresso).
32 Jornada Acadêmica Odontológica - UNISUL. 2018. 2018. (Congresso).
33 Jornada Acadêmica Odontológica - UNISUL. 2018. 2018. (Congresso).
JUNIC. Avaliação da resistência a fratura de dentes tratados endodonticamente utilizando diferentes técnicas de preenchimento intrarradicular.. 2018. (Congresso).
Projetos de pesquisa
-
2020 - Atual
Influência de novos produtos e novas técnicas de condicionamento de superfície na adesão em dentina e esmalte., Descrição: Os materiais restauradores dentários adesivos tem grandes vantagens sobre os materiais não adesivos, obtendo melhor vedação com tecidos dentais e principalmente preservação de estruturas dentárias. A adesão dentária representa um desafio na Odontologia, sendo abordada desde 1955 por Buonocore, com aplicação de ácido na superfície dental, promovendo remoção da smear layer e fornecendo uma superfície rugosa capaz de melhorar a interface adesiva.1,2 O tratamento da superfície dental é apresentado na literatura com muita ênfase, pois está diretamente relacionado a qualidade e longevidade do tratamento adesivo. No que se refere ao condicionamento, existem diversas técnicas e materiais contemplados da ciência nos tempos atuais, onde as mesmas foram aprimoradas e os produtos qualificados com melhora nas suas propriedades.2-4 O tempo de aplicação, uma vez que o ácido permanece em contato direto com os tecidos duros dentais, é um parâmetro importante que pode influenciar as propriedades da superfície dental. A apresentação de técnicas para tratamento de superfície tem mostrado bons resultados na adesão em esmalte e dentina, embora todas tenham um objetivo em comum: criar áreas retentivas na superfície dental, permitindo um imbricamento micro mecânico do sistema adesivo.4-7 A utilização de ácido fosfórico a 37% na superfície dental mostra bons resultados. Para este produto um tempo de ataque ácido de 15 a 30 segundos é geralmente recomendado pelo fabricante de vários produtos odontológicos. No entanto, para obter uma superfície suficientemente condicionada, algumas técnicas podem ser necessárias em diferentes cenários clínicos.1,3,7-9 O uso do jato de óxido de alumínio é uma boa alternativa para melhorar os resultados adesivos na superfície dental, apesar de pouco apresentado na literatura. O sistema de jateamento permite a limpeza superficial do dente. Assim, a associação de técnicas de jateamento com aplicação de ácido fosfórico poderia ser uma boa alternativa para melhorar a qualidade de união adesiva.6-9 Desse modo, e pela falta de pesquisas relacionadas ao jateamento com óxido de alumínio, surge à dúvida se a utilização de novas técnicas para tratamento de superfície pode melhorar a força de união adesiva de novos sistemas adesivos. A hipótese do trabalho é que há diferenças estatisticamente significativas entre os tratamentos de superfície e associação de técnicas de condicionamento dental.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Ronaldo Martins - Coordenador / Jeferson Ricardo Pereira - Integrante / janaina solomon guizoni - Integrante / lucas miguel candido - Integrante.
-
2018 - 2019
Avaliação da resistência à adesão em diferentes tipos de dentina utilizando diferentes sistemas adesivos., Descrição: A procura do sistema adesivo ideal tem sido uma constante desde que Buonocore, em 1955, introduziu o conceito da odontologia adesiva1. Várias têm sido as tentativas de melhorar o seu desempenho clínico, simplificar a sua utilização, otimizar as suas propriedades e contrariar as suas limitações. Os adesivos autocondicionantes de um só passo representam uma tentativa de simplificação dos sistemas adesivos, de modo a tornar os procedimentos clínicos mais fáceis, rápidos e, portanto, menos passíveis de erros2,3. Estes adesivos são constituídos por monômeros funcionais ácidos com capacidade de infiltração no esmalte e dentina4, tendo como mecanismo de ação a não remoção da smear-layer, como acontece com os sistemas adesivos pré condicionantes, mas a sua modificação de maneira a torná-la permeável ao adesivo2. No entanto, parecem apresentar um pior desempenho clínico e laboratorial comparativamente aos adesivos de 2 e 3 passos, registrando, valores de adesão mais baixos5-12. A justificativa para isto parece estar relacionada com o fato de os adesivos autocondicionantes, quando polimerizados, criarem uma estrutura porosa que não impede o movimento de água através da camada híbrida13.Por outro lado, apresentam água na sua composição, necessária para dissociar os fracos monômeros ácidos em formas ionizadas, permitindo a efetiva desmineralização dos tecidos dentários e a penetração do adesivo. A dificuldade na eliminação completa da água poderá ser responsável por uma deficiente polimerização do adesivo e contribuir para a redução das propriedades mecânicas da camada adesiva2. A espessura da camada criada por este tipo de adesivo é muito fina, o que poderá facilitar o contato com o oxigênio que contribuirá, também, para a inibição da sua adequada polimerização14. A dentina esclerótica/terciária difere dos outros tipos de dentina por apresentar os túbulos obliterados. Isto ocorre devido à deposição de minerais da saliva em locais em que a dentina encontra-se exposta ao meio bucal ou à formação de dentina terciária/reacional em virtude de algum trauma ou lesão cariosa crônica próxima à polpa. Esses depósitos de minerais (produção de dentina esclerótica) levam a um aumento de dureza e induzem alterações nas características ópticas dentinárias, conferindo à estrutura aparência lisa e vítrea. Essas alterações estruturais e variações morfológicas dentinárias podem determinar uma redução significativa na adesão20. Na tentativa de superar estas limitações e de melhorar o desempenho dos sistemas adesivos autocondicionantes, vários autores têm sugerido alterações ao protocolo de aplicação recomendado pelo respectivo fabricante14-21. O pré-condicionamento da superfície dentária com ácido fosfórico, a forma e o tempo de aplicação do adesivo, a aplicação sucessiva de diversas camadas de adesivo, com ou sem a fotopolimerização do adesivo entre aplicações, e a aplicação de uma camada suplementar de resina hidrófoba têm sido algumas das alterações ao protocolo testadas com resultados contraditórios14-21. Portanto, este trabalho tem como objetivo avaliar o efeito de diferentes protocolos de condicionamento com ácido na resistência de união entre resina composta e diferentes tipo de dentina utilizando sistemas adesivos de condicionamento total e autocondicionantes. A hipótese de pesquisa é de que o padrão de condicionamento tem efeito sobre a resistência de união entre a resina composta e os diferentes tipos de dentina.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Ronaldo Martins - Integrante / Jeferson Ricardo Pereira - Coordenador / Alef Vermudt - Integrante / Ricardo Abreu da Rosa - Integrante.
-
2017 - 2018
Avaliação da resistência a fratura de dentes tratados endodonticamente utilizando diferentes técnicas de preenchimento intrarradicular., Descrição: A restauração ideal de um elemento dentário deveria, em síntese, reabilitá-lo funcional e esteticamente, garantindo máxima preservação estrutural numa perspectiva mecânica e biológica, constituindo um grande desafio na prática clínica diária.1 Desse modo, a manutenção de dentes amplamente destruídos tem sido assegurada pela terapia endodôntica que, atuando sobre a porção radicular, permite a reconstrução coronária de dentes que, de outra forma, estariam irremediavelmente perdidos.2 Apesar dos avanços tecnológicos, dentes tratados endodonticamente têm sido tradicionalmente reconstruídos utilizando-se núcleos metálicos fundidos devido sua longa história de uso.1,3 No entanto, o desenvolvimento de novas metodologias que permitem a avaliação destes tratamentos vem demonstrando um significativo aumento de tensões radiculares quando comparados aos pinos pré-fabricados.4,5 Nesse contexto, a pesquisa por materiais dentários que possuam módulo de elasticidade semelhante a dentina tem possibilitado uma melhor distribuição de carga, reduzindo, assim, a probabilidade de fraturas.6 Os pinos de fibra de vidro são caracterizados por apresentarem alta translucidez, bem como módulo de elasticidade próximo ao da dentina, permitindo a obtenção de excelentes resultados.7 No entanto, em virtude da deterioração do cimento frente a cargas funcionais, da susceptibilidade de alteração higroscópica e da necessidade de uma quantidade suficiente de estrutura dentária para utilização, este sistema tem sido motivo de discussão por apresentar significativa taxa de deslocamento do pino e falha da restauração.8,9 Embora a longevidade do tratamento restaurador seja dependente da quantidade de estrutura dental remanescente, alguns trabalhos têm ressaltado que a baixa resistência à fratura de algumas resinas compostas utilizadas na reconstrução de núcleos de preenchimento é responsável pela ocorrência de falhas. Assim, um material ideal deve apresentar propriedades mecânicas excelentes, resistindo e dissipando de maneira equitativa às tensões produzidas durante a função, reduzindo a incidência de falhas por tração e compressão.10 Ainda que não tenham sido desenvolvidos para este fim, materiais como o amálgama, a resina composta e os cimentos à base de ionômero de vidro têm sido frequentemente utilizados na reconstrução da estrutura coronária. Formulações mais recentes de resinas compostas têm incorporado diferentes combinações de materiais, do mesmo modo que oferecem meios distintos de ativação, contudo, a ausência de uma técnica fundamentada cientificamente capaz de esclarecer o comportamento mecânico e a interação adesiva destes compostos híbridos, associados ou não a presença de pinos, tem justificado a execução de novos trabalhos.11 Desse modo, surge o questionamento: a utilização de resinas de dupla ativação favoreceriam biomecanicamente a restauração de dentes endodonticamente tratados? Diante do exposto, o presente estudo tem por objetivo avaliar uma nova técnica de retenção intrarradicular em dentes tratados endodonticamente submetidos à ensaio mecânico de push-out.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Ronaldo Martins - Integrante / Jeferson Ricardo Pereira - Coordenador / Alef Vermudt - Integrante / Marcos Vinicius Reis Só - Integrante / Marcos Stheinheuser - Integrante / Ricardo Abreu da Rosa - Integrante.
Histórico profissional
Endereço profissional
-
Universidade do Sul de Santa Catarina. , Av. José Acácio Moreira, 787, dehon, 88730000 - Tubarão, SC - Brasil, Telefone: (48) 0800970700, URL da Homepage:
Experiência profissional
2018 - 2019
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPqVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisador, Carga horária: 20
2017 - 2019
Universidade do Sul de Santa CatarinaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: ESTAGIÁRIO, Carga horária: 20
2014 - 2016
Grupo Copobras S/AVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: LÍDER DE EXPEDIÇÃO, Carga horária: 40
2019 - 2020
Dentalmed - Distribuidora de Produtos médicos Odontologicos LTDAVínculo: contratação temporária, Enquadramento Funcional: Estágio, Carga horária: 22
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de RONALDO MARTINS e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todas as movimentações desse processo e sempre que o processo aparecer em publicações dos Diários Oficiais e nos Tribunais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Confirma a exclusão?