Lucas Luan De Brito

Biomédico formado pelo Centro Universitário Autônomo do Brasil - UniBrasil. Realiza pesquisas sobre alterações do gene e proteína p53. Tem experiência na área das análises clinicas principalmente em microbiologia onde realizou monitoria na disciplina durante a graduação (2018). Realizou estágio curricular no Departamento de Bioquímica e Biologia da Universidade Federal do Paraná (2018) atuando principalmente nos seguintes temas: técnicas de esterilidade e manutenção de células de mamíferos, técnicas de contagem e curva de crescimento celular, ensaios de viabilidade e morte celular, técnicas de cultivo celular "in vitro", ensaios de citotoxicidade e PCR-RFLP. Atualmente é biomédico analista clínico no Labclinic Laboratório de Análises Clinicas - Toledo/PR.

Informações coletadas do Lattes em 16/07/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em Biomedicina

2015 - 2018

Centro Universitário Autônomo do Brasil
Título: Prevalência da mutação R337H no gene TP53 em mulheres diagnosticadas com câncer em um hospital oncológico de Curitiba
Orientador: Jeanine Marie Nardin

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Organização de eventos

BRITO, L. L. . III Encontro de Egressos do Curso de Biomedicina. 2015. (Outro).

Participação em eventos

1° Curso de Oncogénetica - Hospital Erasto Gaertner. 2018. (Outra).

PESQUISA, DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E PRODUÇÃO, O PAPEL DA FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ NA CADEIA DE INOVAÇÃO E NA POLÍTICA DO COMPLEXO INDUSTRIAL DA SAÚDE NO BRASIL. 2017. (Encontro).

X JORNADA ACADÊMICA E V ENCONTRO DE EGRESSOS DO CURSO DE BIOMEDICINA. 2017. (Encontro).

IX Jornada Acadêmica do Curso de Biomedicina. 2016. (Encontro).

Conferência: Aconselhamento genético. 2015. (Encontro).

Estudos Aplicados em Saúde.Radioatividade e Radioterapia. 2015. (Seminário).

Evento de Iniciação Cientifica do Centro Universitário Autônomo do Brasil.Radioatividade e radioterapia. 2015. (Outra).

III Encontro de Egressos do Curso de Biomedicina. 2015. (Encontro).

I Simpósio Paranaense de Fibrose Cística. 2015. (Simpósio).

Mesa-redonda: "A terapia farmacológica e cognitivo-comportamental da depressão maior e do transtorno bipolar". 2015. (Outra).

Minicurso: "Coleta sangüínea"... 2015. (Encontro).

Palestra: "Aspectos Bioquímicos, Nutricionais e Tecnológicos do Chocolate". 2015. (Outra).

Palestra: "O Psicólogo na Reprodução Assistida". 2015. (Outra).

Palestra: "Psicodrama: Do palco a teoria". 2015. (Outra).

Palestra: "Transplante de medula óssea (TMO) na infância - repercussões psicológicas ". 2015. (Outra).

Palestra: "Três perspectivas sobre a sexualidade". 2015. (Encontro).

Produções bibliográficas

  • GERBER, D. V. K. ; PARAIZO, D. M. M. ; CASALI-DA-ROCHA, D. J. C. ; IBANEZ, D. H. C. ; ANDRADE, M. D. P. ; IBANEZ, M. M. V. ; KOMECHEN, D. H. ; FIGUEIREDO, D. M. M. ; CUSTODIO, D. G. ; FIORI, D. C. M. ; BARBOSA, J. R. ; BALBINOTTI, M. J. H. ; NARDIN, M. J. M. ; ALMEIDA, M. T. A. ; BELTRAME, M. O. O. ; YAMADA, M. P. A. ; BRITO, L. L. ; FRAGA, M. G. S. ; MARTINS, M. J. ; MELANDA, M. V. S. ; SOUZA, D. C. M. ; LICHT, D. O. A. ; BOTTINI, D. S. ; LALLI, D. E. . Risk source assessment in breast cancer: environment and genetic (TP53 R337H/XAF1-E134*) variants in Southern Brazil. CANCER EPIDEMIOLOGY BIOMARKERS & PREVENTION , 2020.

  • BRITO, L. L. ; FERREIRA, B. ; CALEGARI, B. ; FREITAS, C. H. ; DREYER, D. ; SANTOS, F. A. ; VASCO, J. ; PINTO, R. C. B. . Radioatividade e Radioterapia. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

Outras produções

BRITO, L. L. . Volleyball Addicts. 2013; Tema: Esporte. (Rede social).

SANTOS, F. A. ; BRITO, L. L. . Fenômenos Cadavéricos e Necropsia. 2015. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

Projetos de pesquisa

  • 2017 - 2017

    PREVALÊNCIA DA MUTAÇÃO R337H NO PREVALÊNCIA DA MUTAÇÃO R337H NO GENE TP53 EM PECIENTES COM CÂNCER DE MAMA HER2 NEGATIVAS DE UM HOSPITAL DE CURITIBA/PR, Descrição: O câncer é considerado uma doença genética que ocorre por um acúmulo de mutações não esperadas por recombinação mendeliana. O câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais frequente no mundo e, para o Brasil, o Instituto Nacional do Câncer estimou uma incidência de 57.120 novos casos e 13.345 o número de mortes para 2014. Estudos prévios indicam que uma mutação no gene supressor de tumor TP53 está associada ao desenvolvimento de câncer de mama com prognóstico desfavorável. A p53 é uma das proteínas que controla o ciclo celular, durante a fase G1, retardando o processo de divisão para que ocorra o reparo ou mesmo impedindo a divisão celular através de apoptose. O estudo sobre a presença da mutação no gene TP53 é importante, uma vez que permite a identificação precoce de pacientes e de famílias de alto risco, permitindo que haja uma melhor orientação de tratamento em pacientes afetados e um melhor rastreio de câncer em indivíduos portadores. A expressão da p53 no câncer de mama está associada a fatores de mau prognóstico: tumores de alto grau, com alta taxa de proliferação celular, ocorrência em mulheres jovens, associação com receptores hormonais negativos, principalmente tumores do subtipo basalóide. Esta revisão foi conduzida utilizando artigos científicos de bases de dados SciELO, EBSCO e Google Acadêmico e teve como objetivo discutir as diferenças entre os resultados obtidos por cada uma das pesquisas de tais artigos. Foram selecionados 4 artigos publicados no período de 2001 á 2016, nos quais é feita a análise genética para mutação em determinada população de mulheres diagnosticadas com câncer de mama. No artigo 1, de um total de 874 mulheres foi encontrada a mutação em 8,2% destas. No artigo 2, de um total de 314 mulheres a mutação foi encontrada em apenas 0,3%. No artigo 3, dentre as 120 pacientes analisadas a mutação foi encontrada em 18,3% destas. E por fim, no artigo 4 das 123 pacientes analisadas foi encontrada a mutação em 66,6% destas. Os resultados obtidos por cada uma das pesquisas variaram entre si, já que as características das pacientes são diferentes sejam elas de faixa etária, estilo de vida, regionais e principalmente étnicas visto que hoje através de estudos comprovados já se tem a associação de mutações em TP53 com o efeito fundador no Brasil, principalmente na região sul. A partir dessa revisão pretende-se avaliar a prevalência da mutação TP53 p.R337H que não tem sido avaliada nos tumores de mama na região sul do Brasil, em uma população de mulheres diagnosticadas com câncer de mama no período de abril de 2014 a junho de 2016 na cidade de Curitiba.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Lucas Luan de Brito - Integrante / Jeanine Marie Nardin - Coordenador.

  • 2015 - 2015

    Radioatividade e radioterapia, Descrição: A radioatividade pode ser utilizada beneficamente em várias áreas de trabalho, como na agricultura, indústria e medicina, sem que cause qualquer tipo de contaminação. O órgão responsável pela fiscalização e por tudo que diz respeito à radioatividade, é a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), que também forma profissionais capacitados para trabalhar com equipamentos e materiais radioativos. O objetivo deste trabalho é trazer conhecimento básico sobre a radioatividade, desmistificando a sua utilização apenas para produção bélica e, principalmente, esclarecendo o quanto a ciência se utiliza deste assunto para desenvolver recursos em prol do ser humano. A radioatividade advém dos isótopos radioativos, que são átomos de maior massa comparada ao seu átomo mais estável e que emitem energia naturalmente do seu núcleo para estabilizar-se, portanto exclusivamente nuclear. Esses isótopos são encontrados de diversas formas na natureza, como na água, granito e radiação solar, em níveis que não causam danos ao ser humano. Existem três formas mais comuns de emissão radioativa, que são as partículas alfa e beta e as ondas eletromagnéticas gama. De forma a exemplificar, as partículas alfa podem ser barradas por uma folha de papel, as beta pelo próprio corpo e onda gama por material contendo o elemento chumbo. É importante ressaltar a diferença entre irradiação e contaminação, já que na irradiação, a fonte radioativa não está em contato, está apenas irradiando, enquanto na contaminação há o contato com a fonte radioativa. A radioterapia é uma das formas de tratamento que utiliza a radioatividade para determinados tipos de câncer, que atua na destruição total ou parcial das células cancerosas e pode ser aplicada de duas maneiras, a externa e a interna ao corpo, onde o médico oncologista irá determinar a viabilidade, forma de aplicação e tempo de tratamento.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Lucas Luan de Brito - Integrante / Cintia Helena Freitas - Coordenador / Jannaina Vasco - Integrante / Beatriz Ferreira - Integrante / Bruna Calegari - Integrante / Damiele Dreyer - Integrante / Rita de C. B. Pinto - Integrante.

Prêmios

2015

2° Lugar na VIII Jornada Acadêmica do curso de Biomedicina com o trabalho "Radioatividade e radioterapia", Centro Universitário Autônomo do Brasil - UniBrasil.

Histórico profissional

Experiência profissional

2018 - 2018

Centro Universitário Autônomo do Brasil

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitor, Carga horária: 20

Outras informações:
Monitor do Laboratório de Microbiologia e micologia.

2018 - 2018

Laboratótio Caboracy Kosop

Vínculo: Estágiario, Enquadramento Funcional: Estágiário, Carga horária: 25

2016 - 2016

Laboratório Vicenlab

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estágiário, Carga horária: 30

2018 - 2018

Universidade Federal do Paraná

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estágiario, Carga horária: 30

2018 - 2020

Laboratório de Análises Clínicas NEOLAB

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Biomédico Analista Clínico, Carga horária: 44

2019 - Atual

Labclinic Laboratório de análises clínicas

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Biomédico, Carga horária: 44