Carlos Adriano Ferraz
Possui Graduação em Filosofia (Licenciatura plena em filosofia) pela Universidade Federal de Pelotas (1994), Mestrado em Filosofia pela Universidade Federal de Santa Maria (1999) e Doutorado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2003), tendo realizado, de 2001 a 2002, estágio doutoral junto ao Programa de Pós-Graduação em Filosofia da State University Of New York (SUNY). Também foi, em 2010, Visiting Scholar na Universidade HARVARD (USA). Atualmente é Professor do Departamento e do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em Ética e Filosofia Política, atuando principalmente nos seguintes temas: ética, filosofia do direito, contratualismo, direito natural e filosofia da religião. Também é membro (?International Associate Member') da American Philosophical Association (APA) e consultor ad hoc das agências Fulbright e Alexander von Humboldt-Stiftung/Foundation.
Informações coletadas do Lattes em 25/07/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em Filosofia
1999 - 2003
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Título: Do Juízo teleológico como propedêutica à teologia moral em Kant
Nythamar Fernandes de oliveira. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: teleologia; teologia moral; ética.Grande área: Ciências HumanasGrande Área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Ética e Filosofia Política. Grande Área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Teleologia. Setores de atividade: Educação Superior.
Mestrado em Filosofia
1996 - 1999
Universidade Federal de Santa Maria
Título: Sobre o conceito de juízo no sistema crítico-transcendental kantiano, Ano de Obtenção: 1999
Christian Viktor Hamm.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: teleologia; esquema; juízo determinante; juízo reflexionante; juízo; Estética.
Aperfeiçoamento em Philosophy
2001 - 2002
State University of New York at Stony Brook
Ano de finalização: 2002;Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Pós-doutorado
2010 - 2010
Pós-Doutorado. , Harvard University, HARVARD, Estados Unidos. , Bolsista do(a): Fulbright, FULBRIGHT, Estados Unidos.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Francês
Compreende Bem, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.
Alemão
Compreende Bem, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Ética e Filosofia Política.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Ética.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Filosofia da Biologia.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Filosofia da Mente.
Organização de eventos
FERRAZ, C. A. ; CAVAGNOLI, R. ; MARQUES, P. L. . Seminário Educação, Economia e Sociedade: Uma abordagem Liberal. 2018. (Congresso).
FERRAZ, C. A. . ?Workshop: Uma questão de normatividade Moral: Autoridade e Legitimidade no Direito e na Política?. 2016. (Congresso).
Ferraz, Carlos Adriano . I Workshop: Filosofia da Religião: Alvin Plantinga. 2014. (Outro).
Ferraz, Carlos Adriano ; BARBOSA, E. . II Workshop: Filosofia do Direito. 2014. (Outro).
FERRAZ, C. A. ; COITINHO, Denis Silveira ; HOBUSS,J. ; VASCONCELOS, M. ; CARMO, J. ; FILHO, E. ; DUTRA, D. V. . III congresso Internacional de Filosofia Moral e Política. 2013. (Congresso).
FERRAZ, C. A. ; BARBOSA, E. . I Workshop: Filosofia do Direito. 2013. (Outro).
FERRAZ, C. A. . I ciclo de conferências em Filosofia da Mente. 2011. (Outro).
COITINHO, Denis Silveira ; FERRAZ, C. A. ; HOBUSS,J. ; LEIVAS, Claudio ; SANTOS, Robinson . I CONGRESSO INTERNACIONAL DE FILOSOFIA MORAL E POLÍTICA. 2009. (Congresso).
FERRAZ, C. A. . Kant: Moralidade e justificação. 2009. (Outro).
FERRAZ, C. A. ; ARALDI, C. . I Seminário de estudos em Ética e Filosofia Política. 2008. (Congresso).
FERRAZ, C. A. . Temas em Ética e Filosofia Política. 2006. (Congresso).
FERRAZ, C. A. . Homenagem ao bicentenário da morte de Immanuel Kant. 2004. (Outro).
Participação em eventos
I Simpósio de Filosofia do Direito da Escola de Direito da PUCRS.Lei Natural e Natureza Humana: Por que algumas culturas são melhores que outras?. 2018. (Simpósio).
Seminário Educação, Economia e Sociedade: Uma abordagem liberal.Individualidade, Tradição e Moralidade: Pilares de uma Sociedade Livre. 2018. (Seminário).
1ª Jornada Ulbra de Filosofia do Direito. A Fuga da Moral e a Transcendência do Valor. 2016. (Congresso).
Eventos FADIR - Faculdade de Direito PUCRS.O conceito de Família: A visão conservadora e a visão liberal. 2016. (Outra).
IV Semana Acadêmica do PPGFIL ? UFPel.Liberdade, Ordem e justiça: Uma abordagem ?ordoliberal?. 2016. (Outra).
Alumni Summit - Encontro de Intercambistas dos Programas do Governo dos Estados Unidos.Políticas Públicas. 2011. (Encontro).
SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE FILOSOFIA - Ética e Meta-Ética: Lei moral, reino dos fins e o sumo bem no mundo.Progresso Moral e Justiça em Kant. 2011. (Simpósio).
Reunião dos Coordenadores de Pós-Graduação em Filosofia com o Coordenador de área. 2008. (Outra).
Reunião dos Coordenadores de Programas de Pós-Graduação em Filosofia na regional sul da Anpof. 2008. (Outra).
XIII Encontro de Filosofia da Anpof. 2008. (Encontro).
XIII Encontro de Filosofia da Anpof. 2008. (Encontro).
XIII Encontro de Filosofia da Anpof.Sobre uma fundamentação moral do Direito em Kant. 2008. (Encontro).
Temas em Ética e Filosofia Política. Kant, Direito e Teleologia. 2006. (Congresso).
Homenagem ao bicentenário da morte de Immanuel Kant.Kant: A razão na história. 2004. (Seminário).
O Bicentenário da morte de Immanuel Kant.Kant: Política e Esclarecimento. 2004. (Seminário).
III Simpósio Internacional sobre a justiça.Acerca de uma fundamentação moral do direito. 2003. (Simpósio).
Segundo colóquio Kant: Filosofia do direito.Da função moral do direito em Kant. 2002. (Seminário).
II Seminário internacional sobre a justiça.Teologia e progresso em Kant. 2000. (Seminário).
Seminário internacional: A questão do Gosto.Da função prática do sublime em Kant. 1999. (Seminário).
Colóquio Kant: Filosofia prática.O conceito de liberdade na Crítica da Faculdade do Juízo. 1997. (Seminário).
Participação em bancas
SANTOS, Robinson; GHIGGI, G.;FERRAZ, C. A.. Igualdade em face à doutrina do direito de Immanuel Kant. 2017. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas.
LEIVAS, C. R. C.;FERRAZ, C. A.; SECCO, M.. O (retorno ao) Estado de Natureza no âmbito internacional de acordo com a obra de Thomas Hobbes. 2017.
FERRAZ, C. A.; CUNHA, M. S.; RENNER, J. A.. A constitucionalidade das cotas nas universidades como novo paradigma no combate à desigualdade racial no Brasil. 2014. Dissertação (Mestrado em Política Social) - Universidade Católica de Pelotas.
LEIVAS, C. R. C.;Ferraz, Carlos Adriano; NODARI, P. C.. Direito e Natureza Humana em Rousseau.. 2014. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas.
COITINHO, Denis Silveira;FERRAZ, C. A.; BOEIRA, N.. A teoria da Justiça utilitarista de John Stuart Mill. 2013. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas.
FERRAZ, C. A.; COITINHO, Denis Silveira; DALLAGNOL, D.. Equilibrio reflexivo amplo e justificação pessoal. 2013. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas.
FERRAZ, C. A.; COITINHO, Denis Silveira; DUTRA, D. V.. A razão pública e a fundamentação dos direitos humanos na obra 'O direito dos povos' de John Rawls. 2012. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas.
FERRAZ, C. A.; SCHIO, S.; GASTAL, A. F.. Hannah Arendt: a Lei como condição para a Cidadania. 2012. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas.
FERRAZ, C. A.; SILVEIRA, D.; NAPOLI, R. B.. A justificação moral através da categoria de razão pública na Teoria da Justiça de John Rawls. 2011. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas.
FERRAZ, C. A.; ARAÚJO, Luiz Bernardo Leite; COITINHO, Denis Silveira. O construtivismo rawlseano: Da possibilidade de uma justificação política normativa não-fundacionalista. 2011. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas.
BECKENKAMP, Joãosinho;FERRAZ, C. A.; MAGALHAES, O. J. E.. A divisão direito privado e direito público na doutrina de Kant. 2011. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas.
LEIVAS, Claudio; MAGALHAES, O. J. E.;FERRAZ, C. A.. A discricionariedade do juíz em Hart e Dworkin. 2011. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas.
STEIN, S. I. A.;FERRAZ, C. A.; COITINHO, Denis Silveira; BRITO, A. N.; GREIMAN, D.. O intuicionismo kantiano à luz do do logicismo e do cognitivismo: Uma defesa da intuição pura do espaço e do tempo. 2017. Tese (Doutorado em Filosofia) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
PICH, R.; JESUS, L. M.; ZILLES, U.; ROHDEN, L.;FERRAZ, C. A.. Caridade e Realismo: Pascal e Dostoiévski. 2016. Tese (Doutorado em Filosofia) - Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.
FERRAZ, C. A.; HAMM, C. V.; KRASSUSKI, J. A.; DEJEANNE, S.; GALLINA, A. L.. Kant e a Função Crítico-Sistemática do Factum da Razão na Arquitetônica da Analítica da Razão Prática Pura. 2016. Tese (Doutorado em Filosofia) - Universidade Federal de Santa Maria.
HAMM, C.; ROSSATO, N.;FERRAZ, C. A.; KRASSUSKI, J. A.; ZANELLA, D.. Kant e a função crítico-sistemática do Factum da razão prática pura. 2014. Exame de qualificação (Doutorando em Filosofia) - Universidade Federal de Santa Maria.
NAPOLI, R. B.;FERRAZ, C. A.; SARTORI, C. A.; HAMM, C. V.; SILVEIRA, D. C.. A Justificação Razoável na Teoria da Justiça de John Rawls. 2014. Exame de qualificação (Doutorando em Filosofia) - Universidade Federal de Santa Maria.
SANTOS, R.;FERRAZ, C. A.; BRESOLIN, K.. Sobre a Igualdade em Kant. 2015. Exame de qualificação (Mestrando em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas.
HOBUSS,J.;FERRAZ, C. A.; LEITE, P.. Psicologia platônica: imortalidade, tripartição e as consequências do desejo. 2015. Exame de qualificação (Mestrando em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas.
FERRAZ, C. A.; ARALDI, C.; RUBIRA, L. E.. Schopenhauer, Nietzsche e a Compaixão: Uma investigação acerca da crítica de Nietzsche à moral da compaixão. 2013. Exame de qualificação (Mestrando em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas.
FERRAZ, C. A.; LEIVAS, C. R. C.; SCHIO, S.. Direito e Natureza Humana em Rousseau. 2013. Exame de qualificação (Mestrando em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas.
SCHIO, S.; STREFLING, S.;FERRAZ, C. A.. Senso comum e realidade em Hanna Arendt. 2012. Exame de qualificação (Mestrando em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas.
FERRAZ, C. A.; COITINHO, Denis Silveira; HOBUSS,J.. Equilibrio reflexivo em John Rawls. 2012. Exame de qualificação (Mestrando em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas.
FERRAZ, C. A.; COITINHO, Denis Silveira; SCHIO, S.. A teoria da justiça de John Stuart Mill. 2012. Exame de qualificação (Mestrando em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas.
FERRAZ, C. A.; BECKENKAMP, J.; LEIVAS, C. R. C.. Da crítica de Dworkin a Hart. 2010. Exame de qualificação (Mestrando em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas.
FERRAZ, C. A.; COITINHO, Denis Silveira; SANTOS, R.. O CONSTRUTIVISMO POLÍTICO RAWLSEANO Da possibilidade de uma justificação política normativa não-fundacionalista. 2009. Exame de qualificação (Mestrando em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas.
FERRAZ, C. A.; SILVEIRA, D. C.; SANTOS, R.. A JUSTIFICAÇÃO MORAL ATRAVÉS DA CATEGORIA DE RAZÃO PÚBLICA NA TEORIA DA JUSTIÇA DE JOHN RAWLS. 2009. Exame de qualificação (Mestrando em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas.
COITINHO, Denis Silveira;FERRAZ, C. A.. O Princípio da Responsabilidade em Hans Jonas. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Licenciatura plena em filosofia) - Universidade Federal de Pelotas.
ARALDI, C.;FERRAZ, C. A.. A vontade de poder em Nietzsche. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Licenciatura plena em filosofia) - Universidade Federal de Pelotas.
VASCONCELOS, M.;FERRAZ, C. A.. O problema do mal em Agostinho. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Licenciatura plena em filosofia) - Universidade Federal de Pelotas.
FERRAZ, C. A.; VASCONCELOS, M.. Livre arbítrio: O problema do mal em Santo Agostinho. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Licenciatura plena em filosofia) - Universidade Federal de Pelotas.
FERRAZ, C. A.; FILHO, E.; SCHIO, S.. Concurso para Professor Adjunto na área de Filosofia Política. 2013. Universidade Federal de Pelotas.
FERRAZ, C. A.; ROSSATO, N.; NAPOLI, R.B.. Concurso para Professor Adjunto na área de Ética/Filosofia Política. 2010. Universidade Federal de Santa Maria.
FERRAZ, C. A.; BECKENKAMP, Joãosinho; Mortari, Cezar. Concurso para Professor Adjunto na área de Lógica/Epistemologia. 2009. Universidade Federal de Pelotas.
FERRAZ, C. A.; BARBOSA, E.; RUBIRA, L. E.; STREFLING, S.. Seleção de doutorado do PPG Filosfia/UFPEL. 2024. Universidade Federal de Pelotas.
FERRAZ, C. A.. XIV Encontro de Pós-Graduação-UFPEL. 2012. Universidade Federal de Pelotas.
FERRAZ, C. A.. XXI Congresso de Iniciação Científica (CIC)-UFPEL. 2012. Universidade Federal de Pelotas.
FERRAZ, C. A.; COITINHO, Denis Silveira; PIZZI, Jovino. Membro da banca de qualificação da dissertação de mestrado de Caroline Trennepohl da Silva, intitulada ?A razão pública e a fundamentação dos direitos humanos na obra ?O direito dos povos?, de John Rawls?. 2011. Universidade Federal de Pelotas.
FERRAZ, C. A.; COITINHO, Denis Silveira; SCHIO, S.. Membro da banca de qualificação da dissertação de mestrado de Cláudia Carneiro Peixoto, intitulada ?A ?lei? em Hanna Arendt: sua concepção como condição para a cidadania?.. 2011. Universidade Federal de Pelotas.
FERRAZ, C. A.Ferraz, Carlos Adriano. XIII Encontro de Pós-Graduação-UFPEL. 2011. Universidade Federal de Pelotas.
FERRAZ, C. A.; COITINHO, Denis Silveira; SANTOS, Robinson. Membro da banca de qualificação da dissertação de mestrado de Ataualpa Godolphim Feijó, intitulada ?O Construtivismo rawlseano: Da possibilidade de uma justificação política normativa não-fundacionalista?.. 2010.
FERRAZ, C. A.; COITINHO, Denis Silveira; SANTOS, Robinson. Membro da banca de qualificação da dissertação de mestrado de Mateus de Lima, intitulada ?A justificação moral através da categoria de razão pública na teoria da justiça de John Rawls?. 2010. Universidade Federal de Pelotas.
FERRAZ, C. A.. Parecerista para a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais/fapemig. 2009.
FERRAZ, C. A.; COITINHO, Denis Silveira; PIZZI, Jovino. Membro de banca de qualificação de dissertação de mestrado. 2009. Universidade Federal de Pelotas.
FERRAZ, C. A.; ARALDI, C.; SANTOS, Robinson. Membro de banca de qualificação de dissertação de mestrado. 2009. Universidade Federal de Pelotas.
FERRAZ, C. A.; ARALDI, C.; VASCONCELOS, M.. Seleção de Mestrado do PPG Filosofia. 2008. Universidade Federal de Pelotas.
HOBUSS,J.; MIRAGLIA,C.A.;FERRAZ, C. A.. Seleção para Professor Substituto Junto ao Departamento de Filosofia Da UFPel. 2007. Universidade Federal de Pelotas.
FERRAZ, C. A.; HOBUSS,J.; VASCONCELOS, M.. XVI Congresso de iniciação científica e IX encontro de pós-graduação. 2007. Universidade Federal de Pelotas.
FERRAZ, C. A.; HOBUSS,J.; COITINHO, Denis Silveira. Seleção de Mestrado do PPG Filosofia. 2007. Universidade Federal de Pelotas.
Orientou
Sobre uma possível conexão da epistemologia reformada com o realismo moral reidiano: anuladores e evidencialismo; ; 2016; Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas, ; Orientador: Carlos Adriano Ferraz;
Um estudo sobre o jusnaturalismo em Aquino e Suárez; 2016; Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Adriano Ferraz;
Da ideia de Justiça Social em Hayek; 2016; Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas, ; Orientador: Carlos Adriano Ferraz;
Da Lei Natural como fundamento supramoral da ação humana em John Finnis: Considerações sobre metodologia, teoria normativa e aspectos fundacionais; 2015; Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Adriano Ferraz;
DO ABORTO: UM ENFOQUE JUSNATURALISTA; 2015; Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas, ; Orientador: Carlos Adriano Ferraz;
Lei Positiva e Moralidade: A evolução dos conceitos de Razão Prática e Bens Humanos Básicos na Teoria legal e a influência destes na evolução mais recente da jurisprudência e doutrina jurídica brasileira; 2015; Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas, ; Orientador: Carlos Adriano Ferraz;
Legitimidade e Representatividade: Uma discussão a partir da ideia de ?Bem Comum? em John Finnis; 2015; Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Adriano Ferraz;
O Comunitarismo de Bernard Williams: a exigência da motivação interna; 2014; Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Adriano Ferraz;
Ações afirmativas enfraquecidas: análise e crítica das policies de Ronald Dworkin; 2013; Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Adriano Ferraz;
Uma analise do homem entre a moralidade e a legalidade na obra de Immanuel Kant; 2013; Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas, ; Coorientador: Carlos Adriano Ferraz;
Os direitos humanos fundamentais a partir da teoria de John Rawls e a contribuição de Robert Alexy; 2013; Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas, ; Orientador: Carlos Adriano Ferraz;
Kant e o ?Factum da razão? : Sobre o problema da justificação da lei moral na ?Analítica da Razão prática pura"; 2011; Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Adriano Ferraz;
Direito e Moral em Hans Kelsen a partir da Teoria pura do Direito; 2011; Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas, ; Orientador: Carlos Adriano Ferraz;
Da construção dos fundamentos do Direito em John Rawls; 2010; Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Adriano Ferraz;
Uma perspectiva sobre a fundamentação de uma lista mínima de 'direitos humanos' em; 2009; Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas, ; Orientador: Carlos Adriano Ferraz;
O argumento Evolucionista em Economia e Filosofia Social: Uma abordagem a partir de F; A; Hayek; ; 2023; Tese (Doutorado em Programa de Pós-Graduação em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas, ; Orientador: Carlos Adriano Ferraz;
Os Direitos do Homem e os Fundamentos do Estado Democrático de Direito; 2017; Tese (Doutorado em Programa de Pós-Graduação em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas, ; Orientador: Carlos Adriano Ferraz;
Objetividade Moral: Uma análise sobre seus aspectos formais, abordagens contemporâneas e plausibilidade; 2015; Tese (Doutorado em Programa de Pós-Graduação em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Adriano Ferraz;
2014; Universidade Federal de Pelotas, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Carlos Adriano Ferraz;
2014; Universidade Federal de Pelotas, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Carlos Adriano Ferraz;
Questões militares e segurança pública: Considerações a partir de Platão e Thomas More; 2007; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas; Orientador: Carlos Adriano Ferraz;
J; J; Rousseau: Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens; 2007; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Licenciatura plena em filosofia) - Universidade Federal de Pelotas; Orientador: Carlos Adriano Ferraz;
A virtude e a justiça na ética aristotélica; 2006; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Licenciatura plena em filosofia) - Universidade Federal de Pelotas; Orientador: Carlos Adriano Ferraz;
Sobre uma fundamentação ética da justiça global a partir da filosofia prática de Immanuel Kant; 2004; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Filosofia) - Universidade de Caxias do Sul; Orientador: Carlos Adriano Ferraz;
Direito Natural e Justiça: uma abordagem a partir de John Finnis; 2013; Iniciação Científica; (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas, Universidade Federal de Pelotas (Pró-Reitoria de Pesquisa e pós-graduação); Orientador: Carlos Adriano Ferraz;
Evolução e natureza humana; 2012; Iniciação Científica; (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal de Pelotas, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Adriano Ferraz;
O contratualismo clássico; 2006; Orientação de outra natureza; (Licenciatura plena em filosofia) - Universidade Federal de Pelotas, Universidade Federal de Pelotas; Orientador: Carlos Adriano Ferraz;
Produções bibliográficas
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Ferraz, Carlos Adriano ; BAVARESCO, A. ; PICH, R. . Is it reasonable to believe in god: An approach from John Finnis. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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Ferraz, Carlos Adriano . Implicações éticas das nanotecnologias: Algumas notas a partir da New Natural Law Theory. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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Ferraz, Carlos Adriano . Direito Natural e Ética Prática: Uma abordagem sobre o aborto e sobre a moralidade dos atos sexuais. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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FERRAZ, C. A. . Racionalidade prática e experiência moral em Kant. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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FERRAZ, C. A. . Kant e Prinz sobre a Sensibilidade. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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FERRAZ, C. A. . Practical embodied cognition as a constructive process: towards a more complex idea of the world by acting on it. 2011. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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FERRAZ, C. A. . Kant e o problema da justificação em filosofia moral. 2009. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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FERRAZ, C. A. . Da mente como problema filosófico: a 'neurofilosofia'. 2009. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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FERRAZ, C. A. . Kant e a 'metafísica da natureza'. 2009. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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FERRAZ, C. A. . Quando ética e política se encontram: Kant e o projeto de "À paz perpétua". 2009. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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FERRAZ, C. A. . Rawls, Dworkin e a concepção de Justiça no modelo liberal. 2008. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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FERRAZ, C. A. . Sobre uma fundamentação moral do Direito em Kant. 2008. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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FERRAZ, C. A. . Kant, Direito e Teleologia. 2006. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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FERRAZ, C. A. . Política e Esclarecimento. 2004. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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FERRAZ, C. A. . Kant: A Razão na História. 2004. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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FERRAZ, C. A. . Acerca de uma fundamentação Moral do Direito. 2003. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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FERRAZ, C. A. . Da função Moral do Direito em Kant. 2002. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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FERRAZ, C. A. . Teleologia e progresso em Kant. 2000. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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FERRAZ, C. A. . Da função prática do sublime em Kant. 1999. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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FERRAZ, C. A. . O conceito de liberdade na Crítica da Faculdade do Juízo. 1997. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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FERRAZ, C. A. ; MARQUES, P. L. A. . A educação estatal no Brasil: burocracia, poder e corporativismo: Diagnóstico e alternativas. Ponta Grossa - PR, 2023. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.
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FERRAZ, C. A. ; MIRANDA, J. F. . O Conceito de Objetividade: um estudo sobre sua estrutura lógica e definição mínima. Vasco da Gama - RJ, 2023. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.
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Ferraz, Carlos Adriano . Da mente como um problemafilosófico. Online: Amazon, 2021 (Capítulo de livro (no prelo)).
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FERRAZ, C. A. . A GRAMA ERA VERDE. Bagé/RS, 2019. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.
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Ferraz, Carlos Adriano . Liberdade, Ordem e justiça: Uma abordagem ?ordoliberal?. Pelotas - RS: EDUFPEL, 2017 (Capítulo de livro (no prelo)).
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Ferraz, Carlos Adriano . Do ?contrato? como ideia normativa da razão. Santa Maria - RS: Editora UFSM, 2017 (Capítulo de livro (no prelo)).
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FERRAZ, C. A. ; OLIVEIRA, F. N. . Os Direitos Humanos no 'Direito dos Povos' de John Rawls. Saarbrücken - Alemanha, 2016. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.
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FERRAZ, C. A. ; SANTOS, Robinson ; CHAGAS, F. C. ; BRESOLIN, K. ; FERRAZ, C. A. . Apresentação. Pelotas RS, 2014. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.
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FERRAZ, C. A. ; SCHONECKER . ?Uma vontade livre e uma vontade sob leis morais é uma e a mesma coisa?: O conceito kantiano de autonomia e sua tese da analiticidade na Fundamentação III'. Cambridge: Cambridge University Press, 2014. (Tradução/Artigo).
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FERRAZ, C. A. ; BAVARESCO, A. ; LARA, E. G. ; CARMO, J. ; OLIVEIRA, A. H. ; CURADO, D. V. ; CAMPOS, J. . Articulando Razões. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2013. (Tradução/Livro).
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KORSGAARD, Christine ; FERRAZ, C. A. . Agindo por uma Razão. Pelotas RS, 2011. (Tradução/Artigo).
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LEHNING, Percy ; FERRAZ, C. A. . Instituições para uma sociedade equitativa: A teoria da justiça igualitária de Rawls. Pelotas RS, 2011. (Tradução/Artigo).
Outras produções
FERRAZ, C. A. . Curso de formação de gestores de juventude. 2021. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Elaboração de material para curso de formação de gestores de juventude).
FERRAZ, C. A. . Temas em Filosofia da Mente. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
FERRAZ, C. A. ; MIRANDA, J. F. ; FERRAZ, C. A. . Casamento, Bem Comum e Justiça. 2014 (Entrevista em Programa da Radio Federal FM (UFPEL)).
FERRAZ, C. A. . Entrevista no programa de rádio coordenado por Vera Lopes: Sobre a importância de uma Pós-Graduação em ética e filosofia política. 2006.
FERRAZ, C. A. . Temas em ética e filosofia política: Entrevista no Programa "bicho de sete cabeças", coordenado pelo professor Joãosinho Beckenkamp e transmitido pela RadioCom. 2006.
FERRAZ, C. A. ; BAVARESCO, A. . Filosofia e Sociedade: Entrevista no programa televisivo coordenado pelo professor Agemir Bavaresco. 2005.
FERRAZ, C. A. ; Paviani, J. . Filosofia da ciência: Entrevista e debate no programa televisivo coordenado pelo professor Jaime Paviani e transmitido pela UCS TV. 2003.
Projetos de pesquisa
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2022 - Atual
A Filosofia analítica da religião em Alvin Plantinga (e sua crítica ao naturalismo), Descrição: O presente projeto de pesquisa pretende investigar a defesa da racionalidade da crença teística desenvolvida pelo filósofo estadunidense Alvin Plantinga, especialmente a partir de sua redefinição como ?crença apropriadamente básica?. Desse modo, ao situarmos a epistemologia religiosa de Plantinga no contexto das transformações recentes no campo da filosofia analítica da religião, pretendemos expor sua crítica ao fundacionalismo clássico, cujo colapso teria reaberto a viabilidade epistemológica da crença em Deus. Em seguida pretendemos analisar a defesa de Plantinga da crença em Deus como crença apropriadamente básica, esclarecendo a orientação de sua filosofia da religião para uma forma externalista em epistemologia. Além disso, pretende-se analisar sua crítica à perspectiva naturalista. Por fim, o projeto pretende refletir sobre as implicações ?culturais? e ?espirituais? da epistemologia reformada de Plantinga.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Carlos Adriano Ferraz - Coordenador.
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2022 - Atual
Hayek: Direito e Ordem Espontânea, Descrição: Abordagem da articulação de conceitos tais quais os de liberdade, justiça e ordem no contexto do pensamento liberal ?clássico?. Nesse sentido, pretende-se investigar a possibilidade de justificação de uma concepção social (jurídica, moral, econômica, etc) formada a partir da ideia de sujeitos autônomos e interdependentes no contexto de um sistema moral ordenado (dentro daquilo que se poderia denominar, seguindo Wilhelm Röpke, de ?ordoliberalismo?).. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Carlos Adriano Ferraz - Coordenador.
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2015 - 2018
Direito Natural e Justiça, Descrição: Ideias de justiça não apenas têm, desde os primórdios da cultura filosófica ocidental, influenciado as instituições e sistemas legais. Elas também tiveram, e continuam tendo, um grande impacto na filosofia política e na jurisprudência. Embora o conceito de justiça seja polissêmico, no sentido de que ele adquire distintos significados ao longo da história e nos diferentes contextos culturais, pretendemos, com o presente projeto, investigar a ideia de justiça em John Finnis, o qual a concebe como um ?bem comum? (common good). Nesse sentido, intenta-se ver como Finnis toma, como ponto de partida, diversas teorias da justiça clássicas, e oferece novas perspectivas acerca do papel e das funções da ideia de justiça em uma ordem social, e isso a partir de sua própria revisão das ideias de lei natural (natural law) e de direitos naturais/humanos (natural/human rights). Assim, Finnis inicia sua análise, em seu clássico Natural Law and Natural Rights (1980), defendendo a jurisprudência naturalista, bem como oferecendo novos pontos de vista acerca do positivismo e de sua relação com as teorias do direito natural. Por exemplo, ele demonstra que a frequente oposição dos positivistas ao direito natural é equivocada. Afinal, aquilo que os positivistas defendem como bens a serem assegurados, já seriam defendidos pelo direito natural. Além disso, aquilo que os positivistas consideram ?ilusões? do jusnaturalismo, não seria realmente defendido pelo direito natural. Nesse sentido, Finnis inicia sua abordagem acerca do ?conflito? entre direito natural e positivismo demonstrando que tais correntes não seriam, em uma abordagem mais profunda, rivais. Em linhas gerais, os teóricos do direito natural concebem a lei como uma prescrição cuja autoridade é oriunda da moralidade, a qual seria seu ?medidor de valor?. Tal relação responderia àquela notória questão: O que faz uma lei justa? O positivismo, por sua vez, foca em uma descrição da lei tal como essa é dada em um determinado tempo e lugar. Tal corrente, em geral, não busca por um critério moral de justificação, em geral separando direito e justiça. Nesse sentido, o positivista vê o direito como um sistema lógico fechado, no qual as decisões legais podem ser deduzidas, logicamente, de regras legais mais gerais. Em suma, para ele o direito é uma esfera normativa autossuficiente. Não obstante, muito embora o termo lex humana, para se referir ao que entendemos como lei positiva, já houvesse sido tornado notório por Santo Tomás de Aquino, um defensor da lex naturalis, o direito natural tem sofrido muitas críticas por parte do positivismo jurídico. Uma dessas críticas baseia-se em uma suposta falácia naturalista. O defensor do direito natural estaria incorrendo naquilo que ficou conhecido, a partir de Moore, como uma falácia naturalista, ou seja, estaria derivando proposições prescritivas de proposições descritivas. Mas isso é refutado fortemente por Finnis no início de Natural Law and Natural Rights (1980). Segundo ele, as conclusões normativas do direito natural não estão fundadas na observação de um determinado ser humano, mas na reflexão acerca daquilo que pode ser considerado ?auto evidentemente bom para seres humanos? (self-evidently good for human beings). Assim, quando usamos a inteligência para discernir sobre o que é ou bom ou mau, estamos usando nossa inteligência em um tipo de raciocínio distinto do raciocínio usado em considerações descritivas. Em outros termos, o direito natural tem uma lógica distinta daquela das ciências. Poderíamos dizer que Finnis é um internalista, no sentido de que, segundo ele, as pessoas compreendem suas aspirações particulares, bem como sua própria natureza, de um ponto de vista interno. E a partir desse mesmo ponto de vista compreendemos o que seja uma boa vida (good life) para a humanidade em geral.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (15) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (5) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Carlos Adriano Ferraz - Coordenador / John Florindo de Miranda - Integrante.
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2011 - 2015
Evolução e Natureza Humana, Descrição: A revolução promovida por Charles Darwin (1809-1882) com a publicação, em 1859, de ?A origem das espécies? (On the Origin of Species by Means of Natural Selection, or The Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life), foi sentida em todas as ciências, tendo dado a estas um novo fundamento filosófico, cujas implicações não foram, pelo menos aparentemente, sentidas de imediato. Um dos mais importantes impactos da teoria de Darwin foi sentida, sobretudo, na concepção que temos de homem. Não obstante estar ciente, já em 1859, das implicações de sua teoria na visão que temos de homem, Darwin se limita, naquela obra, a afirmar: much light will be thrown on the origin f man and his history. Posteriormente, Darwin abordará a questão do homem, sua origem e a origem de suas faculdades mentais, em The descent of man (1871) e The expression of the emotions in man and animals (1872). Nessas obras Darwin adotará, como tese fundamental, a idéias segundo a qual o homem, com suas peculiaridades, originou-se do processo de evolução (regrado pelo ?princípio de seleção natural?) de acordo com os mesmos processos/princípios segundo os quais as demais formas de vida evoluíram. Essa é uma tese polêmica, dado que mesmo no século XXI alguns evolucionistas (como Stephen Jay Gould, por exemplo) defendiam que o homem, especialmente no tocante às suas faculdades mentais, ficava à parte desse processo cego e sem propósito (?descendência com modificação?). Mas a tese de Darwin era clara: a espécie humana, homo sapiens, resulta do mesmo processo natural que produziu todas as demais espécies de organismos no decorrer da história de vida da terra (cerca de 4 bilhões de anos). O homem está ligado, em vários graus, a todos os demais organismos, existentes ou extintos. O grau dessa ligação deve, pois, ser investigado por um processo analógico, o que Darwin fez na obras dos anos 1870. Tal perspectiva vem sendo adotada por diversos autores desde o século XX, o que gerou uma série de estudos e. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Carlos Adriano Ferraz - Coordenador / Alex Sandro Chagas Nunes - Integrante.
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2010 - 2011
Kant e o problema da justificação em ética, Descrição: O problema da justificação é essencial à filosofia moral em geral e à filosofia kantiana em particular. Afinal, como justificarmos, por exemplo, que mentir é moralmente errado?Assim, é parte do projeto kantiano provar que os dilemas morais são passíveis de resolução. Ou, ainda, que há uma resposta precisa e válida necessariamente para os conflitos morais.Entretanto, para desconforto de alguns, tal questão não é exatamente clara em Kant, seja na Fundamentação da Metafísica dos Costumes (Grundlegung zur Metaphysik der Sitten, 1785), seja em sua Crítica da Razão Prática (Kritik der praktischen Vernunft, 1788). Aliás, quanto a este problema estas obras mesmas não se mostram de acordo. Isso porque na GMS, notadamente em sua terceira seção, Kant parece tentar, desafortunadamente, a justificação mediante um argumento teórico para a liberdade, um argumento a partir do qual poderíamos, então, deduzir a lei moral. Na KpV, por seu turno, Kant recorre à inicialmente obscura idéia de um factum der Vernunft, um fato da razão do qual poderíamos inferir a liberdade e, dessa forma, justificá-la (juntamente com a lei moral).Com efeito, o projeto kantiano de uma fundamentação de sua metafísica dos costumes (em GMS) parece não lograr sucesso naquilo que lhe é elementar: apresentar precisamente a justificação de ações realizadas por dever (aus Pflicht). Nesse sentido, um dos principais méritos da GMS não seria o de fundamentar uma metafísica dos costumes, mas, sim, o de apresentar aqueles elementos basilares para uma fundamentação, a qual ocorreria, ainda que obscuramente, na KpV. Em suma, somente nesta última teríamos uma resposta àquela questão inicial: por que mentir é moralmente errado?. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Carlos Adriano Ferraz - Coordenador.
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2010 - 2010
Kant on justification in Ethics, Descrição: The problem concerning justification (quid juris) is essential to Practical Philosophy in general and to Kants ethical thought particularly. That problem is evident in a situation like the following one: how could we justify to a liar that to lie is morally wrong?So, to prove that ethical dilemmas have a resolution is an essential part of Kants concerns in ethics. After all, there is, indubitably for Kant, a right answer to that question aforementioned. And the answer is: to lie is morally wrongAnyway, despite its importance, this point is not completely clear in Kants writings in ethics. Thats precisely the problem we may call the problem of the connection between rationality and freedom. In his Grundlegung zur Metaphysik der Sitten (1785) it is considered in its third section, in which Kant tries, unsuccessfully for some, to justify freedom trough a deduction. In his Kritik der praktischen Vernunft (1788), on the other hand, Kant presents the not completely clear conception of a fact of reason (Factum der Vernunft). Thats Kants final answer to the question concerning justification in ethics. By using this conception he intends to prove that it is possible to act having practical reason as a Triebfeder (incentive).By any means, Kants project of a "foundation" of his "Metaphysics of Morals" seems to be unsuccessful in that which is basic for its purpose: to present precisely the justification for actions performed from duty (aus Pflicht). In this sense, one of the main advantages of the GMS was not to give support to a metaphysics of morals, but rather to present those key elements to a foundation, which occurs, however dimly, in his KpV. In short, only the latter would have an answer to that initial question: why lying is morally wrong?. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Carlos Adriano Ferraz - Coordenador.
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2006 - 2007
A fundamentação Moral do Direito e da Política a partir dos modelos liberais de John Rawls e de Ronald Dworkin (Cód. 7.01.00.005), Descrição: Estudo do problema concernente a uma fundamentação Moral do Direito e da Política à luz das recentes contribuições dos modelos liberais de John Rawls (1921-2002) e de Ronald Dworkin (1931-....). Dessa forma, ver-se á suas principais contribuições para a ética e para a teoria política, notadamente a partir da já clássica ?Uma teoria da Justiça? (1971), de John Rawls, a qual foi por ele denominada de ?Justiça como eqüidade? (Justice as fairness), e que representou uma reabilitação da discussão em Filosofia Política no contexto contemporâneo, originando o debate central hodiernamente perfilhado por Liberais (universalistas) e por Comunitaristas (particularistas). Analisar-se-á, ainda, a reflexão político-filosófica de Rawls acerca da reformulação procedimentalista do contratualismo clássico, reformulação esta que reabilitou o liberalismo político através de uma articulação teórica dos ideais de liberdade, de igualdade e de justiça num sistema de direitos. Por fim, estudar-se-á o pensamento político/jurídico de Ronald Dworkin, especialmente a partir de suas críticas aos modelos dominantes, até os anos 70, no contexto do pensamento jurídico anglo-americano, a saber, o Utilitarismo e o Positivismo Jurídico. Nesse sentido, far-se-á imperioso reconstruir sua Filosofia do Direito com vistas à compreensão do direito fundamental à ?igual consideração e respeito? (Dworkin). Pretende-se, pois, a partir dos modelos liberais de John Rawls e de Ronald Dworkin, discutir as bases filosóficas do direito, ou ainda, os princípios morais que fundamentam um determinado ordenamento jurídico.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Carlos Adriano Ferraz - Coordenador.
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2006 - 2007
O Papel da Doutrina do Direito no projeto kantiano de esclarecimento (Cód. 7.01.00.004), Descrição: Pretende-se, com a pesquisa esboçada no presente projeto, reconstruir a filosofia do Direito de Kant à luz daquele que seria, segundo vemos, seu projeto maior, qual seja, o projeto de Esclarecimento (Aufklärung). Dessa forma, far-se-á necessária uma leitura contextual da Rechtslehre, bem como um retorno à filosofia da Aufklärung kantiana e a uma concepção de Estado arraigada em princípios suprapositivos. Uma tal concepção de Estado visa a atender um critério de legitimidade que cumpra com as exigências de necessidade e universalidade, critérios constantes no contexto da Filosofia crítico-transcendental kantiana. Assim, devemos enfatizar que faz parte de nosso propósito, também, analisar o contexto do contratualismo clássico moderno e seus principais autores, bem como abordar a retomada da discussão proposta por Kant em autores contemporâneos tais como J. Rawls, Habermas, R. Dworkin, O. Höffe, et.al. Trata-se, pois, de uma investigação acerca do problema da fundamentação moral do direito e da política a partir de um estudo do modelo deontológico kantiano.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Carlos Adriano Ferraz - Coordenador.
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2003 - 2005
Sobre o papel da teoria crítica em uma educação para o Esclarecimento, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Carlos Adriano Ferraz - Coordenador.
Histórico profissional
Endereço profissional
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Universidade Federal de Pelotas, Instituto de Sociologia e Política (ISP) - Departamento de Filosofia. , Rua Coronel Alberto Rosa, 154, Centro, 96010-770 - Pelotas, RS - Brasil, Telefone: (53) 32786665, Fax: (53) 32786544, URL da Homepage:
Experiência profissional
2010 - 2010
Harvard UniversityVínculo: Professor Visitante, Enquadramento Funcional: Visiting Scholar, Carga horária: 20
2005 - Atual
Universidade Federal de PelotasVínculo: Professor, Enquadramento Funcional: Professor Associado, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
1997 - 1999
Universidade Federal de PelotasVínculo: Professor substituto, Enquadramento Funcional: Professor substituto, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Atividades
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03/2008
Ensino, Filosofia, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Problemas de fundamentação da moral, Tópicos de ética contemporânea, Filosofias contemporâneas do direito
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04/2006
Extensão universitária , Instituto de Ciências Humanas - Departamento de Filosofia.,Atividade de extensão realizada, Projeto de extensão (grupo de estudos): A fundamentação da Moral em Kant - segunda parte.
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12/2005
Ensino, Filosofia, Nível: Especialização,Disciplinas ministradas, Seminário em Filosofia Política contemporânea
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12/2005
Ensino, Licenciatura plena em filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Temas da Filosofia de Immanuel Kant, Filosofia da Biologia, Filosofia da Mente, Eletivas em filosofia moral e política (moderna e contemporânea), Ética, História da Filosofia Moderna, Seminário de História da Filosofia contemporânea
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08/2007 - 08/2009
Direção e administração, Instituto de Sociologia e Política (ISP) - Departamento de Filosofia.,Cargo ou função, Coordenador de Programa - Mestrado em Filosofia.
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08/2006 - 12/2006
Extensão universitária , Instituto de Ciências Humanas - Departamento de Filosofia.,Atividade de extensão realizada, Projeto de extensão (grupo de estudos): A fundamentação da Moral em Kant.
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04/1997 - 04/1999
Ensino, Licenciatura plena em filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Eletivas, Ética, História da filosofia, Seminário de filosofia antiga, Seminários
2003 - 2005
Universidade de Caxias do SulVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professor titular, Carga horária: 30
Outras informações:
Atividades encerradas em Outubro de 2005.
Atividades
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08/2003 - 10/2005
Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Filosofia, Filosofia da história, Filosofia do direito (para o curso de Direito), Iniciação à pesquisa, Metodologia científica, Teoria da Ciência
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de Carlos Adriano Ferraz e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Criando um monitoramento
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Confirma a exclusão?